Filhote de gato-do-mato é resgatado em estrada vicinal em Goiás

Um filhote de gato-do-mato foi resgatado em Porangatu, em Goiás. O animal silvestre estava perdido em uma estrada vicinal e foi encontrado por um homem, que acionou o Corpo de Bombeiros. O caso aconteceu na segunda-feira (12).

Após ser resgatado, o animal foi levado para uma clínica veterinária. Ele é macho e não estava ferido. As informações são do portal G1.

Foto: Corpo de Bombeiros/Divulgação

O veterinário Sebastião José de Carvalho Júnior examinou o filhote e concluiu que ele deve ter aproximadamente 45 dias. A suspeita do profissional é que o gato tenha se perdido da mãe ou sido abandonado por ela – o que geralmente acontece quando nasce mais de um filhote.

Num primeiro momento, os bombeiros acreditaram que se tratava de um filhote de jaguatirica. Mas após contato com um profissional do Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas), em Goiânia, chegou a confirmação de que o filhote é um gato-do-mato.

“O filhote está bem. Já tem os dentinhos bem grandes. Acredito que ele já tenha uns 45 dias e está se alimentando direitinho. Ele está comendo sachê de comida para gato”, contou Sebastião.

O veterinário contou que nunca tinha visto de perto um animal dessa espécie. “Uma vez os bombeiros trouxeram uma jaguatirica que tinha sido atropelada, mas ela não resistiu. O gato deve ficar mais um dia aqui na clínica e depois o secretário de meio ambiente de Porangatu vai encaminhar o animal para o Cetas, em Goiânia”, afirmou.


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Gatinha abandonada na porta do abrigo fica soterrada pela neve

Foto: Happy Tails Humane Society

Foto: Happy Tails Humane Society

Donald Czyzyk estava dirigindo pelo caminho até seu trabalho na Happy Tails Humane Society, em Illinois, nos Estados Unidos semana passada, quando viu algo estranho na porta do abrigo.

Perto da entrada da garagem, havia uma caixa de plástico de transporte de animais domésticos no meio enterrado na neve. A caixa parecia estar completamente cheia de gelo, provavelmente por ter neve jogada sobre ela por algum arado de passagem que limpou a estrada.

Mas então Czyzyk chegou mais perto – e viu uma orelha. Havia um animal dentro da caixa de transporte, quase que completamente enterrado na neve.

Foto: Happy Tails Humane Society

Foto: Happy Tails Humane Society

Czyzyk, que é assistente de veterinário do abrigo, imediatamente correu e começou a cavar a até a caixa, preocupado que quem estava lá dentro tivesse sido congelado ou sufocado pela neve pesada.

Uma vez que ele alcançou a caixa de transporte e conseguiu tirá-la da neve, Donald correu para dentro e começou desesperadamente a retirar mais neve que estava agora dentro do caixa. E então ele finalmente a viu: uma pequena gatinha cinzento emergiu do fundo da caixa, pingando pedaços de neve e gelo.

Foto: Happy Tails Humane Society

Foto: Happy Tails Humane Society

Ela estava viva.

“Ela não tem nenhum ferimento”, disse Czyzyk ao The Dodo. “Mas ela estava encharcada e fria.”

Não está claro por quanto tempo a gata esteve do lado de fora do abrigo na neve – mas ela teve muita sorte que a caixa transportadora ainda estava visível da estrada no momento em que Czyzyk passava.

Foto: Happy Tails Humane Society

Foto: Happy Tails Humane Society

Depois de sua sobrevivência milagrosa, a equipe de resgate decidiu nomear a gata de Winter (inverno, na tradução livre).

Depois que ela se aqueceu, sua personalidade maravilhosa começou a brilhar. “Winter é muito extrovertida, engraçada e cheia de personalidade”, disse Czyzyk. “Ela adora esfregar a cabeça nas coisas e andar pelo quarto.”

Como tem cerca de um ano de idade e boa saúde, Winter conseguiu encontrar uma casa imediatamente com uma família local. Ela vai para seu novo lar neste fim de semana.

