Cachorrinha indesejada é abandonada em abrigo dentro de caixa de cereal

Foto: Andrea Franco/Riverside County Animal Services

Foto: Andrea Franco/Riverside County Animal Services

Qualquer pessoa que trabalhe em um abrigo de animais está acostumada a ver muitas cenas bonitas – e algumas outras comoventes. Recentemente, um indivíduo peludo chegou ao abrigo do condado em Riverside, na Califórnia (EUA), de forma única, que reuniu uma mistura das duas descrições.

Uma filhotinha branca e fofa, mista de maltês com yorkshire foi deixada no abrigo de animais da forma mais estranha que a equipe do local provavelmente já tinha visto.

“Já vimos alguns animais serem abandonados de modos esquisitos e criativos em nossos dias”, escreveu o Riverside County Animal Services no Facebook. “Esta caixa do cereal Cap’n Crunch foi uma das formas mais estranhas que um animal doméstico já veio até nós.”

Os trabalhadores do abrigo logo descobriram que a cachorrinha, que era extremamente doce e amável, também estava terrivelmente coberta de pulgas. E foi quando eles perceberam o quão misteriosa essa cachorrinha da caixa de cereais Crunch Berry em particular, a quem chamaram de Razz Berry, realmente era.

A mulher que trouxera Razz Berry alegou que havia encontrado o filhote em um parque local – mas os funcionários do abrigo se perguntavam se aquela mulher não era a verdadeira tutora de Razz Berry, que simplesmente não queria ter pulgas na casa dela.

Mal sabiam eles que uma família perfeita estava apenas esperando para dar um lar a Razz Berry.

Depois que o problema das pulgas de Razz Berry foi resolvido, ela começou a se sentir muito melhor, pulando pelos corredores do abrigo e conquistando os corações de todos que a viam.

Foto: Andrea Franco/Riverside County Animal Services

Foto: Andrea Franco/Riverside County Animal Services

A foto tirada de Razz Berry na caixa de cereal, enquanto isso, estava começando a ser compartilhada online e até mesmo saiu nas notícias locais.

Uma família, os Sheets, por acaso viram a foto no noticiário – mas eles estavam de luto pelo seu cachorro Ginger, que acabara de falecer.

Mesmo assim, eles perceberam que o buraco deixado em sua casa pela passagem de Ginger poderia ser preenchido por outro filhote que não tinha ninguém para amar. E o outro cachorro deles, Pepper, que por acaso era um misto de maltês com yorkshire como Razz Berry, provavelmente precisaria de um novo amigo também.

Foto: Andrea Franco/Riverside County Animal Services

Foto: Andrea Franco/Riverside County Animal Services

Foi quando Teresa, James e Hayden Sheets decidiram se encontrar com Razz Berry e se candidatar para se tornar sua nova família.

Mas muitas outras pessoas também se candidataram. O abrigo achou justo decidir entre as dezenas de boas casas possíveis para Razz Berry através de uma loteria.

Foto: Andrea Franco/Riverside County Animal Services

Foto: Andrea Franco/Riverside County Animal Services

Quando Teresa marcou o número vencedor, ela percebeu que o cão da caixa de cereal era para ser deles – e Razz Berry alegremente se aninhou nos braços de Teresa.

Tomada pela emoção, Teresa até derramou algumas lágrimas de felicidade.

Bem vindo ao lar, Razz Berry.

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Estudo descobre que peixes se sentem tristes ao perder seus companheiros

Por Rafaela Damasceno

Existe um senso comum de que os peixes não sentem dor nem emoções. A verdade é que, só porque eles não sentem da mesma forma que os outros animais – incluindo a espécie humana -, não quer dizer que não sentem nada.

Alguns peixes nadando

Foto: Getty

Um novo estudo descobriu que os peixes podem se sentir tristes e desolados ao perderem seus parceiros. Pesquisadores franceses constataram que uma espécie conhecida como Acará do Congo se tornou pessimista e desanimado depois de perder seu companheiro.

O estudo foi feito em duas partes. Primeiro, colocaram uma fêmea em um tanque com três compartimentos. No meio, ficava ela. Nos dois espaços ao seu redor, dois peixes machos. Quando a fêmea mostrava preferência por um deles, os pesquisadores a colocavam com ele, ou com o outro.

Na segunda parte do estudo, os peixes foram treinados para remover tampas de pequenas caixas. Uma caixa branca continha comida, outra preta não continha nada. Depois que os peixes aprenderam, uma caixa cinza apareceu na jogada.

Os pesquisadores perceberam então uma característica interessante: os peixes que tinham sido colocados no mesmo compartimento que seus companheiros de preferência se mostravam mais dispostos a abrir a caixa, demonstrando uma visão positiva. Aqueles que estavam sozinhos, dificilmente tentavam.

