Cachorrinho que foi devolvido ao abrigo por não conseguir subir escadas encontra o lar ideal

Foto: Mackenzie Purdy

Foto: Mackenzie Purdy

Quando Mackenzie Purdy viu Charlie pela primeira vez, parecia que o cão tímido tinha desistido de encontrar um lar ou uma família para ele. O cão da raça Shih Tzu, de 7 anos, recusou-se a fazer contato visual com qualquer um que passasse por ele – o cachorrinho manteve as costas viradas para a parede de concreto de seu canil na Associated Humane Tinton Falls, um abrigo em Nova Jersey, nos Estados Unidos.

Charlie chegou primeiro ao abrigo em maio. Alguns meses antes, ele havia sido adotado e logo foi devolvido por não conseguir subir as escadas em sua nova casa.

Seu tutor não conseguia se abaixar para pegá-lo e carregá-lo para cima, então Charlie se viu de volta no mesmo canil solitário.

Foto: Mackenzie Purdy

Foto: Mackenzie Purdy

Purdy, que estava visitando o abrigo na esperança de adicionar outro cachorro à sua família, acreditava que por trás do comportamento frio e da aparência abatida de Charlie havia um cachorro amoroso esperando para sair; no entanto, ela temia que outros adotantes pudessem não conseguir enxergar o potencial dele.

“Ele era um pouco mais velho e andava um pouco engraçado, então eu tinha a impressão de que muitas pessoas não se interessariam por ele”, disse Purdy ao The Dodo. “Muitas pessoas não se interessam pelos cães que não vêm para a frente da gaiola fazer festinha no abrigo.”

Mas Purdy não se assustou nem se intimidou com o desprezo do cachorrinho magoado, e continuou a passar o tempo com Charlie, procurando o menor indício de que ele estava pronto para tentar novamente.

Foto: Mackenzie Purdy

Foto: Mackenzie Purdy

“Perguntei ao pessoal do abrigo se eu poderia passar algum tempo com ele no quintal”, disse Purdy. “Ele era muito reservado e não se mostrou muito interessado em mim. Charlie não mostrou quase nada em termos de afeto, mas fez um pequeno abanar de cauda quando me aproximei dele”.

Encorajado, Purdy trouxe seu cachorro Baxter para se encontrar com Charlie, e o pequena mexida de rabo inicial deu lugar a uma excitação total. “Charlie estava abanando o rabo mais e mais, e Baxter estava muito interessado nele”, disse Purdy. “Eles me disseram que eu poderia ir no dia seguinte para trazê-lo para casa.”

Um exame feito por um veterinário revelou que Charlie pode ter sofrido uma lesão em um disco da coluna em suas costas, causando mobilidade reduzida nas pernas traseiras. “Ele cambaleia um pouco quando anda e às vezes cai porque está fraco”, observou Purdy, “então ele não pode lidar com escadas”.

Foto: Mackenzie Purdy

Foto: Mackenzie Purdy

Charlie pode nunca ser capaz de subir os degraus, mas isso não o impede de brincar com todos os cães que ele conhece ou de se divertir durante um banho.

Purdy está feliz em seguir na velocidade do cachorro mais velho – algo pelo qual Charlie é muito grato.

“Ele vem se adaptando bem”, disse Purdy. “Meu namorado e eu o levamos em caminhadas curtas e o pegamos quando encontramos degraus. Ele é um menino muito bom. Ele é muito comportado e se adapta a qualquer situação.

Foto: Mackenzie Purdy

Foto: Mackenzie Purdy

Depois de uma semana em sua nova casa, o cão que não fazia nem contato visual agora se recusa a dormir sozinho, todo feliz ele aconchega-se a sua nova família sempre que pode é muito bem recebido.

Foto: Mackenzie Purdy

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Elefantes são espancados e torturados com ganchos de metal para levar turistas nas costas

Foto: @abang da balik/Twitter

Foto: @abang da balik/Twitter

Fotos divulgadas nas redes sociais mostram elefantes com feridas abertas na cabeça e no corpo, enquanto levam turistas australianos – que viajam para a Tailândia exclusivamente com este fim – em suas costas. Os pacotes de viagem são anunciados pelas agências de turismo como possibilidades únicas de “interação” com os animais.

Acredita-se que as imagens foram compartilhadas no Twitter em Phuket, um dos pontos turísticos mais populares do país.

Os animais podem ser vistos com o sangue escorrendo da cabeça depois que os seus exploradores (mahouts) os atingem repetidamente com ganchos afiados de metal.

