Universitárias criam rifa para salvar cachorro vitima de maus-tratos

Divulgação

A universitária Evelyn Rubini de 25 anos encontrou na tarde de segunda-feira do dia (14) no bairro Jardim Renascer, um cachorro vitima de maus-tratos extremos. Ao chegar para mais um dia de trabalho, na porta de um estabelecimento, ela se deparou com um animal totalmente debilitado com cortes e queimaduras por todo o corpo.

A jovem pediu imediatamente ajuda no grupo de amigos do bairro. Logo, alguns participantes se prestaram a ajudar o animal com os primeiros socorros. Os mesmos se prontificaram em ajudar, oferecendo remédios para os tratamentos iniciais. A jovem também solicitou ajuda e informações do Sargento Vidal, conhecido pelos resgates dos animais em situações extremas na capital.

Na manhã seguinte do fato, o animal foi levado para o Hospital Veterinário da UFMT (HOVET). Ao dar entrada, os médicos identificaram várias complicações no animal, sendo elas: Hipotermia, anemia, doença do carrapato, glaucoma, queimaduras e uma das patas brutalmente quebrada. Fora os inúmeros hematomas que o cachorro apresentava pelo corpo, o que indica que o mesmo foi vitima de maus-tratos.

A rifa

Desde o inicio já foram gastos cerca de R$ 1.500,00 reais no tratamento do cachorro que é carinhosamente chamado de Caramelo. Porém, os gastos não param por ai, o bichinho devera continuar sendo medicado, e os gastos são altos levando em consideração o estado de saúde dele. Para isso, Evelyn e sua colega, Rafaela Nicoli organizaram uma rifa para ajudar a custear o tratamento do animal que inclui uma cirurgia e a hospedagem no hospital universitário. Fora os remédios do pós-operatório.

Veja como ajudar com qualquer valor, ou como comprar a rifa e participar do sorteio de um lindo kit para o seu bichinho de estimação.

Para mais informações: Evelyn Rubini (65) 8409-7467

Fonte: Cenário MT

É importante prestar atenção ao peso de cães e gatos

Basta abrir um pacote de biscoito ou mexer nas panelas que animais domésticos marquem presença. É difícil negar uma guloseima aos animais, mas isso pode provocar sobrepeso e afetar a saúde. A médica veterinária Paula Genuíno aborda a obesidade animal, doença que ocorre por diversos motivos nos amigos de quatro patas, e traz informações relevantes sobre o quanto uma dieta balanceada pode ajudar no tratamento e prevenção dos casos de obesidade.

Foto: Creative Commons

Os animais podem ganhar excesso de peso por diversos fatores, que vão das mudanças metabólicas após a castração ou que surgem com o avanço da idade, predisposição genética de raças específicas como o labrador e o bulldog, dietas não balanceadas, alimento ou petiscos em excesso. A profissional ressalta que a alimentação é um fator determinante para o controle de peso. Para evitar que a obesidade animal ocorra, é necessária uma dieta balanceada, com alimentos de qualidade e exercícios físicos. “É importante oferecer alimentos de qualidade, que atendam as demandas da fase de vida que o animal se encontra (filhote, adulto, sênior), oferecer uma quantidade moderada de petiscos por dia e manter uma rotina que deixe o animal ativo e faça com que ele gaste energia. Alimentos balanceados, fornecidos na quantidade adequada suprem todas as necessidades nutricionais dos animais sem exageros”, afirma Paula Genuíno.

Fornecer um alimento balanceado e respeitar a quantidade diária a ser oferecida é essencial e, a dieta pode variar de acordo com a necessidade de cada indivíduo, podendo ser 100% baseada em ração, ou com um percentual dela com alimentos caseiros ou naturais, ou até integralmente natural, de acordo com o caso e podendo inserir petiscos saudáveis como frutas e legumes crus e cozidos. No caso da prevenção, os tutores podem se basear nas dicas do veterinário do seu animal sobre a quantidade, ou utilizar as informações nas embalagens das rações, que informam a quantidade de acordo com o peso.

Já para casos de obesidade, é necessário um plano de emagrecimento, e um rigoroso cuidado para cumprir o mesmo, não cedendo às chantagens dos animais durante o processo. Para os cães e gatos idosos, é importante observar o tipo de ração específica para eles, que é uma ótima maneira de evitar esse ganho de peso em excesso. Esses alimentos possuem ingredientes que auxiliam na manutenção da massa muscular magra e na queima de gordura corporal, evitando o ganho de peso.

Animais no apartamento: cuidado extra

Para os cães e gatos que vivem em apartamento ou lugares com pouco espaço, é essencial estabelecer uma dieta balanceada e um plano de exercícios diários, envolvendo passeios, caminhadas e brincadeiras que façam com que eles se movimentem. Manter brinquedos em casa, enquanto o animal fica sozinho, também é importante para mantê-los ativos e evitar a obesidade, já que alimentos em excesso e pouco exercício são a fórmula para o desencadeamento de ganho de peso.

