Cadela grávida que é agredida e corre risco de ser morta precisa de resgate em SP

Uma cadela grávida que está sendo agredida na rua e ameaçada de morte precisa de resgate em São Paulo. Ela está no bairro Encosta Norte, no Itaim Paulista, e corre o risco de ser envenenada. Tem sofrido muito, porque não consegue fugir das agressões devido ao peso da barriga. Precisa de um lugar seguro para ter os filhotes. Interessados em ajudar devem entrar em contato com Ana pelo telefone 11 95876 – 9789.

Cerca de 20 gatos e 7 filhotes de capivara aparecem mortos em universidade no MT

Sete filhotes de capivara e aproximadamente 20 gatos foram encontrados mortos no campus da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), em Cuiabá. ONGs de proteção animal suspeitam de envenenamento.

(Foto: Pixabay / Ilustrativa)

A universidade publicou nota por meio da qual repudiou casos de maus-tratos a animais e afirmou que está aberto ao diálogo com todos os setores para buscar soluções para o problema. As informações são do G1.

“As denúncias recebidas pela UFMT são transformadas em processo e, a partir do empenho de suas unidades administrativas, apuradas”, diz a UFMT.

O campus da UFMT é foco não só de mortes de animais, possivelmente envenenados, mas também de abandono. Em períodos de feriados prolongados, como o carnaval, o abandono de gatos aumenta no local.

Estimativas de ONGs e protetores indicam que existam entre 700 e 800 gatos vivendo em situação de abandono no campus atualmente. Número que tende a aumentar cada vez mais, já que muitos deles não são castrados e, por isso, acabam se reproduzindo. Além do abandono, que não para de ocorrer.

Diretora do projeto Lunnar, Yedda Fonseca Vivela afirmou que a entidade sente falta do apoio da universidade no trabalho de resgate e ajuda aos animais abandonados, já que a instituição possui um hospital universitário que poderia ser usado em prol desses animais. A ONG se sustenta com a ajuda da sociedade e a partir da venda de frascos de desodorante recolhidos pelos membros.

Seis gatos são encontrados mortos em universidade em Cuiabá (MT)

Seis gatos foram encontrados mortos na última semana no campus da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), em Cuiabá. O caso foi denunciado por protetores de animais ligados ao Projeto Luta e União de Amigos para Animais em Risco (Lunaar), que cobrou um posicionamento da universidade.

(Foto: Reprodução / Olhar Direto)

A protetora Susielene Rodrigues Monteiro contou que não havia registros de envenenamento de animais na universidade desde o ano passado. “Isso já tinha parado de acontecer, mas só essa semana já encontramos seis gatos mortos lá no campus. As pessoas têm que saber que isso está acontecendo, são animais que estão sendo maltratados e mortos na UFMT. Gastamos em torno de R$ 2 mil por mês com ração e sabemos que tem gente lá dentro jogando as rações fora e olhando feio para os protetores que vão lá para ajudar os animais”, afirma.

Imagens feitas pelos protetores registraram corpos de gatos mortos no local. “No ano passado fizemos manifesto contra o envenenamento e inclusive pedimos uma ação da universidade em prol desses animais. Ação para tentar alimentar e castrar esses animais, ações em prol da adoção, contra o abandono e contra o envenenamento, mas não tivemos respostas, a reitora não quis se reunir conosco”, diz. As informações são do portal Olhar Direto.

Além dos casos de envenenamento e maus-tratos, muitos animais são abandonados na universidade, segundo a protetora. Na última semana, uma caixa com filhotes de gato foi deixada no local. “Diversos gatinhos recém-nascidos são abandonados lá, muitos morrem de fome por não terem a mãe para amamentar, é um desespero. Os que são abandonados junto com a mãe muitas vezes morrem atacados por gatos machos. Ficam na chuva, passam frio, é desesperador”, conta.

“Eles não fazem mal para ninguém, são abandonados lá, passam fome e sede, não merecem morrer. As pessoas precisam ter mais compaixão com os animais que não pediram para estar lá, essa gatinha preta que morreu envenenada era um amor, super dócil”, lamenta.

Além dos gatos mortos, a protetora lembrou que dois filhotes de capivara também foram encontrados sem vida na universidade. A suspeita é de que os animais tenham ingerido veneno. “É muito triste, olha essa mãe do lado do filhote morto. As pessoas precisam saber que isso está acontecendo e fazer alguma coisa, isso não pode continuar assim”, afirma.

