MP quer proibição de exportação de animais vivos no Paraná

Por David Arioch

Em 2018, o Brasil exportou cerca de 700 mil bovinos vivos por via marítima (Foto: TV Tribuna/Reprodução)

Este mês o Ministério Público do Paraná expediu uma recomendação administrativa ao Instituto Ambiental do Paraná (IAP) com a finalidade de impedir a exportação de gado vivo a partir do Porto de Antonina.

No documento, a 2ª Promotoria de Justiça de Antonina e o Núcleo de Paranaguá do Grupo de Atuação Especializada em Meio Ambiente, Habitação e Urbanismo (Gaema) recomendam ao órgão ambiental estadual a anulação do protocolo que trata da autorização de exportação de gado vivo.

Na recomendação, o Ministério Público afirma que o Porto de Antonina não possui estrutura e condições adequadas para esse tipo de movimentação, tampouco as respectivas licenças ambientais, urbanísticas e sanitárias necessárias.

Por meio de nota, a administração do Porto de Antonina declarou que o embarque de animais vivos pelo Terminal Portuário Ponta do Felix tem seguido os trâmites de ordem jurídica e operacional.

“Reforçamos que a administração portuária não tem prerrogativa de negar ou barrar as operações privadas, que atendam os dispositivos legais e restrições operacionais”, publicou. O MPPR ainda não se manifestou sobre a resposta da administração portuária que decidiu permitir o embarque de quatro mil bovinos com destino à Turquia na semana passada, onde serão mortos seguindo os preceitos do abate halal.


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Bezerro foge de matadouro e tem a garganta cortada em estacionamento ao ser pego

Foto: Bloomfield Police Department

Foto: Bloomfield Police Department

Imagens fortes flagram o momento em que funcionários de um matadouro perseguem, cercam e cortam a garganta de um filhote de vaca no estacionamento de loja de construção Connecticut nos Estados Unidos Home Depot. O bezerro tinha acabado de fugir do matadouro e corria pelo local assustado e sem rumo.

A filmagem foi feita pela câmera de uma viatura da polícia que seguia o animal em baixa velocidade e pretendia prender o filhote com uma corda após cercá-lo em um canto no estacionamento. No vídeo é possível ver os funcionários perseguindo a vaca jovem e matando-a para logo em seguida deixá-la se contorcendo no chão ao lado da loja em Bloomfield.



A perseguição sangrenta começou quando o bezerro escapou da loja de carnes e matadouro Saba, que mantém os animais no local, e atravessou a rua indo parar no estacionamento da Home Depot, segundo a NBC Connecticut.

O empregado do Saba, Badr Musaed, correu atrás do filhote com uma faca de 30 centímetros e foi acompanhado por Andy Morrison – um empreiteiro que trabalhava na construção da lanchonete, que por acaso tinha um arco e flecha, que disparou contra o animal, errando o alvo, conforme informações da NBC.

No vídeo, Musaed pode ser visto a vários metros de distância, cortando a garganta do filhote – para grande infelicidade dos policiais e outros espectadores, entre eles uma criança.

Depois, um policial pode ser ouvido dizendo a Musaed ele responderá pela maneira como o animal foi morto, de acordo com a NBC.

“Isso não é algo que pode ser feito”, diz o policial. “Vocês deveriam ter pego uma corda, levar o animal daqui, essa criança aqui viu você cortar a garganta da vaca.”

Embora contatado para dar uma declaração o trabalhador da Saba se recusou a comentar sobre o incidente.

Desrespeito e crueldade

Vacas, bois e bezerros são animais sencientes, com sua capacidade de amar, sofrer, criar vínculos e compreender o mundo ao se redor comprovada cientificamente pela Declaração de Cambridge em 2012.

Nada justifica a crueldade ou a morte a que são submetidos esses seres diariamente, seja por seu leite, por sua carne ou por sua pele.

