Um homem denunciado por maus-tratos a animais foi baleado pela polícia na sexta-feira (9) no município de Jangada, a 82 quilômetros de Cuiabá, no Mato Grosso.
Foto: Polícia Militar/Divulgação
Dorvalino Silva Paes, de 29 anos, foi baleado ao apontar uma arma para os policiais. Ele recebeu os primeiros socorros, foi levado para o Pronto Socorro de Jangada e depois foi preso. As informações são do G1.
A arma usada por Dorvalino foi apreendida. Ele a apontou para os policiais no momento em que os agentes investigavam a denúncia de que ele havia atirado em cachorros.
O atual estado de saúde do homem não foi informado.
Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.
A youtuber Brooke Houts, de Los Angeles, nos Estados Unidos, foi flagrada agredindo um cachorro. Brooke tem mais de 340 mil seguidores e tem sido bastante criticada após um vídeo não editado vazar, mostrando o momento em que ela agride Sphinx, como é chamado o cão. A mulher também teria cuspido no animal.
Foto: Reprodução/YouTube
Conhecida como uma pessoa “fofa” e “divertida”, Brooke desapontou seus seguidores. Após a pressão que sofreu, ela publicou uma nota para se desculpar e afirmou que agrediu o animal porque estava estressada devido a “problemas que está atravessando”. A youtuber disse ainda que esse foi um caso isolado e que não é uma agressora de animais.
O pedido de desculpas, no entanto, não satisfez seus seguidores, que afirmaram que ela não deu ao caso a seriedade que deveria. As informações são do Extra.
Denunciado à Sociedade Protetora dos Animais (RSPCA), o caso está sendo analisado. Brooke também é investigada pela polícia de Los Angeles e pode ser acusada formalmente de maus-tratos a animais.
Para amenizar a polêmica, Brooke excluiu o vídeo editado, sem as cenas de violência, que ela havia publicado no YouTube.
Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.
O cantor Aaron Carter foi acusado de tentar vender um cachorro adotado por ele em Los Angeles, nos Estados Unidos. A denúncia foi feita após Carter falar sobre o assunto durante uma transmissão ao vivo em rede social.
Foto: Reprodução/Instagram/@lancasteranimalslaco
“Esse é meu novo amigo. Mas, por sinal, se eu não puder ficar com ele, vou dá-lo. Ele tem dez meses e está sendo vendido por US$ 3,5 mil (R$ 13 mil, na cotação atual). Então, se alguém quiser dar um lar ao meu buldogue inglês, eu o resgatei e estou procurando um lar para ele”, afirmou o cantor.
Após ser criticado, Carter negou que estivesse vendendo o animal. Ele afirmou que é uma “pessoa boa que merece respeito” e que “tudo não passava de uma brincadeira”. As informações são do Correio do Povo.
“Encontro muitos cães e acho lares para eles. Eu tenho uma casa e ganho mais de US$ 3 milhões [o equivalente a R$ 11,8 milhões] por ano. Eu não preciso vender cães para conseguir dinheiro. E não tentem difamar meu nome, porque vou me defender na Justiça”, disse.
O abrigo que doou o cachorro para o artista afirmou que apura o caso.
Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.
Um pássaro explorado para entretenimento humano morreu durante as gravações do filme “Them That Follow”. A ave morreu nas mãos da atriz Alice Englert, deixando-a abalada.
(Foto: Pixabay/Ilustrativa)
O longa-metragem, de suspense, foi lançado nos cinemas neste final de semana e participou do Festival de Sundance em janeiro. A denúncia da morte do animal foi feita pelo portal de notícias TMZ.
O site obteve imagens que mostram Alice no momento em que a atriz percebe que há algo errado com o pássaro. Ela entrega, então, a ave à pessoa responsável por submeter a ave a treinamentos anti-naturais para explorá-la para entretenimento. Em seguida, a atriz confirma a morte do animal e fica completamente atordoada com o fato.
O TMZ afirmou que os produtores do filme confirmaram e lamentaram a morte da ave. Eles dizem que não sabem o que levou o animal a perder a vida e alegam que não houve “maltrato ou falta de cuidado com a ave”.
