Startup recebe mais US$ 10 mi para ampliar produção de alternativas à carne

Por David Arioch

A startup Good Catch Foods, dos Estados Unidos, anunciou esta semana que arrecadou mais dez milhões de dólares por meio das empresas de investimentos New Crop Capital e Stray Dog Capital para ampliar a produção de alternativas à carne e aos animais marinhos consumidos pela população. A empresa já havia arrecadado 9,2 milhões de dólares por meio da CPT Capital.

Alternativas ao atum, aos hambúrgueres de peixes e aos alimentos baseados em siri estão entre as apostas da Good Catch (Foto: Divulgação)

Com esses recursos, a Good Catch pretende abrir uma unidade de produção de 20 milhões de dólares em Ohio, nos Estados Unidos, com previsão de produção anual de 100 milhões de dólares em proteínas de origem vegetal.

“Estamos incrivelmente confiantes sobre o futuro da proteína baseada em vegetais”, disse o cofundador e CEO da Good Catch, Chris Kerr, à Forbes. A startup surgiu com o objetivo de mostrar que é possível oferecer boas opções alimentícias sem a necessidade de matar animais ou prejudicar o meio ambiente.

Alternativas ao atum, aos hambúrgueres de peixes e siri estão entre as apostas da Good Catch. A cofundadora da startup, Marci Zaroff, disse anteriormente ao PRNeswire que hoje em dia quando os consumidores buscam por fontes de nutrição, e principalmente de proteínas, eles encontram um campo minado de escolhas. Por isso, o melhor caminho são as alternativas baseadas em vegetais.

A New Crop Capital tem se tornado uma das mais importantes firmas dos EUA na captação de recursos para empresas dedicadas ao mercado vegetariano e vegano. Além da preocupação com o meio ambiente e da oposição à exploração animal, outra razão para a Good Catch seguir por esse caminho é que a previsão é de que até 2050 as proteínas alternativas vão comandar pelo menos 1/3 do mercado global de proteínas.


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Tartaruga ganha prótese feita de Lego após perder patinhas

Reprodução

Pedro é uma tartarugas-de-caixa aventureira. Ele foi adotado por uma família sem ter uma das patinha traseiras e vivia feliz assim, mas um dia, ele resolveu ir dar um passeio e só retorno após meses desaparecido. Ele estava saudável, mas havia perdido mais uma patinha traseira. Agora, Pedro contava apenas com as patinhas dianteiras para se locomover.

A tutora da tartaruga ficou muito preocupada com as limitações de Pedro e o levou até o departamento de Medicina Veterinária da Universidade do Estado da Luisiana, nos Estados Unidos, onde após uma avaliação criteriosa, a tartaruga ganhou uma prótese feita de Lego e rodinhas construída especialmente para ele. Os tutores de Pedro ficaram muito felizes e entusiasmados com o resultado.

Segundo a estudante de veterinária Kelly Rockwell, o problema da mobilidade está resolvido, agora, o mais importante é manter Pedro em segurança. “A ferida já tinha cicatrizado bem e ele conseguiu voltar pra casa só com as patas da frente. Sem as patas traseiras, ele fica com menos mobilidade. Como Pedro é uma tartaruga-de-caixa, ele ainda pode se esconder dentro do casco e se proteger, mas os donos teriam que deixar ele sempre dentro de casa”, disse.

A tutora da tartaruga, Sandra Taylor, se diz otimista com o futuro de Pedro. “Ele se mexe com as rodas sem nenhum problema. Se adaptou imediatamente. Ele faz as necessidades, se vira, vai para frente e para trás”, contou.

O uso de peças de Lego para ajudar na mobilidade de tartarugas não é inédito. No Brasil, uma equipe da Universidade de Uberaba, em Minas Gerais, utilizou os blocos de plástico para ajudar o pequeno cágado Michelangelo, que não possuía as patas traseiras devido à uma má formação embrionária. O resultado foi surpreendente.

