“Estamos aqui juntos, unidos e impulsionados pela necessidade de uma mudança radical” (Foto: VeganNation/Paysandu Sport Club)
A empesa VeganNation, que promove o veganismo, se tornou a principal patrocinadora de quatro times de futebol do Norte do Brasil – Remo (PA), Paysandu (PA), Nacional (AM) e do time feminino Iranduba (AM).
O CEO da VeganNation, Isaac Thomas, conta que essa parceria com clubes de futebol é uma forma de utilizar o esporte para promover mais conscientização sobre a importância de um estilo de vida menos nocivo ao planeta e também de se proteger a Amazônia, a maior floresta tropical do mundo.
“É a maior produtora de oxigênio do qual a Terra depende. A Floresta Amazônica é o lar de cerca de 70% das espécies da Terra. As florestas tropicais são a parte mais importante da natureza e são vitais para a vida neste planeta”, defende.
A VeganNation é a responsável pela VeganCoin uma criptomoeda vegana rastreável criada para a aquisição de produtos e serviços veganos. A empresa também desenvolveu e está aperfeiçoando uma plataforma de interação entre veganos do mundo, além de ter como missão atrair quem se interessa em saber mais sobre o assunto.
Isaac Thomas defende que como o futebol tem muita visibilidade e é amado por muitos, o esporte tem o poder de tocar o coração das pessoas.
“Estamos aqui juntos, unidos e impulsionados pela necessidade de uma mudança radical. Estamos aqui para tocar os alarmes da mudança climática, para proteger nossas florestas, oceanos, vida selvagem e todos os nossos tesouros naturais. A mudança não é feita em um dia, mas todo dia conta e toda pessoa pode fazer a diferença”, enfatiza.
Pangolins são os animais mais traficados do mundo | Foto: greenme
Eye of the Pangolim foi idealizado e produzido pelos premiados cineastas sul-africanos Bruce Young (Blood Lions) e Johan Vermeulen (Kalahari Tails) que concluíram sua missão de mostrar ao mundo as quatro espécies de pangolim africano todas em um filme desenvolvido para aumentar a consciência sobre essas criaturas tímidas e sedutoras e acabar com a caça e o comércio de suas escamas que esta próximo de levá-los à extinção.
Young conta que Johan o abordou em 2017 com seu sonho de fazer um filme sobre pangolins. Como a maioria das pessoas, ele confessa que sabia muito pouco sobre essas pequenas criaturas estranhas e Young nem sonhava que eles eram o mamífero mais traficado do planeta – ainda mais do que rinocerontes. Johan conhecia o professor Ray Jansen, diretor do Grupo de Trabalho Africano do Pangolim, que os colocaria no mundo dos pangolins.
O apoio inicial da Biggestleaf, uma empresa de viagens e marketing on-line da Cidade do Cabo, ajudou os cineastas a chegar a Gana para a primeira filmagem. Com essa filmagem eles montaram a primeira promo (piloto) que mostrava às pessoas o que era possível com por meio do filme.
O próximo momento chave foi formar uma parceria com a Pangolin Africa, uma nova organização sem fins lucrativos dedicada à conservação de pangolins. Eles ajudaram os produtores a alcançar os financiadores sem os quais o filme não seria possível.
A dupla começou a trabalhar em meados de 2017 e as primeiras filmagens aconteceram em Gana em setembro daquele mesmo ano. A última sessão de filmagem aconteceu no Gabão em fevereiro de 2019.
Para encontrar as quatro espécies africanas de pangolins, foi necessário viajar para longe. Eles cobriram algumas localidades na África do Sul para acompanhar a história do pangolim-terrestre-de-temmincks e também viajaram para Gana em busca do pangolim-de-barriga-branca, e até a República Centro-Africana para encontrar o pangolim-de-barriga-preta, e a última viagem foi Gabão para tentar capturar em filme o pangolim gigante – o mais raro e difícil de encontrar de todos eles.
A ideia toda do filme, segundo seus criadores, é aumentar a conscientização sobre as quatro espécies africanas de pangolim. Se as pessoas souberem mais sobre esses animais e como eles são especiais, podem começar a se importar o suficiente para ajudar a conservá-los e pôr fim ao comércio de suas escamas e carne.
