Cão que chorava diariamente após morte de tutor encontra novo lar

Scooter é um cachorro idoso da raça chihuahua que passou a chorar diariamente após a morte de seu tutor. Levado para o abrigo da Humane Society, em Quincy, no estado norte-americano do Michigan, ele chorava todas as noites antes de dormir. A história triste de Scooter, no entanto, estava destinada a mudar.

Foto: Scooter’s Rescue/Facebook

Os funcionários do abrigo decidiram publicar uma foto do cachorro em rede social e falar sobre o luto que ele vivenciava. A publicação comoveu internautas no mundo todo e fez com que muitas pessoas se interessassem em adotar o cachorro.

Ao analisar o perfil dos possíveis adotantes, a Humane Society decidiu doar o cão para Jessica Howard. Ela já resgatou vários cachorros e tem tudo o que Scooter precisa para se reconstruir psicologicamente. As informações são do portal I Love My Dog.

Foto: Humane Society of Branch County/Facebook

Comovida com o sofrimento do cachorro, Jessica prometeu dar a ele um final de vida confortável e cheio de amor e cuidados. Ele ainda tem lidado o luto, que o entristece, mas o amor de sua nova tutora e dos outros cachorros da família está ajudando-o a se recuperar.

A primeira conquista de Scooper foi conseguir cochilar de maneira tranquila, envolto na paz de saber que está cercado de afeto em seu novo lar.


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Toda vez que sente medo garotinha convida pit bull para dormir na cama dela

Foto: Kyle Leary

Foto: Kyle Leary

Mesmo quando Adalynn Leary era apenas um bebê, ela sempre encontrou conforto e alegria ao passar o tempo com seu melhor amigo – um pit bull de 45 kg chamado Fury.

Mas recentemente, a criança precisado da confiança que possui na doçura inabalável do cão mais do que nunca. E ela está oferecendo a ele o mesmo em troca.

No final de novembro passado, um forte terremoto ocorreu perto da casa da família de Adalynn e Fury, no Alasca. Como se isso não fosse suficientemente assustador, os tremores que se seguiram ao episódio deixaram todos todos no limite das emoções.

Tem sido especialmente difícil para Adalynn.

Foto: Kyle Leary

Foto: Kyle Leary

“Nós tivemos mais de 5 mil tremores secundários”, escreveu Kyle Leary, seu pai, nas mídias sociais. “Desde então, Ady tem tido muita ansiedade e problemas para dormir”.

E é difícil culpá-la; a experiência foi certamente assustadora, e não só para ela.

Felizmente, a pequena Adalynn encontrou uma maneira adorável de lidar com seu medo, especialmente à noite, quando pensamentos preocupantes podem facilmente surgir na mente das pessoas. Ela simplesmente olha para seu amigo Fury.

“A única maneira dela vai dormir tranquila é se Fury está lá com ela para protegê-la e aliviar sua ansiedade”, escreveu Leary.

Adalynn estava se aconchegando com Fury no chão. Mas uma noite, ela o convidou para a cama – e, embora provavelmente ainda tremesse de medo, a criança ainda achou forças para se certificar de que seu amigo querido e protetor se sentisse seguro e aconchegado também, cobrindo-o com o cobertor com todo carinho e cuidado.

A cena capturada em vídeo é emocionante:

O vídeo acima tem um ponto forte desde que foi postado online – não apenas por mostrar a ternura e carinho entre Adalynn e seu cachorro, mas também por dissipar discretamente estereótipos negativos sobre pit bulls como Fury. Para Leary, ver sua filha e cão juntos indica uma linda verdade e que ele escreveu sobre:

“Se você os cria com amor, eles só mostram amor”.

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Cães ficam “preocupados” com seus problemas antes de dormir, diz estudo

Cachorros ficam “preocupados” com seus próprios problemas antes de dormir. É o que descobriu um estudo húngaro que analisou 16 cachorros de diferentes raças.

O estudo descobriu também que as dificuldades emocionais dos animais resultam em um sono de pior qualidade. As informações são da revista Galileu.

