Peixes são eletrocutados e amontoados em barcos ainda vivos

Por Rafaela Damasceno

O Kentucky, estado americano, está eletrocutando peixes para monitorar e capturar carpas. Elas são consideradas invasivas no país e uma das espécies mais perigosa de peixes.

Centenas de peixes saltando do mar por causa de choque na água

Foto: Kentucky Department of Fish and Wildlife Resources

Em um vídeo divulgado no Facebook pelo Departamento de Peixes e Vida Selvagem de Kentucky, é possível ver centenas de peixes saltando no ar enquanto um barco libera uma descarga de energia elétrica na água.

Os homens do barco então capturam os peixes com redes e empilham uns sobre os outros enquanto a corrente elétrica continua fazendo os animais se contorcerem e saltarem para fora da água.

Eletrocutar peixes se tornou uma maneira prática e comum de contar a população, segundo o departamento. Os animais ficam atordoados e desesperados, agonizando por um tempo, mas não morrem.

“É apenas para dar às pessoas uma ideia de com quantos peixes estamos lidando”, disse Ron Brooks, diretor do departamento, à CNN. “Nós capturamos e redistribuímos aos compradores”.

As carpas não são nativas dos Estados Unidos e apareceram por lá na década de 70, segundo a Scientific American. Elas podem depositar centenas de ovos por vez e se adaptar rapidamente a novos habitats.

Apesar da crença popular de que peixes não sentem dor, eles são perfeitamente capazes de sofrer e sentir. Diversos estudos comprovam que eles podem até mesmo construir relações entre si e definitivamente podem se machucar. Eletrocutar os peixes com nenhum propósito além de contá-los e capturá-los é cruel e desnecessário.

As carpas foram, provavelmente, introduzidas nos Estados Unidos por pessoas e não merecem a tortura por um erro humano.


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PL propõe que animais sejam vistos como seres sencientes

Por Rafaela Damasceno

Será votado na próxima semana o projeto de lei que propõe tratar os animais como seres sencientes. Apelidado de “Animal não é coisa”, o projeto tem como objetivo reconhecer os animais como capazes de sentir dor, prazer, amor e vários sentimentos.

Cachorro atrás das grades

Foto: Diário da Manhã

Se o projeto for aprovado, os animais – domésticos e silvestres – perderão o status de “coisa” e passarão a ser sujeitos com direitos, sendo respeitados perante a lei. Diversos famosos se posicionaram a favor nas redes sociais.

A aprovação pode abrir caminho para outros projetos de bem-estar animal, como o aumento da punição do crime de maus-tratos (atualmente, a prisão varia de três meses a um ano).

Outros países já reconhecem os direitos animais em suas legislações, segundo o Diário da Manhã. Na Áustria eles perderam a definição de coisas desde 1988, depois veio a Holanda, em 2011, a França, em 2015 e Portugal, o mais recente, em 2017.

A votação ocorrerá na quarta-feira (7/08).


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Grupo ativista lança campanha sobre direitos animais em Londres

Por Rafaela Damasceno

Um grupo em defesa dos direitos animais, Surge, lançou uma campanha em Londres. A ação apresenta um cartaz com a foto de um porco em uma fazenda de criação do Reino Unido com a pergunta “podemos mesmo nos considerar uma nação amante dos animais?”.

O cartaz exposto no metrô

Foto: Surge

Os cartazes foram espalhados pelos metrôs mais movimentados de Londres. Estima-se que quase um milhão de pessoas terão visto os anúncios até o final da campanha.

A imagem e a pergunta fazem referência a um documentário da Surge, Land of Hope and Glory, de 2017, que mostra imagens secretas de criações de animais no Reino Unido. Esta é a segunda campanha de cartazes lançada pelo grupo ativista este ano.

A primeira campanha incluía perguntas como “o que tem mais valor, o gosto ou a vida?”. Também havia cartazes de um cachorro ao lado de um porco com a indagação “qual a diferença?”.

“No Reino Unido, nos orgulhamos de ser uma nação amante dos animais. Mas milhões de animais continuam sofrendo por escolhas que fazemos”, afirmou Ed Winters, um dos fundadores da Surge, a Plant Based News.

Ele disse que o objetivo do grupo com os anúncios é encorajar as pessoas a refletir e perceber as contradições em alegar que ama os animais, mas pagar para que eles sejam mortos.

“A imagem mostra a brutalidade da indústria e o medo que os animais de fazenda sentem em todos os dias de suas vidas. A emoção nos olhos do porco é inegável”, afirmou Winters.


