Governo do MS veta criação de delegacia virtual de proteção animal

Por Rafaela Damasceno

O projeto de lei encaminhado pela Assembleia Legislativa que visava criar um portal na internet para que as pessoas registrassem denúncias contra maus-tratos aos animais foi vetado pelo governador Reinaldo Azambuja (PSDB), no Mato Grosso do Sul.

Dois cachorros, um branco e um preto, olhando para o lado

Foto: Valdenir Rezende/Correio do Estado

O projeto foi sugerido pelo deputado Antônio Vaz (PRB) e aprovado nas duas discussões da Casa do Legislativo estadual, segundo o Correio do Estado.

Azambuja justificou no texto do veto que o projeto precisa de uma análise da constitucionalidade, legalidade, conveniência e oportunidade. Ele também escreveu que a aprovação do projeto criaria uma sobrecarga para a administração pública do estado, o que aumentaria as despesas de maneira inesperada.

Para o governador, a Devir (Delegacia Virtual) faria o mesmo efeito, além do sítio eletrônico da Polícia Civil, que possui canais abertos para recebimento de denúncias.

Apesar das alternativas citadas por Azambuja, a criação de uma delegacia virtual especializada em ocorrências envolvendo animais seria a melhor maneira de socorrê-los. Se existisse um portal focado nisso, as autoridades responsáveis poderiam agir rapidamente para prestar o melhor atendimento possível.

O governo de São Paulo possui a DEPA, serviço virtual onde as pessoas podem denunciar maus-tratos aos animais e acompanhar as providências que serão tomadas pela polícia.

Animais cada vez mais jovens são enviados para os matadouros no Brasil

Por David Arioch

O aumento é apontado como consequência da procura tanto no Brasil quanto fora do país de carne de bovinos mais jovens (Foto: Getty)

Animais estão sendo enviados cada vez mais jovens para os matadouros no Brasil. Isso é o que mostra uma análise do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em relação ao número de bovinos abatidos no primeiro trimestre de 2019.

Só nos primeiros três meses deste ano, 239.587 novilhas, ou seja, fêmeas com menos de dois anos de idade, foram abatidas somente no Mato Grosso, o que significa crescimento de mais de 58% em relação ao mesmo período do ano passado – em que foram abatidas 151.379 novilhas.

O aumento é apontado como consequência da procura tanto no Brasil quanto fora do país de carne de bovinos mais jovens e principalmente fêmeas. A justificativa mais comum é que a “carne é mais macia e de melhor qualidade em comparação com os machos”.

Alguns países pagam R$ 4 a mais pela arroba de bovinos mais jovens, o que significa que a expectativa de vida dos animais é pautada pelo mercado. Se há procura, os pecuaristas pesam o custo/benefício de abatê-los cada vez mais jovens.

Em geral, vacas também estão sendo abatidas mais cedo, conforme dados do IBGE que apontam crescimento de 3,2% em relação a 2018.

No MS programa estadual incentiva abate de animais mais jovens

No Mato Grosso do Sul, desde 2017 o Programa de Apoio à Criação de Gado para o Abate Precoce (Novilho Precoce) estimula pecuaristas a criarem e desenvolverem bovinos que possam ser abatidos mais cedo. Só no primeiro ano após a implementação, quase 800 mil animais foram abatidos com idade a partir de 20 meses. No entanto, a idade não é o critério primordial do programa, mas sim o peso – o macho deve render pelo menos 225 quilos de carcaça e a fêmea 180 quilos.


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Autoridades americanas afirmam que drogas jogadas na privada afetam os jacarés

Por Rafaela Damasceno

A polícia do Tennessee, nos Estados Unidos, publicou em seu Facebook um pedido para que as pessoas deixem de dar descarga em drogas. A metanfetamina, por exemplo, não se dissolve ao ser descartada – ela passa pelo sistema de esgoto e contamina habitats. Os jacarés acabam ingerindo a droga e são afetados.

