Golfinho com feridas nas nadadeiras é encontrado morto em Macaé (RJ)

Um golfinho foi encontrado morto em Macaé, no interior do Rio de Janeiro. O corpo foi localizado no domingo (4) na Praia da Barra.

Foto: Yasmin Manhães/arquivo pessoal

Pessoas que passavam pelo local encontraram o animal marinho e entraram em contato com o CTA – Serviço de Meio Ambiente. A empresa encaminhou o corpo para o Centro de Reabilitação de Animais Marinhos de Araruama. O animal será submetido à necrópsia.

Yasmin Manhães foi uma das pessoas que encontrou o animal. Segundo ela, o golfinho tinha ferimentos nas nadadeiras. As informações são do portal G1.

A empresa afirmou que, após a necrópsia, será possível determinar se os ferimentos foram ocasionados antes ou depois da morte e descobrir se eles são resultados de predação e decomposição do corpo.

A causa da morte do animal ainda não foi divulgada pelo CTA.


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Elefante é acorrentado por três meses por ser considerado “agressivo”

Foto: Mathrubhumi

Foto: Mathrubhumi

Um elefante tem sido torturado por três meses na Índia, mantido acorrentado em uma plantação, exposto ao sol e à chuva, mal conseguindo se mover, o animal chora o dia todo, segundo os vizinhos da propriedade onde o abuso acontece.

O elefante, conhecido pelos nomes Kochu Ganeshan e Bharathi Balanarayanan, foi acorrentado em uma plantação de coco em Mundakkara, na cidade de Balussery, na Índia desde abril, segundo relatos do jornal Mathrubhumi.

De acordo com o responsável pelo elefante, Dileep Kumar, ele estaria passando pelo período de “musth” (alta dos níveis de hormônios reprodutivos em elefantes do sexo masculino, que causa agressividade) e por isso teria sido acorrentado e torturado.

Elefantes na Índia (imagem ilustrativa) | Foto: Priya Davidar

Elefantes na Índia (imagem ilustrativa) | Foto: Priya Davidar

Infelizmente na Índia é permitido manter elefantes em cativeiro porém, existem normas para esse tipo de procedimento. De acordo com o regulamento vigente, para se manter um elefante – no período de “musth” – cativo no país, ele deve ser colocado em acampamentos cobertos, protegido e ser alimentado ter acesso a água.

Lembrando que cativeiros, sejam eles em alojamentos cobertos, zoos ou qualquer tipo de privação da liberdade, causam sempre sofrimento a qualquer espécie, além de ser uma crueldade com animais selvagens, acostumados a viver livremente na natureza e em grupos ao invés de cerceados por interesses humanos.

A forma como Kochu Ganeshan vem sendo mantido viola todas as regras relativas aos cuidados com elefantes durante o período do “musth”. Segundo os especialistas nesta fase os níveis hormonais de testosterona se elevem tanto nos animais que cheguem a ficar 60 vezes mais altos que o normal. Para animais que vivem livres, o período é utilizado para reprodução e eles passam por essa fase de forma natural em seus habitats. Já os cativos se tornam agressivos e violentos por não poderem manifestar sua natureza ou seguir seus instintos.

Elefantes na Índia (imagem ilustrativa) | Foto: Nature Conservation Fundation

Elefantes na Índia (imagem ilustrativa) | Foto: Nature Conservation Fundation

Estar afastado de seu grupo e de seu ambiente natural é uma agressão anti-natural e cruel para com os elefantes por si só.

Ainda segundo relatos do jornal Mathrubhumi foram identificadas feridas profundas na pele do elefante causadas pelas de correntes que prendem suas pernas.

Vítima da humanidade

O elefante de 25 anos foi acorrentado a um coqueiro. O animal havia sido trazido para a terra de Vadakkedathu Sankaran (fazendeiro) para ficar por 10 dias. Ao final desse tempo, quando ele pediu para que os responsáveis levassem o elefante embora, Dileep Kumar disse que o animal estava em “musth” e não poderia ser transportado por três meses.

Elefantes na Índia (imagem ilustrativa) | Foto: Nature Conservation Fundation

Elefantes na Índia (imagem ilustrativa) | Foto: Nature Conservation Fundation

Quando um grupo de homens começou a acampar e se embebedar nas terras do fazendeiro alegando estar ali para cuidar do elefante, o proprietário demoliu o galpão construído no local.

