Foto de flor exótica cujas pétalas se parecem com um beija-flor fascina internautas

Foto: D. Blumer

Foto: D. Blumer

A Internet está repleta de maravilhas, que vão desde memes criativos a fotografias impressionantes, um oceano sem fim de tweets humorísticos a manifestos políticos. As pessoas são livres para compartilhar praticamente qualquer coisa, e enquanto algumas usam a rede para compartilhar coisas que provavelmente deveriam manter para si mesmas, outras às vezes divulgam algum material que absolutamente hipnotiza o público online.

Foto: Atlas of Living Australia

Foto: Atlas of Living Australia

Um usuário do Reddit com o nome fictício de “OctopusPrime” recentemente compartilhou uma fotografia que não apenas confundiu o público, mas também fascinou os usuários das redes sociais. A foto mostrava uma flor belíssima cujas pétalas lembravam uma coleção de pequenos beija-flores. A polêmica girou inclusive em torna se era real ou falsa a imagem.

Foto: australianseed

Foto: australianseed

O autor da postagem comentou: “Confira essas flores que parecem beija-flores minúsculos!” E as pessoas realmente as observaram. Um usuário compartilhou recentemente essa imagem para um grupo inteiro formado só de pessoas fascinado por ela. Na verdade, muitos estavam tão fascinados pela imagem que, em apenas um dia, o post alcançou 47,5 mil likes com impressionantes quase 400 comentários.

Foto: Cressflower

Foto: Cressflower

A maioria dos comentários na postagem era do tipo questionador, enquanto os demais tentavam dar algumas respostas para o fenômeno. E quando alguém queria saber por que exatamente a flor era daquele jeito, aparecia uma outra outra pessoa que queria ter todas as respostas.

A planta que chamou a atenção de todos é, na verdade, Crotalaria cunninghamii, como o nome em latim possa ser um grande desafio tanto para pronunciar como memorizar, as pessoas também se referem a ele como birdflower (flor de pássaro) verde ou birdflower real.

Foto: -OctopusPrime

Foto: -OctopusPrime

A flor é uma espécie nativa do interior do norte da Austrália. Esta planta cresce bem em áreas arenosas, por isso é encontrada principalmente em dunas de areia, praias e comunidades Mulga. A birdflower era muito usada pelos aborígenes para tratar infecções oculares.

A natureza mais uma vez deslumbra o ser humano com sua capacidade inigualável de criar beleza em forma de vida.

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Porquinho se despede da companheira que morreu forma mais comovente

Sientje e Spot ainda jovens | Foto: Rachel Vos

Sientje e Spot ainda jovens | Foto: Rachel Vos

Spot tinha apenas 8 meses de idade quando chegou em sua nova casa e conheceu o pequena porca Sientje. O porquinho era apenas um bebê – mas ele já havia encontrado sua alma gêmea.

Resgatado de uma família que o comprou como um animal doméstico por um capricho, o porquinho no início era assustado e arredio. Sua nova mãe, Rachel Vos de Aubel, que vive na Bélgica, viu a conexão entre os dois porquinhos imediatamente. O pequeno encontrou na outra porca o conforto e o apoio que tanto precisava.

Sientje e Spot comendo juntos | Foto: Rachel Vos

Sientje e Spot comendo juntos | Foto: Rachel Vos

Nos 13 anos seguintes, os porcos raramente saiam do lado um do outro. Quer pastando no campo ou deitados ao sol, onde quer que Sientje fosse, Spot seguia logo atrás da amiga e companheira.

E sua devoção permaneceu até o dia em que Sientje faleceu. Ela sofria de osteoartrite grave e a doença progrediu tanto que a porquinha precisou passar por morte induzida.

A decisão foi extremamente emocional – saber quanta dor Sientje estava sentindo, e que Spot logo estaria passando por muita dor também, quando se visse sem sua alma gêmea.

Spot e Sientje descansando juntos | Foto: Rachel Vos

Spot e Sientje descansando juntos | Foto: Rachel Vos

O dia finalmente chegou em outubro do ano passado. Depois que a família se despediu, Rachel envolveu Sientje em alguns cobertores e espalhou flores coloridas ao redor de seu corpo.