Fonte: O Liberal

Alerta: calor pode causar queimaduras nos cães e até levá-los à morte

Tem gente que acha que cachorro é gente. Para o bem ou para o mal. No caso, muitos acreditam que nós adoramos o verão, que gostamos de tomar sol e de passear debaixo de uma “lua” de meio dia. Mas, nesse calorão dos infernos que tem feito, nós que somos peludos queremos mesmo é, literalmente, sombra e água fresca. Até porque, o verão envolve riscos sérios para a saúde dos cães. Desde as patinhas, que podem sofrer queimaduras quando em contato com o chão ou asfalto quentes, até a chamada hipertermia, o aumento da temperatura do corpo do animal.

Foto: @chandon_ogoldenretriever

A hipertermia é um quadro grave, muito mais comum do que se imagina. Os cães não transpiram como as pessoas, não produzem suor. Eles fazem o controle de temperatura pela respiração bucal. Se estiver muito quente, essa troca fica prejudicada. Neste caso, não há redução da temperatura corporal ao nível adequado, explica a veterinária Rosilane da Silva Santos, do Hospital Veterinário HPet. “A possibilidade de um estresse térmico que eleve sua temperatura até 40, 41 graus, aumenta bastante. Aí ele pode sofrer uma convulsão ou desmaio”, diz Rosilane, especialista em clínica médica de cães e gatos. Passear à sombra e em horários com temperatura amena é o mais indicado.

Veterinária Rosilane Santos alerta para os riscos da hipertermia. Foto: Divulgação

A hidratação é fundamental. Aliás, uma água geladinha vai bem. Por isso, sigam o exemplo do artista plástico e militar da reserva Luís Fernando Sousa, 50 anos. Ele só passeia com seu bulldog, o Saravá, em horários em que o sol ainda não tá tão retado. “Sempre quando o sol estiver mais frio. Bem cedo pela manhã ou depois das 16h30. Sempre levo água, de preferência gelada. Conhecer o cão é muito importante”, afirma Luís Fernando. “Observo como ele está durante a atividade e sempre que noto alguma alteração na condição física faço uma pausa para hidratar. Se for o caso dou uma molhada nele”, ensina.

A veterinária Luciana Maron chama a atenção para os chamados cães braquicéfalicos, que têm os focinhos achatados (pugs, bulldogs, boxers e shi tzus, por exemplo), que são mais sensíveis ao calor. “Naturalmente, eles têm uma dificuldade respiratória maior. Por isso é complicado passear com sol quente ou leva-los para a praia em horários de temperatura elevada, mesmo com sombreiro”, alerta Luciana, que é proprietária da Vila Cani. O veterinário Gilian Macário lembra também do risco de usar focinheiras quando está calor, porque mantém a boca do cachorro fechada. “A respiração é a forma que eles têm de regular a temperatura do corpo. Eles não suam para resfriar a temperatura corporal. Então, focinheira é proibida”, alerta.

Coxins

No caso dos coxins, que ficam debaixo das nossas patinhas, é preciso tomar cuidado também. Mais uma vez, não somos gente. E, diferente do que algumas pessoas pensam, os coxins são apenas um pouco mais resistentes que a pele humana. Apesar da camada de queratina mais espessa, nossas patinhas podem, sim, sofrer graves queimaduras. A medida da sola do pé humano pode ser uma boa referência para o tutor. “Tem que ter bom senso. Então, tem que fazer o teste com a mão ou com a sola do pé”, afirma a veterinária Carolina Trinchão.

A jornalista Fernanda Varela, tutora dos beagles Giggs e Wiki (@irmaosbeagles), prefere passear em áreas de grama no verão. Se não for possível, sempre faz o teste da mão ou sola do pé. “Faço o teste no chão antes de passear, coloco a palma da mão ou pé cerca de cinco segundos para ver se tá tranquilo. Isso quando, por algum motivo, não consigo sair cedo ou não temos possibilidade de passear na grama”, diz Fernanda, que tá sempre ofertando um picolézinho de frutas para seus “filhos”. Há quem use sapatinhos caninos para proteger os coxins. Mas, como explica uma veterinária na tabela abaixo, eles devem ser usados com moderação porque podem piorar o problema.

Giggs se delicia com os picolés ofertados por sua tutora. Foto: Divulgação

Há também um grupo de doenças que se intensificam no verão, como as doenças de pele que vão desde as dermatites até o próprio câncer. Após um banho de mar, é preciso dar banho com água doce e shampoo para cães. Os animais de pele mais rosadas devem usar protetor solar em áreas despigmentadas, como o focinho e a barriga.

Os carrapatos também se reproduzem em maior número no verão. Assim como no restante do ano, mas especialmente nessa época, é preciso estar com o carrapaticida em dia para evitar doenças como erliquiose e babesia. Especialista em oftalmologia, Carolina Trinchão faz uma observação em relação a inflamações que podem atingir os olhos devido o contato com a areia ou água do mar. “Eles adoram esfregar o rosto na areia. É importante depois de ir à praia lavar os olhos com soro fisiológico”.

