Onça-pintada é encontrada com cabeça e patas decepadas em Roraima

Uma onça-pintada foi encontrada, na segunda-feira (6), com a cabeça e as duas patas dianteiras decepadas às margens da BR-210, em São Luiz do Anauá, ao Sul de Roraima.

Foto: PM/Divulgação

O animal silvestre, que está ameaçado de extinção, foi encontrado pela Polícia Militar por volta das 23h30. As informações são do portal G1.

Como não havia sangue no local em que o corpo foi localizado, os policiais suspeitam que a onça-pintada foi morta em outro local e, depois, abandonada na rodovia.

O animal tinha cerca de dois anos de idade e aparentava ter sido morta há pouco tempo, já que, segundo a Polícia Militar, “o corpo estava frio e sem odor”.

Com exceção das patas e da cabeça decepadas, os policiais afirmaram que não havia ferimentos relacionados à morte no corpo do animal, apenas arranhões superficiais.

Após localizar o corpo da onça, os agentes procuraram pela cabeça e as duas patas do animal, mas não conseguiram encontrá-las. Nenhum suspeito de cometer o crime foi identificado e o caso foi registrado na delegacia da Polícia Civil de São João da Baliza.

Embriões de peixe morrem e sofrem anomalias após testes sobre toxicidade da lama de Brumadinho (MG)

Embriões de peixe-zebra foram vítimas de um teste sobre a toxicidade da lama que atingiu Brumadinho (MG) após o rompimento de uma barragem. Casos de anomalias e mortes foram registrados. O estudo foi feito por cientistas de universidades e centros de pesquisa do Rio de Janeiro e de São Paulo e incluiu dosagem de poluentes, quantificação de micro-organismos potencialmente perigosos e testes ecotoxicológicos.

Rio Paraopeba 30 dias após a barragem romper em Brumadinho (Foto: Alexandre Cassiano / Agência O Globo)

A lama foi coletada cinco dias após a ocorrência do crime ambiental e, mesmo após ser diluída 6.250 vezes, matou embriões e causou defeitos graves neles, segundo Mônica Lopes-Ferreira, cujo laboratório funciona no Instituto Butantan, em São Paulo.

Os testes feitos com água retirada de locais mais próximos da área do rompimento da barragem resultaram em maior letalidade aos embriões. O material coletado junto à mina gerou mortalidade de até 100%. Deformações no cérebro, na boca, na coluna, na cauda e hemorragias foram causadas pela água retirada de todos os pontos abaixo do local onde a barragem rompeu.

“Para testar a lama tivemos que diluí-la até 6.250 vezes e ainda assim ela continuou letal para os embriões, o que atesta sem dúvida seus risco para a saúde”, diz Mônica Lopes-Ferreira. As informações são do O Globo.

Corpo de Bombeiros trabalhando em Brumadinho após crime ambiental (Foto: WASHINGTON ALVES / REUTERS)

No experimento, cinco embriões de peixe-zebra foram deixados dentro de 50 microlitros de água contaminada misturados com dois mililitros de água limpa. Cada mililitro é equivalente a mil microlitros. Os embriões tinham de 30 minutos a três horas de nascidos. Eles foram explorados nos testes por um período de 24 horas até 96 horas.

“Não há dúvida que um material tóxico foi lançado no [rio] Paraopeba. Não sabemos como a situação está agora, mas a área precisa ser acompanhada porque esse material é muito fino, pode permanecer por muitos anos. Ele fica no leito do rio, no solo e entra em contato com pessoas e animais”, destaca a pesquisadora do Butantan.

Por falta de dinheiro, os pesquisadores interromperam os testes, mas pretendem fazer novas coletas. “O dano potencial desse tipo de acidente perdura por décadas. Toda a região afetada precisa ser monitorada com extremo rigor”, frisa Rezende.

Manifestantes protestaram contra a Vale em São Paulo e no Rio de Janeiro ( Foto: MIGUEL SCHINCARIOL / AFP)

Para Fabiano Thompson, as águas do Paraopeba representam uma ameaça à saúde pública. “A saúde do rio pode estar comprometida por décadas. Uma vergonha”, diz.

