2.600 vacas esperam resgate após fechamento de fazenda leiteira

A ANDA já noticiou sobre os crimes ambientais cometidos pela fazenda leiteira Big Island Dairy, no Havaí. No fim do ano passado, descartou ilegalmente 600.000 galões de resíduos tóxicos de animais nas águas costeiras através do Kaohaoha Gulch. Antes disso, em maio, a fazenda já havia descartado 2,3 ​​milhões de galões de resíduos, seguida por outro descarte de 5,6 milhões de galões em agosto.

Foto: Pixabay

Felizmente, após a crescente pressão da comunidade sobre desconsiderar a lei federal da Água Limpa, a Big Island Dairy anunciou em novembro passado, que as operações cessariam em fevereiro.

Agora, membros do Hawaii Lava Flow Animal Rescue Network (HLFARN) estão se engajando para resgatar 2.600 vacas da fazenda. As informações são do VegNews e do West Hawaii Today.

Quando uma fazenda de gado leiteiro fecha, as vacas são normalmente leiloadas e distribuídas para os matadouros e outras fazendas. No entanto, em negociações com a HLFARN, a Big Island Dairy concordou em permitir que 55 vacas fossem resgatadas por uma taxa negociada, com potencial para mais liberação quando e se mais casas permanentes forem encontradas.

O grupo procura especificamente lares que não continuarão a trabalhar os animais como vacas leiteiras ou abatê-los para carne ou explorá-los de outras maneiras.

Até agora, apenas algumas casas foram encontradas, incluindo o Santuário de Plantas e Animais da FPG e o Criaturas Mágicas do Santuário Animal de Hamakua.

Helena Lundblad e Kinsey Heinrichs alimentam três dos 10 bezerros comprados da Big Island Dairy. Foto: Hollyn Johnson|  Tribune-Herald

Localizada em Laupahoehoe, em terras rurais e imensas com vista para o Pacífico, a Magical Creatures – que já abriga cavalos, porcos, cabras e cordeiros – recebeu 10 bezerros dos 55 comprados da Big Island Dairy.

Cinco permanecerão no santuário, enquanto outros cinco serão encaminhados para suas novas casas, possivelmente, até quarta-feira.

A Big Island Dairy deve ser fechada até 28 de fevereiro.

Fazendeiros torturam bois com coleiras de choque elétricos

As crueldades na indústria da carne e a rotina aterrorizante infligida aos animais diariamente já são conhecidas. Mas parece que a maldade humana não tem limites.

Agricultores do Território do Norte, na Austrália, estão sendo acusados pelos ativistas da PETA de torturar os animais com uso das coleiras de choque elétrico para que eles não desgarrem.

Infelizmente, a tecnologia tornou-se legal no território, na última segunda-feira (14) e a ministra da Indústria Primária, Nicole Manison, divulgou uma isenção ao ato de bem-estar animal que permitiria aos agricultores o uso dos colares por um ano se tivessem uma licença.

Ashley Manicaros, chefe-executivo da Associação de Criadores do Território do Norte, disse que os colares são uma ferramenta útil para impedir que o gado ande por estradas sem proteção, onde eles são um perigo para as pessoas e para eles mesmos.

“Por causa da vastidão do Território do Norte, a capacidade de mover, rastrear e controlar o gado é vital”, disse ele.

Os colares eShepard são movidos a energia solar e funcionam com tecnologia GPS. Se um animal vagueia fora de uma linha de cerca virtual, o eShepard envia um aviso de áudio e, em seguida, um choque elétrico ‘suave’ no indefeso animal. As informações são do Daily Mail.

A PETA se referiu à tecnologia como “dispositivos de tortura” e disse que “algumas pessoas” as compararam a causar dor equivalente a “uma facada no pescoço”.

O fabricante do produto diz que é muito mais seguro do que cercas elétricas.

“O eShepherd é muito mais seguro do que cercas elétricas porque os animais não estarão  sujeitos a tomarem choques descontrolados, o que aconteceria caso ficassem presos nas cercas”, diz o site da empresa.

Seja qual for a “solução” para manter o gado dentro do pasto, sendo criado até o momento abate, ela é cruel e desumana para eles. O confinamento traz consequências irreversíveis para a saúde física e mental destes animais, que após tanto sofrimento são mortos para o consumo humano.