O Golden Retriever Chandon (@chandon_ogoldenretriever) adora ir à praia. Por isso, sua tutora, a farmacêutica Camila Pimentel, 28 anos, está atenta à hidratação. “Golden é uma raça bastante calorenta. Tô sempre dando água gelada e molhando a cabecinha dele. Dou água de coco também”. Para refrescar um pouco mais, ela também realiza o chamado trimming, espécie de tosa. Mas, mesmo neste caso, é preciso ter cuidado. Em algumas raças, como o próprio Golden, o pelo costuma ser um protetor natural. “Funcionam como elemento compensatório. Na melhor das intenções, os tutores podem estar causando um desequilíbrio. Os pelos funcionam como antitérmico tanto pra frio quanto para calor. Por isso, não pode exagerar na tosa”, explica a veterinária Rosilane Santos.

Veja os principais riscos:

– Hipertermia
O que é: Os sinais são claros. Os cães ficam muito ofegantes, a saliva fica espessa e a coloração da gengiva também altera, ficando avermelhada e até roxeada. Em casos mais graves, o animal pode ter uma síncope e desmaiar.

Como evitar: Não faça passeios em horários de sol forte. O ideal, pela manhã, é que seja até 9h30. Pela tarde, só a partir das 17h. Em caso de crise, é necessário levar imediatamente ao veterinário. No carro, mantenha sempre o ar-condicionado ligado. “Tive a situação de um paciente que morreu porque uma pessoa que ele contratou para fazer uma viagem com o animal foi almoçar e deixou o cachorro dentro do carro. Infelizmente veio a óbito”, lamenta a veterinária Luciana Maron.

O que fazer se acontecer: Tente resfriar o corpo do animal com água. Molhe axilas, virilha e nuca. Envolva ele em uma camisa ou toalha molhada para ajudar na troca de calor. Tire o bichinho da fonte de calor imediatamente e coloque em um lugar frio, de preferência um ar-condicionado.

– Queimaduras nas patinhas
O que é: Temperatura do chão pode causar queimaduras graves nos coxins, chegando a deixar a pata do animal em carne viva.

Como evitar: Fazer passeios em horários que o chão está mais frio ou optar por caminhar na grama. Há alguns apetrechos que podem ser usados, como sapatinhos apropriados para cachorro. Mas, neste caso, é preciso usar com moderação. “O sapatinho pode esquentar ainda mais e criar uma dermatite. Não pode deixar muito tempo. O ideal mesmo é escolher o melhor horário para passear”, insiste Rosilane. Além disso, o material pode causar problemas de pele no cão.

O que fazer se acontecer: Evitar contato do animal com o solo e levar ao veterinário. Não envolver com ataduras.

Doenças mais comuns no verão

Doença do carrapato: A erliquiose (erlichiose) e a babesiose são transmitidas pelo carrapato, que se alojam no corpo do animal e se alimentam do seu sangue. Pode ser uma doença fatal se não for tratada.

Como evitar: Manter o carrapaticida em dia e realizar exames periódicos como hemograma e sorologia.

Doenças de pele

Dermatites e câncer de pele

Como evitar: No caso das dermatites é preciso dar banhos com água doce (principalmente depois de ir para a praia) e secar bastante o animal.

Leishmaniose: Como costumamos viajar muito no verão, é preciso estar atento a regiões endêmicas de leishmaniose, como o Litoral Norte, por exemplo. Trata-se de uma doença perigosíssima, sem cura, que mata na maioria dos casos.

Como evitar: Usar coleira repelente e fazer vacinação contra leishmania. Consulte seu veterinário.

Verminoses: O contato com areia de praia e a grama expõe os cães às verminoses.

Como evitar: Estar mais atento à vermifugação do animal, que, na maioria dos medicamentos, é feita a cada três meses.

Dicas de hidratação:

– Ofereça água durante os passeios
– Ofereça gelo para os animais (cuidado pra não colar na língua. Basta passar na água ou derreter um pouco na mão)
– Faça picolé de fruta (sem açúcar! E consulte as frutas que cães podem comer. Uva e carambola, por exemplo, são tóxicas para eles)
– Compre uma água de coco e divida com seu “filho”
– Use protetor solar no focinho e barriga dos bichinhos

 

Fonte: Correio

Cuidados nos primeiros dias do filhote garantem boa saúde por toda a vida

A chegada de um filhote em casa desperta diferentes sensações, como a descoberta da nova relação e de comportamentos apresentados pelo animal nos primeiros dias de vida. Mais do que prazerosa, no entanto, convivência entre animal doméstico e tutor deve ser cautelosa, caracterizada por cuidados especiais com o recém-nascido.

Foto: Getty Images

O primeiro passo é buscar orientação profissional assim que o filhote, seja cão ou gato, chegar ao lar oficial – após dois meses, quando é feito o desmame. Médica veterinária, pós-graduada em clínica de pequenos animais, Talita Izidório Simões Teixeira diz que uma das principais condutas refere-se à oferta de água e comida.

“É importante que a ração seja própria para filhotes e de excelente qualidade, super premium. Para os cães, o ideal é oferecê-la em diferentes momentos do dia para evitar crises de hipoglicemia. Já os gatos devem ter ração sempre disponível”, detalha.

Vacina e vermífugo

Ficar de olho no calendário de vacinas e na vermifugação do animal também é fundamental para garantir a boa saúde do animal por toda a vida.