Foto: @abang da balik/Twitter

Foto: @abang da balik/Twitter

Outras fotos mostram um elefante com uma série de cicatrizes de feridas antigas na parte de trás da cabeça, comprovando que o sofrimento é pertinente e interminável para esses animais explorados.

Mais de 800 mil australianos visitam a Tailândia a cada ano, e muitos são atraídos pelas variadas atrações turísticas envolvendo elefantes, em que os visitantes podem ser levados para “passear”nas costas dos animais, assisti-los fazer truques e alimentá-los.

A World Animal Protection estimou que 3 mil elefantes estão atualmente sendo usados para entretenimento em toda a Ásia, com 77% sendo tratados de forma desumana.

Foto: @abang da balik/Twitter

Foto: @abang da balik/Twitter

Por favor, não montem nos elefantes e não apoiem este negócio ”, disse um porta-voz da Autoridade de Turismo da Tailândia. “Nós nunca apoiamos turistas montando elefantes.”

Dr. Patrapol Maneeorn, veterinário especializado em vida selvagem do Departamento de Parques Nacionais, Conservação da Vida Selvagem e da Flora, disse que a Tailândia está trabalhando para eliminar a crueldade contra os animais.

“O que estamos fazendo é colaborar com diferentes organizações e setores na Tailândia para reduzir esses casos e, esperamos, eliminar a crueldade contra animais tanto quanto possível”, disse Maneeorn em um comunicado.

Blake Sharp-Wiggins/Daily Mail Australia

Blake Sharp-Wiggins/Daily Mail Australia

Existem atualmente 3.500 elefantes selvagens e 4.500 elefantes domesticados na Tailândia.

Os animais selvagens são protegidos pela lei tailandesa, mas os elefantes domesticados são vistos como animais de trabalho.

O dr. Maneeorn disse que as agências governamentais tentaram vários métodos para erradicar o abuso de elefantes no país, incluindo “formular políticas, apoiar pesquisas sobre a vida selvagem, reabilitar animais feridos e erradicar o comércio de animais silvestres”.

Ele diz que os turistas podem desempenhar seu papel no assunto, boicotando atrações que exploram elefantes para fins de entretenimento.

Blake Sharp-Wiggins/Daily Mail Australia

Blake Sharp-Wiggins/Daily Mail Australia

“Empresas de viagens e turistas individuais podem ajudar as agências governamentais boicotando empresas que praticam crueldade contra os animais”, disse ele.

O processo de domesticar um elefante é tão horrível quanto o tratamento a que os animais são submetidos.

Os animais são amarrados a correntes curtas, espancados com ganchos e outros objetos pontiagudos e submetidos a muita fome e privação, a fim de fazê-los se comportarem, e isso continua por ano e anos, enquanto eles forem mantidos em cativeiro.

Alguns animais desenvolvem um comportamento de zoocose, um tipo de compulsão repetitiva em que eles balançam a cabeça de um lado para o outro, muitas vezes incompreendido e visto como uma tendência lúdica, mas o movimento na verdade é um mecanismo de defesa e sofrimento que os elefantes isolados apresentam.

Blake Sharp-Wiggins/Daily Mail Australia

Blake Sharp-Wiggins/Daily Mail Australia

Muitos elefantes são afastados de suas mães quando ainda bebês para serem submetidos a uma vida inteira de abuso.

Alguns santuários na Tailândia, como o Elephant Valley (Vale dos Elefantes, na tradução livre), estão tentando evitar os maus-tratos a esses animais.

Lá os elefantes podem andar como e para onde quiserem e são alimentados apenas uma vez por dia pelos seres humanos, em oposição a outros elefantes em cativeiro que são constantemente forçados a se apresentar para turistas.

“Não existe elefante domesticado”, disse o fundador do Elephant Valley, Jack Highwood, ao Daily Mail Australia.
“Só há elefantes que perderam a vontade de revidar.”

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Gatinho adora passear nas costas dos amigos cavalos e burros que vivem com ele

Foto: Joanna Shaw

Foto: Joanna Shaw

Teton foi resgatado de uma situação de negligência e levado para um santuário onde não existiam gatos, apenas animais de fazenda como cabras, vacas e cavalos.

Mas apensar de ser menos ele acabou por ser o tipo de gato que mantinha todos os animais na linha. Como um gatinho danado, ele estava sempre brigando com animais muito maiores que ele – os potrôs, pôneis em miniatura, bodes, até mesmo um burro.