 

Cão reencontra sua família após 8 anos perdido

A família Hendrys contou que todos ficaram chocados ao ouvir a notícia de que seu amado cachorro, Jasper, não apenas ainda estava vivo, mas também se encontra a cerca de 650 quilômetros de distância, em Houston.

Foto: Reprodução | Facebook

Durante quase uma década, Jasper foi cuidado por outra família que acabou se mudando para Houston e o levou para o Houston SPCA.

A entidade examinou Jasper em busca de um microchip como parte de seu processo de admissão e imediatamente contatou os Hendrys depois de obter suas informações de contato.

“Nós pensamos que ele estava morto até que recebemos um telefonema da organização dizendo que eles tinham Jasper sob seus cuidados”, disse Tiffany Hendry .

Foto: Reprodução | Facebook

“É maravilho existir um lugar onde os animais são capturados e seus microchips são escaneados.”

Hendry acrescentou que eles intencionalmente colocaram o microchip em Jasper depois que o primeiro cão que eles adotaram desapareceu. A família Hendry disse agora que Jasper está em casa novamente, ele passará seus dias curtindo sua fazenda de 50 acres com outros animais domésticos e alguns de fazenda. As informações são do World Animal News.

Os voluntários da instituição esperam que este incrível reencontro mostre a eficácia do microchip em animais e sirva como um lembrete importante para que os animais domésticos usem colares de identificação também.

Foto: Reprodução | Facebook

Houston SPCA

O novo campus foi aberto para todos os animais e é um lugar onde dezenas de milhares deles que são negligenciados, órfãos ou sofreram possam ter cuidados. O local inclui animais de companhia, pequenos mamíferos, cavalos e animais de fazenda, vida selvagem nativa e até exóticos como ursos e tigres.

A organização de proteção e resgate de animais é a única no país, atende a várias espécies de animais, tipos de abuso e ferimentos e opera com 100% de doações.

um celeiro de madeira com entulhos

Fazenda palco de abuso e maus-tratos a animais é destruída por incêndio

Na manhã da última sexta-feira (11), um incêndio eclodiu em uma fazenda em Surrey, Inglaterra, dois dias após a Royal Society for the Prevention of Cruelty to Animals (RSPCA) resgatar de lá mais de 200 animais que sofreram um dos “piores casos de abuso já vistos”. Felizmente, não havia mais nenhum animal na fazenda incendiada.

um celeiro de madeira com entulhos

Foto: SWNS.COM

Os animais salvos de condições extremamente abusivas incluíam 123 cavalos, 59 cães, oito burros, alpacas, cabras, galinhas, um pato e um gato. Eles estão todos agora sendo cuidados por instituições de caridade. Dois cavalos e um bode foram mortos no dia do resgate quando foram encontrados prostrados ​​no local.

Fotografias mostravam terrenos deteriorados e equipamentos agrícolas descartados, com celeiros imundos. A investigação sobre o abuso ainda está em andamento.

terreno com ferragens tortas espalhadas

Foto: SWNS.COM

Um funcionário da RSPCA disse: “Este é um dos maiores casos de abuso de animais que já vimos. Membros do público preocupados relataram as condições da fazenda para nós.”

Acredita-se que um indivíduo tenha sido levado para interrogatório, mas nenhuma prisão foi feita. Pelo menos sete carroças foram usadas para ajudar no resgate.

A RSPCA trabalhou com a polícia de Surrey para executar um mandado na fazenda sob a Lei de Bem-estar Animal. Oficiais da polícia participaram do resgate para ajudar.

Veterinários e muitas outras instituições de caridade também ajudaram, incluindo Bransby Horses, Redwings, a Horse Trust, a Donkey Sanctuary, World Horse Welfare e Dogs Trust.

galinhas enjauladas e parcialmente depenadas

Vídeo mostra o extremo abuso de galinhas em fazendas na Holanda

A fundação alemã Animal Rights divulgou um novo vídeo no YouTube mostrando o abuso de galinhas poedeiras em fazendas holandesas. O vídeo mostra poedeiras calvas e enfraquecidas quase incapazes de andar. Também mostra galinhas mortas nos estábulos, algumas até em estado avançado de decomposição.

galinhas enjauladas e parcialmente depenadas

Foto: YouTube | Reprodução

Este novo vídeo foi filmado com câmeras escondidas em fazendas nas províncias holandesas de Flevoland, Noord-Brabant, Gelderland, Limburg e Vlaanderen. As localidades de Limburg dizem respeito a estábulos em Nederweert e Oirlo, informou a emissora regional.

