Laçar bois é uma prática comum e considerada um esporte. Infelizmente, os animais são machucados e maltratados em nome do entretenimento cruel. Buscando reproduzir a paixão pelo esporte, sem causar dano aos animais, um grupo de amigos teve a ideia de criar uma alternativa livre de crueldade.
Foto: Reprodução/Internet
O 1° Circuito Laço do Boi Parado estreou na Praça de Eventos Leandro Corrê, na cidade Terenos (MS), no último domingo (4). A festa foi minuciosamente planejada, e a organização levou cerca de sete meses até finalmente ser anunciada. A competição laço de boi parado, que consiste em laçar um boi de madeira, pôde ser disputada por pessoas de todas as idades.
As regras básicas são laçar perfeitamente o boi de madeira a uma distância de três metros. Os vencedores receberam prêmios, mas o importante é a diversão, segundo o Campo Grande News.
Os três finalistas ganharam um cavalete personalizado, onde poderão continuar praticando. Segundo os organizadores da festa, o evento resgata a paixão pelo esporte, sem maltratar os animais.
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Ruthie foi encontrada em péssimo estado, doente e abandonada, vivendo nas ruas de Abilene, no Texas (EUA), e foi levada para um abrigo local. A cachorrinha idosa mista de chihuahua de 16 anos estava muito abatida quando chegou ao veterinário, e os funcionários do abrigo temeram que ela não iria conseguir se recuperar.
A cachorrinha estava severamente abaixo do peso e com infestação de pulgas, sofria de uma infecção ocular, infecções de pele e doenças nas gengivas. O abrigo a mantinha isolada porque estava tendo dificuldade em lidar com a vida no local, além de seus problemas de saúde, e não queriam que ela ficasse mais estressada do que já estava.
Foto: Jen Ramey
Ninguém parecia ter muita fé que Ruthie iria aguentar – até que a ONG Forgotten Friends descobriu a cachorrinha idosa e imediatamente soube que ela merecia uma chance.
Depois de ser retirada do abrigo pela ONG, Ruthie foi colocada em um lar temporário. Suas novas amigas na ONG começaram a lidar com seus muitos problemas médicos, inclusive com os dentes podres infeccionados.
Muitas vezes é mais difícil encontrar casas para animais idosos, especialmente cães de 16 anos, e ainda assim não demorou muito para que a família perfeita descobrisse Ruthie e se apaixonasse por ela.
Foto: Jen Ramey
Jen Ramey e seu marido estavam planejando uma festa de aniversário para seu cachorro Buttercup e decidiram usar a festa para arrecadar dinheiro para a ONG Forgotten Friends (entidade que resgatou Ruth).
A ONG então decidiu trazer alguns de seus cães para a festa, incluindo Ruthie, e assim que o casal conheceu a chihuahua idosa, eles souberam que ela deveria ser o mais novo membro de sua família.
Foto: Jen Ramey
“Eu pensei na hora que ela era a cachorrinha mais doce que eu já tinha visto, e honestamente não achava que poderíamos ter com outro cachorro, mas não conseguia parar de pensar nela”, disse Ramey ao The Dodo. “Quando meu marido sugeriu adotá-la, se ninguém manifestasse interesse nela até o final do mês (uma semana após a festa de Buttercup), eu apresentei o formulário on-line e nós a pegamos no dia seguinte!”
Ramey e seu marido estavam cientes dos problemas médicos de Ruthie, e estavam preparados para lidar com eles, assim como com todos os outros desafios que surgem ao adotar um cão idoso.
Foto: Jen Ramey
Depois de tudo o que ela passou e tudo o que ela estava lidando em termos de tratamentos médicos, eles assumiram que Ruthie seria o tipo de cão sênior que era incrivelmente maduro e só ia querer relaxar o tempo todo – mas assim que ela chegou em sua nova casa, Ruthie foi rápida em provar que eles estavam errados.
“Logo de início, ela queria que Buttercup (a cachorrinha que já vivia com a família) soubesse que ela estava aqui para ficar”, disse Ramey. “Nós esperávamos que ela fosse uma velhinha fria, mas não era exatamente o caso”.