Foto: Joanna Shaw

Foto: Joanna Shaw

Com apenas 3 meses de idade, ele já “mandava” no santuário que fica no Colorado (EUA), um terreno de 7 acres apelidado de Snowfall Ranch (Rancho Floco de Neve). Tanto que, de fato, ele frequentemente pulava nas costas dos animais para pode passear pela fazenda.

Foto: Joanna Shaw

Foto: Joanna Shaw

“Nós o vemos em cima dos cavalos e no jumento”, diz Joanna, que vive no local, ao The Dodo. “Ele também dorme em sua barraca com eles.”

Teton primeiro já virou notícia em 2014 por sua propensão para empoleirar-se sobre os outros animais da fazenda.

Anos mais tarde, Teton continua a ser o “manda-chuva” indiscutível do celeiro. Pelo menos até uma nevasca chegar. Então o poderoso Teton se transforma em um gato assustado.

Foto: Joanna Shaw

Foto: Joanna Shaw

“Ele tende a subir nas costas de seus amigos mais ainda quando cai a neve para não molhar as patas”, explica Shaw.

Então, quando as coisas ficam um pouco assustadoras na fazenda, esse gato se vira para amigos que podem abrigá-lo em suas costas altas. Mas, ao que parece, ele também se tornou muito amigo dos outros animais.

“Quando eles para o campo, ele vai com eles”, diz Shaw. “Ele vai deitar com eles na grama e eu acho que ele acredita mesmo que ele é um deles.”

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Burros são chicoteados, espancados e forçados a carregar turistas

Foto: PETA UK

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Imagens fortes divulgadas recentemente mostram burros na ilha grega de Santorini sendo chicoteados enquanto transportam turistas pelos mais de 500 degraus ladeira acima.

Um clipe divulgado pela ONG PETA mostra burros e mulas sendo usados como táxis para transportar turistas de férias pelos paralelepípedos irregulares da ilha.

Um vídeo mostra os animais sendo maltratados enquanto moscas rastejam sobre feridas abertas causadas por selas e surras. Um condutor é flagrado batendo em um dos animais indefesos com uma vara ou chicote e puxando violentamente suas rédeas que prendem sua boca.

O grupo de defesa dos direitos animais acusa os oficiais de “violarem claramente” as leis gregas de bem-estar animal, “negando água aos animais ou um lugar para esfriar”.

A PETA também afirmou que oficiais da ilha estão bloqueando suas campanhas para colocar placas em ônibus e táxis com a frase “Burros sofrem por culpa de turistas. Por favor, não os monte”.

Os burros, que são decorados com adereços de cores vivas e sinos, carregam multidões de turistas por caminhos íngremes.

Foto: PETA UK

Foto: PETA UK

Muitos visitam a ilha vindo de navios de cruzeiro, pagam 5,37 libras para uma viagem do porto até a capital da ilha.

Os burros não são se mexerem e obedecerem, eles são chicoteados, como mostram as imagens.

Em abril, uma nova campanha foi lançada para conscientizar os turistas a pararem de montar nos burros, apesar de décadas de esforços e campanhas para impedir essa prática cruel completamente feitas grupos de defesa dos animais.

Os animais fazem quatro ou cinco viagens de ida e volta pelos 520 degraus largos de paralelepípedo no caminho lateral do penhasco que leva à cidade de Fira.

Foto: PETA UK

Foto: PETA UK

A situação dos jumentos, que são retirados dos campos ao amanhecer, em temperaturas regularmente superiores 30ºC, tem sido chamada de “o pequeno segredo sujo de Santorini”.

Nos últimos anos, tem havido um aumento de burros que sofrem lesões na coluna vertebral, feridas causadas pelas selas e exaustão. Muitos deles que acabam feridos demais para serem montados são abandonas para morrer, de acordo com PETA.

Quando um teleférico foi instalado na ilha, os burros eram usados com menos frequência pelos viajantes que subiam os degraus.

Foto: PETA UK

Foto: PETA UK

Mas à medida que o turismo na ilha aumentava, até 17 mil turistas tem chegado ao porto todos os dias vindos dos navios de cruzeiro, e a demanda pelos passeios de burro crescia mais e mais.

Os animais que sobem em filas de dois a dez burros de cada vez, descarregam os turistas em uma “estação de burros” logo antes do cume dos degraus e depois voltam para a próxima carga, muitas vezes esbarrando em pedestres ou espremendo-os em paredes que olham para quedas íngremes.