Com as coletas feitas, os cientistas identificaram uma concentração elevada de mercúrio, metal altamente tóxico, no Rio Paraopeba. A concentração encontrada é pelo menos 720 vezes maior que o máximo estabelecido como seguro pelo Conselho Nacional de Meio Ambiente (Conama) para águas de classe 2, como a do rio. Essa classificação indica que a água é destinada ao abastecimento humano, após tratamento.

Um relatório oficial, recentemente divulgado pela ANA, Capasa, CPRM e Igam, aponta elevada concentração de mercúrio na água entre 25 de janeiro e 10 de março deste ano, além de indicar turbidez média (NTU), ferro dissolvido (mg/L) e mercúrio dissolvido (ug/L) acima dos limites estabelecidos pela resolução Conama 357. Os cientistas lembram, porém, que uma interpretação mais abrangente sobre a situação atual do rio está sendo dificultada pela ausência de dados a partir de 11 de março.

O estudo foi feito por pesquisadores do Instituto Butantan, da Uenf e da UFRJ e amostras foram coletadas em seis localidades ao longo do Paraopeba, incluindo pontos localizados 26 quilômetros antes da área atingida e até 150 quilômetros após o local.

Vaca fica presa à lama em Brumadinho. Foto: Mauro Pimentel/AFP

O resultado da pesquisa indicou concentração de ferro 100 vezes maior que a estabelecida pelo Conama e de alumínio, mil vezes superior. O mercúrio, no entanto, é o que preocupa os pesquisadores, devido à elevada toxicidade e persistência no ambiente. Fabiano Thompson, do Instituto de Biologia e da Coppe da UFRJ e autor de uma análise sobre os efeitos dos rejeitos da lama de Mariana (MG), acredita que uma possibilidade para explicar essa situação é que a forte lama lançada contra Brumadinho após o rompimento da barragem pode ter revirado o leito do rio e liberado sedimentos de antigos locais de extração de ouro.

Carlos Eduardo de Rezende, da Uenf, que é um dos coordenadores do estudo, lembra que o mercúrio é um dos piores poluentes existentes, já que causa uma espécie de contaminação crônica.

Além do metal, foram encontrados também micróbios potencialmente tóxicos na água do rio, com concentrações dez vezes superior à máxima tolerada pelo Conama.

O outro lado

De acordo com a Vale, após três meses do rompimento da barragem, “é possível avaliar que o rio Paraopeba poderá ser recuperado. Tal afirmação é baseada em estudos de quase 900 mil análises da água, solo, rejeitos e sedimentos.”

A empresa diz que está realizando um monitoramento detalhado do rio, com coletas diárias de amostras de água e solo, além de avaliação dos níveis de turbidez.

Ainda segundo a mineradora, análises feitas em 48 pontos mostraram que os rejeitos não são perigosos à saúde e que os níveis de toxicidade estão abaixo dos limites legais para “rejeitos de mineração, de acordo com a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT)”.

Um relatório feito em conjunto pela Agência Nacional de Águas (ANA), pelo Serviço Geológico do Brasil (CPRM) e pelo Instituto Mineiro de Gestão das Águas (IGAM), concluiu que a concentração de mercúrio no local está “abaixo do limite de detecção do método analítico” e que a densidade de micro-organismos e toxinas derivadas deles está dentro do padrão legal.

Nota da Redação: explorar embriões de peixes em testes sobre a toxicidade da lama de rejeitos do rime ambiental de Brumadinho (MG) é uma prática antiética. Esses experimentos contrariam os direitos animais, já que tratam embriões de peixes como objetos e os condenam à morte e a anomalias. É de extrema necessidade avaliar o risco que a água do rio Paraopeba representa, após o rompimento da barragem, não só para os seres humanos, como também para os animais. Isso, no entanto, deve ser feito de forma ética, através da avaliação em laboratório de amostras da água, sem o envolvimento de seres vivos.

Quati é encontrado amarrado em quintal de casa em Santa Mariana (PR)

Um quati foi encontrado amarrado no quintal de uma casa em Santa Mariana, no Paraná. O animal usava coleira e foi localizado na quarta-feira (24).

