Primeira feira vegana de Braga, em Portugal, recebe centenas de clientes

A primeira feira vegana da cidade de Braga, em Portugal, tem recebido centenas de clientes. O crescimento do veganismo é uma realidade em todo o mundo e a aceitação do público a esse evento é mais uma prova disso.

Foto: Reprodução / Diário do Minho

O espaço fica no exterior do restaurante vegetariano Hibiscus, no Largo de S. Francisco. No local, dezenas de marcas comercializam seus produtos. As informações são do Diário do Minho.

De acordo com a presidente da associação responsável pelo evento, o objetivo é sempre promover o veganismo.

“A nossa associação é vegana e luta pelos direitos animais. Defendemos o fim da exploração animal e achamos que temos que dar conhecimento sobre isso às pessoas”, disse a presidente Liliana Barros.

No Brasil não é diferente. Os comerciantes brasileiros, atentos à expansão do veganismo, estão realizando cada vez mais feiras livres de crueldade, abrindo comércios veganos ou ao menos adicionando opções veganas ao cardápio.

De acordo com uma pesquisa de maio de 2018, feita pelo IBOPE, o Brasil tem 16% de vegetarianos, o que representa um aumento de 75% em relação ao levantamento anterior, realizado em 2012 – a pesquisa não estimou a quantidade de veganos brasileiros.


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Evento em prol de animais abandonados com comida vegana será realizado no domingo em Campinas (SP)

A 9ª edição do Cantar Faz Bem Pra Cachorro será realizada no próximo domingo (21), a partir das 13 horas, no bar Vila Bambu, em Campinas, no interior de São Paulo. O evento, que tem sido um sucesso, contará com comida vegana e música ao vivo. Os recursos arrecadados serão usados integralmente para cuidados oferecidos a animais em situação de rua ou resgatados do abandono e de maus-tratos.

Foto: Divulgação

“Temos um carinho muito grande por esse evento, organizado por pessoas do bem e que amam os bichinhos! Toda a renda do evento é destinada para a causa animal”, afirmou a cantora e protetora de animais Ana Cavalcanti, uma das organizadoras do evento.

No dia, as pessoas poderão se deliciar com feijoada e yakisoba veganos. Esses dois pratos poderão ser consumidos à vontade por um valor de R$ 25. Doces e salgados sem crueldade animal serão vendidos separadamente, assim como as bebidas – sucos, refrigerantes, cervejas e água.

Além do valor do yakisoba e da feijoada, será cobrado R$ 10 de couvert artístico. Esse valor também será doado para a causa animal, já que todos os cantores e músicos que participarão do evento irão expor seu trabalho de maneira voluntária.

O Vila Bambu, onde o Cantar Faz Bem Pra Cachorro será realizado, está localizado na rua Eleutério Rodrigues, 308, bairro Vila Nova, próximo ao bairro Taquaral, em Campinas (SP). O evento é pet friendly – isso é, seu cachorro pode te acompanhar para fazer da sua tarde ainda mais agradável.

O bar não aceita cartões para pagamento. Os gastos devem, portanto, ser pagos com dinheiro ou por meio de transferência bancária e cheque.

Serviço:

Cantar Faz Bem Pra Cachorro
Dia: 21/07 – domingo
Horário: a partir das 13 horas
Endereço: Vila Bambu – rua Eleutério Rodrigues, 308, bairro Vila Nova, Campinas (SP)


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Arraial Vegano da Zona Leste de SP oferece comida de boteco no dia 21

Por David Arioch

No dia 21 (domingo), das 12h às 19h, o Sindicato dos Metroviários de São Paulo, no Tatuapé, vai ser cenário do Arraial Vegano da Zona Leste, realizado pelo Vegan Club Solidariedade Animal.

Evento vai ser no Sindicato dos Metroviários de São Paulo, no Tatuapé (Fotos: Divulgação)

No arraial os visitantes vão encontrar inúmeras opções de comida de boteco, produtos de higiene pessoal e beleza, moda, acessórios, feirinha de adoção, atrações musicais, espaço para crianças e correio elegante.

“Teremos feijoada, espetinhos, sanduíches, salgados, doces, cervejas, quentão e vinho quente”, informa o Vegan Club, acrescentando que tudo será livre tanto de ingredientes de origem animal quanto de testes com animais.

A organização do evento pede, se possível, que os visitantes levem ração e roupas de inverno para doação. “Vamos distribuir para animais e pessoas em situação de vulnerabilidade. É importante também trazer copo”, informa. A entrada é gratuita.

