Internet muda a vida de cachorro abandonado em abrigo que adoeceu de tristeza

Foto: Sophie Spenia

Foto: Sophie Spenia

Quando a família de Ritter infelizmente perdeu sua casa, eles não podiam mais cuidar dele ou de seu irmão cachorro, Corky. Mesmo que isso tenha partido seus corações, eles tiveram que entregar ambos os cães ao abrigo da Humane Society para Hamilton County, em Indiana, nos Estados Unidos – e assim que sua família o deixou para trás, o pobre Ritter simplesmente não conseguiu conter sua tristeza.

“Como acontece com muitos cães, ele estava petrificado, nervoso e muito triste”, disse Megan Bousley, especialista em comunicação e marketing da Humane Society, em Hamilton County, ao The Dodo. “Eles não entendem onde sua família foi e estão confusos e assustados com o ambiente novo e barulhento.”

Assim que ficou sozinho em seu canil, tudo que Ritter pôde fazer foi sentar-se encostado na parede, olhando para o chão, muito chateado e confuso com sua nova realidade.

Foto: Sophie Spenia

Foto: Sophie Spenia

É claro que todos no abrigo fizeram o possível para que Ritter se sentisse tão amado quanto era humanamente possível – mas ainda assim não é o mesmo que ter um lar e uma família.

“Ele recebeu muito amor e atenção da equipe”, disse Bousley. “Enquanto ele está acuado e nervoso em seu canil, ele fica cheio de alegria lá fora, apenas querendo brincar e ser amado.”

Foto: Sophie Spenia

Foto: Sophie Spenia

Todos no abrigo puderam ver como Ritter estava de coração partido e não aguentavam vê-lo assim, e então postaram sua foto no Facebook, esperando que alguém o visse e abrisse sua casa para o doce e triste filhote.

O post foi compartilhado mais de 3 mil vezes – e em pouco tempo, uma mulher viu o rosto doce de Ritter e soube imediatamente que tinha que adicioná-lo à sua família.

Foto: Sophie Spenia

Foto: Sophie Spenia

Sophie Spenia estava querendo adotar um cachorro há algum tempo, mas estava esperando até que tivesse uma casa e mais espaço, porque sabia que provavelmente queria um cachorro grande. Assim que ela comprou sua primeira casa, ela começou a olhar na página da Humane Society for Hamilton County e a página do Facebook todas as manhãs, e quando ela viu a foto de arrancar o coração de Ritter, ela soube que ele tinha sido o escolhido.

“Quando vi a foto e a descrição de Ritter postadas às 6 da manhã, eu mandei uma mensagem para minha irmã e disse que precisávamos buscá-lo logo depois do trabalho”, disse Spenia ao The Dodo. “Duas horas depois, minha irmã me mandou uma mensagem sobre o post do Facebook avisando que ela notou que ele estava se tornando viral. Então eu disse ao meu chefe a situação e ele me disse para sair e ir até o abrigo! Ele é amante de cães também”.

Foto: Sophie Spenia

Foto: Sophie Spenia

Quando Spenia chegou ao abrigo, ela estava um pouco nervosa porque sabia o quão triste e confuso Ritter estava após perder sua família, e ela não sabia como ele reagiria a sua presença – mas assim que ele entrou na sala, tudo se encaixou.

“No minuto em que ele chegou na área de visitantes, ele correu até mim e colocou sua cabeça grande e fofa no meu colo e eu poderia dizer que ele estava me dando um recado: quero ir com você”, disse Spenia. “Eu tinha que tê-lo ao meu lado!”

Foto: Sophie Spenia

Foto: Sophie Spenia

Spenia imediatamente se candidatou para adotar Ritter, e na quinta-feira ela finalmente conseguiu pegá-lo e trazê-lo para sua nova casa. Ele não conseguia parar de sorrir para sua nova mãe no caminho de casa, e agora está se adaptando maravilhosamente a sua nova vida.

Ritter era o filhote mais triste do mundo quando chegou ao abrigo, mas em poucos dias ele encontrou a melhor tutora que poderia desejar, alguém que se certificaria de que ele esteja feliz e amado o tempo todo pelo resto de seus dias.

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Maníaco ataca, tortura e mata gatos brutalmente

Amber a gatinha baleada que sobreviveu ao ataque | Foto: Newcastle Chronicle

Amber a gatinha baleada que sobreviveu ao ataque | Foto: Newcastle Chronicle

Uma série de ataques violentos e fatais aos gatos da região de Hebburn, em Northumbria, na Inglaterra tem deixado os tutores de animais temerosos por seus felinos.

Até agora, dois gatos foram mortos – um deles baleado com chumbinho no pescoço – e o outro foi encontrado enforcado pendurado em uma árvore.

