MP quer proibição de exportação de animais vivos no Paraná

Por David Arioch

Em 2018, o Brasil exportou cerca de 700 mil bovinos vivos por via marítima (Foto: TV Tribuna/Reprodução)

Este mês o Ministério Público do Paraná expediu uma recomendação administrativa ao Instituto Ambiental do Paraná (IAP) com a finalidade de impedir a exportação de gado vivo a partir do Porto de Antonina.

No documento, a 2ª Promotoria de Justiça de Antonina e o Núcleo de Paranaguá do Grupo de Atuação Especializada em Meio Ambiente, Habitação e Urbanismo (Gaema) recomendam ao órgão ambiental estadual a anulação do protocolo que trata da autorização de exportação de gado vivo.

Na recomendação, o Ministério Público afirma que o Porto de Antonina não possui estrutura e condições adequadas para esse tipo de movimentação, tampouco as respectivas licenças ambientais, urbanísticas e sanitárias necessárias.

Por meio de nota, a administração do Porto de Antonina declarou que o embarque de animais vivos pelo Terminal Portuário Ponta do Felix tem seguido os trâmites de ordem jurídica e operacional.

“Reforçamos que a administração portuária não tem prerrogativa de negar ou barrar as operações privadas, que atendam os dispositivos legais e restrições operacionais”, publicou. O MPPR ainda não se manifestou sobre a resposta da administração portuária que decidiu permitir o embarque de quatro mil bovinos com destino à Turquia na semana passada, onde serão mortos seguindo os preceitos do abate halal.


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Norma que permite caça de javalis com cães vai ser discutida hoje na Câmara

Por David Arioch

Uma proposta do deputado Célio Studart (PV-CE) quer a sustação da norma estabelecida pelo poder Executivo | Foto: Pixabay

Hoje, a partir das 14h, a Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável vai discutir no Plenário 8 da Câmara dos Deputados a norma Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), que permite o uso de cães e armas brancas na caça de javalis.

Contrário à medida e responsável pela audiência pública desta terça-feira, o deputado Ricardo Izar (PP) sustenta que a liberação da prática de caça com fins de controle populacional do javali só poderia ser considerada ante extensa fundamentação científica e discussão pública.

Além de permitir o uso de cães, armas brancas e armadilhas do tipo jaula e curral, a Instrução Normativa Nº 12/2019 cria o Sistema de Informação de Manejo de Fauna (Simaf), que dispensa entrega de relatórios de manejo nas unidades do órgão. Tudo é informado eletronicamente pelos caçadores.

Uma proposta do deputado Célio Studart (PV-CE) quer a sustação da norma estabelecida pelo poder Executivo. Por meio do Projeto de Decreto Legislativo (PDL) 137/2019, ele argumenta que a caça de javalis já é um método de abate cruel, que causa muito sofrimento aos animais, já que os tiros desferidos contra os javalis, em sua maioria, não levam à morte imediata do animal. Sendo assim, eles sangram muito e agonizam antes de falecer.

“Cães são muito utilizados para perseguir os javalis, e frequentemente se ferem de maneira grave, podendo mesmo até perecer durante a caçada. O abate dos javalis é comumente feito com arma branca, empregando-se bastante violência, desferindo golpes em animal ainda consciente”, aponta Studart.

E acrescenta: “O Parlamente brasileiro não pode ser conivente com prática tão desumana como essa, e deve sustar as normas do Poder Executivo que extrapolem seu poder regulamentar, conforme mandamento constitucional.”


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Comediante gera polêmica no Reino Unido ao declarar que veganos são mais éticos

Por David Arioch

Ranganathan publicou que seguidores que não simpatizam com o veganismo comentaram que ele “é a pior escória da face da Terra” (Foto: BBC2)

Recentemente o comediante britânico Romesh Ranganathan gerou polêmica no Reino Unido ao declarar que veganos são mais éticos. A afirmação foi feita em um vídeo publicado pela BBC2:

“As pessoas odeiam veganos, e elas odeiam veganos porque acham que nos consideramos melhores do que os não veganos, e eles acham que estamos sempre batendo em cima disso, e todas essas coisas são verdadeiras.”

E acrescenta: “Sou melhor do que você se você não é vegano. Em relação às minhas decisões éticas, sou muito melhor que você. Sou melhor para o planeta, melhor para os animais…”

Ranganathan publicou que seguidores que não simpatizam com o veganismo comentaram que ele “é a pior escória da face da Terra e que seu tempo para pagar por essas atitudes virá em breve.”

Primeiro o comediante declarou que “não imaginava tantas reações” e que a lição foi aprendida, embora tenha deixado claro em seguida que na realidade já esperava esse tipo reação.

