Elefante faminto vai até a casa de família indiana para se alimentar



Elefantes são animais muito inteligentes, sua capacidade de memorização e vida em sociedade são notáveis. Além de sua enorme capacidade de criar laços, eles possuem cérebros altamente desenvolvidos e sua capacidade de aprendizagem os colocam entre os animais não-humanos com as melhores habilidades cognitivas na natureza.

As imagens acima mostram o momento surpreendente em que um elefante aparece em frente a porta da casa de uma família na Índia para tomar seu café da manhã

O vídeo foi feito em Piravam, Kerala e flagra o elefante brincalhão no momento em que ele aparece em frente a porta da casa.

O animal então estica sua tromba pra dentro da casa até alcançar uma garotinha que está segurando uma banana.

A avó da garota então se junta a alimentação do elefante, passando a segurar uma fruta de cada vez para que o animal faminto possa comer todas elas com mais facilidade.

Quando a refeição acaba, o elefante feliz ainda dá uma última farejada ao redor das duas para ver se não há mais nada disponível pra comer.

Mas a avó lhe diz: “Acabou! Chega de bananas. Agora você pode ir e voltar pra comer mais amanhã”.

O animal então se afasta da porta e vai indo embora pelo quintal da casa lentamente enquanto a família se despede dele.

O elefante enfia sua tromba pela porta e come da mão da garotinha | Foto: News Lions

O elefante enfia sua tromba pela porta e come da mão da garotinha | Foto: News Lions

O elefante simpático e dócil visita regularmente as famílias no subúrbio, dizem os relatos.

Infelizmente os elefantes estão à beira da extinção. Segundo a fundação The Elephant Project, atualmente na África 100 elefantes são mortos todos os dias. Esse número aumenta anualmente. Em 2015 o número de elefantes mortos foi maior do que os nascidos, este foi o primeiro em que isso aconteceu. Se esse ritmo de mortes continuar, os elefantes africanos estarão extintos ainda durante nosso período de vida.

Se por um lado, na África apenas elefantes com presas de marfim são mortos, Na Ásia os elefantes são um alvo também por sua pele, o que significa que eles podem enfrentar a extinção mais cedo ainda do que os elefantes africanos.

Além disso, na Ásia, muitos elefantes enfrentam uma vida cruel e contrária a sua natureza ao serem mantidos em cativeiro por uma variedade de propósitos: exploração madeireira, turismo, atividades culturais e religiosas e transporte.

Campanha pede ao zoo a liberdade de elefanta que perdeu seu companheiro de 17 anos

Sozinha em cativeiro a seis meses a elefanta perdeu o apetite e a vontade de caminhar pelo seu ambiente de residência | Foto: Humane Society Internacional

Sozinha em cativeiro a seis meses a elefanta perdeu o apetite e a vontade de caminhar pelo seu ambiente de residência | Foto: Humane Society Internacional

Lammie é uma elefanta de 39 anos, ela é o último elefante africano no zoológico de Joanesburgo (África do Sul). Em setembro último seu companheiro a 17 anos, Kinkel, faleceu deixando-a sozinha. Desde então Lammie perdeu a vontade de viver. Ela parou de comer, de andar pelo cativeiro e de interagir com seus alimentadores. É com muita dificuldade que seus cuidadores conseguem fazê-la se alimentar o mínimo que seja.

Os dois se tornaram inseparáveis desde que ele foi resgatado e trazido ao zoológico em 2000. O elefante teve sua tromba presa a uma armadilha na selva africana foi socorrido e levado a Joanesburgo. Um dia antes de Kinkel morrer, quando ele já estava doente, Lammie foi vista tentando ajudá-lo a se levantar.

Desde então, a seis meses que ativistas têm pedido insistentemente ao zoológico de Joanesburgo que transfira a elefanta solitária para um santuário onde ela possa conviver com outros animais da sua espécie e não tenha que passar seus últimos anos sozinha.

Além da vida no cativeiro e da morte do companheiro, a elefanta ainda sofreu a perda de seu filhote de uma semana, a morte de seus pais, a transferência de um dos irmãos para um zoológico francês e o outro para um cativeiro em Johanesburgo.