Foto: Happy Tails Humane Society

Foto: Happy Tails Humane Society

Por enquanto, Winter esta quentinha, bem alimentada e confortável – e nunca mais terá que se preocupar se ela é amada ou em ser abandonada.

Embora não haja pistas até agora sobre quem abandonou Winter, o abrigo está oferecendo uma recompensa para quem apresentar os detalhes pertinentes sobre o caso.

Foto: Happy Tails Humane Society

Foto: Happy Tails Humane Society

Enquanto isso, Czyzyk e a equipe estão muito contentes por Winter estar recebendo o final feliz que ela merece – e que ela nunca mais será abandonada novamente. “Ela está indo para um lar com um casal muito bom e um cachorro, que o abrigo conhece pessoalmente há muitos anos”, disse ele.

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Tribunal julga tutor que espancou cachorra até a morte

A cachorrinha de 11 meses, Lexi | Foto: BNPS

A cachorrinha de 11 meses, Lexi | Foto: BNPS

O tutor de um animal doméstico espancou e chutou seu filhote da raça pastor alemão de apenas 11 meses até a morte no que ele chamou de “ataque de raiva”, depois do crime o agressor ainda tentou esconder o corpo do animal na floresta, segundo um tribunal da cidade de Dorset, na Inglaterra.

Jon-Luc McLoughlin, de 26 anos, espancou tão severamente sua cachorra, chamada de Lexi, que ela morreu quase que instantaneamente.

Quando a cachorra morreu ele então carregou o corpo com a intenção de jogá-lo em uma área de árvores perto de sua casa em Poole, Dorset.

Mas o animal doméstico morto foi descoberto por algumas crianças moradoras da região que ficaram “traumatizadas” com o que encontraram.

McLoughin tinha adquirido a cachorra de um criador e convivia com ele há apenas um mês depois de comprá-lo com seu parceiro.

Na quinta-feira, ele apareceu na Corte de Magistrados de Poole, onde se confessou culpado de “causar sofrimento desnecessário a um animal protegido”.

O tribunal ouviu que um exame post mortem realizado no corpo de Lexi descobriu que ela tinha sofrido “trauma de força contundente”, incluindo uma laceração no fígado, sangue no abdômen e uma ruptura no estômago.

Durante uma entrevista policial, McLoughlin inicialmente tentou colocar a culpa pelas lesões em uma colisão no trânsito, mas depois confessou a morte, dizendo aos policiais que “ficou com muita raiva e não sabe o que aconteceu com ele”.

A morte foi relatada à RSPCA que levou a acusação contra McLoughlin ao tribunal.

Matthew Knight, o promotor do caso, disse: “Ele socou ou chutou o cachorro até a morte e jogou o corpo em algumas árvores perto de sua casa para camuflar o crime”.

Foto: Jon-Luc McLoughlin | Foto: BNPS

Foto: Jon-Luc McLoughlin | Foto: BNPS

“O corpo de Lexi foi encontrado por moradores locais e a cena perturbou as crianças que o viram”, disse Knight antes de acrescentar que, devido à gravidade dos ferimentos infligidos, “é provável que o cão não tenha sobrevivido por muito tempo”.

A equipe de defesa de McLoughlin argumentou que ele estava sob significativo estresse no momento devido a ser um “cuidador de seu pai doente”.

Como se houvesse alguma justificativa para a prática de um ato covarde e cruel como o assassinato a um ser indefeso que ele próprio trouxe para morar em sua casa.

Defendendo, James Moore disse: “Este episódio de raiva cega é onde o estresse levou a melhor sobre ele e tomou conta de seus atos”.

“Este não é apenas um bandido violento que acha que não há problema em tratar mal o seu próprio animal doméstico.”

Um assassino frio e calculista que matou um ser indefeso que só queria lhe dar amor, e ainda tentou esconder o corpo para sair impune com a atitude.

Durante a audiência, o magistrado Martin Arthur disse que as opções de condenação eram “completamente abertas” e que uma sentença de prisão não estava “fora da mesa”.

