Cachorrinho com sopro no coração é adotado por família de garotinha com a mesma condição cardíaca

Foto: Jaime Butler

Foto: Jaime Butler

Não muito tempo atrás, as circunstâncias realmente pareciam sem esperança para um cão que foi abandonado em um abrigo como indesejado.

Hutch chegou à Atlanta Humane Society (AHS), nos Estados Unidos em julho. Ele foi transferido de um abrigo na Carolina do Norte e, assim que chegou aos cuidados da equipe da AHS, ficou claro que havia algo errado com ele.

“Percebemos que ele estava tossindo muito e tendo problemas para respirar”, disse Christina Hill, diretora de marketing e comunicação da AHS, ao The Dodo. “Nossa equipe de médicos do abrigo o examinou e descobriu um sopro no coração.”

Sopros cardíacos podem ser muito perigosos para os cães e Hutch precisaria de um tipo especial de teste para ver o quão sério seu sopro cardíaco era. E o abrigo foi confrontado com uma escolha difícil.

Foto: AHS

Foto: AHS

“Os abrigos enfrentam situações muito difíceis quando têm um animal como Hutch sob seus cuidados”, disse Hill. “Pode ser dispendioso realizar exames para ver o que está errado, e ainda mais caro tratar o que é encontrado, além de ser extremamente difícil encontrar um adotante que esteja disposto e seja financeiramente capaz de levar um animal para casa que tenha um custo especial e uma condição médica potencialmente cara”.

Considerando os milhões de animais necessitados que entram nos abrigos todos os anos, uma situação como a de Hutch pode parecer intransponível. “Mas sabíamos que tínhamos que fazer tudo o que pudéssemos por ele e dar ao cãozinho a chance que ele merecia”, disse Hill.

O abrigo pediu socorro a um doador especial que estava disposto a dar a Hutch essa chance e pagar pelos testes e pelo tratamento.

Foto: AHS

Foto: AHS

No cardiologista, Hutch foi diagnosticado com estenose pulmonar, uma condição que significa que o fluxo sanguíneo estava parcialmente obstruído no coração de Hutch. Mesmo que seu coração estivesse um pouco machucado, os médicos acreditavam que poderiam consertá-lo.

Hutch foi levado à Universidade de Auburn, no Alabama, onde foi operado. “A cirurgia correu perfeitamente bem”, disse Hill. Mesmo assim, dado o seu histórico, Hutch precisaria ser monitorado durante toda a sua vida por quaisquer outros problemas que pudessem aparecer.

Como Hutch estava se recuperando de uma cirurgia em um lar temporário, a equipe da AHS sabia que ele precisaria de outro milagre – uma família disposta a adotar um cão com histórico médico e possíveis necessidades médicas especiais no futuro.

Foto: AHS

Foto: AHS

“Ainda tínhamos um grande obstáculo para cruzar”, disse Hill. “Nós esperávamos que levaria semanas, ou meses mais provavelmente, para encontrar que Hutch encontrasse a família perfeita para ele, mas supreendentemente, tudo o que foi necessário foi um post no Instagram.”

Jaime Butler viu o vídeo de Hutch e ele tocou o coração dele mais profundamente do que apenas um nível emocional – Butler tinha uma experiência pessoal com corações doentes como o de Hutch.

“Hey Hutch!” Butler comentou no post: “Minha filha também tem sopro no coração! Fico muito feliz que você tenha feito sua cirurgia! Hutch esta disponível para ser adotado?”

Foto: Jaime Butler

Foto: Jaime Butler

Hutch ainda estava se recuperando na época, mas assim que ele ficou pronto para uma nova família, a AHS imediatamente avisou Butler.

“Ela sabia que eles tinham sido feitos uma para o outro, e foi isso”, disse Hill. “Conectamos Jaime com o pai adotivo de Hutch e eles se apaixonaram por ele imediatamente”.

