Conheça os pais mais dedicados do reino animal

Foto: Caters News Agency

Foto: Caters News Agency

Os pais do reino animal são capazes de fazer grandes concessões quando se trata de cuidar dos filhotes, seja protegendo a família ou sacrificando a própria vida por seus filhos.

Esses pais também se destacam quando se trata da sobrevivência da espécie. Sencientes, eles amam e criam vínculos profundos entre si, com muitas espécies tendo o pai como responsável pela criação e alimentação dos filhos enquanto as mães seguem seu caminho separadamente.

Foto: @StarPittsburg

Foto: @StarPittsburg

Ao olharmos mais de perto, vemos a incrível capacidade de doação desses animais que através de exemplos de altruísmo e abnegação provam que há muitas maneiras diferentes de se ter sucesso como os pais da próxima geração.

1. Leão

Nosso primeiro pai é um exemplo de dedicação. Enquanto o leão ganha pontos por ser um feroz protetor de sua família, infelizmente ele também é um verdadeiro dorminhoco, a única coisa que os leões fazem com mais frequência do que dormir é cuidar de seus filhos. Mas cuidado, porque quando este pai está acordado, você não vai quer mexer com ele.

Foto: Kristian Sekulic/iStockphoto

Foto: Kristian Sekulic/iStockphoto

A visão de um leão é cinco vezes melhor do que a de um humano, e o rei da selva pode ouvir a presa na savana a 2 milhas de distância. Além disso, esse é um pai que pode nunca anda sozinho.

Os leões vivem em unidades familiares enormes chamadas “pride” orgulho que podem incluir até sete leoas e 20 filhotes.

2. Rato-australiano

Este rato marsupial da Austrália entrou na lista devido à sua tenacidade altruísta quando se trata de fazer amor. Esses pequenos animais dão a própria vida em nome da paternidade.

O antechinus pode gastar até 12 horas se reproduzindo. Na verdade, esse marsupial fica tão distraído em seus esforços que ele se esquece de comer, beber e dormir.

Foto: Jason Edwards/National Geographic/Getty Images

Foto: Jason Edwards/National Geographic/Getty Images

Com isso e os esteroides que se acumulam em seu sangue, e ele acaba não resistindo. Sua companheira sobrevive, normalmente já fecundada até o final da estação de reprodução.

Mas não fique triste com a morte do velho e querido pai. Sem a presença desse papai devotado, os filhotes jamais existiriam – e ele provavelmente morreu com um rato muito feliz.

3. Chacal dourado

Nativo da Índia, o chacal dourado é um verdadeiro pai presente. Caçando três vezes mais efetivamente ao trabalhar em pares, esses habilidosos escavadores permanecem parceiros notavelmente leais, ao contrário de tantos outros animais, os chacais se formam parceiros pela vida toda.

Foto: Nico Smit/iStockphoto

Foto: Nico Smit/iStockphoto

Além de ganhar estrelas douradas por ser o pai-propaganda da monogamia, o chacal dourado também literalmente “dá as entranhas” para conseguir comida para seus filhos, esses animais alimentam os filhotes com comida regurgitada do próprio estomago.

4. Ema

À primeira vista, pode parecer que esses pássaros que não voam, nativos da América do Sul, têm um arranjo de acasalamento bastante incomum. Uma espécie poligâmica, a ema do sexo masculino corre ao redor de um harém composto de duas a 12 fêmeas. Mas antes de achar que esses pais não dão conta de todos os seus filhos, tome nota: esses pássaros assumem sua responsabilidade e, em seguida, alguns quando se trata de criação dos pequenos.

As fêmeas deixam seus ovos aos cuidados do pai, enquanto se reproduzem com outras aves. Enquanto isso, papai cuida das crianças, não apenas incubando até 60 ovos por mais de dois meses com apenas duas semanas de alimento para sustentá-lo, mas também criando os filhotes recém nascidos como “pai solteiro” por quase dois anos.

Foto: Norton Santos/VC no TG

Foto: Norton Santos/VC no TG

E esse pai não tem medo de atacar ninguém – seja outras aves do sexo feminino que se aproximem ou mesmo humanos – quem comete o erro de tentar chegar perto de sua ninhada vai receber o devido aviso.

 5. Pinguim-imperador

Este pai ganha seu lugar na lista por sua incrível resistência. O pinguim-imperador se reproduz na Antártida, o lugar mais frio da Terra. Estamos falando 57 graus abaixo de zero.

Depois que a mãe põe seu ovo, o trabalho do papai é mantê-lo aquecido. Enquanto isso, a fêmea tira uma licença sabática de dois meses, enquanto o macho equilibra o ovo em seus pés em um clima abaixo de zero, muitas vezes forçado a se aconchegar junto com outros pais para o aquecer até que seus filhotes eclodam dos ovos.

Foto: Corbis

Foto: Corbis

Apesar de não ter comido durante meses, é o pai que fornece a primeira refeição ao bebê – uma substância do tipo leitoso para sustentá-los até que a mãe possa voltar com uma barriga cheia de peixes e alimente os famintos com algo mais sólido, é quando os pequenos passam do “leite paterno” para a papinha. Uma inversão de papéis no seu melhor exemplo.

6. Cavalo-marinho

O cavalo-marinho macho ganha lugar de destaque nessa lista e aqui está o porquê: não só ele é monogâmico, mas essa criatura é realmente aquele que engravida no casal, carregando até mil bebês de uma vez.

Foto: Gail Shumway/Getty Images

Foto: Gail Shumway/Getty Images

O processo de acasalamento começa com um ritual de namoro de dança, com a fêmea colocando centenas de ovos dentro do macho, sendo que ele ajuda a fertilizar a si mesmo durante o processo.