Foto: PETA UK

Foto: PETA UK

Santorini, que se estende por 30 milhas quadradas e tem uma população de 25 mil habitantes, cresceu em popularidade ao ponto em que o prefeito Nikolos Zorzos limitou o número de passageiros de cruzeiros que podem desembarcar na ilha a 8 mil por causa da superlotação. Em 2016 o número de turistas atingiu um pico de 18 mil pessoas por dia.

Foto: PETA UK

Foto: PETA UK

Mais de 108 mil pessoas assinaram uma petição online no ano passado, condenando o que foi descrito como uma “tortura desmedida e desnecessária” com os animais sendo explorados e obrigados e levar turistas nas costas para subir os degraus.

Foto: PETA UK

Foto: PETA UK

Houve ainda mais revolta quando foram postadas fotos nas redes sociais mostrando turistas com excesso de peso montando burros que subiam as escadas.

Em resposta, o governo grego introduziu uma legislação que torna ilegal os animais carregarem com “qualquer carga superior a 100 kg, ou um quinto do [seu] peso corporal”.

Foto: PETA UK

Foto: PETA UK

No entanto, o grupo ativista diz que os burros deveriam estar carregando no máximo metade disso.

“De acordo com recomendações veterinárias, os burros não devem carregar mais de 20% do seu peso corporal, aproximadamente 50kg”, explica o site da ONG.

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Ator Alec Baldwin pede ao SeaWorld que pare com a crueldade contra os golfinhos

Foto: Pinterest

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O ator Alec Baldwin está pedindo ao SeaWorld que pare com o tratamento cruel que o parque dispensa aos golfinhos. A estrela dos filmes “Boss Baby” e “30 Rock” fez o pedido durante a reunião anual on-line do parque aquático.

“Minha pergunta é essa”, disse Baldwin. “Quando o SeaWorld deixará de permitir que os treinadores usem golfinhos em espetáculos de circo, disfarçados de entretenimento, que demonstram crueldade absurda, como andar em suas costas e de pé sobre seus rostos?”.

Baldwin refere-se a um recente relatório do grupo de defesa dos direitos animais da ONG PETA que encontrou feridas abertas e “cicatrizes extensas” nos mamíferos marinhos, “mas os treinadores ainda os utilizam como pranchas de surf, subindo em suas costas e ficando de pé em seus rostos em shows humilhantes em estilo dos circos”, disse Baldwin.

“Permitir que os treinadores ‘surfem’ nas costas dos golfinhos ou ‘pisem’ em seus rostos coloca sua saúde e bem-estar em risco. Os golfinhos não deixam naturalmente os humanos fazerem essas coisas. Este tratamento cruel não oferece absolutamente nenhum valor educacional ao público. Também envia uma mensagem prejudicial às crianças sobre o tratamento aceitável aos animais”.

O movimento do ator vem logo em seguida ao Canadá ter aprovado uma legislação no início desta semana, proibindo o cativeiro de baleias e golfinhos. A proibição impede que os parques marinhos, como o SeaWorld, usem os animais para fins de entretenimento.

Os maus tratos do SeaWorld aos mamíferos marinhos

“É inaceitável que golfinhos inteligentes e sensíveis estejam sendo usados como pranchas de surfe e plataformas de lançamento em óculos do SeaWorld”, disse Tracy Reiman, vice-presidente da PETA, em comunicado. “A PETA e o Sr. Baldwin estão exigindo que os treinadores do SeaWorld tirem os pés das costas e dos rostos desses animais”.

O SeaWorld tem tido queda nas vendas de entradas enfrentado protestos públicos desde que o filme “Blackfish”, de 2013, expôs os maus tratos do parque marinho às baleias orcas em cativeiro.

O filme acompanha a história de Tilikum, uma baleia orca ligada a três mortes de treinadores estimuladas pelo que os especialistas acreditam ser uma psicose causada por seu cativeiro. Mas o filme também destacou outras questões, incluindo a separação das mães orcas de seus bebês e os freqüentes ataques estimulados pelo confinamento.

Esta não é a primeira vez que Baldwin fala em favor dos mamíferos marinhos. Em 2013, a celebridade e também pai de cinco filhos pediu ao Macy’s para retirar o enorme balão flutuante do SeaWorld de sua parada do Dia de Ação de Graças.

Ele também pediu recentemente que sua cidade natal Massapequa, em Nova York (EUA), evitasse que outro parque de mamíferos marinhos, o SeaQuest, abrisse uma filial no local.

