Peixe raríssimo de 3,6 metros e 202 kg é encontrado morto no litoral de SP

Com 3,6 metros de comprimento e 202 kg, um agulhão-negro, peixe gigante e raríssimo, foi encontrado morto em Itanhaém, no litoral de São Paulo. O corpo do animal foi submetido à análise para que a causa da morte seja descoberta.

Foto: Divulgação/Instituto Biopesca

O peixe foi encontrado por equipes do Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS). O corpo dele foi levado à Unidade de Estabilização do Instituto Biopesca, em Praia Grande. As informações são do portal G1.

De acordo com o instituto, o professor e biólogo Teodoro Vaske Junior, da Universidade Estadual de São Paulo (Unesp), considerou “rara” a aparição do peixe. De acordo com ele, esse é primeiro animal da espécie encontrado encalhado em uma praia da região.

“É uma espécie oceânica de águas quentes, e que tem um bico mais curto do que as demais espécies de agulhões”, explicou ao instituto. O animal se alimenta de outros peixes e lulas e pode passar dos 600 kg. Não se sabe o que o fez chegar à praia.

Foto: Divulgação/Instituto Biopesca

homem tentando puxar o golfinho de volta para a água

Vídeo mostra homem tentando salvar golfinho encalhado na praia

Paul Gardiner, de 45 anos, avistou o animal se contorcendo em agonia enquanto corria perto de uma praia em Kleinemond, no Cabo Oriental da África do Sul.

homem tentando puxar o golfinho de volta para a água

Foto: Caters News Agency

Gardiner, que atualmente vive em Surrey e trabalha na Academia de Sobrevivência Bear Grylls, disse que só pensava no bem-estar do golfinho quando foi salvá-lo, embora a costa onde o animal estava encalhado fosse extremamente perigosa.

Após passar 90 minutos desesperadamente tentando levar o golfinho de volta para a água, os maiores esforços de Gardiner não foram suficientes visto que o animal infelizmente morreu de exaustão.

“Eu estava a cerca de seis quilômetros da minha corrida quando notei o golfinho encalhado na areia. O tempo estava muito tempestuoso, então presumi que foi o causou o infeliz acontecimento e achei que estava morto.”

“Mas quando subi e vi que ainda estava vivo, foi meu instinto natural ajudá-lo apesar dos perigos potenciais.

“Apenas 20% dos animais selvagens continuam a viver depois de encalhados na praia. Eu cresci em torno de animais, então fico facilmente ligado a eles. Eu fiquei muito emocionado quando não consegui, foi muito difícil ir embora.”

Rainer Schimpf, da AB Marine and Expert Tours, ouviu falar do caso infeliz e aplaudiu os esforços de Gardiner para salvar o golfinho.

Ele disse: “Paul fez o melhor que pôde, mas segurança para humanos é sempre o número um – ele teria colocado sua própria vida em perigo se tivesse nadado com o golfinho mais fundo na água.”

“Este vídeo mostra que existe uma conexão entre os golfinhos e os seres humanos e que podemos sempre tentar fazer o nosso melhor ajudando uns aos outros.”