Cão luta para sobreviver após ser brutalmente agredido com espada em SP

Um cachorro da raça pit bull foi brutalmente agredido em Praia Grande (SP). Ele foi submetido à cirurgia, mas corre risco de morte. Testemunhas afirmaram que o animal foi atacado com uma espada por um homem após brigar com o cachorro dele.

Foto: Reprodução/Praia Grande Mil Grau

A agressão aconteceu na segunda-feira (12), na Vila Caiçara. “Fui buscar minha filha, de cinco anos, e cheguei por volta das 17h30. Como meu cachorro é muito tranquilo e não tem o costume de sair, provavelmente na hora que eu estava no carro pegando ela e a mochila, ele saiu e não reparei”, contou ao G1 a cabeleireira Daniela Soares da Rocha Costa, de 26 anos.

Por volta das 19 horas, vizinhos de Daniela a chamaram e perguntaram se ela era tutora de um cão de pelagem marrom e se ele tinha fugido. Ela, então, acendeu a luz da garagem e percebeu que Bruce não estava no local.

“O homem falou ‘ele está morrendo aqui na frente da rua’. Quando sai, a minha calçada estava cheia de sangue e o Bruce estava com a cabeça e pata abertas”, disse.

Moradores do bairro disseram que o pit bull brigou com um cachorro de pequeno porte na rua de trás e que algumas pessoas jogaram água e tentaram separar a briga, mas não conseguiram.

“Então, não sei se foi o tutor desse cachorro, porque não vi a pessoa. Mas, testemunhas me falaram que foi sim e que o homem pegou uma espada, provavelmente aquelas de parede, e acertou a cabeça dele. Eu consegui apenas ver o rastro do sangue até a casa do cara”, afirmou.

Após encontrar Bruce, Daniela ligou para uma clínica veterinária e levou o animal para ser submetido a uma cirurgia de emergência. “Os veterinários falaram que ele corria muito risco por ter perdido sangue. Precisou de uma transfusão e depois ficou horas realizando o procedimento cirúrgico”, disse.

Foto: Reprodução/Praia Grande Mil Grau

A tutora do pit bull contou ainda que a veterinária relatou que o ferimento foi tão grave que alcançou o crânio do cachorro e cortou o osso. “A sorte é que não pegou no cérebro, mas provavelmente ele tenha que remover o olho. Ele está muito assustado, não come nem bebe, apenas vomita”, contou.

“Por ser um pit bull, os meninos da rua defenderam a ação do homem que o agrediu, afirmando que devido a raça deveria se defender. Mas ele é muito dócil com qualquer pessoa. Tem seis anos e nunca se mostrou violento. Minha filha está muito abalada, chora muito. Fiquei desesperada ao saber que ele poderia não resistir”, desabafou.

Boletim de ocorrência

A Polícia Militar esteve no local da agressão. O homem identificado por testemunhas como o responsável por agredir o animal afirmou que o pit bull tinha mordido uma idosa, mas nenhuma vítima foi localizada. Daniela lembrou ainda que o cachorro de porte pequeno estava apenas levemente ferido.

A tutora de Bruce compareceu ao 2º DP de Praia Grande e descobriu que o agressor registrou um boletim de ocorrência contra ela por omissão e ameaça.

Daniela contou que seu esposo esteve no local da agressão para saber o que teria acontecido e para tentar identificar a suposta idosa ferida, na intenção de socorrê-la.

“Provavelmente foi uma mentira para tentar justificar a agressão ao Bruce. Após noites sem dormir, estamos aguardando para que ele seja forte e resista ao pós-operatório, porque além de ter sido nosso companheiro, hoje é o melhor amigo da minha filha. Crimes como esse não podem sair impunes”, argumentou.

A investigação do caso ficará por conta da Polícia Civil.


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


Cadela fica gravemente ferida após sofrer abuso sexual no interior do MS

Uma cadela foi resgatada com ferimentos graves após sofrer abuso sexual em São Gabriel do Oeste (MS). O estupro foi diagnosticado por um profissional na clínica veterinária para onde o animal foi levado. O caso foi registrado nesta quinta-feira (8) em uma delegacia e será investigado.

FOTO: ONG CONSCIÊNCIA ANIMAL

Voluntários da ONG que resgatou a cadela foram acionados na quarta-feira (7) e receberam a informação de que uma cadela aparentava ter sido atropelada porque sangrava muito. Após exames, no entanto, a veterinária afirmou que os ferimentos indicavam abuso sexual.

A profissional explicou que o agressor teria puxado o rabo da cadela com tanta força que acabou rasgando-o – o que aconteceu, também, com o ânus do animal, que foi medicado e recebeu curativos. A dor era tanta que a cadela não conseguia defecar. As informações são do portal Conteúdo MS.

Os voluntários da entidade não sabem quem foi o autor do estupro, mas suspeitam que ele tenha ocorrido na noite de terça-feira (6), no bairro Fênix.