 

Animais resgatados que eram explorados em laboratório ganham uma vida nova

Foto: WBTV

Foto: WBTV

Vários animais experimentaram a liberdade pela primeira vez apenas recentemente após uma vida atrás das grades em laboratórios de testes em animais.

Os animais foram trazidos através da fronteira do México com o EUA na última sexta-feira pelo Projeto Beagle Freedom.

Foto: WBTV

Foto: WBTV

O grupo de resgate de antigos animais de pesquisa os levou a um santuário de fazendas em Lincolnton na Carolina no Norte (EUA).

Os quatro cães, cinco coelhos e dois ratos estão agora começando uma vida nova.

Foto: WBTV

Foto: WBTV

“Quando os cães tocam grama pela primeira vez, é uma experiência incrível para eles, emocionante”, disse April Arrington, do Projeto Beagle Freedom.

“Esses cães só conheciam o rigoroso e frio ambiente estéril de um laboratório científico. Eles eram forçados a ficar presos dentro de gaiolas e canis e nunca lhes foi permitido ver sol, sentir a grama ou conhecer o toque amoroso de uma mão humana”.

Um cão entre os que foram resgatados, Winston, foi usado em testes de irritação da pele para diferentes cosméticos e produtos domésticos, de acordo com Arrington.

Foto: Winston usado em testes dermatológicos, finalmente livre | Foto: WBTV

Foto: Winston usado em testes dermatológicos, finalmente livre | Foto: WBTV

Todos os animais serão colocados em lares temporários até que estejam prontos para adoção.

Animais resgatados de laboratório sentem a grama pela primeira vez

Um grupo de coelhos seria morto após ter sido usado em estes de laboratório por uma universidade na Espanha, porém ativistas do santuário e equipe de resgate, Leo Vegano Animal, se uniram em uma missão de resgate e salvamento.

Com o destino já definido e apenas 48 horas para tirá-los do cativeiro, o grupo de salvadores sabia que tinha que agir rapidamente.

Missão: Salvar os coelhos

Cobertos de ferimentos provavelmente causados por perfurações, cheios de diversos tumores e com grandes pedaços de pele sem pelo em seus corpos, os pobres coelhos estavam absolutamente petrificados de medo.

Esses animais usados em testes de laboratório, normalmente passam a vida inteira sendo explorados. Nascidos e criados em uma “fábrica” de criação de animais, os coelhinhos viviam confinados em minúsculas gaiolas feitas de malha de arame e eram mantidos no escuro. Quando atingem a idade ideal, eles são enviados para qualquer laboratório de testes que os requisitarem, que nesse caso, era uma universidade.

Na universidade, eles permaneceram isolados e sozinhos em outra gaiola, e a cada dia submetidos a mais dor e sofrimento à medida que eram insensivelmente explorados e abusados.

Com a ajuda dos ativistas do santuário Leon Vegano Animal, os coelhos foram resgatados na última hora, e depois de uma longa viagem durante toda a noite, eles finalmente chegaram ao santuário Mino Valley Farm.

Livres enfim

Antes de chegarem ao santuário, os coelhos nunca haviam sentido o sol na pele ou a grama sob os pés.

No vídeo abaixo é possível ver os animais experimentando liberdade pela primeira vez:

Depois que eles se acostumaram a sua nova vida no santuário, os funcionários do abrigo os mudaram para uma área maior, onde eles compartilham o lar com algumas ovelhas e a bezerrinha residente: Luna.

O que há de mais especial em sua nova casa, é o espaço de que eles podem desfrutar: os coelhinhos têm uma enorme toca que começa dentro do celeiro de ovelhas. Sua toca é seu lugar favorito para passar o tempo durante o dia antes de retornar para sua casa à noite, junto com as galinhas.

