Ator Ricky Gervais se reúne com ONG para discutir medidas de proteção para os elefantes africanos

Por Rafaela Damasceno

Antes do Dia Mundial do Elefante, 12 de agosto, o ator Ricky Gervais se uniu à Animal Defenders International (Defensores Internacionais dos Animais) para pedir mais proteção aos elefantes.

São duas fotos. Na primeira, o ator, Ricky Gervais; na segunda, um elefante

Foto: Getty

“Eu não consigo imaginar como seria a África sem os elefantes, mas isso pode se tornar uma possibilidade se os mais poderosos não agirem”, declarou o ator.

Apenas nos últimos 40 anos a população de elefantes diminuiu em mais de 50%, à medida que a caça e a perda de habitat foram aumentando. Atualmente, existem menos de 350.000 elefantes-da-savana e 100.000 elefantes-da-floresta.

Uma nova proposta que será feita na próxima reunião do comércio internacional da vida selvagem, CITES, deve ameaçar a espécie ainda mais. A proposta permitiria o comércio de marfim de elefante e o comércio de animais vivos em países africanos selecionados, que incluem a África do Sul.

“O destino dos elefantes na África está nas mãos daqueles que não vêm as famílias sendo destruídas”, disse Jan Creamer, presidente da Animal Defenders International.

A organização também está tentando apresentar propostas para proteger leões, rinocerontes, girafas e onças.

Ricky Gervais compartilhou, no Twitter, a questão com seus seguidores. O ator também expressou seu desgosto, na rede social, em relação a um vídeo de um grupo de caçadores atacando um leão.


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Músico e produtor Simon Cowell defende os animais e adota o veganismo

Foto: Getty Images

Foto: Getty Images

O músico, produtor e juiz do programa American Idol, Simon Cowell, tem dado passos significantes em defesa dos animais.

Cowell que disse recentemente em um entrevista ao The Sun que estava se tornando vegano em comemoração ao seu aniversário de 60 anos (em outubro), conta que abandonou a carne, os laticínios, o trigo e açúcar e alega que sua nova dieta o tornou mais bonito – dizendo “Eu ganharia uma nota oito [numa escala de 10] e agora eu sou um 11!”.

O músico revela que graças a sua alimentação tem se sentido mais disposto e ainda perdeu 10 kg desde que mudou seus hábitos alimentares.

Mas não é só na alimentação que o produtor e executivo tem agido em prol dos animais, ano passado Cowell doou 49 mil dólares para a Humane Society International (HSI) para salvar 200 cães de uma fazenda de carne de cachorro sul-coreana.

A HSI disse que os cães estavam amontoados em gaiolas minúsculas e imundas. Alguns eram animais domésticos e ainda usavam coleiras.

Os cães financiados por Cowell chegaram a St. Catharines no início de outubro.

“Estamos orgulhosos por fazer parte da parceria com a Humane Society International e Simon Cowell, e temos o prazer de ajudar esses cães que certamente merecem casas amorosas”, disse o diretor executivo da ONG Kevin Strooband.

“A generosa doação de Simon significa muito para nós e dá um enorme impulso ao nosso apelo para fechar esta horrenda fazenda de carnes de cães”, disse a diretora-executiva da HSI UK, Claire Bass, em um comunicado.

“Mais de 200 cães estão definhando nas condições mais terríveis imagináveis, mas temos uma chance real de salvá-los.”

Uma vez que tenham sido apanhados na fazenda, os cães serão levados para o Canadá e adotados em novas casas. Ms Bass diz que é um pequeno passo no caminho para fechar toda a indústria.

“Com todas as fazendas de cães que fechamos e todos os criadores que ajudamos a mudar para um negócio mais lucrativo e humano, estamos mostrando ao governo sul-coreano que é possível acabar com esse comércio cruel”.

“Esses pobres cães tiveram as piores vidas até agora, então estamos desesperados para tirá-los daquelas terríveis gaiolas e mostrar-lhes amor, camas macias e braços amorosos pela primeira vez em suas vidas.”

De acordo com a HIS, os criadores sul-coreanos normalmente criam 2,5 milhões de cães por ano para comer. Mas a carne de cachorro diminuiu em popularidade nos últimos anos. A carne é mais frequentemente consumida durante os meses de verão em uma sopa chamada bosintang, que a crença popular acredita aumentar a resistência.

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Campanha vegana tem Leonardo da Vinci como tema

Foto: PETA

Foto: PETA

Chapéu: Inspiração

Título: Campanha vegana tem Leonardo da Vinci como tema

Olha: No 500º aniversário da morte do gênio e artista a PETA pede aos admiradores da personalidade histórica que deixam de comer carne como ele

A organização que atua pelos direitos animais PETA lançou uma campanha que pede aos admiradores do influente artista, matemático, arquiteto, pensador, inventor entre outras habilidades, Leonardo da Vinci, que deixem de comer carne como ele.

“Leonardo da Veggie: coma como um gênio”, é o tema da nova campanha da ONG que foi lançada seguindo as celebrações do 500º aniversário da morte de Leonardo da Vinci.

A campanha inclui uma apresentação pública do novo anúncio de Leonardo da Veggie em Milão, Itália – onde o artista passou a maior parte de sua vida e onde muitas de suas criações famosas podem ser vistas ainda hoje.

Da Vinci foi a primeira grande figura histórica que discutiu a ideia do especismo, o conceito de que ser humano seria razão suficiente para ter maiores direitos morais do que os animais não-humanos. Ele enfatizou que os humanos também são animais e, portanto, não têm o direito de negar os direitos de outros seres de viver.

Ele também parou de consumir carne e produtos derivados de animais, afirmando: “Se realmente somos, como nós mesmos nos descrevemos, os reis dos animais, por que criamos outros animais apenas para que eles possam nos dar seus filhotes a fim de agradar nosso paladar?”.

Da Vinci também falou sobre os pintinhos que “nunca chegarão a nascer” porque os humanos roubam e comem os ovos de galinhas e era conhecido por usar roupas de linho em vez de pele ou couro. Ele também costumava comprar pássaros engaiolados que eram vendidos como animais de estimação, e libertava-os

Além de defender os animais em terra, Da Vinci era conhecido por falar de animais marinhos, como lagostas e caranguejos, dizendo: “Que ironia cruel para aqueles cujo habitat natural é a água serem mortos em água fervente”.

“Leonardo da Vinci expressou ideais veganos centenas de anos antes que a palavra “vegana” fosse inventada”, disse o vice-presidente sênior da PETA, Dan Mathews, em um comunicado.

“Enquanto o mundo marca o 500º aniversário do falecimento de Da Vinci, a PETA está honrando seu legado encorajando seus admiradores a respeitar os animais e parar de comê-los”.

Anteriormente, a Da Vinci foi homenageado pela PETA em sua coleção limitada de selos postais “Vegetarian Icons” dos EUA, que celebra famosos defensores dos direitos animais ao longo da história.