United Airlines para de vender atrações do SeaWorld

Por Rafaela Damasceno

Mais uma empresa entrou para a lista das companhias que cortaram parceria com o SeaWorld. United Airlines se juntou a Virgin Holidays, Delta, JetBlue, SouthWest, Spirit, Sunwing e WestJet depois de uma campanha organizada pela organização PETA.

Baleias performando em um show no SeaWorld

Foto: SeaWorld

Além de deixar de vender qualquer coisa relacionada ao parque, a empresa ainda retirou todas as menções do SeaWorld de seu site United Vacations.

“United Airlines fez a coisa certa ao cortar laços com um parque que confina orcas e golfinhos em tanques de concreto que, para eles, são como banheiras”, afirmou a vice-presidente da PETA, Lisa Lange, em entrevista a Plant Based News.

A organização disse que, na natureza, as orcas nadam cerca de 140 milhas (mais de 225 quilômetros) por dia, e os golfinhos-nariz-de-garrafa costumam nadar até 60 milhas (96,5 quilômetros). No SeaWorld, tudo o que podem fazer é nadar em círculos por um espaço pequeno, e 140 golfinhos são distribuídos em apenas 7 pequenos tanques.

Foto: Golfinhos performando no SeaWorld

Foto: SeaWorld

No início deste mês, dois ex-treinadores do parque denunciaram diversos casos de maus-tratos, inclusive o uso de drogas para acalmar os animais, o que causava úlceras em seus estômagos e outros ferimentos ocasionados por autoagressão.

Apesar de o SeaWorld negar todas as acusações, é fato que manter as orcas e golfinhos em espaços pequenos, forçar os animais a realizar truques e afastá-los da liberdade não é correto. Além de estressados e sob intensa pressão psicológica, eles ainda vivem assustados e depressivos.

As atitudes tomadas pelas empresas demonstram um avanço no pensamento do público, que enxerga cada vez mais os impactos da exploração animal e não compactua mais com a crueldade.


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Todos os anos, 121 milhões de porcos são mortos pela indústria da carne nos EUA

Por Rafaela Damasceno

Quanto mais os anos passam, mais a indústria da carne cresce, ampliando as fazendas e colocando cada vez mais porcos em lugares cada vez mais apertados. Pouca ou nenhuma consideração pelo bem-estar animal é demonstrada.

O olho de um porco parecendo assustado, triste e aflito

Foto: Andrew Skowron

Desde 1978, o número de porcos explorados pelas indústrias aumentou para 60 milhões. As fazendas industriais de porcos eram 20 vezes maiores em 2007 do que em 1978, de acordo com a Humane Society.

A demanda pelos produtos derivados dos porcos nunca foi tão alta, o que explica o aumento da prática cruel. Um americano costuma comer, em média, 31 porcos durante a vida. Estima-se que 121 milhões de porcos são mortos por comida todos os anos nos Estados Unidos. No mundo, o número chega a 1,5 bilhão.

Uma investigação recente da PETA encontrou mais de mil porcas vivendo em gaiolas de parto no Reino Unido. Lá, elas eram obrigadas a permanecer com seus filhotes, sem poder realizar funções básicas como se locomover, se virar ou cuidar de suas crias.

A criação nas fazendas industriais suprime toda a personalidade carinhosa, amigável e leal da espécie. Eles vivem em espaços superlotados, os leitões são separados das mães aos dez dias de idade, as porcas dão à luz sem descanso por quatro anos antes de serem assassinadas.

Uma porca desesperada e separada de seus filhotes

Foto: Andrew Skowron

Quando levados para os matadouros, a situação é ainda pior. Em uma instalação na Austrália, foi descoberto que os funcionários afogavam os animais em água fervente enquanto eles lutavam para escapar.

Os porcos são inteligentes, sociáveis e emocionais. E as indústrias apenas ignoram toda a senciência presente neles e os tratam como meros objetos, como mercadoria e unidades de produção.

A câmara de gás é considerada o método mais “gentil” de matar os animais. Alguns porcos são colocados nelas para entrar em um estado de inconsciência antes de serem mortos. Um ativista em defesa dos direitos animais, James Aspey, visitou um matadouro no Canadá para relatar como é a morte desses animais, e o que viu foi aterrador.