Emma Lewis, de 34 anos, chamou os agressores de sua gata de “doentes mentais” e “repugnantes” depois que sua amada felina, chamada de Amber, foi atingida no pescoço por um tiro de chumbinho originado, provavelmente, de um rifle de ar comprimido.

Ambos os ataques ocorreram na área de Luke’s Lane, segundo o Chronicle Live.

Emma Lewis e sua gatinha Amber, baleada no pescoço | Foto: Newcastle Chronicle

Emma Lewis e sua gatinha Amber, baleada no pescoço | Foto: Newcastle Chronicle

Inicialmente, Emma e seu marido Michael pensavam que sua gata, Amber, havia sido atacada por outro animal, mas depois de irem ao veterinário, o médico afirmou que ela tinha sido baleada.

“Houve realmente uma ferida de entrada e saída da bala. Ela tinha acabado de perder a jugular. Ela deve ter se arrastado para casa para chegar a um lugar seguro”, disse Emma.

“Eu entendo que algumas pessoas não gostam de gatos, que eles os vêem como vermes”.

“Mas você não pode sair por aí atirando neles. Isso é um crime além de ser repugnante.”

Emma levou a história para o Facebook e compartilhou em um post que Amber tinha sido baleada e aproveitou para alertar outras pessoas na área, mas tragicamente acabou descobrindo que seu gato não havia sido o único alvo.

Ela disse: “Eu milhares de mensagens de pessoas de todos os lugares. O gato de outra mulher também da região foi baleado e ela teve que gastar £ 1.100 no veterinário.

A tutora de Amber alertou os tutores de gatos sobre os ataques no Facebook | Foto: Newcastle Chronicle

A tutora de Amber alertou os tutores de gatos sobre os ataques no Facebook | Foto: Newcastle Chronicle

“As pessoas precisam saber que isso está acontecendo. É assustador pensar que alguém está andando por aí com uma arma, machucando animais”.

“E se uma criança estivesse acariciando ou pegando o gato no momento em que atiraram nele?”

“Minha gata é tão amigável. Sempre segue as crianças quando estamos fora.”

Outra família na área teve uma experiência semelhante depois que seu gato foi baleado e pendurado em uma árvore.

Michael e Emma Clelland viram Hunter pela última vez na madrugada de sexta-feira.

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PETA compra ações do Facebook para aumentar visibilidade dos direitos animais

A organização pelos direitos animais PETA comprou ações do Facebook na esperança de promover suas campanhas de defesa aos animais e aumentar a visibilidade da causa na rede social. Essa medida foi tomada depois de uma série de conteúdos postada pela PETA ter sido reprimida, censurada e até mesmo tirada do ar – acusada de “fake news”.

Duas pessoas protestam vestida dentro de uma gaiola, com roupas de presidiários e máscaras de macacos

Foto: PETA

As ações adquiridas permitem agora que a organização participe das reuniões anuais do Facebook, faça pergunta aos executivos e envie resoluções aos acionistas.

Em 2015, a plataforma começou a colocar mensagens de avisos em vídeos considerados chocantes, violentos ou ofensivos. Os usuários passaram a escolher se queriam assistir aos conteúdos dos vídeos ou não. Em um comunicado, a PETA afirmou que a censura limitou consideravelmente o alcance de suas publicações.

“O objetivo da PETA é parar o sofrimento dos animais, e contamos com as redes sociais para levar informações para as pessoas”, declarou a organização. O Instagram, que é propriedade do Facebook, também costuma censurar suas publicações.

O compartilhamento de vídeos, fotos e informações pelas redes sociais desempenhou nos últimos anos um papel enorme na missão da PETA de acabar com a exploração dos animais. “As pessoas devem ver o que os animais enfrentam em laboratórios, fazendas e matadouros”, afirmou a vice-presidente da PETA, Tracy Reiman.

A organização pediu para que o Facebook se espelhe na política do Twitter, onde os usuários podem escolher por conta própria se querem ou não os avisos de conteúdo sensível em seu feed.


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Mercado de venda de animais selvagens aumenta no Facebook e Instagram

Filhote de leão resgatado pelas autoridades de proteção à vida selvagem que estava a caminho do Reino Unido, vindo de Bangladesh | Foto: Interpol

Filhote de leão resgatado pelas autoridades de proteção à vida selvagem que estava a caminho do Reino Unido, vindo de Bangladesh | Foto: Interpol

Redes sociais e mercados on-line há muito são centros de todo tipo de atividades ilegais, incluindo tráfico de animais. Os contrabandistas usam as plataformas como outdoors digitais, geralmente compartilhando fotos e vídeos para os usuários do mundo todo.