Foto: Jen Ramey
Desde o começo, Ruthie estava cheia de energia e não teve problemas em acompanhar sua irmã mais nova. Ela adora estar envolvida em tudo que sua família faz e não pode suportar ficar de fora dos passeios e atividades. Ela gosta de todas as pessoas que conhece e não deseja nada além de ser abraçada, acariciada e adorada por todos ao seu redor.
“Ela adora comer e roubar os brinquedos de sua irmã”, disse Ramey. “Nós pensamos que ela estaria sempre cansada e relaxada o tempo todo, mas ela é realmente super corajosa agora, o que é muito inesperado, considerando sua idade e seus problemas médicos.”
Foto: Jen Ramey
A condição geral de Ruthie melhorou muito desde que ela foi adotada, mas ela ainda tem muitos problemas para lidar. Ela tem dificuldade em ganhar peso e sofreu de uma obstrução de traqueia. Ela também tem pulmões com cicatrizes de bronquite crônica, doença das vias aéreas inflamadas e uma hérnia inguinal inoperável.
No entanto, nada disso a atrapalha, e ela não parece ligar com todos esses detalhes com base em sua personalidade despreocupada. Quando Ruthie chegou ao abrigo, ninguém achou que a cachorra de 16 anos iria sobreviver. Agora ela é praticamente um filhote novamente, amando cada minuto de sua nova família e sua segunda chance.
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Imagens de dois burros pintados como zebras para uma recepção de casamento com tema de safári em uma cidade espanhola causaram uma onda de revolta nas redes sociais.
Os animais foram filmados enquanto caminhavam na área ao redor de um bar por um morador local em El Palmar, uma cidade em Cádis, na Espanha, que denunciou o abuso à entidades de defesa dos direitos animais no sábado.
Ele classificou o ato como “vergonhoso” e registrou a cena para que a justiça pudesse ser feita.
Angel Tomás Herrera Peláez escreveu no Facebook ao lado do vídeo: “Os burros, espécie em perigo de extinção, usados para exploração turística”.
Os animais foram transportados no sábado durante a manhã, pintados e deixados no sol, sem sombra alguma para descansar, ao longo do dia todo, de acordo com a Andalucia Informacion.
O morador que denunciou o abuso à ONG Mother Earth Platform e a entidade levou o caso à atenção das autoridades locais e da guarda civil.
Foto: Facebook/Angel Tomás Herrera Peláez
O OCA (Escritório Agrícola e Comercial) de Cádiz disse que havia iniciado uma investigação sobre o caso na segunda-feira.
A mídia local relata que o bar – conhecido como “chiringuito” – geralmente só é aberto para eventos privados como casamentos e celebrações familiares.
Relatos apontam que o local já recebeu outras reclamações e multas no passado e ganhou notoriedade por suas festas.
Injustificável
Esse tipo de abuso é um flagrante de maus-tratos resultado da crença (especismo) que vigora na sociedade de que os animais são inferiores aos seres humanos e podem ser explorados da forma como a humanidade bem entender.
Animais são seres sencientes, com sua capacidade de sentir, amar, sofrer e compreender o mundo ao seu redor comprovada pela ciência e atestada pela Declaração de Cambridge desde 2012.
Foto: Caters News Agency
Nada pode justificar os horrores a que esses seres são submetidos pela vaidade, ganância e crueldade humanas. Comidos, explorados, mortos, obrigados a correr, dançar, fazer truques, passar a vida encarcerados, separados de seus filhos, sem ver o sol ou a grama.
Esses burros espanhóis mostrados na matéria foram pintados para servir de “enfeite” em um casamento, já os burros na ilha grega de Santorini são obrigados a subir 500 degraus diariamente, carregando levas de turistas nas costas, sob um sol escaldante e na mira de chicotes dolorosos.
Foto: Caters News Agency
Essa rotina cruel e desumana tem custado lesões severas a esses animais, feridas expostas causadas pelas selas e pelo peso carregado, danos na coluna, e nas articulações. Quando não “servem” mais para a tarefa árdua eles são abandonados ou mortos.
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Um touro morreu após ser torturado durante a Festa do Leite de Batatais, no interior de São Paulo. O evento é realizado do dia 5 a 14 de julho e conta com shows musicais e com exposição de animais.
Foto: Reprodução
Na última terça-feira (9), um dos touros explorados pelo evento se negou a entrar em um caminhão de transporte após ser retirado do recinto principal do local. O animal deitou no chão e, desse momento em diante, passou a ser torturado.