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Inteligência artificial é utilizada para encontrar animais perdidos

Por Rafaela Damasceno

A CrowdPet é uma inteligência artificial criada por pesquisadores da SciPet, empresa que surgiu no Instituto de Computação da Unicamp. O objetivo da plataforma é ajudar na busca por animais perdidos.

Um homem dando uma palestra na frente de um power point que exibe fotos do aplicativo

Foto: Olhar Digital

A plataforma é colaborativa e, para utilizá-la, os usuários precisam inserir as características gerais e uma foto dos animais, formando um cadastro. Então a inteligência artificial faz um cruzamento dos dados do animal perdido e dos dados inseridos na plataforma.

“Lançamos esse primeiro módulo da plataforma, que chamamos de ‘registro animal’ e é voltado para utilização em prefeituras. É uma versão disponível para os agentes de bem-estar animal e de saúde. Com a tecnologia, todo animal que passa por essas clínicas, que têm um grande fluxo, é registrado no sistema por um agente”, explicou Fabio Piva, diretor da SciPet. “Depois, temos o módulo da identificação do animal, que ainda está em testes. E, por último, lançaremos o aplicativo para a população que servirá como uma rede social para os animais”.

A plataforma funciona na cidade de Jaguariúna (SP) desde o final do ano passado, segundo o Olhar Digital, mas há planos para expandir a CrowdPet: a previsão é que pelo menos mais dez cidades adotem a plataforma até o final de 2019.


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Centenas de voluntários ajudam a salvar baleias encalhadas na Flórida

Por Rafaela Damasceno

Cinco baleias-piloto encalharam em uma praia da Flórida e foram resgatadas graças ao esforço de especialistas, da guarda costeira e de centenas de banhistas que se ofereceram para ajudar.

As autoridades foram avisadas na manhã de segunda-feira (29) através de um telefonema de um banhista preocupado, que avistou as baleias se debatendo nas águas rasas e respirando com certa dificuldade.

Foi então que biólogos marinhos, veterinários e a guarda costeira entraram em ação para proteger os mamíferos dos possíveis danos causados pelo sol.

Com a maré se afastando e o sol cada vez mais alto no céu, o resgate precisava ser feito rapidamente. Os biólogos determinaram que as baleias eram fortes e saudáveis para resistir ao encalhe e conseguir voltar ao mar, então os voluntários se uniram na difícil tarefa de levantá-las e colocá-las em cima de lonas, para que pudessem transportá-las.

Várias baleias nadando juntas

Imagem ilustrativa | Foto: BBC

“Foi um trabalho pesado”, disse Thomas Nuhfer, um estudante que ajudou a carregar uma das baleias. “Mas foi muito bom ver pessoas que nem ao menos se conheciam trabalhando juntas para ajudar”.

No meio da tarde, todas as cinco baleias foram levadas com sucesso para fora da água, para que fossem transportadas em barcos até a parte mais funda do mar. Mas duas delas, as menores, foram levadas até especialistas para receber tratamento médico.

Um “encalhe em massa”, como é chamado o fenômeno do encalhe de mais de um grupo inteiro de baleias de uma vez, é muito raro e só aconteceu na região cerca de dez vezes desde 1990, segundo o Aquário Marinho de Cleawater. Os cientistas ainda não sabem ao certo o que levou as baleias a nadarem até as águas mais rasas.

Mike Walsh, professor de biologia marinha da Universidade da Flórida, explicou ao Tampa Bay Times que normalmente os grupos de baleias são liderados por um indivíduo que escolhe para onde migrar. As baleias-piloto costumam nadar em águas profundas, em grupos, e dificilmente seguem em direção à costa.

Mike acredita que algo está errado com as baleias menores, que passarão por alguns exames antes de retornarem ao mar. Apesar de tudo, elas se mostraram fortes em todo o momento do resgate. “O encalhe é novo para elas, que não sabem que isso é ruim. Mas o processo pode ser estressante”, esclareceu.

Jess Powell, bióloga que passou todo o tempo do resgate com as baleias, disse que os cientistas irão monitorar o movimento dos mamíferos nos próximos dias para impedir que eles retornem à praia.

“Tudo aconteceu conforme o planejado hoje. Agora só esperamos que elas encontrem o caminho para casa”, concluiu ela.


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Mamãe golfinho adota filhote órfão de outra espécie

Por Rafaela Damasceno

As fêmeas golfinhos-nariz-de-garrafa são mães carinhosas e amamentam, protegem e brincam com seus filhos por até seis anos. Recentemente, uma pesquisa revelou o primeiro caso conhecido de uma mãe golfinho-nariz-de-garrafa adotando um filhote de outra espécie.