Para evitar esquecimento das doses e reforços, a dica é buscar orientação profissional. Além de vacinados, gatos, por exemplo, devem ser testados para FIV e FeLV, doenças exclusivas de felinos. Quanto antes, melhor, diz a veterinária Sandra Matoso, do Life Hospital Veterinário.

Até que a imunização seja concluída, a regra, para as duas espécies, é manter o animal em casa. “Não é frescura! Até que estejam completamente protegidos, não devem passear, nem ir ao banho e tosa. Nos primeiros meses, doenças virais, protegidas por vacina e de fácil transmissão são muito graves”, reforça.

Castração divide especialistas, mas deve ocorrer precocemente para prevenir doenças

Recomendada por médicos veterinários, benéfica para a saúde dos animais, a castração divide opiniões de especialistas, mas é uma das condutas que mais requerem atenção nos primeiros meses de vida de cães e gatos. Alguns profissionais defendem que a medida ajuda a prevenir doenças como o câncer; outros recomendam esperar pelo menos até o primeiro cio do animal.

Médica veterinária em Belo Horizonte, Perla Lembi explica que há linhas de estudo divergentes sobre o assunto. Segundo ela, no entanto, é fundamental que o tutor seja orientado por um profissional para, então, definir a melhor conduta.

“Nas fêmeas, o foco da castração precoce é evitar doenças uterinas e até neoplasias mamárias. Já para os machos, recomendamos que seja mais tardia, após 1 ano, quando os órgãos sexuais já se desenvolveram”, detalha.

Vigilância 24 horas

Acompanhar de perto a rotina do filhote também é imprescindível nos primeiros meses do animal no novo lar. Monitorar a exploração da casa nova, bem como restringir o acesso do filhote a áreas externas, por exemplo, ajuda a evitar acidentes muitas vezes fatais.

Que o diga a gerente Suelen Ribeiro Carvalho, de 36 anos. Tutora de Marreta, buldogue francês de 7 meses, ela passou um susto recentemente depois que o cão foi atropelado dentro de casa.

Veterinária no Life Hospital Veterinário, em BH, Sandra Matoso diz que a vigilância deve ser parecida com a que se tem com bebês. “É a mesma coisa de uma casa com criança. É preciso ser vigilante no dia a dia”, reforça.

Fonte: Hoje em Dia

cachorro segurando uma mangueira de água com a boca

Confira oito cuidados que você deve ter com seu cachorro no verão

É difícil para os nossos amigos de quatro patas perderem calor porque eles não transpiram como nós. Ao contrário dos seres humanos, cães e gatos possuem pouquíssimas glândulas sudoríparas espalhadas pelo corpo. Se não forem tomadas precauções, o estresse térmico pode causar intenso sofrimento, e até levá-los à morte, como aconteceu na última segunda-feira (7) com uma cadela da raça beagle que não resistiu às altas temperaturas do verão carioca e morreu de hipertermia.

cachorro segurando uma mangueira de água com a boca

Foto: Pixabay

Durante o verão intenso, os animais que não conseguem encontrar uma forma de resfriar o corpo acabam aumentando a ventilação pulmonar (ficam ofegantes). Caso o animal continue exposto ao calor excessivo, ele poderá entrar em “agonia respiratória” e sofrer uma hipertermia. De acordo com os médicos veterinários André B. Meirelles e Diogo Alves da Conceição, aqui vão algumas dicas e cuidados que você deve tomar com seu cachorro para que ele não seja consumido pelo calor do verão:

Fique atento aos sintomas

As raças de cães que apresentam focinhos curtos correm maior risco. Isso acontece por causa da dificuldade natural de respirar que estes animais têm por conta da anatomia do focinho. Tutores de cães como os bulldogs, pugs, boxers, shi tzu e lhasas apso, devem ter cuidados redobrados. Cães mais velhos também são mais propensos a sofrer com o calor porque seu sistema termorregulador não funciona tão bem quanto o de cães mais jovens.

Os principais sintomas são hipersalivação, respiração ofegante acima do normal, pele muito quente, batimento cardíaco acelerado, cansaço, fraqueza e indisposição.

Durante a hipertermia, a temperatura do animal pode chegar aos 42°C. Isto pode provocar vômito, parada cardíaca e até a morte.

Ao sinal de qualquer um desses sintomas é recomendada uma visita ao veterinário com urgência.

Queimaduras nas patas

As glândulas sudoríparas dos cães ficam concentradas nos “coxins”, as almofadinhas das patas. A camada de gordura presente nas patas ajuda a isolar a temperatura, por isso é fundamental cuidar bem delas. Se as patas entram em contato com o asfalto, calçada ou areia quentes no verão, a camada de gordura pode ser insuficiente para a proteção, causando dor extrema, traumas e infecções. É importante evitar os horários de pico de temperatura na hora de levar o cachorro para passear. Se a temperatura do chão estiver quente para você, também estará para o animal.

Hora do passeio

Fazer atividade física é importante para todo animal, mas durante o verão é necessário tomar alguns cuidados específicos, como respeitar o ritmo da passada do cachorro. É imprescindível que os passeios ocorram bem cedo ou após o pôr do sol. Vale levar uma garrafa com água gelada para borrifar sobre o pelo e a boca do animal. Também é recomendado o uso coleira peitoral, porque as coleiras de pescoço podem dificultar a respiração durante o passeio.