Alice Englert (Foto: AMANDA EDWARDS / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / AFP)
Nota da Redação:havendo ou não maus-tratos e negligência, treinar animais para forçá-los a aprender truques e a desenvolver comportamentos anti-naturais para que ele sejam explorados para entretenimento humano, com o objetivo de gerar lucro aos treinadores e produtores dos filmes, é uma prática inaceitável. Atualmente, a tecnologia está extremamente avançada, o que permite que animais sejam criados por meio de programas de computador, não havendo, portanto, desculpa que justifique a exploração animal em filmes e similares. Recentemente, o filme “O Rei Leão” deu exemplo ao não envolver nenhum único animal real nas gravações, tendo recorrido integralmente à tecnologia para a produção das imagens.
Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.
Uma mulher denunciou o envenenamento de cachorros e gatos no município de Borrazópolis, no interior do estado do Piauí. O caso foi registrado no Destacamento da Polícia Militar nesta sexta-feira (2).
Foto: Pixabay
De acordo com a denúncia, os crimes estão sendo cometidos na rua Piauí. As informações são do portal TN Online.
Ao registrar um boletim de ocorrência, a denunciante não soube informar com precisão quem seria o autor dos envenenamentos. Segundo ela, dois animais de sua família foram vítimas. O gato dela morreu e o cachorro sobreviveu. O animal está recebendo tratamento veterinário.
Segundo a mulher, que não teve a identidade revelada, os envenenamentos ocorrem com frequência e animais tutelados por vários vizinhos foram mortos.
Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.
O parque aquático Zoomarine, localizado em Albufeira, em Portugal, está entre os 12 zoológicos e parques aquáticos denunciados por maus-tratos a animais. A denúncia foi feita pela organização intencional de defesa animal World Animal Protection.
Para elaborar um relatório sobre os maus-tratos, membros da entidade assistiram aos espetáculos oferecidos pelos zoológicos e parques aquáticos. A World Animal Protection pede que os turistas tomem “uma posição, não visitando nem apoiando estes locais”.
Golfinhos são explorados para entretenimento humano e forçados a aprender truques anti-naturais (Foto: Pixabay/Ilustrativa)
“No Zoomarine, em Portugal, os treinadores sobem em cima do dorso dos golfinhos e surfam na água. O espetáculo também inclui os golfinhos puxando um pequeno barco onde estão crianças”, denuncia o documento ao relatar os abusos aos quais os animais são submetidos.
De acordo com a ONG, “muitos dos comportamentos apresentados como ‘brincadeiras’ durante o espetáculo são na verdade manifestações de agressividade ou perturbação”. A entidade lembrou ainda que, além dos maus-tratos impostos aos animais, o contato direto com os visitantes pode sugerir que a interação com golfinhos “é completamente segura para os humanos”, mas que, na verdade, tratam-se de “animais selvagens incrivelmente fortes que, quando perturbados, podem ser um risco para a segurança das pessoas”.
A World Animal Protection lembrou também que aprisionar animais em cativeiro sob a alegação de promover conservação ambiental não é argumento porque a maior parte das espécies mantidas em aquários não está ameaçada de extinção. O cativeiro, continua a ONG, é uma “severa restrição ao bem-estar” dos animais e o treino ao qual eles são submetidos é feito com “métodos controversos”, como a “retirada de comida e estímulo social aos golfinhos para depois os usar como recompensas”.
Dentre as “atividades e exibições cruéis e degradantes” denunciadas pela entidade, estão “leões e tigres fazendo truques e acrobacias em palco”, elefantes sendo forçados a transportar turistas e macacos “explorados como adereços fotográficos”.
“Os locais incluídos nestes casos de estudo não representam os piores jardins zoológicos do mundo”, segundo a ONG, mas fazem parte da Associação Mundial de Zoológicos e Aquários, que não está cumprindo suas diretrizes, apesar de alegar que desejam “ser modernos e favoráveis ao bem-estar animal”.
O parque aquático Zoomarine foi procurado pela agência Lusa para se pronunciar sobre o caso, mas preferiu não emitir qualquer posicionamento.
Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.