Os responsáveis por retirar o animal do recinto passaram a dar choques nele usando um bastão elétrico e a chutá-lo para tentar fazê-lo levantar do chão. Um dos homens chegou a tapar o nariz do touro com as duas mãos para que ele sentisse falta de ar, ficasse incomodado e se levantasse.
Após ser agredido, o boi levantou assustado e correu em direção ao caminhão de transporte. Em seguida, o animal bateu a cabeça no veículo e morreu.
A morte foi confirmada pela prefeitura da cidade, que divulgou uma nota sobre o caso. No comunicado, a prefeitura tratou de culpabilizar o animal pela própria morte, retirando a responsabilidade da equipe pela tortura promovida contra o touro.
“A Prefeitura vem publicamente lamentar o fato ocorrido. O animal, que estava em exposição no evento 44ª Festa do Leite de Batatais apresentava comportamento agressivo e, por essa razão, foi solicitada a retirada do recinto. O proprietário foi acionado e, acompanhado de sua equipe, fez a retirada do animal. No momento do embarque, o boi investiu contra a carroceria do veículo de transporte, colidindo a cabeça nas ferragens e o levando a óbito”, diz a nota.
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Recebi, de uma conhecida, fotos e vídeos de sua filha em uma festa junina. São imagens daquilo que estava sendo oferecido como entretenimento para as crianças: rifa de calopsita, pescaria de saquinhos com peixes vivos, uma gaiola com os pintinhos e a galinha, ao sol, cercada de gente. Por fim, para quem quisesse registrar em fotos o dia feliz, um cavalo preso a uma carroça, com todas as amarras possíveis.
A pescaria de saquinhos com peixes vivos é uma prática cruel (Foto: Getty Images)
A esta hora a festa já acabou. Cada família tomou o seu rumo. Casa bichinho que ali estava, compondo, contra sua vontade, “a festa”, deve estar em algum canto improvisado de alguma casa. Fecha-se a cena, que não precisa de nomes ou de endereço.
O que chamou minha atenção nessa história é onde ela acontece: em uma escola! Lugar onde se ensinam coisas, que esperamos que sejam boas, exemplares e condizentes com aquilo que se espera hoje e amanhã das pessoas e da coletividade, na relação consigo, com os outros, com a natureza e com os animais. Quando crianças, mediadas pelos adultos e pela instituição escolar, são submetidas a uma proposta em que o animal é exposto, vendido, preso e rifado, apenas para distrair e divertir o “animal humano”, aí é bem problemático. Há um currículo oculto presente nessa situação. Reforçamos para a próxima geração que o animal está a nosso serviço, que não tem necessidades, não almeja a liberdade, não sente desconforto e que suporta tudo, afinal, nasceu para isso! Esse é o subtexto.
Alberto Schweitzer, prêmio Nobel da Paz de 1958, escreveu que “quando o homem aprender a respeitar até o menor ser da criação, seja animal ou vegetal, ninguém precisará ensiná-lo a amar seus semelhantes”. Schweitzer era de uma família rica na Alemanha, mas, como médico, foi viver entre os africanos das colônias francesas que necessitavam de cuidados e assistência médica. Ou seja, a compaixão estendida a todos os seres é um novo padrão de pensamento que precisa ser incutido em todos nós, adultos e crianças. Ao contrário, o padrão antropocêntrico e predatório que a humanidade traz consigo é o responsável pela extinção em curso de um milhão de espécies de animais e plantas, segundo o relatório publicado em maio deste ano pela Plataforma Intergovernamental de Políticas Científicas sobre Biodiversidade e Serviços de Ecossistema. A plataforma contou com 145 cientistas de 50 países e o relatório é considerado o mais extenso sobre perdas do meio ambiente.
O que isso tem a ver com essa tal Festa Junina? Muito! É o mesmo modo de operar e o mesmo modo de pensar. A única diferença é que a escola fez uma microdemonstração daquilo que a humanidade vem fazendo com os animais silvestres, com os rios, florestas e oceanos. A lógica da gaiola, da jaula, da não liberdade, da submissão aos interesses do outro, maior e mais forte. Definitivamente, precisamos passar para outra cena, fazer outras perguntas e inventar outras formas de entretenimento que não sejam à custa do outro.