No Facebook e no Instagram, é comum que os vendedores publiquem seus números de WhatsApp ou do WeChat junto com seus produtos, um sinal para os possíveis compradores se conectarem em um fórum mais privado.

De orangotangos e leopardos a opiáceos e antiguidades raras do Oriente Médio, se algo puder ser vendido ilegalmente, dizem os pesquisadores, é provável que seja vendido em algum lugar no Facebook ou no Instagram.

“Se houvesse os T-Rexes vivos, eles os venderiam”, disse Patricia Tricorache, diretora assistente do Cheetah Conservation Fund.

Policiais chilenos com um periquito de bico fino resgatado de traficantes em junho | Foto: Interpol

Policiais chilenos com um periquito de bico fino resgatado de traficantes em junho | Foto: Interpol

Como o Facebook permite a mudança para comunicações mais pessoais e atividades em grupo privado, a sitação piora. Isso está dando aos defensores dos animais uma sensação de urgência em fazer com que a rede social reprima o comércio do mercado paralelo de animais antes que se torne mais difícil rastreá-lo.

“Estamos no meio de uma grande tempestade sobre o que as mídias sociais devem ser responsáveis em suas plataformas”, disse Tim Mackey, professor da escola de ciências da saúde da UC San Diego. “Animais estão morrendo na natureza e suas plataformas estão sendo usadas para facilitar o tráfico.”

Mackey passou grande parte do ano passado estudando o comércio de produtos ilegais no Facebook e no Instagram e recentemente publicou um artigo sobre vendas de drogas no Instagram. Agora ele está pesquisando a venda de partes de animais selvagens – como chifres de rinoceronte e tartarugas em extinção – específicos para compradores e vendedores chineses.

“Parece que este não é um espaço que o Facebook tem policiado muito”, disse ele.

Dados precisos sobre o tráfico são escassos, dada a natureza sigilosa dos negócios, e grupos privados no Facebook tornam ainda mais difícil quantificá-los. A Operation Dragon, um esforço de dois anos da WJC que foi destacado pela National Geographic em 2018 e incluía tartaruga malaia, encontrou mais de 20 mil tartarugas marinhas e terrestres à venda, valendo mais de 3,2 milhões de dólares.

“Notou-se que nas plataformas de mídia social como o Facebook havia uma quantidade significativa de tráfego aberto e agressivo de comerciantes”, dizia o relatório da WJC, uma fundação internacional.

O Fundo Internacional para o Bem-Estar Animal recentemente analisou sites de mídia social como Facebook e Instagram como parte de um relatório a parte sobre tráfico de animais publicado em 2018.

Ao longo de um período de seis semanas cobrindo posts de apenas quatro países, o IFAW encontrou 275 listagens vendendo espécies (ou partes do corpo) ameaçadas ou criticamente ameaçadas de extinção nos dois serviços – um pequeno número, porém que não inclui quaisquer mensagens que possam ter sido parte de grupos privados do Facebook.

“Também deve ser notado que se os grupos “fechados” no Facebook fossem incluídos nesta pesquisa, os níveis de comércio de animais selvagens descobertos nas mídias sociais poderiam ter sido significativamente maiores”, de acordo com o relatório.

Tartaruga-estrela-indiana, uma espécie protegida, resgatadas por autoridades de proteção da vida selvagem na Índia | AFP/Getty Images

Tartaruga-estrela-indiana, uma espécie protegida, resgatadas por autoridades de proteção da vida selvagem na Índia | AFP/Getty Images

Embora não intencional, o Facebook tem um papel fundamento em facilitar esse tipo de transações e esse fato é preocupante para os pesquisadores, muitos dos quais estão se unindo para compartilhar recursos e aumentar a conscientização.

Mackey faz parte de uma nova organização chamada Aliança para o Combate ao Crime Online ou ACCO, uma coalizão de pesquisadores e acadêmicos focados no combate aos traficantes da Internet, especificamente no Facebook e no Instagram, que eles chamam de “marco zero” para o crime organizado online.

Dan Stiles, membro da ACCO e pesquisador independente no Quênia, estuda o comércio de animais silvestres desde 1999, com foco em grandes símios. Ele escreveu relatórios sobre o comércio de macacos para inúmeras organizações de vida selvagem, como as Nações Unidas.

No final de 2016, ele chegou a orquestrar uma operação realizada no Facebook e no WhatsApp para ajudar a prender um traficante que estava vendendo dois orangotangos bebês em Bangcoc.

Stiles confirmou o que muitos outros pesquisadores disseram: o Facebook não faz o suficiente para procurar de forma proativa esse tipo de postagens, que servem como anúncios para a mercadoria dos traficantes.

Em vez disso, sua abordagem tem sido remover as postagens quando os outros as sinalizam e denunciam – mas mesmo isso pode representar um dilema. Remover os posts significa eliminar a evidência de que policiais e pesquisadores podem usar para monitorar esses traficantes.