Esperança de um futuro sem crueldade

Centenas de milhares de animais são envenenados, cegados e mortos todos os anos em testes de laboratórios com animais, principalmente para a indústria de cosméticos. Esses animais têm a pele e os olhos delicados injetados com produtos químicos e cremes de beleza e ficam presos de uma forma que não possam se mover. A pior parte de toda essa tortura é que ela é desnecessária e ineficaz. Com todos os ingredientes “seguros” já seguros e aprovados no mercado, não há nenhuma razão para as empresas submeterem criaturas inocentes a uma vida de dor e sofrimento em um laboratório para provar algo que já é de conhecimento público.

Esses animais não são recursos para serem utilizado conforme e disposição e o ganho pessoal humano. Eles vivem, sentem, são indivíduos que têm seu próprio propósito e lugar no mundo, mas a humanidade continua a explorá-los apenas porque pode.

Infligir dor e sofrimento a outro ser vivo é um ato não só injusto como imoral. Mesmo para os que não acreditam em exploração animal, a única resposta compassiva possível é a transição para um estilo de vida livre de crueldade. Ao escolher produtos livres de crueldade(cruelty-free), o consumidor se coloca contra essa violência.

Para fazer uma diferença real nas vidas dos animais, como ocorreu com esses coelhinhos resgatados, é preciso não apenas boicotar produtos que não sejam livres de crueldade, mas espalhar a conscientização sobre como sofrem esses animais indefesos para que esses produtos cheguem até o mercado consumidor.

Esses coelhos que agora vivem no santuário são apenas alguns entre milhões de animais que sofrem em laboratórios todos os dias. Nenhuma criatura viva deve ser submetida a tortura por motivo algum, muito menos pela indústria da vaidade humana.

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Príncipe Charles tenta convencer Trump sobre a importância de agir contra as mudanças climáticas

Donald Trump resistiu à defesa do Príncipe Charles de que é preciso agir ainda mais contra as mudanças climáticas (Fotos: Getty)

Donald Trump resistiu à defesa do Príncipe Charles de que é preciso agir ainda mais contra as mudanças climáticas (Fotos: Getty)

Por David Arioch

Hoje, durante encontro com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, o Príncipe Charles passou a maior parte do tempo tentando convencê-lo sobre os perigos das mudanças climáticas, segundo o jornal britânico The Guardian.

No decorrer do encontro em Londres com duração de 90 minutos, o príncipe ressaltou que hoje em dia uma das suas principais preocupações é o aquecimento global, e que é preciso agir contra as mudanças climáticas.

Trump defendeu que os Estados Unidos não têm culpa disso, mas sim países como China, Rússia e Índia, além de outras nações.

“Eles não têm um ar muito bom, a água não é muito boa e há uma sensação de poluição. Se você vai a determinadas cidades, você nem consegue respirar, e agora esse ar está subindo. Eles não assumem a responsabilidade”, disse durante participação no programa Good Morning Britain, da iTV, em entrevista ao jornalista Piers Morgan.

“Ele realmente está por dentro das mudanças climáticas, e eu acho ótimo. Ele quer que as futuras gerações tenham um bom clima, em oposição a um desastre, e eu concordo”, disse Donald Trump em referência ao encontro com o Príncipe Charles.

Por outro lado, o presidente disse que não acha que os EUA têm que fazer mais do que já têm feito em relação às mudanças climáticas, e defendeu que os Estados Unidos têm um dos melhores climas, “segundo todas as estatísticas”.

Questionado se reconhece os estudos científicos sobre as mudanças climáticas, Donald Trump disse que acredita que “há uma mudança no clima”, e lembrou que antes a mudança climática era chamada de aquecimento global, mas que, segundo ele, como não estava atraindo a atenção houve uma mudança.

O presidente dos EUA não pareceu muito à vontade falando sobre o assunto e quando Morgan perguntou se o Príncipe Charles conseguiu convencê-lo a dar mais importância ao assunto, ele desconversou e disse apenas que o que o comoveu foi a paixão do príncipe pelo futuro das próximas gerações.