“Para fazer isso, precisávamos contar sua história – as pessoas se lembram de histórias muito mais do que fatos e números. Os pangolins são notoriamente tímidos e evasivos e por isso foi um enorme desafio colocá-los no cinema”, diz Johan.
Foto: Discoverwildlife
Segundo os produtores, a logística para chegar a algumas das áreas mais remotas para filmar as quatro espécies de pangolim não foi fácil. E isso foi apenas o começo. Nunca houve qualquer garantia, ao chegarem, de que poderíamos encontrá-los.
Três das espécies são principalmente noturnas e duas delas vivem em sua maioria no topo das árvores de algumas das florestas mais densas do continente africano. A busca pelo pangolim gigante no Gabão foi a mais difícil, contam eles: “nós caminhamos por horas à noite e uma ou duas vezes esbarramos em elefantes da floresta no escuro, o que certamente levou a adrenalina a fluir”
O filme que foi realizado com um orçamento muito apertado, dessa forma o tempo no local de filmagem significava uma enorme pressão para obter as imagens necessárias.
A melhor parte das filmagens foi poder aproximar-se e conhecer estes notáveis animais contam os cinetastas. Os pangolins sao descritos por eles como inquestionavelmente algumas das criaturas carismáticas na natureza.
O privilégio passar um tempo com as pessoas que trabalham incansavelmente para ajudar a salvá-las – os pesquisadores, veterinários e enfermeiros veterinários, monitores de pangolim e pessoas ativamente envolvidas em campanhas para resgatá-los do comércio de vida selvagem e devolvê-los à natureza foi um dos benefícios enumerados pela dupla.
Porém ambos confessam que muitas vezes foi difícil testemunhar o tratamento de animais tão doces e inofensivos por pessoas que só os viam como uma mercadoria – algo para ser consumido ou feito dinheiro. Mas o momento mais difícil para Johan, segundo ele, foi ouvir que um pangolim com quem eles passaramo um ou dois dias durante a reabilitação e depois filmaram sua libertação congelou até a morte dois dias depois de voltar à vida selvagem. “Havia muita esperança na liberação dele, assim, quando foi ele morreu, fiquei muito consciente de quão precária é a situação em torno de seu futuro”.
A coisa mais difícil de filmar, segundo Young, foi o comércio de carne de caça em Gana. “No nosso primeiro dia, já havíamos encontrado pangolins cozinhando em fogueiras ao longo da estrada. Era muito difícil ver uma bela criatura como o pangolim de barriga branca, que estamos tão perto de perder para sempre, em circunstâncias como essa. Também foi muito doloroso ver imagens fornecidas a nós sobre o quanto os caçadores tratam os pangolins capturados vivos”.
Joahn conta que um dia, eles viram um pequeno pangolim-de-árvore-de-barriga-preta subindo livremente acima de suas cabeças enquanto ele se movia de árvore em árvore. “Foi emocionante ver um pequeno animal saudável e forte em seu ambiente natural. De repente o galho em que ele estava subindo estalou e ele caiu diretamente por alguns metros antes de ser resgatado por alguns galhos. Eu sei que era projeção minha total, mas o pangolim definitivamente parecia para mim como se estivesse um pouco envergonhado por ter sido pego em um pequeno erro assim”.
Johan e Young refletem que se pessoas que assistirem ao filme se tornarem encantadas por essas pequenas criaturas como eles ficaram, talvez comecem a olhar ao seu redor para outras criaturas na natureza e reavaliem seu relacionamento com aquela parte do nosso mundo que esta tão incrivelmente ameaçada.
“Se as pessoas se perguntarem o que perderiam se perdêssemos o pangolim, então teríamos começado a atingir nosso objetivo com este filme. Se eles começarem a questionar o que significará viver em um mundo com cada vez menos lugares selvagens para criaturas selvagens, então eles começarão a ver com seus corações”, diz Young.
Eye of the Pangolin será disponibilizado gratuitamente como um filme de código aberto, acessível para visualização em todo o mundo através de inúmeras plataformas online.
O filme também será levado a festivais de filmes de conservação e vida selvagem e dirigido por meio de redes de educação, conservação e turismo, para que as exibições cheguem às pessoas em áreas-chave onde a conscientização sobre a situação desse animal é crítica.