A equipe que resgatou Hutch não poderia ter imaginado um lar melhor para ele. Não só ele seria amado incondicionalmente, mas também seria entendido. Page, a mais jovem das quatro filhas de Butler, recebeu tratamento para o problema cardíaco logo depois de ter nascido, 15 meses atrás, e, como Hutch, ela precisará ser monitorada de perto no futuro para novos tratamentos.

Foto: AHS

Foto: AHS

Page e Hutch poderão enfrentar seus tratamentos juntos.

“Juntos, seus corações vão se curar”, escreveu o abrigo, “e seu amor um pelo outro os tornará mais forte a cada dia”.

É difícil imaginar uma família mais perfeita para Hutch, o aparentemente indefeso cão de abrigo que acabou por ter muita esperança, afinal”.

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Foto de cãozinho em situação de rua se agarrando a um ursinho de pelúcia se torna viral

Foto: Yvette Holzbach

Foto: Yvette Holzbach

Tudo começou com uma foto que só pode chamada de “ a mais triste imagem do mundo”. Um cão em situação de rua deita-se na calçada, aparentemente esquecido e sem amor. Sua única fonte de conforto é um ursinho de pelúcia similarmente descartado e esquecido que ele segura tão firmemente quanto pode.

A fotógrafa, Yvette Holzbach, escreveu: “Aqui está um cão abandonado consolando-se em um brinquedo gasto e descartado. Quantos dos cães que vemos também são jogados na rua depois de terem cumprido o seu propósito?”

A imagem foi compartilhada massivamente e se tornou viral, pessoas de toda a internet escreveram para expressar sua preocupação com o cachorro e descobrir o que havia acontecido.

Mas enquanto muitas pessoas agradeceram Holzbach por chamar a atenção para o pobre filhote, outras criticaram-na por não levar o cachorro para casa com ela no local. Como uma resgatadora de cães, Holzbach trabalha com uma organização chamada Forgotten Dogs da 5ª Ala, que ajuda cães sem-teto em um dos bairros mais pobres de Houston, Texas no EUA.

Ela regularmente tira e publica fotos de cães abandonados em suas patrulhas pela vizinhança. Ela e seus companheiros de resgate tentam encontrar os tutores de cães perdidos, obter cuidados veterinários, esterilizá-los ou castrá-los e, em muitos casos, conseguir lares temporários para eles e lares definitivos.

Mas a seriedade e abrangência do problema muitas vezes escapa às pessoas que não enxergam o que Holzbach faz. Depois que sua foto rodou a internet, muitos comentários negativos fizeram uma pergunta simples mas brutal: “Por que você não resgatou o cachorro?”. Então Holzbach sou o Facebook para explicar exatamente o que acontece todos os dias com as equipes de resgate que trabalham como ela e ajudar os críticos de plantão a entender a situação.

Como Holzbach escreveu na página da ONG Forgotten Dogs of the 5th Ward, “em uma rota de alimentação podemos alimentar até 50 cães em situação de rua. Desses 50 cães, temos sorte se conseguirmos salvar um, porque a triste verdade é que não há lares adotivos suficientes para colocar todos esses cães”. Se ela e seus colegas resgatassem todos esses cães, não teriam tem onde levá-los.

Em vez de tentar levar todos eles, eles tentam dar assistência médica a tantos quantos podem e, para aqueles que não podem mais ficar nas ruas, tentam resgatá-los e colocá-los em lares temporários.

Holzbach destacou como o problema é sério e como é triste fazer com que ela e seus colegas deixem os cães sem-teto nas ruas. Ela também convidou todos os críticos a virem e verem por si mesmos. “Se houver alguém que não entenda bem o que estamos enfrentando, damos as boas vindas a você para fazer um passeio conosco. Você ficará surpreso com o número de cachorros desabrigados que existem”.