Um jacará na água, perto de uma vegetação

Foto: Pexels

A publicação na rede social foi feita após uma operação em que a polícia impediu um homem de jogar as drogas em um vaso sanitário.

O coordenador de laboratórios no departamento de biologia da Universidade da Flórida, Kent Vliet, afirma que os jacarés não são afetados da mesma forma que os humanos. Ele diz ainda que não sabe se é preciso pouca ou muita metanfetamina para que o organismo dos jacarés comece a reagir. Kent também acredita que a droga é sim diluída pela água.

Mesmo assim, não é recomendado que as drogas, assim como quaisquer outras substâncias, sejam descartadas pelo vaso sanitário. De uma forma ou de outra, toda a poluição dos esgotos chega aos rios, mares e oceanos.

 

Análise descobre que uma dieta baseada em vegetais diminui o risco da diabete tipo 2

Por Rafaela Damasceno

As pessoas que seguem uma alimentação baseada em vegetais, como é o caso dos veganos e vegetarianos, reduzem o risco de desenvolver diabete tipo 2 – que causa um aumento na quantidade de açúcar no sangue -, segundo estudo.

Pesquisadores analisaram cerca de 300 mil pessoas que seguiam dietas baseadas em vegetais – aqueles que realmente se comprometiam com os estilos de vida que escolheram tinham menores chances (23% a menos) de desenvolver a doença.

Um prato colorido de vegetais

Foto: Shutterstock

Os adultos que se alimentam de comidas com baixo açúcar, gordura ou sal, como frutas e vegetais frescos, foram os que apresentaram os menores riscos. Os pesquisadores ainda não sabem dizer se o que diminui o risco é a falta do consumo de produtos derivados dos animais ou se é o alto consumo de fibras.

Atualmente, 4 milhões de pessoas vivem com diabetes no Reino Unido e 90% das doenças são do tipo 2.

A pesquisa foi feita por pessoas da Harvard T.H. Chan School of Public Health, em Boston, nos Estados Unidos. Elas analisaram 9 estudos que envolviam análises sobre dietas baseadas em vegetais e diabetes tipo 2. Os resultados da pesquisa foram publicados no Journal of the American Association Internal Medicine.

Os pesquisadores ainda não garantem ao certo qual é o motivo das dietas baseadas em vegetais reduzirem o risco da diabete tipo 2, mas possuem algumas teorias: alimentações saudáveis e ricas em vegetais demonstram melhorar a sensibilidade à insulina, pressão sanguínea e aumentam a perda de peso.

Além de todos os benefícios, pessoas que seguem uma alimentação voltada aos vegetais também costumam reduzir o risco de outras doenças, como as cardíacas.


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Porcas são forçadas a dar à luz em gaiolas minúsculas

Por Rafaela Damasceno

A Compassion in World Farming, instituição de caridade de bem-estar animal, apurou e investigou a realidade de milhares de porcas ao redor do Reino Unido. As fêmeas são confinadas em gaiolas de parto, onde são forçadas a parir e criar seus filhotes.

Porcas em gaiolas pequenas, em um lugar escuro e fechado

Foto: Compassion in World Farming

De acordo com a instituição, mais da metade das porcas do Reino Unido (mais de 250 mil) estão presas nessas gaiolas estreitas, onde não possuem espaço suficiente para fazer movimentos básicos, como andar ou se virar. Também são incapazes de construir ninhos para seus filhotes ou procurar alimento.

“Nossa investigação revela a miséria causada pelo aprisionamento dos animais nas fazendas”, explicou a gerente de campanhas da Compassion in World Farming, Natasha Smith. “Essa é a realidade de milhares de inteligentes e sensíveis mamães porcas”.

Ela ainda fala sobre o orgulho que a Grã-Bretanha sente de seus altos padrões de bem-estar animal, que contrastam com as condições terríveis em que muitos porcos nascem. “É simples ver que esse tratamento é errado. Então por que essas gaiolas não são ilegais?”, indagou.