Este futuro papai também adora exibir sua barriga arredondada, orgulhosamente exibindo a barriga arredondada onde fica a futura ninhada e que ele usa para carregar seus filhotes até o momento em que ele dá luz aos seus descendentes.

Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


 

Conheça os benefícios únicos de se conviver com um gatinho

Foto: Rover

Foto: Rover

No dia 8 de agosto é celebrado o Dia Internacional do Gato. Tudo começou em 2002 por uma iniciativa do International Fund for Animal Welfare (Fundo Internacional para o Bem-Estar Animal, na tradução livre) e outros grupos de direitos animais que se uniram para celebrar o animal doméstico mais popular em todo o mundo.

Além de serem peludos, belíssimos e independentes, os gatos também fazem bem para nossa saúde, informação essa, já comprovada cientificamente. Tanto é verdade que, apenas ao assistir vídeos de gatos online você já começa a sentir-se feliz e encantado.

Foto: Rover

Foto: Rover

Estudos mostraram que apenas assistir vídeos de gatos na internet pode aumentar a energia de uma pessoa e criar emoções positivas em seu cérebro.

Em homenagem ao Dia Internacional do Gato, aqui estão alguns benefícios de saúde cientificamente comprovados de ter um companheiro de vida felino:

1 – Os gatos têm um impacto positivo na sua saúde mental:

Se você ainda não tem motivos suficientes para abraçar seu gato, aqui está outro. Um estudo de 600 pessoas onde cerca de metade tinha problemas de saúde mental, 87% dos tutores de gatos admitiram ter um impacto positivo no seu bem-estar. Outros 76% também revelaram que eles acham mais fácil enfrentar o estresse diário, graças aos gatos.

Foto: Pet Healthy

Foto: Pet Healthy

2 – A presença de gatos na casa pode ajudar crianças com autismo a se conectar com o mundo:

Pesquisadores da Universidade do Missouri descobriram que a interação social de crianças com autismo melhorou drasticamente quando em torno de animais domésticos. No estudo, cerca de metade das famílias que participaram tinham gatos, com pais relatando fortes laços de apego entre eles e seus filhos.

Iris Grace, que tem autismo, e sua gata Thula | Foto: Bored Panda/Reprodução

Iris Grace, que tem autismo, e sua gata Thula | Foto: Bored Panda/Reprodução

3 – O ronronar dos gatos ajuda a curar ossos, tendões e músculos:

Se você é um amante de gatos, você sabe que o ronronar do seu felino é um dos sons mais reconfortantes do mundo, pois geralmente significa que seu gato está feliz e confortável. O som também tem sido associado há muito tempo a uma capacidade de cura terapêutica em ossos e músculos humanos.

Um estudo de 2006 conduzido pela Fauna Communications, descobriu que a frequência do ronronar de um gato é entre 25 e 140 Hz. Isto cobre as mesmas frequências que são terapêuticas para o crescimento ósseo e cura de fraturas, alívio da dor, redução do inchaço, cicatrização de feridas, crescimento e reparo muscular, reparo do tendão e mobilidade das articulações.

4 – Gatos significam menos alergias:

Um estudo realizado em cães e gatos revelou que o contato com esses animais no primeiro ano de vida pode fortalecer o sistema imunológico dos bebês, particularmente contra doenças respiratórias.

Foto: Bored Panda/Reprodução

Foto: Bored Panda/Reprodução

Isso pode resultar em uma melhor defesa contra a doença na infância, concluíram os pesquisadores. Outro estudo descobriu que o limpeza obsessiva e isolamento nem sempre são a melhor escolha; as crianças expostas a alérgenos de gatos estão em melhor situação em relação aos seus sistemas de defesa.

Crianças em ambientes urbanos com maior exposição a alérgenos e bactérias desenvolveram uma melhor sensibilização às alergias e respostas mais fortes de seus sistemas imunológicos.

5 – Os gatos podem diminuir o risco de doença cardíaca:

Um estudo de 10 anos de mais de 4 mil americanos realizado por pesquisadores do Instituto Stroke da Universidade de Minnesota em Minneapolis descobriu que ter um gato pode reduzir seus níveis de estresse, o que por sua vez terá um efeito secundário sobre o risco de doença cardiovascular. Possuir um gato pode diminuir o risco de várias doenças cardíacas, incluindo derrame, em cerca de 30%.

Foto: AKIMASA HARADA/GETTY IMAGES

Foto: AKIMASA HARADA/GETTY IMAGES

Depois de tudo isso já não resta mais dúvidas de como esses seres peludos e encantadores podem fazer a diferença em nossas vidas. O amor, a dedicação, a felicidade e o privilégio de se conviver com um animal doméstico são incomparáveis.

Há lições que somente os animais podem nos ensinar, não perca a oportunidade de amar e estar com seu companheiro de quatro patas o máximo possível. E se você ainda não desfruta dessa alegria, há muitos gatinhos a espera de um lar e uma família nos abrigos e ONGs de proteção animal.

Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


 

Elefante é acorrentado por três meses por ser considerado “agressivo”

Foto: Mathrubhumi

Foto: Mathrubhumi

Um elefante tem sido torturado por três meses na Índia, mantido acorrentado em uma plantação, exposto ao sol e à chuva, mal conseguindo se mover, o animal chora o dia todo, segundo os vizinhos da propriedade onde o abuso acontece.

O elefante, conhecido pelos nomes Kochu Ganeshan e Bharathi Balanarayanan, foi acorrentado em uma plantação de coco em Mundakkara, na cidade de Balussery, na Índia desde abril, segundo relatos do jornal Mathrubhumi.