Endereço

Sindicato dos Metroviários – Serra de Japi, 31, esquina com a Radial Leste – entre as estações de metrô Carrão e Tatuapé.


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Ex-dono da empresa Ceratti investe mais de R$ 1 milhão em comida vegana

O ex-proprietário da empresa Ceratti, Mário Ceratti, de 65 anos, decidiu apostar em alimentos veganos. A Ceratti é conhecida por comercializar produtos de origem animal. No entanto, o ex-dono da empresa está, agora, focado no mercado vegano.

O empresário investiu pouco mais de R$ 1 milhão na empresa paulistana Beleaf, uma startup que comercializa refeições veganas pela internet e que, até julho, deve vendê-las no supermercado Pão de Açúcar.

Mário Ceratti (à esquerda) investiu pouco mais de R$ 1 milhão em startup que vende comida vegana (Foto: Reprodução / Valor Econômico)

Mário acredita que a busca por uma alimentação saudável e sustentável do ponto de vista ambiental veio para ficar. “Acho que é uma tendência. E não precisa ser vegano. Pode querer comer bem de vez em quando”, disse o empresário ao jornal Valor Econômico. Segundo ele, um de seus filhos é vegano.

O montante usado pelo empresário para investir na alimentação vegana é pequeno diante da fortuna da família. A empresa norte-americana Hormel pagou cerca de R$ 350 milhões pela Cerrati, que fatura aproximadamente R$ 400 milhões anuais.

De acordo com Mário, o investimento na Beleaf é o que mais o entusiasma. “Tenho feito alguma coisinha, mas nada tão perto do coração [como a Beleaf]”, disse.

O empresário investiu na startup por intermédio da Rise Ventures, que captou investidores-anjo para a Beleaf. “Mário Ceratti não é um anjo. É um santo”, afirmou Pedro Vilela, fundador da Rise. A Beleaf foi avaliada em aproximadamente R$ 8 milhões e captou cerca de R$ 2,5 milhões.

Os produtos da Beleaf não tem ingredientes de origem animal e a linha de refeições foi batizada de VeganJá, que é produzida em uma cozinha industrial no bairro Chácara Santo Antonio, em São Paulo.

Foto: Pixabay/Ilustrativa

A startup foi fundada em 2015 por Fernando Bardusco, Fábio Biasi e Jonatas Mesquita. Os três cursam administração na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e têm menos de 30 anos. A expectativa da Beleaf é vender, neste ano, 150 mil refeições, sendo mais de 90% pela internet, e faturar aproximadamente R$ 3 milhões. Em 2021, com entrada no varejo, o objetivo é comercializar 400 mil refeições, obtendo um lucro de R$ 8 milhões, segundo Bardusco. Para o futuro, o intuito é vender 50% dos produtos via internet e os outros 50% em supermercados.

Com a captação de recursos, para a qual Mário Ceratti atuou como âncora, a Beleaf investiu em uma câmara de ultracongelamento para viabilizar o atendimento do contrato com o Pão de Açúcar. O objetivo da empresa é chegar ao Rio de Janeiro em 2020.

“Conseguimos levar [os produtos] com distribuição refrigerada para o Rio. Só teremos estoque lá e venderemos pelo site, quase sem custo fixo”, afirmou Vilela, da Rise.

Caso as metas da Beleaf sejam atingidas nos próximos anos, a startup poderá fazer uma nova rodada de captação, dando saída aos investidores-anjo que investiram nela. Atualmente, os fundadores da Beleaf detém quase 55% do capital da startup, outros 16,5% são da Rise, que investe mensalmente R$ 20 mil para o pagamento dos funcionários da companhia. A família Ceratti detém 15% do capital.


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Startup recebe mais US$ 10 mi para ampliar produção de alternativas à carne

Por David Arioch

A startup Good Catch Foods, dos Estados Unidos, anunciou esta semana que arrecadou mais dez milhões de dólares por meio das empresas de investimentos New Crop Capital e Stray Dog Capital para ampliar a produção de alternativas à carne e aos animais marinhos consumidos pela população. A empresa já havia arrecadado 9,2 milhões de dólares por meio da CPT Capital.

Alternativas ao atum, aos hambúrgueres de peixes e aos alimentos baseados em siri estão entre as apostas da Good Catch (Foto: Divulgação)

Com esses recursos, a Good Catch pretende abrir uma unidade de produção de 20 milhões de dólares em Ohio, nos Estados Unidos, com previsão de produção anual de 100 milhões de dólares em proteínas de origem vegetal.