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Mais de 400 cães são regatados no maior flagrante policial de luta com animais

Humane Society of Missouri

Foto: Humane Society of Missouri

A luta de cães é proibida nos Estados Unidos e é crime previsto em lei em 50 estados. Há penas severas para as pessoas que criam cães para lutar.

No entanto, isso ainda acontece e muitas vezes é difícil de se infiltrar nesse meio, já que essas operações de luta de cães geralmente ocorrem em áreas remotas e envolvem uma enorme rede de criminosos.

Respondendo a várias denúncias, os agentes do bem-estar animal no Missouri (EUA) passaram 12 meses investigando até que finalmente conseguiram resgatar esses animais indefesos e torturados.
É supostamente é o maior flagrante de operação de luta de cães na história dos EUA.

Os policiais esperavam resgatar mais de 200 cães, mas acabaram tendo 400 cães de luta, todos em péssimas condições.

No vídeo abaixo, os oficiais do departamento de bem-estar animal estavam tomados de emoção, ao relatar o estado desses animais. Posteriormente será revelado o que aconteceu depois que eles os resgataram dessas condições desumanas.

"O que você vê aqui fica aqui" | Foto: Humane Society of Missouri

“O que você vê aqui fica aqui” | Foto: Humane Society of Missouri

A descoberta desta operação criminosa de luta com animais levou 12 meses de investigação, mas os agentes do departamento de bem-estar animal estavam cientes do problema há uma década.

“Nos últimos dez anos, a ONG Humane Society foi informadas de que a briga de cães estava crescendo no Missouri”, disse Debbie Hill, vice-presidente de operações da Humane Society of Missouri.

“Como a luta de cães é uma atividade criminosa secreta e habilmente escondida, é extremamente difícil se infiltrar nesses grupos e reunir as provas em primeira mão necessárias para levá-los à justiça.”

Quando descobriram os animais, muitos deles não tinham membros, olhos e orelhas e estavam acorrentados com coleiras pesadas em partes remotas de uma floresta, cobertos de ferimentos e cicatrizes, alguns infectados com doenças.

“Esses cães explorados em lutas com animais são literalmente torturados todos os dias para forçá-los a lutar por suas vidas simplesmente pelo entretenimento e ganância de seus donos e isso acontece repetidas vezes”, disse Debbie.

Por causa da natureza dessa operação, eles tinham que garantir um lugar para esses cães em segredo.

Recomeço

“Tivemos a difícil tarefa de criar um abrigo para pelo menos 250 pit bulls usados nos combates, no final trouxemos 407 desses cães, e literalmente tivemos que fazer tudo de improviso”, explicou Debbie.

Disseram-lhes que talvez de 5 a 10% desses animais pudessem ser reabilitados e encontrassem lares amorosos, mas os oficiais conseguiram determinar quase 60% que poderiam ser adequadamente restaurados à saúde mental e física.

Debbie pediu ajuda para os centros de resgate em todo o país e agora mais da metade desses animais têm a chance de encontrar os lares amorosos que merecem!

O vídeo abaixo conta a história do flagrante à fazenda de luta com cães, imagens fortes:

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Startup dos EUA está desenvolvendo leite vegetal a partir da lentilha d’água

Por David Arioch

A partir da erva-de-pato, já surgiram alguns suplementos em pó no mercado, como o Lentein, da Parabel (Foto: Parabel/Divulgação)

A startup Parabel, dos Estados Unidos, está desenvolvendo leite vegetal a partir da lentilha d’água, também conhecida como erva-de-pato. Segundo a Parabel, a ideia de desenvolver o produto surgiu pelo rico potencial da matéria-prima, que contém níveis de aminoácidos essenciais e BCAAs comparáveis aos encontrados no whey protein.

A empresa já conseguiu autorização da agência federal Food and Drug Administration (FDA) para a produção, qualificando o produto como “seguro para consumo”. “Nosso leite de lentilha d’água é similar na cor ao leite de vaca e capta as extraordinárias proteínas e minerais de alta qualidade da erva-de-pato, e não contém alérgenos”, informou o vice-presidente de tecnologia da Parabel, Peter Sherlock, ao Food Navigator-USA.