De acordo com o responsável pelo elefante, Dileep Kumar, ele estaria passando pelo período de “musth” (alta dos níveis de hormônios reprodutivos em elefantes do sexo masculino, que causa agressividade) e por isso teria sido acorrentado e torturado.

Elefantes na Índia (imagem ilustrativa) | Foto: Priya Davidar

Elefantes na Índia (imagem ilustrativa) | Foto: Priya Davidar

Infelizmente na Índia é permitido manter elefantes em cativeiro porém, existem normas para esse tipo de procedimento. De acordo com o regulamento vigente, para se manter um elefante – no período de “musth” – cativo no país, ele deve ser colocado em acampamentos cobertos, protegido e ser alimentado ter acesso a água.

Lembrando que cativeiros, sejam eles em alojamentos cobertos, zoos ou qualquer tipo de privação da liberdade, causam sempre sofrimento a qualquer espécie, além de ser uma crueldade com animais selvagens, acostumados a viver livremente na natureza e em grupos ao invés de cerceados por interesses humanos.

A forma como Kochu Ganeshan vem sendo mantido viola todas as regras relativas aos cuidados com elefantes durante o período do “musth”. Segundo os especialistas nesta fase os níveis hormonais de testosterona se elevem tanto nos animais que cheguem a ficar 60 vezes mais altos que o normal. Para animais que vivem livres, o período é utilizado para reprodução e eles passam por essa fase de forma natural em seus habitats. Já os cativos se tornam agressivos e violentos por não poderem manifestar sua natureza ou seguir seus instintos.

Elefantes na Índia (imagem ilustrativa) | Foto: Nature Conservation Fundation

Elefantes na Índia (imagem ilustrativa) | Foto: Nature Conservation Fundation

Estar afastado de seu grupo e de seu ambiente natural é uma agressão anti-natural e cruel para com os elefantes por si só.

Ainda segundo relatos do jornal Mathrubhumi foram identificadas feridas profundas na pele do elefante causadas pelas de correntes que prendem suas pernas.

Vítima da humanidade

O elefante de 25 anos foi acorrentado a um coqueiro. O animal havia sido trazido para a terra de Vadakkedathu Sankaran (fazendeiro) para ficar por 10 dias. Ao final desse tempo, quando ele pediu para que os responsáveis levassem o elefante embora, Dileep Kumar disse que o animal estava em “musth” e não poderia ser transportado por três meses.

Elefantes na Índia (imagem ilustrativa) | Foto: Nature Conservation Fundation

Elefantes na Índia (imagem ilustrativa) | Foto: Nature Conservation Fundation

Quando um grupo de homens começou a acampar e se embebedar nas terras do fazendeiro alegando estar ali para cuidar do elefante, o proprietário demoliu o galpão construído no local.

O grupo entrou com uma queixa policial contra o proprietário da terra por destruir o galpão. Com isso, Sivasankaran teve que pedir ajuda da polícia para lidar com a situação.

Segundo relatos de moradores vizinhos da propriedade onde Kochu Ganeshan esta preso, o elefante chora sem parar, dia e noite, “num murmúrio de cortar coração”, devido às feridas profundas nas pernas e ao sofrimento de ficar amarrado o tempo todo.

Elefantes na Índia (imagem ilustrativa) | Foto: Nature Conservation Fundation

Elefantes na Índia (imagem ilustrativa) | Foto: Nature Conservation Fundation

Sivasankaran e sua família disseram que apesar de terem feito uma queixa à polícia e ao DFO denunciando que o elefante está sendo torturado, nenhuma ação foi tomada.

Os responsáveis pelo elefante só levaram mahouts (cuidadores de elefante) até o local depois que ele apresentou uma queixa no tribunal de Koyilandi e uma comissão veio para inspecionar o animal e as condições em que ele tem sido mantido.

O tutor do elefante, Dileep Kumar, respondeu que o animal é tratado de acordo com as instruções do “Madangaleela” (livro indiano sobre elefantes que tem mais de 200 anos) e será deslocado do local quando o certificado de aptidão (fim do “musth”) for emitido.

Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


 

Animais dão exemplo de amizade e lealdade aos seres humanos

Foto: Tail and Fur

Foto: Tail and Fur

O Dia do Amigo é comemorado em 20 de julho, a data foi criada pelo argentino Enrique Ernesto Febbraro (1924-2008) em 1999, que considerou a chegada do homem à Lua como um símbolo de união entre todos os seres humanos.

Por meio das campanhas de divulgação realizadas por Febbraro, aos poucos, o Dia do Amigo celebrado também como Dia Internacional da Amizade, passou a ser comemorado em outras partes do mundo, e hoje quase todos os países festejam esta data.

E quem disse que a amizade precisa se restringir às relações humanas? Alguns dos exemplos mais belos e sinceros de amizade estão entre os animais: cabras órfãs adotadas por cachorras, bezerrinhos cegos guiados por pit bulls solidários, potrinhos órfãos adotados por cães altruístas, gatos protegidos por cães, ambos em situação de rua, patas e gatinhas sendo companheiras de brincadeira uma da outra e tantos outros exemplos pelo mundo todo.

Foto: Funny Pets

Foto: Funny Pets

Capazes de um amor incondicional e de uma entrega incomparável, os animais ensinam lições preciosas ao seres humanos, mantendo sua lealdade mesmo depois que seus tutores faleceram, como no caso do famoso cão japonês Hachiko que ganhou uma estátua em homenagem à sua lealdade na cidade de Shibuya.