A universidade se pronunciou sobre o caso e afirmou que as denúncias sobre crimes de maus-tratos contra animais dentro do campus serão apuradas. Confira a nota na íntegra:

“A Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) repudia quaisquer atos de maus tratos aos animais, que se configuram crimes, com pena de detenção e multa previstas em lei, e devem ser denunciados às autoridades competentes. As denúncias recebidas pela UFMT são transformadas em processo e, a partir do empenho de suas unidades administrativas, apuradas.

A Universidade também discute a temática, visando a promover conscientização e reduzir as ocorrências de violência, de qualquer espécie, contra animais. Como foi o caso da realização da palestra “Manejo de animais abandonados em campi universitários: o que fazer?”, ministrada por especialista convidado pela UFMT, que teve por objetivo ampliar a discussão e envolver a sociedade em geral nessa luta que é de todos. O referido evento foi resultado de grande mobilização da comunidade universitária, incluindo a Administração, o Hospital Veterinário (Hovet) da Faculdade de Medicina Veterinária, entidades e militantes de defesa dos animais.

A UFMT segue aberta ao diálogo com todos os setores – poder público, comunidade acadêmica e entidades não-governamentais – para buscar soluções para o abandono de animais no Câmpus de Cuiabá, uma vez que, além de um problema de responsabilidade social, é de saúde pública. Além disso, a Instituição pede a colaboração de todos para denunciar os maus tratos.”

Três cadelas são encontradas mortas em condomínio de Sobradinho (DF)

Foto: Arquivo Pessoal

Três cadelas foram encontrados mortos no Condomínio Recanto dos Nobres, em Sobradinho. A chef de cozinha Luciana Rodrigues, 23 anos, tutora dos animais, acredita que as cadelas tenham sido envenenadas durante à noite. Os corpos foram encontrados nas primeiras horas da última terça-feira (19).

“Eu cheguei em casa por volta das 1h30 da manhã e já estranhei logo de cara. Geralmente eles fazem barulho quando as pessoas chegam, mas dessa vez não escutei nada”, relata. Luciana conta, também, que encontrou pedaços de pão misturados à ração das cadelas, que, segundo ela, não foram colocados pelos moradores da casa.

A pastora alemã Juh, 13 anos, a lhasa apso Bela, 7, e a vira-lata Kurama, 5, foram encontradas com sangue e uma grande quantidade de saliva na boca. O acesso ao canil só é possível por um vão no teto.

O síndico do condomínio, Gustavo Alves de Souza, exerce a função há um ano e meio. Caso as mortes tenham sido mesmo por envenenamento, ele não descarta que o suspeito seja alguém de fora. Apesar disso, Gustavo acredita que tenha sido alguém da comunidade.

O síndico teve acesso às imagens de segurança do circuito interno, mas não verificou nenhuma movimentação estranha na casa.

“Recomendei a Luciana que abrisse um processo para investigação do caso. Tudo é muito recente, ela ainda está em choque com tudo isso que está acontecendo”, destacou.

Desolada, Luciana contou ao Correio como foi a noite anterior à tragédia. “Elas estavam super saudáveis. Minha mãe disse que escutou uns barulhos estranhos na casa durante a madrugada. Foi como um sexto sentido. Fomos verificar durante a manhã e estavam todas mortas. Infelizmente a segurança do condomínio é muito precária”, finaliza.

O valor do exame toxicológico veterinário foi estimado em 700 reais para cada animal, fazendo com que a família desistisse de realizar os testes. “É revoltante, porque não temos dúvida sobre a causa. Não é a primeira vez que acontece isso no condomínio, eu sei de sete que já morreram lá dentro”, menciona.

Luciana tentou abrir uma ocorrência na 13ª DP (Sobradinho), mas agentes presentes no horário alegaram que não existem provas suficientes para investigar o caso. A Divisão de Comunição da Polícia Civil (Divicom) informou que entraria em contato com a delegacia para mais informações sobre o motivo de a ocorrência não ter sido registrada.

Fonte: Correio Braziliense

Moradores denunciam envenenamento de animais em Frutal (MG)

Moradores de Frutal, em Minas Gerais, denunciaram o envenenamento de cachorros e gatos no bairro José Sales Filho. Os casos preocupam a população, que teme pela vida dos animais que vivem na região.

(Foto: Pixabay / Ilustrativa)

Angela Maria Rufino era tutora de um dos cães mortos na cidade. “Não sei o motivo pelo qual estão envenenando os animais. A minha [cachorra] não deu tempo de salvar. Outro dia que eu havia saído pela manhã, tinha dois gatos mortos na esquina da minha casa também com veneno”, lamentou. As informações são do JM Online.

A moradora afirma que os animais não oferecem incomodo aos vizinhos. “A minha cachorra, por exemplo, não dava trabalho algum. Não mexia em lixo e era obediente. Os gatos também sempre ficavam dentro de casa”, disse.

