Homem usa crânio de cão da raça pug para expor crueldade do comércio de animais

Um usuário do Imgur, identificado como NoNienNietNon, usou imagens de crânios de cachorros para expor a crueldade do comércio de animais. O objetivo do homem era convencer um amigo a não comprar um cão da raça pug, animal que sofre bastante devido a características próprias da raça.

Crânio de pug – Foto: NoNienNietNon/Imgur

“Esse é o crânio de um terrier (mais ou menos do mesmo tamanho que um pug)”, escreveu o rapaz ao publicar a foto do crânio. “Estes são crânios de pugs. ISSO É CRUELDADE ANIMAL”, completou, usando imagens de crânios de cães da raça. As informações são do Hypeness.

“Meu amigo realmente ama cães com cara achatada e estava falando sobre comprar um puro-sangue de um criador“, escreveu no Imgur ao justificar o motivo que o levou a publicar as fotos.

“Esse é o crânio de um terrier (mais ou menos do mesmo tamanho que um pug)” – Foto: NoNienNietNon/Imgur

As imagens mostram que os crânios dos pugs não têm um formato normal. A raça costuma apresentar múltiplos problemas de saúde e, segundo reportagem do The Guardian, esses animais podem morrer até quatro anos antes quando comparados a cães de outras raças.

A tentativa do homem, no entanto, não funcionou. O amigo dele insistiu na compra de um pug. A publicação, porém, pode comover outros internautas, levando-os a entender que comprar um cachorro não é uma prática correta, especialmente quando ele está condenado a sofrer por ser como é.

Crânio de pug – Foto: NoNienNietNon/Imgur


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Corpo desnutrido de elefante idoso é escondido por roupas em festival

Tikiri, uma elefante fêmea de 70 anos, é forçada a caminhar quilômetros todas as noites para que as pessoas se sintam abençoadas em um festival religioso. Além de idosa, a elefante está doente e desnutrida, e é coberta por um traje para que as pessoas não vejam seu corpo extremamente magro.

O elefante extremamente magro e com os ossos tão proeminentes que é possível contá-los

Foto: Lek Chailert

Lek Chailert, fundadora da Save Elephant Foundation (Fundação Salve os Elefantes), afirmou que Tikiri é um dos 60 elefantes forçados a trabalhar dez noites seguidas no festival budista Esala Perahera, em Kandy, Sri Lanka (país da Ásia).

O elefante no festival, coberto por roupas enormes que tampam todo o seu corpo e sendo forçado a carregar um homem

Foto: Lek Chailert

Chailert afirma que os elefantes são algemados para andarem mais devagar em meio à multidão barulhenta. “Tikiri se junta ao desfile no começo da noite até bem tarde, por dez noites consecutivas, rodeada de barulho, fogos de artifício e fumaça”, continuou. “Ninguém vê seu corpo magro e sua fraqueza, coberto pela fantasia. Ninguém vê as lágrimas em seus olhos, feridos pela luz que decora sua máscara. Ninguém vê sua dificuldade em caminhar porque suas pernas estão algemadas”, desabafou. Ela ainda acrescentou que todos têm o direito de acreditar em qualquer coisa, desde que isso não prejudique outro ser vivo.

“Amar, não fazer mal, seguir um caminho de bondade e compaixão – esse é o Caminho do Buda. É hora de segui-lo”, concluiu.


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Cachorro explorado pela PM para procurar vítimas morre em Ribeirão Preto (SP)

Uma briga entre cachorros matou Apache, um cão explorado pela Polícia Militar para busca de vítimas. O animal morreu na sexta-feira (9), em Ribeirão Preto, após ser mordido no pescoço. A morte aconteceu devido ao rompimento de uma artéria.

Foto: Reprodução/EPTV

O cachorro esteve envolvido nas buscas pelo menino Joaquim Ponte Marques, de 3 anos, que foi morto em novembro de 2013. O caso repercutiu nacionalmente.