Segundo a Animal Rights, dezenas de milhares de galinhas poedeiras vivem em celeiros. Estes animais foram “esgotados” pela alta produção de ovos e condições de vida abaixo do padrão durante os 18 meses em que sobrevivem nesses estabelecimentos, disse a organização.

Há três meses, a Animal Rights divulgou imagens semelhantes de uma fazenda de em Tollebeek, Noordoostpolder, uma cidade holandesa. Tanto o criador de aves como a autoridade holandesa de segurança alimentar e de produtos de consumo NVWA afirmaram mais tarde que não houve abusos.

Iris Odink, do sindicato holandês de avicultores, que só viu o vídeo feito em Vlaanderen, duvida de sua autenticidade. “Olhe, filmagens de galinhas carecas não nos fazem felizes. Mas há certas organizações que estão constantemente trabalhando para enegrecer o setor. Elas invadem, saqueiam seu depósito de cadáveres, espalham eles no chão e então os filmam,” disse ela a 1Limburg.

Outros vídeos que denunciam abusos de galinhas em diversas fazendas ao redor do mundo também são divulgados. Ativistas pelos direitos animais lutam constantemente para acabar com as condições de vida precárias às quais são submetidos os animais nesses tipos de estabelecimento, que os tratam como meros objetos.

Policiais resgatam mais de 200 aninais desnutridos de uma fazenda em Miami

Policiais de Miami-Dade resgataram mais de 200 animais extremamente magros – incluindo cavalos, burros, porcos, alpacas e emas – de uma fazenda rural na região de Redland, na última quinta-feira.

Foto: Miami-Dade Police

Ninguém ainda foi acusado no caso, porque os veterinários devem primeiro examinar cada animal regatado pela polícia e pela Sociedade de Prevenção da Crueldade contra os Animais.

Segundo o Miami Herald, a investigação começou no final de dezembro, quando a polícia de Miami-Dade foi chamada para intervir em uma disputa entre o proprietário e seu inquilino de uma fazenda de cinco acres no bloco 26700 da Southwest 182nd Avenue. O local pertence a Dvir Derhy, que havia já havia sido notificado, quando foi condenado a 30 dias de prisão por tentar subornar um inspetor de incêndio de Miami.

De acordo com documentos judiciais obtidos pelo Herald, a polícia notou as condições precárias dos animais nas instalações – com excrementos e muita sujeira. Muitos dos animais “sentiam dores muito fortes e não tinham atendimento médico” e “eram vistos mancando, com alguns incapazes de se manterem em pé”.

O inquilino, Earl Miller, mudou-se dois meses antes e disse à polícia que havia dito repetidas vezes ao proprietário que os animais precisavam de cuidados médicos. Alguns animais estavam sendo alimentados com apenas cinco cochos – vacas, ovelhas e porcos mordiam, chutavam e pisoteavam as cabras e ovelhas menores, “impedindo-os de se alimentar”, de acordo com o mandado de busca.

Foto: Miami-Dade Police

Membros da Society for the Prevention of Cruelty to Animals disseram que as condições “não estão de acordo com as práticas normais de criação de animais”.

As autoridades apreenderam vários animais. Os veterinários tiveram que sacrificar três cabras e uma ovelha por causa de claudicação severa.

Fazenda de laticínios descarrega 600 mil galões de resíduos tóxicos nas águas do Havaí

Semana passada, a fazenda leiteira Big Island Dairy descartou ilegalmente 600.000 galões de resíduos tóxicos de animais nas águas costeiras através do Kaohaoha Gulch, no Havaí.

Foto: Pixabay

O departamento de saúde do estado emitiu um alerta aos moradores para que evitassem o desfiladeiro, uma vez que continha níveis tóxicos de esgoto.

Em maio, a fazenda de 1.800 vacas descartou 2,3 ​​milhões de galões de resíduos, seguida por outro descarte de 5,6 milhões de galões de lixo em agosto, resultando em multa de US $ 25 mil pela poluição de hidrovias locais.

Moradores de Ookala entraram com uma ação em 2017 contra a fazenda de laticínios por esterco líquido, urina de gado e outras substâncias tóxicas que descarregou em três barrancos que desembocam no Oceano Pacífico.

