Santuário da atleta vegana Fiona Oakes fechará por falta de doações

Por Rafaela Damasceno

Fiona Oakes, apesar de ser uma das atletas veganas mais bem sucedidas do mundo, é pouco conhecida dentro da comunidade vegana e menos ainda na comunidade geral. Além de ser recordista mundial em corridas de longa distância, ela ainda completou diversas maratonas consideradas os mais difíceis desafios de corrida de resistência.

Um cabritinho de pé

Foto: Tower Hill Stables Animal Sanctuary

Fiona também é bombeira voluntária e opera o Tower Hill Animal Sanctuary, que abriga quase 500 animais. Infelizmente, o lugar não recebe tanta ajuda quanto precisa, e isso faz com que esteja prestes a fechar.

“Estamos muito gratos a todos os nossos apoiadores que ajudaram com as contas de alimentação ao longo dos anos, mas infelizmente o nível de apoio não é o suficiente para que possamos continuar”, comunicou o santuário em uma publicação do Facebook.

No ano passado, Fiona foi o destaque do documentário Running for Good e esperava que o filme trouxesse mais visibilidade para o santuário, ampliando as doações e alcançando um público maior. Infelizmente, apesar de o número de apoiadores ter aumentado, ele continuou abaixo do necessário. O crescimento não foi o suficiente para fazer o santuário funcionar.

A equipe do Tower Hill tinha esperança que a participação de Fiona no próximo documentário de James Cameron, The Game Changers, trouxesse mais visibilidade para o lugar. Infelizmente, essa parte foi cortada da edição final.

Sem arrecadar uma quantia significativa de dinheiro, o local será obrigado a fechar. Se quiser ajudar, você pode encontrar mais informações sobre a doação aqui.


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Mais de 500 animais são beneficiados por projeto que distribui ração e vacinas

O projeto Cão sem Fome, criado pela empreendedora Glaucia Lombardi, de 49 anos, garante ração e vacinas, entre outras doações, para mais de 500 animais.

Mais de 500 cachorros recebem ajuda mensalmente (Foto: Reprodução / Pequenas Empresas Grandes Negócios)

A iniciativa foi criada após a empreendedora tomar conhecimento sobre o trabalho dos protetores de animais, que resgatam cachorros e gatos abandonados. O objetivo dela, ao criar a Cão sem Fome, foi de ajudar os animais mantidos por esses protetores.

“São pessoas de diferentes áreas que cuidam dos animais com recursos próprios”, afirma, em entrevista ao portal Pequenas Empresas Grandes Negócios.

Autora de livros infantis desde 1996, Glaucia manteve o projeto com recursos próprios por sete anos. No entanto, quando a demanda passou a aumentar, ela viu a necessidade de captar recursos. “A Cão sem Fome se tornou mais do que um trabalho social. Hoje, é uma empresa”, diz. O projeto recebe e repassa, mensalmente, entre duas e quatro toneladas de ração.

Com o alto número de animais abandonados – mais de 2 milhões na Região Metropolitana de São Paulo -, a empresa também realiza feiras de adoção para encontrar novos lares para aqueles que já foram retirados das ruas, colaborando com a redução do abandono.

Glaucia criou o projeto Cão sem Fome para ajudar protetores de animais (Foto: Reprodução / Pequenas Empresas Grandes Negócios)

A empresa também fiscaliza se as doações estão sendo usadas de maneira correta. “Fazemos a ponte entre quem precisa de ajuda e quem quer ajudar, mas não sabe como”, diz. “Nós identificamos a necessidade de ajuda e vamos atrás dos recursos, de acordo com o que o protetor precisa”, completa.

Atualmente, a Cão sem Fome conta com 12 voluntários fixos, entre advogados, médicos veterinários, captadores de recursos e outros. Voluntários pontuais também integram o grupo durante as feiras de adoção.

O projeto atende três protetores mensalmente e outros 20 quando é preciso. “Faltam recursos e sobram necessidades”, afirma.

A falta de políticas públicas e a dificuldade na captação de recursos são, segundo Glaucia, os principais desafios para quem atua na área do empreendedorismo social. “As vezes parece que estamos enxugando gelo”, diz.

Toneladas de ração são distribuídas por mês pelo projeto (Foto: Reprodução / Pequenas Empresas Grandes Negócios)

“Empreendedorismo social é engajamento”, conta. “Se a pessoa doa dinheiro para comprar remédio, avisamos desde quando ele é comprado até o momento em que o animal melhora ou morre. É uma forma de materializar as doações”, completa.