“Você vai me ver expressando visões provocativas apenas em shows de comédia, no palco e nesta coluna [da BBC], e provavelmente em outro vídeo. Quem eu estou enganando? Veganos são o futuro, e se você consome laticínios e carne você não se importa com o planeta “, provocou mais uma vez.


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Artistas internacionais se apresentam em festival no Caribe contra a poluição plástica

Por David Arioch

Músico australiano Cody Simpson foi uma das atrações do Play it Out (Foto: Divulgação/EPA/ONU)

No final de semana, artistas, celebridades e líderes políticos se reuniram no Estádio Nacional Sir Vivian Richards, na ilha de Antígua e Barbuda, para participar do festival Play it Out, que visa ampliar a conscientização e inspirar ações para combater a poluição plástica.

Além de apoiar o ativismo global, o festival teve como objetivo reconhecer iniciativas concretas que ajudam a responder ao problema da poluição plástica, incluindo a campanha Mares Limpos, da ONU Meio Ambiente, que se propõe a acelerar ações previstas no Plano de Ação Caribenho para Plásticos.

Com apresentação das atrizes Meagan Good e Amanda Cerny, o evento contou com apresentações do rei do gênero caribenho soca, Machel Montano e da cantora Ashanti, vencedora do Grammy, além de outros nomes como DJ Robin Schulz; da dupla de R&B Nico & Vinz; da banda de indie-rock St. Lucia; da banda colombiana de eletropop Bomba Estereo; do músico australiano Cody Simpson; e do cantor de reggae ganês Rocky Dawuni.

O evento foi organizado pela presidente da Assembleia Geral da ONU, Maria Fernanda Espinosa, junto aos governos da Noruega e de Antígua e Barbuda.

Brasil é o 4º maior produtor de lixo plástico do mundo

Segundo a ONU, 80% de todo o lixo marinho é composto por plástico e a estimativa é que em 2050 a quantidade de plásticos na água supere a de peixes. Vale lembrar também que o Brasil é o 4º maior produtor de lixo plástico do mundo e recicla apenas 1%. Sem a destinação adequada, grandes quantidades de resíduos plásticos chegam aos oceanos e afetam a vida marinha, já que muitos animais acabam consumindo esse tipo de produto que interfere até mesmo no comportamento reprodutivo das espécies.

Grupo de senadores lança “Junho Verde” em defesa do meio ambiente

Por David Arioch

Contarato: “Nós temos que debater, principalmente em um momento tão delicado pelo qual o Brasil está passando” (Foto: Agência Senado)

Um grupo de senadores liderados pelo presidente da Comissão de Meio Ambiente (CMA), Fabiano Contarato (Rede-ES), lançou na semana passada a campanha “Junho Verde”, que tem o objetivo de dedicar este mês às causas ambientais, promovendo debates sobre aquecimento global, desertificação, preservação das águas e das florestas, e também proteção dos animais.

“Durante os dois anos de mandato, enquanto eu estiver presidindo a comissão, essas audiências públicas vão se tornar uma constante, porque nós temos que debater, principalmente em um momento tão delicado pelo qual o Brasil está passando”, disse Contarato.

Os senadores da Comissão de Meio Ambiente também apresentaram um projeto para incorporar o “Junho Verde” ao calendário permanente do Senado. “Antes da eleição já se falava em acabar com o Ministério do Meio Ambiente, mas se ele não conseguiu fazer isso de direito, está fazendo de fato. Acabou com a Secretaria de Educação Ambiental, enfraqueceu o Ibama e o ICMBio, está autorizando a extração de minério em terras indígenas”, criticou o presidente da CMA.

Segundo Fabiano Contarato, o Brasil está caminhando na contramão, no retrocesso, enquanto que na comunidade europeia os “verdes” estão ganhando espaço.

“Preservar o meio ambiente é preservar a vida humana, eu não tenho dúvida. E o Brasil tem que entender que isso não é só a questão ambiental. Porque transcende o espaço territorial brasileiro, é um direito planetário que vai abalar a economia porque os países envolvidos que lutam pela preservação ambiental não querem firmar acordo com o Brasil se não houver esse comprometimento”, argumentou.

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, disse que apoia a criação do “Junho Verde”. Integrante do grupo, o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) questionou a Medida Provisória 867/2018, que expira hoje, mas que prevê alteração do código florestal, anistiando desmatadores.

“É uma MP originalmente pensada com um objetivo: regularização fundiária. E se tornou um festival de jabutis, que deforma o Código Florestal. Essa medida provisória expira na segunda-feira [hoje], então é bom que se diga, nós não aceitaremos essa MP por todas as razões. Não aceitaremos uma MP cheia de jabutis vir da Câmara federal e ser apreciada aqui com a quebra de todos os interstícios, seja hoje seja amanhã”, afirmou Randolfe.