Deborah Meaden, que relatou a investigação, afirmou que é péssimo para os animais estarem sendo criados em ambientes tão antiquados e bárbaros. “É hora de parar essa crueldade. É hora de parar a Era da Gaiola”, concluiu.

Nota da Redação: Assim como seres humanos, porcos são animais sencientes que formam laços profundos e complexos com outros membros de sua espécie. Condenar um animal a uma vida de exploração e tortura apenas para a satisfação humana é egoísta, fútil e cruel. Eles merecem muito mais do que viver uma vida em cativeiro.


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Guaxinim quase perde a pata ao prendê-la em lata de refrigerante jogada na floresta

Foto: Fox Wood Wildlife Rescue

Foto: Fox Wood Wildlife Rescue

Um guaxinim ficou com a pata imensamente inchada e quase perdeu o membro após prendê-lo em uma lata de de refrigerante que foi irresponsavelmente descartada em uma floresta.

O pobre animal foi encontrado na mata lutando para andar e comer com a pata presa na lata afiada.

Equipes de resgate de animais foram chamados para a floresta em Collins, Nova York, EUA, e o guaxinim foi levado às pressas para um veterinário.

Foto: Fox Wood Wildlife Rescue

Foto: Fox Wood Wildlife Rescue

Sua pata foi cuidadosamente liberada, fotos mostram como o membro ficou vermelho e inchado em até quase quatro vezes o seu tamanho normal.

Os guaxinins usam suas patas para caminhar, escalar e comer, por isso, precisam de assistência médica contínua antes de poderem ser devolvidos à natureza.

Em um apelo ao público, voluntários da Fox Wood Wildlife Rescue disseram que este é um “lembrete valioso” do dano que o lixo pode causar aos animais.

Foto: Fox Wood Wildlife Rescue

Foto: Fox Wood Wildlife Rescue

Eles escreveram nas redes sociais: “Se você trouxer algo para a floresta, leve-o consigo, não jogue no chão. Esta lata foi deixada em terras florestais do Estado de Nova York em Collins”.

“Um guaxinim do sexo feminino curioso e saudável, ao cheirar e tentar lamber os restos do conteúdo doce, tornou-se uma vítima do lixo dercartado de forma irresponsável”

“Um morador da região notou o guaxinim lutando para andar, subir nas árvores e comer com a lata presa em sua pata”.

Foto: Fox Wood Wildlife Rescue

Foto: Fox Wood Wildlife Rescue

“Ele contatou a Fox Wood Wildlife Rescue e um plano para capturar e ajudar o guaxinim foi colocado em prática”.

“Uma vez capturada, ela foi levada para o Dr. Reilly no Springville Animal Hospital em Springville, que gentilmente ofereceu ajuda.

“Ela foi anestesiada e a lata foi cortada e retirada de sua pata com todo cuidado”.

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Ivanka Trump é criticada na internet após postar foto do cão que comprou para a filha

Foto: Ivanka Trump/Instagram

Foto: Ivanka Trump/Instagram

Ivanka Trump está sendo criticada ferozmente nas redes sociais depois de revelar que comprou de presente de aniversário para sua filha Arabella, um cachorro todo branco chamado Winter.

Com tantos animais em abrigos à espera de um lar, a filha do presidente Trump compartilhou uma foto do novo cão que havia acabado de comprar para sua filha, que fez oito anos, em um post no Instagram no sábado.

“Conheça o Winter, o sonho de aniversário de Arabella se tornou realidade e este é o mais novo membro da família Kushner!”, Escreveu Ivanka ao lado da foto.

Ivanka não revelou o tipo de raça, mas seus seguidores especularam que Winter seja um cão da raça pomsky, que é um cruzamento entre um Husky Siberiano e um Lulu da Pomerania que é frequentemente referido como uma “raça de cachorro criada” (raça que não existia e foi criada por cruzamentos forçados de raças que naturalmente não ocorreriam).

