Jovem dá brinquedos para cachorro de vizinha para que ele não se sinta sozinho

A estudante de pedagogia Nichole Carvalho decidiu ajudar sua vizinha Maria Luiza Valcazara e o cachorro dela, que chorava muito quando a tutora saía para trabalhar. Maria Luiza fechava a porta e o pequeno Chips, de 5 meses de idade, começava a latir e a chorar, deixando claro que não gosta de ficar sozinho. Para tentar solucionar o problema, Nichole comprou brinquedos e presenteou o animal, na tentativa de distraí-lo e ajudá-lo a ficar bem na ausência da tutora.

Maria Luiza e Chips (Foto: Arquivo pessoal)

“Ele sentia falta, queria atenção. Era só fechar a porta e ele ficava chorando”, disse ao G1 a estudante de contabilidade.

Nichole decidiu ajudar a vizinha, que mal conhecia, após ver outros moradores do condomínio reclamando do choro do cachorro em um grupo criado num aplicativo de troca de mensagens.

“Eles comentavam que tinha um cachorro chorando no prédio. E eu comecei a pensar o que podia fazer para tentar ajudar. Eu passei pela mesma situação quando meu cachorro era filhote”, comentou.

Nichole, então, foi à região central de Marília e comprou brinquedos de cachorro. Em seguida, escreveu uma carta endereçada ao cão e colocou em uma sacola, junto com os presentes. Tudo foi deixado em frente à porta de Maria Luiza.

Foto: Reprodução/Redes sociais

A sacola foi encontrada por uma colega de apartamento de Maria Luiza, que entregou os presentes e a carta para ela. A tutora do cachorro ficou emocionada com a atitude de sua vizinha.

“Eu até chorei. Fiquei em choque. Achei a atitude muito bonita. Tem gente que reclama e não pergunta se o outro precisa de ajuda. Foi surpreendente”, afirmou.

E não foi só Maria Luiza que aprovou a atitude de Nichole. Nas redes sociais, a estudante também foi bastante elogiada. “Muita gente que nem conheço elogiou minha atitude. Eu acho que não adianta a gente criar intriga. Conversar é o melhor caminho”, contou.

A ação da vizinha levou as duas a se aproximarem. Com isso, os cachorros delas também puderam se conhecer. “Ela é um amor de pessoa. Eu mandei uma mensagem agradecendo e combinamos de marcar um dia para eles se encontrarem. Eles se deram muito bem. Parecia que já se conheciam há muito tempo”, afirmou Maria Luiza.

Chips e Corote se tornaram amigos (Foto: Arquivo pessoal)

Segundo ela, Chips tem chorado bem menos quando fica sozinho. “Vou trabalhar tranquila agora. Ele não larga os brinquedos que ganhou da Nichole. Eles ajudam a distrair muito. E ele também se acostumou com a rotina, percebeu que a gente sai, mas sempre volta”, disse.

Com a nova amizade entre as vizinhas, passeios que envolvem os cachorros têm sido marcados com frequência. “É muito bom para o Chips porque ele ama companhia. Quando solta os dois, eles brincam muito. O Chips volta para casa morto de cansado”, concluiu Maria Luiza.

Corote e Nichole (Foto: Arquivo pessoal)

Confira a íntegra da carta escrita por Nichole:

“Oi, aumigo

Tenho percebido que você anda chorando bastante quando fica sozinho, e eu já passei por essa fase. Conversei com a minha mamãe ontem e decidimos juntas lhe presentear com esses brinquedinhos, assim você pode se distrair quando se sentir só. Aproveito aqui para te fazer um convite: eu moro só com a mamãe e, por isso, tenho um quarto só meu para bagunçar o quanto quiser, então você pode passar um tempo aqui comigo! Faremos muita festa juntos!!! Esperamos que você goste do que escolhemos para você!

Muitos lambeijos da Corote e da minha mamãe Nichole (ap. 41)”


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Onça resgatada em pet shop se recupera e deve ser solta na natureza na Argentina

Uma onça-pintada que foi resgatada em agosto de 2019 em uma pet shop em Sorriso (MT), quando ainda era filhote, recuperou-se após passar por um período de reabilitação. O animal deve ser levado para a Argentina para ser devolvido à natureza.

Foto: Rauzito Coimbra

Os funcionários da pet shop chamaram o Corpo de Bombeiros após um morador da cidade levar o filhote, que tinha entre 2 e 3 meses, até o estabelecimento. Na época, os militares cogitaram a possibilidade da mãe da onça ter sido morta por um caçador. As informações são do G1.

Em junho deste ano, após 10 meses de cuidados no hospital veterinário da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), a onça foi levada para um centro de reabilitação de animais em Goiás (GO). A transferência foi realizada, segundo a médica veterinária do hospital Elaine Dione, porque o animal já havia crescido o suficiente para retornar à natureza. No período em que a onça que esteve em Mato Grosso, uma parceria foi firmada entre a Secretaria Estadual de Meio Ambiente (Sema) e uma clínica para garantir os cuidados ao animal, que foi monitorado por vídeo e câmeras noturnas.

