Dois coiotes são enforcados e pendurados em poste

Por Rafaela Damasceno

Dois coiotes foram enforcados e pendurados em um poste em uma casa na estrada principal de Bloomfield, em Vermont, nos Estados Unidos. As autoridades estaduais disseram que há pouco que possam fazer.

Os dois coiotes pendurados em um poste de cabeça para baixo

Foto: vtdigger

Brenna Galdenzi, presidente da Protect our Wildlife (Proteja nossa Vida Selvagem, disse que ficou profundamente triste ao ver as fotos do horror. “Eu não consigo imaginar que tipo de mentalidade alguém tem que ter para fazer uma coisa dessas, ainda mais sabendo que crianças verão”, declarou.

Caçar coiotes não é proibido em Vermont, então as autoridades dizem que o assassino não infringiu nenhuma lei. Em junho, o Conselho de Pesca e Vida Selvagem votou contra uma petição de um grupo de estudantes de direito de Vermont que pedia o fim da caça aos coiotes.

“Não podemos mudar o que aconteceu, os coiotes estão mortos. Tudo o que podemos fazer é aumentar a conscientização e tentar mudar as leis para evitar que aconteça novamente”, afirmou Brenna. Ela ainda disse que o caso mostra o quanto as coisas estão ruins para a vida selvagem em Vermont, que não pune atrocidades como essa.


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


EUA voltam a autorizar uso de bombas de cianureto para matar animais silvestres

O uso de bombas de cianureto para matar animais silvestres voltou a ser autorizado pelo governo do presidente norte-americano Donald Trump. As armadilhas venenosas são usadas para exterminar raposas, coiotes e cães selvagens. Grupos de conservação criticam a decisão cruel do governo.

FOTO: CENTER FOR BIOLOGICAL DIVERSITY

Conhecidos como M-44, os dispositivos são colocados no solo e parecem irrigadores de gramado. Um ejetor de molas libera o cianureto de sódio quando um animal atraído por uma isca puxa um suporte do compartimento da cápsula.

Estas bombas tinham sido vetadas pelo governo em 2018 após uma dessas armadilhas ferir uma criança e matar o cachorro dela no estado de Idaho. A família da criança entrou com uma ação na Justiça contra o governo federal.

A decisão de voltar a autorizar o uso das bombas revoltou ambientalistas, que enviaram mais de 20 mil cartas de protesto à Agência de Proteção Ambiental (EPA, na sigla em inglês). As informações são da agência AFP.

“São incrivelmente perigosas para as pessoas, seus animais e animais selvagens ameaçados, elas são muito perigosas para serem usadas”, disse à AFP Collette Adkins, diretora de conservação de carnívoros do Centro para a Diversidade Biológica. “A indústria pecuária quer isso”, acrescentou. Segundo ela, grupos da indústria agrícola enviaram à EPA aproximadamente 10 comentários favoráveis à liberação das bombas.

Dados do governo indicam que 6.579 animais foram mortos pelas armadilhas venenosas em 2018, sendo 200 deles animais que não eram o foco das bombas, como guaxinins, gambás e um urso.

O foco da organização dirigida por Adkins é, segundo ela, continuar pressionando por proibições a nível estadual, como aconteceu em Oregon no mês de maio.


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


Governo Trump autoriza uso de bombas de cianeto de sódio para matar animais selvagens

Por Rafaela Damasceno

A administração de Trump autorizou, nos Estados Unidos, o uso de cianeto de sódio para matar animais selvagens, em um dispositivo chamado M-44. As “bombas de cianeto” receberam permissão da Environmental Protection Agency (EPA), apesar de matar cruelmente milhares de animais todos os anos.

Uma raposa na mata

Foto: Tom Koerner, USFWS

Os dispositivos espirram cianeto de sódio na boca de coiotes, raposas e outros animais atraídos pela isca. Qualquer um que puxe a isca com o M-44 pode ser morto ou seriamente machucado.

“Armadilhas de cianeto não podem ser usadas de maneira segura por ninguém, em nenhum lugar”, afirmou Collette Adkins, diretora de conservação do Centro de Diversidade Biológica. “Precisamos de uma proibição permanente para proteger pessoas, animais domésticos e animais selvagens desse veneno”, completou.