Foto: Reedit/Reprodução

Foto: Reedit/Reprodução

O total desrespeito a esses animais assim como à todos os outros é uma consequência do especismo, crença que rege a sociedade e que vê os animais como seres inferiores, disponíveis para que o ser humano disponha de suas vidas como bem entender.

Belos, únicos, companheiros de planeta e iguais em direitos aos seres humanos, essas vidas indefesas tem sido vítimas da ganância e crueldade humanas por séculos. Explorados para entretenimento, trabalho, comida, remédios e uma imensidade de outros fins, eles seguem silenciosamente subjugados à vontade humana.

O episódio flagrado pelas câmeras policiais foi um exemplo que veio a público entre milhões de outros que permanecem nos cativeiros escuros de fazendas de criação, matadouros e tantos outros locais de morte e sofrimento de animais.

Lutando pela vida, tentando escapar da prisão em que vivia, esse bezerro apenas encontrou o destino que lhe estava reservado entre as paredes de um matadouro: a morte certa.

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Mamãe elefante tenta proteger seu bebê de retroescavadeira

Por Rafaela Damasceno

Um filhote de elefante caiu em um tanque de água em Alipurduar, na Índia. Habitantes locais tentaram resgatá-lo com uma retroescavadeira, mas sua mãe estranhou a máquina e tentou protegê-lo, lutando com equipamento. Um vídeo foi gravado por algumas pessoas e viralizou na internet.

O bebê quase se afogou e não havia muito que sua mãe pudesse fazer, mas ela se recusou a deixar o seu lado e parecia aflita com a situação. Quando os moradores ouviram os gritos do filhote, rapidamente pegaram a retroescavadeira para socorrê-lo, já que seria impossível tirá-lo de lá com as próprias mãos.

Um elefante saindo da água coberto de lama

Imagem ilustrativa | Foto: Youtube

A mãe não entendeu que as pessoas queriam ajudar seu filhote e se apressou em defendê-lo, dando cabeçadas na máquina, tentando fazê-la recuar.

Depois de muita luta, ela finalmente se afastou e o resgate do bebê foi feito com sucesso. O motorista da retroescavadeira quebrou a parede lateral do tanque de água e o filhote finalmente conseguiu sair.

A mãe e seu bebê se reuniram e foram levados para a floresta novamente.


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Foto registra foca morrendo de fome com anzol preso na boca

Por Rafaela Damasceno

Uma jovem foca foi fotografada em Devon, na Inglaterra, morrendo de fome. Um anzol de pesca se prendeu em sua boca, motivo pelo qual ela não consegue se alimentar corretamente.

A foca com o gancho preso na boca e espumando

Foto: Rob Hughes / SWNS

A foca aparentemente está abaixo do peso e foi vista contorcendo-se, desesperada, acima de algumas rochas. As fotos mostram que o filhote está espumando pela boca. Geralmente, espuma branca saindo da boca significa que o animal está em jejum há muito tempo.

As fotos foram publicadas no Facebook pela operadora de barcos Devon Sea Safari. Eles afirmam que se depararam com a foca durante um de seus passeios. “Parece abaixo do peso e precisa de ajuda”, declarou na publicação.

Dan Jarvis, do Resgate da Vida Marinha, disse que equipes de voluntários estão à procura do animal. Ele contou ao Daily Mail que, quando foi vista pela primeira vez, a foca estava em um lugar praticamente inacessível. Conseguir se aproximar para ajudá-la seria muito difícil.

“Infelizmente é uma ocorrência muito comum nesta época do ano, porque as focas ficam em contato com as pessoas e pescadores”, explicou.

Os visitantes da área estão sendo orientados para entrarem em contato com o Resgate da Vida Marinha, se a virem.


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Campanha de reeleição do presidente Trump está vendendo canudos de plástico

Por Rafaela Damasceno

A campanha para a eleição de 2020 de Donald Trump está comercializando produtos. Sua loja vende bonés, camisetas, xícaras, toalhas, coleiras para cachorros e, agora, canudos de plástico. Uma das tentativas do atual presidente de provocar a oposição.

