Galinha ferida e abandonada para morrer é acolhida, faz cirurgia e se recupera

Foto: Kail Marie

Foto: Kail Marie

Quando um casal voltava para casa em uma noite após o trabalho, eles não tinham ideia de que haveria uma pequena surpresa esperando por eles quando chegassem.

“Estava escuro lá fora quando a encontramos”, disse Kail Marie ao The Dodo. “Meus faróis de repente refletiram sobre ela assustada em nossa garagem.”

Quando os dois se aproximaram, perceberam que era uma galinha apavorada – e obviamente havia algo de errado com ela.

Foto: Kail Marie

Foto: Kail Marie

Dada a linha de trabalho que Marie desenvolve, encontrar animais necessitados jogados à sua porta infelizmente não é tão incomum. Marie é a fundadora do Tallgrass Parrot Sanctuary, um centro de resgate no Kansas (EUA) para papagaios de estimação descartados.

Então, a boa notícia para a ave foi que ela foi abandonada no lugar certo. A má notícia era que ela precisaria de cuidados intensivos para sobreviver, o que é outra pressão sobre os recursos do santuário – e não há dúvida alguma para Marie de que a galinha receberia a ajuda de que precisava.

Foto: Kail Marie

Foto: Kail Marie

“Acreditamos que todo ser sofre, sente alegria e tristeza, ama e sente o amor que recebe”, disse Marie. “Não damos mais valor à uma vida do que a outra ou menos valor à vida de um ser menor que outro. Se pudermos salvar uma vida ou reduzir o sofrimento dela, nós o faremos.”

Marie nomeou a pequena galinha de Dorothy, em homenagem à heroína do filme O Mágico de Oz. E ela trouxe sua nova amiga pra dentro de casa para começar abusca por ajuda para ela.

Havia obviamente algo de errado com a coxa de Dorothy – Marie a colocara em uma pequena placa rosa para protegê-la. E no consultório do veterinário, o Mariposa Veterinary Wellness Center em Lenexa, no Kansas, um raio X revelou que a perna havia sido quebrada.

Foto: Kail Marie

Foto: Kail Marie

Para Dorothy ter alguma esperança de sobrevivência e uma vida normal, ela precisaria de uma cirurgia para consertar a perna quebrada – algo que muitas pessoas concordariam em fazer em um cachorro, mas não com uma galinha. Felizmente, Marie vê pouca diferença nisso.

O veterinário, Dr. J.C. Burcham, e sua equipe também viram que a vida de Dorothy certamente valia a pena qualquer esforço.

A galinha machucada e abandonada que ninguém queria se viu em uma mesa de operações, cercada por pessoas que queriam que ela melhorasse. Enquanto isso, Marie esperava em casa notícias – e, felizmente, era uma boa notícia que finalmente chegou.

Foto: Kail Marie

Foto: Kail Marie

“Ela passou pela cirurgia com coragem e sucesso”, disse Marie.

Dorothy teve seus ossos imobilizados para que pudessem começar a se curar. Em várias semanas, ela fará um check-up para ver como sua perna está se recuperando.

Enquanto isso, Dorothy está relaxando e se acostumando com seu novo lar amoroso.
“Ela tem um cantinho montado só pra ela na casa”, disse Marie. “E ela está indo muito bem.”

Foto: Kail Marie

Foto: Kail Marie

E Marie descobriu que Dorothy é uma espécie de galinha de colo. “Descobri que ela gosta de ser abraçada e acariciada”, disse Marie. “A galinha mais doce do mundo.”

Marie planeja comprar uma pequena cadeira de rodas para Dorothy assim que ela estiver pronta e for necessário.

Foto: Kail Marie

Foto: Kail Marie

À medida que a temperatura cai e os dias começam a ficar mais curtos, Dorothy – também conhecida como O Frango de Mil Dólares – tem sorte que sua vida foi salva por pessoas que só querem se aninhar com ela e ajudá-la a ficar mais forte.