Foto: Pixabay

Os cachorros foram submetidos, com a ajuda dos tutores, a acontecimentos bons e ruins – como, no caso das coisas boas, receber carícias e brincar ou, como exemplo de experiência ruim, ficar preso em um cômodo por um tempo sendo ignorado pelo tutor e ter um pesquisador olhando diretamente em seus olhos.

Equipados com sensores, os cães foram autorizados a ir para um local para dormir após viver as experiências positivas e negativas. Os que ficaram estressados dormiram duas vezes mais rápido que os que estavam relaxado – comportamento já registrado antes.

Os que viveram experiências ruins registraram 20 minutos a menos, em média, de sono profundo, o que indica que a qualidade do sono deles foi inferior.

“Esse resultado fornece a primeira evidência direta de que os estímulos emocionais afetam a fisiologia do sono subsequente em cães”, afirmaram os pesquisadores.

“A descoberta de que tratamentos emocionais breves influenciam a macroestrutura do sono também sugere que a pesquisa do sono poderia ser implementada de maneira útil no campo do bem-estar canino”, completaram.


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Cachorro não consegue dormir sem seus brinquedos de estimação

Foto: Kelly Madsen

Foto: Kelly Madsen

Quando Bentley chegou pela primeira vez em sua nova casa, ele tinha dois bens valiosos: um cachorro de pelúcia e um cobertor cor de bronze.

Esses dois itens tinham o cheiro da mãe dele e de seus irmãos – mas mesmo depois do cheiro passar, continuavam preciosos para o filhote. Quando chegava a hora de relaxar e ir para a cama, Bentley pegava um desses dois itens e saía feliz pata descansar e dormir.

Agora, com quase 2 anos de idade, a obsessão de Bentley por seu cobertor evoluiu para um ritual noturno adorável. Antes de subir as escadas para o quarto de seus pais para que as luzes sejam apagadas, o cachorro vai pegar algo extra para aconchegar junto de si.

Acho adorável além de peculiar que ele traga suas coisas com ele, então não nos importamos”, disse Kelly Madsen, a mãe de Bentley, ao The Dodo. “Na verdade, nós esperamos por isso.”

Embora não seja necessariamente “confortável” para os pais terem os itens extras de Bentley na cama, pelo menos o bom menino limpa sua bagunça. “Ele também costuma levar o item de volta escada abaixo pela manhã”, observou Madsen.

O cobertor e o cachorro de pelúcia de Bentley agora estão rasgados com a idade, então o filhote começou a procurar por novos companheiros de cama. Ele agora traz qualquer item que ele esteja gostando mais no momento.

Cada fase dura cerca de uma semana e, em seguida, o filhote sairá em busca de um novo parceiro de cama.
“Ele levará o cobertor dele, o lhama empalhado, um alce recheado de espuma gigante”, disse Madsen. “Ele trouxe bolas de tênis, ossos, potes de manteiga de amendoim, um dos nossos travesseiros de sofá, suas próprias bandanas … a lista é interminável.”

Foto: Kelly Madsen

Foto: Kelly Madsen

Mas esta não é a única peculiaridade de Bentley. O filhote também leva seus brinquedos quando sai para usar o banheiro. Madsen e seu marido chamam esses itens escolhidos de “companheiros do xixi” de Bentley ou “companheiros de cama”.

Por que a Bentley precisa da companhia extra quando está fazendo suas necessidades continua sendo um mistério.

“Nossa única tentativa de adivinhar o motivo seja talvez a ansiedade da separação, porque ele adora estar perto de mim ou do meu marido, por isso os brinquedos podem dar-lhe conforto quando não estamos por perto”, disse Madsen.

Bentley ainda bebê | Foto: Kelly Madsen

Bentley ainda bebê | Foto: Kelly Madsen

Os pais de Bentley não mudariam as peculiaridades hilárias do cachorro por nada no mundo – mesmo que isso signifique ocasionalmente compartilhar sua cama com um brinquedo gigante na forma de um alce.

“Ele é o cão mais amoroso e pateta do mundo”, disse orgulhosa Madsen. “Quase todas as noites meu marido e eu falamos sobre a sorte que temos em ter Bentley conosco. Ele trouxe muito amor e alegria ao nosso relacionamento”.

