Noivos fazem ensaio fotográfico com animais para incentivar adoção

Ao escolher o tema do ensaio fotográfico de casamento, os noivos Karina e Renato decidiram que o cenário perfeito seria o Instituto Luísa Mel, um abrigo para animais resgatados do abandono e de maus-tratos.

Foto: Reprodução/Instagram/ @triade.imagem

“Não sabíamos o que fazer na sessão de fotos porque somos tímidos e não gostamos de posar para fotos. Como o casamento se aproximando tivemos a ideia de fazer algo com propósito”, escreveu Karina no portal Bored Panda.

O ensaio ainda serviu para incentivar a adoção de animais.”Eu sempre amei os animais e apoiei a causa, então sugeri que as fotos fossem um incentivo para a adoção”, disse. As informações são do portal Canal do Pet.

Segundo Karina, o ensaio fluiu tão bem que, apesar da timidez, o casal se sentiu confortável. De acordo com ela, nem parceria que eles estavam posando para fotos.

Ao final da produção das fotografias, Karina e Renato decidiram adotar um gato para fazer companhia para outro gato que eles já tutelavam.

Foto: Reprodução/Instagram/ @triade.imagem


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Fotógrafa faz ensaio fotográfico para incentivar a adoção de animais pretos

Para incentivar a adoção de animais pretos, frequentemente preteridos pelos adotantes, a fotógrafa Emma O’Brien decidiu fazer um ensaio fotográfico. Os retratos exaltam a beleza de cães e gatos de pelagem preta.

Emma, que se apresenta no Instagram como uma “fotógrafa para as pessoas cujos animais são família”, quis sensibilizar seus seguidores sobre o drama vivido pelos cachorros e gatos pretos – os segundos, ignorados por adotantes que acreditam na falsa superstição de que eles dão azar. As informações são do portal Observador.

Moradora da África do Sul, Emma criou o ensaio fotográfico e deu a ele o nome de “Black Series Rescue”. Com os retratos, a fotógrafa espera conseguir aumentar as chances dos animais pretos encontrarem novos lares.

Confira abaixo algumas fotos do projeto.


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Projeto coloca humanos no lugar de animais marinhos vítimas do plástico

O fotógrafo Rúben Caeiro, de 23 anos, desenvolveu um projeto para tentar estimular a empatia e a compaixão nos seres humanos, colocando-os no lugar dos animais marinhos que sofrem com a contaminação do plástico nos oceanos. Denominado “CH2=CH2”, o projeto tem por base a premissa: “e se, em vez de animais marinhos, fôssemos nós, os seres humanos, a sofrer na pele, no corpo, os danos que resultam do contato com o plástico?”

Foto: Rúben Caeiro

De tudo que foi fotografado por Rúben, a imagem de uma tartaruga é uma das mais marcantes para o fotógrafo. “Ela estava deformada porque tinha um anel de plástico em torno do dorso”, conta, em entrevista ao portal Público.

“Não nos deixemos enganar: o plástico que está espalhado pelos oceanos não é, exclusivamente, um problema da fauna marítima. Os microplásticos já se tornaram, infelizmente, parte da nossa dieta e isso trará, mais cedo ou mais tarde, consequências cada vez mais graves para a saúde humana”, diz.

Foto: Rúben Caeiro

Em parceria com o abrigo programa Erasmus+, Rúben fez um ensaio fotográfico, com 50 retratos, que mostra seres humanos nas mesmas situações vividas pelos animais marinhos. O projeto ficará exposto, até o final de julho, na Escola de Tecnologias Inovação e Criação (ETIC), em Faro, cidade de Portugal.

“A intenção do projeto é alertar para este problema e para a necessidade urgente de refletirmos e tomarmos uma atitude. Eu já abandonei, em parte, o uso do plástico na minha vida, assim como as pessoas que estão em meu redor”, conclui o fotógrafo.

Confira outras fotografias do projeto:

Foto: Rúben Caeiro

Foto: Rúben Caeiro

Foto: Rúben Caeiro

Foto: Rúben Caeiro

Foto: Rúben Caeiro

Foto: Rúben Caeiro

Foto: Rúben Caeiro

Foto: Rúben Caeiro

Ensaio fotográfico garante novos lares para cães acolhidos por ONG

Um ensaio fotográfico garantiu um final feliz para a vida de muitos cachorros de uma ONG nos Estados Unidos. A Humane Society of Utah (Sociedade Humana de Utah, em tradução livre), abrigo para animais nos Estados Unidos, decidiu tentar sensibilizar possíveis adotantes através de fotos encantadoras. E a tentativa funcionou.

Nero: adotado (Foto: Guinnevere Shuster)

O abrigo trabalha especialmente com o resgate de cachorros e, por isso, precisa sempre encontrar novos tutores para os cães salvos de maus-tratos e do abandono. As informações são do Portal do Animal.