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Comissão rejeita projeto que limita desmatamento da Amazônia a 30% da área

Por David Arioch

A proposta será analisada ainda, em caráter conclusivo, pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania (Foto: AP/Andre Penner)

A Comissão de Integração Nacional, Desenvolvimento Regional e da Amazônia da Câmara dos Deputados rejeitou o Projeto de Lei 8672/17, que limita o desmatamento da floresta amazônica a 30% da área total do bioma.

Autor da proposta, o deputado Carlos Henrique Gaguim (DEM-TO) argumenta que mais de 750 mil km² da floresta já foram desmatados, o que corresponde a cerca de 20% de sua extensão original.

Mas, segundo a Agência Câmara, para o relator, deputado Capitão Alberto Neto (PRB-AM), a proposta pode ter o efeito oposto do desejado. “Estabelecer um limite de 30%, como proposto no projeto, seria visto pelos desmatadores, e talvez até pelo governo, como uma meta, e não um teto”, disse.

Ele ressaltou ainda que o desmatamento, quando realizado sem licença da autoridade ambiental competente, já é crime pela legislação atual.

A proposta será analisada ainda, em caráter conclusivo, pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.


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Cadeia de churrascarias decide investir em alternativas à carne

Por David Arioch

A carne já não é vista pela Fogo de Chão como uma aposta única e integral (Foto: Experimente SP/Fogo de Chão)

A cadeia brasileira de churrascarias Fogo de Chão, que tem sua história iniciada na Serra Gaúcha, anunciou na semana passada por meio de sua sede global no Texas, nos Estados Unidos, que pretende investir em alternativas à carne.

Com 53 unidades espalhadas pelo Brasil, Estados Unidos, México e Oriente Médio, a rede com sede global na cidade texana de Plano é mais conhecida pelo rodízio, modalidade oferecida a um preço fixo. Mas a carne já não é vista como uma aposta única e integral.

Há dois anos a rede tem acompanhado a realidade do mercado de proteínas à base de vegetais e agora quer incluí-las em seu cardápio. “Nossos preços incluem tudo, então por que não ofereceríamos isso? Não há riscos”, disse o CEO da Fogo de Chão, Barry McGowan, ao Nationl Restaurant News, em referência ao fato de que os substitutos da carne estão ganhando cada vez mais mercado.

McGowan não entrou em detalhes se a intenção é trabalhar com produtos de marcas já conhecidas como Beyond Meat ou Impossible Foods ou se pretendem buscar uma outra alternativa menos conhecida. Mas deixou claro que em breve as opções sem carne serão uma realidade na Fogo de Chão.

Fundador do Wu-Tang Clan apoia projeto que proíbe comércio de peles em Nova York

Por David Arioch

RZA começou a sua transição para o vegetarianismo na década de 1990 e mais tarde decidiu se tornar vegano (Foto: Getty)

O fundador do icônico grupo de hip-hop Wu-Tang Clan, Robert Fitzgerald Diggs, mais conhecido como RZA, enviou esta semana um e-mail à Câmara Municipal de Nova York declarando o seu apoio ao projeto de lei do vereador Corey Johnson, do Partido Democrata, que prevê a proibição da fabricação e do comércio de peles na cidade.

“Estou escrevendo para pedir que apoiem a lei do vereador Johnson que proíbe a venda de peles em Nova York. Sou nascido no Brooklyn, mas tenho laços profundos com os cinco distritos desde os meus primeiros dias com o Wu-Tang Clan”, destaca.

A declaração de RZA surgiu como reação ao fato de haver membros da comunidade negra de Nova York contrários à proibição. Em sua justificativa, eles alegam que o “material é um símbolo do status da comunidade negra”.

“Embora haja quem argumente que peles são usadas para mostrar o status de elite em nossa comunidade em resposta à desigualdade que enfrentamos na sociedade, esses dias ficaram para trás. Isso se reflete em uma pesquisa que mostra que 77% dos eleitores da comunidade negra de Nova York apoiam o projeto”, rebate.

RZA começou a sua transição para o vegetarianismo na década de 1990 e mais tarde decidiu se tornar vegano. Em 2014, aproveitando o lançamento do álbum “A Better Tomorrow”, o sexto do Wu-Tang Clan, ele gravou um vídeo para a organização PETA relatando que não precisa consumir partes de animais mortos.

“Não há nada neste planeta que não queira viver. Eu tinha animais como amigos e eles estavam felizes em me ver à sua maneira. Tenho certeza de que não queriam estar no meu prato”, narra.