Sem a presença do companheiro a elefanta começou a apresentar comportamentos depressivos e apatia constante | Foto: Humane Society Internacional

Sem a presença do companheiro a elefanta começou a apresentar comportamentos depressivos e apatia constante | Foto: Humane Society Internacional

Elefantes desenvolvem fortes laços sociais e de grupo, assim sendo, a perda de membros da família e companheiros de convivência podem resultar em luto e trauma significativos, afirmam grupos de proteção animal.

A elefanta agora passa seus dias sozinha em sua clausura, sem a companhia de nenhum outro elefante ou qualquer distração, denunciam os ativistas.

Eles dizem ainda que ela não tem quase nenhuma interação, dispõe de pouca sombra, água insuficiente para tomar banho e chega a ficar horas parada e apática no portão de seu cativeiro, sem falar que ela está acima do peso.

Especialistas em elefantes da Humane Society International/Africa, da EMS Foundation e do Elephant Reintegration Trust estão preocupados com o seu estado mental e têm feito coro aos pedidos de providências urgentes ao zoológico.

Um santuário está disposto a oferecer a Lammie um novo lar com outros elefantes que se tornariam sua nova família, porém, o zoológico tem resistido aos pedidos para liberar Lammie e, em vez disso, sugeriram trazer outro elefante para lhe fazer companhia.

Ativistas estão preparando uma petição com aproximadamente 300 mil assinaturas para enviar ao zoológico, pedindo urência na transferência de Lammie ao santuário.

Uma carta de apoio assinada pelos 13 mais renomados especialistas em elefantes do mundo também foi enviada ao irredutível zoológico.

A atriz de Harry Potter, Evanna Lynch, também está apoiando a campanha junto com as crianças de uma escola, que enviaram um cartão de Dia dos Namorados (Valentine´s day) ao zoológico, com um desenho da elefanta, um pedido pela liberdade de Lammie e a assinatura de todas elas.

Carta das crianças da escola pela liberdade de Lammie | Foto: Humane Society Internacional

Carta das crianças da escola pela liberdade de Lammie | Foto: Humane Society Internacional

Evanna Lynch disse: “Os elefantes são criaturas tão incríveis e inteligentes que é simplesmente de partir o coração vê-los reduzidos a circunstâncias tão lamentáveis”.

“Eu realmente espero que o pessoal do zoológico de Joanesburgo encontre em seus corações a misericórdia necessária para permitir que Lammie viva com outros elefantes em um santuário, é o mínimo que ela merece depois de anos de cativeiro”, completou a atriz tocada pela situação da elefanta.

Mesmo se outro elefante for adquirido, o mínimo de elefantes recomendado, por diversas associações de zoológico pelo mundo, é de pelo menos quatro elefantes em um grupo de convivência.

Especialistas em elefantes da HSI/África dizem que apenas dois elefantes em um grupo de conviência, não atendem às complexas necessidades desses animais, e é por isso que quase 40 zoológicos ao redor do mundo estão fechando suas exposições de elefantes.

Audrey Delsink, diretora do Depto. de Vida Selvagem da Humane Society International/África, esclareceu: “Os elefantes são seres inteligentes, extremamente sociais e sencientes, com estruturas familiares complexas e vínculos que duram a vida inteira”.

“Agora que Lammie perdeu seu companheiro, ela precisa desesperadamente de uma existência mais feliz e da chance de viver seus últimos anos com outros elefantes”, enfatiza ela.

A diretora ratifica ainda informação de que há um santuário pronto e esperando para oferecer a Lammie “um lar onde ela possa expressar comportamentos normais de elefantes e evoluir emocional e fisicamente com um grupo de elefantes que se tornaria sua nova família”.

Segundo Audrey, o fato de adquirir outro elefante seria apenas “outra repetição do ciclo de sofrimento, além do que, ver elefantes em um ambiente estéril, um cativeiro, presos, não fornece nenhum valor educacional”.

“Há muitos zoológicos em todo o mundo reconhecendo os desafios de bem estar em se manter elefantes, então neste Valentine´s Day estamos pedindo ao zoológico de Joanesburgo para curar o coração partido de Lammie e deixá-la ir para um santuário onde possa passar o resto de seus dias com outros elefantes”, conclui ela.