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Uma noiva fugindo no meio do dia do casamento pode ser um ato interpretado como sinal de má sorte.
Mas o que fez Carla Reilly Moore sair de sua festa estava longe de ser motivo de azar.
Enquanto Moore e seu noivo estavam realizando o sonho de ter um santuário, se acostumando a cuidar de tantos animais e estavam no meio do planejamento de seu casamento, que aconteceria no próprio santuário, o destino deu uma virada repentina.
“Naquele mesmo ano, enquanto dirigia para o trabalho, eu estiva em um acidente de carro devastador”, disse ela. “Isso causou danos permanentes nas minhas costas.”
Foto: Happy Tails Farm Sanctuary
Moore teve que passar por uma reabilitação longa e intensiva. “Passei horas com os animais, uma vez que isso aliviou a minha dor e ajudou-me ao longo do caminho para a recuperação”, disse ela.
Quando o dia do casamento chegou, e Moore já estava muito mais forte e melhor, ela sabia que os animais seriam uma grande parte da celebração.
“Não poderíamos pensar em um lugar melhor para realizar nossas núpcias do que aqui no santuário”, disse ela, “o lugar que me deu paz e cura, e o lugar que ajudamos a curar os outros. Queríamos estar cercados por tudo nós amamos: natureza, família e, claro, os animais”.
Foto: Happy Tails Farm Sanctuary
Dois porcos, Franklin e Sylvester, ajudaram a inspecionar a propriedade enquanto a cerimônia estava sendo organizada. E, depois que os votos foram trocados, Daphne, a cachorrinha da raça chihuahua resgatada por eles se juntou a Moore e seu novo marido para a primeira dança.
Em troca de toda a sua ajuda, Moore sabia que teria de aguentar o fim do acordo.
“Enquanto a maioria das pessoas depois de dizer que ‘eu aceito’ é levada para fotos, bailes, jantares e festas, tivemos que fazer uma pausa para cuidar dos convidados mais vulneráveis do nosso casamento – nossos residentes de animais”, lembrou Moore. “Eu não pensei duas vezes em descer para verificar todo mundo, e até mesmo alimentá-los, mesmo com meu vestido de noiva.”
Foto: Happy Tails Farm Sanctuary
Os porcos e patos pareciam muito satisfeitos em ver a sua salvadora, mesmo que ela estivesse vestida de forma um pouco diferente do normal.
“Enquanto cuidava dos animais, meu marido cuidava dos convidados da festa”, disse Moore. “E então nós trocamos!”.
Moore sabia que seu sonho seria um trabalho 24/7 (24 horas por dia/sete dias por semana), mas ela vê os animais como parte da família.
Foto: Happy Tails Farm Sanctuary
“Quando você é um cuidador de tantas vidas, não é como se você pudesse simplesmente se ausentar e sair”, disse ela. “Eles confiam em você para tudo.”
Os votos de amor vêm claramente em muitas formas – e Moore se considera feliz por poder incluir tantos indivíduos em sua vida.
Foto: Happy Tails Farm Sanctuary
“Nós tivemos nossa lua de mel aqui!” ela disse. E desde então, o casal não troca por nada a atividade de cuidar dos animais e relaxar ao sol com eles.
“Não poderíamos pensar em um lugar melhor para compartilhar nosso amor um pelo outro”, disse ela. “Parece que já foi feito para ser assim.”
Foto real de Buddy, o cão mostrado no vídeo agora aos cuidados da ONG Nassau SPCA | Foto: Nassau SPCA
As imagens no vídeo mostram um pequeno cão de pelos cor de caramelo, com orelhas enormes, sobre uma mesa abanando o rabo. Então, uma voz ordena: “Vá”.
Em um movimento rápido, um homem agarra o cão pelo meio do corpo levanta-o e o vira de ponta-cabeça sobre um barril de prata.
“Vamos lá, keg stand!” alguém grita enquanto outro homem segura uma torneira (esguicho) preta perto da boca do cachorro. O cão agora se contorce e chuta com suas patas no ar. De repente, uma corrente de líquido espumoso esguicha da torneira, batendo na cara e na boca do cachorro.
Keg stand é um termo usado para descrever uma atividade ligada a ingestão de bebida alcoólica em que o participante usa normalmente um barril de cerveja para beber o máximo possível de uma vez ou beber pelo máximo de tempo possível. Outras pessoas ajudarão a segurar as pernas do bebedor e segurarão a torneira do barril na boca do participante.