“Nós nos sentamos e assistimos TV juntos ontem à noite”, disse Marie. “Esta passando a série ‘The Walking Dead’ (Os Mortos que Andam, na tradução livre). Há uma piada em algum lugar, na medida em que Doroty estava à beira da morte, mas ela hoje em dia caminha muito bem, obrigada”.

Foto: Kail Marie

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Cadela fica gravemente ferida após sofrer abuso sexual no interior do MS

Uma cadela foi resgatada com ferimentos graves após sofrer abuso sexual em São Gabriel do Oeste (MS). O estupro foi diagnosticado por um profissional na clínica veterinária para onde o animal foi levado. O caso foi registrado nesta quinta-feira (8) em uma delegacia e será investigado.

FOTO: ONG CONSCIÊNCIA ANIMAL

Voluntários da ONG que resgatou a cadela foram acionados na quarta-feira (7) e receberam a informação de que uma cadela aparentava ter sido atropelada porque sangrava muito. Após exames, no entanto, a veterinária afirmou que os ferimentos indicavam abuso sexual.

A profissional explicou que o agressor teria puxado o rabo da cadela com tanta força que acabou rasgando-o – o que aconteceu, também, com o ânus do animal, que foi medicado e recebeu curativos. A dor era tanta que a cadela não conseguia defecar. As informações são do portal Conteúdo MS.

Os voluntários da entidade não sabem quem foi o autor do estupro, mas suspeitam que ele tenha ocorrido na noite de terça-feira (6), no bairro Fênix.

O caso foi denunciado como maus-tratos a animais e a Polícia Civil está à procura de informações que levem à identificação do estuprador. Denúncias podem ser feitas pelo telefone 3295.1480.


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Cão com ferimento grave mobiliza campanha em prol de seu tratamento

Um cachorro resgatado da rua com uma ferida grave no pescoço está comovendo internautas e mobilizando uma campanha em prol de seu tratamento. Pescocinho, como passou a ser chamado devido ao local do ferimento, foi encontrado no bairro Unamar, em Cabo Frio, no Rio de Janeiro.

“Queriam matá-lo, porque ele estava pelas ruas com mau cheiro. Por isso eu estava apavorada querendo achá-lo pela cidade para que ele não fosse sacrificado”, contou Carol Midori ao G1.

Foto: Carol Midori/ Arquivo Pessoal

Após uma semana de buscas, o cão foi resgatado no dia 24 de julho. Levado ao veterinário, ele foi diagnosticado com infecção, anemia e doença do carrapato.

Pescocinho está internado, sem previsão de alta, para tratar o ferimento e os demais problemas de saúde. Apesar do estado em que foi encontrado, ele tem apresentado melhora.

O ferimento, segundo Carol, pode ter sido causado por uma briga com outro cachorro. “Ela [a ferida] foi infeccionando, até que ficou desse jeito ou pode ter sido algum impacto forte que ocasionou em algum ferimento e foi se agravando, conforme o tempo, por falta de tratamento”, disse.

Através das redes sociais, Carol conseguiu ajuda para arcar com os gastos do tratamento de Pescocinho.

Foto: Carol Midori/ Arquivo Pessoal

“Sem a ajuda deles eu não ia conseguir cuidar dele, nem arcar com as despesas sozinha. Estamos conseguindo cuidar do Pescocinho e de tantos outros animais graças à colaboração de cada um, a ajuda das pessoas é muito importante para essa causa”, contou.

“Ele está sendo muito bem tratado, já está até comendo. Quando eu o levei para o veterinário, ele não comia nada e estava com medo e dor”, completou a protetora, que lembrou ainda que Pescocinho será vacinado, castrado e disponibilizado para adoção quando receber alta médica.


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Coruja ferida é resgatada por moradora em Campos dos Goytacazes (RJ)

Uma coruja suindara, conhecida popularmente como coruja-da-igreja, foi encontrada ferida na terça-feira (30) por uma moradora do bairro Pecuária, em Campos dos Goytacazes, no Rio de Janeiro.