Da raça bloodhound, Apache tinha 8 anos e tinha, enfim, se libertado da exploração promovida pela polícia no ano passado, quando foi adotado pelo treinador, o cabo da PM Ataíde Andrade dos Santos.

“O que o ocorreu foi inesperado, pois a gente espera que eles vão embora velhinhos. Mas, aí, acontece esse incidente, e é muito triste”, declarou Santos. O corpo do cachorro foi enterrado nas proximidades do canil no batalhão da PM em Ribeirão.

Exploração animal

Os cachorros do canil da Polícia Militar são explorados para benefício humano. Exploração, é importante frisar, independe de maus-tratos. Um animal não precisa ser maltratado para ser explorado, basta que ele seja forçado a realizar atividades anti-naturais em prol de terceiros, como aconteceu com Apache.

Cães da polícia são obrigados a aprender comandos anti-naturais para executá-los em benefício dos seres humanos. Muitos deles são colocados em situação de risco – como acontece em operações de combate ao tráfico. O faro aguçado desses animais existe para que eles usem esse faro para a própria sobrevivência deles, não para que isso seja visto como um item a ser desfrutado por humanos.

Animais existem por propósitos próprios e não podem ser tratados como objetos a serviço dos seres humanos.


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Investigação revela aves deformadas e aleijadas como resultado do crescimento artificial

Foto: Humane League UK

Foto: Humane League UK

A dor e s sofrimento infligidos a frangos criados em fazendas industriais, foram revelados após a divulgação de filmagens feitas em uma investigação secreta.

Vídeos feitos pouco antes da morte das aves mostram que as galinhas estão lutando para andar enquanto suas pernas se dobram e elas desmoronam sob seu peso enquanto batem as asas desesperadamente.

Criados para crescer mais rápido que o normal, eles muitas vezes se tornam coxos, sofrem problemas cardíacos e doenças de pele.

Outros vídeos mostram os animais apertados em gaiolas superlotadas com quase nenhum espaço para se mover, algumas delas pressionadas contra paredes e outros aparentemente em pé uns sobre os outros, enquanto ativistas disfarçados disseram ter encontrado também caixas cheias de cadáveres ou outros animais mortos deixados ali por horas, às vezes durante a noite toda.

As galinhas foram filmadas em fazendas operadas por dois dos maiores fornecedores do Reino Unido, a Hook 2 Sisters em Devon e a Moy Park em Lincoln, cujos clientes incluem cadeias gigantes de supermercados como Tesco, Aldi e Sainsbury.

Foto: Humane League UK

Foto: Humane League UK

Cenas “foram consistentes com a dor significativa que esses animais convivem”, disse Andrew Knight, professor de bem-estar animal e ética, e diretor fundador do centro de bem-estar animal da Universidade de Winchester.

Ele acrescentou que as imagens da Moy Park mostraram “frangos criados por sua carne com problemas sérios de mobilidade”.

“Uma filmagem de animais em colapso, sobrecarregados pelo seu próprio peso é descoberta praticamente toda semana”, disse o CEO da Open Cages, Connor Jackson, que divulgou os vídeos secretos.

Foto: Humane League UK

Foto: Humane League UK

Os animais pertencem a raças muito específicas chamadas Ross 308 e Ross 708, as raças de frango de crescimento rápido mais comuns, que segundo a Open Cages representam cerca de 70% de toda a produção de carne de frango na União Europeia.

As galinhas de crescimento rápido foram selecionadas artificialmente ao longo dos anos para que os frangos criados por sua carne crescessem de maneira não-natural, permitindo que os agricultores maximizassem os lucros.

As aves podem levar cerca de 35 dias para atingir o peso alvo para que sejam mortas 2-2,5 kg, enquanto no crescimento normal pode levar até 70 a 90 dias, segundo um relatório da Comissão Europeia de 2016.

