Cachorro tem o rosto desfigurado ao pedir comida a um homem bêbado

Foto: AsiaWire

Foto: AsiaWire

A polícia está a procura de um cruel agressor de animais que cortou o focinho de um cão faminto “por diversão”.

Fotos com imagens fortes e comoventes foram compartilhadas on-line mostrando um cachorro com o rosto seriamente ferido, sem pele, com a carne a mostra e a boca completamente exposta.

Em outros, o focinho cortado pode ser visto no chão com o nariz e os dentes ainda intactos.

O filhote indefeso foi encontrado vagando pelas ruas de Sabah, na Malásia.

Relatórios locais dizem que o homem estava bêbado e fez isso “por diversão” depois que o cachorro inocente veio até ele em busca de alimento.

O cão atualmente esta sendo mantido aos cuidados da Associação de Animais da Malásia, mas veterinários recomendam que o animal seja sacrificado para acabar com o seu sofrimento.

A polícia está procurando pelo culpado pela agressão, mas ainda não o encontrou, relata o Mirror.

As autoridades estão oferecendo uma moto Daelim History S125 – no valor de £ 1.890 – para qualquer um que possa identificar o agressor do animal.

Arie Dwi Andika, presidente da Associação de Animais da Malásia, disse: “Queremos que o culpado seja pego, acusado e sentenciado de acordo com a promulgação do bem-estar animal de Sabah.”

Nós aqui na península não podemos intervir como Sabah e Sarawak (estados na Malásia) têm sua própria legislação.

”Leis de bem-estar animal foram introduzidas na Malásia em 1953, mas foram alvo de críticas por serem fracas e sub-aplicadas.

Em 2015, o país fortaleceu as leis de proteção aos animais e introduziu várias penalidades por crueldade contra animais.

Segundo a Seção 29 do Ato Contra a Crueldade Animal, as pessoas podem ser multadas e presas por até três anos por abuso de animais.

Isso inclui morrer de fome, mutilar ou abandonar um animal.

A multa mínima é de RM 20.000 na moeda da Malásia Ringgett – equivalente a cerca de £ 3983 em libras esterlinas (cerca de 18 mil reais).

A multa máxima é mais que o triplo dessa penalidade.

Aqueles considerados culpados de infligir dano extremo ou abuso a um animal na Malásia podem ser multados em até RM100.000.

Em libras, isso equivale a quase 20.000 libras ou cerca de 93 mil reais.

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Centenas de voluntários ajudam a salvar baleias encalhadas na Flórida

Por Rafaela Damasceno

Cinco baleias-piloto encalharam em uma praia da Flórida e foram resgatadas graças ao esforço de especialistas, da guarda costeira e de centenas de banhistas que se ofereceram para ajudar.

As autoridades foram avisadas na manhã de segunda-feira (29) através de um telefonema de um banhista preocupado, que avistou as baleias se debatendo nas águas rasas e respirando com certa dificuldade.

Foi então que biólogos marinhos, veterinários e a guarda costeira entraram em ação para proteger os mamíferos dos possíveis danos causados pelo sol.

Com a maré se afastando e o sol cada vez mais alto no céu, o resgate precisava ser feito rapidamente. Os biólogos determinaram que as baleias eram fortes e saudáveis para resistir ao encalhe e conseguir voltar ao mar, então os voluntários se uniram na difícil tarefa de levantá-las e colocá-las em cima de lonas, para que pudessem transportá-las.

Várias baleias nadando juntas

Imagem ilustrativa | Foto: BBC

“Foi um trabalho pesado”, disse Thomas Nuhfer, um estudante que ajudou a carregar uma das baleias. “Mas foi muito bom ver pessoas que nem ao menos se conheciam trabalhando juntas para ajudar”.

No meio da tarde, todas as cinco baleias foram levadas com sucesso para fora da água, para que fossem transportadas em barcos até a parte mais funda do mar. Mas duas delas, as menores, foram levadas até especialistas para receber tratamento médico.

Um “encalhe em massa”, como é chamado o fenômeno do encalhe de mais de um grupo inteiro de baleias de uma vez, é muito raro e só aconteceu na região cerca de dez vezes desde 1990, segundo o Aquário Marinho de Cleawater. Os cientistas ainda não sabem ao certo o que levou as baleias a nadarem até as águas mais rasas.