Um estudo publicado no Food Chemistry Journal, intitulado “Nutritional value of duckweeds (lemnaceae) as human food” revelou que a lentilha d’água, da família lemnoideae, é uma fonte de proteínas de alta qualidade, com um perfil nutricional de aminoácidos que cumpre tranquilamente os requisitos da Organização Mundial de Saúde (OMS).

Segundo o pesquisador alemão Klaus J. Appenroth, enquanto a carne vermelha oferece de 25 a 30% de proteínas a cada 100 gramas, a erva-de-pato pode fornecer até 40%. Isso significa que a plantinha aquática, que em algumas partes do mundo é considerada uma praga, também pode ser uma aliada no combate à fome.

Em determinadas regiões da Ásia, a erva-de-pato é consumida há muito tempo. Na Europa também, mas até então era destinada somente aos animais – sem qualquer estudo em profundidade. Somente em 2011, a empresa Parabel decidiu pesquisar sobre a planta e chamou a atenção para o seu uso.

A partir da erva-de-pato, já surgiram alguns suplementos em pó no mercado, como o Lentein, da Parabel, que oferece 68 gramas de proteínas a cada 100 gramas. Segundo a empresa, a erva-de-pato é benéfica ao meio ambiente porque a sua produção não exige modificação genética ou uso de terras agrícolas – apenas uma fonte de água.


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Fundador do Wu-Tang Clan apoia projeto que proíbe comércio de peles em Nova York

Por David Arioch

RZA começou a sua transição para o vegetarianismo na década de 1990 e mais tarde decidiu se tornar vegano (Foto: Getty)

O fundador do icônico grupo de hip-hop Wu-Tang Clan, Robert Fitzgerald Diggs, mais conhecido como RZA, enviou esta semana um e-mail à Câmara Municipal de Nova York declarando o seu apoio ao projeto de lei do vereador Corey Johnson, do Partido Democrata, que prevê a proibição da fabricação e do comércio de peles na cidade.

“Estou escrevendo para pedir que apoiem a lei do vereador Johnson que proíbe a venda de peles em Nova York. Sou nascido no Brooklyn, mas tenho laços profundos com os cinco distritos desde os meus primeiros dias com o Wu-Tang Clan”, destaca.

A declaração de RZA surgiu como reação ao fato de haver membros da comunidade negra de Nova York contrários à proibição. Em sua justificativa, eles alegam que o “material é um símbolo do status da comunidade negra”.

“Embora haja quem argumente que peles são usadas para mostrar o status de elite em nossa comunidade em resposta à desigualdade que enfrentamos na sociedade, esses dias ficaram para trás. Isso se reflete em uma pesquisa que mostra que 77% dos eleitores da comunidade negra de Nova York apoiam o projeto”, rebate.

RZA começou a sua transição para o vegetarianismo na década de 1990 e mais tarde decidiu se tornar vegano. Em 2014, aproveitando o lançamento do álbum “A Better Tomorrow”, o sexto do Wu-Tang Clan, ele gravou um vídeo para a organização PETA relatando que não precisa consumir partes de animais mortos.

“Não há nada neste planeta que não queira viver. Eu tinha animais como amigos e eles estavam felizes em me ver à sua maneira. Tenho certeza de que não queriam estar no meu prato”, narra.

O músico faz um apelo para que as pessoas se conscientizem “que nós somos o que comemos” e declara que não há como esperar pelo melhor se alimentando de animais estressados e fadigados. “Quando penso em um amanhã melhor, penso no veganismo”, diz.

Em maio de 2018, RZA estrelou uma campanha pró-veganismo exibida nos cinemas dos Estados Unidos antes da exibição de “Han Solo – Uma História Star Wars”. No vídeo, ele aparece se transformando em diferentes homens, mulheres e animais enquanto fala que todos somos o mesmo.