Foto: Humane League UK

Foto: Humane League UK

O relatório disse que as taxas de crescimento de frango quadruplicaram em apenas 60 anos, com as aves demorando apenas 30 dias para alcançar o peso de 1,5 kg hoje – em comparação com os 120 dias da década de 1950.
“Se as pessoas crescessem tão rápido, uma criança de cinco anos pesaria 150 kg”, disse Jackson.

A taxa de crescimento extraordinariamente rápida das galinhas pode fazer com que seus corpos prematuros tenham dificuldades para lidar com o peso.

O relatório afirma que anormalidades nas pernas, doenças de pele e má estrutura óssea são comuns entre as galinhas de crescimento rápido, enquanto a causa mais comum de morte é a síndrome da morte súbita (SDS), que ocorre quando o frango não consegue absorver tanto oxigênio como seu corpo superdimensionado requer.

Foto: Humane League UK

Foto: Humane League UK

“Infelizmente, esta filmagem é um reflexo da criação industrial de frangos, onde a demanda por crescimento rápido – alcançando o maior rendimento de carne no menor tempo – continua a ser o foco principal”, disse a RSCPA em um comunicado. Knight, o veterinário, disse que as galinhas nas fazendas também estavam “muito apertadas em gaiolas lotadas” e incapazes de exercer comportamentos naturais.

“Nossas câmeras expuseram o sofrimento grosseiro presente nas fazendas de criação de aves social – condições severas e precárias, abuso e deformidades”, disse Palmer. “Muitas galinhas ‘de crescimento normal’ nem vêem o exterior. Não há maneira humana de cultivar frangos nessa escala atual. ”

Ela diz que a única maneira de impedir isso é que os consumidores escolham produtos veganos e que os governos parem de subsidiar a indústria e apoiem os agricultores em seu movimento em direção a um sistema alimentar baseado em vegetais.

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Fábrica de filhotes mantinha mais de 100 cães em gaiolas minúsculas presos no meio de fezes e urina

Foto: RSCPA Queensland/Facebook

Foto: RSCPA Queensland/Facebook

Uma investigação descobriu um criador de cães que mantinha mais de 100 filhotes em condições horríveis, com alguns cobertos em suas próprias fezes e urina.

Sharon McAdam, proprietária do negócio de criação de cães da Kupala Bull Terriers em Gladstone, Queensland, na Austrália, tinha 110 cães e filhotes da raça bull terrier.

Muitos dos animais foram mantidos em pequenas gaiolas com pouco acesso a comida e água.

Foto: RSCPA Queensland/Facebook

Foto: RSCPA Queensland/Facebook

Após uma investigação da RSPCA na propriedade em novembro do ano passado, todos os cães foram resgatados depois de terem sido encontrados confinados em gaiolas sujas e alguns eram até incapazes de andar no ambiente ‘pútrido’.

A RSPCA foi contatada em outubro depois que um cliente notou como as condições em que os animais eram mantidas eram péssimas ao comprar um filhote de cachorro do criador.

McAdam se declarou culpada na quarta-feira no Tribunal de Magistrados de Gladstone a uma acusação de não fornecer condições de vida adequadas e duas acusações de não fornecer o tratamento adequado para lesões nos animais.

Foto: RSCPA Queensland/Facebook

Foto: RSCPA Queensland/Facebook

A corte ouviu que os cães estavam vivendo em gaiolas “perigosas” com pouca ventilação e circulação de ar, bem como fios aparecendo no ambiente “imundo e contaminado”, relatou o Courier-Mail.

Os animais foram mantidos em uma sala onde havia um cheiro horrível e pisos encharcados de urina, segundo os investigadores.

Foto: RSCPA Queensland/Facebook

Foto: RSCPA Queensland/Facebook

A RSPCA disse em um blog em seu site que as condições de vida dos cães eram “alarmantes”.

“Alguns não conseguiam ficar eretos em suas gaiolas, outros eram incapazes de se virar, e todos eram incapazes de andar, correr, usar os sentidos e desfrutar de atividades normais de cães. Eles não eram socializados. O pelo dos animais estava sujo e muito fedorento”, disse a RSPCA em um comunicado.