Foto: Alice Sousa/Inter TV

O animal estava na porta da casa de Cláudia Márcia de Sá, que o resgatou e levou até o Núcleo de Animais Silvestres (Nepas), da Universidade Estadual do Norte Fluminense (Uenf), para que ele pudesse receber atendimento veterinário.

Cláudia contou ao G1 que encontrou a ave por volta das 6 horas. “Ouvi meus cachorros latindo muito. Até achei que era um gato, mas quando vi era ela. Peguei um cobertor em casa, joguei por cima dela e fui em busca de um lugar que cuidasse dela”, disse.

Ao chegar no Nepas, o animal foi examinado e diagnosticado com a asa machucada. Debilitada, ela está recebendo os cuidados necessários. Segundo o coordenador do Nepas, Leonardo Serafim, só será possível saber o que aconteceu com a coruja quando os resultados dos exames ficarem prontos.

Leonardo disse ainda que o núcleo vai avaliar com órgãos ambientais qual o lugar mais indicado para devolver a ave à natureza após o período de reabilitação.

As corujas desta espécie costumam medir 36 centímetros e possuir envergadura que pode chegar até um metro. Entre as suas características físicas estão a íris escura e a face branca no formato de um coração.

Classificada cientificamente com o nome de “tyto furcata”, a suindara passou a ser chamada de coruja-da-igreja porque costuma entrar nos forros das casas e nas torres de igrejas quando habita ambientes urbanos. No período de reprodução, ela faz ninhos em árvores e fendas rochosas. Sua alimentação é composta por roedores e invertebrados.


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Cachorrinha é abandonada acorrentada à beira de rodovia movimentada

Foto: Ashli Garza

Foto: Ashli Garza

A cadelinha em situação de rua descrita como mista de pastor alemão estava no acostamento de uma rodovia de quatro pistas repleta de carros. Se ela desse apenas um passo em direção à estrada, seria atingida.

Quando Ashli Garza notou a cachorrinha no acostamento da rodovia ela estava dirigindo rumo a uma reunião de trabalho em Mission, Texas (EUA), na terça-feira – e se viu pisando no freio bruscamente.

“Eu não tinha muita certeza do que iria fazer, porque há muitos cães abandonados por aqui, e nem todos são fáceis de serem encontrados porque estão acostumados a ser enxotados ou mal tratados”, disse Garza, uma protetora independente do Texas (EUA) ao The Dodo.

Foto: Ashli Garza

Foto: Ashli Garza

“Meu pensamento inicial foi tirar uma foto antes de ela fugir – nós temos uma página no Facebook local para cães perdidos e achados. Então eu parei o carro e abri a porta – mas ela veio até mim, então eu soube que ela era amigável. ”

A cachorra estava coberto de lama e sujeira e Garza viu então, a enorme e pesada corrente enferrujada em volta de seu pescoço.

“A corrente foi enrolada duas vezes no pescoço da pobrezinha”, disse Garza. “Estou surpresa que o único dano que “aquilo” causou a ela foi um pouco de irritação ela fricção na pele. Eu não sei como ela conseguia levantar a cabeça, e eu não estou exagerando”.

Foto: Ashli Garza

Foto: Ashli Garza

Garza ainda tinha seu compromisso de trabalho, e ela também tinha o vestido de casamento de sua melhor amiga em seu carro, que não podia ficar sujo – mas ela sabia que não podia ir embora sem a cachorrinha, que ela assumiu ter sido abandonada por seu ex-tutor.

“Eu pensava comigo mesma: ‘Oh Senhor, este cão está cobero de lama. Eu tenho o vestido de casamento da minha amiga no carro. Isso pode realmente ficar muito ruim bem depressa”, disse Garza.

Mas Garza afastou as preocupações e persuadiu a cachorrinha a entrar no carro. Então ela tentou tirar a corrente dela, que pesava cerca de 20 libras (cerca de 9 kg) – mas era impossível para Garza conseguir isso sozinha.

Foto: Ashli Garza

Foto: Ashli Garza

Garza seguiu em frente até seu compromisso, verificando a cadelinha toda hora pelo espelho retrovisor.