Quase imediatamente depois de compartilhar a imagem de Winter, Ivanka e sua família foram atingidos por uma série de comentários negativos sobre a postagem, tanto por comprar o animal quando tantos há cães abandonados precisando de uma família, como acusações de racismo por ter escolhido um cão completamente branco.

Foto: Getty Images

Foto: Getty Images

Muitos foram rápidos em criticar a cor do pelo do cachorro e fazer comparações com o tratamento de crianças migrantes em centros de detenção de controle de fronteira.

O advogado Michael Avenatti estava entre os que criticaram o ato, ele retweetou a foto de Ivanka e trouxe seu irmão Donald Trump Jr. para a discussão ao mencioná-lo no comentário.

‘Biff @ DonaldJTrumpJr – condolências à sua irmã substituindo você como seu filhote favorito. Aliás, sua família permite algo em suas vidas que não seja BRANCO? Avenatti twittou.

Foto: Ivanka Trump/Instagram

Foto: Ivanka Trump/Instagram

Outros twittaram: “Se fosse um cachorro marrom, você o colocaria em uma gaiola? Mas é claro que vcs querem ter um cão todo branco, racistas”.

“O cachorro se chama Winter (inverno) e é todo branco, eu acho essa é a única coisa que o mantém fora de uma gaiola na casa dos Trump”, escreveu um usuário do Twitter.

Outro usuário do Twitter mencionou as crianças imigrantes em detenção, questionando: “Eu me pergunto o que as crianças em celas recebem por seus aniversários?”.

Foto: Ivanka Trump/Instagram

Foto: Ivanka Trump/Instagram

“Milhares de crianças sob a custódia dos EUA não tomaram banho, nem puderam escovar os dentes ou foram abraçadas em semanas graças a seu pai, mas é legal você ter um novo filhote, não é?”, uma pessoa twittou.

Acredita-se que Winter seja o único animal doméstico da família Kushner.

Arabella completou oito anos em 17 de julho e o cachorro foi presente para o aniversário dela.

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Após protestos, a elefante Minnie não desfilará mais no 4 de julho de Springfield, EUA

Por Rafaela Damasceno

O 4 de julho, dia da Independência dos Estados Unidos, é uma das datas mais importantes e celebradas no país. Em Springfield, no estado de Delaware, os desfiles foram marcados por mais de 30 anos pela presença de uma elefante chamada Minnie. Ela era forçada a carregar pessoas e caminhar pelas ruas todos os anos.

Minnie anda pelas ruas carregando um homem e uma crianças, com várias pessoas em volta

Foto: Springfield Republican Party

Em 2019, Minnie foi explorada pela última vez. Após uma onda de debate nacional acerca dos direitos animais, especialmente os elefantes, o comitê do Partido Republicano de Springfield (responsável pelo desfile) decidiu que Minnie nunca mais será obrigada a desfilar.

O presidente do partido, Puppio, anunciou a decisão essa semana, declarando que estava na hora de Minnie se aposentar. A medida foi tomada após uma discussão com especialistas, segundo ele.

Recentemente, o número de pessoas conscientes acerca dos direitos animais está aumentando. Circos e zoológicos já estão sendo criticados pela exibição animal há anos.

O Philadelphia Zoo fechou sua exibição de elefantes em 2007. Após protestos de ativistas, além do aumento das restrições federais e estaduais, o circo Ringling Bros e Barnum & Bailey Circus parou de explorar elefantes em suas exibições em 2016. Um ano depois, o local fechou definitivamente.

Poucos dias antes do anúncio do partido, uma petição online pedindo a proibição da exploração de animais silvestres em Springfield foi criada.

