Burro explorado desmaia de exaustão na rua e é salvo por ativistas

Foto: El Refugio del Burrito

Foto: El Refugio del Burrito

Um burro explorado por um carroceiro desmaiou de exaustão nas ruas de Segorbe na Espanha. As pessoas que presenciaram a situação chamaram as autoridades e tiraram fotos da situação precária do animal.

Quando a polícia investigou a situação, descobriu que o explorador também tinha um cachorro. O cão também negligenciado foi imediatamente resgatado do tutor abusivo e levado para uma organização de resgate, mas infelizmente o burro não teve a mesma sorte.

Mas uma das pessoas que acompanhou o caso, sabia que o burro também merecia ser resgatado e ligou para o santuário e equipe de resgate El Refugio del Burrito (RDB).

Foto: El Refugio del Burrito

Foto: El Refugio del Burrito

“É frustrante que, embora ambos os animais estejam protegidos sob a mesma lei, e seja muito claro a ação necessária quando a vida de um animal está em risco, percebemos que as autoridades ainda hesitam nesses casos”, disse Veronica Sanchez, gerente nacional da RDB, em um comunicado. “Isto é negligência e omissão do dever.”

O caso havia sido relatado ao departamento local de bem-estar animal, mas acabou retido na burocracia. Ninguém percebeu que uma vida estava em jogo.

Foto: El Refugio del Burrito

Foto: El Refugio del Burrito

Então, apenas alguns dias depois do colapso do jumento, o RBD enviou um pedido urgente ao tribunal local e à polícia local. Mas ainda nada aconteceu.

Então os ativistas pelos direitos animais da RBD tentaram outra coisa: eles começaram uma campanha no Change.org (site de petições on-line). Em menos de 13 horas, mais de 12 mil pessoas assinaram a petição.

Essa campanha ajudou a pressionar o tribunal local a tomar medidas e, na manhã de 14 de março, equipes de resgate chegaram para o jumento. O explorador e ex-tutor se recusou a entregar o animal, apesar do burrinho estar obviamente sofrendo. Um exame veterinário posterior confirmaria que o burro precisava de tratamento para desnutrição severa, infecção do casco, múltiplas lesões de pele causadas pelo uso de cinturões inadequados, parasitas internos e externos e outras infecções.

Foto: El Refugio del Burrito

Foto: El Refugio del Burrito

Desta vez, a lei estava do lado do burro, e as autoridades retiraram o animal para salvá-lo.

Os salvadores chamaram o burro de Vida.

O burro foi imediatamente hidratado por via intravenosa. Ele teve seus cascos aparados e tratados. E Vida já está comendo bem, e já engordou um pouco.

Foto: El Refugio del Burrito

Foto: El Refugio del Burrito

“Vida está provisoriamente em um lar temporáro em Castellon, já que ele ainda não está apto para viajar”, disse Rosa Chaparro, gerente de comunicações e arrecadação de fundos para a RBD, ao The Dodo. “Assim que ele puder viajar, ele virá ao nosso santuário em Fuente de Piedra, Málaga.”

Foto: El Refugio del Burrito

Foto: El Refugio del Burrito

Em sua nova casa, ele se encontrará com mais de 300 jumentos abandonados e maltratados que encontraram novas vidas no santuário.

A vida está finalmente melhorando para Vida.

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Égua explorada ao extremo de suas forças desmaia e morre durante corrida

Foto: CBS News

Foto: CBS News

Um cavalo cruelmente explorado além do limite de suas forças nas cruéis pistas de corrida, desmaiou e morreu pouco depois de assumir a liderança durante uma “competição” em Maryland (EUA) no fim de semana, se tornando pelo menos o 12º cavalo de corrida a morrer este ano no estado.

Follow the Petals, uma égua de 5 anos de idade, aparentemente sofreu um ataque cardíaco, de acordo com o jornal Baltimore Sun.

Autoridades aguardam a realização de uma necropsia. A morte de domingo leva o número de cavalos que morrem durante uma corrida só no estado para pelo menos 10, informou o jornal, citando a Comissao de Corridas de Cavalo, Maryland Racing Commission.

Considerado um “esporte” pelos exploradores e apostadores envolvidos no negócio, as corridas não passam de palcos de horror e sofrimento onde os animais são obrigados a correr até o limite de suas forças enquanto o público aposta dinheiro nos cavalos e os empresários lucram com o desempenho dos animais.

Foto: Maryland State Archives

Foto: Maryland State Archives

Muitos morrem vítimas dessa situação horrível, só nessa competição dois outros cavalos morreram durante o treinamento. Um vídeo postado no YouTube pelo Maryland Jockey Club mostra Follow the Petals, liderando a corrida de 1,6 km no Laurel Park, enquanto os seis cavalos passam pelo trecho.