O músico faz um apelo para que as pessoas se conscientizem “que nós somos o que comemos” e declara que não há como esperar pelo melhor se alimentando de animais estressados e fadigados. “Quando penso em um amanhã melhor, penso no veganismo”, diz.

Em maio de 2018, RZA estrelou uma campanha pró-veganismo exibida nos cinemas dos Estados Unidos antes da exibição de “Han Solo – Uma História Star Wars”. No vídeo, ele aparece se transformando em diferentes homens, mulheres e animais enquanto fala que todos somos o mesmo.

RZA também é ator, produtor e proprietário da marca de vestuário 36 Chambers que, por razões éticas, não utiliza nem comercializa nada de origem animal.

Jerome Flynn, de Game of Thrones, conta como abdicou dos alimentos de origem animal

Por David Arioch

Ator abdicou completamente do consumo de alimentos e produtos de origem animal há três anos | Foto: Divulgação

Em entrevista publicada na semana passada pelo jornal britânico Daily Mail, o ator Jerome Flynn, mais conhecido pelo personagem Bronn, da série Game of Thrones, da HBO, disse que, a princípio, decidiu parar de se alimentar de animais porque estava gostando de uma colega vegana na escola de artes dramáticas:

“Ela costumava rosnar para mim se eu me sentasse ao seu lado para comer uma linguiça na hora do almoço. Eu era um pouco ingênuo sobre o processo de produção de carne e ela me trazia folhetos educativos da PETA e Viva!.”

Flynn disse que achou difícil ser vegano à época, principalmente porque ele não sabia como obter proteínas a partir de fontes vegetais.

“Continuei com o queijo de cabra achando que havia menos crueldade envolvida. Mas então minha amiga Juliet Gellatley [fundadora e diretora da organização vegana Viva!] compartilhou informações sobre uma campanha que estava realizando sobre a indústria de caprinos”, lembra.

Foi então que há três anos o ator abdicou completamente do consumo de alimentos e outros produtos de origem animal: “Ficou explícito o tipo de crueldade que está acontecendo [nessa indústria].”

Jerome Flynn enfatizou também que é muito mais fácil ser vegano agora do que há 40 anos quando ele decidiu parar de comer carne.

“Há maravilhosas alternativas para a proteína da carne, como os queijos fermentados de castanha-de-caju que são incríveis. Você pode até obter substitutos de ovos”, citou e acrescentou ainda que parar de se alimentar de animais o ensinou a cuidar mais de si mesmo e a amar cozinhar: “É um presente.”

Segundo o ator, se quisermos evitar mergulhar o planeta em uma profunda catástrofe, teremos que mudar nossos hábitos alimentares e consumir muito mais proteínas à base de vegetais. Do contrário, continuaremos castigando também os animais e os ecossistemas.

Ele revelou também que a abstenção do consumo de alimentos de origem animal começou a ganhar popularidade nos bastidores de Game of Thrones. Quando a filmagem da série começou há 10 anos, os atores tinham de levar o seu próprio leite vegetal para o set de filmagem. Com o tempo, passaram a ter três opções oferecidas pela produção.

A principal dica de Jerome Flynn para quem pensa em abdicar completamente dos produtos de origem animal é se educar sobre o assunto. “Para que você tenha energia, paixão e estímulo.”

Bezerro é poupado do matadouro e recebe o nome de Oreo

Por David Arioch

Ele é apenas um cara de seis meses, realmente um bebê”, enfatizou a direção do santuário (Foto: Unity Farm Sanctuary/ivulgação)

Na semana passada, um bezerro foi poupado do matadouro depois de pular de um reboque em movimento em Hopkinton, uma cidade de pouco menos de 15 mil habitantes em Massachusetts, nos Estados Unidos.

O animal da raça escocesa Belted Galloway, criado como “gado de corte”, estava correndo pelo arborizado subúrbio da cidade quando alguém achou que seria uma boa ideia ligar para Tyla Doolin, do santuário de animais Unity Farm, de Sherborn, a cerca de 16 quilômetros de Hopkinton.

Tyla conseguiu encontrar o bezerro, que logo recebeu dos moradores da cidade o nome de Oreo, em referência às suas cores que lembram o biscoito recheado.

Encaminhado para o santuário, o animal já está se familiarizando com os outros moradores. “Ele está morando com uma alpaca no momento (e os dois parecem confusos sobre isso)”, informou a Unity Farm em tom bem-humorado em sua página.

“Nosso veterinário o avaliou e ele parece saudável, e está se recuperando do estresse. Ele é apenas um cara de seis meses, realmente um bebê”, enfatizou a direção do santuário.