Como nova tática para encontrar lares para os animais, o abrigo decidiu apostar em um ensaio fotográfico. O trabalho resultou em belas fotos que chamaram a atenção dos internautas após serem divulgadas na internet.

O projeto contou com a ajuda do fotógrafo profissional Guinnevere Shuster. Foram feitas imagens fofas, curiosas e até mesmo engraçadas, que cativaram os possíveis novos tutores.

No entanto, apesar de dezenas de cães terem sido adotados graças às fotografias, outros ainda aguardam por adoção no abrigo.

Confira mais fotos abaixo:

Kenai: adotado (Foto: Guinnevere Shuster)

Angel: adotado (Foto: Guinnevere Shuster)

Spot: adotado (Foto: Guinnevere Shuster)

Hero: adotado (Foto: Guinnevere Shuster)

Dug: adotado (Foto: Guinnevere Shuster)

Fido: adotado (Foto: Guinnevere Shuster)

Artimus: adotado (Foto: Guinnevere Shuster)

Russo: adotado (Foto: Guinnevere Shuster)

Jack: adotado (Foto: Guinnevere Shuster)

Roxy: adotado (Foto: Guinnevere Shuster)

Droopie: adotado (Foto: Guinnevere Shuster)

Annie: adotado (Foto: Guinnevere Shuster)

Os irmãos, CJ e Badger: adotados (Foto: Guinnevere Shuster)

Chip: à espera da adoção (Foto: Guinnevere Shuster)

Lacey: adotado (Foto: Guinnevere Shuster)

Charlie: adotado (Foto: Guinnevere Shuster)

Bit O’Honey: adotado (Foto: Guinnevere Shuster)

Bandit: adotado (Foto: Guinnevere Shuster)

Little Bear: adotado (Foto: Guinnevere Shuster)

Charlie: à espera da adoção (Foto: Guinnevere Shuster)

Jax: adotado (Foto: Guinnevere Shuster)

Rhino: adotado (Foto: Guinnevere Shuster)

Jack: adotado (Foto: Guinnevere Shuster)

Floyd: adotado (Foto: Guinnevere Shuster)

 

Animais em busca de adoção participam de ensaio fotográfico em MT

Cachorros e gatos em busca de novos lares participaram de um ensaio fotográfico em Cuiabá, no Mato Grosso. As fotos foram produzidas no sábado (16) por dois professores e uma estudante universitária, em parceria com a ONG Cão Cuidado Cão Amor. O objetivo é facilitar a adoção dos animais.

Foto: ONG Cão Cuidado Cão Amor/ Divulgação

O projeto foi idealizado pelos professores do curso de fotojornalismo, Rogério Florentino Pereira e Vinicius Appolari, e contou com a participação da aluno do curso Vitória Sobral. As informações são do portal G1.

A ideia é, por meio da divulgação do curso de fotografia da instituição, ajudar a entidade a doar os cães e gatos. A sessão fotográfica durou quatro horas, produziu aproximadamente 200 fotos e cerca de 15 animais foram fotografados.

De acordo com Rogério, os direitos autorais das imagens serão cedidos à ONG para divulgação dos animais.

A fundadora da entidade, Ângela Furtado, elogiou o projeto e disse que ele contribui para divulgar os cachorros e gatos que estão à espera de um lar.

A ONG Cão Cuidado Cão Amor foi fundada há seis anos por Ângela, que é professora. O local abriga 200 gatos e 80 cachorros. A entidade já resgatou cerca de 600 animais e conseguiu adoção para mais de 300 desde a fundação.

Famosos se transformam em animais vítimas de exploração em ensaio fotográfico

Bruno Gagliasso, Giovanna Ewbank e Fernanda Paes Leme foram alguns dos famosos que se transformaram em animais vítimas de exploração em um ensaio fotográfico nomeado “Sinta na Pele”.

Fernanda Paes Leme (Ampara Animal/Divulgação)

O projeto, promovido pela ONG AMPARA Animal, tem o objetivo de criticar a crueldade a qual animais são submetidos devido à caça, ao tráfico e ao abandono. Para isso, treze fotografias de artistas foram produzidas pelo fotógrafo Jacques Dequeker. As informações são da Revista Cláudia.

A ideia de colocar humanos no lugar dos animais nas fotos tem o intuito de gerar reflexão na sociedade, fazendo com que as pessoas despertem a empatia e a compaixão e, assim, coloquem-se no lugar desses animais para sentir na pele não só o sofrimento que eles vivenciam, mas também o descaso ao qual são submetidos devido à falta de comprometimento da sociedade como um todo no combate à exploração animal.

Bruno Gagliasso (Ampara Animal/Divulgação)

Nas fotos, os artistas se transformaram tanto em animais domésticos quanto em silvestres. De acordo com a AMPARA Animal, indústria como a da moda, do carnaval e do comércio animal ferem e prejudicam milhões de animais anualmente.