Mike Walsh, professor de biologia marinha da Universidade da Flórida, explicou ao Tampa Bay Times que normalmente os grupos de baleias são liderados por um indivíduo que escolhe para onde migrar. As baleias-piloto costumam nadar em águas profundas, em grupos, e dificilmente seguem em direção à costa.

Mike acredita que algo está errado com as baleias menores, que passarão por alguns exames antes de retornarem ao mar. Apesar de tudo, elas se mostraram fortes em todo o momento do resgate. “O encalhe é novo para elas, que não sabem que isso é ruim. Mas o processo pode ser estressante”, esclareceu.

Jess Powell, bióloga que passou todo o tempo do resgate com as baleias, disse que os cientistas irão monitorar o movimento dos mamíferos nos próximos dias para impedir que eles retornem à praia.

“Tudo aconteceu conforme o planejado hoje. Agora só esperamos que elas encontrem o caminho para casa”, concluiu ela.


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Moradores constroem casinha para cães abandonados em Guaçuí (ES)

Cachorros em situação de rua de Guaçuí (ES) ganharam um presente para combater o frio: uma casinha feita por moradores da cidade. Comovidos com a situação dos cães, José Roberto Pereira e Joseph Costa se uniram para ajudá-los. Os amigos construíram uma casinha de metal para abrigar os animais, que também recebem água e alimento com a ajuda de outros voluntários.

Foto: Reprodução/TV Gazeta

A ideia foi de José Roberto e surgiu após o morador observar os cachorros vivendo na rua. “Passando aqui num belo dia, nesse tempo frio, vendo esses cães em situação de rua deitados nesse gramado aqui, pensei no que eu poderia estar fazendo para ajudar eles. Aí tive a iniciativa de fazer um abrigo para eles e conversei com um amigo meu para ele ajudar”, explicou ao G1.

Para construir a casinha, a dupla usou pedaços de telhas de metal, isopor e peças de ferro recicladas. Pedaços de pano e cobertores foram colocados dentro do abrigo para aquecer os animais. Parte do material veio de doação e o restante foi comprado pelos voluntários. A execução do projeto foi feita por Joseph.

“Usamos restos de telhas, todo o material de ferro foi galvanizado para aguentar o tempo, nos preocupamos com o forro de isopor por causa da temperatura, se ela ficasse no sol. Ela foi feita toda em aço também na preocupação do vandalismo e madeira também não aguenta no tempo. A preocupação foi dar um conforto melhor e também a durabilidade do material”, contou.

A atitude de Joseph e José Roberto foi vista com bons olhos pela comunidade. Uma das pessoas que elogiou o projeto foi a estudante Luiza Magno, que também costuma ajudar os cães que vivem na rua.

“Espero que as pessoas espalhem essa ideia para outros bairros. Meu pai também contribui, dá ração, dá carinho e as pessoas vendo isso podem um incentivar o outro. Espero que isso se espalhe não só na cidade, mas também por toda região”, incentivou.

O abrigo feito para os animais também foi aprovado pela estudante Mirela, de 10 anos. “Achei a casa maneira. Os cães podem dormir confortáveis, não ficam mais na rua e podem dormir ali”, disse.

Para garantir a manutenção da casinha e os cuidados aos cães, José Roberto e Joseph pedem a ajuda da sociedade. Interessados em colaborar com doações devem entrar em contato pelo telefone: (27) 99921-6090.


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Mulher de 79 anos é condenada à prisão por alimentar gatos abandonados

Uma mulher de 79 anos foi condenada à prisão por alimentar gatos abandonados em Ohio, nos Estados Unidos. Nancy Segula passou a cuidar de gatos quando dois deles foram abandonados por seu vizinho, após o homem se mudar do bairro. Segundo ela, os gatos se sentem bem ao serem alimentados e fazem bem para ela, ajudando-a a combater a solidão após a morte do marido, que faleceu em 2017.

Foto: Pixabay

O ato generoso de Nancy foi denunciado quatro vezes e julgado pelo juiz Jeffrey Short, do Tribunal do Condado de Garfield Heights, que decidiu condená-la a dez dias de prisão, segundo informações da Fox 8 Cleveland.

