Ex-funcionário de matadouro que se tornou vegano fala sobre os horrores que viveu no trabalho

Foto: Tras Los Muros

Foto: Tras Los Muros

O australiano Craig Whitney teve uma infância comum em meio aos animais como muitos outros meninos que vivem no campo no país. Seu pai era um agricultor de terceira geração que vivia em Bonalbo, NSW (New South Wales).

“É comum as crianças seguirem seus pais ao redor da fazenda. Aprender como eles fazem as coisas e ficar ao seu lado”, disse ele ao Plant Based News.

Aos quatro anos, Whitney já havia testemunhado cães sendo baleados na frente dele e vacas e bois sendo marcados, castrados e “deschifrados”. “Isso meio que se tornou uma parte normal da minha vida”, ele admitiu. Quando ficou mais velho, seu pai começou a discutir com Whitney a responsabilidade de cuidar da fazenda como um fazendeiro de quarta geração.

Um padrão comum

Esse padrão parece ser comum demais para muitos agricultores australianos hoje em dia.

De acordo com a Australian Farms Association: A maioria das fazendas na Austrália ainda são empresas familiares e há fazendas que foram passadas para a família por gerações”.

Whitney conseguiu escapar dessa pressão quando entrou no mundo de assistência social devido a complicações em sua família.

Matadouro de animais

Ao completar 19 anos, Whitney foi convencido por alguns amigos para se juntar a eles e ir trabalhar em um matadouro no oeste de NSW. Na época, ele precisava de trabalho e a ideia de “trabalhar com amigos” parecia atraente.

“Minha primeira função foi trabalhar como um ‘garoto de chão’ limpando o chão do matadouro”, diz Whitney. Ele admite que trabalhar neste papel era de alto risco em relação à segurança.

Foto: L214 éthique et animaux

Foto: L214 éthique et animaux

“Passei a maior parte do tempo me esquivando de corpos enquanto tentava limpar o chão de todo aquele sangue. Antes de morrer as vacas tinham suas patas traseiras acorrentadas e a garganta cortada. Elas se moviam, agonizando bem próximo de mim”.

Rastro de sangue

Whitney lembra-se de ter sido chamado várias vezes para limpar a sujeira de “vacas tendo de contrações nervosas enquanto estavam presas por correntes”.

Vacas chutando ao agonizar após terem a garganta cortada são comuns e em fevereiro deste ano um homem foi hospitalizado na Alemanha com ferimentos graves na face após uma vaca chutá-lo no rosto devido a um impulso nervoso após ser morta. Em um comunicado, a polícia disse que a vaca foi “morta de acordo com os regulamentos da indústria”.

Alguns dos piores momentos durante os anos de trabalho de Whitney, foram quando “as vacas escaparam da “caixa de contenção”, uma vez que sua garganta já havia sido cortada.

“Eles corriam tomadas de adrenalina e medo deixando um rastro de sangue e tinham que ser baleadas”. Whitney admitiu que, de vez em quando, quando uma vaca não tinha “a garganta cortada corretamente”, ela ficava totalmente consciente durante a “hemorragia” e sangrava até a morte.

Trabalhando rápido

Durante seu tempo no trabalho, Whitney foi frequentemente forçado a trabalhar mais rápido do que o normal para atender a cota diária necessária. “Com a seca acontecendo agora (na Austrália), tenho certeza de que estaria a todo vapor. Há mais demanda do que suprimento, então é só matar o máximo de animais o mais rápido possível (para maximizar) o lucro”.

Foto: Flanderstoday

Foto: Flanderstoday

“Sempre houve acidentes em todos os matadouros em que trabalhei. Houve muitas vezes em que quase perdi meus próprios dedos. Entre os operadores de serra, tem um ditado que diz: “sempre conte os dedos.”

O mais surpreendente é que Whitney testemunhou um colega de trabalho perdendo a mão inteira seguindo as práticas padrão da indústria.

Trabalho perigoso

Parece que estes não são casos isolados de trabalhadores gravemente feridos. Em 2010, um imigrante indiano de 34 anos, Sarel Singh, foi decapitado enquanto trabalhava em um matadouro de frangos em Melbourne.

