Burro preso em ilha minúscula e desabitada aguarda resgate há mais de dois anos

Foto: CBS

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Equipes de resgate estão furiosas com o tempo que esta levando para que um burro ferido seja resgatado de uma pequena ilha no Lago McClure, no condado de Mariposa, a cerca de 64 quilômetros a leste de Modesto, na Califórnia (EUA).

“Como você pode ignorar um animal que está machucado com uma perna quebrada como ela (a barrinha) esta e não a ajuda?”, Disse Bobbie Carne, especialista em resgate de cavalos.

Ela está entre o grupo de pessoas que querem resgatar o burro da ilha e oferecer ao animal o cuidado necessário.

“Isso vem acontecendo há quase três anos”, disse o detetive da polícia aposentado de Merced, Harry Markarian que foi quem descobriu o burro na ilha.

Markarian disse que está frustrado por ver o burro ainda preso na pequena ilha depois de todo esse tempo.

“Esta ilha tem apenas cerca de um acre agora porque os níveis de água ao redor dela subiram muito”, disse ele.

Quando o ex-policial encontrou o burro em 2017, ele disse que a ilha estava conectada a outra que agora está submersa.

“Isso realmente nos assustou porque você pode ver que não há realmente muita comida para ela, somente uma vegetação escassa”, disse ele.

Markarian disse que uma família que possui uma casa flutuante no lago tem alimentado o burro várias vezes por semana. Mas eles agora têm que vender seu barco, então ele está preocupado porque ninguém será capaz de alimentar o burro quando eles se forem.

“Estamos muito preocupados com sua perna quebrada também”, disse Markarian.

Então, cerca de um mês atrás, ele entrou em contato com um centro de resgate de cavalos para ajudar e eles criaram um plano para resgatar o burro.

Foto: CBS

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“É ridículo quanto tempo leva para fazer alguma coisa”, disse Carne. “Nós tínhamos tudo pronto. Tínhamos tranquilizantes, tínhamos o barco, tínhamos os veterinários, já tínhamos tudo preparado em duas semanas”.

Markarian disse que planejam resgatar o burro no sábado e que o Merced Irrigation District, que administra o lago, estava a bordo. O Bureau of Land Management, que possui parte da ilha, também deu a luz verde.

“Esta ilha em particular está dividida. Metade pertence ao MID e metade pertence ao BLM. Bem, eu tenho permissão de ambos e ambos disseram para fazer o que é melhor para o burro ”, disse Markarian.

Ele disse que o Departamento de Pesca e Vida Selvagem da Califórnia os impediu porque eles precisam de tempo para interpretar a lei.

“Nós meio que ‘tiramos o vento de nossas velas’ “, disse Markarian.

A legislação da Califórnia diz que é ilegal capturar um burro selvagem, a menos que o proprietário da terra faça o pedido. Mesmo assim, apenas um oficial ou empregador de uma agência local de controle de animais pode fazê-lo. Até agora, as agências não determinaram quem deve assumir a responsabilidade pelo animal.

“Eles continuam apontando os dedos uns para os outros. É como um jogo de pingue-pongue. É ridículo. Toda essa burocracia do governo”, disse Carne.

Então, por enquanto, Markarian e Carne têm que suspender seus planos e esperam que uma decisão seja tomada em breve.

“Nós não precisamos ir ao tribunal para isso, estamos apenas tentando fazer o bom senso prevalecer”, disse Markarian.

O Departamento de Pesca e Vida Selvagem da Califórnia disse que está ciente do caso e planeja enviar alguém para avaliar a condição do jumento e elaborar um plano.

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Golfinho com feridas nas nadadeiras é encontrado morto em Macaé (RJ)

Um golfinho foi encontrado morto em Macaé, no interior do Rio de Janeiro. O corpo foi localizado no domingo (4) na Praia da Barra.

Foto: Yasmin Manhães/arquivo pessoal

Pessoas que passavam pelo local encontraram o animal marinho e entraram em contato com o CTA – Serviço de Meio Ambiente. A empresa encaminhou o corpo para o Centro de Reabilitação de Animais Marinhos de Araruama. O animal será submetido à necrópsia.

Yasmin Manhães foi uma das pessoas que encontrou o animal. Segundo ela, o golfinho tinha ferimentos nas nadadeiras. As informações são do portal G1.

A empresa afirmou que, após a necrópsia, será possível determinar se os ferimentos foram ocasionados antes ou depois da morte e descobrir se eles são resultados de predação e decomposição do corpo.