“Muitas vezes precisamos de um choque de realidade para mudarmos nossas ações. Causar incômodo e reflexão é a nossa intenção. Fazer com que as pessoas se coloquem no lugar dos animais e se tornem mais humanas”, afirmou Juliana Camargo, CEO da AMPARA Animal.

As fotografias estão expostas no Teatro Prevent Senior Rua Coropé, 88, em Pinheiros, São Paulo.

José Loreto e Rômulo Arantes Neto (Ampara Animal/Divulgação)

Cãozinho paraplégico estrela ensaio fotográfico para conseguir um lar

Cachorrinho estrelou campanha em busca de um lar para morar — Foto: Anne Macedo/ Arquivo Pessoal

Não parece estranho para você imaginar um cãozinho estrelando um ensaio fotográfico, não é mesmo? Os peludos já tomam conta de catálogos reais e virtuais há anos, além de estarem estampados nas embalagens de vários produtos voltados para o setor “pet”. Apesar disso, um trabalho feito por uma fotógrafa montes-clarense com um cachorrinho paraplégico chamou atenção de muita gente, tanto pela graciosidade do “modelíneo” quanto pela grandeza da causa.

O SRD Jamaica foi alvo dos cliques da fotógrafa Anne Almeida no último sábado (5). Os dois estiveram no Parque Municipal Milton Prates, em Montes Claros, para que as imagens fossem feitas. O objetivo maior era encontrar um lar definitivo para ele. O peludinho de cadeira de rodas não economizou alegrias durante o ensaio e interagiu com muita gente.

“O grupo de protetores entrou em contato comigo e pediu para fazer ensaio com o Jamaica. O objetivo é que chegasse a uma família iluminada. Combinamos, fui no parque, e fiquei encantada com ele. Ele é independente, feliz, ama a vida. Foi até difícil fazer o ensaio porque ele nunca tinha ido ao local e ficou muito feliz, eufórico. As crianças vinham perguntar porque ele estava na cadeirinha, brincavam, adulavam. Nosso objetivo é que toque o coração das pessoas”, conta.

Anne confessa ainda que foi difícil concluir o trabalho, dada a emoção ao sentir a energia do Jamaica.

“Para mim foi até difícil fotografar, devido à emoção. Nenhum animal merece passar pelo que ele passou. Como eu sou muito sensível, eu estava feliz em ajudar, mas emocionada também pela situação dele. Sou budista e acredito que os animais são seres especiais, assim como nós humanos. Depois das fotos, eu sempre penso nele, peço para que a família apareça. Dá para ver que ele carrega um amor intenso demais”, diz a fotógrafa.

História sofrida

As imagens mostram muita alegria e disposição do cãozinho para brincar no parque. Quem vê o animal assim, tão animado, não imaginaria o quanto ele sofreu. Em agosto de 2018, o Jamaica foi encontrado pela Marília Diniz em um ponto de ônibus. A protetora de animais e professora infantil foi acionada porque o cãozinho havia sido atropelado e ficou por mais de uma semana sofrendo com os ferimentos sem receber ajuda.

“Vimos um pedido de resgate. Ele estava no Bairro Independência. Ficou no ponto de ônibus mais de uma semana com uma pessoa alimentando ele, mas não era o bastante, porque estava muito ferido. Resgatamos em agosto, ele foi para clínica mas não conseguiu ter as patinhas de volta pela fratura que sofreu na coluna. A pessoa que atropelou simplesmente abandonou e foi embora, como sempre acontece”, lamenta a protetora de animais.

Marília conta que durante estes cinco meses, o Jamaica ficou na casa de outra protetora de animais em recuperação, tanto física quanto emocional. A solidariedade faz parte da história do cãozinho do início ao fim. A cadeira de rodas também chegou através de doações de uma seguidora do grupo de protetores nas redes sociais.

“Ele arrasta as patinhas de trás, então não podia sair na rua porque poderia ferir mais ainda. Ficava só dentro de casa com as meinhas de proteção. Uma seguidora que acompanhou a história dele disse que tinha a cadeira de rodas que era de um cachorrinho que faleceu, aí ela doou para ele. Enviou pelos Correios”, relembra.

Novo lar

Agora, segundo a cuidadora, o Jamaica está pronto para levar alegria para um lar que o acolha de verdade. “Estamos esperando para ver se alguém se mobiliza. A adoção de um animal sem raça definida já é difícil, e um especial mais ainda. Mas é possível, temos história no próprio grupo de cachorrinhos deficientes que foram acolhidos. Já lançamos as fotos e vídeos nas redes”, conta.

Para mais informações sobre o Jamaica ou sobre como adotá-lo, o grupo de protetores Eu Salvo tem uma fanpage nas redes sociais. Cerca de 20 voluntários alimentam a página desde 2017, com postagens de pedidos de adoção, fotos de animais perdidos, de animais encontrados e histórias de solidariedade no mundo animal.

Fonte: G1