De acordo com o Daily Mail: “O Sr. Singh foi morto instantaneamente ao ser sugado por uma máquina num movimento rápido depois de ser ordenado a limpar novamente uma área de embalamento”.

Andy Meddick abordou este incidente em um discurso no Parlamento este ano representando o partido Animal Justice (Justiça Animal). “Os trabalhadores foram obrigados a voltar ao trabalho apenas algumas horas depois que o sangue de Sarel Singh foi limpado do maquinário”, disse ele.

Whitney admite: “Senti-me muito mal no início. Mas era um trabalho e eu precisava de dinheiro. Estava pagando meu aluguel na época. Depois de um tempo eu me acostumei e admiti para a mim mesmo o quanto me sentia horrorizado”.

Porta de entrada para a Austrália

De acordo com Whitney, a maioria dos seus grupos de trabalho eram chineses, indianos ou sudaneses e estavam em 457 – Trabalho Temporário (Visto Qualificado).

“Os grupos de trabalho eram migrantes em busca de uma vida melhor na Austrália”, disse ele. “É uma porta de entrada para entrar no pais” (aceitar o trabalho em matadouros e conseguir o visto de trabalho).

De acordo com Whitney, a indústria está sempre à procura de mais trabalhadores. “Sempre há trabalho nos matadouros, a industria sempre esteve e estará em busca de mais trabalhadores. Procure em um matadouro na Austrália e você encontrará trabalho”.

Parando para sempre

Em 2013, Whitney largou a indústria de carne para sempre: “As pessoas não vão a público falar sobre isso. Conseguem outro emprego e deixam a indústria de carne e isso é o fim do assunto. A indústria pode vir atrás de mim por expor tudo como eu fiz. Levou um tempo para que eu conseguisse falar a respeito”.

Em 2018, Whitney tornou-se vegana depois de ter um colapso mental e sofrer de transtorno de estresse pós-traumático (PTSD).

Quando ele conheceu alguns ativistas dos direitos dos animais, sua vida melhorou. Em um post no Instagram recente, ele escreveu: “É com isso que eu sonho agora. Ativistas libertando animais e libertando-os da escravidão. Melhor do que pesadelos de bebês preciosos tendo suas gargantas cortadas pelo vício do consumidor”.

Whitney concluiu: “Se você conhece alguém que trabalha na indústria da carne, incentive-os a falar e buscar ajuda. A melhor maneira de ajudar os trabalhadores de matadouros é parar de apoiar indústrias que exploram animais, cortando carne, ovos e laticínios”.

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Autoridades americanas afirmam que drogas jogadas na privada afetam os jacarés

Por Rafaela Damasceno

A polícia do Tennessee, nos Estados Unidos, publicou em seu Facebook um pedido para que as pessoas deixem de dar descarga em drogas. A metanfetamina, por exemplo, não se dissolve ao ser descartada – ela passa pelo sistema de esgoto e contamina habitats. Os jacarés acabam ingerindo a droga e são afetados.

Um jacará na água, perto de uma vegetação

Foto: Pexels

A publicação na rede social foi feita após uma operação em que a polícia impediu um homem de jogar as drogas em um vaso sanitário.

O coordenador de laboratórios no departamento de biologia da Universidade da Flórida, Kent Vliet, afirma que os jacarés não são afetados da mesma forma que os humanos. Ele diz ainda que não sabe se é preciso pouca ou muita metanfetamina para que o organismo dos jacarés comece a reagir. Kent também acredita que a droga é sim diluída pela água.

Mesmo assim, não é recomendado que as drogas, assim como quaisquer outras substâncias, sejam descartadas pelo vaso sanitário. De uma forma ou de outra, toda a poluição dos esgotos chega aos rios, mares e oceanos.

 

Ex-treinadores revelam que baleias eram drogadas no SeaWorld

Por Rafaela Damasceno

O SeaWorld vem tentando negar há muito tempo as acusações de que as baleias em cativeiro sofrem maus-tratos e se estressam tão profundamente que ficam doentes, morrendo cedo. Esta semana, a empresa de turismo Virgin Holidays anunciou que não venderia mais ingressos de atrações envolvendo baleias e golfinhos, quebrando a parceria com o SeaWorld.