Tosa
A perda de calor dos cães é naturalmente prejudicada pela sua pelagem. Tosar o seu cãozinho, principalmente das raças de pelo longo e focinho curto, é uma boa pedida. Mas para aquelas raças que possuem subpelos, como akitas, huskies e chow chow, a tosa deve ser vista com cautela. Os pelos destes cães são importantes para evitar queimaduras solares e podem demorar muito tempo para voltar a crescer, por isso devem ser no máximo aparados.

Alimentação

É recomendado colocar comida para os cães nos horários mais frescos do dia, e cuidado com a quantidade, pois o calor pode causar problemas de digestão.

Hidratação

Essa época do ano é muito propícia para que os cães fiquem desidratados, por isso devem sempre ter água fresca e em abundância por perto. Melhor ainda se estiver gelada, pois quando ingerida, ajuda a regular a temperatura do corpo. Nos dias mais quentes vale até colocar algumas pedras de gelo na água.

Local para deitar

Os cães precisam de superfícies mais frias como um piso de azulejo ou até mesmo a grama. Deitar nesses locais possibilita que eles percam calor por contato. Os tapetes refrescantes podem ser uma opção. Eles possuem um sistema de refrigeração através de gel, que é ativado pelo peso e pressão do cão sobre ele. Mesmo após algum tempo ele se mantém frio em relação ao ambiente, e não precisa de água, refrigeração ou eletricidade.

Ventilação

Em dias muito quentes, se puder permitir que seu cachorro tenha acesso a um local refrigerado ele ficará muito agradecido. Ligue ventiladores ou o ar-condicionado para que ele possa se refrescar, mas cuidado: choques de temperatura podem fazer mal. É recomendado que você suba a temperatura aos poucos antes de sair com ele para a rua, por exemplo. Nunca deixe seu animal dentro de carros ou locais sem ventilação.

Fonte: O Globo

pug envolto em cobertor

Cachorro com tosse: descubra o que fazer

Cachorro com tosse: o que pode ser?

O cachorro com tosse manifesta um mecanismo de reação do corpo a algum processo de irritação das vias aéreas ou respiratórias. E por isso ele pode ter uma série de causas e ser desencadeada por muitos fatores. Ou seja, seu cachorro pode estar sofrendo desde um episódio alérgico até um problema cardíaco mais grave. Saiba o que é bom para a tosse do seu cão e como tratá-la.

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Foto: Dog Hero

O que fazer quando meu cachorro está com tosse

Você deve estar se segurando para não dar aquele xarope de agrião que sua avó fazia para você. Mas se contenha, às vezes a tosse é só um reflexo de uma via nasal irritada. As causas que deixaram um cachorro com tosse incluem ter cheirado uma flor cujo pólen ressecou sua garganta ou um passeio atrás da lavadora de roupas – que guarda aquele pozinho – atrás de algo que ele achou que seria um presente perfeito para você.

O que é importante notar em um cachorro com tosse é a frequência, o aspecto da tosse – se seca ou produtiva (com sangue, pus ou catarro). Também vale conferir outros sintomas, como febre, cansaço, falta de ar e inchaço nas vias respiratórias. É importante distinguir uma tosse de um engasgo, espirro, chiado, entre outros, para ajudar seu veterinário na hora do diagnóstico.

Se a tosse for persistente e você sentir que está incomodando seu cachorro mais do que deveria, leve-o ao veterinário. Mas se você sacar que ela é esporádica, alguns remédios caseiros e sem risco à saúde do seu cão podem ajudar a aliviar os sintomas.

Receitas e remédios caseiros para tosse

Mel natural

Além de ser docinho, o mel tem propriedades antibióticas por causa das enzimas produzidas pelas abelhas durante sua produção. Por isso é tão usado como remédio caseiro contra tosses e resfriados.

Dê uma colher de chá a cada cinco horas para seu cachorro lamber. Não abuse, pois o mel pode causar desconforto no estômago dele. E lembre-se de usar mel natural, pois o açúcar das versões industrializadas pode fazer mal ao animal. Além disso, não é recomendável dar mel a filhotes menos de um ano, pois seu trato digestivo ainda não está completamente desenvolvido.

Alimentos ricos em vitamina A

Alimentos ricos em vitamina A – como receitas com cenoura, espinafre, pêssego, etc – ajudam a fortalecer o sistema imunológico. Se seu cachorro não está acostumado a comer frutas e legumes, você pode tentar fazer sucos e sopas ou incorporar uma cenoura cozida ou assada em sua ração. Lembre-se sempre de usar frutas e legumes naturais, não processados.

Vaporizador de ar

Muitas vezes a tosse está associada a uma simples irritação por ressecamento da mucosa do trato respiratório. Para ajudar a aliviar esse incômodo, você pode fazer um vaporizador de ar (se tiver um umidificador elétrico, melhor ainda!). E ele pode ser improvisado. É só colocar uma bacia de água morna ao lado do seu cão quando ele estiver dormindo.