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Abelhas dormem abraçadas em uma flor e o registro encanta o mundo

A lente da câmera do fotógrafo de vida selvagem Joe Nelly foi responsável por registrar uma cena que atinge os mais altos níveis de fofura. A fotografia, que é capaz de fazer suspirar até o mais insensível dos seres humanos, retrata duas simpáticas abelhas dormindo abraçadinhas no centro de uma flor.

Foto: Joe Nelly

A história por trás do registro teve início quando Joe e sua noiva Niccole foram procurar flores de papoula em um campo florido. No caminho de volta para casa eles passaram por um aglomerado de flores rosas, perto da rodovia. E, no meio de todas as flores rosas, havia uma florzinha laranja, que chamou atenção de Niccole. Ela ouviu o barulho de abelhas voando por perto, e então notou que algumas flores tinham abelhas imóveis em seus centros.

“Eu cheguei perto e observei por um tempo, e mais abelhas apareceram. Logo, todas as flores vazias estavam ocupadas, e uma abelha acabou sobrando. Ela se enfiou em uma flor aberta e ficou com outra abelha. Enquanto eu olhava, ela cambaleava quase como se estivesse bêbada, e se aconchegou”, conta Joe.

Foto: Joe Nelly

De acordo com o serviço florestal do Departamento de Agricultura dos EUA, as abelhas da espécie Diadasia diminuta fazem ninhos em solo parcialmente compactado nas margens de estradas de terra na região noroeste dos Estados Unidos. Como as abelhas não têm pálpebras, é difícil saber com certeza se elas estão dormindo, mas pesquisadores observaram que é possível saber que elas estão tirando uma soneca quando elas param de mover suas antenas. Em algumas situações elas também se deitam de lado. Bom, ao menos nesse aspecto, o sono das abelhas se parece com o nosso.

Para fazer a fotografia que vem derretendo corações ao redor do mundo, Joe Nelly usou uma Nikon d750 e uma lente macro 150mm com um flash macro Nikon R1C1.

Fontes: Bored Panda, BBC, Hypescience

Gato entra em casa e se aninha no colo de homem recém-operado

Um gato decidiu fazer companhia para um homem recém-operado. Em um ato de amor despretensioso, ele entrou na casa do homem e se aninhou em cima dele.

Foto: Andrew Falloon

O caso foi divulgado pelo filho do homem. Andrew Falloon, que vive na Nova Zelândia, contou que o pai havia passado por uma cirurgia recente e estava descansando, deitado, quando o gato se aproximou.

O homem dormia no sofá no momento em que a esposa dele saiu e deixou a porta da casa levemente aberta. Foi por essa brecha que o gato passou. As informações são do blog Coisas de Pet.

“Meus pais não têm um gato”, disse Falloon, ao pontuar que o animal que foi encontrado dormindo com o pai dele não pertence à família.

Nas redes sociais, a história encantou internautas e alcançou grande repercussão. Já são mais de 70 mil compartilhamentos e 480 mil curtidas no Twitter.

Usuários da rede social afirmaram que o gato tem um “sexto sentido” para escolher deitar justamente em cima do homem recém-operado, que precisava de companhia por estar vivendo um momento delicado para sua saúde, e disseram também que o gato escolheu a sua família.

Cão resgatado aprende a dormir em pé após anos de abuso

O cão de dois anos comoveu sua tutora enquanto tentava dormir em pé ao lado de uma cama de cachorro vazia, em Roswell na Georgia (EUA), semana passada, pois nunca havia se deitado para dormir antes.

Melissa Lentz, que resgatou o poodle branco, disse que ele só viveu em gaiolas superlotadas, onde o chão era coberto de fezes.

O vídeo perturbador mostra o cão magro, tremendo e se inclinando para a direita enquanto tenta dormir.

O pobre animal é visto ainda sobre as quatro patas enquanto permanece ao lado de uma confortável cama de cachorro no chão de madeira, sem se arriscar a usá-la.

Melissa, que batizou o cãozinho de Jordan Knight em homenagem ao cantor do grupos New Kids on the Block, disse ter pensado que o cachorro estava doente no início.