O vídeo então corta para a linha de chegada com o locutor observando que a égua Follow the Petals entrou em colapso e desmaiou. O jóquei Frankie Pennington não se feriu no incidente, disse um porta-voz da pista ao jornal Sun.

A égua venceu duas das sete corridas que correu este ano e ficou em segundo lugar em mais duas corridas, segundo o jornal. Follow the Petals havia sido obrigada a corrrer 35 corridas durante sua carreira rendendo cerca de 200 mil dólares ao seu explorados.

A morte de domingo ocorreu após 29 cavalos terem morrido no parque Santa Anita, na Califórnia, desde dezembro. O Grupo Stronach é dono do Laurel Park e Santa Anita.

O grupo pede – em uma infrutífera tentativa de defesa própria – que as regras de medicação em corridas de cavalo sejam reformadas. Na semana passada, Santa Anita anunciou a formação de uma equipe de revisão de cinco membros para avaliar cavalos antes das corridas finais da temporada e decidir se eles são saudáveis o suficiente para competir.

A temporada de Santa Anita termina no domingo. Em uma declaração ao jornal Sun, o grupo de defesa de direitos animais, PETA, solicitou a Maryland que seguisse o exemplo do sul da Califórnia.

“Cavalos mortos não serão mais ignorados pelo público”, disse a vice-presidente da PETA, Kathy Guillermo.

Repeito e dignidade – Follow the Petals

Cavalos não são produtos para serem vendidos, comprados e explorados em corridas. Esses animais são seres sencientes, capazes de amar, sofrer, criar vínculos e entender o mundo ao se redor.

Abusados ao extremo eles morrem em silêncio vítimas da ganância e crueldade humana. Vidas preciosas e belas perdidas por interesse e ignorância.

Follow the Petals jamais vai poder ter os bebês potros que poderia, ou amamentá-los e assisti-los crescer, ela jamais vai correr livre pelas planícies e montanhas como nasceu para fazer, nunca mais vai sentir o vento em sua crina e o sol em seu pelo novamente. Durante os cinco anos em que viveu ditaram o seu destino e decidiram sua vida.

Follow the Petals esta finalmente livre.

Foto: Wallhere

Foto: Wallhere

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Bebê elefante tenta desesperadamente acordar sua mãe morta

Foto: Newslions Media

Foto: Newslions Media

As imagens flagram o momento comovente em que um bebê elefante é visto tentando acordar sua mãe, que desmaiou e morreu depois de vagar por uma aldeia na Índia.

O filhote acariciou com sua tromba a cabeça de sua mãe enquanto ela se deitava imóvel no chão na aldeia de Hiran, no estado de Odisha (Índia).

A mãe doente, com o bebê ao seu lado, entrou na comunidade que fica perto da selva de Khalasuni, no distrito de Deogarh.

Inicialmente, os aldeões cuidaram do elefante e do filhote, fornecendo-lhes comida, água e aplicando ervas medicinais nas feridas de sua perna direita e da testa.

Eles informaram os guardas florestais sobre a presença da mãe e de seu filho em sua aldeia.

Segundo os aldeões, a elefanta aparentemente quebrou a perna direita, provavelmente por cair em um buraco. Ela também tinha uma ferida na testa.

Nos primeiros dias, a elefanta mesmo mancando era capaz de se movimentar por conta própria.

Foto: Newslions Media

Foto: Newslions Media

Mas quando a ferida piorou, ela desabou no chão e não conseguiu ficar em pé novamente.

Nas últimas seis semanas, o animal foi submetido a tratamento na aldeia por veterinários e especialistas designados por guardas florestais.

Mas, embora tenham tentado ao máximo curar o elefante, não conseguiram salvar a vida da mãe.

O bebê elefante, inconsciente do fato de sua mãe ter morrido, podia ser visto inocentemente tentando acordá-la em uma cena comovente e triste.

Ameaçados de extinção

Uma avaliação atualizada de um tratado administrado pela ONU Meio Ambiente confirmou que a caça continua ameaçando a sobrevivência de elefantes africanos, cuja população caiu de estimados 12 milhões há um século para 400 mil, de acordo com o Relatório sobre a Situação de Elefantes Africanos 2016.

Com base em dados da Proporção de Elefantes Mortos Ilegalmente (PIKE, na sigla em inglês), a Convenção sobre Comércio Internacional de Espécies Ameaçadas da Fauna e Flora (CITES) avaliou os níveis de mortes ilegais por meio do programa de monitoramento de elefantes mortos. O monitoramento calculou que a caça ilegal é a principal causa de mortes de elefantes.