A NSPCA da África do Sul, um grupo dedicado ao bem-estar animal, apelou para o fim do “ciclo infinito e redundante de se condenar continuamente os elefantes ao cativeiro por tantos anos”.

O zoológico de Joanesburgo afirma que desempenha um papel educacional acima de tudo e hospeda visitantes de comunidades de baixa renda que não têm meios para visitar parques de vida selvagem.

O caso de Lammie, que nasceu no zoológico, é o mesmo do Happy, um elefante asiático que vive no zoológico do Bronx em Nova York desde 1977, estando a mais de uma década sem outro elefante no mesmo cativeiro.

Alguns ativistas também lutam para que Happy seja transferida para um santuário na intenção de conviver com outros elefantes, mas o zoológico declarou em 2016, que ela está “saudável e confortável”, e criou laços com as pessoas que cuidam dela, além de ter “contato tátil e auditivo” com os outros dois elefantes do zoológico.

Zoológicos nada mais são do que cadeias para animais, onde privados de suas necessidades naturais básicas de convivência e dos demais membros de sua espécie – fundamentais para seu desenvolvimento e plenitude – eles enlouquecem, adoecem e morrem lentamente, pagando por um crime que nunca cometeram.

Caçadores matam elefante e causam revolta entre defensores dos animais

Dois caçadores mataram um elefante em um safari no Zimbábue, na África, e causaram revolta entre defensores dos animais. Após tirarem a vida do animal, os dois homens posaram para uma foto segurando armas ao lado do corpo do elefante. A imagem foi publicada na internet e viralizou, gerando inúmeras críticas à dupla.

(Foto: Reprodução / Diário do Nordeste)

Apesar de um dos caçadores, que é executivo de uma empresa de energia, ter afirmado que o elefante era adulto, há a suspeita de que o animal era filhote. O caçador afirmou que a morte foi um ato de defesa pessoal. As informações são do Diário do Nordeste.

Um dos caçadores, dono da empresa TopGen Energy Share, Mike Jines, enviou um e-mail ao canal de televisão WGCL, afiliado a rede de TV americana CBS, afirmando que recebeu ameaças de morte e que ele e Max Delezenne não infringiram leis do Zimbábue ao matar o elefante.

A legalidade da ação dos caçadores, porém, não é o foco dos críticos. Isso porque os protetores de animais defendem que o fato das leis permitirem a caça de animais em safaris não torna a prática menos cruel e repulsiva.

“Filhote de elefante morto. Caçadores brancos na África devem ser detidos”, escreveu um internauta. Apesar da foto do elefante morto ter sido publicada pelo guia Darrell Eisman no fim do mês de janeiro, a caçada ocorreu em outubro do ano passado.

A prática de caçar animais para usar seus corpos mortos como troféus, exibindo-os orgulhosamente, é alvo de críticas há bastante tempo. Em 2015, a morte do leão Cecil, que vivia em um santuário e foi atraído para uma emboscada por um caçador e um dentista americano, gerou revolta. O caso ganhou repercussão mundial.

Zoo encerra apresentações de elefantes asiáticos  

Zoológicos são ambiente extremamente cruéis com os animais. Performances com elefantes e outras espécies causam grande sofrimento a eles, pois são forçados a se comportar de maneira não natural, o que causa danos a longo prazo em seus corpos. Tais atividades são alcançadas através da ameaça, violência e privação de alimentos para forçarem os animais a obedecerem comandos.

Foto: Animals Asia

Finalmente, o zoológico de Saigon, o maior do Vietnã, na Ásia, encerrou todas as apresentações com elefantes após anos de pedidos e manifestações de organizações de bem-estar animal, incluindo a Animals Asia .

Embora o zoológico não tenha feito nenhum anúncio formal de que os shows terminaram, a organização teria recebido garantias de que nenhum deles ocorreu desde dezembro de 2018. A organização também confirmou que as performances dos elefantes não serão reintroduzidas.

Como explicado no site da Animals Asia, durante anos, quatro elefantes foram forçados a fazer truques, como se levantar em suas patas traseiras e ficar de pé em banquetas todo fim de semana e feriados.