“Eu não compreendi o que ele estava fazendo no no começo, sua cabeça estava curvada para baixo e ele estava balançando para os lados, o que eu achei muito estranho”, conta ela.

“Demorei um minuto e então percebi: oh meu deus ele está dormindo em pé, bem ao lado da cama de cachorro!”, disse Melissa.

A tutora conta que ficou muito abalada ao vê-lo agindo daquela forma, o comportamento do cão mostrava a negligência e abuso que ele havia sofrido por toda a sua vida. “Eu não esperava isso, meus olhos se encheram de lágrimas”, desabafa ela.

“Ele foi encontrado em condições deploráveis, o canil era um verdadeiro inferno, as gaiolas estavam superlotados de cães cobertos de urina e fezes, pois eles não tinham para onde ir e ninguém para limpá-las”.

Melissa acredita que por causa da imundície, do frio e da superlotação, Jordan nunca se deitou, “ele não sabia como”, diz ela.

Ela começou então a transmitir segurança ao cão, mostrando a Jordan que era seguro ali e encorajá-lo a aconchegar-se na cama que ela havia comprado especialmente para ele.

Apesar da aproximação gentil e cuidadosa de Melissa, o pobre poodle estava aterrorizado demais para ficar perto dela e fugiu.

A tutora conta que naquela noite, ele estava com tanto medo dela que se afastou e se escondeu e como ela não queria mais assustá-lo, deixou que ele fosse pra longe.

“Eu tentei mostrar a ele como se deitar e gentilmente empurrei suas pernas, mas ele estava com muito medo. Por mais que eu quisesse que ele se deitasse, eu não podia força-lo a isso”.

O vídeo também mostra o cachorro andando pela grama pela primeira vez e explorando uma porta da casa.

Jordan se move lentamente ao redor do jardim farejando o chão e balançando a cauda, antes de ser recebido por um dos outros cachorros de Melissa.

Ele então se detém farejando a porta aberta, anda para trás e para frente, antes de decidir que não quer entrar mesmo e vai embora.

O cão também é mostrado explorando um pátio coberto do lado de fora da casa antes de subir o degrau dando lentamente um passo adiante para dentro.

Melissa, que já ajudou com lar temporário mais de 500 cães em oito anos, contou que Jordan adora a companhia de outros cães e está começando, aos poucos, a se acostumar com a presença de humanos.

Ela conta que notou sua cauda abanando com mais frequência desde que foi resgatado na semana passada.

A tutora conta que Jordan adora interagir com outros cães e agora já se deita para dormir, foi assim que aprendeu: copiando os outros.

“Ele nunca tinha andado na grama antes, não sabia o que era um degrau e como escalá-lo antes de vir para cá e agora ele conseguiu resolver isso”, disse orgulhosa a tutora.

“Ele está aprendendo a ser um cachorro normal, é gratificante assistir a isso. Derramo lágrimas de alegria todos os dias, observando suas conquistas”, elogia ela.

Foto: Kennedy News and Media

Foto: Kennedy News and Media

Melissa trabalha como voluntária na ONG Releash Atlanta desde 2011, e conta que apesar de as vezes ser dolorosa a experiência de adotar cães de resgates, é algo que nos modifica.

O primeiro cão adotado por ela, um Cavalier King Charles Spaniel, tinha cinco anos de idade quando os dois se conheceram.

“Ele não havia saído de sua gaiola por meses, mas quando finalmente o fez, conseguiu outras pequenas vitórias também”, foi incrível.

“Os animais que a ONG resgata estão doentes, traumatizados, com medo ou qualquer combinação disso tudo”.

“A melhor parte é vê-los florescer de animais apavorados e doentes em cães felizes e seguros que serão em breve membros de uma família”

Um porta-voz da Releash Atlanta disse que a entidade se sente honrada em ter esses cães sob seus cuidados.

“Eles estão em lares seguros, calorosos, amorosos e experientes que estão trabalhando com eles para ensiná-los que ser membro de uma família é algo bom e que nem todos os seres humanos são maus”, declarou ele.