De acordo com evidências, níveis da PIKE alcançaram um pico em 2011, quando alarmantes 10% dos elefantes africanos foram caçados, antes de caírem até 2017. O nível permaneceu relativamente sem mudanças ao longo de 2018.

Níveis altos da proporção são preocupantes porque até mesmo populações estabelecidas e protegidas de elefantes sofrem perdas anuais para caças ilegais e outra formas de mortalidade, que não são compensadas por taxas de natalidade.

Muitas populações de elefantes africanos são pequenas, fragmentadas e não são protegidas, o que as tornam mais vulneráveis à caça.

“Mortes ilegais de elefantes africanos por conta do marfim continuam uma ameaça significativa às populações de elefantes na maioria dos Estados”, disse a secretária-geral da Convenção, Ivonne Higuero. “Ao mesmo tempo, a população humana da África cresceu dez vezes, de 125 milhões para 1,225 bilhão, criando competição com elefantes por terra”.

Embora o comércio internacional de marfim de elefantes esteja banido pela Convenção desde 1990, opiniões são divergentes entre países sobre a continuação, ou não, da proibição.

O elefante africano e o debate sobre comércio de marfim será um item da agenda da próxima Conferência das Partes da CITES, realizada a cada três anos. A Conferência estava marcada originalmente para maio deste ano em Colombo, no Sri Lanka, mas será remarcada para uma data posterior.

“Precisamos continuar reduzindo caça e comércio ilegal de marfim e encontrar soluções para garantir a coexistência de elefantes com populações locais”, destacou Higuero. “A comunidade internacional deve expandir ainda mais seu trabalho com Estados africanos para encontrar soluções que funcionem tanto para os elefantes quanto para comunidades locais”.

Elefante bebê desmaia de exaustão ao acompanhar a mãe que levava turistas nas costas

Foto: Daily Mail/Reprodução

Foto: Daily Mail/Reprodução

O filhote de elefante que perdeu os sentidos estava preso por uma corda ao corpo de sua mãe que levava turistas nos famosos e cruéis “passeios de elefantes” nas costas, relatos afirmam que o animal estava há horas andando no calor sufocante e teria caído de exaustão.

Os elefantes são explorados indiscriminadamente pela indústria do turismo na região, o incidente ocorreu no leste da Tailândia, na semana passada.

Acredita-se que o animal tenha cerca de um ano de idade e foi amarrado à sua mãe pelo pescoço com um pedaço de corda, os dois estavam na cidade de Pattaya, na Tailândia.

No vídeo, filmado por uma turista que ficou comovida pela situação, pessoas podem ser ouvidas dizendo “que horror, ele está cansado” quando o bebê desmorona no chão com o sol a pino e as temperaturas já se aproximando dos 40C.



Ele então se levanta e corre para acompanhar o elefante adulto pelo Nong Nooch Tropical Gardens.

De acordo com a turista, que não quis ser identificada, o bebê elefante parecia estar exausto de tanto andar pela área em busca de turistas que pagam para passear nas costas de sua mãe.

Ela disse: “Há muitos filhotes de elefantes amarrados às mães que são exploradas carregando turistas às costas, essas pessoas alienadas estão apenas curtindo sob o calor do sol, enquanto esses pobres animais estão sofrendo”.

“Esse filhote de elefante estava tão exausto que você pode ver nas imagens a mãe consolando-a e encorajando-a a ficar de pé”.

Foto: Daily Mail/Reprodução

Foto: Daily Mail/Reprodução

A turista é uma trabalhadora e migrante filipina no país vizinho da Tailândia: Myanmar, onde é professora.

Ela estava com amigos passando férias na área quando o incidente aconteceu.

A responsável pela filmagem acrescentou: “Estou apenas preocupada com os elefantes e quero garantir que seu bem-estar seja garantido”.

Um porta-voz do Nong Nooch Tropical Gardens negou hoje que o elefante estivesse cansado ou sendo maltratado.

Eles disseram: “Todos os elefantes são saudáveis e muito bem tratados. Se houver um problema, eles são examinados por veterinários. Todos os bebês aqui são saudáveis”.

Foto: Daily Mail/Reprodução

Foto: Daily Mail/Reprodução

No começo do mês, um bebê elefante apelidado de Dumbo morreu em um show em Phuket, no sul da Tailândia, o animal ficou tão esquelético que suas pernas quebraram durante a apresentação.

O animal de três anos de idade, que era forçado a realizar até três apresentações por dia, foi fotografado com aspecto doentio e sofria de uma infecção antes de desmaiar.

Seus detentores o levaram para uma clínica veterinária em 17 de abril, onde um exame mostrou que ele havia quebrado as duas patas traseiras e morreu três dias depois.