RZA também é ator, produtor e proprietário da marca de vestuário 36 Chambers que, por razões éticas, não utiliza nem comercializa nada de origem animal.

Bezerro é poupado do matadouro e recebe o nome de Oreo

Por David Arioch

Ele é apenas um cara de seis meses, realmente um bebê”, enfatizou a direção do santuário (Foto: Unity Farm Sanctuary/ivulgação)

Na semana passada, um bezerro foi poupado do matadouro depois de pular de um reboque em movimento em Hopkinton, uma cidade de pouco menos de 15 mil habitantes em Massachusetts, nos Estados Unidos.

O animal da raça escocesa Belted Galloway, criado como “gado de corte”, estava correndo pelo arborizado subúrbio da cidade quando alguém achou que seria uma boa ideia ligar para Tyla Doolin, do santuário de animais Unity Farm, de Sherborn, a cerca de 16 quilômetros de Hopkinton.

Tyla conseguiu encontrar o bezerro, que logo recebeu dos moradores da cidade o nome de Oreo, em referência às suas cores que lembram o biscoito recheado.

Encaminhado para o santuário, o animal já está se familiarizando com os outros moradores. “Ele está morando com uma alpaca no momento (e os dois parecem confusos sobre isso)”, informou a Unity Farm em tom bem-humorado em sua página.

“Nosso veterinário o avaliou e ele parece saudável, e está se recuperando do estresse. Ele é apenas um cara de seis meses, realmente um bebê”, enfatizou a direção do santuário.

Órgão dos EUA pede cuidado com ninhos de beija-flor durante poda a árvores

O Serviço de Pesca e Vida Selvagem dos EUA (FWS, na sigla em inglês), órgão federal que zela pelos animais silvestres e habitats deles, fez um alerta sobre os ninhos de beija-flor que são feitos pelas aves em árvores e arbustos.

Foto: Pixabay

Por serem animais pequenos, que na vida adulta podem ter de 6 a 20 centímetros e pesar de 1,5 a 20 gramas, conforme a espécie, o beija-flor não precisa fazer um ninho robusto para por os ovos. Por isso, essas aves costumam construir ninhos feitos com teia de aranha e saliva, que são frágeis, têm cerca de 3 a 4 centímetros de raio, e podem ser facilmente destruídos.

Devido a essa delicadeza, é comum que os ninhos sejam derrubados e desfeitos de forma acidental, especialmente durante a prática da poda de árvores de arbustos. As informações são do portal Almanaque SOS.

Preocupado com essa realidade, o órgão decidiu publicar um comunicado, nas redes sociais, pedindo mais cuidado aos norte-americanos durante a poda.

“Ovos de beija-flor são minúsculos, do tamanho de jujubas! Por favor, lembre-se de verificar cuidadosamente se há ninhos antes de aparar árvores e arbustos nesta primavera”, diz a publicação.

O cuidado simples, de verificar se há ninhos no local antes de fazer a poda, é primordial para a preservação da espécie.

ONG denuncia crueldade contra peixes explorados para venda em pet shop

A rede de petshop Petco foi alvo de uma denúncia feita pela PETA, organização internacional de defesa dos direitos animais. A entidade expôs a crueldade imposta a peixes betta devido à exploração para venda promovida pela loja, que tem 1,5 mil lojas nos Estados Unidos.

Foto: Reprodução / YouTube / PETA

Imagens de 100 lojas da petshop foram registradas por integrantes da ONG, que flagraram peixes confinados em pequenas embalagens plásticas sem qualquer condição de higiene. Muitos foram encontrados doentes ou mortos.

O transporte desses animais até as lojas também foi registrado, através de filmagens escondidas. Nas imagens, é possível ver peixes sendo levados aos milhares dentro de sacos plásticos minúsculos.

A ONG conseguiu gravar ainda relatos de funcionários da empresa de transporte que admitiram que vários peixes morrem antes de chegar às lojas devido ao estresse e às más condições que suportam.