Foto: PM/Divulgação

Os policiais encontraram o quati enquanto cumpriam um mandado de busca na residência vizinha ao imóvel onde ele estava. No local, haviam também onze pássaros silvestres. As informações são do G1.

A Polícia Militar contou que o quati é domesticado e interage facilmente com as pessoas. Ele foi retirado da natureza ainda filhote. As informações são do portal G1.

Todos os animais foram resgatados e levados para a delegacia de Polícia Civil de Santa Mariana. Eles serão encaminhados pela Polícia Ambiental para a sede do Instituto Ambiental do Paraná (IAP), em Cornélio Procópio.

O homem responsável por manter os animais silvestres aprisionados em cativeiro assinou um termo circunstanciado de ocorrência e deve responder por crime ambiental.

Foto: PM/Divulgação

Foto: PM/Divulgação

Homem é multado em R$ 21,5 mil por maltratar cães e manter ave em cativeiro

Um pedreiro de 51 anos foi multado em R$ 21,5 mil por maltratar sete cachorros e manter uma ave silvestre em cativeiro em uma casa em Barretos (SP). Ele poderá recorrer da autuação e deve responder por crime ambiental.

Foto: Polícia Ambiental/Divulgação

O caso foi descoberto devido a uma denúncia. Ao chegar no imóvel na sexta-feira (19), no bairro Centenário, policiais da PM Ambiental encontraram sete cachorros da raça foxhound americano, entre eles cinco filhotes, em local insalubre. Os animais viviam em meio a fezes e urina e estavam sem alimento. Apenas potes de água foram encontrados.

Na casa, havia também uma ave da espécie papa-capim, presa em uma gaiola. Além disso, a PM apreendeu no local uma focinheira em mau estado de conservação, 21 cartuchos de diversos calibres, um cano de espingarda, uma coronha – peça que encaixa no cano – e uma bandoleira – correia usada para prender arma. As informações são do portal G1.

O homem, que foi levado ao Plantão da Polícia Civil, responderá em liberdade por maus-tratos a animais e posse ilegal de arma de fogo e de munição.

Os cachorros foram resgatados e levados para uma ONG de proteção animal. Não há informações sobre o destino da ave.

Polícia procura caçador que matou onça e postou foto do animal morto

A Polícia Civil está à procura do caçador que matou uma onça-parda e, depois, publicou uma foto ao lado do corpo do animal morto. O crime aconteceu em uma área florestal do Parque Nacional da Serra dos Órgãos, em Magé no Rio de Janeiro.

Foto: Reprodução / Redes sociais

Além da fotografia, o caçador também publicou um vídeo no qual afirma que a onça foi morta por um tiro. As informações são da rádio Band News FM.

De acordo com o secretário do Meio Ambiente de Magé, Luciano da Cruz, o trabalho de investigação que busca identificar e localizar o caçador foi iniciado na terça-feira (16).

Através de uma nota, a Secretaria de Meio Ambiente afirmou que recebeu a denúncia sobre a onça ter sido alvo de um caçador em uma área de Mata Atlântica na região do distrito de Santo Aleixo.

Até o momento, a única informação que a polícia tem é que o caçador é conhecido como “Pará”.

A onça-parda, também conhecida como suçuarana, está ameaçada de extinção.

Homem é detido após ser flagrado estuprando cabras em Pernambuco

Um homem de 50 anos foi detido pela Polícia Militar (PM) após ser flagrado estuprando cabras no distrito de São Domingos, na cidade de Brejo da Madre de Deus, em Pernambuco. O crime de zoofilia aconteceu no último sábado (30), mas só foi divulgado na segunda-feira (1º).

Foto: WhatsApp/Divulgação

De acordo com a Polícia Militar, quando os policiais chegaram ao local para investigar a denúncia de zoofilia, o homem estava sem roupa, sendo segurado por outros dois homens. As informações são do portal G1.

Ainda segundo a PM, testemunhas relataram que o homem estava abusando sexualmente dos animais, que são tutelados pelo irmão dele.