O grupo entrou com uma queixa policial contra o proprietário da terra por destruir o galpão. Com isso, Sivasankaran teve que pedir ajuda da polícia para lidar com a situação.

Segundo relatos de moradores vizinhos da propriedade onde Kochu Ganeshan esta preso, o elefante chora sem parar, dia e noite, “num murmúrio de cortar coração”, devido às feridas profundas nas pernas e ao sofrimento de ficar amarrado o tempo todo.

Elefantes na Índia (imagem ilustrativa) | Foto: Nature Conservation Fundation

Elefantes na Índia (imagem ilustrativa) | Foto: Nature Conservation Fundation

Sivasankaran e sua família disseram que apesar de terem feito uma queixa à polícia e ao DFO denunciando que o elefante está sendo torturado, nenhuma ação foi tomada.

Os responsáveis pelo elefante só levaram mahouts (cuidadores de elefante) até o local depois que ele apresentou uma queixa no tribunal de Koyilandi e uma comissão veio para inspecionar o animal e as condições em que ele tem sido mantido.

O tutor do elefante, Dileep Kumar, respondeu que o animal é tratado de acordo com as instruções do “Madangaleela” (livro indiano sobre elefantes que tem mais de 200 anos) e será deslocado do local quando o certificado de aptidão (fim do “musth”) for emitido.

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Elefantes são espancados e torturados com ganchos de metal para levar turistas nas costas

Foto: @abang da balik/Twitter

Foto: @abang da balik/Twitter

Fotos divulgadas nas redes sociais mostram elefantes com feridas abertas na cabeça e no corpo, enquanto levam turistas australianos – que viajam para a Tailândia exclusivamente com este fim – em suas costas. Os pacotes de viagem são anunciados pelas agências de turismo como possibilidades únicas de “interação” com os animais.

Acredita-se que as imagens foram compartilhadas no Twitter em Phuket, um dos pontos turísticos mais populares do país.

Os animais podem ser vistos com o sangue escorrendo da cabeça depois que os seus exploradores (mahouts) os atingem repetidamente com ganchos afiados de metal.

Foto: @abang da balik/Twitter

Foto: @abang da balik/Twitter

Outras fotos mostram um elefante com uma série de cicatrizes de feridas antigas na parte de trás da cabeça, comprovando que o sofrimento é pertinente e interminável para esses animais explorados.

Mais de 800 mil australianos visitam a Tailândia a cada ano, e muitos são atraídos pelas variadas atrações turísticas envolvendo elefantes, em que os visitantes podem ser levados para “passear”nas costas dos animais, assisti-los fazer truques e alimentá-los.

A World Animal Protection estimou que 3 mil elefantes estão atualmente sendo usados para entretenimento em toda a Ásia, com 77% sendo tratados de forma desumana.

Foto: @abang da balik/Twitter

Foto: @abang da balik/Twitter

Por favor, não montem nos elefantes e não apoiem este negócio ”, disse um porta-voz da Autoridade de Turismo da Tailândia. “Nós nunca apoiamos turistas montando elefantes.”

Dr. Patrapol Maneeorn, veterinário especializado em vida selvagem do Departamento de Parques Nacionais, Conservação da Vida Selvagem e da Flora, disse que a Tailândia está trabalhando para eliminar a crueldade contra os animais.

“O que estamos fazendo é colaborar com diferentes organizações e setores na Tailândia para reduzir esses casos e, esperamos, eliminar a crueldade contra animais tanto quanto possível”, disse Maneeorn em um comunicado.

Blake Sharp-Wiggins/Daily Mail Australia

Blake Sharp-Wiggins/Daily Mail Australia

Existem atualmente 3.500 elefantes selvagens e 4.500 elefantes domesticados na Tailândia.

Os animais selvagens são protegidos pela lei tailandesa, mas os elefantes domesticados são vistos como animais de trabalho.

O dr. Maneeorn disse que as agências governamentais tentaram vários métodos para erradicar o abuso de elefantes no país, incluindo “formular políticas, apoiar pesquisas sobre a vida selvagem, reabilitar animais feridos e erradicar o comércio de animais silvestres”.