O caso foi adiado até o dia 5 de setembro.

As ações de McLoughlin foram criticadas pelo grupo de defesa dos direitos animais PETA, que pediu a prisão do assassino.

Elisa Allen, diretora da PETA, disse: “A dor e o medo que este filhote deve ter sofrido são quase inimagináveis”.

“Imploramos ao Tribunal de Magistrados de Poole que dê ao Sr. McLoughlin a sentença máxima, incluindo tempo de prisão, aconselhamento e uma proibição vitalícia de manter animais.”

“Como as ofensas repetidas são a regra e não a exceção entre os agressores de animais – que muitas vezes prejudicam também os seres humanos – esses atos devem ser tratados com a máxima seriedade”.

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Filhote de baleia é cortado do ventre da mãe na caçada anual das Ilhas Faroe

Foto: Sea Shepherd

Foto: Sea Shepherd

Uma baleia grávida morta na caça anual das ilhas Faroe teve o filhote cortado fora de seu útero, uma cena forte e comovente, registrada por ativistas. A temporada de caça é comumente referida pelos locais como uma “rotina” da região.

A caça, que pode ser descrita como um verdadeiro mar de sangue, dada a cor que ficam águas após a morte dos animais, levou a morte de 23 baleias, assassinadas friamente por sua carne e gordura. Mas o governo das ilhas Faroe afirmam que a atividade é “sustentável” e “regulada por lei”.

A organização ambientalista Sea Shepherd compareceu ao local da matança na baía de Hvalvik para documentar o massacre descrito pela entidade como “bárbaro”.

Foto: Sea Shepherd

Foto: Sea Shepherd

Uma visão angustiante

“Como de costume, o processo descrito como “humanitário” pelos caçadores, para matar as baleias-piloto estava longe disso, com várias tentativas frustradas de paralisar os animais com a lança sendo observadas em vários grupos”, disse um porta-voz da entidade.

“Tendo observado anteriormente outras baleias pilotos, nossa tripulação notou que este grupo de baleias estava claramente desgastado ou resignado ao seu destino tanto que muito pouco ou nenhum grito foi ouvido das baleias.

“Enquanto as famílias se deitava nas docas, imagens ternas e ao mesmo tempo perturbadoras de crianças saltando e brincando com os animais mortos podiam ser vistas. À medida que o processo continuava, a tripulação testemunhou uma baleia jovem sendo perseguida até a morte e a angustiante visão de um filhote não nascido sendo cortado do ventre de sua mãe”.

‘Semanas antes de nascer’

A Sea Shepherd afirma que o filhote parecia estar a “meros dias ou semanas apenas de nascer” – e, portanto, seria “despejado sem a menor cerimônia” de volta ao mar.

“As Ilhas Faroe costumam falar da tradição por trás da rotina de morte e, especificamente, do respeito mostrado às baleias-piloto”, acrescentou a instituição.

“Vídeos e fotografias mostram claramente que isso não é o caso, com imagens de pessoas e turistas tirando selfies com as baleias assassinadas.

Foto: Environmental Investigation Agency

Foto: Environmental Investigation Agency

“As crianças brincavam com barbatanas, chutavam e socavam os corpos, andando sobre elas e, despreocupadamente, podiam ser vistas correndo pelo cais carregando as facas tradicionais que são usadas como parte da matança”.

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Potro ganha prótese após perder a perna em explosão de mina

Foto: AFP/Getty Images

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Um jovem cavalo que vive na Síria voltou a andar depois de ter recebido um membro protético especialmente produzido para ele. O potro perdeu a perna direita dianteira na explosão de uma granada.

O potro, chamado Sham al-Agha, foi atingido pela granada há vários meses, quando o regime do presidente Bashar al-Assad bombardeou a cidade de Aleppo como resultado da guerra civil que ocorre na região.