Ração e medicamentos são comprados pela empresa em atacado e os atendimentos veterinários são feitos no local onde vivem os animais, em sistema de mutirão.

Para se manter, o projeto busca também parcerias com empresas de dentro e fora da área. “Muita gente gosta de animais e a questão do abandono envolve toda a sociedade”, conclui.


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Santuário reúne crianças e animais vítimas de abusos para ajudar ambos a se curarem

Foto: safeinaustin.org

Foto: safeinaustin.org

O santuário Safe in Austin (Seguros em Austin, na tradução livre) foi criado por Jamie Griner depois que o texano notou o conforto que seu filho autista de 13 anos, tinha ao redor de animais domésticos, abraçando e trocando carinho com eles.

Griner decidiu adotar outros animais que tiveram um mau começo na vida, vítimas de abuso e maus-tratos e teve a ideia de permitir que crianças que sofreram da mesma forma, viessem encontrá-los na esperança de que eles se ligassem, se ajudassem e se encontrassem.

Foto: safeinaustin.org

Foto: safeinaustin.org

Seu palpite deu certo e foi um sucesso inquestionável, com o abrigo popular entre as crianças do estado todo abrigando agora 100 animais, incluindo filhotes, gatinhos, porcos, galinhas, bois e cabras.

O chefe do abrigo disse à KVUE: “Durante a semana, convidamos as crianças que também foram vítimas de algum tipo de abuso e negligência ou têm necessidades especiais para o santuário, para tocar e amar e se curar ao lado dos animais resgatados das mesmas condições de sofrimento”.

Ela acrescentou: “Não importa quando ou como, quando eles (as crianças) vêm aqui, sempre podem encontrar um animal que viveu algo semelhante ao que eles passaram, então a união acontece”.

Taylor Salazar tem três irmãos adotivos que foram abusados antes de term sido adotados, e já viu em primeira mão o conforto que os animais podem trazer aos seres humanos e vice versa.

Foto: safeinaustin.org

Foto: safeinaustin.org

Salazar, que agora é mãe, explicou: “Eu fui criada com três irmãos que foram adotados de um orfanato, então eles também lidaram com abuso, negligência e abandono, vê-los interagir com os animais é realmente muito especial e emocionante”.

Safe em Austin não é um zoológico, é um santuário, um refúgio para animais resgatados de situação de sofrimento e depende de voluntários, bem como doações para mantê-lo funcionando.

Foto: safeinaustin.org

Foto: safeinaustin.org

“Todas as crianças são bem-vindas. Os amigos dos colégios Brooklyn Mackenzie e Reagan Mount, mesmo as que tiveram ambas as infâncias felizes, adoraram conhecer nossos moradores peludos”, disse Griner.

Reagan concluiu: “Isso me faz sentir bem porque é como uma forma de se curar do abuso e dos maus-tratos e fazê-los se sentirem felizes”.

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ONG busca ajuda após chuva destruir abrigos e matar animais em Vitória (ES)

A ONG Amizade É Um Luxo, que auxilia entidades que abrigam cães e gatos abandonados, está buscando ajuda após uma forte chuva, que atingiu Vitória (ES), no último sábado (18), ter matado animais e destruído abrigos.

Michelle Jorio, presidente da ONG que doa ração, produtos diversos para animais e custeia castração, exames e tratamento veterinários, explica que a chuva é um problema antigo no município e que, agora, o trabalho é para recuperar os abrigos destruídos e os materiais perdidos na enxurrada.

Reprodução/ Abrigo LASFA

“Sempre que chove tem problema. Dessa vez choveu muito em pouco tempo, e por isso o estrago foi muito grande”, conta. As informações são do portal O Documento.

Apesar dos alagamentos, a maioria dos animais que estavam nos abrigos que foram atingidos pela chuva foram salvos com vida. Alguns, no entanto, não sobreviveram, e outros ficaram doentes.

“Foram poucos animais que morreram, tivemos algumas fugas e alguns adoeceram por causa da umidade, mas a perda maior foi material. Ração, por exemplo, é algo que estamos precisando muito”, afirma.

O LASFA, localizado na cidade de Serra, e o SOS Peludinhos, em Vila Velha, foram os mais atingidos. Alguns locais já conseguiram recuperar parte da estrutura e deixar o abrigo habitável para os animais. Outros permanecem realizando um trabalho pesado de recuperação e limpeza.

“Os lares temporários também ajudaram a conciliar essa falta de espaço causada pelo estrago da chuva”, completa Marcelle.

Os abrigos precisam, com urgência, de ração, material de limpeza (pano de chão, rodo, vassoura, balde), produtos de limpeza (desinfetante, vinagre de álcool), toalhas e lar temporário para os animais.