Quando Spot percebeu que ela tinha ido embora para sempre, ele não saia do lado dela.

Ele apenas ficou em cima de Sientje, descansando seu focinho em seu corpo e fechando os olhos como se sentisse a despedida. O porquinho começou a andar de um lado para o outro e acariciar o rosto da amiga falecida.

Spot e Sientje no quintal | Foto: Rachel Vos

Spot e Sientje no quintal | Foto: Rachel Vos

“No começo, ele não entendeu o que estava acontecendo”, disse Rachel. “Eu não conseguia parar de chorar. Eles estavam sempre juntos.

Nas semanas após a morte de Sientje, Spot ainda estava de luto.

“Quando ela não estava mais lá, demorou um pouco até que ele voltasse a ser o velho porquinho alegre de sempre”, disse a tutora. “Foi notavelmente difícil para ele.”

Spot se despedindo de sua amiga | Foto: Rachel Vos

Spot se despedindo de sua amiga | Foto: Rachel Vos

Esta é uma história muito comum entre os porcos. Sendo animais altamente emocionais, eles prosperam em interações sociais com outros – e formam laços profundos com a família, amigos e cuidadores humanos. E, como mostrado no caso de Spot, eles vão sentir falta de seus entes queridos por semanas e meses, se separados.

Spot em casa com dos cães da família | Foto: Rachel Vos

Spot em casa com dos cães da família | Foto: Rachel Vos

Devido à velhice de Spot e algumas condições médicas próprias, Rachel decidiu não introduzir um novo porco em sua vida agora – mas ele ainda ama ter a companhia dos cães e gatos da família.

Spot e sua mamãe Rachel | Foto: Rachel Vos

Spot e sua mamãe Rachel | Foto: Rachel Vos

“Ele esta muito idoso e frágil, por isso não queremos acrescentar nenhum estresse extra”, disse Rachel. “Os gatos vão direto para a cama dele e dormem lá em cima com o porquinho. Eles são certamente companheiros diferentes, mas ele está indo muito bem com a companhia dos novos amigos felinos”.

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Menino alimenta e acolhe veado bebê cego antes de ir para a escola

Foto: Valuable Stories

Foto: Valuable Stories

Com tantas notícias trazendo informações negativas divulgadas pela mídia, pode parecer difícil encontrar atos verdadeiros de caridade e amor em mundo tão severamente assolado pela maldade. Mas de tempos em tempos há eventos que fazem com que seja possível recuperar (ao menos um pouco) a fé na humanidade.

Esta é a história real de um garotinho diferente dos demais que preferia desistir de seus jogos eletrônicos, brincadeiras e, até mesmo de seu tempo de descanso, para fazer a diferença no mundo. E ele realmente fez isso com prazer, sem esperar ou desejar nada em troca do animal. E realizava essa tarefa com muita paciência e amor logo antes de ir para a escola.

Foto: Valuable Stories

Foto: Valuable Stories

Um usuário do Reddit (rede social americana), sob o nome de Bluecollarclassicist, compartilhou esta incrível história com o mundo. Recentemente, apareceu um cervo cego vivendo em um bairro do estado americano de Illinois, onde vive o usuário do reddit.

Na natureza, um animal como este não conseguiria sobreviver, mas devido aos esforços desta criança, o cervo tem agora uma chance de sobrevivência.

O que o garoto fez tocou o coração dos usuários da rede social e os encheu de ternura. Veados cegos não vivem por muito tempo, eles geralmente morrem de fome ou acabam sendo atropelados por veículos nas rodovias.

As estradas são lugares extremamente perigosos para esses animais, especialmente se forem cegos.

No entanto, este não foi o caso deste veadinho, que felizmente visitou este bairro por acaso, onde todos os dias um menino o ajudava a encontrar um lugar para descansar e comer, guiando-o cuidadosamente, de uma calçada para outra para que não seja atropelado.