Duas orcas em uma apresentação do SeaWorld

Foto: PETA

Os antigos treinadores do parque, John Hargrove e Jeffrey Ventre, afirmam que a notícia é positiva e que os ativistas têm razão em toda a revolta que dirigem ao local.

Eles declaram que as baleias eram drogadas todos os dias, privadas de alimento e feriam a si mesmas em resposta aos traumas psicológicos que sofriam.

Jeffrey conta que se sentiu honrado quando conseguiu o emprego de treinador, em 1987. O cargo era muito difícil de ser alcançado e ele ficou feliz em poder trabalhar com os animais marinhos, sua paixão. Infelizmente, nos oito anos seguintes, ele percebeu o horror de tudo aquilo.

“É como se você fosse um dublê ou um palhaço, atuando com animais em cativeiro e usando a privação da comida como motivador”, explicou, em entrevista ao The Sun. Segundo ele, as baleias exibiam sinais de extrema angústia e se automutilavam constantemente.

John posa com uma orca em uma das apresentações

John deixou o parque em 2012 | Foto: The Sun

Elas eram medicadas diariamente. O estresse causava úlcera estomacal, e muitas também tiveram infecções crônicas, o que as fez tomar antibióticos. Também eram drogadas com valium, para que ficassem mais calmas e fáceis de controlar.

Endogamia – método de acasalamento entre indivíduos aparentados – também era comum. Taku, uma das orcas do parque, acasalou com a própria mãe.

John virou treinador em 1993 e afirma ainda estar profundamente afetado por tudo o que presenciou, e declarou que o cativeiro reduz a vida das baleias.

“A decisão mais difícil que tomei foi me afastar das baleias que eu amava para poder denunciar tudo o que eu sabia e expor a indústria”, contou.

Jeffrey em uma apresentação com uma orca, lambendo seu rosto

Jeffrey trabalhou no parque por anos antes de sair e denunciá-lo | Foto: Youtube

Jeffrey afirma que os ataques aos treinadores eram comuns porque o estresse tornava as orcas assustadas e agressivas, mas muitos incidentes foram encobertos. Só vieram realmente à tona os que não podiam ser escondidos. Ele ainda acrescentou que os treinadores foram forçados a mentir para o público sobre as baleias, fingindo que os ferimentos que elas sofriam em cativeiro eram normais.

Um exemplo é o colapso da nadadeira dorsal, que se inclina para um dos lados. Não há uma explicação concreta para isso, mas especialistas acreditam que pode ser causado pelo estresse e redução de atividades.

“Também recebemos roteiros para programas educacionais que possuíam diversos erros de informação”, continuou Jeffrey. “Quando falamos com as crianças, nos disseram para explicar a elas que as orcas vivem de 25 a 30 anos. Isso não é verdade”. Na natureza, as orcas vivem em média de 50 a 80 anos. No cativeiro, a expectativa de vida é cerca de 17 anos.

Eles também eram forçados a dizer ao público que o colapso da nadadeira dorsal é uma ocorrência comum na natureza, o que também é uma mentira.

Jeffrey deixou o emprego em 1995 e John, em 2012. Os dois perceberam o impacto negativo que a atração causava nas baleias e nos próprios treinadores. Eles contaram que ainda se sentem culpados por tudo o que viram e tiveram que fazer.

Uma orca posa no tanque de uma apresentação, com a barbatana dobrada

O colapso da barbatana pode ser causado pelo estresse e não é comum na natureza | Foto: Magnolia Pictures

John odeia o fato de que pôde ir embora e continuar sua vida, enquanto as baleias que amava nunca puderam ter a mesma chance. Ele tenta compensar tudo lutando e protestando por condições melhores para os animais, agora.

Jeffrey é médico especialista em medicina física e reabilitação, e atualmente faz campanhas contra manter orcas em cativeiro. Em 2016, o SeaWorld anunciou que pararia seu programa de criação, mas 22 orcas ainda vivem nas atrações espalhadas por Orlando, San Diego e San Antonio.

Jeffrey afirma que é difícil melhorar a vida dos animais enquanto permanecem em cativeiro, em espaços mínimos. A maior parte das doenças, além da agressividade e a alta taxa de mortalidade é causada pelo cativeiro. Ele diz que o certo seria realocá-las em uma área protegida, onde teriam espaço para brincar, interagir com as algas e os peixes, ficar juntas como um grupo e não realizarem mais shows.