O cão da raça akita esperou todos os dias durante anos em uma estação de trem, pelo retorno de seu tutor que havia falecido de hemorragia cerebral durante o trabalho e nunca mais voltou pra casa. Mas isso não impediu Hachiko de se manter fiel e nem o fez perder as esperanças. Até o dia de sua morte.

Assim como ele muitos outros exemplos de cães dedicados e fiéis chegam ao nosso conhecimento todos os dias. Assim como gatos, vacas, cavalos, esquilos e tantos outros animais que criam vínculos verdadeiros entre si, com outras espécie e com humanos também.

Foto: Tail and Fur

Foto: Tail and Fur

Sempre dispostos a perdoar, companheiros em todo tipo de aventuras, esses seres sencientes são capazes de decodificar nossas emoções, sentir quando estamos tristes e oferecer uma “pata” amiga a qualquer momento.

Diferentes dos seres humanos, os sentimentos de inveja, ganância, prepotência ou qualquer outro que ameace uma amizade verdadeira estão longe do coração dos animais que apenas oferecem seu amor e carinho, sem nada pedir em troca.

Foto: List25

Foto: List25

Celebremos o Dia da Amizade com nossos amigos animais e se você ainda não teve essa experiência maravilhosa, adote um animal, há muitos cães, gatos e outros bichos à espera de um lar para compartilhar sua vida e sua amizade. Basta dar o primeiro passo.

Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


 

Burros são pintados de preto e branco para se parecerem com zebras em festa de casamento

Foto: Facebook/Angel Tomás Herrera Peláez

Foto: Facebook/Angel Tomás Herrera Peláez

Imagens de dois burros pintados como zebras para uma recepção de casamento com tema de safári em uma cidade espanhola causaram uma onda de revolta nas redes sociais.

Os animais foram filmados enquanto caminhavam na área ao redor de um bar por um morador local em El Palmar, uma cidade em Cádis, na Espanha, que denunciou o abuso à entidades de defesa dos direitos animais no sábado.

Ele classificou o ato como “vergonhoso” e registrou a cena para que a justiça pudesse ser feita.

Angel Tomás Herrera Peláez escreveu no Facebook ao lado do vídeo: “Os burros, espécie em perigo de extinção, usados para exploração turística”.

Os animais foram transportados no sábado durante a manhã, pintados e deixados no sol, sem sombra alguma para descansar, ao longo do dia todo, de acordo com a Andalucia Informacion.

O morador que denunciou o abuso à ONG Mother Earth Platform e a entidade levou o caso à atenção das autoridades locais e da guarda civil.

Foto: Facebook/Angel Tomás Herrera Peláez

Foto: Facebook/Angel Tomás Herrera Peláez

O OCA (Escritório Agrícola e Comercial) de Cádiz disse que havia iniciado uma investigação sobre o caso na segunda-feira.

A mídia local relata que o bar – conhecido como “chiringuito” – geralmente só é aberto para eventos privados como casamentos e celebrações familiares.

Relatos apontam que o local já recebeu outras reclamações e multas no passado e ganhou notoriedade por suas festas.

Injustificável

Esse tipo de abuso é um flagrante de maus-tratos resultado da crença (especismo) que vigora na sociedade de que os animais são inferiores aos seres humanos e podem ser explorados da forma como a humanidade bem entender.

Animais são seres sencientes, com sua capacidade de sentir, amar, sofrer e compreender o mundo ao seu redor comprovada pela ciência e atestada pela Declaração de Cambridge desde 2012.

Foto: Caters News Agency

Foto: Caters News Agency

Nada pode justificar os horrores a que esses seres são submetidos pela vaidade, ganância e crueldade humanas. Comidos, explorados, mortos, obrigados a correr, dançar, fazer truques, passar a vida encarcerados, separados de seus filhos, sem ver o sol ou a grama.

Esses burros espanhóis mostrados na matéria foram pintados para servir de “enfeite” em um casamento, já os burros na ilha grega de Santorini são obrigados a subir 500 degraus diariamente, carregando levas de turistas nas costas, sob um sol escaldante e na mira de chicotes dolorosos.

Foto: Caters News Agency

Foto: Caters News Agency

Essa rotina cruel e desumana tem custado lesões severas a esses animais, feridas expostas causadas pelas selas e pelo peso carregado, danos na coluna, e nas articulações. Quando não “servem” mais para a tarefa árdua eles são abandonados ou mortos.

Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


 

Conheça as seis mães mais dedicadas do reino animal

Foto: Nexus

Foto: Nexus

Nada se compara ao amor de uma mãe, e as mães do reino animal não são exceção. Confira as cinco melhores mães não humanas que fazem de tudo para seus filhos, desde colocar “o jantar” na mesa todas as noites até se sacrificarem por eles. Esses filhotes são presenteados com mães singulares e dedicadas que merecem os votos retumbantes de um Feliz Dia das Mães.

Mães elefantes

Foto: Jeff Foott/DCL

Foto: Jeff Foott/DCL

A primeira mãe da nossa lista ganha seu lugar por ter dado à luz os maiores bebês da Terra – estamos falando em média de 200 libras (cerca de 97 kg). Ainda bem que esses bebês gigantes não usam fraldas. As fêmeas dos elefantes também merecem um prêmio por terem passado por uma gravidez de 22 meses. Inicialmente, os filhotes nascem cegos, o que os força a confiar em suas trombas para navegação e descoberta, mas, felizmente, eles vivem em uma sociedade matriarcal.