Felizmente, as notícias sobre esta história maravilhosa voaram e chegaram aos ouvidos de uma organização local de resgate, que agora está cuidando do cervo e o levou a um lugar especial e apropriado, onde ele pode viver com segurança e felicidade.

O bairro não era o lugar mais ideal para o animal viver e todos se uniram para ajudá-lo.

O trabalho que o menino de apenas 10 anos de idade fez com o cervo causou admiração nos vizinhos. Ele nunca tentou adotar o animal selvagem como animal doméstico. Ele nem sequer o nomeou.

A criança apenas procurava o veado silenciosamente todos os dias. E ele também o ajudava a andar em segurança pelas ruas e à procurar alimentos.

O grupo de resgate e reabilitação da vida selvagem levou o veado em um trailer de cavalo, eles são a única entidade legalmente habilitada para tratar e abrigar este animal selvagem no estado.

No momento do resgate, metade do bairro saiu para ver o que estava acontecendo, incluindo o menino e sua mãe.

Felizmente, o veado esta seguro agora e pode ter uma vida pacífica com outros animais.

A criança é o exemplo mais singelo de alguém que ajuda e compreende a importância do ato de cuidar.

O usuário do Reddit que divulgou a história e sua esposa esperam recompensar o ato de gentileza da criança e levá-lo para visitar o cervo na reserva natural do estado onde o animal vive atualmente.

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Ministro do STF revê decisão e proíbe fogos ruidosos em São Paulo

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes reviu sua própria decisão, tomada em março, que suspendeu uma lei que proibiu o uso de fogos de artifício ruidosos em São Paulo, e decidiu manter a validade da legislação. Com isso, os explosivos barulhentos estão, novamente, proibidos no município.

Foto: Pixabay

Moraes acolheu os argumentos da Prefeitura de São Paulo e concordou com o objetivo da lei de proteger a saúde dos animais e da população.

Em março, quando suspendeu a lei atendendo a uma ação da Associação Brasileira de Pirotecnia, o ministro afirmou que a norma era inconstitucional porque invadia a competência da União para legislar sobre o tema. No entanto, nesta quinta-feira (27) Moraes repensou a decisão e voltou atrás.

“Constato, desta forma, haver sólida base científica para a restrição ao uso desses produtos como medida protetiva da saúde e do meio ambiente. O fato de o legislador ter restringido apenas a utilização dos fogos de artifício de efeito sonoro ruidoso, preservando a possibilidade de uso de produtos sem estampido ou que acarretam barulho de baixa intensidade, parece, em juízo preliminar, conciliar razoavelmente os interesses em conflito”, disse o ministro.


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Relatório aponta o impacto benéfico do veganismo no meio ambiente

Foto: Adobe

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Um novo estudo divulgado, intitulado Veganism Impact Report (Relatório de Impacto do Veganismo, na tradução livre) revela o enorme impacto na saúde, economia e emissões de gases se apenas a população de grupo de países, no caso o Reino Unido, se tornasse vegana. Segundo o relatório haveria uma diminuição de 70% nas emissões de CO2 relacionadas com alimentos e um bilhão de hectares da superfície terrestre do mundo atualmente usada para criação de animais seria liberada.

O Relatório de Impacto do Veganismo usa estatísticas sobre o consumo anual de produtos animais, emprego, comércio, saúde, meio ambiente e economia do Reino Unido, da União Europeia e do mundo. As estatísticas do Reino Unido baseiam-se em 1,16% da população sendo vegana e não levam em consideração a população vegetariana ou pescatariana. As estatísticas da UE baseiam-se em 5,9% da população sendo vegana e vegetariana

Impacto na economia, emissões de gases e saúde

As estatísticas mostram o enorme impacto que uma população totalmente vegana e não-vegana teria na economia da UE e nas taxas de agricultura e emissões do mundo. O relatório interativo demonstra que se 100% da população global que consome carne fosse vegetariana, um número impressionante de 9,6 bilhões toneladas a menos de emissões de CO2 equivalentes a alimentos seria liberado anualmente (as emissões de gases causadores do efeito estufa equivalem a 13,7 bilhões de toneladas métricas de dióxido de carbono em 2018, mas uma população vegana reduziria essas emissões em uma taxa enorme de 70% em 4,1 bilhões).