Canudo vermelho com "Trump" escrito

Foto: Trump Pence

Um pacote com 10 canudos plásticos, vermelhos e com a palavra “Trump” gravada, custa 15 dólares. A nova mercadoria parece vir contra o aumento da preocupação populacional em relação ao uso e desperdício do plástico.

Um vídeo que viralizou no ano passado – de um biólogo marinho retirando um canudo do nariz de uma tartaruga – chamou atenção para a questão e acabou conscientizando muitas pessoas. Comunidades e empresas tomaram a iniciativa de proibir o uso de canudos de plástico.

“Canudos de papel liberais não funcionam. Fique com o presidente Trump e compre seu pacote de canudos recicláveis agora”, diz a descrição do produto. Nos Estados Unidos, ser liberal equivale a ser de esquerda; ou seja, a oposição de Trump, que é de direita.

Brad Parscale, gerente da campanha do atual presidente, twittou sobre a nova mercadoria: “Make Straws Great Again” (faça os canudos ótimos de novo), um trocadilho com o slogan de campanha do presidente – Make America Great Again. Em resposta, Trump brincou que o produto pode ser ilegal em alguns estados.

Muitas regiões dos Estados Unidos reduziram ou proibiram o uso de canudos de plástico. Eles começaram a desaparecer de restaurantes, cafés, hotéis e outros estabelecimentos.

Apesar do material ser reciclável, a maioria das pessoas não o descarta corretamente quando o joga fora. Dessa forma, grande parte dos canudos plásticos acaba na natureza ou nos oceanos, onde se torna um verdadeiro problema. O plástico demora em torno de 400 anos para se decompor, então permanece na natureza por anos a fio, onde pode ser ingerido por animais ou causar ferimentos que podem até mesmo ser fatais.

No Brasil, as cidades Rio de Janeiro e São Paulo proibiram o uso de canudos plásticos.


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Baleia e seu filhote morrem após ficarem presos em rede de pesca

Por Rafaela Damasceno

Uma baleia cachalote e seu bebê morreram após ficarem presos em uma rede de pesca que flutuava pela água junto com todos os outros lixos presentes no mar. A cachalote media cerca de seis metros e morreu tentando salvar seu bebê. Eles foram encontrados na costa oeste da Itália, no mar Tirreno.

Uma baleia cachalote e seu filhote nadando no mar

Imagem ilustrativa | Foto: Ciências resumos

Os machos cachalotes podem chegar a 20 metros de comprimento e pesar até 45 toneladas, enquanto as fêmeas podem chegar a 17 metros e pesar 14 toneladas. São considerados os maiores mamíferos com dentes do mundo e seus cérebros são os maiores entre todos os seres vivos.

“Isso é culpa nossa”, disse a presidente do grupo ambientalista Marevivo, Rosalba Giugni, à AP News. “A morte desses dois gigantes do mar é uma perda para a nossa herança natural, mas saber que a culpa é nossa torna tudo ainda mais trágico”.

Para ela, mudar apenas os pensamentos não é o suficiente. Uma pessoa tem que mudar todas as suas crenças para entender e realmente sentir que, ao prejudicar o meio ambiente, está prejudicando a si mesma e a todos os outros.

Este infelizmente não é o primeiro caso de animais marinhos mortos pela poluição dos oceanos. No começo de 2019, uma baleia foi encontrada morta nas Filipinas com aproximadamente 40 kg de sacolas plásticas em seu estômago, segundo a necrópsia.

“Ações devem ser tomadas pelo governo contra aqueles que tratam os oceanos como lixeira”, declarou um comunicado do Museu Coletor de Ossos.


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Mercado de carne vegana crescerá na próxima década

Por Rafaela Damasceno

O UBS Group AG, um banco de investimento multinacional e empresa de serviços financeiros, previu que o mercado de proteína de origem vegetal valerá 85 bilhões de dólares (mais de 318 bilhões de reais) em 2030.