Causas e tratamento da tosse em cachorro

Sempre que vemos nossos queridos animais domésticos com algum sintoma estranho, queremos que ele melhore logo e corra feliz pela casa fazendo as estripulias de sempre. Por isso é importante saber o que observar e que sinais indicam a necessidade de um cuidado mais extensivo, com diagnóstico médico. Conheça as principais causas para um cachorro com tosse:

– Alergias

Sim, seu cãozinho pode ser alérgico a insetos, comidas, xampu e outras coisas. As alergias não costumam ser uma causa grave e tendem a passar assim que o organismo se livra do componente tóxico para o corpo do animal. Mas se ele apresentar algum inchaço, leve-o ao veterinário.

– Infecções

As infecções caninas geralmente são causadas pela presença de vírus e bactérias no organismo. E algumas delas podem causar condições mais complicadas de se tratar, como gripe canina e bronquite, que apresentam um quadro de tosse com febre, coriza e cansaço. Infecção por fungos, como aspergilose – que provoca tosse, espirros, corrimento e hemorragia nasal também exigem cuidados. Da mesma forma, a blastomicose, que apresenta febre, perda de peso, inflamação e lesões cutâneas. Se seu cachorro apresentar os sintomas mencionados acima, leve-o ao veterinário.

– Parasitas

Se, além da tosse, seu cachorro apresentar cansaço extremo, insuficiência cardíaca e falta de apetite, ele pode ter entrado em contato com algum parasita lumbricoide, como o que causa a difilariose (verme do coração). Se você desconfiar da presença de parasitas, leve-o ao veterinário. E fique atento à limpeza dos ambientes, pois esses parasitas são transmitidos por contaminação.

Além dessas causas, a tosse pode também ser um sinal de doenças um pouco mais graves, como tumores, problemas cardíacos e traqueobronquite. Embora essas condições sejam um pouco mais raras, elas são severas. Por isso é importante, além de prestar atenção aos sintomas (entre os quais a tosse está incluída), manter a visita ao veterinário em dia, pois o diagnóstico correto e precoce pode salvar a vida do seu cão.

Tratamentos para cachorro com tosse

O tipo de tratamento da tosse canina depende do seu motivo. Se seu cachorro estiver com uma infecção por bactéria, o tratamento é feito com antibióticos, enquanto o tratamento para condições mais graves, como insuficiência cardíaca, pode incluir cirurgia.

O ideal é que você esteja sempre atento à saúde do seu cachorro. Em casos esporádicos e menos graves, remédios caseiros podem ser suficientes para o tratamento. Mas se sentir que o quadro ficou mais grave, leve-o ao veterinário para obter diagnóstico adequado, saber as medidas profiláticas e os tratamentos recomendados.

Fonte: Dog Hero

Filhotes de animais silvestres correm risco de morte sem cuidados especializados

Foto: Pixabay

As chances de sobrevivência de filhotes de animais silvestres são mínimas sob os cuidados de pessoas que não possua conhecimento especializado. Mesmo com todos os esforços, na primeira fase de vida, os filhotes extraídos dos pais, muitas vezes exigem o auxílio de equipamentos de alta tecnologia, além do acompanhamento médico-veterinário e dieta nutricional específica a cada três horas e até mesmo a internação em incubadoras.

Nesta quinta-feira, 10, completa um mês, que um bebê da espécie macaco foi entregue aos cuidados do Centro de Fauna (Cefau) unidade de reabilitação de animais silvestres de responsabilidade do Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins). A espécie encaminhada pela equipe do Batalhão da Polícia Militar Ambiental (BPMA) foi resgatada em uma entrega voluntária realizada por um morador do município de Tupiratins.

O inspetor de Recursos Naturais do Instituto, Gilberto Iris, destacou. “É frequente o recebimento de animais silvestres no Centro de Fauna, entregue por pessoas, que no primeiro momento, tentam criar o animal. Com intuito de reduzir a ocorrência de óbito de animais silvestres e em especial dos filhotes, o Naturatins recomenda a entrega voluntária, o mais rápido possível, aos cuidados dos órgãos ambientais”.

De acordo com a médica-veterinária do Naturatins, Grasiela Pacheco, o filhote de Macaco Prego, de nome científico Sapajus libidinosus, chegou ao Cefau ainda recém-nascido, pesando apenas 160gr e com o cordão umbilical, o filhote era muito pequenino, não estava aquecido e parecia desestruturado emocionalmente.

“Diariamente recebemos pelo menos um filhote de uma espécie silvestre. A criação de animal silvestre é ilegal, configura crime ambiental. A chance de sucesso nessa fase da criação é muito pequena, a saúde do animal é delicada, se debilita em poucas horas e todo o processo é muito caro. Infelizmente muitas pessoas demoram decidir pela entrega ao órgão ambiental e a cada minuto, aumenta os riscos de morte do animal”, relatou Grasiela, ao recomendar a entrega mais breve possível.

“A entrega rápida desse filhote ao BPMA salvou a vida do animal, que precisou ser internado em uma incubadora para manter a temperatura corporal e amamentado a cada 3 horas, inclusive durante a noite, com dosagens e temperaturas da alimentação controladas. Os recém-nascidos são totalmente dependentes de cuidados parentais, o que torna necessário reproduzir alguns cuidados, como estimular a defecção após a mamada”, destacou a médica-veterinária.