Embora grotesco, o comportamento de ingestão da bebida em jatos entre humanos, conta com o poder da escolha, mas no caso do cão, o animal foi claramente obrigado e submetido de forma covarde à uma situação cruel da qual não tinha como escapar enquanto os demais participantes riam da situação.
O incidente, que foi gravado em vídeo e compartilhado nas mídias sociais no fim de semana, não foi nada engraçado para a Sociedade do Condado de Nassau para a Prevenção da Crueldade contra os Animais ou para os administradores da Universidade de Hofstra (EUA).
A Universidade que ficam em Long Island confirmou no início da semana que suspendeu o membro da fraternidade Alpha Epsilon Pi (responsável pela festa), aguardando os resultados de uma investigação após o vídeo de cinco segundos envolvendo supostamente alguns dos membros da mesma fraternidade, que provocou uma reação violenta nas redes sociais.
O vídeo, que foi visto mais de 100 mil vezes no Twitter no momento da publicação, também chamou a atenção da SPCA do condado de Nassau, levando a organização a iniciar sua própria investigação.
“Foi muito errado e em tantos níveis diferentes”, disse Gary Rogers, porta-voz da SPCA do condado de Nassau, ao Washington Post. “É óbvio que não foi ideia do cachorro, ‘Ei, eu quero um pouco de cerveja’.” Animais não fazem essa escolha “.
O cão, raça cavalier king charles spaniel que se acredita ter entre 5 e 10 meses de idade, estava morando em uma casa associada à fraternidade, mas agora está sob os cuidados da ONG SPCA, disse Rogers.
O filhote pertence a um veterano de 21 anos que vive em Hofstra (universidade), e que era uma das pessoas mostradas no vídeo, disse ele.
“Nossa maior preocupação é a segurança do cão”, disse Rogers. “O cachorro não está mais nesse ambiente”. Ele acrescentou que quando os investigadores visitaram a casa na segunda-feira, o cão “parecia estar em boas condições” e tinha comida, água e uma cama.
Foto real de Buddy, o cão mostrado no vídeo agora aos cuidados da ONG Nassau SPCA | Foto: Nassau SPCA
O vídeo do filhote teria sido filmado em uma casa de fraternidade fora do campus em Hempstead, Nova York, no sábado e compartilhado no Snapchat (aplicativo de vídeos), segundo a NBC News. No fundo do vídeo, as pessoas podiam ser vistas em pé em um quintal.
Não demorou muito para que uma gravação do vídeo postada no Snapchat fosse enviada ao Twitter, onde foi rapidamente alvo de críticas severas e condenações dos espectadores.
“Aparentemente está tudo bem em forçar os cães a beber cerveja, mesmo que isso possa matá-los?” a pessoa que postou o clipe escreveu, marcando as contas oficiais do Twitter da Hofstra, a sede internacional da fraternidade e a ONG que atua em prol dos direitos animais, PETA.
O tweet já foi retweetado quase 1.400 vezes, com pessoas expressando repulsa pelo tratamento do cão filhote e acusando os estudantes envolvidos de “crueldade animal”.
“Horas já se passaram desde que eu vi esse vídeo e meu estômago ainda está embrulhado”, escreveu uma pessoa nos comentários da publicação.
Em uma declaração ao The Post, A universidade de Hofstra disse que o comportamento mostrado no vídeo é “inaceitável” além de ser uma “violação do Código de Padrões Comunitários da Universidade”.
A universidade disse que tem estado em contato com a sede internacional da Alpha Epsilon Pi, bem como com demais membros da fraternidade.
Além da suspensão do membro da fraternidade, o comunicado dizia que “qualquer aluno identificado no vídeo também estará sujeito ao código da universidade, o que pode resultar em várias ações, dependendo da investigação”.
A sede internacional da fraternidade disse que o membro mostrado no vídeo também foi colocado em “cessar e desistir” (status de suspençao) devido a suspeitas de violações das políticas de saúde e segurança da entidade.
Alpha Epsilon Pi é uma fraternidade judaica fundada em 1913.
