Cão segue ambulância por mais de 2 km após tutor ser levado para hospital

Um cachorro percorreu cerca de 2,5 quilômetros ao perseguir uma ambulância na qual estava seu tutor, um homem em situação de rua que foi socorrido e levado ao hospital após ser atropelado na noite de domingo (21). O caso aconteceu em Paranavaí, no Paraná.

Foto: Arquivo pessoal

O homem de 44 anos foi atropelado na avenida Heitor Alencar Furtado. Paulo César Ferreira da Silva, conhecido como Fifo, foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), que o levou para a Santa Casa de Paranavaí, onde o homem foi internado em estado grave.

Ao perceber que seu tutor estava sendo levado pela ambulância, o cachorro pegou uma peça de roupa de Fifo e correu atrás do veículo até o hospital. As informações são do G1.

Funcionários do hospital afirmaram que o cão foi levado por parentes de Fifo durante a madrugada de segunda-feira (22). Os familiares do homem, no entanto, afirmaram que não têm informações sobre o paradeiro do cachorro.

Foto: Arquivo pessoal


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Cão é internado em estado grave após ser enterrado vivo no interior de SP

Um cachorro da raça dálmata foi internado em estado grave após ser enterrado vivo no Bandeira Branca, na cidade de Jacareí, no interior de São Paulo. Dois homens foram detidos na quarta-feira (18) após serem apontados por uma testemunha como responsáveis por enterrar o cão. Eles confessaram o crime e vão responder por maus-tratos a animais.

Foto: Arquivo Pessoal

Um morador da região presenciou o momento em que os homens enterravam o cachorro, na terça-feira (16). Ao perceber que o cão estava vivo, ele o desenterrou e levou para uma clínica veterinária. As informações são do G1.

Após receber uma denúncia anônima sobre o caso, a polícia conseguiu, com a ajuda de testemunhas, identificar os responsáveis pelo crime, que foram levados para a delegacia para prestar depoimento.

Um dos homens que enterrou o cão é tutor dele. Em entrevista à TV Vanguarda, ele afirmou que o animal é idoso, estava doente e que decidiu enterrá-lo para “amenizar a dor que o animal sentia” e que, para isso, pediu a ajuda de um amigo. Os dois alegam que não sabiam como agir diante da situação do cachorro e que se arrependeram de terem o enterrado vivo.

Foto: Arquivo Pessoal

Billy, como é chamado o cachorro, tem 12 anos de idade. Ele recebeu o primeiro atendimento em uma clínica veterinária de Jacareí. A veterinária que o socorreu, que preferiu não ser identificada, afirmou que ele tinha ferimentos e cortes nas orelhas e no pescoço e que chegou à clínica inconsciente, em estado crítico. Depois de receber os primeiros cuidados, ele foi transferido para outra clínica.

O caso é investigado pela Polícia Civil. Os agressores foram ouvidos e liberados em seguida, já que se trata de um crime considerado como de menor potencial ofensivo pelo ordenamento jurídico. Eles responderão por maus-tratos a animais em liberdade.

Cão fica em estado grave após ser atropelado de propósito por motorista

Um cachorro foi internado em uma clínica veterinária em estado grave em Praia Grande, no litoral de São Paulo, após ser atropelado. Os tutores do animal afirmam que o motorista atropelou o cachorro de propósito. O cão sofreu uma fratura na mandíbula e lesões em outras partes do corpo.

“Estamos horrorizados e indignados”, desabafa a pedagoga e tutora do cão Sebastian, Patrícia Soares, de 49 anos. Ela conta que estava com o marido e a filha na frente de casa quando o motorista atropelou o animal. O atropelamento aconteceu na avenida Agostinho Ferreira, no bairro Ribeirópolis. As informações são do G1.

Foto: Arquivo pessoal

“O Sebastian estava encostado no meio-fio, na nossa frente, e o carro acelerou e avançou em sua direção para atropelá-lo. Em seguida, o motorista fugiu sem prestar socorro”, conta a pedagoga.

O cão, que tem oito anos, perdeu muito sangue, precisou ser sedado e será submetido a uma cirurgia. Ele também precisou levar pontos. A tutora já gastou R$ 1 mil na clínica veterinária.

“Já gastei R$ 1 mil com exames de raio-X. Além disso, a cirurgia custará R$ 1,8 mil, fora a receita de medicamentos que preciso comprar”, disse.

O caso foi registrado na Delegacia Sede de Praia Grande, mas está sendo investigado pelo 2º DP. A delegada Lyvia Cristina Bonella explica que o agressor cometeu o crime de maus-tratos a animais, descrito no Artigo 32 da Lei 9.605/98: praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos. Segundo ela, a pena é de detenção de três meses a um ano.