“Eles não estão realmente procurando essas postagens por si mesmos”, disse Stiles, “porque eles teriam fechado muito mais [contas] até agora se realmente estivessem”.

Tornando mais rígida uma política anterior que proibia a venda de animais em extinção, o Facebook proibiu em maio a venda de todos os animais “peer to peer” (usuário para usuário), de tartarugas raras de água doce a filhotes de cachorro.

“Esta política nos permite maior agressividade e capacidade de remover esses animais vivos”, disse Max Slackman, gerente de políticas do Facebook. A política anterior foi tão difícil de aplicar que a empresa descartou, disse ele. “Na escala em que atuamos, treinar nossas equipes de

Esse pode ser um dos maiores problemas do Facebook no futuro. À medida que a empresa se afasta do compartilhamento público e passa para a criptografia, até mesmo o Facebook não terá acesso a comunicações privadas enviadas por meio de sua rede.

O grupo já possui um serviço de mensagens criptografado no WhatsApp, e o Messenger e o Instagram também criptografaram todas as mensagens em breve. Os três serviços têm mais de um bilhão de usuários cada.

Instagram também criptografaram todas as mensagens em breve. Os três serviços têm mais de um bilhão de usuários cada.

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Veterinária usa Facebook para vender filhotes de canguru

Foto: Facebook

Foto: Facebook

Animais não são produtos para serem precificados são vidas sencientes, companheiros de planeta e qualquer tentativa de lucrar sobre eles, e afastá-los de seu habitat natural, tornando-os de animais selvagens em animais domésticos trará imensos danos e sofrimento a esses seres.

Uma criadora de animais americana enfrentou uma onda de revolta e criticas ferozes dos usuários da rede social por vender cangurus bebês no Facebook por 7100 dólares cada.

A mulher que se diz natural e residente do Texas (EUA), se descreve como uma “veterinária simples e exótica” no Facebook, vende também “zebras de qualidade, camelos e cangurus” online.

Foto: Facebook

Foto: Facebook

Seu último post provocou protestos violentos depois que a veterinária postou uma foto de seis filhotes de canguru, com um preço inicial de 7,1 mil dólares para cangurus do sexo feminino e 2800 dólares cangurus do sexo maculino.

Infelizmente não é considerado ilegal pela lei americana possuir um canguru no estado do Texas, mas os marsupiais não podem ser treinados em casa.

Eles podem crescer até dois metros de altura e pesar até 90 kg e requerem espaço adequado para se movimentar e correr.

Grupos que atuam em defesa dos direitos animais questionaram se a prática da veterinária era legal, alegando que os animais precisavam ser criados livres na natureza, de onde jamais deveriam ter saído.

“Estes animais indefesos jamais deveriam estar à venda, eles pertencem a natureza e não devem ser criados em cativeiro! Pobres filhotes de cangurus! Isso é absolutamente horrível! ”, escreveu um deles.

“Especialistas em animais devem estar envolvidos”, comentou outro.

Foto: Facebook

Foto: Facebook

“Eles não poderiam estar em estado selvagem agora, eles todos ainda tomam mamadeira infelizmente eles não se ajustariam em estado selvagem agora. Pelo menos na minha compreensão, mas devem ser soltos quando estiverem maiores, prontos e adaptados”, explicou um deles.

Desde então, a veterinária removeu a postagem do Facebook, mas ainda anuncia em seu site a venda dos animais selvagens, segundo informações do Daily Mail.

Animais selvagens nativos da Austrália sendo vendidos em redes sociais

Os animais nativos mais emblemáticos da Austrália estão sendo negociados por criadores americanos que os vendem como animais domésticos por milhares de dólares.

A repercussão do terrível comércio de animais nativos surgiu depois que os australianos ficaram chocados com um kookaburra chamado “Thunder” sendo vendido em uma gaiola em uma loja de animais em Virginia Beach por 1.200 dólares (cerca de 5 mil reais).

Infelizmente, Thunder é apenas a ponta do comércio crescente de animais nativos australianos nos EUA.

Uma pesquisa rápida em sites de animais domésticos nos EUA revela que cangurus, wallabies, planadores de açúcar e emas estão disponíveis – por um preço. Um criador divulgou online de seis cangurus albinos 45 mil dólares (cerca de 175 mil reais).

Jeff, que mora no estado de Nova York e cria emus, disse ao Daily Mail na quinta-feira (28) que entendia completamente a popularidade dos animais nativos da Austrália – especialmente os cangurus.

“Quem não gostaria de um?” ele disse.

“Eles são fofos e fofinhos quando são bebês – não há nada como ter um canguru, as pessoas enlouquecem quando o veem.”