“Havia entre seis a oito gatos adultos e agora estão nascendo gatinhos”, disse Segula ao portal Cleveland. “Sinto falta dos meus gatos. Morreram, o meu marido morreu. Sinto-me só. Os gatos e gatinhos ajudam-me”, completou.

A condenação gerou polêmica e levou a juíza Jennifer Weiler, que foi substituída por Short no dia do julgamento, a decidir ouvir depoimentos de Nancy e de seu advogado, além do procurador e de um representante do setor de controle animal para decidir se a pena de prisão é adequada.

“Vou tentar perceber o que se está acontecendo e tomar uma decisão que faça sentido nestas circunstâncias”, disse Weiler.

Foto: Reprodução/YouTube/WKBN27

Nancy já foi multada em mais de US$ 2 mil – o equivalente a cerca de R$ 7,6 mil – por alimentar gatos abandonados. Na época, ela alegou não ter conhecimento sobre uma lei municipal que proíbe a alimentação de animais.

“Os gatos continuam vindo a minha casa. Sinto-me mal e por isso dou-lhes algo para comer”, afirmou a mulher.

Dave Pawlowski, filho de Nancy, criticou a decisão do juiz de levar sua mãe à prisão. “Tenho a certeza que as pessoas sabem das coisas que se passam naquela cadeia. E vão deixar a minha mãe de 79 anos ir para lá?”, disse Dave, em entrevista ao Fox 8.

Nancy tem que se apresentar à prisão do Condado de Cuyahog no dia 11 de agosto.


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Fotos de gato antes e depois de ser adotado mostram que adoção transforma vidas

Fotos de um gato, divulgadas por uma japonesa que o adotou, mostraram a diferença que a adoção pode fazer na vida de um animal. Nas imagens, feitas antes e depois do gato encontrar um lar, é possível ver a transformação na feição dele.

Nas primeiras fotos, feitas após ele viver quase um ano preso em uma gaiola, à espera de um lar, o gato aparece triste e carrancudo. Nas outras, registradas um ano após a adoção, a transformação é visível e o gato apresenta um olhar doce e tranquilo. As imagens foram publicadas no Twitter de uma mulher que se identifica como “@00bibibi” na rede social.

Quando vivia preso, ele se esfregava nas barras da gaiola, pedindo carinho e atenção, toda vez que alguém se aproximava. A busca por afeto era tão incessante que ele chegou a ficar sem pelos no lado do rosto que esfregava nas grades. As informações são do portal Mundo-nipo.

A vida aprisionado, sem amor e uma família, no entanto, ficaram no passado. Adotado, ele tem recebido todos os cuidados necessários e vivido uma vida repleta de carinho.

Abaixo, as duas primeiras fotografias foram tiradas antes da adoção e as duas últimas após ele ser adotado. Confira.

Foto: Reprodução / Twitter / @00bibibi

Foto: Reprodução / Twitter / @00bibibi

Foto: Reprodução / Twitter / @00bibibi

Foto: Reprodução / Twitter / @00bibibi


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Aids felina: doença pouco conhecida pode levar gatos à morte

A Aids felina (FIV, na sigla em inglês para feline immunodeficiency virus) é uma doença grave que pode destruir a imunidade dos gatos e levá-los à morte, assim como a leucemia felina. A enfermidade impede que o organismo do animal combata qualquer doença, o que pode ser fatal.

Foto: Divulgação/ Dr. Adelmo Miguel

Pouco conhecida dos tutores, a doença é causada pelo vírus da imunodeficiência felina, do mesmo gênero do HIV. Essa relação faz com que existam várias semelhanças entre a doença que atinge os gatos e a que acomete os humanos.

A Aids felina é um problema de saúde que atinge exclusivamente os gatos, sem afetar humanos e outros animais, como cães. “O diagnóstico é feito através de amostras de sangue de animais, que detectam anticorpos contra o vírus na corrente sanguínea. Apesar das semelhanças, a Aids felina não é contagiosa a outros animais e aos seres humanos”, explicou ao G1 médico veterinário Adelmo Guilhoto Miguel.