Foto: thespruce.com

Foto: thespruce.com

O relatório também revela que um bilhão de hectares da superfície terrestre do mundo usado para criação de animais (carne) seria disponibilizado se ninguém consumisse produtos de origem animal. Cálculos baseados em números de 2018 que apontam que 1,5 bilhão de hectares da superfície terrestre total do mundo foram usados para a agricultura.

As doenças cardíacas e as taxas de câncer também seriam extremamente afetadas, com 130 mil mortes a menos só no bloco de países (Reino Unido) a cada ano se sua população se tornasse vegana (152.405 pessoas no Reino Unido morreram de doenças cardíacas em 2017, mas isso cairia de maciços 129.544 para apenas 22.861 mortes por ano se a população seguisse uma dieta vegana).

Foto: hipcamp

Foto: hipcamp

Além disso, como exemplo há 8.800 casos de câncer ligados ao consumo de carne processada ou vermelha a cada ano no bloco de países, sugerindo que a opção por uma dieta sem carne reduziria significativamente as chances de desenvolver câncer de estômago e intestino.

Indústria vegana

O relatório não considera, no entanto, o aumento de empregos que ocorreriam na indústria vegana se o veganismo fosse adotado pelo público como um todo. Quando mais e mais pessoas criam demanda por produtos veganos, isso significa, naturalmente, que mais produtos são criados e que uma nova economia, mais sustentável, é reforçada.

Foi criada recentemente a primeira empresa de recrutamento vegana, e mais e mais empregos estão sendo criados a cada semana com o crescente comércio vegano global.

Foto: PETA Kids

Foto: PETA Kids

Um ano atrás, a investidora vegan Heather Mills criou centenas de empregos ao converter uma fábrica de batatas Walkers em uma instalação de carne vegana. Em abril deste ano, a Mills comprou uma fábrica da Proctor and Gamble para criar um “Silicone Plant Valley”.

Também é desnecessário dizer que, quando as pessoas optam por alternativas de couro, isso também cria empregos em materiais à base de plantas, que já vemos acontecerem na moda, design de interiores, beleza e cosméticos e até na indústria automotiva.

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Tutor que não garantir bem-estar ao animal será multado em Portugal

O tutor que não garantir o bem-estar do animal que tutela em Portugal estará sujeito ao pagamento de multas que variam de 50 euros (cerca de R$ 218) a 3.740 euros (aproximadamente R$ 16.332). A nova norma foi instituída a partir de um decreto-lei que foi publicado no Diário da República na quinta-feira (27) e entrará em vigor dentro de quatro meses.

Foto: Pixabay

Além de casos de maus-tratos, a nova lei vai punir também tutores que não atualizarem o registro do animal em casos, por exemplo, de mudança de endereço. As informações são do portal “Público”.

Além disso, com o Sistema de Informação de Animais de Companhia (SIAC), os gatos e furões serão obrigados a usar microchip de identificação. Outros animais, como coelhos, também podem ser microchipados. As informações registradas no SIAC serão colocadas em uma espécie de documento de identidade, que o tutor deverá ter em mãos toda vez que fizer qualquer deslocamento com o animal.

Os microchips só poderão ser implantados nos animais por veterinários. Os profissionais que não usarem aparelhos registrados no SIAC ou administrarem vacina contra raiva sem que o animal esteja previamente identificado, também poderão ser multados. Os chips custam, em média, 30 euros (R$ 131), valor que deve ser pago pelos tutores, que também precisarão arcar com o valor, ainda não definido, de uma taxa para que seja feito o registro no SIAC.

Os animais devem ser identificados até 120 dias após nascerem. Caso não se saiba a data de nascimento, a identificação e registo deverão ser feitos “até à perda dos dentes incisivos de leite”. Para aqueles que nasceram antes da data de vigor da legislação, os prazos variam entre um e três anos. No caso de cães bravos, trazidos de outros países, o registro precisa ser feito em um prazo de 10 dias, contado a partir da entrada no território nacional.