Como se viu depois, o cachorro, que Holzbach chamou de Teddy por causa de seu amigo de pelúcia, tinha pelo menos um humano em sua vida que se importava. Quando Holzbach e seus colegas da ONG Forgotten Dogs voltaram para descobrir o que havia acontecido com o cãozinho em situação de rua, encontraram um homem de 87 anos chamado Calvin, que reconheceu o cachorro da foto e disse que era um dos muitos que ele estava se alimentando.

Como escreveu Holzbach, “esse era seu cachorro, junto com muitos outros que ele havia resgatado das ruas ao longo dos anos. Ao mesmo tempo, ele tinha até 20 em seu quintal”. Ela sabia que ele amava o cachorro e sua organização se ofereceu para esterilizar e castrar os três cachorros restantes em sua casa, de graça.

Este foi um episódio que ilustrou exatamente o que Holzbach estava falando. “Espero que, ao publicar a foto, a conscientização tenha sido levantada para a situação dos cachorros em situação de rua. Estamos enfrentando uma batalha difícil e só podemos esperar que chegue um momento em que nenhum cão terá que lutar para sobreviver nas ruas”.

Foto: Yvette Holzbach

Foto: Yvette Holzbach

Infelizmente, o Sr. Calvin faleceu em 2018, mas sua bondade para com os cães de Houston nunca será esquecida graças a Yvette Holzbach e aos esforços contínuos de sua organização para ajudar aqueles que foram deixados para trás.

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Mamãe pata ataca bombeiro para defender seus filhotes

Imagem ilustrativa | Foto: Pinterest/Divulgação

Imagem ilustrativa | Foto: Pinterest/Divulgação

Apesar de bem intencionado um bombeiro foi atacado por uma pata enquanto salvava seus patinhos que caíram em dreno de esgoto.

Na terça-feira, o Corpo de Bombeiros de Lauderhill, na Flórida (EUA), respondeu a uma ligação que pedia socorro para um grupo de patinhos havia caído em um bueiro na West Oakland Park Boulevard.

A equipe do corpo de bombeiros veio para resgatar as aves, mas, como diz o post no Facebook, “Nenhuma boa ação fica impune!”

No vídeo, o bombeiro Greg Marrero estava pegando e tirando os quatro patinhos para fora do escoadouro de água, um por um, quando a mamãe pata decidiu que ele estava muito perto de seues filhos.

Enquanto segura um patinho na mão, a pata voa em direção a Marrero e atinge o homem na cabeça.

A mãe pata enfurecida consegue derrubar os óculos de Marrero e, ao pousar, tem um pequeno enfrentamento com o bombeiro antes que o patinho esteja novamente no chão.

Dando um último grasnado e agitando as asas, a família de patos se afasta.

Imagem ilustrativa | Foto: Caters News Agency

Imagem ilustrativa | Foto: Caters News Agency

Outra razão pela qual o combate a incêndios é um trabalho arriscado ”, continuou o post no Facebook.

O bombeiro Marrero ficou surpreso, mas não ferido pela mamãe pata protetora.

O chefe dos bombeiros Jeff Levy disse ao jornal Miami Herald: “Você nunca sabe o que vai encontrar todos os dias”, disse ele. “Este é um exemplo do que poderia acontecer.”

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Gatinha presa em engrenagem de carro é salva por mecânicos

Foto: Midas of Frankfort

Foto: Midas of Frankfort

Um homem esperava tranquilamente por sua refeição na janela do drive-thru de um restaurante, no Kentucky (EUA), quando notou um funcionário dando-lhe alguns olhares estranhos. Ele rapidamente notou então, que miados altos e aflitos, estavam sendo reproduzidos pelo alto-falante do drive-thru – e eles estavam vindo de algum lugar embaixo do seu carro.

Ele parou e olhou debaixo do carro, e suas suspeitas foram confirmadas: havia uma gatinha presa debaixo do automóvel, e estava claro que a filhote não tinha como sair sozinha.

Foto: Midas of Frankfort

Foto: Midas of Frankfort

Felizmente, havia uma loja de mecânica, chamada Midas de Frankfort, bem ao lado do restaurante, e então o gerente do estabelecimento foi até lá para ver se algum dos mecânicos poderia ajudar.

