Sapatos para cães podem gerar doenças e feridas, explica veterinária

Os animais sentem frio e isso não é segredo. Muitos tutores optam por colocar roupinhas nos cães e gatos para esquentá-los, o que pode ser uma ótima escolha no inverno. Mas e o sapato para cachorro? O uso de calçados nos animais está cada vez mais popular, e para explicar em quais casos eles realmente devem ser usados, a veterinária e diretora clínica Grupo Vet Popular, Caroline Mouco Moretti, explica algumas questões.

Foto: shutterstock

“Não vejo necessidade alguma no uso de sapatos em animais, além de considerar esse uso prejudicial aos animais”, conta Caroline. A veterinária explica que se o tutor realmente fizer questão, a recomendação é de que o item não seja usado com frequência. “E assim que retirar o sapato do animal, faça a higienização dele”, completa.

Os principais motivos para os tutores quererem usar sapatos são: manter a higiene ou proteger as patinhas do calor nos tempos mais quentes. “Se o uso do sapatinho estiver atrelado a manter a higiene após passeios na rua, podemos resolver isso facilmente com o uso de lenços umedecidos próprios para animais assim que o animal retornar a sua casa; mas se o intuito é proteger as patinhas do calor, basta evitar passeios em horários de maior incidência solar”, diz.

O calçado não protege o coxim (as “almofadinhas” nas patas dos cães) e pode até prejudicá-lo. “O coxim está preparado fisiologicamente para amortecer o caminhar do animal e fazer a troca de calor, por isso, ao usar sapato a pata do animal continuará fazendo essa troca, mas desta vez, o calor ficará preso no sapato”, revela. E se o calor ficar preso, isso pode ajudar na proliferação de fungos e outras doenças.

Outro problema são as unhas, que precisam ser desgastadas. “Com a unha não desgastada, o animal acabará machucando essa região”, explica Caroline. E esses machucados vão desde leves incômodos até cortes profundos. “E qualquer tratamento nesta região é muito complicado, uma vez que a área está sempre em contato com o solo e o animal costuma lamber qualquer medicamento colocado ali”, completa a veterinária.

Por fim, Carolina explica então que o uso de sapatos em cachorros deve ser feito em apenas uma ocasião: o tipo de terreno que ele for pisar. “Terrenos rochosos, com pedregulhos, vidro e outras situações semelhantes, e sempre usado com moderação.”

Fonte: Canal do Pet


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Conheça os cuidados com os animais domésticos durante as temperaturas mais baixas

Foto: GLADSKIKH TATIANA/SHUTTERSTOCK

Foto: Tatiana Gladskikh/SHUTTERSTOCK

Dia 21 de junho marca a chega oficial do inverno, estação em que as temperaturas normalmente caem, os dias se tornam mais nublados e secos e os cuidados com os animais requerem atenção especial.

Em janeiro de 2016 um cãozinho que morreu congelado na rua em Seaville em Nova Jersey no EUA comoveu o mundo. A foto do animal foi utilizada em uma campanha de conscientização para tutores manterem seus animais dentro de casa no inverno.

Sujeitos ao frio, resfriados e condições de saúde como nós, os animais precisam de cuidados redobrados e atenção especial na estação mais fria do anos pois só tem aos tutores para protege-los e prover-lhes os cuidados adequados em caso de necessidade.

Muitos tutores de cães acreditam equivocamente que, como os animais domésticos têm um “cobertor próprio” de pelo, eles podem tolerar o frio melhor do que os humanos. Este não é necessariamente o caso. Como nós, essas criaturas cobertas de pelos estão acostumadas com o calor do abrigo interno de uma casa e o frio pode ser tão duro para eles quanto é para nós seres humanos. Seja qual for o ponto de vista adotado pelo tutor no inverno, uma coisa é certa: é uma época em que os animais domésticos precisam de um pouco de cuidado extra.

Foto: Getty Images

Foto: Getty Images

Embora o animal doméstico da família possa amar passear e passar o tempo ao ar livre, no inverno até mesmo o cão mais agitado pode ficar com frio. Orelhas, patas e rabos são suscetíveis ao frio.

É importante levar seu cachorro para passear, fazer exercícios e brincar, mas dê preferencia a sair com ele apenas no sol, quando a temperatura cair, não o deixe ao ar livre por longos períodos de tempo. Uma boa regra é sair com ele e voltar quando você estiver pronto para entrar, ele provavelmente também estará. Se ele estiver sozinho no seu quintal, verifique com frequência para se certificar de que ele não está mostrando sinais de frio.

Alguns cães são abençoados com uma pelagem espessa que os mantém aquecidos naturalmente, mesmo em temperaturas muito baixas, mas cães com pelagem fina podem precisar usar um suéter ou agasalho quando saem para passear no inverno.