“Ela apenas se sentou e ficou olhando pela janela”, disse Garza. “Ela se virava e olhava para mim, e então girava ao redor. Ela se deitava e então se sentava de novo. Dava para dizer que ela nunca esteve em um carro antes”.

Após seu compromisso, Garza dirigiu até a casa de sua amiga, Luz Guzman, e eles trabalharam juntos para tirar a corrente do pescoço da cachorra. “Eu estava pensando em usar alicates, mas juntos conseguimos deslizá-la sobre a cabeça da cachorrinha”, disse Garza.

Foto: Ashli Garza

Foto: Ashli Garza

Guzman ofereceu-se para dar lar temporário para a cadelinha, agora chamada de Penelope, até que Garza consiga encontrar um grupo de resgate ou um adotante para cuidar dela – e Penelope tem prosperado cada vez mais.

“Obviamente, apenas com base nessa corrente, posso imaginar como ela foi tratada antes”, disse Garza. “Então ela estar tão feliz e ter tanta sorte é bem surpreendente. Aconteceu realmente rápido”.

Foto: Ashli Garza

Foto: Ashli Garza

Garza espera que a história de Penelope incentive as outras pesssoas a pararem quando virem um cachorro perdido precisando de ajuda.

“Muitas pessoas dizem: ‘Não sei como encontrar todos esses cães porque nunca vejo cães abandonados e nunca vejo cães feridos'”, disse Garza. “Mas eles estão lá fora. Nós passamos por eles o tempo todo”.

“Precisamos ter coração e estender a mão a esses animais”, acrescentou Garza. “Compaixão é de graça”.

Foto: Ashli Garza

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Dois filhotes de elefante-marinho superam as expectativas e retornam ao oceano

Foto: Mindy Schauer, Orange County Register/SCNG

Foto: Mindy Schauer, Orange County Register/SCNG

Os dois elefantes-marinhos tinham muita coisa contra eles quando foram resgatados por uma equipe do Pacific Marine Mammal Center (PMMC, na sigla em inglês) em Laguna Beach, na California (EUA).

Um dos filhotes, uma menina apelidada pelo centro de Fat Tuesday (Terça-feira Gorda, na tradução livre), foi achada perto da Rua 24ª na Praia de Newport no dia 10 de março pesando 28 kg – pelo menos 4 kg a menos do que o que ela estaria provavelmente pesando quando nasceu.

O bebê foi o menor animal que o centro resgatou este ano, ela teve dificuldade em se manter com os outros filhotes de elefante-marinho maiores e em um ponto quase se afogou em uma piscina.

Depois, apareceu Theon, encontrado em 28 de abril na Orange Street, em Newport Beach, pesando cerca de 37 kg. Ele estava desidratado e tinha uma ferida cheia de pus.

Depois de ficar no centro por um mês, Theon teve pneumonia e quase morreu. Ele esteve em estado crítico por várias semanas.

Foto: Mindy Schauer, Orange County Register/SCNG

Foto: Mindy Schauer, Orange County Register/SCNG

Mas na segunda-feira, 15 de julho, a Fat Tuesday, agora com 74 kg, e Theon, com 80 kg, estavam prontos para voltar ao oceano. Acompanhados pela equipe da PMMC, os elefantes-marinhos, foram levados a bordo de um barco de Patrulha do Porto do Xerife e levados para o mar aberto perto de Dana Point.

A cerca de uma milha (cerca de 1,6 km) de distância, o barco parou e os funcionários abriram as portas do compartimento onde os animais estavam.

A cabeça de Fat Tuesday apareceu primeiro. Ela acariciou Theon ainda dentro da gaiola dele. Então eles se aproximaram do degrau de mergulho do barco. Fat Tuesday – mais próxima da água – parecia insegura. Depois de alguns minutos, pareceu que Theon a empurrou para o lado e mergulhou.