Ele diz que os turistas podem desempenhar seu papel no assunto, boicotando atrações que exploram elefantes para fins de entretenimento.

Blake Sharp-Wiggins/Daily Mail Australia

Blake Sharp-Wiggins/Daily Mail Australia

“Empresas de viagens e turistas individuais podem ajudar as agências governamentais boicotando empresas que praticam crueldade contra os animais”, disse ele.

O processo de domesticar um elefante é tão horrível quanto o tratamento a que os animais são submetidos.

Os animais são amarrados a correntes curtas, espancados com ganchos e outros objetos pontiagudos e submetidos a muita fome e privação, a fim de fazê-los se comportarem, e isso continua por ano e anos, enquanto eles forem mantidos em cativeiro.

Alguns animais desenvolvem um comportamento de zoocose, um tipo de compulsão repetitiva em que eles balançam a cabeça de um lado para o outro, muitas vezes incompreendido e visto como uma tendência lúdica, mas o movimento na verdade é um mecanismo de defesa e sofrimento que os elefantes isolados apresentam.

Blake Sharp-Wiggins/Daily Mail Australia

Blake Sharp-Wiggins/Daily Mail Australia

Muitos elefantes são afastados de suas mães quando ainda bebês para serem submetidos a uma vida inteira de abuso.

Alguns santuários na Tailândia, como o Elephant Valley (Vale dos Elefantes, na tradução livre), estão tentando evitar os maus-tratos a esses animais.

Lá os elefantes podem andar como e para onde quiserem e são alimentados apenas uma vez por dia pelos seres humanos, em oposição a outros elefantes em cativeiro que são constantemente forçados a se apresentar para turistas.

“Não existe elefante domesticado”, disse o fundador do Elephant Valley, Jack Highwood, ao Daily Mail Australia.
“Só há elefantes que perderam a vontade de revidar.”

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Sapatos para cães podem gerar doenças e feridas, explica veterinária

Os animais sentem frio e isso não é segredo. Muitos tutores optam por colocar roupinhas nos cães e gatos para esquentá-los, o que pode ser uma ótima escolha no inverno. Mas e o sapato para cachorro? O uso de calçados nos animais está cada vez mais popular, e para explicar em quais casos eles realmente devem ser usados, a veterinária e diretora clínica Grupo Vet Popular, Caroline Mouco Moretti, explica algumas questões.

Foto: shutterstock

“Não vejo necessidade alguma no uso de sapatos em animais, além de considerar esse uso prejudicial aos animais”, conta Caroline. A veterinária explica que se o tutor realmente fizer questão, a recomendação é de que o item não seja usado com frequência. “E assim que retirar o sapato do animal, faça a higienização dele”, completa.

Os principais motivos para os tutores quererem usar sapatos são: manter a higiene ou proteger as patinhas do calor nos tempos mais quentes. “Se o uso do sapatinho estiver atrelado a manter a higiene após passeios na rua, podemos resolver isso facilmente com o uso de lenços umedecidos próprios para animais assim que o animal retornar a sua casa; mas se o intuito é proteger as patinhas do calor, basta evitar passeios em horários de maior incidência solar”, diz.

O calçado não protege o coxim (as “almofadinhas” nas patas dos cães) e pode até prejudicá-lo. “O coxim está preparado fisiologicamente para amortecer o caminhar do animal e fazer a troca de calor, por isso, ao usar sapato a pata do animal continuará fazendo essa troca, mas desta vez, o calor ficará preso no sapato”, revela. E se o calor ficar preso, isso pode ajudar na proliferação de fungos e outras doenças.

Outro problema são as unhas, que precisam ser desgastadas. “Com a unha não desgastada, o animal acabará machucando essa região”, explica Caroline. E esses machucados vão desde leves incômodos até cortes profundos. “E qualquer tratamento nesta região é muito complicado, uma vez que a área está sempre em contato com o solo e o animal costuma lamber qualquer medicamento colocado ali”, completa a veterinária.

Por fim, Carolina explica então que o uso de sapatos em cachorros deve ser feito em apenas uma ocasião: o tipo de terreno que ele for pisar. “Terrenos rochosos, com pedregulhos, vidro e outras situações semelhantes, e sempre usado com moderação.”