O Dia da Educação, celebrado em 28 de abril, foi criado para lembrar da importância da educação para a construção de valores essenciais para a sociedade. Dentre esses valores, estão os direitos animais, que devem ser vistos como questão primordial a ser debatida para a garantia de um mundo mais justo e ético.
Foto: Pixabay
A conscientização sobre os direitos animais é uma forma de mudar a maneira como os animais são vistos pela sociedade, combater casos de maus-tratos e reforçar a premissa de que todo ser vivo deve ter resguardados os direitos invioláveis à vida e à integridade física.
Na sociedade atual, números alarmantes de negligência, abuso e abandono de animais domésticos são registrados. E se esses animais, que são amparados pela lei, sofrem tanto, o que dizer daqueles que não tem respaldo algum na legislação? Bois, porcos, vacas, pintinhos, galinhas, peixes, e tantos outros são diariamente explorados, torturados e mortos. Segundo dados do IBGE, um boi, um porco e 180 frangos são assassinados por segundo no Brasil para atender ao paladar humano.
Para mudar esse cenário, a educação é o caminho. Somente através dela é possível mudar o tratamento dado pelas pessoas aos animais, mostrando a elas que vidas não devem ser hierarquizadas entre de maior e de menor valor e que qualquer animal, independentemente da espécie, merece respeito.
É necessário lembrar também que a construção de uma sociedade que protege todos os animais é benéfica não só para eles, mas também para os próprios seres humanos. Isso porque a defesa de valores como a empatia e a compaixão contribuem para a evolução social, tornando o convívio humano mais saudável e criando um mundo mais compassivo.
De iniciativa da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Sustentável e Turismo do Paraná, a campanha “Páscoa Alternativa” foi lançada na última terça-feira (9). O objetivo é incentivar as pessoas a buscar alternativas à compra de coelhos nesta época do ano.
Foto: Divulgação / SEDEST
Por serem associados à Pascoa, é comum que coelhos sejam comprados com a aproximação dessa data. Muitos deles são tratados como objetos adquiridos para presentear as pessoas, especialmente as crianças. No entanto, passada a euforia da época, o animal frequentemente é deixado de lado e, em muitos casos, devido aos gastos e trabalho que dão, os coelhos são abandonados.
Todos os anos, após a Páscoa, muitos desses animais são encontrados na rua em situação de completo abandono. Frágeis e indefesos, eles morrem atropelados, de frio, de fome ou até após serem mordidos por cachorros, que agem seguindo um instinto de defesa. As informações são da Agência de Notícias do Paraná.
A Secretaria reforça que abandonar animais é crime e recomenda que as pessoas optem por alternativas ao comércio de coelhos e comprem, por exemplo, chocolate ou até mesmo coelhos de pelúcia, que trazem consigo a representatividade da Páscoa, mas evitam abandono e maus-tratos.
Abril Laranja
Neste mês é comemorado o Abril Laranja, instituído pela Sociedade Americana para a Prevenção da Crueldade contra os Animais. A data é dedicada à prevenção aos maus-tratos a animais e tem o objetivo de fazer as pessoas refletirem sobre o tema.
A crueldade cometida contra os animais, que o Abril Laranja tem o intuito de combater, não se restringe, porém, à violência física. Também configuram maus-tratos ações de negligência e omissão que resultem em sofrimento, inclusive psicológico, ao animal, como abandonar ou manter o animal permanentemente preso a correntes, deixá-lo sem abrigo para proteção da chuva e do sol, não fornecer alimentação adequada e cuidados veterinários, privá-lo da ventilação ou luz solar, mantê-lo em locais pequenos e sem higiene, entre outros.
Denúncias de maus-tratos contra animais podem ser feitas, em Curitiba, através do número 156, da prefeitura. Nas demais localidades, a população deve se informar sobre o canal de denúncia de cada município, que geralmente são as secretarias de Meio Ambiente ou a própria prefeitura.
O Dia do Jornalista, comemorado em 07 de abril, foi instituído em 1931, por decisão da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), como homenagem ao médico e jornalista Giovanni Battista Líbero Badaró, morto por inimigos políticos em 1830.
Uma profissão intrinsecamente definida pela missão de informar e formar conceitos, modificar pensamentos, construir valores e trazer a realidade em forma de notícias para a população, a maioria delas, utopicamente falando, fundamentais para o desenvolvimento da consciência crítica e tomada de decisões.
