Baleia com cerca de 2,5 metros é resgatada com vida após encalhe

Uma baleia adulta, com aproximadamente 2,5 metros de comprimento, foi resgatada com vida nesta sexta-feira (22) por uma equipe do Instituto Biota de Conservação após encalhar em uma praia no município de Feliz Deserto, em Alagoas.

Foto: Divulgação/ Instituto Biota

Identificado pelos membros do Instituto como uma baleia da espécie Kogia Sima, conhecida popularmente como cachalote-anão, o animal marinho vive em águas profundas e pode ser encontrado nos oceanos Pacífico e Atlântico. As informações são do portal G1.

Segundo o presidente do Biota, Bruno Steffanis, a baleia estava bastante agitada e apresentava ferimentos superficiais, como arranhões.

“Nossa equipe veterinária está tentando diagnosticar o que ele tem. Coletamos amostras de sangue e estamos analisando para ver como está o hemograma. Está sendo medicado, pra ver se tem algum avanço”, explicou Steffanis.

De acordo com o Instituto Biota, não é comum que baleias encalhem na região.

Baleia é levada de volta ao mar após encalhar em praia no litoral do Pará

Uma baleia encalhou em uma praia localizada entre Salinópolis e Maracanã, no litoral do estado do Pará. O Corpo de Bombeiros foi acionado para socorrer o animal.

Foto: Corpo de Bombeiros / PA

A baleia foi encontrada por moradores da região. Ela estava na parte arenosa da praia da Marieta. Não se sabe a qual espécie pertence o animal. As informações são do portal G1.

Ao chegar no local, a equipe do Corpo de Bombeiros constatou que a baleia estava presa na areia a cem metros de distância da linha da água, em uma espécie de córrego. Segundo os militares, a maré estava baixa.

Com a ajuda de moradores, os bombeiros conseguiram socorrer a baleia e devolvê-la ao mar. Na ação, foram usadas cordas amarradas em um bote que levou o animal até o fundo da água.

Tartaruga fica encalhada por dias e recebe soro após ser resgatada

Uma tartaruga que ficou encalhada por dias em uma praia de Canavieiras, na Bahia, foi resgatada após ser encontrada ferida na quarta-feira (6). Sob os cuidados do Projeto A-mar, o animal se recupera à base de soro fisiológico.

Foto: Divulgação/Projeto A-mar

Encontrada por um voluntário do Projeto, a tartaruga foi encaminhada para a Companhia Independente de Polícia de Proteção Ambiental (CIPPA) e depois foi transferida para a sede do grupo, localizada em Ilhéus.

Após chegar na sede da entidade, a tartaruga recebeu um nome. Agora ela se chama Nina. As informações são do portal G1.

Além dela, outra tartaruga foi encontrada morta na Praia do Sul, em Ilhéus, na quinta-feira (7). É o 46º animal que aparece morto na região neste ano.

Da espécie pente, a tartaruga foi encontrada com marcas de redes de pesca no pescoço, segundo a ONG. No corpo do animal havia também marcas de impacto em hélice de barco, presentes no casco, nas nadadeiras e na cabeça. Os ferimentos sangravam bastante.

Baleia encalha em praia e é enterrada após ser sacrificada no RS

Uma baleia-jubarte encalhou em Mostardas, no Rio Grande Sul, na última semana, e após ficar encalhada por dias, teve que ser sacrificada na segunda-feira (4). Após passar por uma necrópsia, o animal foi enterrado na terça-feira (5).

Foto: Divulgação / Ceclimar/Ufrgs

Amostras do corpo do animal foram coletadas por biólogos do Centro de Estudos Costeiros, Limnológicos e Marinhos da UFRGS (Ceclimar) na tentativa de descobrir o motivo do encalhe. A bióloga Janaína Carrion Wickert contou que a baleia não apresentava ferimentos, mas estava magra e debilitada. As informações são do jornal GaúchaZH.

Especialistas afirmam que o animal estava sofrendo e que a logística para salvá-lo era impossível, já que seriam necessários dois barcos de porte grande, cordas, correntes e uma maré alta. A aproximação das embarcações não foi possível, porém, devido à maré muito baixa.

Com 12 metros de comprimento e cerca de 25 toneladas, a baleia tinha entre dois e seis anos de idade, faixa etária em que é considerada “um filhotão”.

A presença de baleias na costa do Rio Grande do Sul tem se tornado mais frequente, uma vez que a população dessa espécie está em crescimento. Nos últimos cinco anos, foram encontradas sete baleias-jubarte encalhadas na orla do litoral gaúcho – cinco delas chegaram mortas à praia.

Ambientalistas alertam para número recorde de encalhe de golfinhos na França

Imagem de arquivo mostra golfinho morto em praia da costa francesa — Foto: Ré Nature Environnement/ Divulgação France Nature Enviroment

Mais de 400 golfinhos foram encontrados mortos na costa atlântica francesa desde o fim de dezembro de 2018 e o início de janeiro, informou o observatório Pelagis, especializado em mamíferos e aves marinhas, lamentando um fenômeno alarmante.

O número é recorde se comparado ao mesmo período de anos anteriores, segundo a associação para a conservação da natureza “France Nature Environment“.

“A maioria dos animais examinados tinha traços de captura acidental e, portanto, morreu em redes de pesca”, explicou à AFP Hélène Peltier, pesquisadora do observatório Pelagis.

“Desde o início de janeiro, mais de 400 corpos de golfinhos foram encontrados encalhados na costa oeste da França, entre o sul da Bretanha e a fronteira espanhola”, disse ela.

A associação para a conservação da natureza “France Nature Environment” lamentou em um comunicado o número que “já bate os recordes de invernos anteriores para o mesmo período observado”.