“Durante este período de investigação, não pode haver atividades entre os membros da fraternidade”, disse Jon Pierce, porta-voz da Alpha Epsilon Pi, em uma declaração ao The Post. “Esperamos poder usar isso como um momento de aprendizagem para ajudar a construir jovens melhores e comprometidos com nossas políticas e nossa missão de desenvolver os futuros líderes das comunidades judaicas do mundo”.
Na segunda-feira, o Sr. Rogers disse que a investigação da SPCA sobre o incidente ainda está em andamento. Uma vez que todas as provas tenham sido reunidas, uma “resolução será tomada” sobre se as acusações serão apresentadas, disse ele.
“Foi uma péssima atitude e deve ser desconsiderada”, disse ele. “Você simplesmente não segura um animal assim e coloca cerveja na boca dele”.
Embora não seja claro pelo vídeo se alguma cerveja chegou a ser ingerida pelo filhote, especialistas dizem que há riscos potenciais à saúde associados ao consumo de bebidas alcoólicas, desde deixá-los “um pouco agitados” até uma internação hospitalar, segundo o petMD.
Mas os casos de intoxicação alcoólica em cães são raros, disse Steven Friedenberg, professor assistente do departamento de ciências clínicas veterinárias da Faculdade de Medicina Veterinária da Universidade de Minnesota, ao petMD.
“Não vemos muito disso na medicina veterinária porque o álcool tende a ser desagradável (não atraente) para a maioria dos animais”, disse Friedenberg. “Eles não costumam procurar bebidas alcoólicas, e a maioria dos donos não oferecem deliberadamente álcool a seus animais.”
Em suas décadas de experiência, o Sr. Rogers disse ao The Post que assistir ao vídeo do “keg stand” foi a primeira vez que ele viu um cachorro naquela situação.
“Já vimos muito e lemos muito sobre trotes de fraternidade, mas por que eles estavam fazendo isso com um animal?” ele disse.
“Violência gera violência e a atitude deliberada desse estudante mostra um caráter propenso à crueldade e desrespeito. Medidas punitivas e correcionais são esperadas e bem vindas”, disse o professor.
Uma mulher que participava de uma festa em uma casa em Londrina, no Paraná, decidiu ir embora e levar consigo o gato que vivia na casa. Ela alega que o animal estava sofrendo maus-tratos dos participantes da festa e que o levou para protegê-lo.
(FOTO: REPRODUÇÃO)
O caso aconteceu na noite de segunda-feira (4) e no dia seguinte, após receber uma negativa ao pedir o gato de volta, o tutor do animal acionou a polícia. As informações são do portal RIC Mais.
A jovem, que preferiu não ser identificada, conta que esta foi a segunda vez em que ela esteve na casa, mas que nesta ocasião se surpreendeu ao perceber que o gato estava sendo maltratado.
“Assim que cheguei lá, já havia várias pessoas no local e o gato estava deitado no sofá. Uma das meninas (eu não sei o nome, não conheço) começou a cutucar o gato, muito bruscamente, enquanto as pessoas do lado riram. Eu já fiquei meio de olho, mas não me pronunciei, quando vi o gato achei que ele estava dormindo. Porque inclusive quando ela cutucou o animal, ele não teve reação, ela então pegou ele no colo e chacoalhou muito forte, e disse ‘eu quero saber se ele ainda está vivo’. Daí em diante eu fiquei de olho nele, as pessoas ‘tacavam’ ele de um lado pro outro, assopravam a brasa de narguilé nele, aí, um dos meninos pegou ele, eu falei ‘me dá aqui o gato’”, contou.
Protetora de animais, ela afirma que só retirou o gato do local porque considerou que ele estava sofrendo abusos. Relatos chegaram até ela de que, inclusive, tinham dado bebida alcoólica para o animal.
O tutor do gato, porém, discorda da atitude da jovem. “Ele é um gato muito manhoso, muito carinhoso. Onde a gente ‘tá’, ele ‘tá’. E como eu não podia deixar o gato fechado, eu deixei ele solto. Eu não sei em que momento viram ela maltratando o gato. Eu não vi isso. Ela deveria ter me informado, mas o que aconteceu foi o seguinte: ela entrou na minha casa, eu não conheço, convidada por outra pessoa, pegou o gato e levou embora”, afirmou Clayton Muriel Striker.
