Ursos pardos de Yellowstone entram novamente na lista de espécies ameaçadas

Por Rafaela Damasceno

A espécie Ursus arctos horribilis foi classificada novamente como ameaçada de extinção, pela instituição Fish and Wildlife Service, dos Estados Unidos. Os ursos costumam viver no Parque Nacional de Yellowstone, em Wyoming.

Um urso pardo na natureza

Foto: WIKIPEDIA COMMONS

Em 2017, houve uma proposta de remoção da espécie da lista de animais ameaçados, sob o pretexto de que a população havia aumentado. O deslistamento permitiria a caça dos ursos, após quatro décadas de proibição.

Ambientalistas e tribos indígenas nativas protestaram pelo cancelamento da decisão. A juíza Dana Christensen concordou, apontando a falta de dados científicos sobre o aumento da população.

A política republicana Liz Cheney discordou da decisão da juíza, dizendo que a reinclusão dos animais na lista foi causada por uma perseguição de ambientalistas radicais que esperam destruir o modo de vida americano.

Atualmente, cerca de 2 mil ursos pardos habitam 48 estados americanos. O parque de Yellowstone abriga 700, que são mortos por caçadores constantemente, segundo a Revista Galileu.


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


 

Piloto vegano Lewis Hamilton tem sua melhor temporada em 12 anos

Por Rafaela Damasceno

O campeão vegano de Fórmula 1 (F1) e produtor executivo do documentário “The Game Changers”, Lewis Hamilton, está tendo sua melhor temporada em quase 13 anos. O atleta segue uma dieta vegetariana estrita.

Lewis Hamilton posando para uma propaganda da Puma

Foto: Puma

Cinco vezes campeão das corridas, Hamilton não começava uma temporada tão bem desde sua estreia. O atleta aderiu ao veganismo em 2017, depois de assistir ao documentário “What The Health” – que informa sobre os perigos do consumo de carne, incluindo doenças. Desde então, Hamilton vem dando declarações sobre como o veganismo impulsionou sua carreira.

Há regulamentos de peso para atletas da Fórmula 1. No começo do ano, o piloto escreveu em seu Instagram que teve que manter seu peso estagnado em 68kg por 12 anos, mas as regras mudaram esse ano e ele pôde engordar um pouco mais. “Estou agora com 78kg e mais feliz. Foi fácil ganhar peso, e fiz isso seguindo uma dieta baseada em vegetais”.

O piloto é produtor executivo do documentário “The Game Changers”, assim como Jackie Chan e Arnold Schwarzenegger. O objetivo do filme é erradicar o mito de que atletas precisam consumir carne para estar no topo das competições.

Muitas pesquisas mostram que uma dieta baseada em vegetais é mais saudável para o corpo humano e mais sustentável para o meio ambiente. Diversos atletas também relataram melhor descanso e tempo de recuperação depois de cortarem os produtos de origem animal de suas alimentações.

Hamilton creditou parte de seu sucesso nas corridas ao veganismo. “O desempenho é tudo e isso começa com o combustível ideal”, escreveu em seu Facebook, mês passado, fazendo uma analogia ao combustível que move os carros e à comida, que move o corpo humano. “Se nós queremos nos sentir bem, termos mais energia e darmos o nosso melhor, precisamos ter o combustível perfeito em nossos corpos”.

O lançamento do documentário “The Game Changers” está previsto para o dia 16 de setembro, nos cinemas.


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


Mais de 500 baleias morrem na caçada anual das Ilhas Faroe

Por Rafaela Damasceno

As Ilhas Faroe, na Dinamarca, estão na metade de seu massacre de baleias. Durante os meses mais quentes de cada ano, os habitantes da região matam centenas de baleias para estocar a carne e a gordura para o inverno.

O mar tingido de vermelho pelo sangue, enquanto as pessoas olham e os cadáveres são colocados na praia

Foto: ANDRIJA ILIC/AFP/Getty

Segundo o The Mirror, 23 baleias-piloto (incluindo uma grávida) foram recentemente levadas por um barco até a costa, onde foram mortas. As águas do mar passaram de um azul bonito para o vermelho sangue.

A instituição Sea Shepherd UK, que luta pela conservação da vida marinha, acredita que esta é a décima caça nas Ilhas Faroe apenas este ano. O total de baleias mortas na região em 2019 chegou a 536.

Para os habitantes das ilhas dinamarquesas, as caças são como um evento (chamadas de grinds pelos moradores), e a Sea Shepherd UK declarou sua preocupação sobre o que eles chamam de tradição estar se tornando um espetáculo.