Fonte: Canal do Pet


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Burros são chicoteados, espancados e forçados a carregar turistas

Foto: PETA UK

Foto: PETA UK

Imagens fortes divulgadas recentemente mostram burros na ilha grega de Santorini sendo chicoteados enquanto transportam turistas pelos mais de 500 degraus ladeira acima.

Um clipe divulgado pela ONG PETA mostra burros e mulas sendo usados como táxis para transportar turistas de férias pelos paralelepípedos irregulares da ilha.

Um vídeo mostra os animais sendo maltratados enquanto moscas rastejam sobre feridas abertas causadas por selas e surras. Um condutor é flagrado batendo em um dos animais indefesos com uma vara ou chicote e puxando violentamente suas rédeas que prendem sua boca.

O grupo de defesa dos direitos animais acusa os oficiais de “violarem claramente” as leis gregas de bem-estar animal, “negando água aos animais ou um lugar para esfriar”.

A PETA também afirmou que oficiais da ilha estão bloqueando suas campanhas para colocar placas em ônibus e táxis com a frase “Burros sofrem por culpa de turistas. Por favor, não os monte”.

Os burros, que são decorados com adereços de cores vivas e sinos, carregam multidões de turistas por caminhos íngremes.

Foto: PETA UK

Foto: PETA UK

Muitos visitam a ilha vindo de navios de cruzeiro, pagam 5,37 libras para uma viagem do porto até a capital da ilha.

Os burros não são se mexerem e obedecerem, eles são chicoteados, como mostram as imagens.

Em abril, uma nova campanha foi lançada para conscientizar os turistas a pararem de montar nos burros, apesar de décadas de esforços e campanhas para impedir essa prática cruel completamente feitas grupos de defesa dos animais.

Os animais fazem quatro ou cinco viagens de ida e volta pelos 520 degraus largos de paralelepípedo no caminho lateral do penhasco que leva à cidade de Fira.

Foto: PETA UK

Foto: PETA UK

A situação dos jumentos, que são retirados dos campos ao amanhecer, em temperaturas regularmente superiores 30ºC, tem sido chamada de “o pequeno segredo sujo de Santorini”.

Nos últimos anos, tem havido um aumento de burros que sofrem lesões na coluna vertebral, feridas causadas pelas selas e exaustão. Muitos deles que acabam feridos demais para serem montados são abandonas para morrer, de acordo com PETA.

Quando um teleférico foi instalado na ilha, os burros eram usados com menos frequência pelos viajantes que subiam os degraus.

Foto: PETA UK

Foto: PETA UK

Mas à medida que o turismo na ilha aumentava, até 17 mil turistas tem chegado ao porto todos os dias vindos dos navios de cruzeiro, e a demanda pelos passeios de burro crescia mais e mais.

Os animais que sobem em filas de dois a dez burros de cada vez, descarregam os turistas em uma “estação de burros” logo antes do cume dos degraus e depois voltam para a próxima carga, muitas vezes esbarrando em pedestres ou espremendo-os em paredes que olham para quedas íngremes.

Foto: PETA UK

Foto: PETA UK

Santorini, que se estende por 30 milhas quadradas e tem uma população de 25 mil habitantes, cresceu em popularidade ao ponto em que o prefeito Nikolos Zorzos limitou o número de passageiros de cruzeiros que podem desembarcar na ilha a 8 mil por causa da superlotação. Em 2016 o número de turistas atingiu um pico de 18 mil pessoas por dia.

Foto: PETA UK

Foto: PETA UK

Mais de 108 mil pessoas assinaram uma petição online no ano passado, condenando o que foi descrito como uma “tortura desmedida e desnecessária” com os animais sendo explorados e obrigados e levar turistas nas costas para subir os degraus.

Foto: PETA UK

Foto: PETA UK

Houve ainda mais revolta quando foram postadas fotos nas redes sociais mostrando turistas com excesso de peso montando burros que subiam as escadas.

Em resposta, o governo grego introduziu uma legislação que torna ilegal os animais carregarem com “qualquer carga superior a 100 kg, ou um quinto do [seu] peso corporal”.

Foto: PETA UK

Foto: PETA UK

No entanto, o grupo ativista diz que os burros deveriam estar carregando no máximo metade disso.

“De acordo com recomendações veterinárias, os burros não devem carregar mais de 20% do seu peso corporal, aproximadamente 50kg”, explica o site da ONG.

