Cachorro é enterrado vivo em área de mata em Catalão (GO)

Um cachorro foi enterrado vivo em uma área de mata em Catalão, no estado de Goiás. O animal foi encontrado na última semana por três pessoas que, comovidas com a situação, decidiram ajuda-lo.

Foto: Arquivo pessoal

O eletricista Hugo Galdino Vieira, de 26 anos, contou que encontrou o animal, junto com um primo e uma tia, e que o cão chorava e estava apenas com a cabeça para fora da cova. Socorrido com vários ferimentos pelo corpo, ele foi levado para um hospital veterinário.

A tia de Hugo ouviu, na manhã de quarta-feira, o cachorro chorando. Saiu de casa para averiguar a situação, mas não encontrou nada. No entanto, quando entrou novamente na residência, ouviu o choro de novo e iniciou novas buscas, foi quando encontrou o cão.

Resgatado por Hugo, o cachorro recebeu o nome de Vitório. “Ela viu duas pessoas na mata perto da casa dela. Então ela e meu primo foram lá e ajudaram a desenterrá-lo. Ele estava quase morto, piscando os olhos bem fracos. Então ela me chamou, pegamos ele e levamos para a clínica”, disse ao G1.

 O eletricista, que decidiu acolher o animal, não consegue entender como alguém foi capaz de enterrar Vitório vivo.  “É muito revoltante as pessoas fazerem isso, não tem coração. Um animal indefeso. Deveriam ter ajudado ele”, desabafou.

De acordo com Hugo, o cachorro sofreu fraturas, está internado e terá que passar por cirurgia. Para arcar com os custos do tratamento, de aproximadamente R$ 3 mil, o eletricista pede doações.

Foto: Arquivo pessoal

“Ele precisa ser operado, colocar pinos. Além disso, tem os custos com exames, medicamentos e as diárias de internação. Não temos condições de arcar com tudo”, afirmou.

Desde que o caso se tornou público, Hugo arrecadou pouco mais de R$ 700, doados por empresas e pessoas físicas. Outros contatos do eletricista também prometeram ajudar. O montante arrecadado, no entanto, ainda não é suficiente e, por isso, Vitório segue precisando de mais ajuda financeira.

O caso configura crime de maus-tratos a animais e, segundo o titular da Delegacia Estadual de Repressão a Crimes Contra o Meio Ambiente (Dema), o delegado Luziano de Carvalho, a situação deve ser investigada pela polícia de Catalão.


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Cachorro com deficiência salva a vida de bebê enterrado vivo na Tailândia

Um cachorro que não tem uma das patas salvou a vida de um bebê que foi enterrado vivo pela mãe na Tailândia. A deficiência não impediu Ping Pong, como é chamado o cão, de promover um ato heroico.

Foto: Reprodução / YouTube

O cachorro começou a latir de forma incessante e chamou a atenção de seu tutor, Usa Nisaika, que foi verificar o que estava acontecendo e ouviu o choro do bebê. As informações são da revista Galileu.

Diante da situação, o cachorro escavou a terra que estava sobre o bebê e conseguiu desenterrar as pernas dele. Moradores da Vila Ban Nong Khan socorreram a criança, levando-a para um hospital.

Na unidade de saúde, os médicos afirmaram que o bebê estava saúde. A mãe dele, que tem apenas 15 anos, confessou o crime. Ela alegou que tinha medo de sofrer represálias por ter ficado grávida. A jovem foi acusada de tentativa de assassinato e o bebê foi entregue à família dela.

Foto: Reprodução / YouTube

“A menina está em tratamento com um psicólogo e está com os pais dela. Ela ficou extremamente assustada. Ela se arrepende do que fez e disse que agiu por impulso, sem pensar. A garota teve medo que os pais descobrissem que ela estava grávida”, afirmou Panuwat Puttakam, da polícia de Cham Phuang.

O tutor do cachorro, que tutela Ping Pong desde que ele nasceu, disse que o animal sempre foi um ótimo amigo. “Ping Pong foi atropelado por um carro, então ele tem uma deficiência. Mas eu o mantive comigo, porque ele é muito fiel e obediente. Ele é amado na nossa vila e é incrível ele ter encontrado o bebê”, relatou.