Uma cesta de compras de mercado com carne vegana

Foto: Beyond Meat

O novo relatório, de 67 páginas, é quase o dobro da previsão feita por analistas em maio, que disse que o mercado valeria 41 bilhões de dólares na próxima década. Atualmente, o valor estipulado para o setor é de 4,6 bilhões de dólares.

“A carne fabricada foi quase uma piada há 20 anos”, afirma Wayne Gordon, estrategista da UBS Global Wealth Management. “Não é motivo de riso hoje, considerando a ascensão enorme da indústria nesses últimos anos.

Opções de carne vegana estão sendo incluídas nos restaurantes e mercados de todo o mundo. Até mesmo as redes de fast-food não querem perder espaço: o Burger King da Suécia lançou recentemente uma linha de hambúrgueres veganos.

A popularidade do alimento se deve a várias razões. As pessoas estão se tornando conscientes do impacto ético e ambiental do consumo de produtos de origem animal, além de estarem se preocupando mais com a saúde.

No ano passado, a Nações Unidas (ONU) revelou que a liberação de gases de efeito estufa da agricultura animal rivaliza com a de todos os carros, ônibus, aviões e foguetes juntos. Segundo ela, combater o consumo da carne se tornou o problema mais urgente do mundo.

Segundo a Bloomberg, a capacidade de criar alimentos que imitam carnes, ovos e produtos lácteos (liberando menos gás carbônico e sem a necessidade de matar animais) se tornará mais financeiramente viável na próxima década.


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Leites à base de vegetais estão em alta no Reino Unido

Cada vez mais as pessoas optam pelos alimentos de origem vegetal, e esse é o caso do leite – seja ele de soja, amêndoas ou coco. De acordo com a empresa de pesquisa de mercado Mintel, que conversou com cerca de 2 mil pessoas, pelo menos um quarto dos britânicos está consumindo leites veganos.

Vários copos de leite (nenhum de origem animal)

Foto: Getty

Os maiores consumidores possuem idades entre 16 e 24 anos – 33% deles está bebendo. A maior razão dessa escolha foi por motivos de saúde, segundo os consumidores. O impacto para o meio ambiente também foi uma das maiores razões apontadas, com 36% dos jovens dizendo que a pecuária de leite não é boa para o meio ambiente.

“As preocupações com saúde, ética e meio ambiente estão aumentando as vendas de leite vegano”, explica Emma Clifford, que cuida da pesquisa de alimentos e bebidas da Mintel.

Os jovens de 16 e 24 anos estão consumindo cada vez menos leite de origem animal. O número caiu 6% de 2018 para 2019, segundo a pesquisa.

Emma afirma que a indústria da pecuária de leite já está em queda, e diminuirá ainda mais pelo fato de que os consumidores jovens estão recorrendo a outros produtos.

Sam Friskey, que fundou uma marca de shake de proteína baseada em vegetais, afirmou que se tornou vegano por motivos de saúde. Ele diz que costumava sentir esgotamento e fadiga, grande parte por causa de sua alimentação. “Depois de ter feito a mudança da alimentação, eu comecei a entender o bem-estar animal e o planeta”, declarou.

Ele afirma que hoje existem tantos outros tipos de leite que, após experimentá-los, as pessoas percebem que não sentirão falta dos outros tipos. “Você ainda terá o sabor, a textura e os valores nutricionais”, disse.

Sam ainda acredita que o leite à base dos vegetais pode ser uma porta de entrada para o estilo de vida vegano, que consiste em cortar todos os produtos de origem animal de sua vida.


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Indústria de peles de animais paga apoiadores para protestar ao seu favor

Por Rafaela Damasceno

O fim completo do comércio exploratório das peles de animais parece enfim uma possibilidade. Proibições propostas na cidade de Nova York e no estado da Califórnia marcam o que pode ser o início de uma série de leis. Desesperada, a indústria de peles está pagando as pessoas para que apoiem o comércio.