“Estamos incrivelmente confiantes sobre o futuro da proteína baseada em vegetais”, disse o cofundador e CEO da Good Catch, Chris Kerr, à Forbes. A startup surgiu com o objetivo de mostrar que é possível oferecer boas opções alimentícias sem a necessidade de matar animais ou prejudicar o meio ambiente.

Alternativas ao atum, aos hambúrgueres de peixes e siri estão entre as apostas da Good Catch. A cofundadora da startup, Marci Zaroff, disse anteriormente ao PRNeswire que hoje em dia quando os consumidores buscam por fontes de nutrição, e principalmente de proteínas, eles encontram um campo minado de escolhas. Por isso, o melhor caminho são as alternativas baseadas em vegetais.

A New Crop Capital tem se tornado uma das mais importantes firmas dos EUA na captação de recursos para empresas dedicadas ao mercado vegetariano e vegano. Além da preocupação com o meio ambiente e da oposição à exploração animal, outra razão para a Good Catch seguir por esse caminho é que a previsão é de que até 2050 as proteínas alternativas vão comandar pelo menos 1/3 do mercado global de proteínas.


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Mais de 25% dos alemães querem mais comida vegana nos festivais

Por David Arioch

Wacken Open Air, um dos festivais de metal mais tradicionais do mundo realizado na Alemanha (Foto: Patrick Schneider)

De acordo com uma pesquisa divulgada recentemente pela EventBrite, plataforma global que comercializa ingressos e bilhetes, 25,3% dos frequentadores alemães de festivais e outros eventos de entretenimento afirmaram que desejam encontrar melhor disponibilidade de comida vegana nos festivais.

A pesquisa encomendada pela EventBrite e realizada pela plataforma global de mercado GapFish entrevistou mais de mil cidadãos alemães que participaram de festivais nos últimos 12 meses. A intenção é fornecer informações aos organizadores de eventos sobre as necessidades de mudanças para atender melhor ao público.

Além da cobrança por mais opções de alimentos veganos, 75,5% dos entrevistados declararam que torcem por práticas mais sustentáveis nos eventos, como o não incentivo ao consumo de plástico, instalação de bebedouros e melhores programas de reciclagem.

Inglaterra vai sediar festival vegano para crianças em agosto

Por David Arioch

Vegan Kids Festival tem a missão de celebrar o veganismo das crianças e estimular novas amizades (Foto: Getty)

Entre os dias 9 e 11 de agosto, Gloucestershire, na Inglaterra, vai sediar o Vegan Kids Festival, evento vegano para crianças que oferece comida vegana, jogos, brincadeiras, apresentações musicais, aulas de culinária e oficinas de criatividade.

Segundo a idealizadora Dana Burton, o evento é uma forma de estimular as crianças a continuarem fazendo escolhas mais compassivas. “Meu objetivo é criar um mundo mini-vegano por dois dias, onde todos que comparecerem possam estar cercados por pessoas que pensam da mesma maneira”, informa Dana.

Ela acrescenta que acontece das crianças se sentirem sozinhas ou isoladas em diversas circunstâncias na escola, por exemplo, por serem veganas. E um evento como o Vegan Kids Festival serve para mostrar que elas não estão sozinhas, embora ainda não sejam maioria.

“Meus filhos escolheram ser veganos junto com o resto da família. Sinto-me orgulhosa quando vejo a compaixão deles pelos animais, mas também fico triste quando são deixados de fora em alguma atividade na escola”, destaca Dana Burton.

Apesar disso, o Vegan Kids Festival tem a missão de celebrar o veganismo das crianças e estimular novas amizades. “Esse evento é sobre as crianças; nossos agentes de mudança do futuro”, enfatiza.

Fabricante de hambúrguer vegano pode valer mais de US$ 1 bilhão na bolsa

A Beyond Meat, fabricante de hambúrgueres veganos, deve estrear na bolsa de valores e espera atingir um valor de mercado de mais de US$ 1 bilhão. A empresa norte-americana prevê colocar em circulação 8,75 milhão de ações, custando entre US$ 19 e US$ 21 cada.

Foto: Divulgação/Beyond Meat

Se a empresa conseguir vender as ações pelo valor mais alto, ela valerá US$ 1,2 bilhão na oferta pública inicial (IPO, na sigla em inglês). A expectativa de Beyond Meat é conseguir US$ 175 milhões em receita bruta.

A marca afirma ter decidido injetar recursos na bolsa para explorar a popularidade crescente do veganismo, reforçar sua área de pesquisa e desenvolvimento e expandir as instalações.

O cofundador da Microsoft, Bill Gates, e a multinacional norte-americana Tyson Foods estão entre os investidores da empresa. As informações são do portal G1.