Os porcos nas câmaras de gás batem violentamente nas laterais, buscando uma saída. Assustados, eles gritam e colocam seus narizes através das barras, tentando escapar.

“Se esse é o método mais humano”, disse o ativista, “talvez não devêssemos tentar nenhum método”.

No Brasil, um porco morre a cada segundo.


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Cachorro que teve duas patas cortadas por antigo tutor ganha novo lar

Por Rafaela Damasceno

Um cachorro que foi cruelmente maltratado por um tutor abusivo teve uma segunda chance de encontrar carinho e amor. Seu antigo guardião, que deveria cuidar dele, amputou suas duas patas como forma de castigo por ter cavado um buraco no quintal.

True, que era apenas um filhote na época, conseguiu se arrastar até a casa vizinha, onde o morador chocado rapidamente o levou até um abrigo. Lá, True começou seu tratamento e sua recuperação. As coisas foram muito difíceis, mas o bravo cachorrinho enfrentou tudo com determinação, e sobreviveu. Aos dois anos de idade, ele se curou fisicamente. Seu antigo tutor, que era usuário de drogas, morreu de overdose.

O abrigo, então, compartilhou sua história nas redes sociais e pediu ajuda a uma ONG parceira do Canadá (Cause 4 Paws), para receber ajuda nas contas médicas de True. Foi assim que Erin Blaak e Romain Avril conheceram a história do cachorrinho e se apaixonaram por ele.

True deitado em um sofá

Foto: MDWfeatures

True foi levado para Toronto, no Canadá, onde encontrou a nova família. O casal já possuía outro cachorro, então True ganhou, da noite para o dia, uma mãe, um pai, um irmão e amor. Muito amor.

Na maior parte do tempo, o cachorrinho precisa ser carregado e se cansa rapidamente, mas o casal se certifica que ele faça exercícios regularmente para se manter forte e saudável. Em seu novo lar, ele até mesmo aprendeu a andar se apoiando somente nas patas traseiras e a pular no sofá e na cama. Mas quando sai, ele se locomove com a ajuda de uma cadeira de rodas projetada para ele.

True usando as rodas para se locomover ao lado de sua nova família

Foto: MDWfeatures

“True se encaixou muito bem na nossa família e ama todas as pessoas e cachorros. Ele só quer ser amado de volta”, declarou Erin ao Daily Mail.

Erine e Romain tiveram um triste exemplo de maus-tratos aos animais, que os motivou a ajudá-los ainda mais. Hoje em dia, se esforçam para arrecadar fundos que ajudem cachorros que sofreram abuso no passado.

True fazendo fisioterapia

Foto: MDWfeatures

A aquisição da cadeira de rodas foi feita recentemente, no começo de 2019, e ainda é um desafio para True. Mesmo assim, ele demonstra gostar dela e se esforça para aprender a usá-la. Ele também está testando próteses temporárias para usar futuramente.

Erin demonstrou preocupação com a falta de punições para os maus-tratos aos animais. “Matar por esporte, crueldade ou entretenimento deveria ser acabar. Deveria haver mais consequências”, disse ela. “É triste o quanto de abuso e crueldade contra os animais existe. Há uma falta de leis em relação a isso”.

“Temos muita sorte de ter cachorros em nossas vidas e não merecemos o amor incondicional deles”, concluiu.


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Parlamento proíbe a exploração de animais silvestres em circos na Inglaterra

Por Rafaela Damasceno

Após anos de protestos de organizações em defesa dos direitos animais – inclusive a PETA -, o Parlamento do Reino Unido aprovou um projeto de lei para proibir a exploração dos animais silvestres em circos na Inglaterra. A lei começa a valer para todo o país a partir do dia 19 de janeiro de 2020.

Ativistas protestam contra a exploração dos animais em circos e seguram cartazes

Foto: PETA

Circos não são lugar para animais silvestres em pleno século 21 e estou feliz que essa legislação colocará um fim nessa prática”, declarou o secretário do Meio Ambiente, Michael Gove.

A campanha contra os animais em circos incluiu ações por e-mail, segundo a PETA, em que a organização contatou parlamentares em 2011, 2014, 2016 e 2017. Até mesmo celebridades protestaram no Parlamento, o que foi difícil de ser ignorado.

A petição da PETA teve dezenas de milhares de assinaturas, a prova de uma mudança na visão da população em relação a exploração dos animais. A organização também fez anúncios ao longo dos anos, que foram apoiados por artistas como a banda Little Mix.