O governo afirmou que as medidas foram tomada com o objetivo de combater o abandono de animais.


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Cerca de 100 milhões de tubarões são mortos em pescarias anualmente

Foto: linkedin.com

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Embora o tubarão carregue o falso estereótipo de ser uma espécie selvagem e perigosa, quase tudo o que as pessoas acham que sabem sobre os tubarões, na maioria das vezes, é falso, e a humanidade corre o risco de perder a presença desses belos animais completamente dos oceanos, antes mesmo de conhecê-los de verdade.

Esses animais incríveis existem no planeta há mais de 400 milhões de anos, muito antes dos seres humanos, e até mesmo antes das árvores evoluírem. No entanto, hoje, esses reis dos mares estão sendo discretamente aniquilados pelos oceanos, com cerca de 100 milhões deles sendo mortos em pescarias todos os anos.

Esse é um número enorme, grande demais para se crer nele o que requer uma contextualização. Ao longo de décadas e séculos, as pessoas capturaram e mataram tubarões, o que levou a declínios maciços em algumas espécies e levou muitos à extinção. Hoje, um quarto das espécies de tubarões e raias é considerado ameaçado de extinção e em oceano aberto essa taxa sobe para uma em cada três espécies.

Algumas populações foram tão gravemente afetadas que foram reduzidas em 99%.

Foto: Getty Images

Foto: Getty Images

Parte disto é porque os tubarões são alvos de pesca para alimentação, ou apenas por suas barbatanas, mas uma grande quantidade é chamada de “captura acessória”, quando as espécies são acidentalmente capturadas e mortas em pescarias que tinham como alvo outra espécie.

As capturas acessórias (quando a espécie-alvo é outra) simplesmente não deveriam acontecer, mas as frotas implacáveis de barcos de pesca rondando indiscriminadamente o oceano, forma-se uma ameaça fenomenal à vida marinha, incluindo aves marinhas, tartarugas, tubarões, golfinhos e baleias.

Isso acontece porque redes enormes e linhas de anzóis com muitos quilômetros de comprimento cruzam o oceano para pegar peixes. Os tubarões, possivelmente procurando por comida, são pegos e arrastados a bordo com as redes e acabam morrendo.

Foto: Antony Dinckinson/AFP

Foto: Antony Dinckinson/AFP

Relatórios também descobriram que algumas pescarias atacam tubarões diretamente e, para piorar, muitas dessas espécies estão em extinção. O tubarão mako de barbatana curta (Isurus oxyrinchus), provavelmente o tubarão mais veloz do oceano, está sendo pescado até a extinção.

Um novo relatório do Greenpeace mostra que cerca de 25 mil desses animais foram mortos em 2017, um número incrivelmente alto, apesar de um claro alerta dos cientistas recomendando que nenhum tubarão da espécie seja pego ou morto sob nenhuma circunstância. Esses números são alarmantes e provam que tanto os oceanos quanto os tubarões estão sob séria ameaça.

No oceano os tubarões são os principais predadores, mas o verdadeiro predador do topo da cadeia que eles devem temer são os seres humanos. A pesca tem destruído repetidamente a vida selvagem em todo o mundo, levando algumas das mais icônicas criaturas oceânicas à beira do abismo – incluindo atum-azul, tartarugas marinhas, albatrozes e muitas, inúmeras espécies de tubarões também.

Foto: Mark Conlin/VW PICS/UIG

Foto: Mark Conlin/VW PICS/UIG

Quando se trata de leis de proteção ao oceano, o déficit é claro. Isso é ainda mais óbvio quando se trata de alto mar, as áreas fora da jurisdição dos países – que são basicamente o oeste selvagem, lugar sem lei para a vida selvagem.

Os cientistas calculam que pelo menos 30% dos oceanos devem ser protegidos como santuários seguros para a vida selvagem. Isso não é essencial apenas para uma vida marinha saudável e próspera, é também de grande importância para a sustentação de populações de peixes em todo o mundo e para permitir que os oceanos lidem com os impactos da mudança climática.