Dentre os sintomas da doença, estão: inúmeras infecções, febre, pneumonia, perda de peso, insuficiência renal, diabetes e hipertireoidismo. De acordo com Adelmo, alguns gatos podem hospedar o vírus no organismo durante toda a vida, sem manifestar sintomas.

“Apesar desta condição, de não manifestar nenhum sintoma, os animais hospedeiros transmitem a doença para outros animais, o que pode complicar na hora da identificação de quem está propagando o vírus, principalmente em locais com grande quantidade de gatos, como os abrigos”, disse.

A saliva é o principal meio de transmissão da doença, seja por meio de mordidas durante brigas, lambeduras ou compartilhamento de bebedouros e comedouros. “Alguns estudos indicam a transmissão através da amamentação dos filhotes, por via da placenta durante a gestação e por transfusões de sangue”, complementou Adelmo.

Vital, um gato tutelado pela técnica em segurança do trabalho Erika Russo, moradora de Sorocaba (SP), foi diagnosticado com FIV.  “Ele começou a ficar muito magro, muito fraco e com secreção nos olhos. Algumas feridas surgiram na ‘almofadinha’ da patinha dele, e não curava. Levei até o veterinário e foi feito, entre outros exames, o teste para a FIV, onde deu positivo. Achei que fosse perder ele. Durante uma semana eu o levava todos os dias na clínica veterinária pra que ele pudesse tomar soro. Como ele é adotado, acreditamos que já tenha chegado com a doença. Hoje ele está em casa e está super bem, seguimos com um protocolo de tratamento, alimentação correta e cuidados pro resto da vida dele, mas estamos aliviados com a melhora”, contou.

A Aids felina, assim como a humana, não tem cura, apenas tratamento paliativo para aliviar a dor do animal. Não há, no entanto, grandes possibilidades de sucesso no tratamento. Segundo Adelmo, a expectativa de vida de um gato com FIV varia bastante porque podem existir portadores que não apresentem sintomas.

Foto: Bruna Russo/Arquivo pessoal

“Uma vez que o gato apresente sintomas, o tempo de vida é muito curto, pois o animal tende a apresentar grave perda de peso, anemia, tumores e infecções diversas”, explicou.

Não há, também, vacina para a doença. Experimentos têm sido feitos, segundo Adelmo, por cientistas, mas ainda há a necessidade de evolução nos estudos para a fabricação de um produto eficiente e seguro.

“Para a prevenção, os gatos devem ser castrados, mantidos dentro de casa e não serem expostos a gatos recém-adotados, animais de rua, abandonados ou perdidos, a menos que estes animais tenham sido testados previamente através de exames laboratoriais”, orientou.. É recomendado, também, separar gatos com FIV daqueles que estão saudáveis e evitar que bebedouros e comedouros sejam compartilhados com animais desconhecidos.

Sem acesso à rua

A orientação do veterinário Adelmo Guilhoto Miguel sobre a criação de gatos dentro de casa é a melhor maneira de não só evitar determinadas doenças – inclusive a FIV -, mas também de proteger o animal de riscos como atropelamento, envenenamento, agressão, brigas com outros animais e, no caso de gatos não castrados, de impedir que gravidezes ocorram e filhotes nasçam na rua, contribuindo para o aumento do abandono.

Casos de animais que foram vítimas da crueldade humana são comuns. Notícias de envenenamento são divulgadas frequentemente. Moradores de um bairro de Linhares (ES) denunciaram recentemente a morte de ao menos sete cachorros e três gatos, todos envenenados. De 10 de janeiro a 15 de fevereiro deste ano, 36 casos de morte por envenenamento foram registrados em Alta Floresta (MT). De acordo com os tutores, os animais não apresentavam sintomas de doença e, antes de morrerem, tinham convulsões e saía uma baba espessa branca da boca deles.

Na última semana, uma jovem foi flagrada por uma câmera de segurança ao jogar uma gata na direção de um cachorro em Sorocaba (SP). A gata tem tutora, mas estava na rua, sozinha, no momento em que foi vítima dos maus-tratos. Ao comentar o caso, que classificou como um ato de “muita maldade”, a advogada Regina Santos Ferreira de Almeida reconheceu os perigos que a rua oferecem à Bela, como é chamada a gata. “Ela é danada, vive na rua e a gente vive recolhendo. Não posso deixar ela ir para a rua. Ela é amorosa”, afirmou ao G1.