“No mesmo período, houve mais (encalhes) este ano do que no ano passado. No ano passado, os maiores encalhes ocorreram em fevereiro-março, quando contabilizamos 800. Mas esse ano já temos 400 no início de fevereiro. Então a grande questão é saber se a situação vai se acalmar ou não”, apontou Peltier.

A France Nature Environnement pede “uma redução imediata” do número de embarcações de pesca, alertando para o fato de que, todos os anos, “mil carcaças de golfinhos aparecem na costa francesa. E isso é apenas a ponta do iceberg, já que a maioria dos corpos simplesmente afunda no oceano”.

O Observatório Pelagis estima que o número total de golfinhos capturados em redes de pesca seria de mais de 4000 por ano, incluindo aqueles que simplesmente afundam no mar sem encalhar nas praias. A longo prazo, é a sobrevivência das populações de golfinhos comuns (uma espécie que se reproduz lentamente) no Golfo da Biscaia, que está sob ameaça.

Medir a extensão do fenômeno é particularmente complexo, de acordo com Hélène Peltier, porque durante as outras estações do ano, “mesmo se houvesse esses eventos, não os veríamos porque os ventos não nos trariam necessariamente os cadáveres”.

Além disso, é difícil identificar as causas. Em parte, porque eles “se alimentam das mesmas presas que o robalo e a pescada, que são alvos de alguns pescadores”, ressalta Peltier. Os cetáceos ficam “presos nas redes e depois entram em pânico e morrem”.

Fonte: G1

Pesca: 70 tartarugas são encontradas mortas no litoral de Sergipe

70 tartarugas da espécie Oliva foram encontradas mortas (Foto: Projeto Tamar)

A mortandade de tartarugas em menos de 10 dias, preocupa o Projeto Tamar. Somente do dia 16 ao dia 21 de janeiro, as equipes localizaram 70 animais mortos da espécie Lepidochelys olivacea em praias sergipanas e em Mangue Seco.

Segundo o diretor de sustentabilidade do Projeto Tamar, César Coelho, a morte dos animais coincidiu com o período do defeso do camarão. “Nesse período os camarões estão na beira da praia e onde tem camarão tem tartaruga porque eles operam no mesmo lugar. Os pescadores não obedecem o arrasto e as embarcações se aproximam da beira da praia ocasionando o aumento na mortes das tartarugas”, lamenta.

Ainda de acordo com César Coelho, os pescadores estão desrespeitando a distância que os barcos precisam manter da praia. “Se eles não tivessem nessa zona de exclusão, o número de mortes seria menor. Eles não respeitam os 3km de distância e vindo para a beira da praia, o pescador sabe que vai pegar tartaruga. Todos os anos é a mesma coisa. Muita das vezes eles capturam elas vivam só que mesmo se ela não morrer na rede, morrem pouco tempo depois. Essa pesca próxima a praia gera sérios problemas não só para as tartarugas”, informa.

Fonte: Infonet

Golfinho é resgatado em praia de Pitangui (RN)

O animal marinho estava bem próximo à beira-mar quando foi visto por um pescador que trabalhava no local. Foto: Cipam/Divulgação

Um golfinho ferido foi encontrado em Pitangui, distante 30 quilômetros do centro de Natal, por banhistas que estavam na praia. O animal marinho estava bem próximo à beira-mar quando foi visto por um pescador que trabalhava no local. O homem fez os primeiros socorros e acionou a Companhia Independente de Proteção Ambiental (Cipam).

De acordo com o policial da Cipam Alisson Alves, o golfinho possui dois ferimentos na região da barriga. “Nós identificamos os ferimentos na parte inferior do animal. Provavelmente, os cortes foram causados quando ele tentava escapar de um ataque de tubarão, em alto-mar”. Biólogos do Projeto Cetáceos da Costa Branca estão na praia para auxiliar nos cuidados do animal.

Os biólogos aplicaram soro, remédios e vitaminas para ajudar na recuperação rápida do mamífero. Eles devem permanecer com o animal até que ele esteja preparado para voltar ao mar. A espécie de águas profundas chegou à encosta do litoral para que recebesse cuidados. Ainda de acordo com Alisson Alves, o grupo em que o golfinho pertence está a um quilômetro esperando o retorno do animal.

Todo o cuidado está sendo realizado dentro do mar. Essa medida auxilia na recuperação eficaz do golfinho. “A equipe de resgate está dentro do mar realizando os procedimentos com o animal. Isso ajuda porque assim ele não fica estressado”, declarou Alisson.

Fonte: OP9

Tartaruga é encontrada morta em praia de Torres (RS)

Tartaruga é da espécie ceretta-ceretta, segundo biólogo da prefeitura de Torres — Foto: Projeto Praia Limpa/Torres

Uma tartaruga foi encontrada morta na beira da praia de Torres, no Litoral Norte do Rio Grande do Sul. Segundo o biólogo da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Urbanismo, Rivaldo Raimundo da Silva, trata-se de um animal da espécie Ceretta-ceretta. Segundo o projeto Tamar, a espécie está ameaçada de extinção.

A suspeita é de que a tartaruga tenha morrido após ingerir material plástico, conforme o biólogo. Foi a quarta tartaruga que apareceu morta na praia desde o fim de dezembro, diz Rivaldo.

O biólogo acredita que as mortes possam estar relacionadas ao aumento do aparecimento de águas-vivas no litoral gaúcho, que acabaram queimando milhares de banhistas. “As tartarugas se alimentam de águas-vivas. A redução do predador favorece a presa”, comenta Rivaldo.

Fonte: G1