Ele disse que viu uma pessoa passeando com seu canguru em uma loja dentro um carrinho de compras para o deleite de outros compradores.

Chris, que cria lorikeets, disse ao Daily Mail Austrália que ela estava confusa sobre o motivo pelo qual os australianos ficaram tão indignados ao saber que um kookaburra estava à venda, e alega que animais australianos nativos foram legalmente enviados para zoológicos nos Estados Unidos na década de 1970, e esses zoos passaram o excedente para os criadores – o que significa que não é ilegal para os criadores americanos venderem os animais.

De acordo com a lei australiana, os animais nativos não podem ser retirados do país, mas Chris disse que não acredita que “Thunder” tenha sido obtido ilegalmente, pois conhece seu criador – um homem idoso que está no mercado há décadas. A loja de animais também negou que o Thunder fosse contrabandeado para o país.

Anúncios em lojas de animais online mostram que os animais australianos estão à venda em todos os EUA, com preços que atingem mais de alguns milhares de dólares.

Casais de baby emus são vendidos online de 500 a 979 dólares (cerca de 2 a 4 mil reais), com um site oferecendo até mesmo o envio de aves nativas australianas para qualquer lugar dos EUA via avião.

O petauro-do-açúcar é outro animal faz sucesso entre os americanos, com os marsupiais sendo criados para uso doméstico por mais de uma década nos Estados Unidos. As informações são do Daily Mail.

O pet shop onde está “Thunder” disse em um comunicado postado em sua conta do Facebook que não há qualquer irregularidade da parte deles, mas explicaram com detalhes de onde o kookaburra veio.

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Caçadora que postou foto com girafa morta se gaba de ter caçado o “delicioso” animal

Foto: Facebook

Foto: Facebook

Além de matar, tirar uma foto sorrindo ao lado do cadáver do animal e postar imagem de forma desrespeitosa no Facebook, se gabando do feito – e causando revolta nas redes sociais – a caçadora americana responsável pela morte da girafa idosa em um “safari dos sonhos”, disse que estava orgulhosa de ter caçado o animal, que ela afirmou ser “delicioso” de se comer.

A texana Tess Talley, de 38 anos, provocou uma onda de revolta on line no verão passado, quando postou os registros fotográficos de seus atos covardes durante uma viagem de caça no ano anterior na África do Sul.

“As orações pela minha caçada dos sonhos fizeram com que ela se tornasse realidade hoje” ela escreveu ao lado da imagem. – “Vi essa imensa girafa negra e a persegui por um bom tempo. Eu sabia que era a único. Ela tinha mais de 18 anos, 4.000 libras (quase 2 mil kg) e fui abençoado por poder extrair 2.000 (cerca de 900 kg libras) de carne dela”.

Tallley recentemente defendeu ainda mais suas ações, aparecendo na rede de televisão americana CBS para dizer que caçadores como ela contribuem para a preservação a longo prazo dos animais, gerenciando populações e financiando a conservação da vida selvagem. Ela também disse que a girafa macho idosa, cuja pele ela tinha usado para fazer capas de almofada e um estojo de rifle, era deliciosa de se comer.

“É um hobby, é algo que adoro fazer. Tenho orgulho de caçar. E eu tenho orgulho de ter matado dessa girafa”, disse ela, dizendo que a caça da girafa era um desejo antigo.
Quando foi questionada por estar claramente sorrindo nas imagens que ela postou com o animal, ela disse: “Você faz o que gosta de fazer. É alegria. Se você não ama o que faz, não vai continuar a fazer isso”.

Ela confessou ainda que embora gostasse de caçar, sentia uma pontada de remorso.

Mostrando completa alienação ou apreço pelo valor da vida da girafa a caçadora diz: “Todo mundo acha que a parte mais fácil é puxar o gatilho. E não é”, ela disse. “Essa é a parte mais difícil. Mas você ganha muito respeito e muito apreço pelo animal porque sabe o que esse animal está passando. Eles são colocados aqui para nós. Nós os pegamos, nós os comemos”.

Em um comunicado, Kitty Block, presidente e CEO da Humane Society dos Estados Unidos e da Humane Society International, disse: “A caça ao troféu da girafa mostra um desrespeito absoluto e arrogante pelo status ameaçado de uma espécie icônica.

“Uma estimativa de 2015 descobriu que menos de 100 mil girafas permanecem em estado selvagem na África, e nossa investigação de 2018 revelou que quase 4 mil troféus derivados de girafas foram importados para os EUA na última década.”

Ela disse que as girafas estão enfrentando “uma série de ameaças, incluindo a caça e a fragmentação de habitats”.