A causa da morte do animal ainda não foi divulgada pelo CTA.


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Cachorro é resgatado após ser encontrado com orelha decepada no RS

Um cachorro foi encontrado com a orelha esquerda decepada e ferimentos pelo corpo em Araricá (RS). O animal foi resgatado por uma ONG de proteção animal na última sexta-feira (12), mas o casos só foi denunciado à polícia três dias depois.

Foto: Reprodução / Jornal Repercussão

O tutor do animal pediu que o cachorro fosse devolvido, mas a ONG se negou a entregar o animal devido ao histórico de maus-tratos.

Voluntária da ONG SOS Animais, Kelly Emarine, esteve no local para ajudar o cachorro após o caso repercutir na internet. Luck foi encontrado no bairro Canoa.

“Quando encontramos o Luck, ele estava em um terreno baldio, muito sujo, com centenas de carrapatos, muitas bolas de pelo, e uma orelha completamente comida por larvas que já estavam comendo seu ouvido interno e sua cabeça. Além de um cheiro forte de carne podre”, relata Kelly, em entrevista ao Jornal Repercussão.

“O antigo tutor se apresentou e entrou em contato conosco, com uma postura bem agressiva, reivindicando a tutela do animal. Eu pessoalmente me neguei a devolvê-lo, devido à negligência nítida com a qual o animal foi tratado”, completou.

Luck recebeu cuidados veterinários e já apresenta melhora, tendo inclusive voltado a se alimentar.


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Cachorro atropelado por trem agoniza por horas até ser resgatado em SP

Um cachorro foi atropelado na quarta-feira (17) por um trem nas proximidades da estação Grajaú da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), em São Paulo. O animal agonizou por pelo menos 4 horas até ser resgatado.

A ativista Luísa Mell denunciou que seguranças da CPTM impediram que o cachorro fosse resgatado. Segundo ela, a Companhia só acionou o Corpo de Bombeiros e permitiu o resgate quando a ativista seguiu para o local e começou a fazer pressão, abordando o caso em rede social.

Foto: Reprodução/Instagram/@luisamell

Imagens divulgadas por Luísa mostram o cachorro debilitado, com o rabo mutilado e sangrando.

A CPTM afirmou que “os funcionários no local orientaram os passageiros a não se aproximarem” do animal porque ele “estava agressivo”. No entanto, um vídeo divulgado pela ativista desmente o argumento da empresa. Na filmagem, que mostra o momento em que os bombeiros iniciam o resgate, o cachorro não demonstra qualquer agressividade. Um dos militares, inclusive, faz carinho na cabeça do animal, que aceita o gesto e se mantém calmo.

De acordo com nota da CPTM, o cachorro foi resgatado “por volta de 17h40 pela ONG Súplica Animal, que levou o animal para o hospital veterinário da Universidade de Santo Amaro (Unisa)”. Segundo Luísa, o animal foi atropelado às 13h30.

Através das redes sociais, a ativista contou que o Instituto Luísa Mell ficou responsável pelo caso do cachorro. Luísa esteve na Unisa e, após conversar com um veterinário do local, informou que o cão estava estável, mas que teria que ser submetido a um cirurgia de emergência que resultaria na amputação de duas de suas pernas.

“Amigos o cachorro atropelado por um trem já está sendo operado e ficará no @institutoluisamell. Para quem ainda não sabe da história…Hj [quarta-feira] um cachorro foi atropelado por um trem 13:30 da tarde. E NÃO recebeu socorro e ainda os funcionários da @cptm_oficial não deixavam ninguém resgatá-lo!!!! E ainda zombaram da situação! Só quando eu fiquei sabendo e estava a caminho (e comecei a causar) é que chamaram os bombeiros e permitiram o resgate. Fui até o local, mas demorei cerca de uma hora para chegar, uma veterinária o resgatou junto com protetores e levou para a Unisa. Fui até lá, ele está sendo operado por grandes profissionais e depois será encaminhado para o @institutoluisamell para ficar internado e receber todo o tratamento!”, escreveu a ativista.


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Sem socorro, cavalo agoniza por mais de oito horas após ser atropelado

Um cavalo, atropelado na madrugada de quarta-feira (17), ficou mais de oito horas agonizando na avenida Edílson Brasil Soares, no bairro Sapiranga, em Fortaleza, no Ceará. Até às 9h da manhã, ele permanecia no local.