Após a crescente pressão da comunidade por continuar a desconsiderar a lei federal da Água Limpa, a Big Island Dairy anunciou em novembro, as operações cessariam em fevereiro.

De acordo com o Miami Herald, a porta-voz do departamento de saúde, Anna Koethe, disse que a administração da fazenda informou que bombas foram usadas para drenar o esgoto.

Charlene Nishida, moradora de Ookala, diz que os vazamentos em andamento são alarmantes e está preocupada com a possibilidade de que a fazenda não possa operar ou terminar seus negócios sem descarregar mais águas residuais no meio ambiente.

É “alarmante e chocante que eles não tenham sido forçados a fechar neste momento. É o pior do governo”, disse Nishida.

Ativistas são obrigados a devolver animais resgatados de uma fazenda

O Gippy Goat Café, de onde os animais foram tirados, alega que o grupo não identificado invadiu a fazenda em Victoria, três dias antes do Natal, apenas pra chamar atenção e roubaram quatro animais da fazenda.

De acordo com o Paul Cornelissen, gerente da fazenda, disse que o sequestro das cabras privou dois filhotes do leite materno.

Foto: Reprodução | Facebook

Os ativistas foram capturados pela CCTV, supostamente, sequestrando três cabras e um cordeiro – apesar de os responsáveis negarem qualquer maltrato aos animais. Mas o grupo insiste que o protesto aconteceu porque eles acreditam que os animais estavam sendo explorados.

O sargento da polícia de Victoria, Dean Waddell, disse no dia da ação,  que os ativistas poderiam enfrentar acusações de roubo e crueldade contra animais.

Desde então, a polícia encontrou um cordeiro e uma cabra em uma residência de Koo Wee Rup, onde foram encontrados usando fraldas humanas, segundo relatos.

Duas mulheres foram acusadas em conexão com o incidente e os policiais de Victoria devem ainda fazer outras prisões.

As mulheres deverão comparecer ao Tribunal de Magistrados Morwell em 18 de fevereiro.

Os ativistas insistem que o protesto aconteceu porque eles acreditam que os animais estavam sendo explorados – uma acusação que Gippy Goat Café nega veementemente.

Em um comunicado divulgado ao Facebook, uma ativista vegana, que supostamente participou do incidente, detalhou o suposto sequestro e explicou os motivos do grupo.

Ela escreveu que o alegado incidente “não violento” no café Gippy Goat foi para “chamar a atenção para os animais sendo explorados na instalação”.

Ela continuou explicando que o grupo quer que os animais sejam tratados com “respeito e dignidade”.

“Queríamos remover a venda moral da sociedade e alcançar as pessoas por meio dessa ação para enviar uma mensagem poderosa; a paz começa conosco.

“Estamos tentando criar um mundo onde outros animais sejam vistos como indivíduos, tratados com respeito e dignidade, por quem eles são”, escreveu ela.

“Não estamos pedindo por gaiolas maiores ou melhores condições. Estamos exigindo o fim da mercantilização dos animais, não o que eles podem nos dar”.

Ela assinou sua declaração prometendo continuar a tomar uma posição pelos direitos animais.

“Estamos assumindo uma posição moral em relação a outros animais, e prometemos continuar a fazê-lo até que a indústria prejudicial aos animais seja permanentemente fechada e até que a liberação total dos animais seja alcançada”, escreveu ela. As informações são do Daily Mail.

Em resposta às acusações, o Gippy Goat Café levou a sua própria página de mídia social para negar qualquer mal feito.

“Esse grupo de criminosos faz afirmações falsas sobre o bem-estar animal para justificar esse tipo de comportamento e procura apenas ganhar atenção para si”, dizia o post.

“Esta é a segunda vez em seis meses que esses grupos cometeram seus atos descarados em nós.”

Combatendo as alegações de que os animais estavam sendo mal cuidados, outro post na página da empresa no Facebook continuou: “Temos veterinários qualificados na equipe que são responsáveis ​​por assegurar o melhor atendimento humanitário a todas as cabras e outros animais”.

Foto: Reprodução | Facebook

A empresa confirmou que dois dos animais desaparecidos tinham sido devolvidos: “Estamos muito felizes em informar que o cordeiro chamado Leah e a corça de leite chamada Angel pelos ativistas foram localizados e retornaram.”