Pelas mãos e atualmente dedos (teclas de computador) dos jornalistas, as informações, os fatos, se tornam notícias, essas notícias viajam o mundo, alcançam pessoas, criam novas perspectivas, mudam crenças e abrem mentes.
Jornalistas do mundo todo dedicam suas vidas à missão de investigar, descobrir, trazer a luz os mais variados, polêmicos e muitas vezes trágicos fatos.
O jornalismo animalista ou abolicionista pelos animais, tem como missão a conscientização da população sobre a posição real destes seres, que dividem com a humanidade o planeta, porém são subjugados e explorados ao bel prazer do ser humano.
Foto: Divulgação
É por meio do jornalismo de canais como a ANDA, a primeira agência de notícias dedicada inteiramente aos direitos animais – que corajosamente assumiu a função de impactar e mudar a pauta da mídia nacional – que mais e mais pessoas têm acesso à real situação desses seres não-humanos, capazes de amar, sofrer e compreender o mundo ao seu redor, mas que tem sido explorados, usados e mortos indiscriminadamente desde tempos imemoriais.
Compromissado com a verdade e a justiça, o jornalismo animalista traz a luz o sofrimento de animais que, graças a uma crença dominante chamada “especismo”, espalhada por todas as camadas da sociedade, faz crer que o homem é superior a todos os habitantes do planeta, sejam animais ou plantas, e assim sendo pode dispor deles como bem desejar.
Desta forma, seres cuja senciencia foi cientificamente comprovada, plenamente capazes de sofrer os horrores de passar a vida inteira fechados em gaiolas ou celas minúsculas, sem ver o sol, sem andar na grama, sem poder muitas vezes sequer se mexer direito, tem sua dignidade desrespeitada, seu leite roubado, sua carne comercializada, seus ovos tirados, seus filhos afastados e suas vidas levadas de formas cruéis e inimagináveis.
Caracterizado fortemente pela denúncia e conscientização, é por meio da divulgação das condições em que vivem esses seres e de sua capacidade única de raciocínio, cognição e resposta aos mesmos estímulos que os humanos, que o jornalismo animalista busca proporcionar às pessoas elementos coerentes para a mudança de pensamento.
Animais não são inferiores aos seres humanos, animais são seres sensíveis, inteligentes, e merecem respeito, amor e proteção. Essa luta não é só dos jornalistas animalistas, mas de todos os seres humanos que desejam um mundo mais compassivo e justo.
Hoje, 14 de março, celebra-se o Dia Nacional dos Animais. A data, criada com o objetivo de conscientizar as pessoas sobre os cuidados que devem ser dados aos animais, deve ser vista como um momento de reflexão sobre a necessidade de respeitar todas as espécies, inclusive aquelas historicamente exploradas, maltratadas e mortas para beneficiar os seres humanos e alimentá-los.
Foto: Skeeze / Pixabay
No Brasil, os animais não são tratados dignamente. São 10 milhões de gatos e 20 milhões de cães abandonados, segundo a Organização Mundial da Saúde. Nas ruas, esses animais, que amavam suas famílias e eram leais a elas, vivenciam todo tipo de sofrimento: passam frio, suportam calor excessivo e chuvas fortes, sentem fome, são agredidos, atropelados, adoecem e, após conhecer o preço do descaso e da dor, morrem. Poucos têm a chance de ser resgatados e recomeçar a vida com amor, respeito e cuidados. Casos de maus-tratos, não só contra os animais abandonados, mas muitos deles promovidos pelos próprios tutores, também são comuns. Ainda em relação aos animais domésticos, o comércio de venda de filhotes condena inúmeros animais a uma vida miserável pautada na exploração promovida por pessoas que os tratam como máquinas reprodutoras e mercadorias.
O sofrimento, no entanto, não atinge apenas os cachorros e gatos. Animais silvestres são rotineiramente vítimas do tráfico. Retirados da família, privados da liberdade, transportados de forma cruel e inadequada, muitas vezes sem receber alimentação correta, eles se tornam vítimas dos traficantes e, depois, de quem os compra e se considera no direito de mantê-los aprisionados no cativeiro. Além deles, animais como ratos, cães e coelhos são submetidos a experimentos extremamente cruéis e dolorosos para a fabricação de cosméticos, alimentos, medicamentos e outros itens, como cigarros.