“O Partido Republicano de Springfield usou por muitos anos um elefante vivo como propaganda, montando o pobre animal com ganchos para que ele obedecesse. Os animais não pertencem a desfiles, circos, zoológicos ou qualquer outro meio de exibição. Esse tipo de coisa leva o público a acreditar que é aceitável explorar animais para o entretenimento humano e ensina crianças de que eles estão aqui para o nosso uso, sem merecer direitos básicos”, dizia a petição.

Nas redes sociais, muitos ficaram contentes com a decisão do partido. Alguns criaram outra petição, pedindo para que Minnie e outros dois companheiros elefantes fossem liberados do zoológico onde permanecem e realocados em um santuário.


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Nova York proíbe procedimento de extração de unhas de gatos

O procedimento de extração de unhas de gatos foi proibido em Nova York. Trata-se do primeiro estado americano a aplicar a proibição, que já existe em várias cidades dos Estados Unidos e também em outros países, inclusive no Brasil.

Foto: Pixabay

Desde 1987, quando o convênio europeu para proteção dos animais domésticos foi aprovado pelo Conselho Europeu, a retirada de garras e dentes dos animais foi proibida em 24 países do velho continente.

Durante a cirurgia, a primeira falange dos dedos dos gatos é amputada para que as garras sejam retiradas. O procedimento costuma ser feito por tutores que, de maneira cruel, querem impedir que os gatos usem as unhas para, por exemplo, arranhar móveis. As informações são da agência AFP.

Em Nova York, a medida foi aprovada pelo Parlamento em junho e ratificada pelo governador do estado, Andrew Cuomo, nesta segunda-feira (22).

“É uma operação cruel e dolorosa, que pode provocar problemas físicos e de comportamento em animais indefesos”, afirmou o governador. “Ao proibir esta prática arcaica, nos asseguramos de que os animais não serão mais submetidos a estas intervenções desumanas e desnecessárias”, acrescentou.

A lei autoriza que as garras dos gatos sejam retiradas apenas por razões de saúde. A Sociedade Veterinária de Nova York, no entanto, se opôs à medida durante sua revisão sob o argumento de que extirpar as unhas desses animais é um procedimento justificado em determinadas condições.

A ONG internacional de defesa animal PETA comemorou a decisão do governador de ratificar a nova norma. “Vitória!”, escreveu a entidade no Twitter.

De acordo com dados da Associação Americana de Veterinária, colhidos entre 2017 e 2018, 25% dos lares têm um gato nos Estados Unidos, o que corresponderia a mais de 30 milhões de animais.


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Primeiro time vegano do mundo agora será dirigido por uma mulher

Por Rafaela Damasceno

A equipe de futebol inglês Forest Green Rovers (FGR) contratou uma mulher para o cargo de diretora do grupo juvenil. O cargo nunca havia sido oferecido a uma mulher em um time masculino na Inglaterra antes.

A nova diretora do time, Hannah Dingley

Foto: Vegnews

A FGR tem um histórico de pioneirismo: é a primeira equipe de futebol vegano do mundo. Hannah Dingley, a nova diretora, será responsável pelo desenvolvimento de jovens jogadores de futebol que integrarão o FGR e outras equipes no futuro.

“Estou muito animada para começar”, afirmou ela. Hannah planeja incluir os valores e ideais do time nos jovens que treinará.

Em 2015, a FGR removeu todos os produtos de origem animal de seus estádios, tornando-se o primeiro time do mundo a jogar em um estádio inteiramente vegano.

O proprietário do time, Dale Vince, também é diretor de uma empresa de eletricidade vegana, a Ecotricity. Além de promover o veganismo, ele também agrega os princípios de sustentabilidade ao espírito da equipe. Abandonou os uniformes feitos com produtos plásticos e adquiriu camisas de bambu. Os calções possuem o logotipo dos patrocinadores veganos da equipe.

Hannah diz que a imprensa atualmente fala muito sobre o veganismo, mas que o estilo de vida é muito mais profundo do que o divulgado. “É sobre ter princípios, ética, e tratar os outros de maneira correta”, define.


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