O motorista do veículo que atropelou o animal afirmou que deixou o funcionário de uma empresa na região e, ao retornar, tentou frear o veículo no momento em que o cavalo cruzou a via, mas não conseguiu parar a tempo. Sete pessoas estavam no automóvel, mas não se feriram.

Foto: Rafaela Duarte/ Sistema Verdes Mares

Objetos foram colocados na avenida por moradores para sinalizar que havia um animal caído na pista. As informações são do portal G1.

O Corpo de Bombeiros foi acionado, mas afirmou que não realiza atendimento a animais de grande porte e, por isso, buscou o apoio do hospital universitário da Universidade Estadual do Ceará, que afirmou que não tinha condições de fazer o resgate.

O Tenente Romário Fernandes argumentou que os bombeiros atendem apenas cães e gatos e que, no caso dos silvestres, dependendo da espécie, encaminham o animal para um órgão responsável, como o Ibama, ou fazem a soltura na natureza.

Luciana Waleska, representante da Comissão de Defesa do Direito dos Animais da OAB (CE), afirmou à emissora Verdes Mares que o resgate estava sendo providenciado. Segundo ela, em caso que a perda progressiva dos movimentos do cavalo é diagnosticada, a recomendação dos veterinários que trabalham em conjunto com a instituição é de realizar o sacrifício do animal.

Foto: Rafaela Duarte/ Sistema Verdes Mares


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Cavalo sofre fratura exposta durante tourada e é sacrificado em Portugal

Um cavalo, chamado Xeque-Mate, sofreu uma fratura exposta durante uma tourada em Coruche, uma vila portuguesa. Uma ação violenta do cavaleiro João Moura Jr causou o ferimento. Após ser avaliado por um veterinário, o cavalo foi sacrificado. A justificativa para o sacrifício foram os “danos irreversíveis” causados ao animal.

Foto: antonioramalho / Flickr

A tourada aconteceu no último sábado (6) e o cavalo foi sacrificado no dia seguinte. As informações são do portal Correio da Manhã.

Além do cavalo, quatro pessoas ficaram feridas durante a tourada realizada na praça de Coruche, em Santarém. Dois cavaleiros, sendo João Moura Jr e Ana Batista, e dois “forcados” – que são os homens responsáveis por pegar o touro – foram socorridos com ferimentos. Os dois foram levados ao Hospital de Santarém, mas já receberam alta médica e se recuperam dos ferimentos.

Os forcados João Ventura e Luís Fera foram socorridos com ferimentos graves no momento em que lidavam com o quinto touro explorado pelo cruel espetáculo. Ventura perdeu os sentidos na arena, mas foi levado ao hospital, recuperou-se e teve alta hospitalar. Fera, no entanto, encontra-se em coma induzido, como medida preventiva, no Hospital de São José, em Lisboa, para onde foi levado de helicóptero após sofrer uma fratura no maxilar. Exames indicam que ele não sofreu lesões cerebrais de maior gravidade e a manutenção da sedação está sendo avaliada pelos médicos.

Nota da Redação: as touradas são eventos extremamente cruéis que condenam os touros e cavalos a intenso estresse e sofrimento e que caminham na contramão do desenvolvimento ético social e da luta pela garantia dos direitos animais. Além disso, são perigosas também para os seres humanos, já que colocam em risco a vida daqueles que dela decidem participar.


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Vídeo: cão ferido agoniza na margem de rio e é resgatado por policiais

Um cachorro foi encontrado, no domingo (23), na margem do Rio Veado, em Guaçuí, na Região do Caparaó, no Espírito Santo. O animal estava ferido e agonizando. Dois jovens que passavam pelo local se depararam com a situação e acionaram a Polícia Militar, que enviou dois agentes ao local para resgatar o cão.

Um dos militares registrou parte do resgate em um vídeo (confira abaixo). Próximo a um bueiro de esgoto, o cachorro estava dentro da água, bastante debilitado. As informações são do portal Gazeta Online.

Foto: Reprodução / Portal Aqui Notícias

Um dos policiais que participou da ação foi mordido pelo animal que, assustado, reagiu para se defender. O homem tentava colocar o cão em cima de um pedaço de plástico para transportá-lo para fora do rio quando foi mordido. Apesar do incidente, os policiais insistiram e conseguiram resgatar o animal, que não tinha força para sair do local sozinho e chorava de dor.