Eles imediatamente concordaram em ajudar e trouxeram o carro até a loja para que pudessem trabalhar no resgate. Todos estavam incrivelmente preocupados com a pequena gatinha, e esperavam que eles pudessem libertá-la do carro o mais rápido possível.

Foto: Midas of Frankfort

Foto: Midas of Frankfort

“Ela tentou se arrastar por um buraco no chassi traseiro e se alojou ali mesmo depois de perceber que não poderia recuar para trás para sair”, disse D. Scott Bourne, proprietário e diretor da Midas of Frankfort, ao The Dodo.

A gatinha já estava presa há várias horas e estava notavelmente muito confusa e assustada. Enquanto a equipe de mecânicos trabalhava para desmontar o carro e libertá-la, eles conversavam com ela e acariciavam-na gentilmente, esperando ajudá-la a entender que estavam ali para ajudá-la.

Foto: Midas of Frankfort

Foto: Midas of Frankfort

“Ela era muito dócil porque estava muito cansada e desidratada”, disse Bourne. “Era mais de 32 °C graus do lado de fora e é difícil dizer o quanto estava quente sob o veículo”.

Finalmente, depois de mais de uma hora de trabalho desmontando partes do carro, os mecânicos conseguiram libertar a gatinha, e todos ficaram radiantes ao ver que ela parecia estar saudável e sem ferimentos.

O dono do carro ficou tão grato aos mecânicos por ajudar que se ofereceu para pagá-los, mas eles recusaram. Tudo o que eles queriam era ajudar a gatinha, e saber que ela estava em segurança e bem, era pagamento suficiente.

Foto: Midas of Frankfort

Foto: Midas of Frankfort

A gatinha, mais tarde chamada de Marigold, foi cuidada por seus salvadores durante a noite e depois levada diretamente ao veterinário logo pela manhã. O veterinário determinou que ela tinha cerca de 9 semanas de idade, e além de ácaros na orelha e alguns pequenos cortes e arranhões, ela estava em ótima saúde. Marigold de alguma forma sobreviveu à sua provação ilesa, graças ao amor e determinação de seus salvadores.

Marigold já foi adotada por alguns amigos de seus salvadores e está se acomodando maravilhosamente bem em sua nova casa. Ninguém sabe exatamente de onde ela veio ou como ela acabou presa debaixo do carro, mas de alguma forma ela encontrou seu caminho para onde deveria estar, e está muito feliz por ter uma nova família que a ama e protege.

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Guaxinim é resgatado após ficar preso no cimento

Foto: Southwest Wildlife Conservation

Foto: Southwest Wildlife Conservation

O guaxinim foi salvo pela equipe do Centro de Resgate Southwest Wildlife Conservation Center, em Scottsdale, Arixona (USA) após ter caído dentro de um compartimento cheio de cimento em um canteiro de obras da região.

“Nossa equipe de resgate saiu, recolheu-a, trouxe-a para cá e então tivemos que sedá-la e trabalhar para tirar todo aquele cimento dela”, disse Khymberly Lewis, do Centro de Conservação da Vida Selvagem do Sudoeste.

Foto: Southwest Wildlife Conservation

Foto: Southwest Wildlife Conservation

Os resgatantes disseram que não saber como ou por que o guaxinim – que na verdade era um guaxinim do sexo feminino e já idosa – poderia estar passando pelo canteiro de obras, mas sabiam que tinham que agir rápido para salvar sua vida.

Os funcionários do centro de resgate administraram soro e fluidos ao guaxinim resgatado e a aqueceram com um cobertor, mas não sabiam como tirar todo o cimento dela.

Foto: Southwest Wildlife Conservation

Foto: Southwest Wildlife Conservation

A equipe então depilou o animal e a mergulharam água morna de vinagre e sua pele e pelos saíram limpos como novos. Veterinários disseram que ela já foi mãe e já tem certa idade, com mais alguns cuidados médicos, ela vai se recuperar totalmente.