Um cachorro foi resgatado na segunda-feira (29) após ser submetido a maus-tratos em Santarém, no Pará. O animal, que vivia em uma casa no bairro Amparo, era agredido diariamente, ficava amarrado e não recebia água e comida regularmente. Segundo a denúncia, até mesmo o fato do cão se enroscar na corda que o prendia gerava mais agressões.
Foto: Marcelo Cardoso/Arquivo Pessoal
A tutora do cachorro foi autuada por maus-tratos e multada em R$ 3 mil. Um Termo Circunstanciado de Ocorrência sobre o caso foi lavrado em uma delegacia. As informações são do G1.
O cão foi resgatado por uma equipe da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semma) e encaminhado para adoção.
“Os vizinhos estão dispostos a depor contra ela, já que eles viam e ouviam o que ela fazia com o cachorro”, disse o médico veterinário Marcelo Cardoso, que participou do resgate.
Para efetuar denúncias de maus-tratos aos animais, o denunciante deve juntar provas – como vídeos e/ou fotos – e informar aos órgãos ambientais o endereço de onde a prática criminosa está sendo promovida. Em Santarém, casos podem ser denunciados à Semma pelo telefone (93) 3552-5452.
Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.
Uma cadela morta foi encontrada pendurada por um fio de energia elétrica em Dois Córregos (SP). Após um adolescente de 15 anos assumir ter pendurado o animal, a mãe dele disse ao Conselho Tutelar que a cadela foi envenenada. O garoto procurou a polícia e disse que o animal morreu na quarta-feira (24) e que no dia seguinte ele decidiu pendurá-lo, junto com dois amigos, ao invés de enterrar o corpo.
Foto: Arquivo pessoal
Ao denunciar o envenenamento, a mãe do adolescente disse ainda que dois cachorros de vizinhos também foram mortos da mesma maneira. As informações estão num boletim de ocorrência liberado na sexta-feira (26).
No documento, a mulher disse que a cadela era mesmo da família e que ela só descobriu depois que o filho e dois amigos dele penduraram o corpo do animal no telhado de uma propriedade abandonada de um antigo clube na Vila Bandeirantes.
Após a denúncia de envenenamento, a polícia solicitou que o corpo da cadela fosse submetido a um exame toxicológico para determinar a causa da morte. De acordo com o G1, o animal foi encaminhado para a Unesp de Botucatu (SP) e o resultado do exame deve sair em um prazo de até 30 dias.
A Polícia Militar e o fundador da ONG Amor e Respeito ao Animal, Alex Parente, estiveram no local em que a cadela foi encontrada morta. Os policiais afirmaram que o animal já estava sem vida quando eles chegaram à propriedade abandonada.
Moradores da região ficaram revoltados com a cena, assim como o presidente da ONG. A cadela estava amarrada por uma das patas traseiras.
“Quando vi a situação, além da raiva, vem a vontade de chorar. A gente se pergunta para onde está caminhando a humanidade”, desabafou Parente. “Uma sequência de fatos vêm acontecendo na cidade. Recentemente resgatei um da linha férrea e tiveram outros envolvendo envenenamento”, completou.
Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.
Uma investigação secreta revelou o abuso e sofrimento a que são submetidas vacas em uma grande fazenda de laticínios orgânicos dos EUA.
A Animal Recovery Mission (ARM), que divulgou recentemente a maior investigação sobre laticínios ja realizada, que expõe o abuso em massa de bezerros na Fazenda Fair Oaks, em Indiana, nos Estados Unidos, também está por trás das filmagens dessa vez feitas na Natural Prairie Dairy, no Texas.
De acordo com a ARM, a Natural Prairie Dairies abriga mais de 25 mil vacas em quatro locais perto de Dalhart, no estado do Texas, e atualmente fornece a alguns dos maiores varejistas do mercado.
Abuso de animais
O vídeo da ARM mostra as vacas sendo chutadas, atormentadas, perseguidas, atingidas com pás e apunhaladas com chaves de fenda por técnicos veterinários e cuidadores de animais.
No vídeo também constam as informações de que os animais foram desumanamente amarrados em posições desconfortáveis por horas, e as vacas foram vistas caindo em fossas e quase se afogando.
Além disso, nenhum cuidado médico foi fornecido aos numerosos animais: vacas com olhos infectados, feridas cobertas de pua, cortes e arranhões, mancando e muito fracas para andar foram observados, sem tratamento e com a saúde em declínio.