“Ele estava com quase o corpo todo na água, em sinal de frio extremo, e agonizando. Conseguimos resgatar e colocamos em local seguro e mais aquecido. Aparentemente por alguma fratura ou intoxicação”, conta o soldado Junior Cindra Bueno.

Para que o cão recebesse os cuidados necessários, os policiais pediram ajuda para a ONG Amicão, que resgata animais abandonados em Guaçuí. De acordo com a voluntária da entidade Taynara Zanoni, o cachorro foi levado para uma clínica veterinária.

“Ele foi medicado, pois estava sentindo muita dor, para ser avaliado pelo veterinário. Possivelmente está fraturado. Depois, ele vai ficar na casa de alguma voluntária”, disse Zanoni.

Segundo a voluntária, a entidade realiza resgates de cachorros com frequência. No inverno, os membros da Amicão fabricam casinhas de papelão e distribuem para os animais abandonados da cidade.

A ONG está arrecadando recursos para arcar com os gastos do tratamento veterinário do cachorro. Interessados em colaborar podem solicitar dados bancários para os voluntários através do Facebook da Amicão.


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Cachorro abandonado em clínica veterinária em estado deplorável passa por transformação

Foto: Liz Ford

Foto: Liz Ford

Quando a ex-tutora de Dobby entrou pela primeira vez na clínica de vacinação com ele, a cena causou um impacto nas pessoas presentes, ninguém conseguia acreditar no que viu. O cachorrinho estava sem pelos e todo vermelho, e não se parecia muito com um cachorro. Os corações dos funcionários estavam partidos e eles sabiam que tinham que ajudá-lo.

Sara Harper estava trabalhando como veterinária em uma clínica de vacinação de baixo custo na Flórida (EUA) administrada pela Concerned Citizens For Animal Welfare.

Foto: Liz Ford

Foto: Liz Ford

Assim que ela colocou os olhos em Dobby, ela soube que era sua missão ajudar a curá-lo. A mulher que o trouxe disse que ele tinha 5 anos de idade – e que esta foi a primeira vez que ele esta sendo visto por um veterinário.

“Ficamos horrorizados com sua condição de desnutrição”, disse Harper ao The Dodo. “Junto com todo o seu corpo pelado e ferido, seus pés também estavam machucados e as unhas dos dedos dele cresceram tanto que enrolaram em suas patas. Ela admitiu que fazia tratamento de pulgas todos os anos e que jogava nele um pó de pulgas para carpete. Ela disse ainda que não queria gastar dinheiro com ele. Eu implorei a ela como uma resgatante para entregá-lo, e ela concordou imediatamente.

Foto: Liz Ford

Foto: Liz Ford

Um dos veterinários que também trabalhava na clínica naquele mesmo dia permitiu que Harper levasse Dobby para sua própria clínica imediatamente, mesmo que estivesse fechada naquele dia, para que pudessem começar a tratá-lo o mais rápido possível.

Eles só podiam imaginar de longe o tipo de dor que ele estava sentindo. Eles começaram a aparar as unhas dele, banhando-o e preparando-se para que a transfusão de sangue fosse feita.

Apesar de todos os seus males, ferimentos e dores, Dobby nunca reclamou ou atacou ninguém. Ele era tão doce quanto poderia ser durante todo o processo, e parecia muito grato a seus salvadores por ajudá-lo.

Foto: Liz Ford

Foto: Liz Ford

“Ele ficou sentado lá com amor em seus pequenos olhos – como se soubesse que finalmente havia sido salvo”, disse Harper.

Uma vez que ele foi todo limpo e recebeu tratamento inicial, Dobby foi recebido pelo abrigo Pawsibilities Rescue, que continuou a apoiá-lo em sua jornada rumo a cura. Durante meses, ele precisou de banhos medicinais para ajudar a curar sua pele e permitir que seu pelo crescesse novamente.

O cãozinho ainda estava muito longe de estar pronto para ser adotado quando sua futura família viu sua foto no Facebook e soube na hora que ele deveria fazer parte da família.

Foto: Liz Ford

Foto: Liz Ford

Liz Ford estava procurando adotar outro cachorro depois que seus dois filhotes de resgate faleceram e se apaixonou por um cachorro chamado Wylie, que também estava no abrigo Pawsibilities Rescue. Ela se candidatou a adotá-lo e foi aprovada, e enquanto esperava que ele estivesse pronto, ela viu a foto de Dobby e imediatamente se apaixonou.