Este ano, os países estão discutindo um novo Tratado de Oceanos Globais nas Nações Unidas. Esse tratado pode, e deve, ser o primeiro grande passo para proteger os oceanos e toda a vida marinha. Mas questão também abrange a proteção da humanidade – porque dependemos dos mares para metade do oxigênio que respiramos, e para nos ajudar a lidar com o crise climática.

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Cachorra perdida reencontra tutores após oito anos de separação

Laila filhote | Foto: Sophia Hanson

Laila filhote | Foto: Sophia Hanson

Sophia Hanson tinha o hábito de deixar seus dois cães da raça pit bull, Laila e seu irmão Blake, saírem para brincar no quintal.

Quando ela foi ver como eles estavam pouco tempo depois, os cachorros haviam desaparecido. “Ainda não temos certeza se eles foram roubados porque não havia porta aberta – não havia nada”, Hanson disse ao The Dodo. “Os dois apenas sumiram”.

Depois de um ano de busca, Hanson e seu marido encontraram um post em um site na internet, o Craigslist. Alguém que morava não muito longe de seu bairro em San Antonio, Texas (EUA), estava vendendo um pit bull por 500 dólares que parecia de uma forma muito suspeita com Blake.

Blake filhote | Foto: Sophia Hanson

Blake filhote | Foto: Sophia Hanson

“Então resolvemos nos aproximar do vendedor fingindo um falso interesse: ‘Oh, vamos comprar apenas um cachorro’. Nosso dinheiro estava pronto”, disse Hanson. “Quando fomos nos encontrar e confirmamos que era ele, vimos que eles o colocaram na maior corrente que eu já vi.”

“Ele ficou muito confuso por um tempo”, Hanson acrescentou. “Toda essa reabilitação foi um processo, mas agora ele é o maior ursinho de pelúcia”.

Vendo o estado em que Blake estava, os Hanson temiam que coisa pior tivesse acontecido com a doce e desajeitada Laila. Ainda assim, durante anos, Hanson continuou a procurar nos abrigos locais, e na internet, na esperança de ver o rosto de sua filhinha de quatro patas novamente.

Foto: Janice Rackley

Foto: Janice Rackley

O que Hanson não sabia era que Laila tinha um anjo da guarda cuidando dela.

Quando Janice Rackley viu Laila pela primeira vez em 2018, a cachorrinha estava sozinha em um campo, sofrida e desnutrida ela era apenas pele e osso. Ficou claro que ela estava sozinha há algum tempo já, provavelmente se amor ou cuidados.

Rackley sabia que tinha que fazer alguma coisa.

Foto: Janice Rackley

Foto: Janice Rackley

“Ela só precisava de ajuda e ninguém iria ajudá-la”, disse Rackley ao The Dodo. “Eu apenas sinto que eu estava ali e a encontrei por um motivo e a razão disso era que eu tinha que ajudá-la. Ela dependia de mim naquele momento.

Todos os dias, Rackley saía para o campo, carregando pesados jarros de água e comida.

A princípio, a cachorra ficou tão aterrorizada que correu na direção oposta assim que viu Rackley se aproximando – mas, eventualmente, Rackley ganhou sua confiança.

Foto: Janice Rackley

Foto: Janice Rackley

“Eu acho que demorou cerca de seis meses, quando ela finalmente começou a se aproximar e chegar mais perto, então ela finalmente me deixou acariciá-la”, disse Rackley. “Naquele momento eu pensei: ‘Talvez eu consiga pegar uma coleira, já que ela está me deixando acariciá-la, e posso ficar com a coleira enquanto a alimento’. Mas sempre que ela via essa coleira, a cachorrinha saía correndo”.

Quando a véspera de Ano Novo se aproximou e o tempo ficou frio, Rackley sentiu que poderia ser sua última chance de resgatar a cachorra – então ela decidiu fazer algo imprudente.

“Acabei de pegá-la, joguei-a por cima do meu ombro e caminhei por ela por 40 pés nesse campo para levá-la até o meu carro”, disse Rackley. “Ela estava realmente muito calma quando eu peguei ela, ela era tão doce como eu jamais imaginei que seria”.