Cão é internado em estado grave após ser enterrado vivo no interior de SP

Um cachorro da raça dálmata foi internado em estado grave após ser enterrado vivo no Bandeira Branca, na cidade de Jacareí, no interior de São Paulo. Dois homens foram detidos na quarta-feira (18) após serem apontados por uma testemunha como responsáveis por enterrar o cão. Eles confessaram o crime e vão responder por maus-tratos a animais.

Foto: Arquivo Pessoal

Um morador da região presenciou o momento em que os homens enterravam o cachorro, na terça-feira (16). Ao perceber que o cão estava vivo, ele o desenterrou e levou para uma clínica veterinária. As informações são do G1.

Após receber uma denúncia anônima sobre o caso, a polícia conseguiu, com a ajuda de testemunhas, identificar os responsáveis pelo crime, que foram levados para a delegacia para prestar depoimento.

Um dos homens que enterrou o cão é tutor dele. Em entrevista à TV Vanguarda, ele afirmou que o animal é idoso, estava doente e que decidiu enterrá-lo para “amenizar a dor que o animal sentia” e que, para isso, pediu a ajuda de um amigo. Os dois alegam que não sabiam como agir diante da situação do cachorro e que se arrependeram de terem o enterrado vivo.

Foto: Arquivo Pessoal

Billy, como é chamado o cachorro, tem 12 anos de idade. Ele recebeu o primeiro atendimento em uma clínica veterinária de Jacareí. A veterinária que o socorreu, que preferiu não ser identificada, afirmou que ele tinha ferimentos e cortes nas orelhas e no pescoço e que chegou à clínica inconsciente, em estado crítico. Depois de receber os primeiros cuidados, ele foi transferido para outra clínica.

O caso é investigado pela Polícia Civil. Os agressores foram ouvidos e liberados em seguida, já que se trata de um crime considerado como de menor potencial ofensivo pelo ordenamento jurídico. Eles responderão por maus-tratos a animais em liberdade.

Morre cachorro enterrado vivo pelo tutor em Jacareí (SP)

Billy, o dálmata agredido e enterrado vivo por dois homens, sendo um deles o tutor, morreu nesta sexta-feira (19). Com 12 anos, o cachorro foi resgatado na quarta-feira (17). O caso aconteceu em Jacareí (SP). Os agressores foram detidos e vão responder por maus-tratos a animais em liberdade.

Foto: Arquivo Pessoal

A clínica veterinária na qual o cão estava internado informou ao G1 que Billy teve um agravamento do quadro neurológico na noite de quinta-feira (18). Eles tinha ferimentos principalmente nas orelhas e no pescoço. A causa exata da morte ainda não foi identificada.

A família da antiga tutor de Billy pede justiça. O cachorro morava com um casal e ficou com o agressor quando eles se separaram, devido a um pedido do próprio homem, que demonstrou interesse em tutelar o animal.

Foto: Arquivo Pessoal

“Quero que ele pague pelo o que ele fez, não tem cabimento”, disse a mulher. Ela foi a responsável por denunciar o caso à polícia. Após o crime, ela também socorreu outra cadela que estava vivendo com o ex-companheiro.

Os dois agressores confessaram o crime e alegaram arrependimento. O tutor afirmou que Billy era idoso e tinha problemas de saúde e, por isso, ele decidiu enterrá-lo.

De acordo com a Polícia Civil, a pena inicial prevista para o caso é de três meses a um ano. A punição, porém, pode ser agravada, com ampliação da pena, devido à morte do animal.

Cão é resgatado após ser enterrado vivo no RS e ganha o nome “Fênix”

Um cão foi encontrado enterrado vivo em um terreno baldio na cidade de Canela, na serra gaúcha. O animal, de médio porte e sem raça definida, foi resgatado no início da tarde de sexta-feira (15) por agentes da Polícia Civil após uma denúncia indicar que o cão estaria soterrado no bairro São Rafael.

De acordo com a veterinária Bianca Schneider, o cão deu entrada no Hospital Veterinário Dr. Álvaro Abreu, no município de Canela, em estado crítico. “Ele estava em estado de choque, com taquicardia e taquipneia. Fizemos os exames e foi constatado que o cão sofreu traumatismo craniano e deslocamento da cabeça do fêmur do membro posterior esquerdo”, explicou a veterinária, que prestou os primeiros socorros. Além disso, o cão está com vários hematomas na cabeça e no tórax. “Tudo indica que ele foi espancado antes de ser enterrado vivo”, diz a veterinária.