“Eu não pude acreditar em meus olhos quando o vi”, disse Ford ao The Dodo. “Enquanto esperávamos que Wylie se curasse o suficiente para ser adotado, fiquei de olho no pequeno Dobby. Quando fui buscar Wylie, estava sentada no chão na casa do resgate e Dobby veio e se enrolou no meu colo. Eu sabia muito bem que ele viria morar conosco.

Ford levou Wylie para casa naquele dia e, quatro meses depois, voltaram juntos para pegar Dobby. Dobby e Wylie se lembraram um do outro instantaneamente, e estava claro que eles se tornariam os melhores amigos em sua nova casa. Nesse ponto, a pele de Dobby ainda estava cicatrizando e seu pelo ainda não havia crescido completamente, mas sua nova família estava mais do que disposta a continuar seu tratamento e ajudá-lo a se transformar o cão fofo e saudável que eles sabiam que ele poderia se tornar.

Foto: Liz Ford

Foto: Liz Ford

Agora, Dobby está coberto de um lindo pelo branco e macio, e não se parece absolutamente em nada como o cão que foi trazido para a clínica naquele dia há muitos anos. Ele gosta de brincar e correr círculos ao redor da casa com seu irmão Wylie, e nunca foi tão feliz. Sua nova família esta tão orgulhosa dele e do quanto ele lutou e evoluiu, e ao mesmo tempo tão grata por tê-lo como parte de sua família.

“Eles curaram seu corpo e alma”, disse Harper. “Olhando para ele agora você nunca sonharia o que ele já passou! Uma união de pessoas se juntou para salvá-lo. Ele é um garoto de sorte e é muito bonito também, além de ter a melhor família do mundo!”, diz sua salvadora orgulhosa.

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Cãozinho abandonado estende a pata em direção a mulher pedindo ajuda

Magro e doente, Caro estende a para para Kylina pedindo socorro | Foto: Kylina Turner

Magro e doente, Caro estende a para para Kylina pedindo socorro | Foto: Kylina Turner

Quando Kylina Turner viu Caro pela primeira vez, ela não percebeu de início que o pequeno amontoado de pele era na verdade um cachorro.

“Eu pensei que ele era um bicho de pelúcia deixado no chão”, disse Turner ao The Dodo. “Ele estava completamente congelado parado ali, olhando para mim. Eu imaginei que deveria apenas verificar se ele estava bem, ou o que estava acontecendo e enquanto eu andava até ele, sua orelha se contraiu”.

“Fiquei completamente chocada que aquele amontoado de pelo era um animal”, acrescentou Turner, “e muito menos um animal vivo.”

Foto: Kylina Turner

Foto: Kylina Turner

As pernas de Caro estavam presas em uma armação de cama feita de arame no quintal de uma propriedade em Austin, no Texas (EUA). Fraco demais para libertar-se do estrado de madeira, Caro sabia que Turner era sua única esperança – então ele estendeu a pata em direção a ela.

“Ele não estava com medo de mim e não fez nenhum som”, disse Turner. “Ele apenas observou o que eu estava fazendo com um olhar vazio em seus olhos. Acho que ele sabia que eu ia ajudá-lo.

Turner ficou aterrorizada ao tocar no cachorro esquelético, então tirou o suéter e o envolveu em volta de sua pequena estrutura de 30 quilos antes de levantá-lo cuidadosamente da sucata da cama jogado no lixo em que estava preso.

Foto: Kylina Turner

Foto: Kylina Turner

Turner ficou absolutamente surpresa com a confiança do jovem cão. “Ele seguiu bem ao meu lado enquanto caminhávamos para o meu carro, onde ele imediatamente adormeceu, finalmente se sentindo seguro”, disse ela.

Com medo de que o filhote estivesse doente demais para suportar uma viagem de 20 minutos até o abrigo de animais mais próximo, Turner decidiu ir direto ao veterinário.

Quando ela chegou, a equipe estabilizou o cãozinho e, no processo, acabou se apaixonando pela personalidade doce do cachorro, que descobriu-se então ter apenas 6 meses.

Foto: Kylina Turner

Foto: Kylina Turner

“Os veterinários me disseram que o manteriam lá e fariam uma vaquinha interna para juntar dinheiro para pagar a recuperação do cão”, disse Turner. “Naquela noite eu comecei uma campanha de arrecadação para Caro”.

