Mais de 50 gatos são encontrados mortos em um ano e moradores suspeitam de envenenamento

Moradores do centro de Palmas (TO) estão assustados com a quantidade de gatos que estão sendo encontrados mortos. Com o aumento dos casos, os moradores suspeitam que os animais estejam sendo envenenados. Dentro de um ano pelo menos 50 morreram.

A pedagoga Monique Vermuth cria gatos e esta semana soube que um deles foi envenenado. “Três casas depois da minha ela estava lá morta. É horrível porque o bichinho a gente tem como se fosse da família”, lamenta.

Foto: Reprodução/TV Anhanguera

A vizinhança está amedrontada e acredita que o autor dos crimes de maus-tratos seja a mesma pessoa.

A dona de casa Jucilene Soares tem uma cadela e conta que vai redobrar os cuidados. “Não vou mais andar com ela por aí, porque ela anda cheirando as coisas. Eu não sei quem vai botar veneno, quem está fazendo isso”.

“Sempre tinham animais ou pessoas andando com eles, agora a gente só vê as pessoas com os seus animais próprios na coleira”, disse um morador.

Maus-tratos é crime

A lei nº 2.468 de 10 de junho de 2019, que consta no Diário Oficial de Palmas, define como maus-tratos o abandono de animais, seja em vias públicas, residências fechadas ou inacabadas. Agressões diretas ou indiretas como espancamento ou uso de instrumentos cortantes ou uso de substâncias químicas, tóxicas, escaldantes e fogo também são crimes.

Os casos precisam ser denunciados na delegacia do Meio Ambiente para que os suspeitos sejam procurados, identificados e punidos. “O que deve fazer é filmar, gravar. Devem ter provas”, disse a advogada Vanielle Paiva.

Fonte: G1


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA!


Mais de 25 cães e gatos são mortos em uma semana em Campo Novo (RS)

Na última semana, foram encontrados 28 animais, entre cachorros e gatos, mortos na cidade de Campo Novo, no Rio Grande do Sul. Seis deles foram mortos na última quinta-feira (27). O caso, que revoltou a população, está sendo investigado pela Polícia Civil.

Foto: Pixabay

Há um suspeito de ter praticado a matança, segundo o delegado de Polícia Vilmar Schaefer. “Estamos dando prioridade para este caso, pois existe a efetiva possibilidade que tenha sido utilizado o pesticida estricnina, que é altamente tóxico e tem sua venda proibida”, disse ao portal Correio do Povo. “Se for confirmada que a morte é em decorrência do uso de estricnina, nota-se que é um psicopata que está fazendo isso”, completou.

De acordo com Schaefer, se o envenenamento for comprovado, o criminoso seja indiciado pelo crime de maus-tratos a animais, com pena de detenção de até um ano, além de multa. Em caso de morte do animal, a penalidade pode aumentar de um sexto a um terço.

Um laudo pericial sobre a morte de um dos cães está sendo elaborado pelo laboratório da Unijuí, em Ijuí, segundo o secretário do Meio Ambiente de Campo Novo, Leandro Dorneles. “O resultado dos exames deve ser conhecido na próxima semana”, afirmou.

A presidente da ONG Olhos que Falam, de Campo Novo, Tamara Correa Gonzatto, espera que o trabalho da polícia evite novas mortes. Segundo ela, animais em situação de rua e outros, que possuem lares, foram mortos. “É inadmissível que pessoas façam uma coisa dessas”, disse Tamara.


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


Audiência pública irá debater envenenamento de cerca de 100 animais em MG

Foto: Pixabay

Uma audiência pública será realizada na próxima semana em Ouro Fino (MG) para discutir os casos de envenenamento de aproximadamente 100 animais na cidade. O objetivo do evento é buscar soluções junto à população e a órgãos fiscalizadores. Proposta pela Comissão de Defesa dos Animais, da Câmara Municipal, a audiência será realizada na próxima terça-feira (2), às 19h. O evento ocorrerá na sede do Legislativo e será aberto ao público.