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Cães desnutridos e repletos de carrapatos são resgatados no interior de SP

Dois cachorros desnutridos, desidratados e repletos de carrapatos foram resgatados em uma casa em Sete Barras, no interior do estado de São Paulo, na terça-feira (2).

Foto: Divulgação/GPA Vale do Ribeira

O caso foi denunciado à Polícia Militar Ambiental, que esteve na residência e resgatou os animais, encaminhando-os para o Grupo de Proteção aos Animais (GPA) do Vale do Ribeira. Os cães receberão os cuidados necessários e, quando estiverem recuperados, serão disponibilizados para adoção.

Após a polícia chegar no local, o tutor dos cães os entregou de maneira voluntária. Além dos problemas de saúde, um dos cachorros apresentava feridas pelo corpo. As informações são do G1.

Sigma e Zeta, como foram batizados, foram submetidos a exames de sangue tomaram soro para hidratar e foram internados em uma clínica em Registro. O macho tem um ano e a fêmea, seis meses.

Foto: Divulgação/GPA Vale do Ribeira

O GPA informou que, após diagnóstico veterinário e tratamento, os cachorros serão castrados, vacinados e vermifugados antes de serem colocados para adoção.

O Grupo de Proteção aos Animais mantém atualmente 250 animais, entre cães e gatos, todos encontrados de situações de vulnerabilidade. O abrigo do GPA está localizado em Registro. Interessados em colaborar financeiramente, com qualquer quantia, para ajudar a manter os animais ou em adotar um deles deve entrar em contato com os integrantes do grupo pelo telefone (13) 3821-8082.


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Cão morre após ser abandonado dentro de saco de lixo em Goiânia (GO)

Um cachorro morreu após ser encontrado dentro de um saco de lixo em Goiânia (GO). Fred, como passou a ser chamado, tinha feridas repletas de larvas pelo corpo, estava quase sem pelo e desnutrido.

Foto: Protetores dos Animais de Goiânia/ Divulgação

“De ontem para hoje, foi se agravando o quadro dele. Ele tinha doença do carrapato, estava com uma carga parasitaria bastante alta”, explicou ao G1 o veterinário Rafael Naves de Abreu, que socorreu o cachorro.

Da raça shih-tzu e com idade entre 5 e 7 anos, o cachorro foi resgatado, no último domingo (2), no Setor Estrela do Sul após uma mulher ver o saco de lixo, no qual ele estava, se mexer. Ela acionou o grupo Protetores dos Animais de Goiânia, que resgatou o animal e o internou em uma clínica veterinária.

“Ele estava com miíase [larvas] abaixo da região ocular, tinha algumas no olho também. Ele chegou bem desnutrido, pesando 3 kg, sendo que a média é de 5 a 6 kg. Também estava desidratado, cheio de carrapatos e pulgas”, disse o veterinário.

Para arcar com os gastos do tratamento do cachorro, a coordenadora do grupo Protetores dos Animais de Goiânia, Morgana Fioramonte, iniciou uma mobilização. Segundo ela, o dinheiro que não foi usado, devido à morte do animal, será destinado a outros animais resgatados.

Foto: Protetores dos Animais de Goiânia/ Divulgação

“Já falamos com algumas pessoas que doaram e todas não querem o valor de volta, querem que a gente use para alimentar os animais do abrigo e para novos resgates”, explicou Morgana, que agradeceu a ajuda dos doadores.

Segundo ela, para cuidar dos animais, o grupo tem um gasto fixo de R$ 8 mil mensais. Atualmente, os Protetores de Animais de Goiânia são responsáveis por manter 80 cães e gatos, que estão abrigados, e por alimentar cerca de 70 gatos que vivem nas ruas.


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Cachorro abandonado com feridas no corpo busca adoção em Teresina (PI)

O cachorro da foto abaixo está abandonado no bairro Angelim, na Zona Sul de Teresina (PI). Ele tem ferimentos pelo corpo e precisa encontrar um tutor responsável que cuide dele ou um lar temporário até que seja adotado. O animal é dócil.

Interessados em adotá-lo ou em oferecer lar temporário a ele devem entrar em contato com Vaniel pelo WhatsApp no número (86) 99430-7527.