Reprodução/ Abrigo LASFA

Os pontos de coleta das doações são:

OAB Vila Velha
Na sede: Praça Almirante Tamandaré, Prainha, Vila Velha
Na sala de apoio do Fórum de Vila Velha

Cantina Fiorentina do Mário
Rua Eugênio Neto, 366, Praia do Canto

Animallis Petshop
Rua Madeira de Freitas, 100, loja 2, Praia do Canto

Mont Pet Ami
Shopping Vitória, subsolo

C.E.S.A. – Centro de Especialidades em Saúde Animal
Rua Almirante Tamandaré, 123, Praia do Suá

PROVEL
Avenida Luciano das Neves, 1055

ANIMED – Centro Médico Veterinário e Petshop
Rua Vinicius Torres, 242, Praia da Costa

Mon Ami Pet
Rua Sergipe, 155, Loja B, Praia da Costa

Jornal Tempo Novo
Rua Euclides da Cunha, 394, Salas 103/104, P.R. Laranjeiras, Serra

Fonte: Canal do Pet

Gatinho baleado com espingarda precisa de ajuda para cirurgia

Reprodução

O gatinho Negão tem aproximadamente quatro anos de vida e foi vítima de maus-tratos em Praia do Meio, em Natal, no Rio Grande do Norte. Ele foi encontrado ferido após ter sido atingido por um tiro de espingarda. O projétil se alojou na coluna do animal e o deixou paraplégico.

Negão é tutelado por uma família humilde e sua tutora, Acidália Bastos, faz todo possível para cuidar do gatinho. Ela o levou para receber atendimento veterinário emergencial e gastou cerca de R$ 400 em exames com exames e cuidados iniciais, mas, infelizmente, não possui recursos para custear a cirurgia para a remoção do projétil, que ficou orçada em R$ 1.200.

A tutora de Negão tem gastos diários com fraldas e óleos cicatrizantes, mas faz um apelo por ajuda para que o gatinho seja operado. Em uma entrevista ao jornal OP9 (veja abaixo), Acidália se emociona ao falar sobre Negão.

Para quem puder ajudar, Acidália disponibilizou uma conta para depósitos:

Banco do Brasil
Agência – 2623-9
Conta Corrente – 28977-9
Titular: MARCOS R. FRANCISCO

ONG de proteção animal é acusada de matar 230 cães resgatados de fazendas de carne

Foto: CARE

A principal instituição beneficente dos direitos animais é acusada de matar secretamente cães para abrir espaço para outros cães e garantir um fluxo constante de doações.

As acusações vêm de membros da própria equipe da Coexistência de Direitos Animais na Terra (CARE), que disse que a líder da instituição de caridade, Park So-yeon, foi quem ordenou a morte dos 230 cães por causa da escassez de espaço no abrigo.

O número equivalia a cerca de um quarto dos animais que o grupo resgatou no período, segundo o jornal Hankyoreh.

“Apenas 10% dos cães estavam sofrendo de doenças incuráveis ​​e a maioria foi morta por causa de seu grande tamanho”, disse um funcionário da CARE.

Os animais mortos foram listados como adotados. A organização afirma há muito tempo nos apelos que não mata cães, mesmo que eles não encontrem novos donos.

Durante anos, a Coexistência de Direitos dos Animais na Terra (CARE) liderou campanhas para resgatar caninos de fazendas de cães em todo o país, acumulando cerca de 23.000 membros e cerca de dois bilhões de won (£ 1.4 milhões) em doações anuais.

Em um comunicado, Park disse que um “pequeno número” de sacrifícios foi “inevitável” desde 2015 devido a um “aumento nos pedidos de missões de resgate“.

Ela disse que geralmente apenas cães particularmente agressivos, ou aqueles com doenças incuráveis, seriam sacrificados, e isso só aconteceria em último caso.

Os membros da equipe da CARE organizaram um protesto nos escritórios da organização no fim de semana passado, exigindo a renúncia de Park.

A indústria da carne

Embora ainda existam cerca de 3.000 fazendas de cães em toda a Coreia do Sul, a ingestão da carne está diminuindo rapidamente.

Durante décadas, a Coreia do Sul enfrentou críticas sobre o tratamento dado aos animais e sobre o costume atual do país de consumir carne de cachorro.

Grupos internacionais de defesa dos direitos dos animais trabalharam para resgatar cães de fazendas na Coréia do Sul e realocá-los no exterior, inclusive nos EUA, no Reino Unido e no Canadá. Segundo a Humane Society International (HSI), cerca de 1.600 cães foram resgatados de 13 fazendas na Coréia do Sul desde 2015, ano em que a organização começou a campanha.