As mortes foram denunciadas pela Associação Amigos dos Animais de Ouro Fino, conhecida como Alquimia, através de um boletim de ocorrência.

“Sempre acontece, mas nos últimos três meses está demais. Só ontem eu registrei boletim de ocorrência de 20 gatos e uma cachorra”, conta a secretária da ONG, Sandra Luz Almeida. Segundo ela, não é possível contabilizar ao certo o número exato de casos, já que muitas pessoas não entendem que se trata de um crime e, por isso, não denunciam. “As pessoas não fazem denúncia. Em nossas páginas nas redes sociais, todo dia tem novos casos”, afirma. As informações são do Correio Braziliense.

A suspeita dos moradores é de que esteja sendo oferecido alimento envenenado com chumbinho, substância que tem a comercialização proibida em todo o país. “Na quarta-feira, envenenaram um gato, tinha um pedaço de linguiça com chumbinho dentro”, afirma Sandra.

Ao ingerir o veneno, os animais apresentam convulsão. Nem sempre é possível salvar a vida do animal, isso porque a maior parte dos criminosos age durante a noite, dificultando o socorro e até impedindo, muitas vezes, que o tutor perceba que o animal está sofrendo envenenamento.

Diante de tantos casos, o presidente da Comissão Permanente de Proteção e Defesa dos Direitos Animais, Vanderlei Candido de Almeida (PR), decidiu solicitar uma audiência. “Coloquei o requerimento na Câmara e teve aprovação unânime. Agora temos que discutir qual medida tomar”, diz Almeida.

Além da preocupação com a integridade física e a vida dos animais, o vereador se preocupa também com a possibilidade de crianças, por engano, ingerirem o veneno. “Tenho preocupação ainda de alguma criança comer. Temos certeza de que vamos sanar esse problema aqui na cidade”, explica.

O debate deve contar com a presença de autoridades como a Polícia Ambiental, o Instituto Mineiro da Agropecuária e fiscais da prefeitura. “Vamos tentar unir forças. Ouvindo todos vamos pensar em quais medidas devemos tomar”, afirma o presidente da Comissão.

A ONG Alquimia reforça ainda a importância de medidas educativas para conscientizar a população sobre os casos de envenenamento. A construção de um local para abrigar animais abandonados, protegendo-os dos riscos das ruas, e de um hospital veterinário, além de programas de castração, também são apontadas pela entidade como medidas necessárias.

“A ONG tem que andar junto com a comissão, junto com a prefeitura. Precisamos de apoio deles”, exclama a secretária Sandra Luz.

Investigação

De acordo com a Polícia Civil, o caso de envenenamento em massa de animais em Ouro Fino está em situação de diligência. A falta de provas, no entanto, tem sido um problema que está dificultando a identificação dos autores do crime.

“Por enquanto não temos suspeita alguma de quem seja o autor. Não temos testemunhas, nem imagens que comprovem. O que eu percebo é que a maioria dos cachorros e gatos ficavam abandonados em via pública”, afirmou o delegado Waldir Jorge Pelarico Junior.

A polícia orienta que os casos sejam registrados através de boletins de ocorrência.

De acordo com moradores da cidade, um comércio agropecuário tem comercializado chumbinho de maneira ilegal. Em 2015, o dono de um desses estabelecimentos foi preso por comercializar o veneno, mas pagou fiança e foi solto.

Envenenar animais é crime e tem pena de seis meses a um ano de detenção. “A pessoa que faz isso não é ser humano. E o pior que a gente não sabe se é um extermínio ou se são vizinhos que estão incomodados”, desabafa Sandra.


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


 

Três elefantes são encontrados mortos por envenenamento

Foto: AFP

Foto: AFP

Acuados e espremidos pela invasão humana em seus habitats naturais os elefantes acabam entrando nas plantações de alimentos cultivados que encontram por seu caminho, inocentes e herbívoros os animais querem apenas se alimentar.