A EPA, no início deste ano, emitiu um aviso sugerindo a renovação do registro de cianeto e abriu um espaço para comentários públicos. Mais de 99,9% de pessoas pediram o banimento do M-44, mas ele foi autorizado da mesma forma.

“A EPA está ignorando seu dever fundamental de proteger as pessoas, animais domésticos e a vida selvagem nativa. Nós iremos continuar culpando nosso governo federal por essa lei e lutaremos pela proibição do M-44 de uma vez por todas”, declarou Kelly Nokes, procuradora do Centro de Direito Ambiental do Oeste.

De acordo com dados da Wildlife Services, o M-44 matou 6.579 animais em 2018, principalmente coiotes e raposas, e 13.232 animais em 2017. Segundo o World Animal News, esses dados provavelmente não refletem a realidade, já que o Wildlife Services é conhecido por coletar dados inadequados e diminuir o impacto que as coisas realmente têm.

No ano passado, a EPA negou uma petição que pedia o banimento do M-44.


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


‘Um milagre’, diz tutora após cão cair do telhado de um prédio e sobreviver

Um cachorro da raça buldogue francês caiu do telhado de um prédio de seis andares em Nova York, nos Estados Unidos. Winston, como é chamado, sobreviveu graças ao que sua tutora considera um milagre.

© REDDIT/U/HEINYANDWINST

Winston havia passeado com a tutora, Emma Heinrich, e subiu para o telhado após voltar para casa. Assim que eles chegaram ao andar em que moram, Emma retirou a coleira do cachorro, que saiu correndo, subindo a escada até o telhado, para onde ele foi após encontrar uma porta aberta. No local, ele se desequilibrou e caiu.

Já esperando encontrar seu cão morto, Emma desceu as escadas em desespero. Ela se surpreendeu, porém, ao perceber que Winston estava vivo. As informações são do portal Sputnik News.

Após se desequilibrar, o animal caiu no teto de um carro que estava parado no local. Foi o automóvel que amorteceu o impacto da queda, salvando sua vida.

Winston sofreu apenas pequenos cortes e contusões. “É um milagre absoluto que ele esteja vivo agora”, escreveu Emma Heinrich em um post no Reddit.

© REDDIT/U/MUST_BE_THE_MANGOES


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


Vídeo mostra youtuber agredindo cachorro nos Estados Unidos

A youtuber Brooke Houts, de Los Angeles, nos Estados Unidos, foi flagrada agredindo um cachorro. Brooke tem mais de 340 mil seguidores e tem sido bastante criticada após um vídeo não editado vazar, mostrando o momento em que ela agride Sphinx, como é chamado o cão. A mulher também teria cuspido no animal.

Foto: Reprodução/YouTube

Conhecida como uma pessoa “fofa” e “divertida”, Brooke desapontou seus seguidores. Após a pressão que sofreu, ela publicou uma nota para se desculpar e afirmou que agrediu o animal porque estava estressada devido a “problemas que está atravessando”. A youtuber disse ainda que esse foi um caso isolado e que não é uma agressora de animais.

O pedido de desculpas, no entanto, não satisfez seus seguidores, que afirmaram que ela não deu ao caso a seriedade que deveria. As informações são do Extra.

Denunciado à Sociedade Protetora dos Animais (RSPCA), o caso está sendo analisado. Brooke também é investigada pela polícia de Los Angeles e pode ser acusada formalmente de maus-tratos a animais.

Para amenizar a polêmica, Brooke excluiu o vídeo editado, sem as cenas de violência, que ela havia publicado no YouTube.


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


Cadela grávida perde filhotes e supera luto ao adotar um cão órfão

Uma cadela resgatada grávida da rua enfrentou um difícil processo de luto ao perder seus filhotes, que morreram devido a uma infecção generalizada. No entanto, o desfecho da história, que tinha tudo para ser triste, sofreu uma transformação quando um filhote órfão foi apresentado à cadela. O caso aconteceu em Nova York, nos Estados Unidos.