Imagem: Divulgação/ONG Amigo Bicho

“Fênix”, como foi batizado pelos funcionários do hospital veterinário, ainda na tarde de sábado (16), permanecia em estado grave. O cão está em coma induzido, com o uso de anticonvulsivantes. “Mantemos ele sob observação, pois quando acorda, convulsiona e tremula muito”, comentou a veterinária.

O nome “Fênix” foi dado ao cão pelos funcionários do hospital veterinário em alusão a uma ave da mitologia grega que após a morte ressurgiu das cinzas.

INVESTIGAÇÃO

Conforme o delegado Vladimir Medeiros, da Delegacia de Polícia do município de Canela, após a denúncia, a primeira providência de sua equipe foi resgatar o animal soterrado e levar para o hospital veterinário para atendimento. “Levamos o cão para este local por indicação da ONG Amigo Bicho, que trata os animais daqui da cidade. Tão logo recebemos informações de que o autor deste crime teria sido um homem, que inclusive já tem antecedentes criminais como estupro, tentativa de homicídio, roubo, furto, receptação, ameaça e disparo de arma de fogo”, afirmou o delegado. A identidade do criminoso não foi revelada pela polícia.

Ainda na tarde de ontem, o autor do delito foi detido por agentes da Polícia Civil. O homem estava em casa, no bairro São Rafael e foi conduzido para a delegacia de Canela para prestar depoimento. Durante a oitiva, o acusado preferiu ficar em silêncio. O Delegado Vladimir Medeiros, ressaltou que o autor do delito responderá pela prática de maus-tratos a animais, referindo que a legislação proíbe o encaminhamento do responsável ao presídio por se tratar de infração de menor potencial ofensivo. O termo circunstanciado que apura os fatos será feito junto ao Cartório de Vulneráveis e Questões Ambientais da Delegacia de Polícia de Canela, que atua nesses casos em parceria com a ONG Amigo Bicho.

A presidente da ONG Amigo Bicho, Michelie Valente, explicou à reportagem do UOL que após o cão receber alta do hospital veterinário, ficará sob os cuidados dela e posteriormente irá para adoção. “Ele estava cheio de terra e ainda corre risco, mas o rápido trabalho da Polícia Civil e o pronto atendimento no hospital veterinário foram fundamentais”, disse a ativista.

A ONG Amigo Bicho, em Canela, atualmente cuida de 230 cães vítimas de abandono e maus-tratos. A organização depende de doações para manter o funcionamento.

Fonte: UOL

Tutor de cão enterrado vivo é multado em R$ 10 mil em Alagoas

O tutor de um cachorro que morreu após ser enterrado vivo em Barra de São Miguel, no estado de Alagoas, foi multado em R$ 10 mil. A Justiça determinou ainda multa de R$ 4 mil para o responsável por enterrar o animal. O valor será destinado ao Projeto Acolher, que resgatou o cão. A decisão, emitida na quinta-feira (31), é do juiz Helestron Silva da Costa.

Foto: Reprodução/Instagram

Dogão, como era chamado, foi encontrado enterrado no dia 8 de janeiro por moradores que ouviram o choro do animal. Ele foi socorrido e encaminhado a uma clínica veterinária em Maceió, mas morreu no último dia 21.

No dia 18, o homem que enterrou o cachorro foi indiciado pela Polícia Civil. Ele é amigo do tutor de Dogão e afirmou que não sabia que o animal estava vivo.

“Ele relatou que pensou que o cachorro tinha morrido e ligou para o tutor, que falou para ele enterrar. Ele, então, enterrou o animal no dia 7 de janeiro”, contou ao G1 o delegado José Carlos Sales dos Santos.

O tutor do cachorro deverá pagar, a pedido do Ministério Público, 12 parcelas de R$ 834. O homem que enterrou o animal pagará 12 parcelas de R$ 334. Os valores serão depositados em uma conta judicial e, após pagamento total, serão destinados à entidade de proteção animal.

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Cão enterrado vivo em Alagoas morre devido a complicações na saúde

Dogão, o cão da raça rotweiller, morreu na manhã da última segunda-feira (21). Ele havia sido resgatado por voluntários da ONG Projeto Acolher após ter sido enterrado vivo em um terreno baldio na Barra de São Miguel, em Alagoas (AL).