Um golfinho-nariz-de-garrafa nadando no mar

Imagem ilustrativa | Foto: Estudo dos Animais

Em 2014, pesquisadores identificaram a mamãe cuidando de um bebê de aparência incomum, junto com o que se presume ser seu próprio filhote biológico, nas águas costeiras da Polinésia Francesa.

O filhote misterioso tinha um nariz muito mais curto do que os golfinhos-nariz-de-garrafa e foi identificado pelos cientistas como um golfinho-cabeça-de-melão, espécie diferente.

A adoção é incomum entre mamíferos silvestres, e normalmente ocorre entre aqueles da mesma espécie. Esse caso em específico é ainda mais raro, já que as mamães golfinho normalmente só cuidam de um filhote de cada vez.

O golfinho-cabeça-de-melão não se contentou apenas em se encaixar na pequena família: ele também se comporta exatamente como um golfinho-nariz-de-garrafa, o que tornou possível sua integração no grupo social da espécie.

Ele se separou de sua mãe adotiva por volta de abril de 2018, época em que foi desmamado.

Os especialistas levantam três hipóteses para a adoção bem-sucedida. Uma delas é que o nascimento recente de seu próprio filhote desencadeou na fêmea um instinto materno que a fez acolher o golfinho-cabeça-de-melão, mesmo sendo de outra espécie. O filhote também já era conhecido na área por ter uma atitude despreocupada em relação aos mergulhadores, e sua sociabilidade pode tê-la impedido de demonstrar uma atitude hostil.

Os pesquisadores também acreditam que a determinação do filhote em se mostrar digno de ser um golfinho-nariz-de-garrafa também tenha sido essencial para que sua adoção tenha obtido sucesso.

“O caso mostra que os golfinhos jovens possuem uma impressionante flexibilidade comportamental”, afirmou Pamela Carzon, principal autora do estudo.


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Mais de 3 milhões de testes são realizados em animais no Reino Unido

Por Rafaela Damasceno

Estatísticas publicadas recentemente mostram que uma quantidade enorme de animais – incluindo cachorros, gatos, camundongos, coelhos e outras espécies – continuam sofrendo com experiências cruéis e muitas vezes letais em laboratórios do Reino Unido.

Uma seringa sendo injetada em um coelho

Foto: World Animal News

Um total de 3,52 milhões de experimentos foram realizados em 2018, com 87.557 animais sendo submetidos a testes dolorosos, mais de uma vez. Os mais explorados são os camundongos, que foram utilizados cerca de 1,1 milhão de vezes.

“Como cientista, eu sei os problemas de confiar nos animais para estudar e tratar doenças humanas. Esse tipo de modelo fracassa muito mais do que obtém sucesso, então é frustrante e preocupante ver o Reino Unido mantendo os experimentos em animais”, disse Lindsay Marshall, cientista da Sociedade Humana Internacional, que gerenciou um laboratório livre de pesquisas com animais por 12 anos.

“É hora do Reino Unido parar de desperdiçar dinheiro em pesquisas sem saída e fazer um investimento em sistemas computadorizados e outras tecnologias avançadas que são o verdadeiro futuro da pesquisa médica moderna”, afirmou.

Em 2010, o governo prometeu diminuir o número de animais explorados em testes de laboratório, mas quase dez anos depois o Reino Unido continua sendo um dos maiores exploradores de animais em pesquisas. Nesse mesmo período, as tecnologias que produzem resultados mais rápidos, baratos e relevantes avançaram muito.

A Dr. Marshall não é a única com a opinião de que a exploração é desnecessária e antiquada. Análises acadêmicas chegam à mesma conclusão, afirmando que a melhor opção para reproduzir os efeitos humanos nos testes são as tecnologias.

Apesar do aumento nos procedimentos realizados em animais, não há crescimento correspondente no número de medicamentos que chegam às clínicas. Isso acontece porque a maioria dos produtos criados a partir dos testes em animais não são eficazes nos seres humanos: 55% não conseguem tratar as condições que são destinados a curar e 30% apresentam toxinas que não foram detectadas nos experimentos.

Brasil

Apesar de algumas regiões brasileiras estarem avançando na proibição da exploração dos animais em testes, ainda não há uma lei federal que proíba a prática.

O Projeto de Lei (PL) 948/2019, recentemente apensado ao PL 6325/2009, defende a proibição em todo o Brasil do uso de animais em testes de produtos cosméticos, de higiene pessoal, perfume e limpeza.


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Lixo plástico é encontrado dentro de baleia

Por Rafaela Damasceno

Uma baleia cachalote-pigmeu foi encontrada morta com lixo plástico em seu estômago na área costeira de Barangay Matna Aplaya, em Davao, nas Filipinas. Segundo Darrell Blatchley, biólogo marinho, ela tinha cerca de 3 metros de comprimento e pesava entre 100 e 200 quilos. Ela morreu por volta de dois dias antes de ser encontrada.