Então Fat Tuesday, começou a balançar para frente e para trás, um sinal de que ela estava estressada, disse Wendy Leeds, uma coordenadora de cuidados com animais que estava assistindo tudo de um segundo barco. Mas Keith Matassa, que lidera a pesquisa animal para PMMC, estava lá para ajudar.

“Vamos lá menina, entra na água”, ele chamou Fat Tuesday a partir do segundo barco. Ela olhou para ele e em poucos segundos, pulou na água. Ao contrário de Theon, ela ficou na superfície nadando em direção a Matassa. Enquanto ele afastava o barco, ela mergulhou de cabeça na água – fazendo o que os elefantes-marinhos fazem.

Em comparação com os leões-marinhos, que nascem nas colônias de Channel Island em junho e julho e permanecem com suas mães por seis a nove meses, os elefantes-marinhos ficam por conta própria depois de apenas quatro semanas.

Foto: Mindy Schauer, Orange County Register/SCNG

Foto: Mindy Schauer, Orange County Register/SCNG

Normalmente, os elefantes-marinhos, nascidos em viveiros perto de San Simeon, ao norte de Santa Cruz e Point Reyes, estariam no mar alto do Pacífico, nadando a milhares de milhas das praias neste momento.

Desde 2017, centros de resgate de mamíferos marinhos ao longo da costa da Califórnia têm visto um aumento no número de elefantes-marinhos que precisam de ajuda. Os animais também começaram a chegar em maior número no início deste ano, com maior frequência do que o habitual, disse Kristen Sakamaki, veterinária da PMMC. Fat Tuesday foi um dos primeiros elefantes-marinhos que o centro recebeu este ano.

Até agora, o centro resgatou 35 elefantes-marinhos em 2019. O SeaWorld San Diego resgatou 20, o Centro de Mamíferos Marinhos de Los Angeles, em 86, e o Centro de Mamíferos Marinhos, em Sausalito, em 157.

Sakamaki disse que o alto número de encalhes pode ser atribuído a fortes ondas e tempestades durante a época de reprodução dos elefantes-marinhos, de janeiro a março.

Alguns dos filhotes podem ter ficado órfãos e então foram para o mar com menos reservas de gordura do que o necessário. Alguns, incluindo Fat Tuesday e Theon, podem não ter descoberto como caçar peixes.

Foto: Mindy Schauer, Orange County Register/SCNG

Foto: Mindy Schauer, Orange County Register/SCNG

Este ano, a PMMC recebeu 170 animais, o mais recente deles um leão-marinho resgatado terça-feira, 16 de julho, em Huntington Harbor. Além dos elefantes-marinhos, o centro recebeu 119 leões-marinhos, oito focas, três focas de Guadalupe e cinco golfinhos.

“A quantidade de tempo, cuidado e atenção aos detalhes realmente faz a diferença”, disse Sakamaki sobre a recuperação dos animais. Ela disse que o vínculo de Matassa com a Fat Tuesday é provavelmente a razão pela qual o filhote pode ser libertado com segurança.

“Custou muito tempo e esforço extra com ela e com Theon”, disse ela. “Eu acho que Fat Tuesday e Keith desenvolveram um respeito mútuo e amor.”

A experiência de segunda-feira foi especial, disse Matassa.

“É uma sensação indescritível ter um animal olhando para você entre outras 13 pessoas”, disse ele. “Isso remonta à Bíblia. Devemos ser guardiães do meio ambiente e proteger as espécies também”.

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Gatinha perde a pata após ter um rojão amarrado ao membro

Um gato foi encontrado à beira da morte, abandonado e sofrendo de fortes dores após um rojão ter sido amarrado à sua pata. O animal foi resgatado, passou por cirurgia, porém o membro teve que ser amputado.

A gatinha, que foi chamada Pickles pelas equipes de resgate, teve sua pata esquerda completamente destruída pela explosão do rojão, o crime ocorreu em Pittsburgh, Pensilvânia nos EUA, no início do mês.

Pickles sofreu quase duas semanas antes que alguém a socorresse e a levasse até o abrigo da cidade, o Humane Animal Rescue

O diretor médico do centro, Jamie Wilson, disse que quando a gata chegou quase já não havia mais quase nenhuma pata no corpo do animal: “O que restava da pata mal se segurava no corpo do animal, o osso dela estava exposto e ela estava severamente desidratada”.