“As ilhas Faroe costumam falar da tradição e do respeito demonstrado às baleias-piloto. Vídeos e fotografias da 10° edição de 2019 mostram que isso não é verdade”, afirmou um porta-voz da instituição. As imagens divulgadas mostram crianças brincando com os corpos, turistas tirando fotos e famílias rindo entre o massacre.

O porta-voz acrescentou que a instituição acredita que a caça é cruel e brutal. As baleias são capturadas de maneira exaustiva e muitas vezes mortas lentamente. A Sea Shepherd UK também se preocupa com o impacto que as caças causam à população de baleias-piloto.

Um relatório publicado no ano passado chamado Pequenos Cetáceos, Grandes Problemas, do Animal Welfare Institute (Instituto do Bem-Estar Animal), informou que o governo das Ilhas Faroe não estabelece limites para a captura de nenhuma espécie e há poucos estudos científicos sobre a quantidade de baleias existentes na região, o que levanta preocupações em relação às caças.


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


Dezenas de ativistas protestam contra o transporte de bois vivos na Nova Zelândia

Por Rafaela Damasceno

Cerca de 50 ativistas em defesa dos direitos animais da Nova Zelândia estão protestando contra o envio de quase 5.500 bois vivos para a China. A ONG Save Animals from Exploitation (Salve Animais da Exploração ou SAFE, na sigla em inglês) está organizando os protestos no porto da cidade Napier. Ela alega que essa é a maior exportação de bois vivos em dois anos.

Ativistas protestando com cartazes

Foto: rnz.co.nz

Apesar do governo neozelandês ter ordenado uma revisão da exportação dos animais vivos em junho, o navio estava programado para deixar o porto por volta do meio dia do último domingo (4).

Mona Oliver, coordenadora das campanhas da SAFE, afirmou que todas as exportações devem ser suspensas enquanto essa revisão estiver em andamento. Segundo ela, a China tem padrões de bem-estar animal inferiores aos da Nova Zelândia, e lá provavelmente os bois serão enviados para fazendas industriais e mortos de maneira cruel.

“Até a revisão ser concluída, o Ministério das Indústrias Primárias (MPI) deve avaliar os pedidos de exportação e aprovar os aceitáveis, considerando que não houve mudança na lei”, declarou Chris Rodwell, diretor da saúde e bem-estar animal do MPI.

O Ministério também exigirá que o exportador relate como estão os animais por um mês depois que chegarem até à China.


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


Austrália apresenta um número elevado de abandono de animais

Por Rafaela Damasceno

A Royal Society for the Prevention of Cruelty to Animals (RSPCA) divulgou casos horríveis de abusos de animais na Austrália. Os abandonos chegaram a 579 animais nos últimos 12 meses, superando os 567 em 2017 e 2018.

Um cachorro desnutrido e esquelético

Foto: RSPCA

Cachorros, adultos e filhotes, foram os mais abandonados, totalizando 323. Coelhos, répteis, pássaros e até mesmo peixes foram submetidos à crueldade, de acordo com a RSPCA, que divulgou fotos dos maus-tratos.

Um gato com deficiência foi encontrado sozinho em um quintal na cidade de Ottoway, depois que seu dono se mudou para outro país. A ONG também destacou o caso de um cachorro que teve suas duas patas dianteiras amarradas com um cabo. O tutor havia se mudado e a filha, encarregada de cuidar dos animais, os abandonou quando foi despejada.

A pata de um cachorro machucada

Foto: RSPCA

Trinta e oito australianos foram condenados por maus-tratos no último ano. Um tutor recebeu uma pena de dez meses ao confessar ter matado seu cachorro de fome.

“Nem sempre conseguimos localizar o tutor, então não podemos prosseguir com a acusação”, lamentou Andrea Lewis, inspetora-chefe da RSPCA.

Ela ainda acrescentou ao Daily Mail que abandonar um animal nunca é a solução para um problema. Existem alternativas para quem não tem condições de cuidar dos animais, como os abrigos.

Um cachorro com a orelha machucada

Foto: RSPCA

“É muito melhor para eles estarem sob os cuidados de uma instituição respeitável e confiável, como a RSPCA, do que negligenciados ou abandonados”, concluiu.

No Brasil, estima-se que há 30 milhões de animais vivendo em situação de abandono. Nos meses de verão, o número de animais abandonados aumenta 40% no Rio de Janeiro – muitas pessoas viajam nas férias e deixam os animais para trás. O programa Linha Verde, do Disque Denúncia, registrou um aumento de 30% nos casos de maus-tratos aos animais, entre 2017 e 2018.