Vários lixos plásticos dispostos em uma bandeja

Foto: Hernel Tocmo, ABS-CBN News

As baleias cachalote-pigmeu, ao contrário das cachalotes (que podem chegar a 20 metros de comprimento), medem em geral 4 metros.

A necrópsia concluiu que ela estava em estado crítico de desidratação devido o plástico ingerido, que bloqueava seu trato gastrointestinal. As cachalotes comem, principalmente, polvos e lulas, e podem facilmente confundir o plástico com alimento.

Darrell afirmou que 63 baleias e golfinhos foram encontrados mortos no Golfo de Davao desde 2009. Desse total, 47 tinham plástico em seus estômagos.

O biólogo postou e suas redes sociais fotos e vídeos da poluição dos canais em Davao, e pediu para que as autoridades tomassem alguma medida. Ele também pediu ao público que descarte seu lixo adequadamente e não jogue plástico nos oceanos.

Sua publicação viralizou na internet, e alguns dias depois o governo local de Davao limpou os canais.


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Ativistas protestam contra ritual judeu de matar aves

Por Rafaela Damasceno

Um grupo ativista em defesa dos direitos animais processou um centro judaico em Los Angeles, tentando impedi-lo de usar galinhas e galos vivos no ritual que acontece antes de Yom Kipur (dia do perdão), uma das datas mais importantes do judaísmo.

Um homem praticando o ritual com um frango na mão

Foto: Olivier Fitoussi

O ritual de Kaparot é uma penitência simbólica para se livrar dos pecados. Nele, as mulheres pegam galinhas, os homens, galos, e as grávidas, um de cada; então, os judeus teoricamente transferem seus pecados para as aves, que são degoladas logo depois. É como se os animais fossem substitutos para eles e morressem em seu lugar.

Alguns animais, depois de mortos, são doados para os mais pobres ou levados pelos próprios judeus para serem comidos em casa. Mas isso não é regra: muitos pensam que, como os pecados foram transferidos para as aves, elas não devem ser servidas como alimento, então são descartadas depois de serem brutalmente degoladas.

O processo contra o centro judaico foi apresentado recentemente no Tribunal Superior de Los Angeles pela Liga de Proteção e Resgate dos Animais, que pede uma liminar para bloquear a prática. A alegação é que, como as aves são descartadas depois de assassinadas, elas não são usadas como alimento – o que viola a lei dos direitos animais, segundo o Los Angeles Times.

Há uma alternativa para a tradição: os pecados podem ser transferidos para uma quantidade de dinheiro, que depois é doada aos mais pobres. As organizações defensoras dos direitos animais argumentam que, como há opção além do assassinato de animais, não há necessidade alguma de que as mortes ocorram.


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ONG’s francesas protestam contra tradição espanhola de colocar fogo no chifre de touros

Por Rafaela Damasceno

Várias ONG’s francesas em defesa dos direitos animais ficaram chocadas com um vídeo de um touro com o chifre em chamas. Desesperado e confuso, o animal quebrou uma cerca e caiu em um rio na Espanha, durante uma celebração de touradas.

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Segundo o prefeito da cidade de Sagunto, onde aconteceu o “toro embolado” (como é chamado a celebração), as autoridades levaram cerca de 9 horas para resgatar o touro, devido ao alto risco de machucá-lo. O prefeito, Darío Moreno, foi muito criticado por dizer que, no fim, a situação teve um bom resultado.

ONG’s francesas iniciaram uma campanha nas redes sociais, compartilhando o vídeo e pedindo pelo fim da prática com a #StopCorrida. Muitos usuários do twitter não deixaram de notar que algumas tradições das touradas também são praticadas no sudoeste da França.

Um touro com o chifre em chamas parado enquanto um homem agita os braços, provocando-o

Foto: Euronews

A Euronews tentou contatar o gabinete do prefeito de Sagunto para perguntar sobre o possível banimento das touradas, mas não obteve respostas.

No Brasil existem práticas parecidas de extrema crueldade contra os animais. A vaquejada, por exemplo, é uma prática cultural do Nordeste, onde dois homens montados a cavalo têm como objetivo derrubar um boi puxando-o pelo rabo. Há também os rodeios, onde um homem tem que permanecer por até 8 segundos em cima de um touro.

Ambas as atividades são extremamente abusivas e cruéis. Não é considerado o estresse a que os animais são submetidos, ou a humilhação e a dor. Disfarçados de tradição, cultura e esporte, os maus-tratos aos animais acontecem em todos os países e precisam acabar de uma vez por todas.


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