O delegado regional Fabrício Oliveira Altemar lembrou que envenenar animais é crime. “A pessoa responde por crimes de maus-tratos contra os animais, previsto na lei 9.605. Desde que identificado, será conduzido para a delegacia”, explicou. Em seguida, é designada uma audiência para o acusado. “Sendo réu primário, vai ter direito à transação penal e o processo judicial vai transcorrer normalmente, até que haja uma condenação”, acrescentou.

Altemar reforçou que esse tipo de crime é realizado de forma clandestina, de forma discreta. “Se faz de forma astuta, jogando principalmente veneno misturado com uma carne ou outra comida, para que os animais comam e morram envenenados. Se houver algum suspeito, ele deve ser indicado à polícia, até mesmo de forma anônima, para que nós possamos tomar as providências necessárias”, concluiu.

Animais são mortos e tutores suspeitam de envenenamento em MS

Animais foram mortos no bairro Santo Antônio, em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul. A suspeita é de que eles tenham sido envenenados.

Charles (Foto: Arquivo Pessoal / Adriana Cavalcante / Correio do Estado)

Na última sexta-feira (15), um cachorro e uma gata tutelados pela pedagoga Adriana Cavalcante, de 21 anos, morreram. A tutora encontrou a gata Julieta babando e tremendo. O animal morreu minutos depois. “Foi tudo muito rápido”, lamentou. Logo depois, o cão Charles apresentou os mesmos sintomas e também morreu. “É muito triste! E está acontecendo com meus vizinhos”, comentou. As informações são do Correio do Estado.

A cadela Gordinha, tutelada por uma auxiliar administrativa de 31 anos que preferiu não ser identificada, também foi uma das vítimas. A cadela foi levada ao veterinário passando mal, mas não resistiu. Gordinha vivia com a família há mais de três anos. “É lamentável! Ela fazia parte da casa. Estamos muito tristes”, disse.

Gordinha (Foto: Arquivo Pessoal / Correio do Estado)

“Minha cachorra quase não saía de casa, quase não latia. Não sei quem está se sentindo incomodado para fazer um absurdo desses”, lamentou a tutora.

Os dois casos foram registrados na avenida Manoel Ferreira e em todos eles foi encontrada uma substância rosa próximo ao local em que os animais morreram.

Uma clínica veterinária na região, que atendeu quatro animais com sintomas semelhantes, que apesar dos esforços, morreram, fez uma publicação através das redes sociais para alertar sobre as mortes. Os veterinários perceberam que está sendo utilizada carne crua com veneno para matar os animais.

Um boletim de ocorrência foi registrado na 7ª Delegacia de Polícia Civil. Não há suspeitos de cometer os crimes até o momento.

Julieta (Foto: Arquivo Pessoal / Adriana Cavalcante / Correio do Estado)

Número de animais mortos sobe para 36 em Alta Floresta (MT)

O número de animais encontrados mortos, com sinais de envenenamento, em Alta Floresta, no Mato Grosso, subiu de 33 para 36 nos últimos dias. As mortes começaram a ser registradas no dia 10 de janeiro. De acordo com os tutores, os animais não apresentavam sintomas de doença e, antes de morrerem, tinham convulsões e saía uma baba espessa branca da boca deles.

Exame vai indicar causa da morte de animal encontrado morto (Foto: ONG Amamos Animais/ Divulgação)

Amostras foram colhidas de um dos animais e enviadas para análise. Até o momento, a causa das mortes não havia sido confirmada devido a problemas em um equipamento da Diretoria Metropolitana de Laboratório Forense de Cuiabá, que realiza o exame toxicológico. Após manutenção, o aparelho voltou a funcionar e o resultado da análise deve estar pronto nos próximos dias. As informações são do portal G1.

Oito boletins de ocorrência foram registrados na Polícia Civil. Em um deles, uma moradora afirma que 15 cachorros foram encontrados mortos em apenas um bairro.

O grupo Animais está oferecendo recompensa de R$ 1,2 mil para informações precisas sobre o responsável por matar os animais. Além disso, mais R$ 2 mil está sendo dado por um empresário que se comoveu com o caso.

Tutores de animais encontram bolinhos com veneno em Jundiaí (SP)

Bolinhos envenenados com chumbinho foram encontrados por moradores dos bairros Jardim Ana Maria e Jardim Flórida, na cidade de Jundiaí, no interior de São Paulo. Tutores de animais estão preocupados e temem pela vida dos cachorros que tutelam. Os bolinhos estavam espalhados em calçadas que ligam três condomínios do município.