Ela acrescentou: “O péssimo estado de conservação jamais poderia ser agravado pelo horror dos caçadores de troféus empenhados em matar esses animais ameaçados por troféus insensatos e macabros”.

A presidente da PETA, Ingrid Newkirk, afirmou que caçadores de troféus como Talley tinham “buracos onde seus corações deveriam estar e uma conexão de empatia faltando em sua conexão cerebral”.

“Com oportunidades ilimitadas para diversão, fala-se muito que este pequeno subgrupo da população humana se diverte em tirar a vida de outros seres que não pedem nada da vida, além da chance de viver em paz”, disse ela ao The Independent.

“Essas tentativas desses seres humanos insensíveis de ceder sua sede de sangue em alegações ridículas de conservação (ênfase no engodo) dizem ainda mais sobre suas personalidades vazias”.

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Levantamento revela o destino terrível que os cavalos exportados pela Austrália enfrentam

Foto: PETA

Foto: PETA

Outros 11% estão listados nos registros da Korean Racing Authority (KRA) como “indeterminado”, uma entrada que muitas vezes coincide com o fim abrupto do histórico médico, ou a listagem de uma lesão que é incompatível com as corridas.

Segue-se a publicação pela Guardian Austrália de imagens secretamente gravadas por investigadores da PETA em um dos principais matadouros de cavalos em Nonghyup na Ilha de Jeju na Coréia do Sul, mostrando cavalos sendo espancados na cabeça com tubos de plástico antes de serem empurrados para pelos corredores do matadouro.

Esse vídeo inclui imagens de três cavalos australianos, incluindo o Dynamic Tank, Bareal Jeong e Winx, todos explorados em corridas de cavalos e considerados “campeões” sendo que o último deles foi listado em uma auditoria – realizada em registros de 40 anos de mortes – realizada pela KRA em 2015. Ele provavelmente foi morto em 2010, quando seus registros veterinários terminam.

Uma análise dos registros Australian Stud Book e KRA mostra que dos 190 cavalos exportados da Austrália para a Coréia do Sul entre janeiro de 2013 e maio de 2019, 22 estão listados como tendo sido enviados para o matadouro e 29 estão listados como tendo morrido, acredita-se que a maioria dessas mortes esteja ligada à indústria da carne.

Outros 11 morreram em consequência de acidentes durante uma corrida ou treino, ou devido a doenças como cólica. Cerca de 27% – ou 53 cavalos – ainda estavam competindo, com a maioria desse número sendo de cavalos que haviam sido exportados mais recentemente. Treze cavalos haviam sido transferidos para a indústria de criação, e 40, ou 21%, haviam sido aposentados como cavalos de passeio.

O tempo médio entre a data listada de exportação da Austrália e a data em que um cavalo morreu, ou foi listado “indeterminado”, é de 22 meses.

O cientista-chefe da RSPCA, Bidda Jones, disse que as imagens mostram que há “problemas óbvios que precisam ser resolvidos” se a Austrália pretende continuar exportando cavalos.

“Pedimos à Racing Austrália que trabalhe em estreita colaboração com suas contrapartes estrangeiras para garantir o manejo humano dos cavalos australianos ao longo de suas vidas, seja aqui ou no exterior”, disse Jones.

Jones disse que a história recebeu “milhares de reações de revolta e ira” dentro de uma hora depois de ser compartilhada na página do Facebook da RSPCA na quinta-feira.

“Os australianos não vão tolerar a violência e a crueldade contra os animais”, disse ela

Jones comparou a reação expressada pelas pessoas às respostas ao comércio de exportação de ovinos vivos, que foi fortemente restringido após o lançamento no ano passado de imagens terríveis divulgadas nas mídias sociais.

“Nesta época em que vivemos, não há onde se esconder”, disse ela. “Se os animais sob seus cuidados não estiverem sendo bem tratados, quando isso acontecer, onde quer que isso aconteça, você será descoberto”.

Jones disse que as indústrias que dependem de animais devem abordar essas questões “muito antes de serem expostas em uma reportagem de alcance mundial”.

A Racing Austrália mostrou imagens do matadouro na terça-feira última, mas disse que não pretendia expandir uma declaração anterior sobre protocolos de aposentadoria de cavalos introduzida na Austrália em 2015, e também expressou seu apoio ao estabelecimento de um registro de rastreabilidade de cavalos financiado pelo governo.

Embora contatada a entidade não respondeu a um pedido de comentário.

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Ativistas acusam Facebook de promover e divulgar lutas com animais

Página no Facebook que posta vídeos de briga de cães | Foto: Lady Freethinker

Página no Facebook que posta vídeos de briga de cães | Foto: Lady Freethinker

O Facebook foi acusado de servir como plataforma de divulgação mundial de briga de cães após uma investigação realizada por uma ONG descobrir que o site está sendo usado por organizadores inescrupulosos de lutas entre animais e comerciantes de cachorros, conforme informações do The Guardian.