Encaminhado à delegacia de Polícia Civil, o agressor foi autuado por crime ambiental e maus-tratos contra animais. Ele assinou um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) e deve passar por audiência.

Como o crime é considerado de menor potencial ofensivo, o agressor não deve ser preso e a pena deve ser revertida em prestação de serviços comunitários ou doação de cestas básicas.

Não há informações sobre o estado de saúde das cabras abusadas sexualmente.

Veado baleado foge de caçador e morre após ser resgatado em MG

Um veado ferido por arma de fogo que conseguiu fugir de um caçador foi resgatado pelo Corpo de Bombeiros em Montes Claro (MG) na manhã de sexta-feira (29). O animal estava escondido em um sítio no bairro Jardim Liberdade, nas proximidades do Parque Sapucaia. Apesar de ter sido socorrido, ele não sobreviveu.

Foto: Corpo de Bombeiros/Divulgação

Os bombeiros foram acionados pelo proprietário do sítio, que encontrou o animal. Ferimentos nas patas traseiras que aparentavam ter sido provocados por arma de fogo e marcas de mordidas nas orelhas, feitas por cães, levaram os militares a concluir que o veado estava sendo caçado e fugiu.

Uma rede foi usada para resgatar o veado. O tenente Diego Prates reforça a importância de acionar o Corpo de Bombeiros em uma situação como esta. As informações são do portal G1.

“Recomenda-se às pessoas que não tentem capturar, nem praticar maus-tratos aos animais silvestres. Elas devem acionar imediatamente o Corpo de Bombeiros para a guarnição fazer a captura correta e entregar aos órgãos específicos”, disse.

Após realizar o resgate, os bombeiros acionaram a Polícia Militar de Meio Ambiente para que fosse iniciado um rastreamento ao responsável por atirar no veado, o que é considerado crime ambiental.

O animal silvestre foi encaminhado ao Ibama, que informou que ele não resistiu aos ferimentos e morreu na tarde de sexta-feira, por volta das 15 horas.

Rompimento da barragem da Vale em Brumadinho (MG) destruiu centenas de hectares

Dados obtidos pelo Ibama por meio de imagens de satélite (Imagem: Divulgação)

Dados obtidos pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) por meio de imagens de satélite indicam que o rompimento de barragem da mineradora Vale em Brumadinho (MG) causou a destruição de pelo menos 269,84 hectares.

Análise realizada pelo Centro Nacional de Monitoramento e Informações Ambientais (Cenima) do Ibama aponta que os rejeitos de mineração devastaram 133,27 hectares de vegetação nativa de mata atlântica e 70,65 hectares de Áreas de Preservação Permanente (APP) ao longo de cursos d’água afetados pelos rejeitos de mineração.

A avaliação de impacto foi realizada no trecho da barragem da Mina Córrego do Feijão até a confluência com o Rio Paraopeba. Foram comparadas imagens de satélite obtidas dois dias após o rompimento com imagens de três a sete dias antes da catástrofe.

De acordo com a Fundação SOS Mata Atlântica, antes do rompimento da barragem da Vale, Brumadinho possuía 15.490 hectares de remanescentes de mata atlântica acima de três hectares, o equivalente a 830 campos de futebol. Agora será preciso lidar com as consequências para uma área que representa 24,22% do bioma original.

A fundação defende que o Brasil precisa de um licenciamento ambiental mais sério e eficiente do ponto de vista técnico, que considere a vocação da região, características do entorno e riscos para as comunidades locais.

A SOS Mata Atlântica enfatiza também que muitas barragens no Brasil estão em áreas de cabeceiras dos rios e, com isso, os deslizamentos podem afetar bacias inteiras, colocando em risco o meio ambiente e os serviços ambientais para a população.

Maus-tratos a animais foi crime ambiental mais registrado em 2018 em Manaus (AM)

O crime de maus-tratos foi o mais registrado em 2018 na Delegacia Especializada em Crimes contra o Meio Ambiente (Dema). Segundo a Polícia Civil, quase 40% das ocorrências registradas na especializada foram de maus-tratos referentes a crimes contra os animais domésticos.