Foto: Janice Rackley

Foto: Janice Rackley

Durante um mês, Laila recusou-se a deixar a casa de Rackley. Quando a personalidade da cachorrinha começou despontar, Rackley percebeu que o passado do cachorro perdido tinha mais segredos do que ela pensara anteriormente.

“Levou um tempo para ela voltar ao normal, mas uma vez que ela conseguiu, Laila se mostrou o cão mais doce do mundo”, disse Rackley. “Ela sabia sentar, sabia dar a pata, sabia como se deitar. Eu estava tipo, ‘nossa, alguém realmente ensinou tudo isso a ela.

Alguém deve sentir falta dela.

Foto: Janice Rackley

Foto: Janice Rackley

Rackley levou Laila para ser examinada pelo controle de animais e, descobriu que ela tinha um microchip.

A apenas 40 milhas de distância, era apenas mais uma noite normal para Hanson e seu marido. “Meu marido e eu estávamos andando pela casa, desligando as luzes e nos certificando de que os filhotes estavam na cama”, disse Hanson. “Pouco antes de desligarmos a luz, recebemos uma ligação. Meu marido ficou tipo: “O que ?! Você pode repetir isso? “E ele colocou no viva-voz e nós ficamos tipo,”Isso é verdade mesmo?!”.

Oito anos ja haviam se passado, mas Hanson não podia esperar nem mais um minuto para ver Laila novamente, então ela pulou com tudo no carro. Quando Rackley trouxe Laila para fora, e ela pôs os olhos em sua mãe, todos os presentes ficaram comovidos pela reunião emocionante das duas.

Foto: Sophia Hanson

Foto: Sophia Hanson

“Ela apenas respondeu imediatamente, como se dissesse, ‘é você mesmo?’ “, Disse Hanson. “E então todos cmeçaram a chorar e doi um momento muito delicado”.

Embora Laila tivesse mudado de muitas maneiras, ela deixou claro para seus pais que se lembrava de sua antiga vida e de ambos.

“Nós costumávamos chamá-la de Scooby Doo porque ela fazia os sons mais loucos que você já ouviu”, disse Hanson. “Meu marido fazia brincadeiras imitando o desenho animado: ‘Scooby Doo! Scooby Doo! E ela reconheceu a brincadeira imediatamente”.

Agora em uma casa com três outros cães de resgate todos sênior, incluindo seu irmão Blake, Laila está se acostumando aos poucos à sua “nova vida antiga”.

Foto: Sophia Hanson

Foto: Sophia Hanson

Enquanto ela ainda se sente um pouco cautelosa em torno de seus novos irmãos, ela não poderia estar mais feliz por estar em casa. E os pais dela são tão gratos que a família deles está reunida novamente.

“Ainda não podemos acreditar”, disse Hanson. “Às vezes passamos por ela e temos que dar uma olhada pra nos certificarmos de que é tudo verdade mesmo. É extremamente surreal. Ela está na mesma cadeira, no mesmo lugar, deitada em sua mesma posição doce de cabeça para baixo. E é engraçado vê-la tão à vontade – eu nem consigo imaginar o que ela passou”.

“Mas o que importa é que ela esta de volta: em casa.”

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Elefantes são espancados em treinamento para um festival no Nepal

Foto: PETA Asia

Foto: PETA Asia

Imagens de manipuladores de elefantes espancando e esfaqueando os animais com afiados ganchos de ferro e longas varas de madeira durante os preparativos para um festival no Nepal provocaram revolta nas redes sociais.

O vídeo foi feito pela ONG PETA, nas imagens divulgadas elefantes são vistos sendo maltratados com o objetivo de forçá-los a correr, realizar passeios, levando pessoas em suas costas e simular um jogo de futebol para o Chitwan Elephant Festival.

A PETA afirma que, desde que a gravação foi divulgada, uma série de anunciantes cortou os laços com o evento.

No vídeo, os “tratadores” são vistos batendo nos elefantes e cutucando as lâminas na pele enquanto andam de costas.