Uma boa pelagem deve ir do pescoço até a base da cauda e também proteger a barriga. Mas mesmo os casacos caninos não evitam o frio nas orelhas, nos pés ou da cauda, por isso, mesmo com um agasalho confortável, não mantenha o seu cão de pelo curto por muito tempo exposto a temperaturas muito baixas.

Foto: Getty Images

Foto: Getty Images

Animais domésticos não devem dormir em um piso frio no inverno. Escolher a cama certa é vital para garantir que seu cão ou gato fique aquecido. Cobertores podem criar um ambiente confortável; camas levemente levantadas podem manter seu cão fora dos pisos frios ou do concreto, e camas aquecidas próprias para pets podem ajudar a manter a rigidez das articulações do envelhecimento. O ideal é colocar a cama do cão ou gato num local quente, longe de correntes de ar, azulejos ou pisos frios, de preferência em seu local favorito onde ele já durma todos os dias, para o animal não se sinta desconfortável em uma área desconhecida.

Se está muito frio para uma pessoa ficar na rua sem casaco, provavelmente está muito frio para um cachorro também, então é importante prestar atenção ao seu comportamento enquanto ele estiver ao ar livre.

Foto: Barkinglotinc

Foto: Barkinglotinc

Ao perceber que o cão está choramingando, tremendo ou aparentando ansiedade, e parou de brincar e parece estar procurando por lugares para cavar, então é hora de trazê-la para dentro.

Cães idosos

O tempo frio freqüentemente agrava condições médicas existentes em cães, particularmente artrite. É muito importante manter um regime de exercícios com o seu cão artrítico, mas tenha em atenção as superfícies escorregadias e certifique-se de que o seu cão tem uma área de descanso quente e suave para recuperar após a atividade.

Se você ainda não deu ao seu cão sênior um suplemento comum natural para lubrificar as articulações e aliviar o desconforto da artrite, talvez seja melhor adicionar uma delas no inverno. Assim como as pessoas, os cães são mais suscetíveis a outras doenças durante o inverno.

Foto: Petradioshow

Foto: Petradioshow

O clima rigoroso do inverno traz uma grande variedade de preocupações aos proprietários responsáveis. O frio intenso, a umidade paralisante ou os ventos cortantes podem causar desconforto para esse cão especial em sua vida. Prestar atenção especial ao bem-estar do seu amigo durante a temporada de inverno irá garantir que ambos aproveitem a temporada ao máximo.

Mantenha estas dicas de cuidados de inverno em mente e aproveite tudo o que o inverno tem para oferecer. E não se esqueça de que o inverno aconchega-se ao seu amigo canino e é uma ótima maneira de todos se aquecerem.

Fonte: Dogs Naturally Magazine

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Anemia em cães: veterinário faz alerta para os cuidados necessários

Tanto os animais preguiçosos, quanto os mais sapecas estão sujeitos a várias doenças. E entre elas está a anemia em cães, que pode ser ocasionada por picadas de pulgas e carrapatos.

Tutores devem manter consultas constantes ao veterinário — Foto: Arquivo Pessoal

Existem vários tipos de anemia que podem acometer o animal. O tipo hemolítica é a causada pelo carrapato ou pulgas contaminados com babesia ou erlichia, que são protozoários que causam a destruição de hemácias, provocando a anemia. “Quando o animal tem o contato com pulga e carrapato contaminada, ela transmite o protozoário (Erlichiose e Babesiose) para o animal, que acomete principalmente a série vermelha dos animais, destruindo hemácias que vão causar a anemia”, explica o veterinário Max Lyra.

O design gráfico Rafael Nardy conviveu em casa com a doença. A cadelinha Lesse, de 15 anos, morreu por complicações de uma anemia, que foi causada por leishmaniose e Babesiose. “No começo foram mudanças sutis e, que devido a idade dela, foram confundidas com fatores normais. Ela começou a ficar menos ativa, menos disposta e passava a maior parte do dia deitada. Ela emagreceu um pouco e passou a se interessar menos pela comida. Trocamos as marcas, sabores e tipos das rações e petiscos, mas não funcionava no longo prazo”.

Sintomas da doença

Os sintomas da anemia são muito semelhantes aos de outras doenças. Apatia, diminuição da alimentação e amarelidão na pele – em caso avançado – são alguns quadros que o animal pode apresentar.

Lesse morreu após complicações da anemia — Foto: Rafael Nardy/Arquivo pessoal

Segundo Max Lyra, o tutor deve sempre ficar atento ao bem-estar do animal, com consultas regulares, para que a anemia seja diagnosticada no início. “As vezes os tutores não percebem que seu animal está no início de desenvolver uma anemia e quando você não consegue observar isso, as vezes está um pouco avançado quando leva o animal para o veterinário. Por isso que é ideal os tutores sempre visitarem o seu médico veterinário a cada seis meses”.