Foto: AFP/Getty Images

Foto: AFP/Getty Images

Os veterinários sírios conseguiram recuperar o animal com uma perna substituta, que foi colocada no animal graças a uma operação de risco pois a clínica fica em uma região controlada pelos rebeldes perto da fronteira com a Turquia.

O membro foi inteiramente projetado e fabricado localmente por um centro médico que produz membros protéticos na área.

Foto: AFP/Getty Images

Foto: AFP/Getty Images

A perna substituta é removível e, em algumas fotos tiradas ontem, o potro é visto descansando no chão sem a prótese.

Aleppo passou por alguns dos piores episódios de violência e destruição na guerra civil na Síria, que matou mais de 400 mil pessoas no total e deslocou centenas de milhares de outras.

Foto: AFP/Getty Images

Foto: AFP/Getty Images

A instituição de caridade de resgate de animais, a SPCA, diz que “inúmeros animais perderam suas vidas” na guerra da Síria, que ocorre desde 2011.

Próteses

Felizmente desenvolvimento tecnológico na área de próteses tem crescido a cada dia, segundo a Mosaic Science. Isso é uma ótima notícia, e não apenas para os amantes dos animais, visto que os conhecimentos obtidos nas pesquisas veterinárias podem também servir para incrementar as próteses humanas, tornando-as cada vez mais bem adaptadas à nossa fisiologia.

Foto: AFP/Getty Images

Foto: AFP/Getty Images

Para que o animal se acostume com as próteses, é necessário que ele entenda para que elas servem e que veja o benefício que trazem, caso contrário o novo membro pode mais atrapalhar do que ajudar. Além de patas, diversas outras partes dos corpos dos bichos vêm ganhando substitutos quando preciso. É o caso de bicos de aves, cascos e nadadeiras de tartarugas e até mesmo revestimentos protetivos para evitar que animais com alguma deficiência causem ferimentos em si mesmos.

Foto: AFP/Getty Images

Foto: AFP/Getty Images

A ciência pode dar uma assistência cada vez maior tanto ao ser humano quanto a outros seres vivos que dividem os ambientes conosco. A área da prostética animal é bastante ampla, e está apta a dar ótimos frutos para quem se aventurar por ela e, principalmente, para os bichos que um dia possam precisar desse tipo de apoio. E nessa onda, todos nós também nos beneficiamos.

Foto: AFP/Getty Images

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Filhote de elefante ganha bolo de aniversário de 140 quilos

Foto: Hisdustan Times

Foto: Hisdustan Times

A Tiger Reserve (CTR) que fica na Índia, comemorou pela primeira vez, o aniversário de um filhote de elefante, chamado Sawan, nascido em agosto do ano passado, preparando um bolo de 140kg feito de açúcar mascavo, banana, feno e farinha, feito especialmente por um mahout.

RK Tiwari, oficial da floresta de Kalagarh disse que o filhote havia nascido de um dos nove elefantes que haviam sido trazidos de Karnataka: “Uma das elefantas do sexo feminino, Kachambha, estava grávida quando chegou aqui. Sawan nasceu daquela elefanta grávido e todos nós aqui gostamos muito de Sawan”, disse ele.

“Então decidimos celebrar seu primeiro aniversário na sexta-feira e fizemos um bolo especial para ele. E para nossa agradável surpresa, o aniversariante saboreou o bolo cm muito gosto. Nós tínhamos feito a partir de suas comidas favoritas, como açúcar mascavo, banana, feno e farinha”. O bolo foi decorado com flores de calêndula e balões, disse Tiwari, acrescentando que o filhote também foi enfeitado com flores de calêndula para sua festa.

Tiwari disse que a mãe de Sawan, Kachambha, também foi levada para o local onde as comemorações de aniversário foram realizadas. “Ela também foi alimentada com suas comidas favoritas. Foi um encontro bastante festivo”, disse ele

Ele disse que quando o responsável e chefe pela conservação florestal (PCCF), Jai Raj, visitou o abrigo de elefantes em Kalagarh, em junho, ele disse a Tiwari que os elefantes gostam de atividades lúdicas como jogar água um no outro ou brincar em equipe.