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Investigação revela tortura sofrida por elefantes e macacos na indústria do turismo

Foto: PETA

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Uma investigação recentemente divulgada sobre indústria de turismo animal revelou os graves abusos e exploração de animais na Tailândia.

As imagens foi feita pela ONG PETA na Samutprakarn Crocodile Farm and Zoo

Abuso de animais

O vídeo mostra elefantes – incluindo um bebê – presos por correntes pesadas e extremamente curtas. Manipuladores (mahouts) são mostrados espetando os animais com ferramentas criadas especialmente para “treiná-los” que tem pontas de metal afiadas em forma de gancho (bullhooks) para forçá-los a dar passeios e executar truques antinaturais, deixando-os com feridas sangrentas.

Elefantes são vistos continuamente balançando para frente e para trás, um sintoma de sofrimento psicológico, como resultado de serem incapazes de interagir uns com os outros.

De acordo com a PETA, os investigadores e também testemunhas oculares da ONG encontraram animais, incluindo um tigre, um chimpanzé e um orangotango, usados como adereços para fotos de turistas, e mantidos em gaiolas apertadas e insalubres entre uma foto e outra.

Violência e privação

“Os animais deste zoológico tailandês não vêem nada além de concreto, correntes e gaiolas”, diz o vice-presidente de campanhas internacionais da PETA Asia, Jason Baker.

“A PETA está convocando viajantes e turistas do mundo todo a ficar longe de qualquer instalação que condene animais selvagens a uma vida miserável de violência e privação”.

A investigação segue um grande relatório da National Geographic que expõe a crueldade na indústria de turismo animal.

Cadelinha resgatada adora passear com seu mais novo amigo: um cavalo

Foto: Instagram/dally_and_spanky

Foto: Instagram/dally_and_spanky

Quando uma mulher abordou Francesca Carsen e Steve Rother sobre um cavalo em miniatura de 2 anos de idade que aparentemente era agressivo tanto com seres humanos quanto com outros animais, eles não tiveram certeza do que fazer.

Foto: Instagram/dally_and_spanky

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A dupla administra um rancho e tem experiência com animais de resgate, e assim que encontraram Spanky pessoalmente, eles souberam na hora que ele voltaria para casa com eles.

“Fomos dar uma olhada e vimos o pequeno cavalinho de apenas 2 anos de idade fazendo com os outros soubessem que ele era o chefe de todos ali”, disse Carsen ao The Dodo. “Então, nós concordamos com ele”.

Foto: Instagram/dally_and_spanky

Foto: Instagram/dally_and_spanky

Quando Spanky chegou pela primeira vez em sua nova casa, ele deixou claro que não iria desistir de seus modos mandões e agressivos sem lutar. O cavalo causou estragos no rancho durante suas primeiras semanas, mas sua nova família de resgate foi persistente e, finalmente, após um ano de paciência, amor e treinamento, Spanky era um cavalo completamente diferente. Ele ainda era um pouco mandão, é claro, e ainda hesitava em se relacionar com os outros – até conhecer Dally.

Dally era a menor cachorrinha de uma ninhada nascida de um dos cães de amigos de Carsen, e ninguém parecia querê-la. Carsen ouviu falar da situação de Dally e ofereceu-se para levar a pequena cadelinha e, desde o início, Dally ficou absolutamente obcecada por Spanky.

Foto: Instagram/dally_and_spanky

Foto: Instagram/dally_and_spanky

“Com apenas 4 meses de idade, Dally se sentava no banquinho e me observava trabalhar com Spanky”, disse Carsen. “Ele estava severamente acima do peso, então eu tive que exercitá-lo regularmente. Onde quer que ele estivesse, ela queria estar também”.

No começo, Spanky era meio indiferente a Dally. Ele era cuidadoso em torno dela e saia do seu caminho para se certificar de que ele não pisaria nela, naquela época um bebê apenas, mas fora isso, ele não correspondeu igualmente ao seu fascínio por ele. Isto é, até um dia, quando Dally decidiu tentar montar Spanky.

Instagram/dally_and_spanky

Foto: Instagram/dally_and_spanky

“Após cerca de dois meses, ela pulou do banquinho pras costas de Spanky e daquele dia em diante eles se tornaram inseparáveis”, disse Carsen. “Percebemos no dia seguinte que ela estava mais animada do que nunca. Ela adora andar nas costas do amigo e se sente muito importante. Ela nem precisa mais do banquinho, ela consegue pular nas costas de Spanky do chão.