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Foto: Facebook | Reprodução

O cachorro foi salvo no dia 8 de janeiro, depois que moradores da região ouviram seu choro e o resgataram, a partir daí, o cão passou para os cuidados do Projeto Acolher. De acordo com a ONG, o cão morreu devido a complicações em seu estado de saúde.

À época de seu resgate, os voluntários do Projeto Acolher disseram que o estado de Dogão era gravíssimo, chegando a suspeitar que o cão sofria de cinomose, mas a hipótese foi descartada por exames. Até esta segunda-feira (21), não houve nenhum diagnóstico preciso sobre a doença da qual sofria Dogão, cujo corpo apresentava inúmeras feridas e infestação de carrapato.

A ONG informava aos seguidores do Instagram sobre o quadro de saúde do animal. “Pessoal, o Dogão está muito ruim! O xixi dele é só pus! Ele parece não querer viver. Imploramos por muita oração pelo nosso Dogão!”, escreveu o Projeto Acolher no final da noite de domingo (20).

O criminoso que enterrou o cachorro vivo foi indiciado pela Polícia Civil de Alagoas por maus-tratos. O inquérito foi concluído e será remetido para análise ao Ministério Público.

Punição para o crime

Em dezembro de 2018, foi aprovado um projeto de lei que aumenta a pena para crimes de maus-tratos contra animais. Atualmente, a pena para esse crime é de dois meses a um ano de prisão.

O projeto de autoria do senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) pretende aumentar a pena entre um a quatro anos de prisão, além de uma multa de até mil salários mínimos. O projeto ainda aguarda aprovação da Câmara dos Deputados

Homem que enterrou cachorro vivo em Alagoas é indiciado pela polícia

Dogão, cachorro enterrado vivo na Barra de São Miguel, em Alagoas, tenta se recuperar de ferimentos — Foto: Reprodução/Instagram

A Polícia Civil indiciou o homem suspeito de enterrar vivo um cachorro da raça rottweiller na Barra de São Miguel, Litoral Sul de Alagoas. O inquérito foi concluído e remetido à Justiça e o autor deve responder por maus-tratos a animais.

A informação foi confirmada pelo delegado José Carlos Sales dos Santos, titular da delegacia da cidade. O nome do autor do crime não foi revelado pela polícia.

“Nós já procedemos com as investigações. O autor é amigo do tutor [do animal] e foi indiciado. Ele foi tipificado na Lei de Crimes Ambientais pelo crime de maus-tratos”, afirmou o delegado.

De acordo com as investigações, a pessoa que cometeu o crime alega que não sabia que o animal estava vivo.

“Ele relatou que pensou que o cachorro tinha morrido e ligou para o tutor, que falou para ele enterrar. Ele, então, enterrou o animal no dia 7 de janeiro”, ressaltou Sales.

O cachorro foi encontrado no dia 8 por moradores, que o ouviram chorar. Depois, ele foi resgatado por voluntários do Projeto Acolher, que o levaram a uma clínica veterinária. O animal foi apelidado de Dogão e seu estado de saúde é grave.

A ONG pede ajuda para continuar os tratamentos.

 

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Bom Dia gente. As notícias sobre o DOGÃO é que ele mesmo estando medicado, não está reagindo aos antibióticos. Já foi trocado o tipo e ele continua sem reagir. A infecçao urinária dele tá pesada, perdento mtoooo sangue, a fralda dele só tem sangue. Peço que rezem e ajudem. Segue internado na @clinicaanimaispontocom. Toda ajuda é bem vinda. . CONTAS PARA DOAÇÕES: . * CAIXA ECONOMICA AG: 1557 OP: 013 CONTA: 88103-5 NAÍNE TELES BARRETO DE LIRA . ~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~ * BRADESCO AG:2250 CONTA:30102-7 NAÍNE TELES BARRETO DE LIRA . ~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~ * BANCO DO BRASIL AG: 3393-6 VARIAÇÃO: 51 CONTA POUPANÇA: 43277-6 LÍVIO RÔMULO SILVA OLIVEIRA . ~*✅ Projeto Acolher passa cartão pelo whatsapp através do PAGSEGURO. (82-87595424) . ✅ Doem pela vakinha, para o DOGÃO, que aceita cartão de crédito: http://vaka.me/442828 ✅ Doem através do PAYPAL pelo email: naineteles@gmail.com ✅ Doem através do MERCADO PAGO pelo email: naineteles@gmail.com

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Fonte: G1