Com a valorização bilionária que a companhia sofreu, ela passou a ser considerada uma “empresa unicórnio”, termo cunhado pelo investidor em venture capital Aileen Lee que é usado para se referir a startups de capital fechado que possuem um valor de mercado estimado em US$ 1 bilhão ou mais.

O nome “unicórnio” foi usado porque se trata de um animal mítico que representa raridade, assim como essas empresas, que alcançam um raro sucesso.

A Beyond Meat foi criada em 2009 pelo empresário Ethan Brown. Antes de fundar a companhia, ele trabalhava como desenvolver de células de combustível a hidrogênio.

A empresa fabrica hambúrgueres, salsichas e “iscas de frango”, sem ingredientes de origem animal. Os produtos são feitos para simular o gosto, a textura e a aparência da carne de boi, porco e frango.

Até a aparência “sangrenta” do hambúrguer de carne foi copiada. Para isso, foi usado suco de beterraba. A receita do hambúrguer vegetal conta ainda com proteína de ervilha, óleo de coco e amido de batata.

“Por que precisamos de animais para fabricar carne? Por que não podemos criá-la a partir de vegetais? Acontece que nós podemos, sim. E foi o que fizemos”, diz a empresa em seu site oficial.

O Beyond Burger, carro-chefe da Beyond Meat, tem enfrentado uma concorrência acirrada no mercado britânico, devido ao aumento de fornecedores de alimentos veganos. O produto, no entanto, tem feito sucesso e aqueceu o mercado norte-americano a ponto de postergar a estreia do hambúrguer em 350 lojas da rede de supermercados Tesco. O produto chegaria às prateleiras em agosto de 2018, mas a estreia foi adiada em três meses.

Uma pesquisa feita pela Vegan Society em 2016 concluiu que cerca de 540 mil pessoas são veganas no Reino Unido. Em 2006, eram 150 mil. Esse cenário tem colaborado para a expansão dos produtos veganos. A rede de supermercados Waitrose abriu uma área exclusiva para alimentos sem ingredientes de origem animal em mais de 130 lojas no último ano e a Iceland registrou um aumento de 10% em produtos veganos. No Brasil, o número de marcas que comercializam esses produtos também tem aumentado. A Beyond Meat, no entanto, ainda não planeja vir para o país.

Mapa Veg aponta São Paulo como o estado com maior número de veganos e vegetarianos

Foto: Projeto São Paulo City

Um censo realizado pelo Mapa Veg aponta São Paulo como o estado com maior número de veganos e vegetarianos. Embora os dados sejam baseados em cadastro voluntária no site do Mapa Veg, as estatísticas servem como referência para se ter uma ideia da distribuição dos adeptos do veganismo e do vegetarianismo no Brasil.

Depois de São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Paraná e Santa Catarina são os estados, em ordem do maior para o menor em número de adeptos, com mais veganos e vegetarianos.

Já entre as cidades, São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Curitiba e Belo Horizonte ocupam as primeiras posições. Por enquanto, o censo do Mapa Veg cadastrou 29,5 mil veganos e vegetarianos, e qualquer pessoa pode acessar o site e participar. O processo é simples e rápido.

Esse tipo de iniciativa contribui para quem quer saber se há veganos ou vegetarianos onde vive, ou se há um mercado específico a ser explorado voltado a esse público em determinada localidade. Uma estimativa do Ibope Inteligência afirma que no Brasil 30 milhões de pessoas não consomem carne, mas não é possível dizer quantos são vegetarianos estritos e veganos.

Para participar do censo do Mapa Veg, clique aqui.

Evento em prol dos animais com comida vegana é realizado neste domingo em Campinas (SP)

O “Cantar Faz Bem Pra Cachorro”, que já está em sua sétima edição, será realizado domingo (24) em Campinas (SP). O evento, que tem sido um sucesso, conta com música ao vivo e comida vegana. Toda a renda arrecadada é destinada aos animais abandonados.

No dia, terá feijoada e yakisoba veganos que poderão ser consumidos à vontade sob o preço de R$ 25. Será cobrado ainda R$ 10 de couvert artístico, que será doado pelos músicos para a causa animal. A bebida é vendida a parte.

O evento será realizado das 13h às 18h no bar Vila Bambu, na rua Eleutério Rodrigues, 308, no bairro Vila Nova, em Campinas. O Cantar Faz Bem Pra Cachorro é “pet friendly”, portanto, cachorros podem participar com os tutores.

O bar não aceita pagamento com cartões no dia do evento.