Foto: Reprodução/Halfway There Rescue

O resgate da cadela foi feito por fiscais do Controle de Animais de Nova York, que a levaram até o abrigo da Halfway There Rescue, uma ONG de proteção animal. No local, ela foi colocada em um quarto aconchegante e recebeu bastante comida. No entanto, nem todo o conforto e carinho que teve na entidade foram suficientes diante da dor de perceber que seus filhotes haviam morrido. As informações são do portal We Love Animals.

Sem conseguir lidar com a perda, Daya, como passou a ser chamada, começou a acolher brinquedos e meias como se esses objetos fossem seus filhos. Ao perceberem a gravidade da situação, voluntários do abrigo tiveram a ideia de levar até a cadela um filhote de cachorro órfão, que havia perdido a mãe recentemente.

Foto: Reprodução/Halfway There Rescue

A decisão dos membros da Halfway There Rescue não poderia ter sido mais acertada e Daya adotou Raisin imediatamente. Os dois adoraram a companhia um do outro e formaram um bonito laço de afeto.

Como não queria separá-los, a ONG doou os dois cães para uma mesma família. No entanto, após crescer, Raisin foi levado para outra casa. Daya, porém, soube lidar bem com a separação, provavelmente porque percebeu que Raisin já era adulto.

Atualmente, a cadela vive cercada de amor em uma família que, além de ter tutores que a amam, tem outro cachorro com o qual ela brinca e se diverte diariamente.

Foto: Reprodução/Halfway There Rescue


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


Cães amam seus tutores e os veem como membros da família, diz estudo

Um estudo feito pela Emory University, localizada nos Estados Unidos, concluiu que os cachorros amam seus tutores e os consideram membros da família.

Foto: Pixabay

“Esse é um amor indiscutível, mas a grande curiosidade das pessoas é saber como os seus animais percebem essa relação”, conta o veterinário da Nutrire – indústria de alimentos de alta performance para animais -, Dr. Cleiton Rupolo, em entrevista ao Metro Jornal.

Exames de ressonância magnética feitos no cérebro de alguns cachorros concluíram que a reciprocidade no afeto entre esses animais e os humanos é identificada pelo olfato na atividade cerebral dos cães. De acordo com o estudo, os cachorros diferenciam odores e reconhecem seus tutores por meio deles.

“Ou seja, quando o odor característico do tutor se aproxima, o cérebro do animal é acionado e a sensação de felicidade e recompensa é ativada”, explica Rupolo.

O sentimento de recompensa é ativado apenas pelo cheiro do tutor do animal. O estímulo não acontece com outros odores. “Muitos pensam que os cães amam seus tutores pela comida ou pelos agrados que recebem, mas essa relação vai muito além disso. Os animais sentem amor por seus tutores pelo simples fato de ficarem próximos, juntos, unidos”, diz.

Esse amor explica, por exemplo, a felicidade que os cães demonstram no momento em que o tutor volta para casa após o trabalho, um passeio ou uma viagem.

“As atividades cerebrais pesquisadas durante esses momentos são muito semelhantes às que nós sentimos quando reencontramos alguém que amamos”, explica o veterinário.

A interação dos cães com os tutores é, inclusive, bastante semelhante a de bebês humanos com seus pais. “Isso explica porque o cachorrinho corre para o colo do tutor quando se assusta ou quando está com medo”, completa o especialista.

A relação de amor entre tutor e animal é criada nos primeiros meses de vida do cachorro ou logo após a chegada dele ao novo lar. Além disso, os primeiros seis meses de vida do cão é bastante importante para seu desenvolvimento, já que o cérebro do filhote é receptivo o bastante para que as ações ocorridas nesse período influenciem as próximas fases de sua vida. Por isso que, por exemplo, filhotes criados por homens tendem a se sentir mais confortáveis na presença masculina e vice-versa.

“Para toda regra sempre há exceções, claro, mas estamos falando do que geralmente acontece com a maioria dos cães. Por isso, é tão importante que os tutores interajam com seus animais, passeando, brincando e se divertindo com eles”, aconselha.