Suspeitas apontam que esse pode ter sido o caso dos três elefantes que foram mortos por envenenamento nos arredores de uma plantação de óleo de palma na Malásia, conforme informações das autoridades do país divulgadas na sexta-feira (7).

Este é o último caso de que se tem notícias envolvendo esses belos animais, que estão ameaçados de extinção, sendo mortos perto de assentamentos humanos.

A polícia local do estado de Johor, no sul do país, encontrou os cadáveres dos animais e alertou os oficiais da vida selvagem na terça-feira, disse à AFP o diretor-geral do Departamento de Vida Selvagem e Parques Nacionais, Abdul Kadir Abu Hashim.

Acredita-se que os animais mortos façam parte de um grupo de 30 elefantes que vivem na reserva florestal próxima.

“Fizemos um exame ‘post mortem’ nos três elefantes do sexo feminino com idade entre 18 e 22 anos, e o resultado revelou que eles foram envenenados”, disse Abdul Kadir.

“Estou chocado e triste com este incidente. Se esta tendência continuar, todos os nossos elefantes selvagens serão exterminados.”

“As cercas elétricas usadas para manter os elefantes longe das plantações da aldeia não estavam funcionando e permitiam que os animais invadissem a área”, disse Abdul Kadir.

As amostras de fígado e rim dos elefantes estavam sendo examinadas para determinar o tipo de veneno usado, disse o ministro do departamento de Recursos Naturais, Xavier Jayakumar Arulanandam.

A Malásia tem sido palco de uma série de mortes de elefantes como consequência de assentamentos humanos ou plantações agrícolas se expandindo para os habitats das criaturas.

Ano passado, seis elefantes pigmeus foram encontrados envenenados em plantações de óleo de palma no leste do estado de Sabah.

Conservacionistas estimam que há apenas cerca de 1.500 elefantes selvagens na Malásia.

A Malásia abriga vastas áreas de floresta tropical e uma variedade de espécies exóticas da vida selvagem, que vão desde elefantes a orangotangos e tigres, mas o número de representantes de muitas espécies raras caiu drasticamente nas últimas décadas.

Muitos animais em extinção também são covardemente caçados pelas partes de seus corpos que são vendidas por valores elevados para o uso na medicina tradicional chinesa e em outros lugares da Ásia.

Abdul Kadir disse que o último incidente foi um ato criminoso de crueldade.

“Culpados neste incidente de envenenamento, cuidado. Vamos ‘caçar’ você”, avisou Kadir.

Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA


 

Homem é detido após ser acusado de estuprar e envenenar animais

Um homem de 82 anos foi acusado de estuprar e envenenar animais em Vila Velha, no Espírito Santo. Os crimes teriam acontecido no bairro Alvorada. O idoso foi detido pela polícia na quinta-feira (6).

Foto: Reprodução / Gazeta Online

Participaram da ação a deputada estadual Janete de Sá, que é presidente da CPI Contra Maus-Tratos aos Animais da Assembleia Legislativa do Espírito Santo (Ales), o delegado Eduardo Passamani, responsável pela Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente, o Conselho Regional de Medicina Veterinária (CRMV) e protetores de animais.

Janete conta que a equipe chegou à casa do homem às 11 horas, com um mandado de busca e apreensão contra ele. O idoso, no entanto, não estava no local, mas chegou momentos depois. As informações são da Gazeta Online.

“Há cerca de 15 dias recebemos uma denúncia onde uma moradora da região de Alvorada, contando que o idoso estava abusando dos dois cachorros dele, um macho e uma fêmea. Orientamos que ela fosse até a delegacia e fizesse um boletim de ocorrência. Foi aí que conseguimos o mandado”, disse.

Foto: Reprodução / Gazeta Online

A moradora que fez a denúncia tinha imagens no celular que provavam que a ação criminosa do homem. “Ele negou as acusações, mas quando viu as imagens não teve como desmentir. Contou que era ele mesmo”, destacou.

Buscas por produtos que seriam usados para envenenar animais foram feitas na casa do idoso, que foi levado para a Delegacia de Meio Ambiente e prestou depoimento. Em seguida, o homem foi liberado para responder pelo crime em liberdade.