“Eu tive que impedi-la de comer e beber rápido demais para que ela não passasse mal”, disse Wilson.

Foto: The Humane Center

Foto: The Humane Center

A gravidade do ferimento de Pickles e o tempo que ela passou sem tratamento depois da agressão fizeram com que os veterinários decidissem o melhor curso de ação fosse a amputação completa do membro.

Felizmente, o procedimento foi um sucesso. Pickles está agora a caminho da recuperação, e será colocada para adoção assim que ela estiver bem o suficiente para voltar pra casa.

Os amigos Kenny e Kellie, que encontraram Pickles e ajudaram a salvar sua vida, disseram: “Tivemos que ajudar. Ela ficou gravemente ferida e não pudemos deixar nenhum animal sofrer assim ou fingir que não vimos nada”.

“Nós nos sentimos tão aliviados, sabendo que ela está em boas mãos, e que nós desempenhamos um papel na salvação de sua vida”, disseram eles.

“Queríamos poder ajudar mais animais em necessidade.”

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ONG pede ajuda para cadela que sofreu mutilações ao ser brutalmente agredida

A Associação Protetora dos Animais de Teutônia (Apante), com sede em Teutônia (RS), resgatou a cadela Nina, de cerca de 3 anos, precisa de ajuda para que a entidade consiga arcar com os gastos do tratamento veterinário dela. A cadela foi brutalmente agredida e teve uma das patas e parte do rabo mutilados.

Foto: Reprodução / Jornal A Hora

O animal foi espancado por criminosos durante um furto a uma residência no bairro Canabarro. As informações são do Jornal A Hora.

A ONG afirmou que Nina tem se recuperado bem, recebe carinho no lar temporário e demonstra ter vontade de viver. “Ela retirou os pontos da perna na segunda-feira, restando apenas os do rabo”, comenta a voluntária Aline Taís Wiebusch.

A cadela ainda está tomando remédios e o tratamento dela já ultrapassou os R$ 3 mil. Inicialmente, os gastos chegaram a R$ 2,8 mil. No entanto, os voluntários já desembolsaram mais R$ 865 para pagar uma transfusão sanguínea, medicamentos e curativos.

Os criminosos agrediram Nina de forma brutal quando entraram numa casa, no dia 28 de junho, para furtar um forno elétrico e um micro-ondas. Apenas no dia seguinte, quando os tutores da cadela voltaram para casa, a agressão foi descoberta, o que fez com que Nina tenha sofrido por horas até ser socorrida.


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Bebê elefante tenta desesperadamente acordar sua mãe morta

Foto: Newslions Media

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As imagens flagram o momento comovente em que um bebê elefante é visto tentando acordar sua mãe, que desmaiou e morreu depois de vagar por uma aldeia na Índia.

O filhote acariciou com sua tromba a cabeça de sua mãe enquanto ela se deitava imóvel no chão na aldeia de Hiran, no estado de Odisha (Índia).

A mãe doente, com o bebê ao seu lado, entrou na comunidade que fica perto da selva de Khalasuni, no distrito de Deogarh.

Inicialmente, os aldeões cuidaram do elefante e do filhote, fornecendo-lhes comida, água e aplicando ervas medicinais nas feridas de sua perna direita e da testa.

Eles informaram os guardas florestais sobre a presença da mãe e de seu filho em sua aldeia.

Segundo os aldeões, a elefanta aparentemente quebrou a perna direita, provavelmente por cair em um buraco. Ela também tinha uma ferida na testa.

Nos primeiros dias, a elefanta mesmo mancando era capaz de se movimentar por conta própria.

Foto: Newslions Media

Foto: Newslions Media

Mas quando a ferida piorou, ela desabou no chão e não conseguiu ficar em pé novamente.

Nas últimas seis semanas, o animal foi submetido a tratamento na aldeia por veterinários e especialistas designados por guardas florestais.