Lady Freethinker (LFT), a organização de defesa dos direitos animais, afirma que o gigante das mídias sociais não está cumprindo suas próprias políticas, que proíbem conteúdo violento e a venda de animais.

Em um relatório chamado “The Deadly Underground World of Dogfighting on Facebook” (Os Bastidores Mortais das Lutas de Cachorros no Facebook”, na tradução livre), compartilhado com o Observer, a ONG acusa o Facebook de se tornar o “primeiro ponto de encontro” para a discussão de determinados cães e criadores envolvidos no comércio, muitas vezes mortal, com grande parte do debate ocorrendo em fóruns (grupos) fechados.

Entre dezembro de 2018 e fevereiro deste ano, um investigador da ONG pesquisou no Facebook e encontrou grupos, páginas e perfis promovendo brigas de cães e o tráfico de animais usados para brigas de cães. Mais de 2 mil posts e 150 páginas foram encontradas. Os cinco principais grupos tiveram um acompanhamento combinado de mais de 160 mil usuários do Facebook.

O investigador relatou 26 postagens no Facebook por violar suas políticas. Mas a empresa se recusou a remover todos, com exceção de seis, sugerindo que o investigador simplesmente bloqueie, desate ou pare de seguir as postagens que reconheceu “ainda podem ser ofensivas ou desagradáveis”.

Alguns posts registraram quantas lutas os cães haviam vencido. Outros vendiam cachorros que haviam sido criados por combatentes de sucesso. Inúmeras fotos mostravam cachorros acorrentados, com os dentes à mostra e cicatrizes no rosto.

“Este nível de violência e exploração de cães é terrível”, disse a fundadora da LFT, Nina Jackel. “O Facebook é frequentemente usado como uma plataforma para que a defesa dos direitos animais realize mudanças positivas, mas, como mostra o nosso relatório, não está protegendo os animais inocentes do abuso e da possível morte. Ao não aplicar suas próprias políticas contra a crueldade com os animais, o Facebook é cúmplice na perpetuação de atos criminosos contra cães”.

O investigador pesquisou no Facebook os termos comumente usados associados à briga de cães. Ele também seguiu os grupos “sugeridos” do Facebook, que frequentemente eram encontrados na busca para promover atividades de briga de cães, e apontou preocupações sérias sobre um número de grupos fechados que acreditavam promover a atividade.

Muitas das páginas e grupos usam terminologia codificada que não sugere imediatamente a promoção de brigas de cães. Um cão pode ser descrito como um “grande campeão” (Gr Ch) com cinco vitórias ou um “campeão” com três vitórias (Ch). Outra referência comum era o tipo de ringue em que os cães geralmente lutam, com uns medindo 4 pés por 4 pés comuns (cerca de 1,20m por 1,20m).

A ONG Lady Freethinker, que tem sede em Los Angeles, lançou uma petição on-line, DefeatDogfighting.org, pedindo que o Facebook encontre ativamente e remova com urgência todo o conteúdo que promove a briga de cães, o que é ilegal na maioria dos países, mas continua sendo uma atividade clandestina comum.

Criminalizada no Reino Unido desde a implantação da lei de crueldade contra os animais (Cruelty to Animals Act 1835) e crime também em todos os estados dos EUA, os grupos de direitos animais temem que a atividade possa agora ter migrado para as mídias sociais.

Um porta-voz do Facebook disse que a empresa estava investigando as acusações. “O conteúdo que promove ou retrata lutas de animais contra animais não é permitido no Facebook”, disse ele. “Agradecemos a Lady Freethinker por trazer esses posts à nossa atenção e conhecimento, nós os contatamos para que possamos obter as informações necessárias para investigar esse conteúdo”.

“Se as pessoas virem algo no Facebook, que acharem que fere ou quebra os padrões da nossa comunidade, nós os incentivamos a denunciá-lo usando as ferramentas da plataforma para que nossas equipes possam investigar e tomar as medidas adequadas”.

Página no Facebook ajuda ONG a resgatar animais feridos em Araras (SP)

Cãozinho Menino foi resgatado após ter sido vítima de um atropelamento | Foto: Marlon Tavoni/EPTV

A ONG Sempre ao Seu Lado realiza um trabalho incrível e voluntário em prol da causa animal na cidade de Araras, no interior de São Paulo. Através de uma página no Facebook, a entidade recebe denúncias, fornece orientações e informa sobre cães e gatos disponíveis para adoção responsável.