Aconteceu no Brasil

Em uma decisão histórica, em 2017, a justiça brasileira condenou uma mulher a mais de 17 anos de reclusão por crimes de maus-tratos a animais.

Dalva Lina da Silva, de 48 anos, mora na Vila Mariana, em São Paulo, e era conhecida como uma protetora de animais.

A mulher resgatava os animais e, aparentemente, encontrava adotantes de uma forma tão rápida que a ONG Adote um Gatinho desconfiou de que alguma coisa estava errada e contratou um detetive particular.

A investigação descobriu o que Dalva matava os animais e os colocava em sacos de lixo do lado de fora de sua casa.

De acordo com perícia realizada nos corpos dos cães e gatos, que tinham várias perfurações na região do peito, a mulher injetava uma droga no coração dos animais.

Com mais de 50 animais para cuidar, mãe e filha precisam de doações

Com 35 cachorros e 18 gatos para alimentar, Luciana dos Santos Husemann, 47 anos, aceita todos os tipos de ajuda. Os animais são herança da mãe, Josefina Teresinha, que faleceu em 2016 e tinha o hábito de cuidar dos mascotes desde 1969. “Me criei ao lado deles. Ela sempre resgatou os necessitados para cuidar, não podia me desfazer deles”, afirmou Luciana.

Foto: Correio do Povo

Ao lado da filha, Franciele, 16, ela faz o que pode para que não falte comida para alimentá-los, nem remédio para os que precisam. Apesar de sentir muita falta da mãe, Luciana junta todas as forças para cuidar dos animais e enfatizou “eles e a Fran são a minha família agora”.

Como está desempregada, sustenta a residência com a renda variável do trabalho informal. “Estou fazendo bicos, mas não tenho condições de arcar com tantos gastos. Alguns animais mais velhos precisam de cuidados especiais”, reiterou.

Entre os que mais inspiram cuidados está Zelão, de 18 anos e Chana, de 20. “Ele está cego e precisa muito de nós, ela fica sempre nos fundos, porque não corre com os outros”, detalhou. Luciana também precisa de apoio para pagar uma dívida feita com a operação de uma das “filhas”, Pandora. Por conta disso, colocou seis pequenos para doação.

Quem puder ajudar com doação de ração, medicamento, consulta em veterinários, castração ou qualquer quantia, pode entrar em contato pelos números (51) 99378-4619 ou (51) 3361-3624.

Fonte: R7

Professor promove aula beneficente de yoga para ajudar cães e gatos abandonados

Um professor de yoga tem aliado, uma vez ao mês, a prática milenar de equilíbrio de corpo e mente para dar amor e solidariedade aos animais de um abrigo em Cacoal (RO), a 480 quilômetros de Porto Velho. Todo o dinheiro arrecado durante na aula beneficente é revertido para um abrigo que cuida de 50 cães e gatos resgatados das ruas da cidade.

O projeto, realizado pelo professor James Alencar, tem atraído pessoas de todas as idades, algumas, motivadas pelos benefícios que a prática proporciona, física, espiritual e mentalmente.

E foi por causa desses resultados que a psicóloga Deisi Ferraciolli começou a fazer as atividades de yoga, há cerca de quatro meses. Ela buscava a preparação para seu parto natural.

“A yoga é muito importante para a gestação. Além da questão da respiração, e autoconhecimento, ela ajuda muito na flexibilidade, e fortalecimento do assoalho pélvico para a gestante. Trabalha muito concentração, respiração, você tem domínio do seu corpo. Quando você conhece seus estímulos, controla em várias outras situações quando for preciso”, diz.

As aulas de yoga acontecem uma vez ao mês no parque Sabiá e não existe um valor específico a ser doado. As doações ficam a critério de cada um que decide apoiar a causa para o abrigo “Vira Lata, Vira Amor”.

E foi justamente o amor pelas quatro patas que a estudante Poliana Barros se interessou pelo projeto do professor. “É minha primeira aula, vamos ver como vai funcionar”, conta.

#Gratidão

A voluntária do abrigo de animais abandonados, Marinez dos Santos, destaca a importância da ação realizada pelo professor, que por meio da sua profissão, tem levado outras pessoas a contribuir com as atividades do local

“É fundamental esse projeto do professor. Ele falou que todo mês vai ficar fazendo esse projeto. Nós não temos condições nem o apoio. Sempre estamos devendo o veterinário, em questão de tratamento e medicamentos”, destaca ela.

Fonte: G1