Em 2018, das 432 ocorrências registradas na Dema, 171 foram de maus-tratos, segundo a Polícia Civil. Além disso, os casos de desmatamento, poluição e transporte ilegal de carvão e madeira também estão entre os crimes mais comuns atendidos na unidade policial. No total, dessas ocorrências, 201 tornaram-se inquéritos e foram encaminhados à Vara Especializada do Meio Ambiente e Questões Agrárias (Vegama), no ano passado.

Foto: Divulgação/Semsa

Em nota, a delegada titular da Dema, Carla Biaggi, afirmou que existe uma grande categoria de crimes ambientais, que podem ser desde crimes contra a fauna (silvestre e doméstica, em que os procedimentos investigatórios são diferentes); flora (desmatamento, invasão de áreas de preservação, extração irregular de madeira); poluição (sonora, ar, queimadas, outras) e urbanístico (uso irregular de logradouro público).

Biaggi também ressalta que o trabalho da Dema acontece em conjunto com o Batalhão de Policiamento Ambiental (BPAMB), da Polícia Militar. Segundo ela, 80% dos casos atendidos são oriundos do trabalho integrado entre a Polícia Civil e Militar, além da participação da população na realização de denúncias.

“Pedimos sempre que a pessoa venha até a delegacia para formalizar a denúncia, que, mesmo feita de forma presencial, é garantido o anonimato do denunciante. Também orientamos que sejam reunidas a maior quantidade de provas possíveis, como fotos e vídeos, para fortalecermos as investigações das denúncias”, disse a delegada, por meio de nota.

Após o registro do Boletim de Ocorrência, a equipe de investigação inicia o trabalho de levantamento de dados, com fotos e depoimentos e, em alguns caos, também realiza perícia no local da ocorrência. Em algumas situações, o trabalho conta com apoio de outros órgãos municipais, estaduais e federais ligados ao meio ambiente.

Maus-tratos

A delegada ressalta, ainda, que o crime de maus-tratos, em especial contra cães e gatos, não corresponde apenas a casos de agressão, mutilação, morte e trabalhos forçados dos animais.

“Os maus-tratos podem ser configurados pelo abandono do animal, por mantê-lo isolado, sem passeios, sem os devidos cuidados de saúde, como vacinação e sem alimentação. Muitas pessoas não sabem, mas pela lei, só é permitido ter no máximo dez animais por residência”, afirmou Biaggi.

A delegada lembra, ainda, que não cabe à delegacia realizar o resgate dos animais em condições de abandono, mas que, em casos de risco iminente à segurança dos cães e gatos, é pedido o apoio de entidades que trabalham na causa animal.

A Lei de Crimes Ambientais penaliza quem praticar abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos em detenção de três meses a um ano e multa. A pena pode ser aumentada de um sexto a um terço, se o animal morrer.

Dema

A sede da delegacia fica localizada na rua Paul Adam, sem número, no conjunto Shangrila IV, no bairro Parque Dez, na Zona Centro-Sul de Manaus. Para contatos e denúncias, a unidade policial disponibiliza os telefones (92) 3239-3870 e (92) 99962-2340.

Fonte: G1

Leonardo DiCaprio endossa crítica ao rompimento da barragem da Vale em Brumadinho

“Isso acontece apenas três anos depois do maior desastre ambiental do país, quando outra barragem se rompeu” (Foto: Leonardo DiCaprio Foundation)

Ontem, o ator e produtor Leonardo DiCaprio lamentou no Instagram o rompimento da barragem da Vale em Brumadinho, Minas Gerais, e endossou uma crítica feita originalmente pelo Greenpeace. A publicação já recebeu mais de um milhão de curtidas.

“Na sexta-feira passada, uma barragem de mineração desmoronou em uma pequena cidade no Brasil, liberando quase 13 milhões de metros cúbicos de lama tóxica e deixando para trás um rastro de morte e tristeza. Isso acontece apenas três anos depois do maior desastre ambiental do país, quando outra barragem se rompeu”, destaca a mensagem, acrescentando que já basta, e que governos e corporações devem parar de colocar o lucro acima da vida das pessoas e da natureza.

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