Foto: Animals Asia

“Estamos felizes pelo fato do zoo de Saigon ter percebido que os shows com elefantes são cruéis, desatualizados e totalmente em desacordo com os princípios do bem-estar animal”, afirmou o diretor de bem-estar animal Dave Neale em um comunicado.

“Oferecemos conselhos gratuitos de bem-estar para ajudar o zoológico a fornecer os mais altos padrões de atendimento para os elefantes e até nos propomos a disponibilizar veterinários qualificados para ajudar a cuidar de um dos animais que está parece estar doente”.

Infelizmente, eles ainda não aceitaram as ofertas de apoio da Animals Asia, mas elas continuarão disponíveis a qualquer momento porque, como a organização afirmou, ela “nunca se afastará de um animal em necessidade”.

Foto: Animals Asia

Oposição em toda a Ásia

Na China, a pressão da Animals Asia contra circos com animais em cativeiro resultou em uma diretriz do governo em 2011, proibindo o uso de animais em apresentações. No entanto, a mais recente investigação da organização sobre o desempenho zoológicos da China revelou que, a partir de 2018, mais de 30% deles, além de parques de safári não encerraram as atividades com exploração animal conforme a lei determinou.

Atualmente, o zoo de Saigon possui seis elefantes asiáticos, quatro dos quais foram forçados a se apresentar. Lamentavelmente, os seis continuarão em exibição pública em seus recintos.

A entidade de defesa dos direitos animais espera que esse seja o primeiro passo para acabar completamente com o confinamento dos elefantes em Saigon e que eles possam ser transferidos para um santuário, onde viverão o resto de suas vidas em paz.

Filhote de elefante morre por ferimentos causados por caçador

Os crueldade e a ganância humana não tem limites e infligi a animais inocentes as mais terríveis dores e sofrimento.

Uma elefanta bebê é mais uma vítima dessa triste realidade e morreu após de sofrer sérios ferimentos ao ser capturada por um caçador e amarrada pela pata em uma floresta, no leste da Tailândia.

Foto: Departamento de Gestão de Áreas de Conservação

Segundo o Daily Mail, a filhote de um mês de idade foi encontrada por aldeões em Rayong, amarrada a uma cerca com uma corda cortando profundamente o tornozelo e expondo seu osso.

Ninguém sabe ao certo por quanto tempo a pequena elefanta, batizada de Baitong, ficou lá, sem o leite e machucada, mas estava tão fraca que mal conseguia se levantar.

Elefantes bebês são completamente dependentes de suas mães para alimentação até os dois anos de idade, e não se sabe o que aconteceu com a mãe de Baitong.

Baitong foi resgatada em 18 de dezembro, mas apesar dos cuidados 24 horas por dia e da amputação de emergência da pata infectada ela morreu na última sexta-feira (11).

Foto: Departamento de Gestão de Áreas de Conservação

Prasarn Buangsook, veterinário do Departamento de Gestão de Áreas de Conservação, disse: “A corda cortou profundamente o pé de Baitong e chegou até seus ossos. Ela estava muito ferida e magra porque não comia nada há dias.

“Sua pele inteira do pé estava morta e seu osso tem uma ferida enorme e incurável”

“Amputar a pata dela era necessário para evitar que ela morresse de infecção”, acrescentou Buangsook.

Ele também disse que os veterinários notaram que ela estava lentamente começando a se recuperar, mas ela ainda precisava de cuidados 24 horas por dia.

Na última quinta-feira, Baitong estava brincando com alguns de seus cuidadores quando sua condição piorou repentinamente e ela desmaiou foras depois.

Vários veterinários trabalharam durante a noite para salvar Baitong, mas ela faleceu na manhã do dia seguinte.

Nathanong Panpech, um dos veterinários, disse: “Os níveis de oxigênio no sangue dela eram muito baixos, causando um alto nível de ácido no sangue”.

“Nós demos a ela uma infusão, remédios e oxigênio, mas ela não aguentou mais.

Foto: Departamento de Gestão de Áreas de Conservação

“Estamos todos perto dela e muito triste em vê-la partir. Espero que a morte de Baitong lembre a todos os caçadores que os animais são inocentes e que eles não merecem nada disso”.

A Ásia é conhecida pelo tráfico de animais e extermínio de elefantes. O crime é alimentado pelo comércio de suas presas que são retiradas para servirem como peças ornamentais nos países asiáticos.