Um exame revelou que o cão jovem estava desnutrido, queimado pelo sol e desidratado, e tinha o pior caso de sarna que o veterinário já tinha visto até ali.

Não tendo certeza se Caro sobreviveria ao tratamento médico, Turner tinha o hábito de passar todos os dias na clínica para vê-lo – mas o cão mal conseguia se mexer.

Foto: Kylina Turner

Foto: Kylina Turner

“Durante a semana em que Caro esteve no veterinário, eu o visitei diariamente”, disse Turner. “Os técnicos estavam sempre muito empolgados com as menores coisas – ‘Ele ergueu a cabeça hoje’. Hoje, ele caminhou para o outro lado do canil”, ele conseguiu comer comida sólida hoje. Era de partir o coração”.

Apesar do pouco que Caro podia interagir com o ambiente, Turner se viu apegada ao cachorrinho doente. Ela decidiu que, uma vez que Caro deixasse o veterinário, ela iria dar lar temporário ao cachorrinho até que ele recuperasse sua força.

Uma vez que ela o pegou e o trouxe para casa, é claro que as coisas não saíram exatamente como o planejado.

Foto: Kylina Turner

Foto: Kylina Turner

“Não demorou muito até que percebi que não seria capaz de me separar de Caro nunca mais”, disse Turner.

“As primeiras duas semanas foram turbulentas. Meu cachorro de 7 anos de idade, Casey, não estava muito interessado em perder seu título de filho único, mas eles rapidamente se tornaram melhores amigos!”.

Turner deu a Caro banhos medicinais para tratar sua sarna e lhe dava pequenas refeições quatro vezes ao dia para ajudá-lo a engordar. Lentamente, Caro foi se transformando.

Seu grosso pêlo marrom e preto começou a crescer e a cada quilo que Caro ganhava, ele começava a parecer cada vez mais um jovem pastor alemão saudável e belo.

Foto: Kylina Turner

Foto: Kylina Turner

Graças ao compromisso de Turner, Caro se tornou um cachorro totalmente novo.

“Ele tem agora nove meses de idade e 50 quilos, com o pelo mais macio e farto que nunca e absolutamente sem nenhum problema de saúde”, disse Turner.

Embora Caro não se pareça com o seu antigo eu, por dentro ele ainda é o mesmo cão confiante que Turner conheceu naquele primeiro dia.

“Ele tem a melhor disposição que qualquer cão que eu já conheci até hoje”, disse Turner. “Ele é o cão mais confiante do mundo e ama as pessoas, incluindo crianças, Caro é um bebezinho submisso que nunca late apesar de ser um pastor alemão ‘assustador'”.

Meses depois, Turner está tão feliz que percebeu que não conseguiu imaginar a vida sem Caro. E ela contou isso a ele.

“Caro nos trouxe mais felicidade do que eu pensava ser possível existir”, disse Turner.

“Ele é o filhote mais engraçado de todos e nós estamos constantemente rindo de algo que ele está fazendo”.

Caro está claramente muito feliz com a situação também. Ele encontrou sua família.

“Uma vez que sua energia diminuiu, ele se transforma no mais doce ursinho de pelúcia”, acrescentou Turner.

“Eu adormeço enrolado em volta dele na minha cama e ele não se move a noite toda”.

Por uma patinha estendida, Caro salvou a sua própria vida e trouxe vida para as pessoas que tem o privilégio de conviver com ele.

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Cavalo ferido desmaia de exaustão enquanto puxa carroça em MS

Um cavalo desmaiou de exaustão enquanto puxava uma carroça em Dourados, no Mato Grosso do Sul. O animal transportava peso excessivo, levando cinco pessoas na carroça, e estava com diversos machucados pelo corpo. Os sinais de maus-tratos e de cansaço eram aparentes no animal.

Foto: Reprodução / Correio do Estado

O caso aconteceu no último domingo (16) e foi flagrado por um membro da Associação Amigos dos Animais (AAMA). As informações são do Correio do Estado.

O cavalo ficou desfalecido por 30 minutos, de acordo com registro feito em boletim de ocorrência. Pessoas que moram nas proximidades do local onde o cavalo desmaiou tentaram ajudá-lo oferecendo capim e água para o animal.

A entidade afirmou que o cavalo três baldes de água e comeu todo o capim que lhe deram. Ele foi socorrido e ficou sob a responsabilidade da ONG, que pede que a guarda dele seja retirada de sua tutora.


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