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Cães esperam por tutora internada há uma semana em frente a hospital

Dois cachorros esperam há uma semana pela tutora em frente ao Hospital São Paulo, em Xanxerê (SC). Roseli vive em situação de rua com os animais, que são seus companheiros.

Foto: Reprodução/NSC TV

O caso comoveu a comunidade e os funcionários do local, que acionaram uma ONG de proteção animal para pedir ajuda. Desde então, voluntários da entidade passaram a ir ao hospital diariamente para cuida dos cães.

“Chamou a atenção porque eles estavam querendo adentrar na porta de emergência. É como nós humanos, né? A gente espera que nossos familiares saiam, voltem ao contexto familiar”, disse ao G1 a assistente social do hospital, Maquieli Casaril.

O voluntário Vagner Ribeiro contou que, apesar dos cuidados que estão recebendo, os cachorros estão se negando a comer por estarem deprimidos, com saudade da tutora. “Viemos aqui para dar uma manutenção neles, trocar a coleirinha, botar antipulgas, dar vermífugo para eles, manter a saúde deles boa”, disse Ribeiro.

“A gente reza muito que ela se recupere, até porque é uma saúde, é uma vida e esses cães aqui até ultimamente não têm comido. A gente vê vários pontos de ração aqui em volta do hospital, mas eles não comem, eles querem a dona deles”, completou o voluntário.

Roseli está internada em estado grave na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) desde que foi levada ao hospital, no dia 20 de julho.


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Cadela corre na grama pela primeira vez após passar anos presa em canil

Uma cadela que viveu a vida toda presa em um canil na Romênia conheceu a liberdade após ser resgatada. O destino dela, que parecia lhe condenar a uma existência miserável, sofreu uma reviravolta, permitindo que ela tivesse um final feliz.

Foto: Reprodução / YouTube / Howl Of Dog

Bella, como passou a ser chamada, chegou a adormecer enquanto recebia carinho dos voluntários da ONG que a salvou. Apesar de ser tão doce e grata, ela era bastante tímida por causa de todo sofrimento que viveu. As informações são do portal I Love My Dog.

Com pequenas feridas pelo corpo, causada por pulgas, Bella se coçava incessantemente quando foi resgatada. Por isso, foi imediatamente levada para tomar um banho, com remédios que a livraram dos parasitas.

Toda a atenção e carinho que recebeu fez com que a cadela passasse a se acostumar, aos poucos, com sua nova realidade. As pessoas que a resgataram permitiram que ela tivesse liberdade para evoluir em seu próprio ritmo, sem pressão. Dia após dia, ela foi desbravando os locais que conheceu e começou a ter confiança nas pessoas.

Com o tempo, Bella se transformou completamente. Agora, a cadela submissa e triste que foi encontrada presa em um canil deu lugar a um animal livre e feliz, que corre pela grama, brinca com outros animais e adora a companhia humana.


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Fogos e barulhos em geral podem causar desmaios e levar animais à morte

O estampido dos fogos de artifício e ruídos provocados de outras maneiras, como música em volume alto, podem levar animais à morte, especialmente os recém-nascidos e os idosos.

Cães, gatos, coelhos, hamsters, aves e animais de outras espécies correm sério risco. O estresse causado pelos barulhos os deixam nervosos, podendo levar a desmaios e à morte. Amarrá-los, durante a execução desses ruídos, é ainda pior, já que eles podem ficar ainda mais nervosos por estarem presos, além do risco de enforcamento.

Foto: Pixabay

Além desses riscos, alguns barulhos – até mesmo os mais sutis, como batidas de portas e janelas – podem agravar doenças pré-existentes. As informações são do portal IG.

De acordo com a médica veterinária e fundadora do grupo Vet Popular, Caroline Mouco Moretti, os sustos causados pelos barulhos podem ter efeitos graves sobre os animais

“Muito embora a evolução da espécie e a domesticação venham contribuindo com a adaptação, ainda é muito frequente casos de sincopes (desmaios), ou em casos mais raros a morte súbita de animais quando se assustam”, conta.