“A alimentação é complexa, sendo necessário o leite zero lactose enriquecido com complementos minerais e vitamínicos. No começo foi difícil adaptar ao bico da mamadeira, o que exige muita paciência e dedicação até passar as primeiras horas. Ele mamava no máximo 5 ml de leite, hoje o filhote está mais forte, já se adaptou ao método e à alimentação. Agora ingere entre 20 a 30 ml por mamada, dando os primeiros sinais positivos do processo de reabilitação”, diagnosticou a situação do animal, Grasiela Pacheco.

Reabilitação e soltura

No Cefau há seis macacos em processo de reabilitação e não tem como precisar o tempo necessário, pois segundo a veterinária, depende de muitos fatores. Como são animais de convivência em grupo, a soltura depende da formação de um conjunto coeso, além de outros fatores como, o tempo que o animal permaneceu em cativeiro domiciliar, a quantidade de machos e fêmeas, as condições de saúde que apresentaram na chegada, se são aceitos no grupo e se possuem algum comportamento estereotipados.

Outras espécies de filhotes silvestres também estão sendo tratadas no Centro de Fauna, entre eles, um veado, uma arara, um cachorro do mato, todos entregues por pessoas que no primeiro momento tentaram criar esses animais; além dos filhotes órfãos de espécies que geralmente são vítimas de atropelamento.

“O ideal é não prender os animais, deixá-los livres para poderem cumprir sua função biológica através da dispersão de sementes, participação na cadeia alimentar. Então assim permitir que a Natureza mantenha um ambiente sadio para todas as espécies. Se reproduzam e completem seu ciclo de vida”, finalizou Grasiela.

Entrega voluntária

Em média, 99% dos macacos recebidos no Centro de Fauna do Naturatins são oriundos da entrega voluntária realizadas por pessoas, que primeiro tentaram criar em casa. Recentemente houve a soltura de um grupo de primatas. Mas além do longo processo de reabilitação e do custo para que a espécie possa retornar a natureza, é importante sensibilizar a população sobre a possibilidade e o perigo de um repentino ataque que esses animais podem desencadear, ao se sentirem ameaçados.

Constantemente, as equipes dos órgãos ambientais buscam esclarecer que manter um macaco, ou qualquer outro animal silvestre, em casa, não é seguro. Os macacos são animais curiosos e uma espécie de convivência em grupo. Ao levar um animal silvestre pra casa todos os moradores da residência ficam expostos as possíveis transmissões de zoonoses, devido a proximidade, uma situação ainda mais preocupante quando se trata de primatas.

Outro aspecto é o grande potencial de agressividade que esses animais possuem, quando precisam se defender. A convivência com primatas é considerada a mais complexa, pois quando entram na maturidade sexual se tornam perigosos. Eles possuem dentes grandes e potentes, são ágeis, fortes e se defendem em grupo.

Nesta quarta-feira, 9, uma macaca recolhida pela Guarda Metropolitana no bairro Santa Fé e entregue aos cuidados do Cefau se encontra em observação médica. Para realizar a entrega voluntária de um animal silvestre, basta o interessado acionar uma das equipes dos órgãos ambientais do Estado ou solicitar auxílio através do canal Linha Verde pelo telefone 0800 63 1155 ou via internet no site naturatins.to.gov.br.

Fonte: O Girassol

Mulher forma um elo incrível com gafanhoto pequeno e ferido

Em setembro do ano passado, Chelsea Euliano, passeava por um parque em Oceanside, Nova York, com sua irmã e seu cachorro quando ouviu algo que mudaria sua vida. Era um som alto e constante de chichiar. Quando Chelsea olhou ao redor, encontrou um pequeno gafanhoto no chão.

Foto: Reprodução | Facebook

Chelsea viu imediatamente que o gafanhoto estava ferido . “Estava faltando uma pata traseira. Essa coitadinha não pode pular. Está apenas arrastando seu corpo”, disse ela ao The Dodo.

Inicialmente, Chelsea não sabia o que fazer. Ela já havia resgatado muitos animais incluindo cisnes, patos, gambás, gatos e cachorros – mas nunca um inseto . Ela não tinha certeza se queria tocar no gafanhoto.

Mas algo sobre o chichiar persistente da criatura a fez se curvar e estender a mão.

“Eu pensei: Se eu colocar minha mão no chão e ela vier, eu vou ter que pegá-la e salvá-la”, disse Chelsea . “E você acredita? Eu abaixei minha mão e ela se arrastou.

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Chelsea viu uma xícara do Dunkin’ Donuts no chão, então ela colocou o gafanhoto dentro e o levou para casa.

Ela estava ansiosa para ajudar o gafanhoto, agora chamado Duncina, mas não sabia como. Então Chelsea entrou em contato com um entomologista e pediu conselhos.

Eles disseram que geralmente eles morrem pois a vida útil é de maio a setembro.

“Acho que ela vai viver mais e acho que posso cuidar bem dela”, disse Chelsea ao entomologista  .

Então ela pegou um aquário de vidro, encheu de terra, galhos, feno e alfafa. Também garantiu que Duncina recebesse alimentos saudáveis, incluindo trevos, milho, folhas de erva-doce, abacaxis, maçãs, bananas e até mesmo Cheerios.