“As fêmeas que foram designadas a um macho que não queriam como parceiro exibiram um viés pessimista, indicando um estado afetivo negativo”, declararam os pesquisadores da Universidade de Borgonha, na França.

“Ligação emocional com um parceiro não é propriedade única da espécie humana”, afirmou François-Xavier Dechaume-Moncharmont, um dos autores do estudo, ao The Guardian. “Isso pode indicar que as emoções são mais do que uma tendência. Talvez o amor não seja tão irracional assim”, completou.


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Elefantes tocam e acariciam seu amigo morto com as trombas em sinal de luto

Foto: NewsFlare

Foto: NewsFlare

Este é o momento tocante em que imagens flagram uma manada de elefantes em luto lamentando a perda de seu falecido amigo.

Durante a filmagem recém-divulgada, que foi capturada no Parque Nacional Serengeti, na Tanzânia (África), os elefantes caminham diretamente em direção a seu amigo em cenas que lembram uma “procissão fúnebre” antes de se reunir em torno do corpo imóvel do animal.

A manada de elefantes gentilmente toca o amigo, como se o chamasse ou tentasse despertá-lo. O animal morreu de causas desconhecidas, os demais membros do grupo descansam suas trombas no corpo do animal morto enquanto prestam sua última homenagem.

Durante a cena rara e extraordinária, os elefantes lideram uma marcha em direção ao seu amigo morto antes de parar perto de seu corpo.

O grupo circula em torno do corpo do elefante e olha para seu companheiro morto enquanto os abutres observam a cena de uma árvore próxima.

Foto: NewsFlare

Foto: NewsFlare

À medida que mais elefantes continuam a se reunir ao redor da criatura morta, um é visto pressionando e passando a cabeça contra a pele do animal enquanto outro coloca sua tromba gentilmente sobre o corpo do animal.

Depois de levantar as trombas no ar e “saudar” seu amigo morto, a manada lentamente caminha até a borda do campo.

Enquanto os animais se afastam, um elefante permanece ao lado do animal morto e mantém sua tromba pressionada no corpo do animal.

Foto: NewsFlare

Foto: NewsFlare

Esta não é a primeira vez que elefantes foram filmados lamentando a perda de um ente querido.

No início deste mês, imagens de tirar o fôlego postadas no Twitter pelo guarda florestal indiano Serviço Exterior da Índia, Parveen Kaswan, mostraram uma manada de elefantes carregando o corpo de um filhote de elefante morto por uma estrada na Índia.

Luto e perda

De acordo com o Smithsonian Institution, o maior complexo de museus, educação e pesquisa do mundo, os elefantes costumam lamentar seus parentes mortos e são conhecidos por terem um grande interesse nos ossos de seus falecidos.

Se os elefantes choram ou não por seus entes queridos perdidos que faziam parte damanada é uma questão que os cientistas vêm tentando responder.

Foto: NewsFlare

Foto: NewsFlare

Como os animais vivem em grupos sólidos e têm uma longa expectativa de vida, eles formam fortes laços entre si. Quando alguém morre, é possível que o restante da manada tenha lamentado sua morte.

Em 2016, um vídeo de três diferentes famílias de elefantes visitando o corpo de uma matriarca morta e repetidamente cheirando e tocando o corpo foi compartilhado por um estudante de doutorado.

Ele sugeriu que os animais podem ter tido uma profunda ligação emocional com o corpo e poderiam estar sofrendo a dor da perda.

Foto: NewsFlare

Foto: NewsFlare

Outro vídeo deste ano mostra o momento comovente em que um bebê elefante tenta acordar sua mãe, que desmaiou e morreu depois de vagar por uma aldeia na Índia.

O pequeno elefante usava a tromba para acariciar a cabeça da mãe enquanto ela permanecia imóvel, o fato aconteceu em Odisha, no leste da Índia.

Cachorro encontra sua tutora que não via há três anos e transborda de emoção

Foto: Kennedy News and Media

Foto: Kennedy News and Media

As imagens do vídeo abaixo mostram o momento comovente que um cão que não via sua tutora há três anos se reencontra com ela, pulando de alegria e enchendo-a de beijos.

Inu Stark se jogou cheio de felicidade sobre sua tutora, Mariana Weiss, quando ela voltou para casa depois de estudar por um período no exterior, na Alemanha.

No adorável vídeo, o rabo de Inu pode ser visto abanando freneticamente enquanto ele pula emocionado na direção da garota de 24 anos, até mesmo a derrubando em um momento, antes de rolar de costas implorando por uma deliciosa massagem na barriga.

Mariana, que é analista financeira de Curitiba, abraça e afaga o cão sem raça definida de quatro anos e chora de alegria junto com ele. Fica claro que ambos aguardaram ansiosamente por este momento.

Ela disse: “Eu esperava que ele estivesse excitado, como ele é sempre aliás, mas não tanto assim”.