Foto: Instagram/dally_and_spanky

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Assim que Dally subiu nas costas de Spanky, de repente ele correspondeu ao seu amor com toda a intensidade e, a partir de então, os dois se tornaram os melhores amigos. Eles tiram cochilos do lado de fora e ficam no piquete do Spanky. Sua mãe decidiu escrever um livro sobre suas aventuras, e 20% dos rendimentos vão para a caridade. Dally e Spanky tocaram e inspiraram tantas pessoas – apenas por serem amigos.

Mesmo que Spanky tenha relutado no começo, Dally rapidamente mudou a opinião dele, e agora o par adora passar todos os momentos possíveis juntos. Ambos começaram a vida indesejados e incompreendidos, mas agora eles têm um ao outro. Para sempre.

Tutor leva cachorra cega em escala para ajudá-la a recuperar sua confiança

Foto: Instagram/_roamad_

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Kyle Rohrig sabia que seria arriscado trazer sua cachorra da raça shiba inu de 8 anos, Katana, para a Florida Trail (Trilha da Flórida). A caminhada de 1.100 milhas ja era desafiadora o suficiente para terminar sozinho quem dirá com um cão cego ao lado, seria o maior teste de paciência e perseverança que ele já havia enfrentado.

“Quando trouxe Katana para cá, era para afundar ou nadar, ou tudo ou nada”, disse Rohrig ao The Dodo. “A única pegadinha da aventura é que eu não ia deixá-la afundar jamais”.

Katana já era uma “trilheira” experiente quando começou a perder a visão. Ela e seu pai haviam completado o percurso da Trilha dos Apalaches, de 4.200 km, e estavam no meio de uma caminhada de 2.650 milhas (cerca de 4.300 km) da trlha do Pacific Crest Trail, quando o glaucoma a atingiu e nublou a visão do seu olho esquerdo.

Foto: Instagram/_roamad_

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Os dois foram forçados a deixar o deserto para que Katana pudesse fazer uma cirurgia, mas retornaram, como bons aventureiros, assim que o veterinário a liberou para terminar a trilha juntos.

No entanto, quando Katana perdeu a visão em seu olho direito um pouco menos de dois anos depois, a personalidade da cadelinha sempre confiante mudou. “No começo, ela se tornou muito cautelosa e tímida ao fazer qualquer coisa”, disse Rohrig. “Ela parecia insegura de si mesma”.

Rohrig sabia que Katana poderia memorizar o layout de uma casa e viver o resto de seus dias com conforto, mas ele não queria acreditar que suas aventuras juntos tinham acabado.

Foto: Instagram/_roamad_

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Quando Katana começou a se acostumar com a escuridão, Rohrig formulou um plano para reconstruir a confiança de sua filhota em si mesma e em suas habilidades como “trilheira”.

“Eu estava de olho na trilha da Florida Trail há alguns anos, mas nunca fiz planos oficiais para percorrê-la”, disse Rohrig. “Depois que Katana ficou cega, eu pensei que seria o caminho perfeito, literalmente, para ajudá-la a realmente aceitar suas novas circunstâncias e superá-las”.

“Nós tínhamos ‘comido e dormido’ sua cegueira por meses”, ele acrescentou, “mas lá fora, na trilha, estaríamos respirando também”.

Foto: Instagram/_roamad_

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Rohrig e Katana começaram sua caminhada em 8 de janeiro, no início da trilha em Big Cypress, no Everglades (EUA). Ele calculou que levaria entre dois e três meses para atravessar o estado até o Forte Pickens.

A trilha era praticamente plana – mas é aí que a facilidade acabou. “O clima estava muito úmido, lamacento, cheio de insetos e às vezes tínhamos que atravessar água, lama ou pântano por quilômetros … às vezes cobertos de água ou barro até a cintura”, disse Rohrig. “Foi um ano difícil e úmido para fazer esta trilha.”

Nos 72 dias seguintes, os dois jacarés, cobras, estradas ocupadas, árvores derrubadas e, às vezes, uma trilha que simplesmente desaparecia no crescimento exagerado do mato nas bordas. “A trilha da Flórida foi tão monótona e cansativa quanto esperávamos”, disse Rohrig.