Uma vez que o bebê nasce, as outras “damas” do rebanho dão uma mãozinha, incluindo avós, irmãs, tias e até primas. Essas babá em tempo integral são chamadas de “mães postiças” ou madrinhas e ajudam em todos os aspectos da criação de bebês elefantes – então, neste caso, é preciso uma manada inteira para criar um elefante.

Mães Coalas

Foto: iStockphoto

Foto: iStockphoto

Nunca aceite entrar em uma competição de comida com um coala do sexo feminino, pois ela só come uma coisa: folhas de eucalipto altamente venenosas. Sua faixa digestiva pode tolerar esse tratamento mortal, graças às suas entranhas que são naturalmente embaladas com bactérias especiais que desintoxicam as folhas.

Bebês coalas – não nascem com essas habilidades extraordinárias (para não falar na falta de orelhas, olhos e pelos), mas a mamãe coala vem em socorro do filhos e os ajuda a construir sua tolerância alimentando-os com suas próprias fezes. Pode parecer estranho e até meio repugnante no início mas é esse processo que tornará os pequenos capazes de alimentar-se sozinhos quando adultos

Uma vez que os coalas bebês nascem, eles passam cerca de seis meses dentro da bolsa da mãe, se alimentando de leite e formando as partes de seus corpinhos que ainda faltam definir-se. Mas esta é uma mãe que não perde o sono enquanto se alimenta: a coala dorme cerca de 22 horas por dia – quase 90% da vida dela se passa cochilando.

Mãe jacaré

Foto: Jeff Foott/DCL

Foto: Jeff Foott/DCL

O jacaré fêmea tem que ter uma das gestações “mais verdes” levando o ozônio em consideração. Seu ninho é uma pilha de vegetação apodrecida (a pilha final de compostagem) que produz calor para que ela não tenha que se sentar em seus ovos.

Os cientistas usam termômetros especiais para monitorar o período de incubação de dois meses nesses ninhos, e o calor faz mais do que dar vida a esses bebês.

Se a temperatura é inferior a 88 graus, o bebê é uma menina, mas se for superior a 91 graus, é um menino. Uma vez que os bebês nascem, as mães zelosas os carregam em sua mandíbula para proteção, ajudando-os na água, onde passam seus primeiros anos comendo peixes, insetos, caracóis e crustáceos.

Mãe urso-polar

Jeff Foott/DCL

Foto: Jeff Foott/DCL

Ursos polares do sexo masculino são os reis de uma única noite. Esses “Casanovas” dão às parceiras o ombro frio após o acasalamento, deixando as futuras mamães sozinhas para carregar cerca de 400 libras (quase 200 kg) durante a gravidez. Isso justifica um bebê realmente pesado, mas neste caso, os desejos de fim de noite são encorajados – na verdade, se a fêmea não encontrar comida suficiente para dobrar seu peso, seu corpo vai realmente reabsorver o feto. Parece exagerado? Mas é a vida real.

Depois que ela embolsar todos os quilos necessários, o urso polar tem um dos trabalhos de parto mais fáceis ja registrados. Ela cava uma toca-maternidade (geralmente em um monte de neve), onde ela entra em um estado de hibernação, não come por dois meses e também dorme durante o nascimento do bebê.

Sem as contrações e dores do parto, que tranquilidade, a mamãe ursa dá a luz dormindo. Os recém-nascidos são cegos e desdentados, mas absolutamente e lindos, e geralmente ficam do lado de sua mãe por apenas dois anos antes de serem enviados para o mundo pra viver por conta própria – meio que condensando a infância, a pré-adolescência e a adolescência dez uma vez só.

Mãe guepardo

Foto: Wolfgang Bayer/DCL

Foto: Wolfgang Bayer/DCL

Paciência é uma virtude, especialmente quando se trata de ser uma mãe guepardo. Em qualquer momento de suas vidas em que deem a luz, as fêmeas da espécie geralmente têm quatro a seis filhotes para cuidar, mas essas crianças não nascem com instintos de sobrevivência. Cabe à mãe ensiná-los a caçar suas presas e evitar outros predadores, e esse treinamento pode levar quase dois anos para que eles aprendam e passem a reliazar com sucesso as atividades.

Uma vez que os filhotes aprendem a se virar sozinhos, a mãe começa a criar uma nova família, enquanto seus descendentes deixados para trás formam um grupo de irmãos. Os garotos ficarão juntos por toda a vida, mas as fêmeas deixarão o grupo mais ou menos seis meses depois, já que esses animais tendem a ser solitários e a evitar um ao outro. Aqui não se cutuca a onça com a vara curta.

Mãe orangotango

Getty

Foto: Getty

Os altamente inteligentes orangotangos são a melhor mãe do tipo “faça você mesmo”. Ela passa quase toda a sua vida no alto das árvores, onde constrói um novo ninho todas as noites a partir de galhos e folhagens, formando mais de 30 mil casas em sua vida.

Ela também nunca abandona seus bebês, geralmente amamentando os filhos até que eles atinjam a idade de 6 ou 7 anos – essa é a maior dependência da mãe de qualquer animal na Terra.

Na maioria dos casos, os orangotangos do sexo masculinos só se aproximam para acasalar, e até mesmo os bebês machos se separam mais rapidamente de suas mães do que suas contrapartidas femininas, que muitas vezes ficam mais tempo com elas para aprender habilidades de criação de filhos.

O poder da informação e o desafio às crenças especistas estabelecidas

Foto: Animal Ethics

Foto: Animal Ethics

Com celebrações por todo o mundo o Dia Mundial da Imprensa ou Dia Mundial da Liberdade de Imprensa é uma homenagem aos profissionais e veículos que são responsáveis por prover e divulgar informações necessárias à construção de uma sociedade mais crítica, democrática e livre.