Os cachorros foram resgatados e levados para o CRMV. Eles passaram por exames e, em seguida, foram encaminhados para um abrigo em Manguinhos, na Serra, onde irão aguardar por adoção.


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. Doe agora.


Matança de animais: mais de 20 cães amanheceram envenenados em Urucânia (MG)

A Associação Urucanense de Proteção Animal denunciou o envenenamento de mais de 20 cães na quinta (29), em Urucânia, na Zona da Mata de Minas Gerais. Oito deles não resistiram e morreram. A matança deixou ativistas e moradores assustados. Não é a primeira vez que cães são mortos na cidade. Episódios de envenenamento já aconteceram outras vezes, de acordo com os ativistas. Todos os animais vivem nas ruas e não têm tutores. Eles foram encontrados, numa mesma região da cidade, nas calçadas com sinais de envenenamento.

(foto: Associação Urucanense/Divulgação)

A advogada Val Consolação, da organização não-governamental Vida Animal Livre de Belo Horizonte, esteve em Urucânia para tratar do assunto com o prefeito, secretário de saúde, Polícia Militar e Câmara Municipal. “Este é um crime covarde, um dos piores. É muito difícil encontrar o criminoso. Há suspeitas, mas ainda não conseguimos identificar quem foi. Vamos continuar investigando”, informou a advogada.

Os ativistas pedem que se alguém tiver pistas sobre quem cometeu o crime entrar em contato. O artigo 32 da lei federal 9.605, de 2018, determina pena de detenção, de três meses a um ano, e multa para quem pratica ato de abuso, maus-tratos, fere ou mutila animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos. A lei estadual 22.231, de 2016, prevê multa de até R$ 3 mil para quem comete maus-tratos aos animais.

Os ativistas acreditam que os animais ingeriram chumbinho, veneno de elevada toxidade. “São pessoas maldosas que não suportam ver os animais nas ruas. Eles colocam chumbinho na carne para atrair e envenenar os cães”, diz Val.

Os animais salvos foram levados para veterinário em Ponte Nova e, depois, seguiram para um lar temporário para que possam se recuperar. “Se alguém souber quem fez isso, seria bom entrar em contato com a gente. A polícia também está investigando”, diz. Os animais esperam por adoção.

Fonte: Estado de Minas

Morador faz banners contra envenenamento após morte de animais

Moradores da cidade de Maringá, no Paraná, estão revoltados com casos de animais que estão aparecendo mortos no município. Na tentativa de coibir o crime, um deles fez banners contra o envenenamento de animais. “Você está fazendo com que crianças entrem em depressão pela perda de seu animalzinho”, alerta um dos avisos colocado pelo florista Edivaldo Ramos em frente a casa onde mora.

Foto: Reprodução / Massa News

Outra faixa colocada na residência por Ramos lembra que envenenar animais é crime. Segundo a lei, é crime praticar “ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos”. A punição varia de três meses a um ano de detenção, além de multa.

A Secretaria de Meio Ambiente da cidade afirmou que investiga os casos. As informações são do portal Massa News.

Um dos últimos casos registrados foi o de uma gata tutelada por Sara, de 11 anos. A criança procurou pelo animal e não o encontrou em casa. De acordo com a mãe da menina, Sara não brinca mais e só chora por sentir falta da gata.

A Prefeitura de Maringá orienta os moradores a denunciar os casos pelo telefone 156. Até o momento, nenhum suspeito pela prática do crime foi identificado.

Moradores denunciam morte de 16 gatos por envenenamento no Paraná

Moradores da Vila Americana, que fica no bairro Sítio Cercado, em Curitiba (PR), denunciaram a morte de pelo menos 16 gatos. Os casos teriam ocorrido no intervalo de um mês. Segundo as testemunhas, os animais estão sendo envenenados.

Indignados com a crueldade cometida contra os gatos, os moradores fizeram cartazes de protesto. “Se você não gosta de gatos, o problema é seu. Agora se você mata gatos, aí o problema é nosso”,  diz um deles ao G1.