Além disso, as condições na fazenda eram miseráveis, com ambientes superlotadas e insalubres, e os animais sendo forçadas a se deitar em cimento frio coberto de fezes.
Sofrimento e tortura
“As vacas da Natural Prairie Dairy vivem uma vida de pura miséria e tortura. Espancadas, esfaqueadas e trancadas em celeiros cobertos de fezes, isso não é o que os consumidores imaginam quando compram leite orgânico e/ou queijo”, disse Richard “Kudo” Couto, fundador da ARM, em um comunicado enviado ao Plant Based News.
“O mundo acaba de ser conscientizado sobre a realidade dos laticínios orgânicos”.
Animais não são produtos para serem explorados, comidos ou vendidos. A única maneira de evitar esse tipo de crueldade é se alimentar de forma vegana, não contribuindo para esse sórdido comércio de vidas.
Foto: Animal Recovery Mission
O PBN entrou em contato com a Natural Prairie Dairy para um comentário. No momento da publicação, a fazenda leiteira ainda não havia respondido a nenhuma outra publicação.
Denúncia na fazenda Fair Oaks
A mesma organização responsável pela denúncia acima, da fazenda Natural Prairie Dairy, no Texas, Animal Recovery Mission (ARM), que atua em defesa dos direitos animais, divulgou um vídeo em junho em que mostra a violência contra bezerros em uma fazenda fornecedora da Fairlife, marca de produtos lácteos que pertence à Coca-Cola.
A filmagem, que aborda desde a realidade do transporte até o confinamento dos animais, mostra bezerros sendo chutados, socados e empurrados – além de receberem golpes na boca e no rosto com vergalhões e garrafas.
O vídeo apresenta ainda cenas de animais sendo submetidos a queimaduras, temperaturas extremas e nutrição inadequada. Há momentos em que os funcionários espancam os animais enquanto tentam obrigá-los a mamar.
“[Tudo] isso resultou em extrema dor e sofrimento para os bezerros e, em alguns casos, lesões permanentes e até mesmo a morte”, informa a organização.
Foto: Animal Recovery Mission
A fazenda denunciada é a Fair Oaks, situada no estado de Indiana, nos Estados Unidos. Atuante no ramo de laticínios, a empresa é conhecida como uma das maiores produtoras de leite dos Estados Unidos.
O nível de estresse dos animais também é outra face explorada no vídeo, além do desespero de uma vaca que começa a mugir incessantemente após a separarem de seu bezerro.
Outra denúncia feita no vídeo é que a Fair Oaks costuma dizer que os bezerros que nascem na propriedade não são enviados para a indústria de carne de vitela. Porém é exatamente isso também que a ARM revela na filmagem.
Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.
O projeto de lei encaminhado pela Assembleia Legislativa que visava criar um portal na internet para que as pessoas registrassem denúncias contra maus-tratos aos animais foi vetado pelo governador Reinaldo Azambuja (PSDB), no Mato Grosso do Sul.
Foto: Valdenir Rezende/Correio do Estado
O projeto foi sugerido pelo deputado Antônio Vaz (PRB) e aprovado nas duas discussões da Casa do Legislativo estadual, segundo o Correio do Estado.
Azambuja justificou no texto do veto que o projeto precisa de uma análise da constitucionalidade, legalidade, conveniência e oportunidade. Ele também escreveu que a aprovação do projeto criaria uma sobrecarga para a administração pública do estado, o que aumentaria as despesas de maneira inesperada.
Para o governador, a Devir (Delegacia Virtual) faria o mesmo efeito, além do sítio eletrônico da Polícia Civil, que possui canais abertos para recebimento de denúncias.
Apesar das alternativas citadas por Azambuja, a criação de uma delegacia virtual especializada em ocorrências envolvendo animais seria a melhor maneira de socorrê-los. Se existisse um portal focado nisso, as autoridades responsáveis poderiam agir rapidamente para prestar o melhor atendimento possível.
O governo de São Paulo possui a DEPA, serviço virtual onde as pessoas podem denunciar maus-tratos aos animais e acompanhar as providências que serão tomadas pela polícia.