Um animal preso em uma gaiola

Foto: Jo-Anne McArthur/We Animals

Os ativistas protestam a respeito da injustiça na prisão e esfolamento dos animais, enquanto grupos religiosos e étnicos contra argumentam. Segundo membros das comunidades afro-americanas, judaica ortodoxas e nativa americanas, andar sem peles sacrificaria a tradição cultural dos povos – embora as peles possam ser substituídas facilmente por versões sintéticas e livres de crueldade.

Quanto mais proibições chegam perto de se tornarem lei, mais os oponentes levantam questões inesperadas sobre as consequências do encerramento da indústria de peles – e estão sendo pagos para isso.

Vários opositores da proibição do comércio de peles compareceram em uma audiência recente do projeto de lei em Sacramento, na Califórnia. Muitos receberam dinheiro pelos seus protestos, segundo informações do The Intercept.

De acordo com documentos obtidos pelo jornal, Matt Gray é uma das pessoas mais bem pagas para protestar. Ele recebeu pelo menos 7 mil dólares (equivalente a mais de 26 mil reais) e também foi pago para liderar um grupo de pessoas até o Edifício do Estado.

Andrew Aguero, um estudante nativo americano da Universidade Politécnica do Estado da Califórnia, se declarou fortemente contra a proibição da venda de peles. Ele disse que a pior parte é ouvir que sua cultura é cruel.

Há um mês, Andrew perguntou em uma postagem de seu Facebook se alguém gostaria de “fazer 100 dólares fácil em Sacramento e lutar contra a tirania”.

Um voluntário do grupo ativista de direitos animais Direction Action Everywhere (DxE) se passou por um opositor e respondeu ao post. Ele recebeu então os detalhes da transação através de uma firma de consultoria republicana, Mobilize the Message. Os acertos incluíam 175 dólares e alguns bônus adicionais.

A Califórnia não é o único lugar dos Estados Unidos que está sendo bombardeada pela oposição. A cidade de Nova York, que também considera a proibição da venda de peles, tem lobistas empenhados em revogar o projeto de lei.

Em todo o Estados Unidos, a proibição do uso de peles vem ganhando força. “Estamos ansiosos pelo dia em que as pessoas não matarão mais animais pela moda”, declarou Dan Mathews, do grupo ativista PETA.

Todos os anos, mais de 100 milhões de animais são criados e mortos pela sua pele. Eles passam a vida dentro de gaiolas apertadas, privados de se comportarem naturalmente.

“A Califórnia é um estado de tendências”, disse Laura Friedman, membro da Assembleia, que apresentou o projeto em dezembro do ano passado. “Banir o comércio de peles enviaria uma mensagem ao redor do mundo”.

A lei precisa de mais dois votos do Senado antes de ser enviada para o governador, para receber a assinatura final.


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Menino de 11 anos se torna o mais jovem dono de restaurante vegano do mundo

O mais jovem e premiado cozinheiro vegano do Reino Unido, Omari McQueen, tornou-se fundador e diretor executivo do restaurante Dipalicious. O local fica em Croydon, na Inglaterra.

O menino sorri, com óculos escuros na cabeça e vestindo terno

Foto: Instagram

Omari começou a aprender mais sobre veganismo depois de assistir um vídeo do grupo ativista PETA. O garoto postou seu primeiro vídeo no Youtube aos oito anos de idade, onde criou uma pizza vegana usando suas próprias técnicas.

“Ele sempre teve uma paixão pela culinária, mas começou a aprender a cozinhar refeições aos sete anos de idade, depois que eu fiquei doente”, contou a mãe do menino no site dele. Segundo ela, Omari e seu irmão começaram a aprender a cozinhar para ajudá-la quando não podia ficar de pé e o pai estava trabalhando até tarde.

Omari não se contentou em aprender o básico, e mergulhou a fundo na culinária: “Ele pesquisa tudo o que cozinha e trabalha sempre os benefícios do que come”, afirmou a mãe.

Além de ter seu próprio restaurante e um canal no Youtube, o garoto também dá aulas em algumas oficinas que dirige por conta própria em sua casa. Lá, Omari ensina outras crianças a arte da cozinha e divide com elas suas receitas próprias.