Foto: RSCPA Queensland/Facebook

Foto: RSCPA Queensland/Facebook

“Eles viviam confinados em áreas sujas e fedorentas, com piso encharcado de urina.”

O advogado de defesa Ryan Mitchell disse que McAdam desenvolveu uma “obsessão” com a criação de cães e que só dormia quatro horas por dia para cuidar dos animais.

Foto: RSCPA Queensland/Facebook

Foto: RSCPA Queensland/Facebook

McAdam e seu marido começaram a criar cães há 32 anos, mas quando o marido deixou o negócio, ela ficou com muitos cães para cuidar.

“É uma pena que as coisas tenham ficado tão ruins antes de você pedir ajuda”, disse ela, disse a magistrada Philippa Beckinsale.

Foto: RSCPA Queensland/Facebook

Foto: RSCPA Queensland/Facebook

Infelizmente McAdam ainda poderá vender os filhotes ao total uma ninhada por ano e cada filhote deverá ser vendido dentro de três meses.

Ela pode ter em sua compania no máximo dois cães e terá que pagar 5500 dólares em custos de veterinário, bem como 1000 dólares em honorários legais.

McAdam também foi colocada em uma ordem restritiva de dois anos de liberdade condicional.

Foto: RSCPA Queensland/Facebook

Foto: RSCPA Queensland/Facebook

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Cães presos em jaula são salvos com auxílio de drone em Pernambuco

Dois cachorros que estavam presos em uma jaula há uma semana foram salvos por uma equipe da Secretaria de Meio Ambiente de Jaboatão dos Guararapes, em Pernambuco. Na terça-feira (6), um drone foi usado para auxiliar na localização dos animais, já que eles estavam num local com muro alto, o que dificultava a visão dos fiscais.

Foto: Divulgação

Os cães estavam em um prédio em construção em Piedade e eram explorados por uma empresa para segurança de imóveis. As informações são do portal Diário de Pernambuco.

Durante dois dias, equipes trabalharam para conseguir localizar o espaço onde estavam os animais. O caso só foi solucionado quando os profissionais tiveram acesso às imagens feitas pelo drone. Foi preciso arrombar o portão do prédio para salvar os cachorros.

Após o resgate, os cães foram levados para um local adequado e passaram a receber os cuidados necessários. Eles foram disponibilizados para adoção. A empresa que os explorou e maltratou será notificada sobre o caso.

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Cães são explorados para proteger animais ameaçados de extinção

Cachorros estão sendo explorados pelo projeto Conservation Canines, nos Estados Unidos, para proteger animais silvestres. Em nome da preservação de uns, condena-se outros a uma vida de exploração, na qual são submetidos a treinamentos anti-naturais.

Foto: Pixabay

O olfato sensível dos cães, que existe para suprir as próprias necessidades desses animais, está sendo explorado pelo projeto para que eles farejem as fezes dos animais ameaçados.

A partir das fezes encontradas, os pesquisadores fazem uma análise químico e obtêm um quadro geral da saúde do animal. Assim, eles descobrem se o animal é uma fêmea grávida, se está doente ou se alimentando adequadamente.

Atualmente, através da exploração dos cachorros, cientistas estão estudando a Pack Forest, assim como já estudaram, em 2006, orcas ameaçadas de extinção, ao redor das Ilhas San Juan – ambos locais em Washington, nos Estados Unidos.


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PETA acusa programa de Jimmy Fallon de crueldade animal

Por Rafaela Damasceno

A organização em defesa dos animais PETA pediu para que o programa The Tonight Show, com Jimmy Fallon, seja investigado por crueldade animal depois de ter exibido imagens de animais sendo tratados como adereço. Segundo o grupo, o programa violou termos ao permitir que o público interagisse com os animais.