Em 2012, a PETA também divulgou uma imagem do primeiro ministro David Cameron, maquiado como um palhaço. O anúncio pedia para que ele parasse de fazer palhaçada e aprovasse a lei que havia prometido, que livraria os animais dos circos.

Foram anos de luta, mas a lei finalmente entrará em vigor. Os animais silvestres não pertencem aos circos. Forçá-los a realizar truques é uma prática cruel e bárbara, além de toda a pressão psicológica e estresse a que são submetidos. Eles não devem viver enjaulados, assustados e abusados.

No Brasil, há diversas leis locais para a proibição da prática, mas a federação nunca emitiu uma lei válida para todo o país. Alguns estados que adotam a proibição são Rio de Janeiro, Pernambuco, São Paulo, Rio Grande do Sul, Goiás, Paraná etc. O projeto de lei 7.291, que visa erradicar a prática em todo o Brasil, corre no Congresso desde 2009.


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Drone mostra beagles explorados para testes vivendo em condições precárias

Por Rafaela Damasceno

Reprodução | YouTube

O grupo SHARK (Showing Animals Respect and Kindness – Mostrando aos Animais Respeito e Gentileza) gravou, com um drone, cachorros criados para serem explorados em pesquisas vivendo em celas sujas, superlotadas e cruéis na Virgínia, Estados Unidos.

“A primeira coisa que você percebe é o choro, os lamentos, a dor. Terrivelmente triste”, disse Stuart Chaifetz, um dos investigadores que gravou as centenas de cachorros mantidos na instalação da Covance Research Products.

“As gaiolas eram imundas, cobertas de fezes e urina”, contou à KSN, dizendo que gravaram um dos cachorros até mesmo comendo a sujeira. O vídeo publicado já rendeu muito debate e preocupações em relação à proteção dos animais.

Vários cachorros gravados demonstraram comportamentos repetitivos, como andar em círculos repetidamente. Segundo o SHARK, isso pode ser um indicador de um colapso mental causado pelas condições extremamente precárias em que eram obrigadas a viver.

A Covance pertencia à empresa LabCorp. Em um comunicado ao 8News, a LabCorp afirmou que a Covance “leva muito a sério nossas responsabilidades éticas para tratar os animais de pesquisa com cuidado e respeito”. Além disso, a empresa também disse que as imagens fornecem uma visão incompleta da instalação. Segundo ela, os animais possuem acesso a outros lugares muito confortáveis, o que é difícil de acreditar, visto as condições em que eram mantidos.

Em 2006, a Covance foi multada em quase 10 mil dólares (30,5 mil reais) depois que uma investigação da PETA descobriu macacos sendo abusados em um laboratório. Também recebeu uma multa de 32,5 mil dólares (quase 121,9 mil reais) em 2016, depois que 13 macacos morreram. As autoridades ainda investigam o ocorrido atual.


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Romênia quer exportar 70 mil ovelhas vivas para o Golfo Pérsico

Por Rafaela Damasceno

A Romênia causou atrito na União Europeia ao querer exportar cerca de 70 mil ovelhas vivas para o Golfo Pérsico, mesmo contra a vontade de Bruxelas, que afirmou que temperaturas extremas tornariam impossível que os animais não sofressem no caminho.

Três pessoas colocam uma ovelha no porta-malas de um carro

Foto: Animals International

“Recebemos imagens mostrando condições terríveis em que os animais foram transportados por navios para o Golfo Pérsico durante o verão”, afirmou Vytenis Andriukaits, comissário da União Europeia para Saúde e Segurança Alimentar. Ele pediu, em uma carta ao ministro da Agricultura e Desenvolvimento Rural da Romênia (Petre Daea), que impedisse a exportação. A previsão do tempo no Golfo Pérsico em julho informa temperaturas de até 46° C. Petre Daea afirmou que não impedirá a exportação sob nenhuma circunstância.

De acordo com o Eurogroup for Animals, as 70 mil ovelhas estão sendo enviadas para participar do “Festival do Sacrifício”, em agosto.

A Austrália, que já foi o maior país exportador de ovelhas, anunciou uma proibição de três meses (durante a temporada de intenso verão) na prática direcionada ao Oriente Médio. Ela ainda planeja eliminar completamente essa forma de comércio nos próximos cinco anos.