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


Sopa de barbatana de tubarão ainda é comercializada em 200 restaurantes dos EUA

Por Rafaela Damasceno

Uma atualização recente dos dados digitais mantidos pelo Animal Welfare Institute (Instituto do Bem-estar Animal) indica que cerca de 200 restaurantes ao redor dos Estados Unidos oferecem sopa de barbatana de tubarão e outros produtos de tubarão, apesar de terem sido banidos em mais de 12 estados americanos.

Um tubarão nadando no mar

Foto: iStock

As barbatanas dos tubarões são consideradas iguarias, principalmente na Ásia, mas a remoção é cruel e abusiva para a espécie. Ambientalistas e ativistas em defesa dos direitos animais condenam a prática em todo o mundo.

O estado da Califórnia tem o maior número de restaurantes que oferecem pratos de tubarão (59 restaurantes), apesar da proibição de posse, venda, comércio e distribuição das barbatanas em 2013. Nova York aprovou uma proibição semelhante no ano seguinte, mas 19 de seus restaurantes ainda oferecem pratos de tubarão.

Aproximadamente 73 milhões de tubarões são mortos todos os anos só por causa de suas barbatanas. Geralmente, a remoção é realizada quando os animais ainda estão vivos, depois eles são jogados de volta ao mar, quando pouco podem fazer para sobreviver. A prática é extremamente cruel e causa um sofrimento prolongado na espécie.

“O Estados Unidos é um grande produtor, exportador e comercializador das barbatanas de tubarão”, afirmou Cathy Liss, presidente do Instituto de Bem-estar Animal, ao Inhabitat. “As leis estaduais mal planejadas e a fiscalização ruim não conseguiram fechar uma indústria lucrativa de bilhões de dólares. Quando a sopa de barbatana de tubarão está no cardápio, então a crueldade está também”, concluiu.


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


Guaxinim prende a cabeça em bueiro e é salvo por bombeiros nos EUA

Um guaxinim ficou com a cabeça presa em um bueiro nos Estados Unidos e foi resgatado pelo Corpo de Bombeiros. O acidente aconteceu na cidade de Newton, no estado de Massachusetts.

Foto: @NewtonFireDept/Twitter

A corporação da cidade que atendeu ao chamado de resgate do animal silvestre informou que a ação contou com a ajuda de funcionários do setor de controle animal de Newton. As informações são do G1.

Para salvar a vida do guaxinim, a equipe de resgate removeu a tampa do bueiro e, com cautela, retirou a cabeça do animal, libertando-o.

Outro caso

Neste mês de julho, outro guaxinim foi resgatado nos Estados Unidos. Encontrado na floresta, ele estava com a pata presa em uma lata de refrigerante irresponsavelmente descartada no local. O animal quase perdeu o membro, que estava bastante inchado no momento do resgate.

O pobre animal foi encontrado na mata lutando para andar e comer com a pata presa na lata afiada.

Equipes de resgate de animais foram chamados para a floresta em Collins, Nova York, EUA, e o guaxinim foi levado às pressas para um veterinário.


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


Foto de cadela ‘sósia’ de Salvador Dalí é usada para incentivar adoção de animais

Um abrigo para cães e gatos abandonados está usando uma foto de uma cadela para incentivar a adoção de animais. Seria uma ação comum se não fosse pela inusitada marca que a cadela tem no focinho, semelhante ao bigode do artista plástico catalão Salvador Dalí.

Foto: Hearts & Bones Rescue/Facebook

A ideia de usar a fotografia para incentivar a adoção de animais veio depois da foto da cadela fazer sucesso nas redes sociais. As informações são do portal G1.

A semelhança com o bigode do artista é tamanha que a cadela recebeu o apelido de Salvador Dolly. Ela foi resgatada pelo abrigo Hearts & Bones, em Dallas, no Texas.

Dolly, sua mãe e seus 10 irmãos encontraram lares temporários em Dallas e estão à espera de adoção. A expectativa do abrigo é de encontrar adotantes em Nova York, onde a procura pela adoção de animais é maior.

O abrigo afirmou que quis aproveitar o sucesso que Dolly fez para conscientizar as pessoas sobre a necessidade de adotar animais.

Foto: AFP/Arquivo; Hearts & Bones Rescue/Facebook


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.