Infelizmente, a pequena bebê entrou para a assustadora estatística de vítimas da caça, do tráfico e da revoltante exploração animal causadas pelo homem somente por dinheiro e “prazer”.

 

 

antes e depois

Confira 10 imagens emocionantes do antes e depois de animais resgatados

Para cada história triste e cruel sobre abuso de animais, há sempre uma história positiva em que pessoas se levantam para ajudar os animais que foram vítimas de abuso. Os 10 animais apresentados aqui são exemplos brilhantes de como um pouco de bondade pode mudar o destino de alguém. Esses animais resgatados encontraram saúde, felicidade e lares eternos, graças a pessoas gentis que se dispuseram a ajudá-los.

Barkley

antes e depois

Foto: Trio Animal Foundation

Barkley foi resgatado pela Trio Animal Foundation em Chicago em agosto do ano passado. Ele pesava apenas quatro quilos e seu pelo era tão emaranhado e espesso que estava cobrindo as unhas dos pés encravadas em seu ouvido, pus seco, feridas e inúmeras camadas de pele morta. Seus ferimentos foram graves, mas após meses de internação e algum tratamento inicial envolvendo medicação para dor e antibióticos, Barkley se recuperou e ganhou um novo lar.

Sam

antes e depois

Foto: Wags and Walks

Sam foi abusado durante anos por seus tutores originais, mas felizmente, a Wags and Walks em Los Angeles levou Sam de seus tutores abusivos e deu-lhe o atendimento médico que ele precisava. Infelizmente, isso envolveu a remoção do olho direito em uma cirurgia. Embora ele tenha tido uma recuperação muito difícil dessa operação, ele conseguiu crescer em força e vitalidade. Agora, ele é um menino amoroso e adorável que acabou de encontrar seu lar definitivo.

Opie

antes e depois

Foto: Farm Sanctuary

Opie era um boi resgatado que morou no Farm Sanctuary em Watkins Glen, Nova York, por quase 20 anos. Opie tinha apenas algumas horas de vida quando foi arrancado do lado de sua mãe e deixado para morrer em um curral. Para a sorte do pobre boi, Gene Baur, co-fundador da Farm Sanctuary, veio em seu socorro. Baur levou-o de volta para casa e cuidou de Opie até que ele ficasse saudável. À medida que cresceu e se fortaleceu, Opie acabou se tornando o líder do rebanho da Farm Sanctuary, cargo que ocupou no santuário durante 18 anos.

Embora Opie tenha falecido em 2008, ele ainda é lembrado como um dos animais de fazenda mais amados na Farm Sanctuary.

Elliot

antes e depois

Foto: Farm Sanctuary

Elliot escapou de uma das piores situações em que um animal pode se encontrar – um mercado de carne de animais vivos. Determinado a evitar esse destino, Elliot conseguiu escapar do mercado e correu para as ruas do Brooklyn, em Nova York. Um policial o viu vagando pela beira de uma estrada e ficou com pena do pequeno e doce bode. Em vez de devolvê-lo ao mercado de carnes (o ouvido de Elliot foi etiquetado com uma etiqueta que dizia “CARNE”), o policial entrou em contato com o Farm Sanctuary, no norte do estado de Nova York. Em questão de dias, Elliot foi levado para uma vida de segurança e liberdade na fazenda Glen Watkins.

Butterscotch

antes e depois

Foto: Farm Sanctuary

Esta doce ave foi resgatada de uma fazenda industrial com outras 199 galinhas. Ela chegou ao Farm Sanctuary com uma um inchaço em seu rosto e o olhar mais triste que alguém poderia imaginar. Assim como as outras aves, ela estava coberta de ácaros e parasitas, e tudo o que ela já havia conhecido eram gaiolas apertadas, condições de vida precárias e um monótono tédio dia após dia.

Infelizmente, a massa no rosto do Butterscotch não poderia ser removida sem remover o olho esquerdo dela também. No entanto, com o olho que ela ainda é capaz de usar, ela pode ver a luz do sol, a grama fresca e o amplo espaço para ela se movimentar em sua nova casa.