A diretora da PETA, Elisa Allen, explica que nos oceanos as orcas nadam mais de 160 quilômetros por dia – sentindo as correntes marítimas, analisando outras vidas marinhas, acompanhando um grupo e criando seus filhotes. Em cativeiro, não fazem muito mais do que nadar em círculos, vezes e vezes sem fim.

“Qualquer um com coração deve ficar longe, bem longe desse tipo de parque”, completou ela.


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Vídeo flagra canguru debilitado exposto em pequena gaiola do lado e fora de zoo

Foto: Amy Mary Mallard/Facebook

Foto: Amy Mary Mallard/Facebook

O que vemos nas imagens fortes apresentadas pelo vídeo abaixo é um animal altamente sociável, naturalmente predisposto a conviver em bandos, endêmico de um país com temperaturas quentes; afastado de seu lar, isolado, sozinho, impossibilitado de correr pelos campos australianos, como é seu costume e exposto a uma temperatura completamente estranha ao seu organismo.

O resultado é um estado lastimável e severo de zoocose, letargia, pés arrastando-se pelo chão duro e algumas tentativas frustradas e frágeis e conseguir escapar, colocando o focinho contra o arame da gaiola

As imagens são do zoológico de Connecticut nos Estados Unidos e foram feitas por uma visitante do local, que comovida com a situação debilitante do animal, iniciou uma petição na intenção de devolver o marsupial ao seu país de origem.

O vídeo, que foi postado no Facebook, mostra o animal enjaulado, abatido, tendo apenas um chão duro como cama, coberto com o que parece ser serragem de madeira.

O canguru, que está totalmente sozinho, é visto andando de um lado para o outro na gaiola e enfiando o nariz pelas frestas do arame, numa tentativa débil e frustrada de sair de sua prisão.

A cena comovente levou a moradora de Connecticut, Danielle Le, a iniciar uma petição no Change.org pedindo a transferência do canguru para a Austrália.

Um protesto foi marcado para pedir libertação do animal | Foto: Amy Mary Mallard/Facebook

Um protesto foi marcado para pedir libertação do animal | Foto: Amy Mary Mallard/Facebook

“O canguru está em um espaço muito pequeno além de estar confinado, ele deveria mesmo é estar com outros cangurus em seu habitat natural”, escreveu a srta. Le.

Danielle não acredita que o animal seja capaz de sobreviver na natureza depois de tudo o que passou, ela espera conseguir levar o canguru para uma reserva de vida selvagem ou a um santuário na Austrália.

A autora da petição afirma esperar que o documento consiga pelo menos levar o canguru para um santuário nos Estados Unidos, caso não seja possível enviá-lo a Austrália, sua terra natal.

“Se alguém tiver alguma informação adicional sobre como isso deve ocorrer (legalmente), por favor comente no campo abaixo”, ela escreveu na petição.

“Entrei em contato com dois lugares na Austrália para receber alguma assistência”, conta Danielle.

Até agora, a petição coletou mais de 700 das 1000 assinaturas desejadas.

Foto: Amy Mary Mallard/Facebook

Foto: Amy Mary Mallard/Facebook

Um protesto também foi criado sob a hashtag #savetherooCT e está programado para acontecer do lado de fora do zoológico, informou o Sydney Morning Herald.

A ativista pelos direitos animais de Massachussets, Sheryl Becker, disse que o canguru está sujeito a “condições climáticas extremas”.

“Em setembro de cada ano, o zoológico coloca esse pobre animal do lado de fora exposto em uma gaiola por 17 dias em uma feira agrícola”, disse Miss Becker.

“Podemos chegar a temperaturas extremamente baixas nessa época do ano Eu ouvi as pessoas comentando que o canguru às vezes parece drogado – e geralmente está dormindo”

Os cangurus tendem a ser mais ativos durante a madrugada e o crepúsculo, horas antes de alimentarem durante a noite e são animais de que vivem naturalmente em bandos, andando em multidões.