Foto: Southwest Wildlife Conservation

Foto: Southwest Wildlife Conservation

“Como ela não teve muita interação humana, então ela ainda se mostra muito medrosa e nervosa, estamos tentando limitar seu estresse ao máximo. Logo ela está fora do nosso centro de reabilitação e de volta a natureza”, disse Lewis.

“Vai levar alguns meses para ela conseguir o pelo todo de volta, e nós também queremos que ela ganhe um pouco de peso e a libertaremos quando estiver mais frio”.

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Filhote de baleia tem que ser sacrificado após ter a cauda decepada por barco

Foto: Francis Perez

Foto: Francis Perez

As imagens mostram o momento comovente que um filhote de baleia é encontrado flutuando impotente na água após sua cauda ter sido cortada por um barco.

A baleia-piloto-de-barbatana-curta foi descoberta por especialistas marinhos na costa de Tenerife, nas Ilhas Canárias, com a cauda decepada ainda presa e pendurada em seu corpo.

Foto: Francis Perez

Foto: Francis Perez

Ela lutava para nadar junto com seu grupo que ficava ao seu lado.

O fotógrafo subaquático Francis Pérez foi chamado para resgatar a baleia junto com um biólogo marinho e um veterinário da vida selvagem.

Eles puxaram o filhote para fora da água e colocaram no barco, mas o bebê não tinha chances de recuperação.

Foto: Francis Perez

Foto: Francis Perez

Tudo o que eles podiam fazer era manter o filhote sedado até morrer, poupando-lhe mais sofrimento desnecessário.

Pérez disse que foi “um dos dias mais tristes” no tempo em que ele tem documentado a vida oceânica nas Ilhas Canárias.

Ele disse: “Eu estava esperando que os cortes fossem causados por mordidas de tubarões, mas não, eles foram causados por um outro tipo de animal bem mais perigoso e cruel: o animal humano”.

Foto: Francis Perez

Foto: Francis Perez

“E de acordo com a necropsia, por um objeto pontiagudo, como uma hélice de um pequeno barco”. O filhote ferido estava migrando através da faixa marinha de Teno-Rasca, uma zona demarcada de conservação especial.

Esta zona é o lar de uma das mais importantes populações de baleias-piloto do mundo, mas o risco de colisões fatais com navios é alto devido ao tráfego intenso de balsas e embarcações marítimas.

O fotógrafo da National Geographic, Paul Nicklen, disse que a “imagem forte e chocante” de Pérez deveria ser um “toque de despertar” para a mudança urgente que precisa ser feita.

Foto: Francis Perez

Foto: Francis Perez

Ele disse: “O que todos nós precisamos fazer é nos tornarmos mais engajados. A imposição de regulamentações sobre os limites de velocidade das embarcações é muito difícil, mas tudo começa com a conscientização e pressão pública; o tipo que exige que as vozes de milhares de pessoas sejam ouvidas”.

“Cenas como essa me deixam tão irritado e triste como também extremamente motivado para fazer algo sobre isso e não que seja mais uma morte em vão”.

Estou trabalhando com o Sea Legacy para criar um movimento global de pessoas que pressionem as autoridades por mudanças legislativas criadas para evitar esse tipo de acidente.

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Equipe de resgate quebra parede de concreto para salvar gatinho filhote preso

Foto: Caters News Agency

Foto: Caters News Agency

As imagens mostram o momento comovente que um gatinho preso entre duas paredes de concreto é salvo por uma equipe de resgatantes.

Gaby Lera e Ernesto Poblano da LA Animal Services SMART usaram um martelo e um cinzel para quebrar um pedaço do concreto e libertar o gatinho filhote que acabou ficando preso ali em Los Angeles (EUA).

Um vídeo do resgate mostra o gatinho miando desesperado repetidas vezes, preso em um pequeno espaço entre as duas paredes, com sujeira e poeira por todo lado parecendo forçá-la a manter os olhos fechados.