Bolinho com chumbinho (Foto: Paula Sampaio/Arquivo pessoal)

A cadela Tuca, de seis anos, chegou a pegar com a boca um dos bolinhos. A tutora dela, a autônoma Paula Sampaio, percebeu a tempo do que se tratava e conseguiu salvar a cadela. Segundo ela, outros 15 bolinhos com chumbinho estavam espalhados pelos arredores do condomínio em que ela mora.

“A minha cachorrinha pegou algo na boca e, quando eu me deparei, era mais um bolinho. Eu consegui tirar da boca dela, graças a Deus. Ela ficou em observação, mas ficou bem”, contou ao G1.

A cadela Jujuba, no entanto, não sobreviveu. O tutor dela, o consultor em tecnologia Cassio Henrique Almeida conta que no mesmo dia em que a cadela de apenas um ano perdeu a vida, outro cachorro também morreu envenenado no mesmo local.

Tuca (Foto: Paula Sampaio/Arquivo pessoal)

“Ela farejou uma isca com veneno na calçada. Do momento em que ela farejou até a morte, passaram-se apenas 15 minutos”, disse. De acordo com os moradores, os bolinhos são colocados em locais com grama e de grande circulação de cachorros.

Um Boletim de Ocorrência foi registrado no 1º Distrito Policial de Jundiaí e o caso será investigado. De acordo com o artigo 32 da Lei de Crimes Ambientais, é crime “praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos”. O uso do chumbinho também é proibido por lei.

A pena para o crime de maus-tratos a animais é de três meses a um ano de detenção, além de multa. Em caso de morte do animal, a penalidade pode sofrer aumento de um sexto a um terço. Porém, por se tratar de um crime de menor potencial ofensivo, o infrator não costuma ser preso, já que a pena acaba sendo revertida em, por exemplo, prestação de serviços comunitários.

Jujuba (Foto: Cassio Henrique Almeida/Arquivo pessoal)

Animais são encontrados mortos em Cachoeiro de Itapemirim (ES)

Animais estão sendo encontrados mortos por moradores do bairro Paraíso, em Cachoeiro do Itapemirim, município do estado do Espírito Santo. A suspeita é de que as mortes estejam sendo causadas por envenenamento.

Andreia e o gato que foi encontrado morto (Foto: Arquivo Pessoal)

Uma das vítimas é um gato que era tutelado pela design de unhas Andreia Barros. A tutora encontrou o animal morto dentro de casa. As informações são do jornal Gazeta Online.

“É uma revolta muito grande. Uma dor como se tivesse morrido alguém da família. Eu chorei dias. Meu filho chorou dias. É muito revoltante. Agora ficam as lembranças, porque foram quatro anos de muito cuidado, de muita dedicação. Era como se fosse um filho”, disse.

Além do animal morto, Andreia tutela outros dois gatos. Um deles foi arremessado com violência dentro do quintal da casa dela, por cima do portão. “Durante a noite eles jogaram de uma cerca que a gente tem aqui, porque eles sabem que a gente gosta de animal e, desde então, eu estou com ele. Só que como ele é muito pequenininho, eu fico com pena dele ser morto. Porque ele não tem defesa. Ele está todo torto e a gente fica com medo de perder ele também”, completou.

O gato de outra moradora do bairro, que preferiu não se identificar, também foi morto. “Eu tive um no final do ano passado, chegou passando mal em casa e tudo parecia ser envenenamento. E, em seguida, ele faleceu”, relatou.

Os casos, no entanto, não se restringem ao município de Cachoeiro do Itapemirim. Em Marataízes, ao sul do estado, e em Barra de Itapemirim, animais foram encontrados mortos. No caso da última cidade, moradores encontraram comida com veneno. Em Marataízes, as mortes foram causadas por chumbinho, veneno que tem venda proibida. O uso dele pode levar a três anos de prisão. A comercialização também é punida, com prisão e multa de até mil salários mínimos.

Cão doente que escapou de envenenamento busca ajuda financeira para tratamento

Um cachorro foi abandonado na rua com cinomose, uma doença grave que pode ser fatal. Moradores da região em que o animal estava, em Recife (PE), planejavam envenená-lo por ele estar doente. Para que não fosse covardemente morto e pudesse receber o tratamento adequado, ele foi resgatado. A pessoa que ficou responsável por ele, no entanto, precisa de ajuda financeira para conseguir arcar com os gastos dos cuidados veterinários.

Interessados em ajudar devem entrar em contato com Geovanny Lima pelo telefone 81 98567-6905, pelo Instagram @ajudeos130 ou ainda através do Facebook.