Além da ajuda das redes sociais, a ONG também conta com o apoio de uma clinica veterinária, que recebe e reabilita os animais em situação de maus-tratos e abandono. Segundo a presidente da ONG, Rose Mary Coser, ignorar animais que precisam de resgate não é uma opção. “Se ninguém fizer isso, eles vão morrer”, disse em entrevista ao G1.

Muitos animais foram salvos graças a ajuda da ONG. Um desses exemplos é o cãozinho carinhosamente chamado de Menino. Ele foi atropelado em uma avenida movimentada e deixado à própria sorte para morrer. Uma pessoa que passava pelo local viu a situação animal, tirou fotos e enviou para a ONG através do Facebook. Graças a isso Menino foi salvo e recebeu atendimento veterinário.

Para custear as despesas veterinárias e alimentação, a ONG realiza rifas, brechós e recebe doações. Quando um animal ferido é resgatado muitas demandas surgem, como vacinação, castração, exames e tratamentos. Os cães e gatos salvos só são disponibilizados para adoção após recuperação e esterilização.

Após terem alta começa uma nova batalha: encontrar um lar para os animais. Infelizmente, muitos não têm a sorte de encontrar uma família, mas existe uma segunda opção. Aqueles que não encontram um lar têm como abrigo as casinhas comunitárias que ficam espalhadas em diversos pontos da cidade. Lá, eles encontram proteção e recebem cuidados de moradores.

Página falsa de Michelle Bolsonaro no Facebook divulga fake news sobre resgate de animais em Brumadinho

Reprodução | Facebook

Uma página falsa da primeira-dama, Michelle Bolsonaro, no Facebook, compartilhou no último sábado (26) uma notícia mentirosa informando que a pedido dela seriam enviados 100 médicos veterinários para realizar o resgate dos animais vítimas do rompimento da barragem da Vale em Brumadinho, Região Metropolitana de BH. Para ilustrar a postagem foi utilizada a imagem de um cavalo em uma maca sendo avaliado por 10 profissionais.

O post alcançou mais de 50 mil likes, 35 mil compartilhamentos e cerca de 10 mil comentários, a maioria elogiando a ação da primeira-dama. Muitos internautas se manifestaram informando que a notícia era falsa, mas o administrador da página apagou a maioria dos comentários. Mas afinal, há alguma verdade na postagem? A ANDA checou e a resposta é não.

Internautas tentaram alertar que se tratava se uma notícia fake | Fotos: Reprodução

Buscamos informação junto ao CRMV de Minas Gerais. No local há sete veterinários e seis bombeiros civis, que também são auxiliares veterinários. São profissionais experientes em resgates de animais em situação de risco que já atuaram em diversas tragédias como o rompimento da barragem de Mariana e o incêndio na Chapada Diamantina. O resgate dos animais terá início hoje (28), pois desde sexta-feira (25) o temor de novos rompimentos impediu a ação os salvadores.

Outro fato que verificamos foi a imagem utilizada. Descobrimos que na verdade ela foi retirada de uma matéria do G1 escrita pela jornalista Fernanda Bassette, publicada em agosto de 2007 e registrada em uma aula prática do curso de Medicina Veterinária na Unesp pela fotógrafa Eliana Assumpção.

Reprodução | Facebook

Avaliamos a página e encontramos outra informação equivocada. No dia 24 de janeiro foi postada uma foto de Michelle com um cachorrinho com a legenda: “Hoje voltando do trabalho, esse príncipe que estava abandonado entrou na frente do carro, consegui frear a tempo, resgatei e trouxe ele para morar comigo, a partir de hoje o nome dele será Sião”. Checamos e descobrimos que na verdade o cão na foto é uma cadelinha chamada de Beretta. Ela foi adotada em 21 de abril de 2018 pela noiva de Flávio Bolsonaro. A foto foi postada originalmente no dia 17 de janeiro no perfil no Instagram feito para a cachorrinha.

Reprodução | Instagram

Consequências da mentira

A página é falsa e não aparenta ter nenhuma ligação real com a primeira-dama, Michelle Bolsonaro, e presta um grande desserviço à população, pois cria uma aura de ilusão que engana as pessoas sobre a real situação dos animais afetados pela tragédia de Brumadinho. Fake news criadas para supostamente enaltecer a imagem de alguém, na verdade funcionam como uma faca de dois gumes, porque embora em um primeiro momento possam obter êxito, mancham a imagem da pessoa.

Reprodução | Facebook

Analisando a trajetória da primeira-dama, sua origem humilde e seu engajamento em causas sociais em favor das minorias, acreditamos que ocupando o cargo de destaque e importância que assumiu recentemente não compactuaria com a exploração do do sofrimento de milhões de animais apenas para obter audiência e se promover. O caso já foi denunciado ao Facebook e está sob análise, esperamos que as medidas cabíveis sejam tomadas.