A data comemorativa foi proclamada pela Assembléia Geral da ONU em dezembro de 1993, seguindo a recomendação da Conferência Geral da UNESCO. Desde então, 3 de maio, o aniversário da Declaração de Windhoek é comemorado mundialmente como o Dia Mundial da Liberdade de Imprensa.

Este ano a data completa sua 26ª celebração sob o tema: Mídia para a Democracia, Jornalismo e Eleições em Tempos de Desinformação, que discute e trás à pauta questões como o potencial da mídia em apoiar os processos de paz e reconciliação.

O sofrimento animal apenas recentemente tem ganhado atenção da imprensa e mesmo assim de forma comedida e tímida como algo considerado “menos importante” e restrito aos veículos específicos, voltados ao meio ambiente e a fauna silvestre.

Foto: PETA

Foto: PETA

Vistos como seres inferiores e dessa forma passíveis de serem usados e dispostos como produtos a serem explorados e mortos conforme a vontade a humana, esses seres que são nossos companheiros de planeta padecem em silêncio, ocultos pelos interesses de uma classe ambiciosa e dona de benefícios a que o dinheiro garante acesso.

A grande massa da sociedade segue a doutrina do especismo, muitas vezes sem saber que o faz, apenas repetindo crenças que lhes foram enfiadas goela abaixo de geração em geração. Sem desafiar o conteúdo que lhes foi imposto ou arriscar qualquer questionamento.

Ao rotular e aceitar que os animais podem ser mortos e explorados conforme nosso interesse, estamos condenando essas vidas a uma existência de dor e exclusão, com a morte como a única forma de se libertar do cativeiro.

Foto: Pinterest

Foto: Pinterest

Mas quem poderia mudar o pensamento vigente senão a imprensa, cujo papel e força motriz é despertar esse interesse e fomentar a ousadia de uma consciência crítica nos consumidores, leitores e espectadores, atualmente coformados com um status quo confortável e já totalmente estabelecido.

É da imprensa o papel de propor novos pontos de vista, ângulos inexplorados, e principalmente denunciar o que ocorre por tras do véu que têm cegado – por opção própria – a humanidade até aqui, para fora dos meios ambientalistas e rumo à sociedade como um todo.

Milhões de animais morrem todos os anos para alimentar nosso paladar, vacas são exploradas a vida inteira para que o leite de seus filhos chegue a nossas bocas, animais são mortos em “jogos” de caça para nos divertir, golfinhos e orcas enlouquecem em cativeiro para que assistamos eles fazerem truques em troca de comida.

Foto: PETA

Foto: PETA

Nosso conformismo nos deixou a ponto de entrar em uma era afetada pela mudança climática com consequências irreversíveis e fatais, não só para as demais espécies do planeta como para os seres humanos também. Muito pouco foi feito, medidas isoladas aqui e ali, acordos climáticos e de redução de emissões de carbono pouco efetivos e governos que fingem que “alguém virá nos salvar” se a coisa ficar muito feia.

Mas ninguém virá nos salvar a única coisa que pode nos salvar é nossa consciência crítica da realidade, uma mudança de postura radical e urgente, com a ajuda da imprensa no papel de divulgadora e fomentadora de questionamentos inéditos, vanguardistas e acima de tudo compassivos.

Explorados e sem direitos, os animais seguem sendo usados como ferramentas pelos humanos

Foto: Animal Ethics

Foto: Animal Ethics

O Dia Internacional do Trabalho é conhecido por vários nomes em diferentes países do mundo como: Dia do Trabalhador, Dia do Trabalho, Dia Internacional dos Trabalhadores ou Festa do Trabalhador. Comemorado no dia 1 de maio essa data celebrada internacionalmente, é dedicada aos trabalhadores do mundo todo, sendo feriado em muitos lugares.

A homenagem remonta ao dia 1 de maio de 1886, quando teve início uma greve na cidade norte-americana de Chicago, com o objetivo de conquistar condições melhores de trabalho, principalmente a redução da jornada diária, que chegava a 17 horas, para oito horas.

Foto: US Army Archives

Foto: US Army Archives

É uma data que marca a luta e posterior conquista de direitos e valorização dos trabalhadores, que explorados, viam sua força de trabalho pouco reconhecida e extenuavam-se em horas de tarefas sem direito a descanso adequado ou remuneração equivalente.

Mas da mesma forma que os humanos se revoltaram, lutaram e conquistaram seus direitos, os animais, companheiros de planeta e sociedade, são explorados, extenuados, expostos à riscos absurdos e muitas vezes mortos em longas jornadas de trabalho antinatural. Eles porém não tem voz para reivindicar sua liberdade.

Animais como trabalhadores e ferramentas

Em muitos lugares do mundo, animais não humanos são usados como trabalhadores. Esses animais geralmente levam vidas repletas de sofrimento e sofrimento, e são mortos quando não são mais úteis. Esses seres sencientes e indefesos estão sendo usados como recursos.

Foto: AP Photo/Kirsty Wigglesworth

Foto: AP Photo/Kirsty Wigglesworth

Esses animais são vistos como investimentos dos quais se espera que lucro ou valor sejam obtidos. Muitas vezes eles são atendidos em suas necessidades básicas e médicas mais do que o necessário para explorá-los.

Seus “tutores” podem mantê-los livres de doenças e permitir-lhes descanso adequado para que continuem a ser produtivos, ou esses mesmo humanos podem achar mais lucrativo fazê-los trabalhar até a morte e depois substituí-los.