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“Eu segurava um Cheerio ou um pedaço de milho e ela literalmente comia da minha mão”, disse Chelsea.

“Ela literalmaente precia estar sorrindo. Ela era a coisinha mais fofa. Acabei chamando-a de Duncina Bambina ou minha pequena Raisinette porque sua cabeça parecia minúscula e enrugada como uma pequena passa”.

Até a mãe de Chelsea se apegou a Duncina.

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“No começo, minha mãe dizia que não acreditava que eu tinha um gafanhoto como animal doméstico, mas quando ela ia ao supermercado, sempre comprava erva-doce para Duncina”.

Quando Duncina colocou ovos dentro do terrário, Chelsea sabia que tinha que ajudar também a amiga do gafanhoto.

“Eu tenho que cuidar desses ovos. Então levei os ovos para fora e meu pai me ajudou a cultivá-los.

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Quando o tempo estava quente o suficiente, Chelsea levava Duncina para pegar ar fresco – e o gafanhoto colocava ainda mais ovos e os enterrava.

“Eles costumam botar ovos, e esse é o fim de sua vida útil”, disse Chelsea. “Os ovos vão realmente congelar no inverno.”

Mas Duncina não morreu imediatamente. Ela durou até setembro, outubro e a maior parte de novembro. Mas no dia 17 de novembro, ela se foi.

“Eu tinha um casamento para ir naquele dia, mas acordei e a alimentei”. Eu estava me preparando e sempre olhava para o seu pequeno aquário. Ela estava no ramo … mas quando a vi, ela já tinha partido”.

Chelsea ficou muito chateada – mais do que ela jamais imaginou que poderia ficar por um inseto.

Duncina partiu, mas seu legado continua vivo. Ela não apenas mudou a mente de Chelsea sobre os insetos, mas também mudou a mente de outras pessoas.

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“Muitas pessoas não gostam de insetos, então pisam neles e … sentem medo”. “Mas quando me viram no Facebook com Duncina, eles disseram: Você realmente mudou minha opinião sobre gafanhotos. Eu não posso acreditar em como ela é fofa. ”

Duncina até inspirou a prima de Chelsea a resgatar um gafanhoto também. “Minha prima tinha um gafanhoto preso no para-brisa e ela realmente resgatou e o soltou em um pomar de maçãs”.

Chelsea está ansiosa com a chegada da primavera, quando os ovos de Duncina devem eclodir, em maio.

“Não sei se algum dia verei os bebês, se algum dia estarão no jardim. Mas estou esperando”.

um labrador sentado olhando para seu prato de comida

Estudo afirma que cachorros acima do peso podem viver menos

Pesquisadores examinaram mais de 50 mil cães de 12 das raças mais populares, usando estatísticas do Banfield Pet Hospital, ao longo de duas décadas. A correlação entre excesso de peso e tempo de vida reduzido foi observada em todas as raças, embora alguns tenham menos tempo de vida do que outros.

um labrador sentado olhando para seu prato de comida

Foto: Getty ImagesUm pastor alemão do sexo masculino com excesso de peso, por exemplo, provavelmente morrerá cinco meses prematuramente, enquanto um Yorkshire Terrier obeso pode perder até dois anos e meio de sua vida.

A obesidade nos animais domésticos está em ascensão no Reino Unido e nos Estados Unidos. Quase metade das famílias norte-americanas abriga um cachorro ou gato, com um em cada três acima do peso.

Alimentar demais é muitas vezes a causa disso. Mais da metade dos tutores afirmam que costumam dar comida para seus animais, caso eles implorem. Enquanto quase 25% deles às vezes superalimentam seus animais apenas para “mantê-los felizes”. Muitos admitiram que não medem as porções de comida para animais domésticos. E isso pode ter um impacto na qualidade e duração da vida dos animais.

Co-autor do estudo e professor de Medicina de Animais de Pequeno Porte da Universidade de Liverpool, Alex German, disse: “Os tutores muitas vezes não sabem que seu cão está acima do peso, e muitos podem não perceber o impacto que pode ter sobre a saúde deles.”

“O que eles podem não saber é que, se seu amado animal é muito pesado, eles são mais propensos a sofrer de outros problemas, como doenças articulares, problemas respiratórios e certos tipos de câncer, além de piorar a qualidade de vida. Esses problemas de saúde e bem-estar podem afetar significativamente o tempo de vida.”

“Para muitos tutores, dar comida, particularmente saborosos restos de comida e petiscos, é a maneira como demonstramos afeição pelos animais”, acrescentou. “Ser cuidadoso com o que você dá ao seu cão pode ajudar a mantê-los em boa forma, permitindo que eles vivam por muitos anos.”

Alex German tem essas quatro dicas para garantir que seu cão mantenha um peso saudável:

1- Fale com o seu veterinário sobre o peso ideal do seu cão e quanto alimento ele precisa.
2- Certifique-se de que eles recebam a quantidade certa de exercício, dependendo do tamanho e da raça.
3- Evite dar para eles os restos de comida, especialmente porque nem todos os alimentos são seguros para animais de estimação.
4- Pesar o seu cão regularmente, pois mesmo um ligeiro aumento no peso pode ter um grande impacto na sua saúde.