O caso foi denunciado como maus-tratos a animais e a Polícia Civil está à procura de informações que levem à identificação do estuprador. Denúncias podem ser feitas pelo telefone 3295.1480.


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


Cão com ferimento grave mobiliza campanha em prol de seu tratamento

Um cachorro resgatado da rua com uma ferida grave no pescoço está comovendo internautas e mobilizando uma campanha em prol de seu tratamento. Pescocinho, como passou a ser chamado devido ao local do ferimento, foi encontrado no bairro Unamar, em Cabo Frio, no Rio de Janeiro.

“Queriam matá-lo, porque ele estava pelas ruas com mau cheiro. Por isso eu estava apavorada querendo achá-lo pela cidade para que ele não fosse sacrificado”, contou Carol Midori ao G1.

Foto: Carol Midori/ Arquivo Pessoal

Após uma semana de buscas, o cão foi resgatado no dia 24 de julho. Levado ao veterinário, ele foi diagnosticado com infecção, anemia e doença do carrapato.

Pescocinho está internado, sem previsão de alta, para tratar o ferimento e os demais problemas de saúde. Apesar do estado em que foi encontrado, ele tem apresentado melhora.

O ferimento, segundo Carol, pode ter sido causado por uma briga com outro cachorro. “Ela [a ferida] foi infeccionando, até que ficou desse jeito ou pode ter sido algum impacto forte que ocasionou em algum ferimento e foi se agravando, conforme o tempo, por falta de tratamento”, disse.

Através das redes sociais, Carol conseguiu ajuda para arcar com os gastos do tratamento de Pescocinho.

Foto: Carol Midori/ Arquivo Pessoal

“Sem a ajuda deles eu não ia conseguir cuidar dele, nem arcar com as despesas sozinha. Estamos conseguindo cuidar do Pescocinho e de tantos outros animais graças à colaboração de cada um, a ajuda das pessoas é muito importante para essa causa”, contou.

“Ele está sendo muito bem tratado, já está até comendo. Quando eu o levei para o veterinário, ele não comia nada e estava com medo e dor”, completou a protetora, que lembrou ainda que Pescocinho será vacinado, castrado e disponibilizado para adoção quando receber alta médica.


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


Cão precisa de ajuda para tratamento após ter pata dilacerada em atropelamento

Um cachorro teve a pata dilacerada após ser atropelado e precisará ser submetido à cirurgia. A família dele não tem condições financeiras para arcar com os custos do tratamento e, por isso, pede ajuda. O caso aconteceu no Residencial Monte Pascoal, em Goiânia (GO).

Foto: Reprodução/Arquivo pessoal

A tutora de Rex, Nielly Keslly, conta que a pata do cachorro está em “carne viva”. “Meus três cachorros fugiram quando meu pai e meu irmão chegaram em casa, mas a gente não percebeu. Quando saí para a faculdade, encontrei o Rex com a pata muito machucada. Levamos no veterinário, que explicou que precisaria fazer alguns exames e provavelmente uma cirurgia. Mas, atualmente, não temos condições de pagar o tratamento, que deve ficar em torno de R$ 3 mil. Aí só pagamos a consulta e o curativo no dia, que ficou em R$ 110”, contou ao G1.

Nielly disse que o veterinário diagnosticou o cão com fratura exposta e dilaceração na pata traseira esquerda. Desde então, a família tem feito curativos no cachorro, de 1 ano e 6 meses, mas a ferida não tem apresentado melhora.

“Trouxemos para casa, porque a gente não tinha dinheiro para deixar na clínica veterinária. De lá para cá, já gastamos mais de R$ 80 com materiais para fazer os curativos. Infelizmente, a gente não consegue bancar o custo do tratamento e da cirurgia”, afirmou Nielly.

A tutora buscou ajuda em ONGs de escolas veterinárias de universidades, mas não obteve sucesso. Segundo Nielly, a família de Rex está psicologicamente abalada com a situação. “É muito difícil para a gente ver ele assim. Está na carne viva, é um machucado muito grande. Ele parou até de se alimentar de tanta dor que está sentindo. Nem os remédios para a dor ele está querendo tomar e o machucado não melhora. Estamos psicologicamente abalados”, disse.

Foto: Reprodução/Arquivo pessoal

Para ajudar o animal, Nielly, o irmão dela, Bergsten, e os pais criaram uma campanha para tentar arrecadar R$ 3 mil para arcar com os custos de exames, cirurgia e medicamentos.

Inicialmente, a campanha foi feita de forma improvisada, pedindo dinheiro pessoalmente a parentes e amigos. Mas agora os tutores de Rex decidiram criar um perfil no Instagram com o nome “Ajude o Rex”.

Interessados em colaborar podem acessar o perfil feito para a campanha em rede social, entrar em contato com a família de Rex pelo e-mail: eurycesantana@gmail.com ou pelos telefones (62) 99266-9809 e (62) 999172-1234 para solicitar dados bancários para transferência de valores.

“Aguardamos confiantes que tudo vai dar certo”, disse Nielly.