A história vem ao conhecimento público apenas algumas semanas após uma mulher australiana ter encontrou um kookaburra (espécie de ave protegida e endêmica da Austrália) engaiolado e à venda por 1.200 dólares em uma pet shop dos EUA.

Wendy Davidson – que mora nos Estados Unidos desde 2015 – disse que ouviu falar sobre o pássaro e decidiu visitar a loja de animais para ver por si mesma.

“Fiquei profundamente triste ao ver uma de nossas espécies nativas protegidas em uma pequena gaiola, sozinha e tão longe de casa”, disse ela ao Daily Mail Austrália.

Foto: Supplied

Foto: Supplied

“Eu não conseguia parar de pensar que ele era um prisioneiro em confinamento solitário.”

Davidson relatou que a pet shop disse a ela que o pássaro estava na loja há mais de quatro anos à venda.

Davidson procurou zoológicos na Austrália e na Virgínia, assim como a Aliança contra o Tráfico de Animais Selvagens, no Consulado Geral da Austrália em Nova York e no Departamento de Agricultura e Cuidados com Animais dos Estados Unidos.

“Aqueles que se dignaram a responder, basicamente me enganaram ou alegaram que não tinham jurisdição sobre o assunto”, lamentou Davidson.

 

Queijo pode ser viciante por causa de substância semelhante à encontrada em drogas

A função opiácea de substâncias encontradas em laticínios já havia sido identificada por pesquisadores da Universidade de Munique em 1992

De acordo com uma pesquisa da Universidade de Michigan publicada na revista científica PLOS ONE, o queijo pode ser viciante por causa da atividade opiácea desencadeada pela casomorfina, que tem ação semelhante a de algumas drogas.

No estudo realizado com mais de 500 pessoas, os pesquisadores constataram que o peptídeo casomorfina, que surge a partir da fragmentação da caseína, a proteína do leite, pode ser o responsável por fazer com que as pessoas gostem tanto de queijo ou até mesmo se tornem dependentes desse consumo.

A pesquisa vai ao encontro de um estudo publicado em 1992 por pesquisadores da Universidade de Munique, na Alemanha, que revelaram que o peptídeo beta-casomorfina-7, encontrado no leite, atua como um opiáceo, o que pode gerar dependência.

Em síntese, quando uma pessoa consome queijo, a caseína se quebra no processo de digestão e dá origem à casomorfina. Então o opioide desencadeado pela caseína se liga aos receptores de dopamina e também favorece a liberação de endorfina, gerando sensação de bem-estar.

Fonte: Vegazeta 

Cadela é encontrada imóvel após ter sido drogada por grupo de jovens

Policiais de controle de animais encontraram uma cadela deitada em uma calçada na Filadélfia, no estado da Pensilvânia (EUA). Eles imediatamente perceberam que algo estava muito errado.

(Foto: Reprodução / Histórias com Valor)

Os policiais descobriram pelos locais que ela foi injetada com todos os tipos de drogas por jovens da região. Como o cachorro poderia ter sido fortemente drogado, eles não poderiam desperdiçar outro minuto e marcaram como um caso extremamente urgente.

Eles correram para a Faithful Friends Animal Society, onde foi confirmado que ela tinha sido fortemente sedada. E ela não estava respondendo a qualquer estímulo externo. Os membros da equipe imediatamente passaram a aplicar fluidos na cadela e ela logo foi transferida para atendimento de emergência. Ela então passou por um teste de drogas, cujos resultados mostraram positivo para cocaína e THC.

(Foto: Reprodução / Histórias com Valor)

A cadela foi mantida sob cuidados críticos a noite inteira e a equipe estava preocupada que ela não conseguisse resistir. Mas ela era uma lutadora! Ela lutou contra os tremores e a fraqueza causada pelas drogas e começou a mostrar sinais de melhora. Na manhã seguinte, ela começou lentamente a comer, andar e beber novamente.

Seus salvadores a chamaram de Suzi para marcar sua nova jornada na vida. Como Suzi estava se recuperando sob o cuidado dedicado em amigos fiéis, sua história começou a repercutir e tocou muitas famílias. Uma dessas famílias de Delaware aproveitou a chance de adotá-la.

Suzi agora mora com sua nova família e, com certeza, ela nunca mais será maltratada.

Fonte: Histórias com Valor