Foto: Instagram/_roamad_

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Katana caminhava sozinha todos os dias – mesmo que fosse só por uma milha ou duas. Sempre que as condições da trilha ficavam muito difíceis, Rohrig colocava Katana nos ombros sobre a mochila e adotava uma postura ágil mesmo com os 21 quilos a mais da filha. A cachorrinha se reclinava nas costas do pai como se estivesse descansando em seu sofá em casa, Rohrig observou: “Foi um ótimo sistema que funcionou incrivelmente bem”.

“Ela amava cada segundo da liberdade da trilha na natureza e explorava novos lugares”, acrescentou Rohrig. “Eu realmente acho que esse é o sonho de todo cachorro.”

Ao todo, Katana caminhou mais de 200 milhas (cerca de 300 km) da trilha ela mesma, enquanto Rohrig a levou nas costas por mais de 800 milhas (em torno de 1.200 km).

Foto: Instagram/_roamad_

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Quando chegaram à fronteira do estado no final de março, Rohrig pôde dizer que a cachorra medrosa com quem ele partiu de casa já não era o mesma que essa cadelinha forte e segura de si, liderando o caminho em direção ao final da jornada.

“Eu não sei exatamente como ela fazia isso, mas ela podia me guiar para baixo na trilha perfeitamente, sem atingir um único obstáculo, enquanto respondia e desviava a cada reviravolta na pista”, disse Rohrig. “Katana passou de cautelosa e tímida para confiante e curiosa”.

A experiência também mudou a vida de Rohrig. “Foi emocionante vê-la se sair tão bem”, disse ele, “como se nada tivesse mudado desde nossos dias nostálgicos, quando começamos a fazer caminhadas de longa distância juntos”.

Agora em casa, Katana está aplicando todas as habilidades que aprendeu em sua aventura em sua vida cotidiana. Ela entra e sai pelas portas de cães para patrulhar o enorme quintal de sua casa, e ela pula pra cima e pra fora do sofá e da cama sem pensar duas vezes.

“Ela não está apenas lidando com suas novas circunstâncias – ela está prosperando, e está evoluindo e ousando onde quer que vá”, disse Rohrig. “Temos muitas outras aventuras planejadas, e vou continuar a levá-la até que ela pare de apreciá-las. Nós dois estamos vivendo o nosso sonho juntos”.

Noiva abandona festa de casamento pela mais bela das razões

Uma noiva fugindo no meio do dia do casamento pode ser um ato interpretado como sinal de má sorte.

Mas o que fez Carla Reilly Moore sair de sua festa estava longe de ser motivo de azar.

Enquanto Moore e seu noivo estavam realizando o sonho de ter um santuário, se acostumando a cuidar de tantos animais e estavam no meio do planejamento de seu casamento, que aconteceria no próprio santuário, o destino deu uma virada repentina.

“Naquele mesmo ano, enquanto dirigia para o trabalho, eu estiva em um acidente de carro devastador”, disse ela. “Isso causou danos permanentes nas minhas costas.”

Foto: Happy Tails Farm Sanctuary

Foto: Happy Tails Farm Sanctuary

Moore teve que passar por uma reabilitação longa e intensiva. “Passei horas com os animais, uma vez que isso aliviou a minha dor e ajudou-me ao longo do caminho para a recuperação”, disse ela.

Quando o dia do casamento chegou, e Moore já estava muito mais forte e melhor, ela sabia que os animais seriam uma grande parte da celebração.

“Não poderíamos pensar em um lugar melhor para realizar nossas núpcias do que aqui no santuário”, disse ela, “o lugar que me deu paz e cura, e o lugar que ajudamos a curar os outros. Queríamos estar cercados por tudo nós amamos: natureza, família e, claro, os animais”.

Foto: Happy Tails Farm Sanctuary

Foto: Happy Tails Farm Sanctuary

Dois porcos, Franklin e Sylvester, ajudaram a inspecionar a propriedade enquanto a cerimônia estava sendo organizada. E, depois que os votos foram trocados, Daphne, a cachorrinha da raça chihuahua resgatada por eles se juntou a Moore e seu novo marido para a primeira dança.

Em troca de toda a sua ajuda, Moore sabia que teria de aguentar o fim do acordo.

“Enquanto a maioria das pessoas depois de dizer que ‘eu aceito’ é levada para fotos, bailes, jantares e festas, tivemos que fazer uma pausa para cuidar dos convidados mais vulneráveis do nosso casamento – nossos residentes de animais”, lembrou Moore. “Eu não pensei duas vezes em descer para verificar todo mundo, e até mesmo alimentá-los, mesmo com meu vestido de noiva.”