Foto: Karsten Paulick / Pixabay
Para fabricar produtos, produzir roupas e outros objetos e alimentar a população, milhares de animais também vivenciam um sofrimento inimaginável. No Brasil, um boi, um porco e 180 frangos são mortos para consumo por segundo, de acordo com dados do IBGE. Por trás da estatística, esconde-se a dor que os pecuaristas se esforçam para que não seja conhecida pela sociedade. Esses animais são explorados dia após dia e vivem uma rotina de maus-tratos, torturas e morte. Pintinhos machos são triturados vivos, galinhas têm seus bicos cortados sem anestesia e vivem presas em granjas superlotadas ou gaiolas minúsculas durante toda a vida, tratadas como máquinas de botar ovos, porcas são condenadas a uma existência dentro de pequenas celas gestacionais e os machos são castrados sem direito a anestésico, bezerros vivem aprisionados em locais pequenos, privados de alimentação adequada e luz solar para que se movimentem pouco e gerem, após a morte, uma carne macia, conhecida como vitela. E todo esse horror é apenas uma parte do que é vivido pelos animais na indústria.
Foto: Marco Massimo / Pixabay
A urgência de se garantir que os direitos dos animais sejam respeitados e que eles sejam tratados como os seres sencientes que são – capazes de sentir e de sofrer – faz do Dia Nacional dos Animais uma data de extrema necessidade para a promoção de reflexões a respeito da forma como a sociedade enxerga os animais atualmente e a desconstrução que deve ser feita para que eles passem a ser vistos como sujeitos de direito.
É preciso extinguir a hierarquia cruelmente estabelecida pelos humanos, na qual eles se colocam acima de quaisquer espécies, explorando-os, maltratando-os e tirando suas vidas. Os animais existem por propósitos próprios e não estão no mundo para servir às pessoas. O que falta, porém, é que os humanos entendam e aceitem essa realidade, passando a garantir aos animais a mesma paz que pedem para si.
O ator vegano Emmett J. Scanlan fez uma parceria com a organização de direitos animais PETA em uma campanha incentivando as pessoas a se tornarem veganas. No vídeo, o ator afirma que “somos todos animais”.
Foto: Tony Craig Photography
“Estou convencido de que, se comemos carne, estamos ingerindo carma ruim, mas, como subproduto disso, ao não comer carne, estou ajudando o meio ambiente”, disse Scanlan na entrevista em vídeo. “É mais saudável para mim. Eu sei, eu acredito, e me sinto mais forte do que antes. E o mais importante: eu me sinto feliz por estar nesse caminho.”
Falando sobre sua própria jornada vegana, Scanlan disse: “Eu tinha um tipo de justificativa para mim mesmo que a carne que eu comia era orgânica, que vinha de um ‘abate humanitário’, o que quer que isso significasse. E eu continuei comendo.”
Isso mudou quando ele encontrou sua esposa chorando em seu laptop em uma noite. “No laptop havia um vídeo feito por ativistas e, em lágrimas, ela dizia: ‘Eu não entendo porque o mundo é tão mau’, então eu assisti o vídeo de 34 minutos e me virei para minha esposa e disse: ‘Querida, eu estou com você’.”
“As mídias sociais estão nos forçando a despertar. Não há lugar para se esconder agora. Você tem que ver. Você tem que se educar. E eu acho que se você se conscientizar, então haverá espaço para florescer a compaixão, que é a verdadeira essência do ser humano,” disse Scanlan.
O vídeo de Scanlan vem após uma recente parceria entre a PETA e o ator de Game of Thrones, Jerome Flynn, que também questionou o mito do “abate humanitário”.
“Praticamente nenhum dos animais inteligentes e sensíveis criados para consumo na Grã-Bretanha ou no exterior jamais poderá respirar ar puro, sentir o calor do sol em seu corpo, deitar na grama ou fazer qualquer outra coisa que tornaria sua vida normal ou digna de ser vivida,” disse Flynn no vídeo.
“Suas vidas são miseráveis a partir do momento em que nascem até o dia em que os caminhões chegam para levá-los ao matadouro. Sim, no final de todo esse sofrimento, eles são levados para o matadouro, onde as visões e cheiros de sangue e entranhas são de revirar o estômago”.