Ms Lera é então visto derrubando um pedaço da parede com um martelo e um cinzel.
Quando é criado um pequeno espaço, ele coloca a mão e puxa o gatinho para fora.

Foto: Caters News Agency

Foto: Caters News Agency

O pobre animal é então erguido para a câmera e ambos os olhos do gatinho estão lacrimejando.

Em seguida, ele é mostrado comendo ração com gratidão e apetite de uma tigela de papelão no LA Animal Service Center.

Foto: Caters News Agency

Foto: Caters News Agency

Um porta-voz da SMART, Armando Navarrete disse: “Nossa equipe levou cerca de 30 minutos para esculpir a parede de cimento e finalmente chegar até ele e resgatar o gatinho”.

Foto: Caters News Agency

Foto: Caters News Agency

“Ele estava bem, só tinha algumas crostas ao redor dos olhos por causa da poeira e do cimento, mas nada errado com sua saúde do ponto de vista medico”.

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Foca tem a cabeça decepada ao ficar presa em redes de pesca descartadas no oceano

Imagens fortes e tristes revelam o sofrimento de uma foca que ficou presa em mais de 35 kg de lixo marinho. A situação crítica e fatal ocorreu na costa da Cornualha foi descrita como “um dos piores casos de enredamento já visto em qualquer parte do mundo”.

O mamífero foi encontrado com plástico e redes de pesca ao redor do pescoço. O grupo Resgate de Vida Marinha de Mergulhadores Britânicos (BDMLR) foi inicialmente acionado em 11 de maio, após a foca cinzenta ser avistada no mar perto de Boscastle, presa em uma enorme massa de lixo marinho e material descartado não biodegradável.

Foto: SWNS

Foto: SWNS

Apesar de uma busca realizada por toda região, o animal ferido e preso não foi encontrado. Mas na segunda-feira última (27) a mesma foca foi encontrada em terra ao longo da costa de Trebarwith Strand provavelmente trazida pela maré, tendo infelizmente morrido em consequência dos ferimentos.

Voluntários da BDMLR e da Associação contra Enredamentos Marinhos da Cornwall Wildlife Trust (CWTMSN) compareceram ao local para registrar e fotografar o corpo do animal em detalhes e remover o material de enredamento ao redor dele.

Foto: SWNS

Foto: SWNS

No entanto, a equipe de resgate confessou que nada os havia preparado para a visão “angustiante” escondida sob a poluição marinha. O BDMLR afirmou que, quando o material em volta do pescoço foi gradualmente cortado e retirado, a escala de sofrimento que o animal passou foi precisamente revelada.

A coordenadora assistente do BDMLR na Cornualha do Norte, Michelle Robinson-Clement, disse: “Este animal sofreu uma morte lenta e torturante, não há dúvidas sobre isso.

“Este é um dos piores casos de enredamento que já vimos em qualquer parte do mundo devido à natureza extrema de seus ferimentos. “O material que foi retirado dele pesava 35 kg. “A foca não teria conseguido nadar ou mergulhar”.

Foto: SWNS

Foto: SWNS

Seu corpo foi recuperado pelos voluntários da CWTMSN no dia seguinte e levado para um exame post-mortem no Campus Cornwall da Universidade de Exeter em Penryn.

No exame, descobriu-se que a carga pesada causada pela rede presa ao animal havia criado uma ferida enorme que envolvia toda a região entre a cabeça e os ombros da foca. Isso causou tanto dano aos músculos do pescoço do pinípede que as vértebras e a traqueia estavam a mostra e fazendo com que ela não fosse capaz nem de levantar a própria cabeça.

No mínimo, a foca passara três semanas nesse sofrimento, o que a deixou faminta, fraca e exausta.

James Barnett, patologista do Cetacean Strandings Investigation Program que examinou a foca, disse: “Este é provavelmente o ferimento mais grave que vi em 27 anos de trabalho com focas e o nível de sofrimento que este animal deve ter passado é verdadeiramente espantoso”.

