ONG que cuida de 150 cães pede ajuda para não fechar as portas em Rondônia

Uma ONG que mantém 150 cachorros em Porto Velho, no estado de Rondônia, está enfrentando dificuldades e busca ajuda financeira para não encerrar as atividades. A entidade funciona na rua Tancredo Neves, 3996, no bairro Caladinho e precisa de doações para quitar dívidas e comprar ração.

Foto: Iule Vargas/Rede Amazônica

Devido ao custo alto gerado pela manutenção do abrigo, a entidade, que foi fundada em 2015, acumula dívidas de aluguel e em clínicas veterinárias. As informações são do G1.

“As pessoas que têm cachorros sabem o custo que é para manter um animal, imagina 150”, comenta Sidnei Barbosa, um dos voluntários.

Atualmente, a ONG precisa de doação de ração, medicamentos, e dinheiro para pagar atendimentos veterinários, aluguel, água e energia do abrigo.

Interessados em ajudar podem fazer doações através do site Voluntário Animal.


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Falta de recursos pode levar animais de abrigo para a rua em Maceió (AL)

O Centro de Recuperação Animal Esperança (Crae), de Maceió (AL), pode encerrar as atividades devido à falta de apoio financeiro. O local abriga 270 animais, sendo 216 cães e 50 gatos, e funciona há cinco anos no bairro do Village Campestre II.

FOTO: ARQUIVO PESSOAL

Representante do abrigo, Mary Nogueira afirma que o local necessita do apoio da população e de entidades públicas para se manter aberto. As informações são do portal Gazeta Web.

“Os animais precisam todos os dias se alimentar, precisam de remédio, de cuidados, não adianta acumular animais sem ter condições de mantê-los. Nós não temos condições nem de comprar remédio e nem dar comida de qualidade”, lamentou Mary.

No abrigo, são gastos cerca de R$ 11 mil mensais. Porém, Mary tem conseguido arrecadar por mês no máximo R$ 2 mil e, segundo ela, “às vezes nem isso”.

FOTO: ARQUIVO PESSOAL

Sem ajuda para manter o abrigo, a fundadora do local lembra que os cães e gatos podem acabar voltando para as ruas. Ela critica o descaso da população e dos órgãos públicos diante do caso.

“Uma grande parte das pessoas não castra seus animais e acha que jogá-los nas portas do abrigo é uma solução. Conseguimos recursos para pelo menos transformar o Crae em instituto, mas não temos recursos para manter os cuidados dos animais. Já fomos no Ministério Publico, na prefeitura, já fui em todos os lugares”, disse.

Interessados em fazer doações ao abrigo, diretamente na unidade da entidade ou através de transferência bancária, pode entrar em contato com Mary através do número (82) 9929-0761.


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Protetora pede ajuda para arcar com gastos de animais resgatados

A protetora Mara Santos, de Canoas, no Rio Grande do Sul, está pedindo ajuda para conseguir arcar com os gastos dos animais resgatados por ela. Após pessoas que se dispuseram a contribuir mensalmente pararem de ajudar, ela ficou sem recursos para pagar as dívidas de mensalidades de animais hospedados, internações em clínicas e até ração.

Cadela com filhotes

Um dos cães está internado há três meses, com câncer. Outros dois casos são do Joaquim, um chow chow, e da Ana, cadela com problemas na coluna devido à atropelamento. Os dois são idosos e não podem voltar pra rua, por isso precisam de ajuda financeira.

Mara conta que tem muitos animais, mas que esses “são os que mais vão sofrer se tiverem que deixar o lugar onde estão sendo tratados”.

Interessados em ajudar devem entrar em contato com Mara pelo WhatsApp para solicitar os dados bancários da protetora. O contato deve ser feito pelo número 51 99470-4870.

Cão ferido resgatado pela protetora

Chow chow antes de ser resgatada