Foto: Happy Tails Farm Sanctuary

Foto: Happy Tails Farm Sanctuary

Os porcos e patos pareciam muito satisfeitos em ver a sua salvadora, mesmo que ela estivesse vestida de forma um pouco diferente do normal.

“Enquanto cuidava dos animais, meu marido cuidava dos convidados da festa”, disse Moore. “E então nós trocamos!”.

Moore sabia que seu sonho seria um trabalho 24/7 (24 horas por dia/sete dias por semana), mas ela vê os animais como parte da família.

Foto: Happy Tails Farm Sanctuary

Foto: Happy Tails Farm Sanctuary

“Quando você é um cuidador de tantas vidas, não é como se você pudesse simplesmente se ausentar e sair”, disse ela. “Eles confiam em você para tudo.”

Os votos de amor vêm claramente em muitas formas – e Moore se considera feliz por poder incluir tantos indivíduos em sua vida.

Foto: Happy Tails Farm Sanctuary

Foto: Happy Tails Farm Sanctuary

“Nós tivemos nossa lua de mel aqui!” ela disse. E desde então, o casal não troca por nada a atividade de cuidar dos animais e relaxar ao sol com eles.

“Não poderíamos pensar em um lugar melhor para compartilhar nosso amor um pelo outro”, disse ela. “Parece que já foi feito para ser assim.”

Girafa morre aos 23 anos sem jamais ter conhecido a liberdade

Benghazi ou Ben | L.A. Times

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Benghazi, a girafa do sexo masculino, nasceu e passou a vida toda no zoológico de Oakland (EUA), onde além de ser explorado para entretenimento humano, servindo de enfeite para visitantes e suas ávidas máquinas fotográficas, ainda carregou uma câmera presa a cabeça para um documentário (do ponto de vista dos animais) e ainda pintou até quadros (que mais tarde foram vendidos, claro) – morreu depois de um ano lutando e sofrendo com uma lesão nas costas. Ele tinha 23 anos.

O zoológico de Oakland anunciou nas mídias sociais na quinta-feira última (9), que o animal foi “humanamente” sacrificado ou mortos por indução esta semana. A girafa, apelidada de Ben, nasceu no zoológico em 1996. Ele havia comemorado um aniversário apenas seis semanas antes de sua morte.

Benghazi ou Ben | L.A. Times

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Ele estava sofrendo de lesões na região lombar e sacro, que os funcionários do zoológico acham que ele adquiriu enquanto se levantava após o sono ou após ficar deitado por muito tempo. Estava ficando difícil para o animal enorme descansar confortavelmente, disseram autoridades do zoológico.

“Fizemos tudo o que podíamos – tratamentos quiropráticos, medicação, tratamentos a laser e terapia de campo eletromagnético pulsado. Infelizmente, esse tipo de lesão não é reversível, e a mobilidade de Benghazi diminuiu bastante”, disse Jessica Chapman, a principal mantenedora de girafas, em um comunicado.

Ben era motivo de orgulho do zoológico que o considerava “um artista”, treinado (leia-se obrigado) desde a mais tenra idade para criar pinturas em telas que eram leiloadas posteriormente para – em teoria – apoiar a conservação das girafas na natureza, segundo autoridades do zoológico.

Muitos de seus familiares, incluindo irmãos, sobrinhas e sobrinhos, moravam com Ben no zoológico. Sua mãe, T’Keyah, outro antigo membro do zoológico, morreu em 2017, quando tinha 28 anos.

A expectativa de vida média para uma girafa presa em cativeiro é de 25 anos, segundo a Sociedade de Conservação da Califórnia, que administra o zoológico de Oakland.

Ben tinha uma enorme personalidade que era correspondida apenas por sua altura. Com 16 pés de altura (quase 5 metros), ele era a segunda girafa mais alta do zoológico, informou o SFGate.

Sua altura veio a calhar quando ele foi escolhido para ser apresentado em um documentário da National Geographic de 2016 chamado “Last of the Longnecks”, no qual ele tinha uma câmera GoPro amarrada à sua cabeça para mostrar sua perspectiva, informou o site de notícias.

Assim Ben deixa o mundo sem jamais ter corrido pelas savanas africanas seu habitat de origem, sem ter sentido a poderosa liberdade de correr a 56km/h, velocidade alcançada pela espécie em campo aberto, apenas por um capricho humano que acredita que animais podem ser dispostos como produtos em uma vitrine ou manuseados como marionete para entreter plateias entediadas.