Imagem meramente ilustrativa | Pinterest

Imagem meramente ilustrativa | Pinterest

Niki Clear, Oficial de Conservação Marinha da Cornwall Wildlife Trust, disse: “Infelizmente, este é apenas uma das centenas de milhares de mamíferos marinhos que são mortos como resultado do emaranhamento em lixo no oceano a cada ano em todo o mundo. E este caso mostra quão impactante é uma visão dessas para aqueles de nós que lidam com isso regularmente”.

“No entanto, incidentes como este nos dão a oportunidade de chamar a atenção do público para a necessidade de ações urgentes sobre o estado de nossos oceanos e as atitudes que qualquer um pode tomar para ajudar a reduzir ou impedir que a poluição chegue ao meio ambiente e mate mais de nossa vida selvagem”.

“Embora seja um caso incrivelmente perturbador, precisamos contar a história desse animal para garantir que ele não tenha sofrido e morrido por nada, e que algo seja feito a respeito disso para salvar outros animais marinhos”.

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Cadela sobe montanhas do Himalaia para acompanhar seu novo amigo

Foto: Don Wargowsky

Foto: Don Wargowsky

A cadela nepalesa subiu 23 mil pés de altura (cerca de 7 mil metros) acompanhado uma equipe que realizava uma expedição de alpinismo a cordilheira do Himalaia, com quem fez amizade pelo caminho.

Don Wargowsky, que mora em Seattle (EUA), liderava um grupo da Summit Climb (empresa de montanhismo), com sede em Katmandu (Nepal), quando avistou Mera, que acredita-se ser um cruzamento de mastim tibetano e cão pastor do Himalaia.

O grupo se deparou com a cadela de 40 quilos em seu caminho quando retornava do Pico de Mera, a cerca de 5.500 metros de altitude, e ela imediatamente se tornou a melhor amiga do Sr. Wargowsky.

Ela o acompanhou pelas próximas três semanas em sua viagem, que estava planejada para durar um mês, e até chegou ao cume de Baruntse em sua companhia, em 9 de novembro de 2018.

Acredita-se que esta tenha sido a primeira vez que um cão atinge um pico nepalês na história, relata a revista Outside.

Billi Bierling, do banco de dados do Himalaia, disse à Outside: “Não tenho conhecimento de nenhum cachorro que realmente tenha chegado ao topo de algum pico em uma expedição no Nepal.

“Eu só espero que ela não tenha problemas por ter escalado o Baruntse sem permissão”, disse ele.

Bierling acrescentou que Mera pode ter alcançado a maior altura já registrada por um cachorro.

O feito lendário não passou despercebido pelos Sherpas (povo de etnia local que normalmente acompanha os montanhistas nas excursões ao Himalaia) durante a viagem, que contrariando seu modo de ser usual, abraçaram o animal, acreditando que ela era um sinal boa sorte.

Wargowsky contou que o povo local nunca havia visto algo assim acontecer. “Eles disseram que ela era um cachorro especial, que trouxe sorte para a expedição. Alguns até acharam que Mera era um ser sagrado”, disse ele.

Em um determinado ponto da subida, ela ainda passou dois dias fora, na paisagem congelante sozinha.

Não se sabe se Mera já esteve no pico antes, mas ela se orientou pela paisagem com facilidade, impressionando a todos.

Depois de enfrentar o pico de 23.389 pés, Mera fez com tranquilidade a volta do caminho com os outros alpinistas, apenas encontrando dificuldade em um ponto onde teve que passar por uma headwall vertical (parede curta e inclinada).

A corajosa cadelinha foi adotada pelo gerente do acampamento-base da expedição, Kaji Sherpa, que rebatizou-a de Baru em homenagem ao pico de Baruntse, que ela também subiu, ela agora passa seus dias relaxando em vez de escalar montanhas que até os humanos sofrem para conseguir vencer.