Jimmy com uma cobra no pescoço no meio do programa

Foto: Getty

Grant Kemmerer, que fornece os animais explorados no programa, também foi acusado pela PETA. De acordo com a organização, ele foi multado em cerca de 7,3 mil dólares (mais de 27 mil reais) no ano passado ao violar cinco leis estaduais sobre a vida selvagem.

“Os animais sofrem a cada vez que são expostos ao caos da televisão e são repassados como adereços”, declarou Lisa Lange, vice-presidente da PETA. A organização também alegou que Robert Irwin, que frequentemente aparece com animais no programa, lidou com animais que não foram autorizados a estarem ali (que foram fornecidos por Grant).

Jimmy dando mamadeira a um camelo no programa

Foto: Getty

Durante dois segmentos que foram ao ar em janeiro e fevereiro, Robert incentivou Jimmy Fallon a tocar nos animais, apesar de não ser permitido contato com público direto.

A PETA pediu para que Grant fosse proibido de obter futuras autorizações de fornecer animais e pediu a Jimmy que parasse de exibi-los em seu programa.


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Apresentador André Marques é criticado após postar foto com polvo morto

O apresentador André Marques foi criticado após publicar uma foto segurando um polvo que foi morto para consumo humano. Internautas ficaram chocados com a triste imagem do animal sem vida.

Foto: Reprodução/Instagram/@euandremarques

“Acredite se quiser. Esse polvo português pesou 6,7 kg que o amigo Luiz Fernando Albuquerque trouxe! Então… vamos comer!”, escreveu André.

Animais explorados para consumo, como o polvo exibido pelo apresentador, são submetidos a intenso sofrimento para que sejam mortos. Além disso, eles têm o direito à vida usurpado a troco de poucos minutos de satisfação para o paladar humano. E foi essa realidade que levou internautas a criticarem a foto publicada por André Marques.

“Ele poderia estar em seu habitat tranquilo”, escreveu um internauta.”Sim, os inocentes que morrem todo dia também!”, respondeu o apresentador, deixando claro que não se importa com o sofrimento do polvo.

A resposta de André foi dada para tentar justificar o ato de matar um animal para consumo, mas não justifica. Isso porque inocentes morrerem não dá a ninguém o direito de tirar vidas. Inocentes morrem, de fato, todos os dias, mas essa realidade deve ser encarada apenas para ser combatida, jamais para ser usada como uma desculpa torpe para infligir sofrimento aos animais.

Foto: Reprodução/Instagram/@euandremarques


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PETA pede para que Leonardo DiCaprio resgate chimpanzé de “O lobo de Wall Street”

Por Rafaela Damasceno

O grupo ativista PETA está pedindo para que Leonardo DiCaprio, ator ambientalista e vencedor do Oscar, resgate o chimpanzé, Chance, que participou do filme “O lobo de Wall Street”.

Chance no colo de Leonardo Dicaprio

Foto: Livekindly

O filme recebeu muitas críticas na época de sua estreia, em 2013, com a organização em defesa dos direitos animais Amigos dos Animais pedindo um boicote. O grupo disse que o chimpanzé sofreria danos psicológicos permanentes por ser obrigado a atuar no filme.

Seis anos depois, Chance continua sofrendo. Agora ele pertence a um zoológico de beira de estrada, que o obriga a se apresentar e realizar truques. A ONG PETA pediu ajuda a DiCaprio e Martin Scorsese, o diretor do filme, para que o resgate seja possível.

A organização deseja que Chance seja realocado em um santuário, onde passaria o resto de sua vida sem ser forçado a entreter pessoas.

Explorar os animais em filmes, felizmente, parece algo que está diminuindo pouco a pouco, devido às tecnologias atuais. Jon Favreau, que dirigiu a adaptação do “Rei Leão” para uma versão mais realista, disse à Vanity Far: “O fato da tecnologia poder fazer parecer tão visualmente real torna mais e mais difícil precisar colocar animais em perigo para fazer um filme”.


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