Foto: PETA Asia

Foto: PETA Asia

Muitos deles usam bullhooks – ferramentas especialmente desenvolvidas para treinar elefantes – varas longas de madeira com um gancho de metal na ponta para ferir os animais.

Os manipuladores os atingem na cabeça e atrás das orelhas para torná-los submissos e participar dos passeios e jogos de pólo ou futebol com elefantes.

Foto: Asia Wire/ PETA Asia

Foto: Asia Wire/ PETA Asia

Testemunhas afirmaram ter visto elefantes com ferimentos profundos nos pescoços e orelhas, enquanto um deles tinha um olho lacrimejante – sugerindo que estava infectado.

Alguns espectadores também filmaram o abuso pois tudo aconteceu à vista do público.

Foto: Asia Wire/ PETA Asia

Foto: Asia Wire/ PETA Asia

O vice-presidente sênior de campanhas internacionais da PETA, Jason Baker, disse: “Elefantes são animais altamente sensíveis e inteligentes que estão sendo usados como sacos de pancada neste evento cruelmente desprezível”.

A PETA pede o fim do festival e pede que as empresas cortem qualquer vínculos com este espetáculo de sofrimento imediatamente.

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Karanganyar se torna o primeiro distrito indonésio a proibir a carne de cachorro

A administração de Karanganyar na Indonésia anunciou na última segunda-feira (27) que iria fechar todas as 21 barracas de carne de cachorro em todo o distrito, que fica em Surakarta, na ilha de Java.

Cada barraca mata de dois a três cães para consumo por dia, de acordo com dados da indústria agrícola do distrito, com a proibição serão poupadas as vidas de quase 1.900 cães por mês. A administração de Karanganyar ajudará aqueles que dependem do comércio de carne de cachorro com a transição de renda para novas linhas de trabalho.

O comércio de carne de cachorro na Indonésia

O governo indonésio prometeu acabar com o comércio de carne de cachorro em agosto passado, em um movimento apoiado por celebridades como Ricky Gervais, Simon Cowell e Cameron Diaz. No entanto, nenhuma ação foi tomada desde então.

O número de indonésios que consomem carne de cachorro é uma minoria – apenas 7%, de acordo com a organização sem fins lucrativos Dog Meat Free Indonesia. Em novembro passado, uma petição assinada por mais de um milhão de pessoas pedindo o fim do comércio foi submetida ao governo.

A decisão de Karanganyar foi elogiada pelas ONGs que atuam em defesa dos direitos animais Dog Meat Free Indonesia e Animal Friends Jogja.

A fonte local de notícias, Jakarta Globe, informa que a decisão foi tomada por causa da preocupação com a saúde humana. H. Juliyatmono, chefe do distrito de Karanganyar, disse: “A fim de evitar várias doenças causadas pela carne de cachorro, fecharemos todas as barracas de carne de cachorro em Karanganyar, com efeito imediato”.

De acordo com a Dog Meat Free Indonésia, milhões de cães são capturados e transportados pela Indonésia todos os anos. Investigações em todo o país mostram que doenças como a raiva correm soltas no comércio de carne de cachorro do país. A morte humana por raiva tem sido associada ao consumo de carne de cães infectados.

Uma investigação recente revelou que 13.700 cães com história de vacinação desconhecida são capturados ou roubados todos os meses apenas em Java. A província de Java Ocidental é considerada um centro de abastecimento para toda a nação.

O método de captura e transporte tem sido criticado por muitos por ser absurdamente desumano. Muitos dos cães capturados são animais domésticos de família ou animais capturados das ruas ou comunidades rurais.

Os cães têm suas bocas amarradas, dificultando a respiração, e são amontoados em gaiolas superlotadas onde mal conseguem se mover. Os pobres animais são então transportados por longas distâncias para mercados, matadouros e restaurantes. Muitos morrem de asfixia, desidratação ou insolação antes de chegar.

Juliyatmono acrescentou: “A sobrevivência humana deve ser o foco do nosso desenvolvimento. As pessoas têm que viver em harmonia com Deus e com os seres vivos, incluindo todos os animais”.

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