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


Desrespeitados e ignorados os animais padecem sob as condições mais desumanas

Foto: Mercy for Animals

Foto: Mercy for Animals

O Dia Nacional da Saúde é celebrado anualmente em 5 de agosto no Brasil, a data foi escolhida em homenagem ao médico sanitarista Oswaldo Cruz, que nasceu em 5 de agosto de 1872 e foi pioneiro no estudo de moléstias tropicais e da medicina experimental no Brasil.

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS) saúde é “um estado de completo bem-estar físico, mental e social e não somente ausência de afecções e enfermidades”.

Enquanto a data serve de alerta para a importância dos cuidados com a saúde dos seres humanos, outras vidas perecem silenciosamente sem que sua saúde seja sequer considerada como algo a ser protegido, avaliado ou mantido.

Foto: Trendsmap

Foto: Trendsmap

Assim como nós, seres humanos, os animais têm a capacidade de compreender o mundo ao seu redor, são capazes também de amar, sofrer, criar vínculos e responder a estímulos. Assim como a nossa, sua saúde sofre os impactos do meio em que vivem ou são submetidos a viver.

Milhares de animais padecem fechados em compartimentos ou gaiolas minúsculas, muitas vezes superlotados, servindo apenas a propósitos humanos que exploram seus corpos em busca de carne, leite, ovos ou o que mais puderem roubar dos animais.

Foto: MICHAEL NICHOLS, NATIONAL GEOGRAPHIC

Foto: MICHAEL NICHOLS, NATIONAL GEOGRAPHIC

Sua saúde mental é ignorada, e a física só é levada em consideração no intuito de que a exploração possa continuar ocorrendo. Esses seres sencientes passam seus dias privados do sol, não podem caminhar na grama ou conviver com os demais. Muitas vezes passam a vida inteira olhando para uma parede de concreto e quando não servem mais aos interesses de seus explorados são descartados e mortos.

Assim ocorre com os elefantes que apanham violentamente para que levem turistas nas costas ou façam truques antinaturais para uma plateia de turistas. Com as vacas, porcos, galinhas que vivem vidas solitárias tendo como companheiro apenas o sofrimento, os ursos no Vietnã que são criados e capturados apenas para que seu fígado seja perfurado e sua bile removida, por anos e anos.

Foto: HOANG DINH NAM, AFP/GETTY

Foto: HOANG DINH NAM, AFP/GETTY

Leões na África do Sul criados em cativeiro apenas com o objetivo de serem vendidos para “caçadas enlatadas” onde serão soltos em um local cercado para serem perseguidos, mortos e terão seus corpos expostos como troféus.

Como está a saúde desses animais?

Enquanto a sociedade estiver dominada e cega pela visão especista de que os animais são inferiores ao ser humano e que podem ser submetidos à sua vontade por este motivo, a injustiça vai vigorar sobre todas essas vidas inocentes e indefesas.

Se a definição de saúde corresponde ao bem-estar físico, mental e social de um ser e não apenas a ausência de doenças como diz a Organização Mundial da Saúde, então muitos desses animais jamais conheceram o que é estar saudável. E, infelizmente, jamais conhecerão.

Foto: Animal Rescue Algarve

Foto: Animal Rescue Algarve

Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


 

Relatório sobre mudanças climáticas incentiva uma dieta baseada em vegetais

Por Rafaela Damasceno

Um relatório divulgado recentemente sobre mudanças climáticas e uso devido do solo, elaborado pelo Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês), incentiva uma dieta baseada em vegetais para reduzir as emissões dos gases de efeito estufa na atmosfera.

Várias vacas comendo em uma fazenda industrial

Foto: Adobe

O relatório está sendo debatido em Genebra, na Suíça, e argumenta que a crise climática não pode ser combatida apenas pelos cortes de transportes, fábricas e usinas (que são extremamente poluentes). Para o IPCC, é necessário mudar a maneira que os alimentos são produzidos e a maneira que o solo é utilizado.

A redução da produção de carne, o que reduziria a quantidade de metano produzida, também foi mencionada no relatório. Ele afirma que um quarto de todas as emissões de metano tem origem nos campos pecuários.

“O consumo de dietas saudáveis e sustentáveis, ricas em grãos, legumes e vegetais, nozes e sementes… apresenta grandes oportunidades de reduzir as emissões dos gases de efeito estufa”, diz o relatório.

“Estamos chegando muito perto de mudanças realmente perigosas no comportamento do clima”, disse Bob Ward, diretor de política do Instituto Grantham de Pesquisa sobre Mudança Climática e Meio Ambiente.


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


PETA pede para que Leonardo DiCaprio resgate chimpanzé de “O lobo de Wall Street”

Por Rafaela Damasceno

O grupo ativista PETA está pedindo para que Leonardo DiCaprio, ator ambientalista e vencedor do Oscar, resgate o chimpanzé, Chance, que participou do filme “O lobo de Wall Street”.