Em contrapartida, as exportações de ovelhas e cabras na Romênia estão em ascensão desde 2015, segundo dados do International Trade Center.

“Achamos lamentável que, enquanto outros países estão reconhecendo os horrores da exportação de animais vivos, a Romênia está ignorando completamente as centenas de milhares de animais que sofrem longas viagens ao Oriente Médio enfrentando calor intenso e sofrendo muito”, declarou Vanessa Hudson, líder do Partido do Bem-Estar Animal, à Euronews.

Ela ainda disse que o país se mostra em regresso, além de totalmente desconectado com o resto do mundo, que demonstra um crescente interesse na proteção dos animais.

Ativistas em defesa dos direitos animais consideram o transporte dos animais vivos uma crueldade sem tamanho, visto que eles viajam em navios lotados por mais de uma semana sob um calor escaldante, e são praticamente cozinhados vivos. Apesar de a União Europeia proibir a exportação de animais vivos quando as temperaturas excedem 30 °C, muitos continuam com a prática muito além disso.

Gravações da Animal International mostram que as ovelhas e outros animais morrem com as temperaturas elevadas, são brutalmente descarregados dos navios, espremidos em carros e mortos ainda conscientes por açougueiros despreparados no meio das ruas. As imagens foram apresentadas ao governo romeno.

Alguns países, como Israel, decidiram suspender as importações da Romênia. Devido às condições precárias, muitos animais chegavam mortos ou doentes ao seu destino. O país declarou que está atualizando suas legislações para evitar problemas futuros relacionados ao transporte dos animais.

Mesmo corrigindo alguns problemas em relação ao péssimo tratamento que os animais recebem em suas exportações, ainda sim eles serão enviados para a morte sob condições extremamente cruéis.


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Cão tem a vida transformada após ser agredido e viver acorrentado por anos

Um cachorro que viveu acorrentado no quintal de uma casa nos Estados Unidos por cinco anos e foi agredido diversas vezes por seu tutor teve uma nova chance na vida ao ser resgatado pela PETA, uma organização internacional de proteção animal.

Foto: PETA

Marley não recebia alimentação adequada e tinha apenas uma água suja para beber. Cheio de energia, às vezes ele tentava brincar quando via seu tutor, mas apanhava quando fazia isso.

Desde que o cão era um filhote, a PETA acompanhou o caso dele. Os membros da organização ofereciam comida de qualidade para Marley e iam até sua casa para brincar com ele e lhe dar carinho – o único gesto de afeto que ele recebia. As informações são do portal I Love My Dog So Much.

Com o tempo, a entidade conseguiu convencer o tutor de Marley a doá-lo. Resgatado, ele foi levado para uma clínica veterinária e iniciou um tratamento. Ele ganhou peso, recuperou-se e foi disponibilizado para adoção.

Foto: PETA

Depois do resgate, o cão que conhecia apenas a palavra “não”, dita frequentemente por seu antigo tutor, aprendeu muitas coisas novas e fez várias descobertas: como entender que podia correr livremente e que havia pessoas dispostas a tratá-lo com amor.

A mudança em sua vida, no entanto, não se restringiu às ações da entidade. Isso porque, após ser colocado para adoção, o cachorro encontrou um novo lar. Atualmente, ele mora em uma casa com um quintal grande, onde corre e brinca com Kyah, o outro cão da família.

O passado de violência e sofrimento foi superado e deu lugar a uma vida feliz, com direito a uma cama confortável, brinquedos e petiscos.

Foto: PETA


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Sem água e comida, macaco é encontrado preso em gaiola em Sorriso (MT)

Um macaco-prego foi encontrado preso em uma gaiola, exposto ao sol, sem água e comida, em Sorriso, a 420 km de Cuiabá, no Mato Grosso. O animal silvestre vítima de maus-tratos foi resgatado por fiscais da prefeitura nesta sexta-feira (26).

Foto: Bruno Bortolozo/TVCA

O animal foi flagrado pelo Núcleo Integrado da Fiscalização (NIF) fazendo movimentos repetitivos. Segundo o coordenador do NIF, Reinaldo Nunes, o comportamento do macaco caracteriza estresse. As informações são do G1.