Foto: Pixabay / Ilustrativa

Em alguns cartazes os moradores afirmam que há um assassino cruel na rua e pedem que o restante da vizinhança fique atenta e que, caso descubra quem é o responsável pelas mortes, denunciem, já que envenenamento de animais configura maus-tratos, o que é crime.

Um dos gatos mortos foi levado até uma clínica veterinária e a causa da morte, por envenenamento, foi confirmada. Segundo a tutora do animal, a médica veterinária que o socorreu informou que ele morreu intoxicado por chumbinho.

Para tentar evitar a saída dos gatos, no intuito de protegê-los, tutores começaram a colar telas nos portões. Eles pedem que a polícia investigue o caso.

Central 156

A Prefeitura de Curitiba informou que registra cerca de 30 denúncias de maus-tratos a animais por dia. A Polícia Civil orienta a denunciar os casos para o Disque Denúncia, através do telefone 181. O crime é passível de detenção de três meses a um ano.

“A denúncia pode ser anônima, o que a gente precisa mesmo é a maior quantidade de informação possível, com foto, vídeo. Quanto maior a quantidade de informações, mais fácil para a polícia conseguir identificar a autoria e responsabilizar quem está praticando esses crimes”, explicou o delegado Matheus Laiola.

Moradores denunciam morte de pelo menos 8 gatos em Campo Grande (MS)

Moradores denunciaram a morte de pelo menos oito gatos no bairro Guanandi, em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul. Quatro gatos e quatro cachorros morreram. A suspeita é de envenenamento.

Foto: Reprodução / Campo Grande News

Segundo a educadora Ana Carolina Lima Pereira, de 29 anos, os assassinatos começaram recentemente. “Um cachorro da vizinha amanheceu morto”, disse. No dia seguinte à morte do cão, ela encontrou o próprio gato morto no quintal da casa dela. O animal apresentava uma baba na boca, que é característica de envenenamento.

“Não sabemos o que é e nem quem pode estar fazendo isso. Estou com medo porque tenho outros quatro gatos e ainda um cachorro”, lamentou.

Ana Carolina contou que todos os casos aconteceram durante a madrugada. A moradora se comprometeu em procurar a polícia e denunciar o caso para que as mortes sejam investigadas.

Cid Moreira relembra morte por envenenamento de suas cadelas

O jornalista Cid Moreira relembrou a morte trágica de duas cadelas dele. Os animais foram envenenados em um curto espaço de tempo e, apesar dos esforços para salvá-los, morreram.

Reprodução/Youtube

Ao recordar momentos de sua carreira, o jornalista revelou o caso. Segundo ele, os assassinatos foram uma retaliação a uma notícia que ele anunciou. Os fatos foram relatados por Cid através das redes sociais. As informações são da revista Caras.

“Certa vez, eu estava anunciado, durante o JN, um ‘bandido’ perigoso que havia sido pego pela polícia. E no dia seguinte a vira-latinha que eu amava apareceu morta envenenada. Corri com ela para o veterinário e não adiantou. Eu morava em Jacarepaguá. Dois dias depois mais uma morreu. Uma policial capa preta. Ela apareceu, pela manhã, quase morta na porta de minha casa, arranhando a porta e gruindo. Fiquei muito assustado, é claro!”, contou.

Como se não bastasse a tristeza pela perda das cadelas, Cid descobriu, ao chegar na TV Globo para trabalhar, no dia seguinte à morte do segundo animal, que o caso se tratava de vingança.

“Chegando à TV naquela tarde, encontrei uma colega jornalista que me disse o seguinte: ‘Estive lá em Bangu e um preso perguntou para mim como estavam as cachorras do Cid Moreira. O que aconteceu?’”, disse.

Assustado, o jornalista decidiu mudar de endereço ao saber que o pai do homem havia sofrido um enfarto ao ouvir Cid dizer que ele era um criminoso, o que fez com que o rapaz ficasse com raiva e se vingasse.