Chance no colo de Leonardo Dicaprio

Foto: Livekindly

O filme recebeu muitas críticas na época de sua estreia, em 2013, com a organização em defesa dos direitos animais Amigos dos Animais pedindo um boicote. O grupo disse que o chimpanzé sofreria danos psicológicos permanentes por ser obrigado a atuar no filme.

Seis anos depois, Chance continua sofrendo. Agora ele pertence a um zoológico de beira de estrada, que o obriga a se apresentar e realizar truques. A ONG PETA pediu ajuda a DiCaprio e Martin Scorsese, o diretor do filme, para que o resgate seja possível.

A organização deseja que Chance seja realocado em um santuário, onde passaria o resto de sua vida sem ser forçado a entreter pessoas.

Explorar os animais em filmes, felizmente, parece algo que está diminuindo pouco a pouco, devido às tecnologias atuais. Jon Favreau, que dirigiu a adaptação do “Rei Leão” para uma versão mais realista, disse à Vanity Far: “O fato da tecnologia poder fazer parecer tão visualmente real torna mais e mais difícil precisar colocar animais em perigo para fazer um filme”.


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


Maior produtora de carne da Europa começará a produzir alternativa vegana

Por Rafaela Damasceno

A Danish Crown, uma das maiores produtoras de carne da Europa, suspenderá as mortes dos porcos em uma de suas instalações da Alemanha e tem planos de começar a produzir carnes e hambúrgueres veganos.

Um porquinho

Imagem ilustrativa | Foto: TRIOAKFOODS/FACEBOOK

A empresa é a maior produtora de carne de porco da Europa e essa novidade gerou várias especulações. Segundo a Agribusiness Intelligence, as mortes só irão parar porque a unidade da empresa não pode exportar para a China, e a Just Food disse que a Danish Crown confirmou que estava matando porcos em excesso.

Independentemente dos motivos, a Vegconomist acredita que a crescente demanda por produtos de origem vegetal e a diminuição da procura por alimentos derivados dos animais influenciou na decisão. Para o site, é muito claro que a Danish Crown está tentando uma abordagem livre de crueldade ao produzir carnes veganas pensando no futuro.

Futuro lucrativo

O UBS Group AG, um banco de investimento multinacional e empresa de serviços financeiros, previu que o mercado de proteína de origem vegetal valerá 85 bilhões de dólares (mais de 318 bilhões de reais) em 2030.

Segundo a Bloomberg, a capacidade de criar alimentos que imitam carnes, ovos e produtos lácteos (liberando menos gás carbônico e sem a necessidade de matar animais) se tornará mais financeiramente viável na próxima década.

Nota da redação: A atitude da empresa é positiva, mas as mortes pararam em apenas uma instalação. Milhares de animais continuam sofrendo e morrendo e o ideal seria suspender todas as produções dos produtos de origem animal. O veganismo é um estilo de vida e adotá-lo implica comprometimento, respeitando os animais em todos os sentidos e condenando qualquer tipo de exploração. As empresas deveriam se aliar à ética e ao reconhecimento dos direitos animais, ao invés de pensar em atender a demanda vegana apenas por lucro.

Vereador de Recife quer banir os fogos de artifícios ruidosos na cidade

Por Rafaela Damasceno

A Câmara de Vereadores do Recife retomará a discussão sobre o projeto de lei que sugere a proibição do manuseio, utilização, queima e soltura de fogos de artifício barulhentos em quaisquer lugares da cidade.

O vereador Ricardo Cruz

Foto: Divulgação

O autor da proposta é o vereador Ricardo Cruz (PPS), que argumenta sobre a possibilidade de danos graves causados pelos ruídos a idosos, crianças, portadores de doenças (como o autismo) e, principalmente, aos animais.

“Os estampidos comumente causam transtornos que levam a acidentes, como enforcamentos em coleiras, quedas de janelas, fugas desesperadas, taquicardia, salivação, tremores, dentre outros fatores prejudiciais à saúde e à qualidade de vida dos animais”, justificou o vereador.

O projeto prevê uma multa de 2 mil reais para as pessoas e 20 mil reais para as empresas que soltarem fogos de artifício, mesmo os de baixa intensidade. Os locais que descumprirem a lei também estarão sujeitos à interdição.

Os ouvidos dos cachorros são mais sensíveis que os dos seres humanos, podendo perceber sons com frequências entre 10 Hz e 40.000 Hz. Eles também conseguem detectar sons quatro vezes mais distantes que os ouvidos humanos podem captar. Os sons intensos e altos dos fogos de artifício podem causar dor, medo e pânico aos cachorros.


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.