O especialista pontua quatro formas de realizar o diagnóstico no animalzinho doente. “O diagnóstico é através de exame clínico e, principalmente, exame de sangue, como o hemograma. Existe um exame que chama pesquisa hemoparasitária, que distingue se a hemácia do animal está parasitada ou não, por babesia ou por erlichia. E, além disso, há uma sorologia que é feita também”, completa.

Tratamento

De acordo com o veterinário Max Lyra, o tratamento para anemias é feito à base de medicação, suplementação de ferro e complexo B. A alimentação do animal é tida como um fator importante, para uma boa nutrição do animal. O veterinário orienta marcas que contenham maior concentra de vitaminas, essenciais para a saúde do animal.

Fonte: G1

Saiba como fazer para que animais acima do peso emagreçam corretamente

Estima-se que mais da metade dos animais domésticos nos países ocidentais esteja acima do peso – condição que contribui para diabetes, problemas ortopédicos, doenças cardíacas e câncer. E uma revisão da Universidade de Guelph, no Canadá, constatou algo ainda mais preocupante: os tratamentos nas clínicas veterinárias não têm sido efetivos.

(Foto: Terryj/)

“Se os animais não emagrecem rapidamente, os tutores desistem e não cumprem o plano completo. Mas, se alcançam o resultado, eles voltam à antiga rotina e o cão, ou o gato, engorda de novo”, justifica a veterinária Caitlin Grant, que participou da pesquisa.

Segundo a expert, o acompanhamento profissional é essencial nesse processo. “Sem monitoramento, há o risco de que certas doenças passem despercebidas”, ressalta. Com a orientação correta, aí, sim, dá para virar o jogo.

Pontos cruciais para ajudar o animal a entrar em forma:

  • Apoio profissional: Consultar e ser acompanhado pelo veterinário é o primeiro passo. Nada de tentar emagrecer o animal por conta própria.
  • Na medida certa: Não corte a ração.”O animal deixa de receber nutrientes essenciais”, alerta Caitlin. O veterinário indicará dose e horários específicos.
  • Petiscos naturais: Prefira os mais saudáveis ou troque por frutas e legumes. Eles não podem ultrapassar 10% das calorias diárias – use só como recompensa.
  • Exercícios físicos: “Eles devem se exercitar 30 minutos ao dia, cinco vezes na semana”, diz Caitlin. Cães podem passear. Brincar com lasers ou escalar estantes são opções para gatos.
  • Reforço à dieta: Suplementos ajudam a corrigir déficits. “Isso será único para cada animal. Portanto, requer avaliação”, avisa a pesquisadora.

Hora de buscar ajuda

Se o animal perdeu a curvatura entre as patas traseiras e o meio do corpo e você não consegue sentir os ossos da costela dele nem discernir a cintura ao olhá-lo de cima, atenção: são sinais de peso extra.

Gatos sem raça definida e cães das raças basset hound, beagle, labrador, pug, golden retriever e dachshund precisam de um olhar especial, pois engordam com mais facilidade.

Fonte: Saúde – Abril

Obesidade pode diminuir expectativa de vida de cães e gatos

Foto: Pixabay

Você já ouviu falar em obesidade animal? O sobrepeso também pode prejudicar a qualidade e a expectativa de vida de muitos dos nossos bichinhos domésticos. De acordo com especialistas, o animal é considerado obeso quando ultrapassa 20% do peso ideal.

“Além dessa porcentagem, o excesso de peso também pode ser avaliado de acordo com o acúmulo de gordura em algumas regiões principais do corpo, como costelas, base de cauda e região abdominal”, explica a veterinária especializada em Endocrinologia e Metabologia de Cães e Gatos, Camila Canno Garcia, da Petz.

A veterinária Paula Genuíno, colaboradora da Hercosul, avalia que a obesidade compromete a qualidade de vida e longevidade dos animais. “O excesso de peso prejudica a função respiratória, sobrecarrega as articulações dificultando o andar e ainda leva a distúrbios metabólicos. Além disso, a obesidade pode estar associada a enfermidades graves como hipertensão arterial, diabetes mellitus, pancreatite e outras”, ressalta.

Camila Canno Garcia afirma que não existem muitas diferenças em relação à obesidade em cães ou gatos: “Na verdade, são as consequências da obesidade para cães e gatos que podem variar um pouco. Em gatos, por exemplo, o risco de desenvolver diabete secundário à obesidade é quatro vezes maior do que em cães. Já em cães observam-se doenças articulares com maior frequência”.