A protetora, no entanto, dá outra versão sobre o caso e diz que avisou que estava levando o gato embora. “Chegou uma altura em que eu falei ‘estou indo embora e vou levar o gato’, alguns deram risada, abriram a porta pra mim, e eu saí, chamei um Uber e vim pra a minha casa. Cheguei e falei para minha mãe sobre os maus-tratos e falei pra a gente cuidar e no outro dia ver se iríamos ficar com ele ou colocar para doação”, disse a jovem, que, inclusive, fez fotos do gato no momento em que o resgatou para mostrar que ele não estava bem. Nas imagens, o animal aparece parcialmente molhado e aparentemente desacordado.
Boletim de ocorrência
Após tentar, sem sucesso, ter o gato de volta, Clayton decidiu acionar a polícia. “A gente entrou em contato com ela, ela confessou que estava com o gato. A gente tentou fazer um pedido formalmente para ela devolver, ela falou que não ia devolver. Eu liguei na Polícia Militar, eles me indicaram para eu ir fazer um boletim de ocorrência, eu fui fazer e eles me falaram que eu poderia ir até a residência dela e pedir o apoio de uma viatura, para eu recuperar o animal que era meu. Chegando lá, ela não quis entregar, falando que realmente o animal estava lá e ela não ia entregar”, contou.
(FOTO: REPRODUÇÃO/RICTV)
A protetora de animais confirmou a situação e reforçou que agiu pensando no bem-estar do gato. “Quando polícia chegou na minha casa, a primeira coisa que eu disse foi ‘sim ele está aqui e se quiserem podem entrar pra ver’. Eu avisei que estava trazendo ele, eu não escondi em momento nenhum, eu só disse que eu não iria devolver para maus-tratos. E não o fiz”, relatou.
Levados para a delegacia, os dois assinaram um termo circunstanciado – o tutor pelo crime de maus-tratos a animais e a jovem pelo ato infracional de uso arbitrário da força, por ter levado o gato sem permissão do tutor.
“Eu não me arrependo do meu ato, faria novamente, não negaria socorro a um animal indefeso, como eu disse em momento nenhum furtei, retirei o animal avisando que eu estava retirando. Não havia motivo para falar de furto, quando eu mesma mandei a foto do gato para que ele visse que o animal estava bem e propus que conversássemos no outro dia”, concluiu.
O gato foi levado para uma clínica veterinária, onde permanecerá até que uma audiência, que será realizada em abril, decida se o animal voltará para o tutor ou ficará sob a tutela da protetora que o resgatou.
Ariana tem sido uma grande defensora do veganismo e dos direitos animais.
Em um stories do Instagram, ela cantou durante a festa para “Piggy Smallz”, seu porquinho adotivo. Ele que tem uma conta prória no Instagram com quase 600.000 seguidores.
Outro vídeo, da atriz Daniella Monet, mostrou os convidados comendo porções veganas de bacon Pig Out , que ela descreveu como “roubando a cena da festa”. As informações são do Vegan News.
Foto: Reprodução | Instagram
Os chips, da Outstanding Foods, são feitos de fatias de cogumelos antimicrobianos com tempero e estatina redutora de colesterol chamada lovastatina.
Dizem que o lanche vegano tem gosto muito parecido com o bacon de verdede, mas tem 73% menos gordura saturada e 69% menos sódio que o de porco. Ele também é livre de produtos químicos.
Em uma entrevista ao jornal The Mirror, ela contou o que promoveu suas escolhas alimentares e sua mudança de estilo de vida: “Eu amo animais mais do que amo a maioria das pessoas, e não estou brincando. Mas acredito firmemente que se alimentar de forma vegana numa dieta completamente a base de vegetais, pode expandir sua vida e torná-lo uma pessoa mais feliz”.
Foto: Reprodução | Instagram
“É complicado jantar fora, admito, mas eu fico só com o que eu já conheço – vegetais, frutas e salada – então quando eu chego em casa eu tenho mais opções”.
A treinadora de Ariana, Harley Pasternak, já contou que a dieta da estrala é basicamente como alimentação ao estilo “japonês macrobiótico”. Harley disse que Ariana ama lótus, feijão azuki e daikon.
Uma dieta macrobiótica é uma dieta equilibrada, com alimentos integrais que promovem a saúde enquanto limpa o organismo. Ela também revelou que Ariana gosta de mirtilos, aveia, batata-doce, abóbora, cenoura, brócolis, banana e tigelas de açaí.