“Animais mais idosos, que podem ter doenças cardíacas, respiratórias ou neurológicas estão dentre os mais propensos às consequências graves de barulhos altos”, diz. “Em meio a uma situação de susto, agitação ou medo, o animal pode facilmente entrar uma crise, e se não for rapidamente socorrido, poderá ter seu óbito”, explica Caroline.

Apesar de correrem menos riscos que os animais idosos, os filhotes também podem sofrer as consequências dos ruídos altos. “Animais que não estão acostumados nem adaptados a esses episódios de barulho intenso podem sofrer com a situação. Essa mistura de animal não condicionado com tutores inexperientes pode agravar a situação”, diz a veterinária.

Para proteger o animal é importante mantê-lo fora de áreas de risco. “Lugares altos, onde o animal pode tentar fugir e facilmente se joga (sem calcular risco) ou então tutores que deixam o acesso à rua desprotegido, e na tentativa de fuga o animal pode ser atropelado. Outro caso comum é quando o tutor prende o animal de maneira inapropriada, acreditando ser a melhor opção, e na tentativa de escapar, eles pulam e contorcem a coleira tendo o risco grande de serem enforcados”, alerta Caroline.

A veterinária reforçou ainda que não são apenas cães e gatos que correm riscos, mas também animais como hamster, coelhos e chinchilas. Segundo Caroline, essas espécies podem morrer facilmente, inclusive se foram manuseadas de maneira errada pelo tutor. “Mexer no animal sem condicionamento adequado causa um tipo de estresse crônico, que pode ser fatal para esses animais extremamente sensíveis”, finaliza.


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Cachorro é enterrado vivo em área de mata em Catalão (GO)

Um cachorro foi enterrado vivo em uma área de mata em Catalão, no estado de Goiás. O animal foi encontrado na última semana por três pessoas que, comovidas com a situação, decidiram ajuda-lo.

Foto: Arquivo pessoal

O eletricista Hugo Galdino Vieira, de 26 anos, contou que encontrou o animal, junto com um primo e uma tia, e que o cão chorava e estava apenas com a cabeça para fora da cova. Socorrido com vários ferimentos pelo corpo, ele foi levado para um hospital veterinário.

A tia de Hugo ouviu, na manhã de quarta-feira, o cachorro chorando. Saiu de casa para averiguar a situação, mas não encontrou nada. No entanto, quando entrou novamente na residência, ouviu o choro de novo e iniciou novas buscas, foi quando encontrou o cão.

Resgatado por Hugo, o cachorro recebeu o nome de Vitório. “Ela viu duas pessoas na mata perto da casa dela. Então ela e meu primo foram lá e ajudaram a desenterrá-lo. Ele estava quase morto, piscando os olhos bem fracos. Então ela me chamou, pegamos ele e levamos para a clínica”, disse ao G1.

 O eletricista, que decidiu acolher o animal, não consegue entender como alguém foi capaz de enterrar Vitório vivo.  “É muito revoltante as pessoas fazerem isso, não tem coração. Um animal indefeso. Deveriam ter ajudado ele”, desabafou.

De acordo com Hugo, o cachorro sofreu fraturas, está internado e terá que passar por cirurgia. Para arcar com os custos do tratamento, de aproximadamente R$ 3 mil, o eletricista pede doações.

Foto: Arquivo pessoal

“Ele precisa ser operado, colocar pinos. Além disso, tem os custos com exames, medicamentos e as diárias de internação. Não temos condições de arcar com tudo”, afirmou.

Desde que o caso se tornou público, Hugo arrecadou pouco mais de R$ 700, doados por empresas e pessoas físicas. Outros contatos do eletricista também prometeram ajudar. O montante arrecadado, no entanto, ainda não é suficiente e, por isso, Vitório segue precisando de mais ajuda financeira.

O caso configura crime de maus-tratos a animais e, segundo o titular da Delegacia Estadual de Repressão a Crimes Contra o Meio Ambiente (Dema), o delegado Luziano de Carvalho, a situação deve ser investigada pela polícia de Catalão.


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