“O PCCF nos orientou que algumas autoridades de nossa reserva deveriam visitar o Wildlife SOS Elephant Conservation e o Care Center Mathura para aprender mais sobre como estão eles estão usando atividades lúdicas e brinquedos para criar uma boa atmosfera para os elefantes que os ajudem a desestressar. Essa comemoração de aniversário é um passo nessa direção, para deixá-los livres de estresse e felizes”, disse ele.

Em junho, a administração do CTR decidiu introduzir 16 de seus elefantes em atividades lúdicas com brinquedos e bolas de futebol para desestressar os elefantes. Tiwari disse que quando os elefantes que foram separados de seus habitats selvagens se envolvem em atividades lúdicas, isso os ajuda a permanecerem alegres e a fazer um bom exercício.

As autoridades têm se preocupado com a crescente agressão que tem ocorrido a alguns dos elefantes selvagens em Corbett. A Reserva de Tigres de Corbett possui atualmente um total de 16 elefantes.

O especialista em vida selvagem Ritesh Joshi, que é cientista da Divisão de Conservação e Pesquisa do Ministério do Meio Ambiente e Florestas e autor do livro “A Vida Secreta dos Elefantes”, disse que os elefantes são animais sociais muito sensíveis e são afetados em graus variados quando estão longe de suas famílias matriarcais. “Ser compassivo e sensível a esses elefantes ajuda muito eles a não ficarem estressados ou agitados”, disse Joshi.

A paisagem de Corbett é uma fortaleza para os elefantes. Dos 1797 elefantes em Uttarakhand, conforme o último censo de elefantes (2015), cerca de 1.035 elefantes vivem na reserva.

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Casal de mergulhões adota patinho órfão

Por Rafaela Damasceno

Pesquisadores do The Loon Project (Projeto Mergulhão) foram até a cidade Long Lake, em Wisconsin, Estados Unidos, para observar os pássaros na água. Foi então que viram uma cena peculiar: uma fêmea mergulhão, ave aquática, nadando com um patinho em suas costas.

O patinho em cima do mergulhão

Foto: The Loon Project

Nenhum dos pesquisadores conheciam casos parecidos com este, mas conseguiram investigar e descobrir um pouco da história da família improvável.

Um casal de mergulhões teve seu próprio filhote, que infelizmente faleceu em pouco tempo. Com os instintos paternos fortes, o casal queria desesperadamente alguém para cuidar – foi então que encontraram o pequeno patinho órfão, e decidiram criá-lo como se fosse seu bebê biológico.

Patos costumam se apegar à primeira figura paternal que encontram, então o filhote não ofereceu nenhuma objeção ao ser adotado – pelo contrário, ele alegremente aceitou se tornar parte da nova família.

“Essa descoberta foi muito emocionante”, declarou Walter Piper, chefe do The Loon Project, ao The Dodo. “Este caso nos permite analisar a flexibilidade do comportamento dos mergulhões e do patinho”, explicou.

Os filhotes de mergulhões e os filhotes de patos são criados de maneiras completamente diferentes, mas o patinho não demonstra se importar em se adaptar às atitudes de seus pais. Ele aprendeu a mergulhar até o fundo do lago em busca de comida, comportamento que a maioria de sua espécie não possui.  Os mergulhões e patos também se alimentam de comidas diferentes, mas ele parece estar feliz em se adaptar.

Os pesquisadores não sabem dizer se, ao crescer, ele permanecerá com os mergulhões ou se juntará aos de sua própria espécie. Por enquanto, eles apenas analisam o quanto a adoção mostra que a natureza é incrível, e permanecem animados com a perspectiva de continuar a analisar a família.


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Filhote de tamanduá-mirim é resgatado em Natal (RN)

Um filhote de tamanduá-mirim foi resgatado pela Companhia Independente de Proteção Ambiental (Cipam) da Polícia Militar nesta sexta-feira (2) em Natal, no Rio Grande do Norte.