Diagnóstico preventivo 

O método mais utilizado para diagnosticar a obesidade é o Escore de Condição Corporal (ECC). A partir do exame físico, os estoques de gordura depositados pelo corpo são avaliados.

“É fundamental que o veterinário auxilie nessa avaliação verificando não apenas o peso, mas também observando a circunferência abdominal, apalpando as costelas e identificando a existência de gordura no dorso e/ou início da calda. Após diagnosticada a obesidade, será traçado um plano de emagrecimento para que o animal perca peso de forma equilibrada e saudável”, avalia a veterinária Paula Genuíno.

Como tratar a obesidade?

A manutenção do peso adequado do seu bichinho começa na alimentação saudável, na opinião da veterinária especializada em Endocrinologia e Metabologia de Cães e Gatos, Camila Canno Garcia, da Petz: “O melhor caminho é evitar que o animal se torne sedentário e não oferecer petiscos de forma excessiva. O tutor deve oferecer uma alimentação balanceada, seguindo a quantidade diária recomendada e estimulando o animalzinho a brincar e a praticar atividades físicas”.

Para cães, caminhadas pela manhã ou fim de tarde e estímulo com brinquedos podem ajudar. Já para gatos, distribuir prateleiras, arranhadores, brinquedos e vários potes de comida e água pela casa em locais de difícil acesso os estimulam.

A veterinária Paula Genuíno, da Hercosul, relata que muitos tutores tendem a ser resistentes quando a obesidade é diagnosticada, afinal muitos ainda pensam que animais ‘fofinhos e gordinhos’ são os mais saudáveis.

Para se evitar o ganho de peso, algumas dicas são de grande valia, segundo a profissional:

– Seguir a recomendação de quantidade diária a ser oferecida, informação que normalmente está nas embalagens ou é fornecida pelo veterinário;

– Delegar o fornecimento de alimento a apenas uma pessoa da casa, assim a quantidade não vai variar;

– Evitar petiscos em excesso, dando sempre prioridade aos naturais como frutas e legumes;

– Quando deixar os animais sozinhos, disponibilizar brinquedos que estimulem o movimento, assim eles ficam ativos;

– Resistir aos ‘pedidos’ dos cães por mais alimento, sem ceder à carinha fofa que eles fazem;

– Iniciar uma rotina de exercícios com os cães.

Você verá que pequenos passeios ou caminhadas diárias são importantes para manter a disposição e evitar o ganho de peso do seu animalzinho.

Fonte: Estadão

Dia Mundial do Gato: dicas e cuidados para quem quer adotar um gato

Comemorado no dia 17 de fevereiro, o Dia Mundial do Gato foi criado com o objetivo de promover uma campanha contra os maus-tratos a esses animais. De acordo com um levantamento realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em parceria com a Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet), o país tem aproximadamente 22,1 milhões de gatos nos lares brasileiros.

Com o rápido desenvolvimento das cidades, as casas e apartamentos estão sendo construídos com metragens cada vez menores. Com isso, muitas pessoas que desejam adotar um animal acabam optando pelo gato, que é considerado um mais tranquilo e que se adapta facilmente a pequenos locais. Porém, muitos acabam adotando um gato sem fazer um planejamento, até mesmo por conta do pensamento de que eles se viram sozinhos. É preciso preparar o lar para receber esse animal, além de conhecer as necessidades da espécie.

(Foto: Pixabay)

Uma das principais características do gato que é importante entender é seu instinto de caçador, e a necessidade de repor as energias. Por isso, respeitar a hora de descanso do animal é fundamental, já que ele chega a dormir uma média de 16h por dia. Além disso, ele é um animal territorial, ou seja, defende o local onde habita.

Para ter um gato feliz, é preciso realizar algumas adaptações na casa ou apartamento para que ela seja a mais atrativa possível para ele. Gato não é como cachorro, para o qual você joga um brinquedo e ele sai correndo para buscar, ou até mesmo que precise sair na rua para passear. Bastam 15 minutos de distração e brincadeiras para que o animal se dê por satisfeito.

Uma dica importante é com relação ao alimento, o qual as pessoas costumam deixar disponível em potinhos pela casa. Porém, como o gato tem um instinto de caçador, é interessante criar uma certa dificuldade para que ele se alimente. O uso de comedouros inteligentes para gatos pode ajudar nessa questão e ainda auxilia na manutenção do peso.

Um dos maiores tabus que envolvem os gatos é com relação ao medo da água, já que são conhecidos por não gostarem. Na verdade, esses animais gostam de água, o que eles não gostam é de beber água. Para isso existe bebedouros estilo “fonte” que devido ao movimento da água estimula seu consumo.

Aproveite cada minuto ao lado do seu gato, pois ele é capaz de proporcionar momentos de pura alegria e tranquilidade. Cuide bem do seu amigo!

Fonte: Capital News