Foto: Animal Ethics

Foto: Animal Ethics

Sua situação é em aspectos cruciais semelhante à dos escravos humanos: eles são forçados a trabalhar, muitas vezes inúmeras horas por dia. O valor que eles produzem é tomado pelos humanos, que só fornecem comida e abrigo aos animais. Quando eles não podem mais trabalhar de uma maneira que torne sua existência economicamente lucrativa, os animais são mortos.

Em outros casos, os animais ainda são usados não como trabalhadores, mas como ferramentas. Uma forma de usá-los como ferramentas é na experimentação animal, onde são submetidos a testes com produtos químicos nocivos, venenos, agrotóxico e outras variações que causam dor e sofrimento. Eles também são explorados como ferramentas pelos os militares, como quando são usados para transportar bombas através das linhas inimigas.

Animais usados como trabalhadores

Existem inúmeras maneiras pelas quais animais não humanos são usados para o trabalho. Em muitos casos eles são usados para transporte ou para tração, como os elefantes na Índia e os burros na Grécia ou como “carros de carga”, transportando quantidades imensas e pesadas de materiais como se fosse veículos.

Foto: Animal Ethics

Foto: Animal Ethics

Outros animais, como os cães policiais, são explorados em treinamentos antinaturais e cruéis, mediante ameaças e privações, para realizar trabalhos arriscados, muitos morrem baleados ou em decorrência de ferimentos no exercício dessa função ingrata .

Uso militar de animais

Animais têm sido usados como ferramentas militares ao longo da história. Um grande número de animais foi morto em guerras. Mesmo em tempos de paz, eles são usados e mortos para propósitos como o desenvolvimento de novas armas e o treinamento de soldados.

Recentemente foi divulgada a informação que só no Reino Unido quase 50 mil animais foram mortos pelo governo em 7 anos de pesquisa militar

Foto: US Navy

Foto: US Navy

Entre os testes realizados num deles macacos foram injetados com antraz, enquanto os pesquisadores monitoraram o nível de dor dos animais e a quantidade de tempo que eles levavam para morrer.

Em outros alguns animais eram forçados a respirar gás de mostarda, um carcinógeno que queima os pulmões, causando inchaço e formação de bolhas ao fechar as vias aéreas.

 Foto: Humane Society Internacional

Foto: Humane Society Internacional

E ainda num exemplo mais cruel para testar a eficácia da armaduras corporais, porcos eram envolvidos em armaduras-teste antes que os explosivos fossem ativados.

Após as explosões, os cientistas avaliariam os porcos para ver quais partes do corpo estavam protegidas e quais estavam danificadas.

Experimentação animal

Como os animais são considerados, irresponsavelmente, inferiores aos humanos, mesmo quando se trata de seus interesses mais vitais, eles são usados como ferramentas de laboratório. É interessante notar que a maioria das pessoas nunca pensaria em usar seres humanos de maneira semelhante, mas dispõe dos animais como bem entende.

Muitos ficam cegos, tem sua pele destruída por produtos químicos nocivos e seus órgãos danificados por experiencias cruéis.

Depois de tudo isso, mesmo que estejam bem para viver ainda são mortos, pois são considerados incapazes de sobreviver ou se adaptar em sociedade.

Sem nada que os proteja, sem direito algum, sem ter como se defender, esses animais padecem sendo explorados silenciosamente, trabalhando como escravos sob o jugo da humanidade, que satisfeita segue surda aos apelos do planeta que esvai em recursos e em espécies extinguindo-se peremptoriamente

Animais abandonados sofrem pela carência de cuidados básicos e irresponsabilidade humana

Foto: Canal Motivacional/Youtube

Foto: Canal Motivacional/Youtube

No dia 07 de abril, comemora-se o Dia da Saúde, data criada para conscientizar a população sobre a importância dos cuidados com a mente e o corpo e também abordar de problemas de saúde globais, alertando sobre os riscos e ensinando sobre a prevenção.

Porém a saúde dos animais domésticos também carece de muita atenção, reconhecimento e cuidados especiais.

São mais de 30 milhões, segundo estimativa da Organização Mundial da Saúde, a quantidade de cães de gatos abandonados pelas ruas. Sendo eles 10 milhões de gatos e 20 milhões de cães. Esses animais são covardemente largados por seus donos irresponsáveis que criaram expectativas absurdas e que muitas vezes levam um animal para casa sem ter conhecimento do que de fato significa se comprometer com um companheiro de quatro patas.

São muitos os motivos que alegam para abandonar um animal, dos mais variados possíveis, entre eles estão: mudança de cidade ou viagens, aparecimento de alguma deficiência física ou doença e problemas; o trabalho e as despesas geradas pelo animal; casos em que o animal foi comprado de um criador sem certificação e não são da raça esperada; e problemas de comportamento.

Foto: Expresso MS

Foto: Expresso MS

Muitos outros acabam nascendo e se criando na rua mesmo – os que sobrevivem – a fragilidade das políticas de castração e falta de investimento público no setor causam o aumento da população desses seres desprotegidos que vivem marginalizados pelas cidades.

Na falta de um lar com uma família amorosa para protegê-los, ou prestar-lhes o atendimento básico, padecem esquecidos nas ruas, privados de comida, cuidados médicos e muitas vezes perdem suas vidas sem ter quem os acolha e socorra.

Com políticas públicas quase nulas de proteção socorro a esses animais alguns protetores independentes e ONGS resgatam esses animais e fazem o possível para recuperá-los e dar-lhes um lar.

Foto: Jornal O Hoje.com/Reprodução

Foto: Jornal O Hoje.com/Reprodução

Sem castração para evitar o aumento da população de cães em situação de rua ou promoção da adoção em vez da compra, os animais permanecem vítimas do abandono humano também de forma legal.