Foto: Divulgação/PMRN

O animal silvestre foi encontrado na zona norte da cidade. Resgatado por moradores da região, ele foi entregue aos policiais e receberá todos os cuidados necessários. As informações são do Portal no Ar.

Esse é o terceiro animal da espécie resgatado nos últimos dias em Natal e Região Metropolitana. Outros dois tamanduás foram salvos em Parnamirim e em Capim Macio.

Devastação ambiental

Com a destruição do habitat, é cada vez mais comum que animais silvestres migrem para centros urbanos à procura de alimento e de abrigo. Nas cidades, eles são expostos a um ambiente inadequado para eles. Além disso, sofrem ameaça constante de atropelamento.


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Filhote de baleia é encontrado morto em praia em Santa Catarina

Um filhote de baleia-franca-austral foi encontrado morto na sexta-feira (2) na Praia do Sul, em Laguna (SC). Uma necrópsia irá investigar as causas da morte.

Foto: PMP-BS/ Udesc

O corpo foi avaliado por uma equipe técnica e veterinária. A avaliação obedeceu aos protocolos da Área de Proteção Ambiental da Baleia Franca (APA) da baleia franca. As informações são do G1.

De acordo com o Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS) da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), trata-se do primeiro registro de encalhe na região de uma baleia-franca-austral em 2019. O animal era uma fêmea.

Ao encontrar um animal marinho nas praias da região, morto ou vivo, a pessoa deve ligar para o número 0800 642 3341.

Quando o animal é encontrado morto, estudos são feitos para identificar as causas da morte e também para propor ações de proteção ao restante da fauna marinha da região. Se o animal estiver vivo e debilitado, ele recebe tratamento veterinário e, após se recuperar, é devolvido à natureza.


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Câmeras de segurança flagram mulher jogando filhote de cachorro na lixeira

Foto: KFOR

Foto: KFOR

Imagens registradas por uma câmera de segurança em um condomínio mostram o momento em que uma mulher joga um filhote de cachorro, que ela segurava pela nuca, dentro de uma lixeira pública.

O vídeo flagra toda a caminhada da mulher, que reside em Oklahoma nos Estados Unidos, desde a postaria do prédio que fica em um bloco de apartamentos até o momento que ela o joga no lixo.

Oficiais estão investigando o incidente e acreditam que o agressor animal vive no bloco mostrado no vídeo.

Nas imagens é possível ver que a mulher esta vestida com uma camiseta preta com o número “3” escrito nas costas e calças folgadas, enquanto leva o cachorro até as lixeiras.

Ela então continua com o ato cruel e atira com força o filhote na lixeira a uma distância considerável, tratando o cão aterrorizado como se fosse um objeto inanimado.

A polícia diz que eles ainda não encontraram o cachorro, mesmo depois de procurarem nas latas de lixo.

Foto: KFOR

Foto: KFOR

Uma testemunha do incidente e residente do bloco, o diretor da propriedade, C.R. Head, disse à KFOR-TV que considerou o ato perturbador.

“Eu vi uma mulher levando um cachorro pelo pescoço, ela atravessou o estacionamento, carregando-o pelo pescoço e jogando-o na lixeira”, disse ele.

“É muito perturbador assistir a isso”.

Foto: KFOR

Foto: KFOR

De acordo com a testemunha, o filhote foi deixado no lixo por aproximadamente 10 a 15 minutos, antes que seus agressores voltassem ao lixo e pegassem o cachorro jogado-o de volta no chão.

“Esse ato representa toda a covardia que este ser humano é capaz, tratar dessa forma um ser indefeso, um filhotinho? Não é uma boa combinação”.

‘Eu não quero nada parecido acontecendo aqui. Queremos um ambiente seguro para as pessoas que moram aqui ”, disse ele.

Foto: KFOR

Foto: KFOR

O superintendente do departamento de Bem-estar Animal do estado, Ion Gary, acredita que há potencial para acusações legais de crueldade animal no nível de crime, acrescentando: “Obviamente, esse é um ato muito cruel”.

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