Sofrimento e morte

Não são raros os casos de elefantes obrigados a pintar, saltar, dirigir quadriciclos, se equilibrar sobre duas patas, fazer poses antinaturais, jogar água em turistas e ostentar tintas e enfeites religiosos em seus corpos na Ásia.

Toda e qualquer imposição sobre a vontade desses animais sencientes é uma violência e um atentado à sua dignidade e liberdade.

Elefantes nasceram livres, são animais altamente sociais, capazes de vínculos profundos, que vivem em estruturas familiares e tem uma das maiores capacidades de cognição do reino animal.

Com uma inteligência incomparável e sensibilidade profunda esses animais padecem sob o jugo de uma humanidade ambiciosa e bárbara que os explora até as últimas consequências, rouba e ocupa seus habitats, os caça por suas presas de marfim, vende seus filhos, os escraviza, e da qual na maioria das vezes, só conseguem se ver lives com a morte.

Égua grávida desmaia de calor e exaustão ao ser obrigada a puxar carrinho no sol escaldante

Foto: Shirley P. Wilson

Foto: Shirley P. Wilson

Imagens comoventes mostram uma égua grávida “desabando no chão” depois de puxar um carrinho por horas do lado de fora do Estádio do Principado, em Cardiff (Inglaterra), sob o sol escaldante.

O animal, com idade entre três e quatro anos, ficou caído no chão por até três horas, enquanto lutava para superar a lesão potencialmente fatal e conseguir se erguer, na Westgate Street, às 19h de sábado.

Depois de ser examinada por um veterinário e receber vários baldes de água jogados sobre ela para que se refrescasse, a égua, que é um tipo de pônei endêmico da região, se recuperou o suficiente para ficar de pé e foi levada para o Santuário dos Salgueiros Sussurrantes, no sul do País de Gales.

A equipe do santuário disse que a égua esta se recuperando bem, mas permanece sendo monitorada.

Ao ser examinada por um veterinário, o profissional afirmou que ela estaria carregando um potro.

Dois homens, com idades entre 21 e 25 anos, foram presos pela polícia no local por acusações de suspeita de causar sofrimento desnecessário a um animal protegido. Ambos estão sob custódia policial.

Um porta-voz do santuário Whispering Willows, de Swansea, disse que espera que a égua se recupere completamente e que ela esta sendo monitorada tanto por funcionários do santuário quanto por veterinários independentes.

“Nós a levamos de volta na noite passada. Quando chegamos ela estava sofrendo de insolação”.

“Quando chegamos, a égua estava deitada no chão, ela ficou lá por cerca de três horas sem conseguir se levantar”.

“Normalmente, nessa situação, esfregamos um pouco de glicose nas gengivas, isso costuma dar um pouco de impulso aos animais”.

“Fizemos o que podíamos e conseguimos que ela se levantasse”.

“Nós a viramos de barriga pra cima e um veterinário a examinou e disse que suspeitava que ela estava carregando um potro”.

“Estamos esperançosos que ela se recupera totalmente, agora ela está em observação e tudo o que podemos fazer é esperar”.

A enfermeira veterinária aposentada, Jeanette Cook, foi uma das pessoas que ajudaram o animal no local do incidente, antes da chegada do pessoal do santuário.

Ela disse: “Eu estava dirigindo em Cardiff indo para um show com meu parceiro, quando nos deparamos com a cena triste”.

“O cavalo estava em péssimo estado. Alguém jogou um balde de água sobre ele, mas eu disse a eles que não fizessem isso porque estava tão quente que poderia fazer o animal entrar em choque”.

“As pessoas presentes tentaram ajudar e fazê-la ficar em pé, mas ela não tinha mais forças, não conseguia mover as pernas”.

“Foi simplesmente horrível.”

Um porta-voz da polícia disse: “A polícia do Sul do País de Gales respondeu a numerosos telefonemas relatando preocupação com o bem-estar de um cavalo em Westgate Street, Cardiff, pouco antes das 7 da noite de ontem.

“Ao chegar, os policiais descobriram que o animal desmaiou no meio da rua”.

“Junto ao público que permanecia no local tentando ajudar a égua, os oficiais cuidavam do cavalo enquanto faziam contato com o Santuário dos Salgueiros Sussurrantes, que subsequentemente chegou e assumiu a custódia do animal esgotado”.

É a segunda vez que o santuário é chamado para ajudar um cavalo durante o fim de semana da Páscoa.

Na sexta-feira, o grupo foi ajudar um animal em um estacionamento Lidl em Queensferry. Eles estavam voltando desse atendimento quando foram contatados sobre o incidente de Cardiff.

Desde que a égua foi encontrada na noite de sábado, centenas de mensagens de apoio inundaram as redes sociais em apoio ao animal e às pessoas que cuidaram dele.