“Ele definitivamente me surpreendeu. Não seu se pode ser visto no vídeo, mas eu estava chorando o tempo todo”.

“Esses animais têm um amor tão puro e desinteressado por nós que eu não poderia ter pedido um cachorro melhor, eu o amo muito.”

Mariana ligava via Facetime para sua mãe e Inu diariamente enquanto estudava Negócios Internacionais e Economia na universidade da Alemanha – e quando ela falava ao telefone com os dois, as orelhas do cachorro se levantavam e ouviam atentamente a tudo.

Seu irmão Vinicius Weiss decidiu filmar o momento especial em dezembro, antecipando que Inu ficaria animado e emocionado em se reunir com ela.

Mariana disse: “Inu sempre foi super ativo e brincalhão, meu irmão pensou – e ele estava certo que Inu ficaria louco quando me visse”.

“Meu irmão decidiu então gravar o encontro, no momento em que chegamos à garagem já podíamos ouvir Inu chorando no pátio. Eu sinceramente amo esse cachorro mais do que eu pensava ser possível”.

“Enquanto eu estava na Alemanha, eu fazia chamadas de vídeo para minha mãe todos os dias e pedia para falar com ele. Ele sempre levantava as orelhas e prestava atenção, ele reconhecia minha voz”.

“Minha mãe também me disse que ele se recusava a entrar no meu quarto a todo custo enquanto eu estivesse fora. Ele nem mesmo passava pela porta”.

“Mas no dia em que voltei, ele pulou direto para a minha cama e dormiu a tarde toda lá”.

Mariana conta que o vídeo sempre traz um sorriso, e até lágrimas de felicidade, às pessoas que o assistem.

Ela acrescentou: “Não dá pra ver no vídeo, mas meus pais estavam chorando naquele momento. Todo mundo que assiste as imagens instantaneamente começa a sorrir e a dizer como Inu estava feliz!”.

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Gatinha leva seus brinquedos em suas aventuras fora de casa

Foto: Beth Wilson

Foto: Beth Wilson

Esta linda gata mancha de preto e branco tem 12 anos vive no Reino Unido com sua humana, Beth Wilson.

Mas Pixie não é apenas uma gata linda e carinhosa quando se trata de humanos – ela também é muito generosa com objetos inanimados.

Foto: Beth Wilson

Foto: Beth Wilson

Curiosa como todos os gatos são por natureza, Pixie gosta de explorar. Dentro ou fora, Pixie está sempre de olhos arregalados e interessada no que está por vir na próxima esquina. E parece que a Pixie também quer passar esse espírito de aventura para seus muitos brinquedos de pelúcia.

Foto: Beth Wilson

Foto: Beth Wilson

Por exemplo, se Pixie gosta de deitar de costas no jardim, ela parece deduzir que um membro de seu acervo recheado de bichinhos pelúcias também poderia gostar disso, então ela o traz junto com ela.

Outras vezes, quando Pixie está procurando algo um pouco mais emocionante do que ficar deitada de costas com as patas para cima, ela também traz um de seus brinquedos consigo – seja um pequeno leão, um tigre ou um mini gatinho de pelúcia que se parece com ela.

Foto: Beth Wilson

Foto: Beth Wilson

“Se ela percebe que eu estou olhando para ela, ela pára e coloca o brinquedo no chão”, disse Wilson ao The Dodo. Mas às vezes Wilson consegue tirar uma foto antes que Pixie perceba.

“No verão, ela gosta de levá-los ao jardim”, explicou Wilson. “Às vezes, ela apenas os leva para uma turnê e depois volta para casa. Outras vezes, eles são deixados na estufa. Se eu colocar um cobertor na grama para sentar, ela colocará brinquedos nele.”

Foto: Beth Wilson

Foto: Beth Wilson

Só porque o tempo fica mais frio não significa que as aventuras de Pixie com seus brinquedos vão parar.

“No inverno ela apenas os carrega em volta da casa mesmo”, disse Wilson. “Ela pode levar vários deles para um quarto”.

Uma vez por semana, quando uma faxineira chega, Pixie mostra o quão conscienciosa ela é com seus companheiros de aventura de pelúcia.

Foto: Beth Wilson

Foto: Beth Wilson

“Ela coloca todos os brinquedos de volta na caixa”, disse Wilson. “Assim que a faxineira sai, ela tira vários deles da caixa e os coloca em volta da casa.”

As aventuras de Pixie não são apenas pura diversão e brincadeiras – mas elas realmente têm um impacto positivo nas pessoas ao seu redor.

Foto: Beth Wilson

Foto: Beth Wilson

“Eu a peguei ainda um gatinho filhote há 12 anos”, disse Wilson. “Ela mudou totalmente minha vida … Ela cuida de mim quando me sinto mal e ela sempre me anima”.

Certamente seus brinquedos se sentiriam da mesma maneira, se pudessem.

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