Mas, embora tenham tentado ao máximo curar o elefante, não conseguiram salvar a vida da mãe.

O bebê elefante, inconsciente do fato de sua mãe ter morrido, podia ser visto inocentemente tentando acordá-la em uma cena comovente e triste.

Ameaçados de extinção

Uma avaliação atualizada de um tratado administrado pela ONU Meio Ambiente confirmou que a caça continua ameaçando a sobrevivência de elefantes africanos, cuja população caiu de estimados 12 milhões há um século para 400 mil, de acordo com o Relatório sobre a Situação de Elefantes Africanos 2016.

Com base em dados da Proporção de Elefantes Mortos Ilegalmente (PIKE, na sigla em inglês), a Convenção sobre Comércio Internacional de Espécies Ameaçadas da Fauna e Flora (CITES) avaliou os níveis de mortes ilegais por meio do programa de monitoramento de elefantes mortos. O monitoramento calculou que a caça ilegal é a principal causa de mortes de elefantes.

De acordo com evidências, níveis da PIKE alcançaram um pico em 2011, quando alarmantes 10% dos elefantes africanos foram caçados, antes de caírem até 2017. O nível permaneceu relativamente sem mudanças ao longo de 2018.

Níveis altos da proporção são preocupantes porque até mesmo populações estabelecidas e protegidas de elefantes sofrem perdas anuais para caças ilegais e outra formas de mortalidade, que não são compensadas por taxas de natalidade.

Muitas populações de elefantes africanos são pequenas, fragmentadas e não são protegidas, o que as tornam mais vulneráveis à caça.

“Mortes ilegais de elefantes africanos por conta do marfim continuam uma ameaça significativa às populações de elefantes na maioria dos Estados”, disse a secretária-geral da Convenção, Ivonne Higuero. “Ao mesmo tempo, a população humana da África cresceu dez vezes, de 125 milhões para 1,225 bilhão, criando competição com elefantes por terra”.

Embora o comércio internacional de marfim de elefantes esteja banido pela Convenção desde 1990, opiniões são divergentes entre países sobre a continuação, ou não, da proibição.

O elefante africano e o debate sobre comércio de marfim será um item da agenda da próxima Conferência das Partes da CITES, realizada a cada três anos. A Conferência estava marcada originalmente para maio deste ano em Colombo, no Sri Lanka, mas será remarcada para uma data posterior.

“Precisamos continuar reduzindo caça e comércio ilegal de marfim e encontrar soluções para garantir a coexistência de elefantes com populações locais”, destacou Higuero. “A comunidade internacional deve expandir ainda mais seu trabalho com Estados africanos para encontrar soluções que funcionem tanto para os elefantes quanto para comunidades locais”.

Cadela ferida é encontrada dentro de mala no Distrito Federal

Uma cadela ferida, vítima de maus-tratos, foi encontrada dentro de uma mala no Lago Norte, região administrativa do Distrito Federal. O animal foi resgatado pela Polícia Militar após uma denúncia.

Foto: Reprodução / YouTube / Correio Braziliense

A cadela tinha um marcas na lateral do peito e no rabo que aparentam ter sido provocadas, respectivamente, por tiro e golpes de faca. As informações são do Correio Braziliense.

Os policiais afirmam que tentaram contato com o Centro de Controle de Zoonoses, mas não obtiveram sucesso. Em seguida, acionaram protetores de animais independentes, que se comprometeram em resgatar a cadela. No entanto, diante da gravidade do quadro de saúde do animal, os policiais decidiram levá-lo imediatamente para uma clínica veterinária.

Os militares se uniram para fazer uma vaquinha para arrecadar fundos para arcar com os custos do tratamento da cadela. No entanto, o médico veterinário que prestou socorro ao animal decidiu não cobrar pelo atendimento.

Após ser examinada, a cadela ficou internada na clínica veterinária em observação. Há suspeitas de que ela esteja prenha e com uma fratura na coluna. O animal será submetido a novos exames na segunda-feira (11).