Raju, o elefante chorão

raju

Foto: Wildlife SOS

Raju foi acorrentado, espancado e tratado como um escravo por 50 anos de sua vida. Forçado a dar passeios a turistas e a viver de restos de comida dados a ele por transeuntes, ele viveu uma vida de sofrimento inacreditável até que a Wildlife SOS apareceu e o salvou. Raju parecia saber que as almas gentis da Wildlife SOS estavam tentando resgatá-lo, e quando as algemas cravadas que ele foi forçado a usar ininterruptamente saíram, diz-se que ele chorou, sabendo que estava finalmente livre.

Apesar de um longo processo judicial prolongado ter ocorrido entre a Wildlife SOS e o antigo tutor abusivo de Raju, o juiz que presidiu o caso acabou por conceder a custódia total de Raju à Wildlife SOS e o elefante foi autorizado a permanecer livre. Raju agora passa seus dias recebendo tratamento médico muito necessário, brincando em sua nova piscina e passando tempo com sua (suposta) nova namorada.

Frankenberry

frankenberry

Foto: New England Aquarium

Esta pobre tartaruga marinha, Frankenberry, veio para a equipe de resgate de animais marinhos no New England Aquarium com feridas em ambos os olhos. Embora não esteja claro o que aconteceu com seus olhos, era seguro dizer que Frankenberry precisava de um bom tratamento médico. Depois de ser tratado por algumas semanas com antibióticos e medicação ocular, ele começou a enxergar bem o suficiente para nadar atrás de comida. Ele e as outras tartarugas capturadas pelo New England Aquarium se recuperaram bem o suficiente e foram soltos na natureza logo após.

Pelicano do Golfo do México

antes e depois

Foto: International Bird Rescue

Este pelicano selvagem foi resgatado do derramamento de óleo BP no Golfo do México em 2010. O derramamento de petróleo matou ou feriu cerca de 82 mil aves e inúmeros outros animais marinhos, mas, felizmente, esse cara foi resgatado pela International Bird Rescue em Louisiana, EUA.

Quando o óleo penetra nas penas das aves, elas se separam, o que expõe o pelicano a calor e frio extremos, resultando em hipotermia ou hipertermia. Para tirar o óleo, o pássaro vai tentar limpar as penas com seu bico à custa de todo o resto – comer, dormir, evitar predadores – ingerindo produtos químicos à base de petróleo que podem causar severos estragos em seus sistemas digestivos.

Felizmente, a International Bird Rescue conseguiu salvar este rapazinho a tempo de poder voltar à vida selvagem.

Mr. Biscuits

antes e depois

Foto: Facebook | Reprodução

O doce Mr. Biscuits era um gatinho perdido quando subiu no motor de um carro, encolheu-se e foi dormir uma noite. Na manhã seguinte, o dono do carro saiu para dirigir para o trabalho e, enquanto o motor esquentava, o Sr. Biscuits sofreu queimaduras graves e poderia até ter pegado fogo. Ainda bem que o motorista notou que algo estava acontecendo com o volante, e parou para verificar sob o capô apenas para encontrar um pobre gatinho olhando para ele.

O Grannie Project, um abrigo dedicado a salvar gatos veteranos na região sudeste da Pensilvânia, EUA, abriu uma exceção para o Sr. Biscuit (geralmente eles só aceitam animais idosos) e deu a ele o tratamento médico de que precisava. Ele se recuperou depois de muito tratamento, e agora mora com a família para sempre.

Meliha

antes e depois meliha

Foto: Start Rescue

Meliha era uma gatinha minúscula com uma horrível infecção ocular que fez seus olhos incharem e saírem das órbitas. Algumas boas almas, que a encontraram neste estado tão terrível, deram um banho nela e a alimentaram com uma seringa, tentando amamentá-la até que voltasse à saúde. A veterinária que inscreveu Meliha em seu plano de tratamento disse à família adotiva de Meliha que os olhos do gatinho provavelmente teriam que sair. No entanto, ao longo de semanas tratando seus olhos com colírios e pomadas, os olhos de Meliha ficaram melhores e melhores e a cirurgia se tornou desnecessária.

Enquanto ela está agora cega, Meliha finalmente encontrou um lar em Seattle, onde ela mora com sua nova mãe e outro gatinho com necessidades especiais.