Uma mulher, que não teve a identidade divulgada, mantinha o macaco-prego em cativeiro em uma propriedade na região industrial da cidade. Ela afirmou à polícia que o animal foi encontrado por um colega, em uma região de mata, ao lado da mãe, que estava morta.

A mulher alegou que o homem ficou com pena do animal e o levou para ser criado na propriedade onde ela vive. O macaco viveu no local por oito anos.

“Quando encontrou o animal, o indivíduo deveria ter procurado um órgão ambiental para que as providências fossem tomadas”, ressaltou Reinado, que lembrou ainda que as condições as quais o macaco foi submetido configuram maus-tratos.

Manter animais em cativeiro e maltratá-los são crimes ambientais que podem ser punidos com detenção de até um ano, além de multa.

Após o resgate, o macaco-prego foi levado para o Hospital Veterinário da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), na cidade de Sinop. No local, ele será submetido a um período de quarentena e, depois, será inserido em um grupo de macacos para que possa se readaptar. Quando estiver reabilitado e curado, o animal poderá ser devolvido à natureza.


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Tutor justifica abandono de cão doente dizendo que ‘não tinha tempo para cuidar’

Um cachorro doente foi abandonado ao relento em Amambai, no Mato Grosso do Sul. Segundo a presidente de uma ONG de proteção animal, que resgatou o cão, o tutor disse a ela que abandonou o animal porque não tinha tempo para cuidar dele. O cachorro foi resgatado na quinta-feira (25).

Foto: PMA/Divulgação

A mulher, que preferiu não ser identificada, contou que localizou o tutor do cão e o questionou sobre o abandono. “Tenho dois empregos, chego em casa depois de meia-noite, não tenho tempo para cuidar”, teria respondido o homem.

Segundo ela, o tutor afirmou que duas irmãs deram paracetamol ao animal. O remédio combate dores e febre, mas não trata nenhuma doença específica. As informações são do portal G1.

Após resgatar o cão, a mulher o encaminhou para receber atendimento veterinário e acionou a Polícia Militar Ambiental (PMA).

O tutor do cachorro foi multado pela polícia em R$ 500 e responderá pelo crime ambiental de maus-tratos a animais, com pena de até um ano de detenção, além de multa. Os agentes efetuaram um auto de infração administrativo.

Após ser levado para receber os cuidados de um veterinário, o cachorro foi sacrificado por estar com uma doença em estágio avançado. De acordo com o especialista, o animal não sobreviveria e, por isso, o sacrifício foi optado como forma de por fim ao seu sofrimento.


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Suspeita de jogar gata em direção a cão é ouvida pela polícia no interior de SP

A suspeita de arremessar uma gata em direção a um cachorro da raça rotweiller prestou depoimento à polícia na quinta-feira (25). O crime de maus-tratos a animais aconteceu no Jardim Simus, em Sorocaba (SP), e foi flagrado por uma câmera de segurança.

Foto: Reprodução / TV TEM

O delegado Mário Ayres, que investiga o caso, afirmou que a jovem mora no bairro onde a gata vive e foi identificada pelas imagens da câmera e por testemunhas.

A tutora do animal, a advogada Regina Santos de Almeida, também foi ouvida pela polícia nesta quinta-feira.

“Nesta quinta-feira tivemos as oitivas e vamos dar prosseguimento com as investigações. A jovem pode responder por crueldade contra animais”, disse Ayres ao G1.

A tutora identificou a gata após ver as imagens registradas pela câmera. “Meu estado emocional está abaladíssimo. Só Deus sabe o que ela faz com outros animais, porque não respeita nem os animais dos outros. Mas meus animais são meus filhos e eu vou defender minha filha”, disse a advogada.

“A criação dessa menina é péssima. Se o cachorro pega teria estraçalhado a Bela. É muita maldade”, lamentou.

Foto: Regina Santos Ferreira de Almeida/Arquivo Pessoal

Entenda o caso

Uma câmera de segurança registrou o momento no qual dois jovens caminhavam com um cachorro na rua quando a mulher vê um gato na calçada. De acordo com informações da TV TEM, a jovem para, segura o animal no colo, faz carinho nele e, em seguida, o joga na direção do cão, que aparenta ser da raça rottweiler.

O cachorro avança na direção do gato, mas é segurado pelo rapaz, que quase é arrastado pelo animal. Assustado, o gato foge enquanto a dupla segue andando pela rua.


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