A atual legislação prevê penas mínimas para o abandono de animais e mesmo assim, situações especiais precisam estar configuradas junto à denúncia, como filmagem ou foto do ato. A maioria desses crimes ocorrem silenciosamente e os tutores se livram dos animais inocentes de forma escusa e obscura.

Não só atos de abandonos são cometidos contra animais, maus tratos infelizmente também são frequentes. Dentre os mais comuns estão: agressões físicas como mutilar e envenenar; manter o animal preso por corrente ou corda; manter o animal em local impróprio sem condições sanitárias; não alimentar; não levar ao veterinário; submeter o animal a atividades exaustivas; utilizar animais em espetáculos sem condições adequadas; capturar animais silvestres, entre muitos outros.

Foto: Meus Animais/Reprodução

Foto: Meus Animais/Reprodução

Algumas ONGs, mesmo com recursos limitados, realizam o resgate de animas em situação de vulnerabilidade, muitos com fraturas expostas, desnutridos, abandonados em locais de perigo, entre muitas outras situações. Eles são levados para centros veterinários, onde recebem o tratamento necessário, são castrados, vermifugados, reabilitados e depois de todo esse processo, são postos para a adoção na esperança de encontrar um lar e uma família que os acolha.

Vítimas de uma sociedade que os vê como seres “menores” ou “inferiores”, os vende como produtos e os abandona como objetos descartáveis, os animais seguem com pouco acesso aos direitos básicos, como saúde e bem-estar. Com certeza, não há muito o que se comemorar, da parte dos nossos irmãos não-humanos, nessa data especial.

Dia Internacional da Mulher: conheça as mais belas e poderosas representantes do sexo feminino no reino animal

Foto: Reprodução/Pinterest

Foto: Reprodução/Pinterest

A natureza normalmente favorece os animais do sexo masculino no reino animal em relação a aparência, como uma ferramenta para facilitar a atração de parceiras. Mas, para celebrar o Dia Internacional da Mulher, apresentamos algumas das mais belas e poderosas criaturas femininas deste planeta

Tigre

Foto: Mark Newman/Getty Images

Foto: Mark Newman/Getty Images

Tigres são animais impressionantes, seu caminhar é suave como numa coregrafia, porém são animais temidos e poderosos que atraem a atenção e cobiça de muitos. Essa mãe tigre de Sumatra brincando com seus filhotes ilustra a forma protetora como as mulheres desta espécie cuidam de seus filhotes. A fêmea varia em tamanho de 215 a 230 cm de comprimento e vive nas densas florestas da Sumatra.

Raposa selvagem

Foto: Mark Bridger/Getty Images

Foto: Mark Bridger/Getty Images

As raposas selvagens são rápidas e ferozes porém belíssimas com seu pelo macio em tons de vermelho e branco com desenhos únicos na fusão natural de cores da pelagem. Essas raposas normalmente têm uma cabeça menor que as raposas comuns, e as orelhas e o focinho delas formam um elegante “V”, enquanto numa raposa comum elas formam um “W”.

Cervos

Foto: James Warwick/Getty Images

Foto: James Warwick/Getty Images

Um cervo representa o sexo masculino em sua espécie de forma imponente e cheia de garbo, mas a elegância e a pose dessa fêmea seguramente garantem sua inclusão em qualquer lista de belos animais. A fêmea não precisa de chifres para deixá-la bonita. Delicada e arisca ela atrai todos os olhares.

Cisne

Foto: Diane Miller/Getty Images

Foto: Diane Miller/Getty Images

A plumagem branca e reluzente desta mãe cisne a diferencia entre as demais aves, sua natureza protetora em relação aos seus pequenos cisnes é próprio da espécie. A fêmea é chamada de “caneta” pela maneira como ela segura e mantem as asas em volta de si mesma, envolvendo-se nelas como num invólucro de penas. Esta denominação vem do antigo termo em inglês “Penne”.

Papagaio Eclectus

Foto: Guo Ya Hui/Getty Images

Foto: Guo Ya Hui/Eyeem/EyeGetty Images

Nativo das Ilhas Salomão, o papagaio eclectus fêmea supera o seu companheiro masculino em vibração e atratividade. Considerando que o macho é verde com um toque de azul brilhante na asa, a fêmea tem a penagem colorida de um lindo vermelho vivo com a barriga violeta e o bico preto.

Leão-marinho

Foto: Guo Ya Hui/Getty Images

Foto: Michael Nolan/Getty Images

A representante feminina entre os leões marinhos ofusca o macho da espécie em termos de beleza. O macho adulto tem um nariz achatado, traços brutos e massa corporal enorme, enquanto a fêmea tem características suaves, delicadeza de movimentos e grandes olhos redondos e negros.

Leoa

Foto: Sebastien Gaborit/Getty Images

Foto: Sebastien Gaborit/Getty Images

As leoas talvez sejam injustiçadamente um pouco menos mostradas na mídia do que seus parceiros masculinos, mas nem por isso menos belas e poderosas. A leoa é uma caçadora certeira e hábil, exalando agilidade, força e alimentando seus iguais e criando seus filhos.

Orangotango

Foto: Anup Shah/Getty Images

Foto: Anup Shah/Getty Images

As feições suaves e os olhos cheios de expressão da orangotango fêmea a colocam na liderança na beleza espécie. Os machos desenvolvem bochechas largas que aumentam com a idade e as usam em movimento para exibir sua dominância. A sabedoria cotidiana para sobrevivência e a forma de criação dos filhos é passada das mais velhas para as mais jovens num ciclo auto-alimentado sem fim.