Foto: Corpo de Bombeiros/Divulgação

A onça-pintada foi levada para Goiás para receber um tratamento de aprendizagem para que a reintrodução ao habitat possa ser feita. A operação de transferência contou com o apoio da Força Aérea Brasileira (FAB) e do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). Atualmente, o animal está sendo mantido em cativeiro, mas deve ser transferido em breve para uma floresta na Argentina.

De acordo com Elaine, a onça tem cerca de um ano de vida e integra um programa do ICMBio que reabilita animais para reintegrá-los à natureza, contribuindo para o desenvolvimento da espécie, que que está ameaçada de extinção.

Foto: Arquivo pessoal


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Porcas são forçadas a dar à luz em gaiolas minúsculas

Por Rafaela Damasceno

A Compassion in World Farming, instituição de caridade de bem-estar animal, apurou e investigou a realidade de milhares de porcas ao redor do Reino Unido. As fêmeas são confinadas em gaiolas de parto, onde são forçadas a parir e criar seus filhotes.

Porcas em gaiolas pequenas, em um lugar escuro e fechado

Foto: Compassion in World Farming

De acordo com a instituição, mais da metade das porcas do Reino Unido (mais de 250 mil) estão presas nessas gaiolas estreitas, onde não possuem espaço suficiente para fazer movimentos básicos, como andar ou se virar. Também são incapazes de construir ninhos para seus filhotes ou procurar alimento.

“Nossa investigação revela a miséria causada pelo aprisionamento dos animais nas fazendas”, explicou a gerente de campanhas da Compassion in World Farming, Natasha Smith. “Essa é a realidade de milhares de inteligentes e sensíveis mamães porcas”.

Ela ainda fala sobre o orgulho que a Grã-Bretanha sente de seus altos padrões de bem-estar animal, que contrastam com as condições terríveis em que muitos porcos nascem. “É simples ver que esse tratamento é errado. Então por que essas gaiolas não são ilegais?”, indagou.

Deborah Meaden, que relatou a investigação, afirmou que é péssimo para os animais estarem sendo criados em ambientes tão antiquados e bárbaros. “É hora de parar essa crueldade. É hora de parar a Era da Gaiola”, concluiu.

Nota da Redação: Assim como seres humanos, porcos são animais sencientes que formam laços profundos e complexos com outros membros de sua espécie. Condenar um animal a uma vida de exploração e tortura apenas para a satisfação humana é egoísta, fútil e cruel. Eles merecem muito mais do que viver uma vida em cativeiro.


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Mamãe elefante tenta proteger seu bebê de retroescavadeira

Por Rafaela Damasceno

Um filhote de elefante caiu em um tanque de água em Alipurduar, na Índia. Habitantes locais tentaram resgatá-lo com uma retroescavadeira, mas sua mãe estranhou a máquina e tentou protegê-lo, lutando com equipamento. Um vídeo foi gravado por algumas pessoas e viralizou na internet.

O bebê quase se afogou e não havia muito que sua mãe pudesse fazer, mas ela se recusou a deixar o seu lado e parecia aflita com a situação. Quando os moradores ouviram os gritos do filhote, rapidamente pegaram a retroescavadeira para socorrê-lo, já que seria impossível tirá-lo de lá com as próprias mãos.

Um elefante saindo da água coberto de lama

Imagem ilustrativa | Foto: Youtube

A mãe não entendeu que as pessoas queriam ajudar seu filhote e se apressou em defendê-lo, dando cabeçadas na máquina, tentando fazê-la recuar.

Depois de muita luta, ela finalmente se afastou e o resgate do bebê foi feito com sucesso. O motorista da retroescavadeira quebrou a parede lateral do tanque de água e o filhote finalmente conseguiu sair.

A mãe e seu bebê se reuniram e foram levados para a floresta novamente.


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Filhote de rinoceronte órfão acolhido por santuário adora que cocem sua barriguinha

Foto: Caters News Agency

Foto: Caters News Agency

As imagens flagram o momento divertido em que um rinoceronte órfão chamado Beckham, cuja mãe foi morta por caçadores, se delicia ao ter sua barriga coçada por uma funcionária do santuário.

O vídeo foi filmado no Rhino Orphanage (Orfanato de Rinocerontes), em Pretória, na África do Sul, e mostra a estudante de veterinária e também funcionária Jamie Traynor, junto ao animal.

Ela é vista sentada ao lado de Beckham, de um ano de idade, que fica em pé perto dela enquanto a funcionária esfrega a barriga do filhote e sorri para a câmera.

Traynor então ri e beija a bochecha de Beckham enquanto ele move o rosto para perto do dela em uma reação de carinho e intimidade.

O filhote reage ao beijo, pressionando o rosto contra o de Traynor com mais firmeza, e ela ri novamente enquanto permanece esfregando sua barriga.

Foto: Caters News Agency

Foto: Caters News Agency

Finalmente, ela diz para Beckham, “obrigado”.

A estudante de veterinária enviou o vídeo do rinoceronte bebê para sua página no Instagram em 10 de julho, mas as imagens foram filmadas em 27 de junho.

Foto: Caters News Agency

Foto: Caters News Agency

Ela disse: “Beckham chegou ao orfanato no ano passado depois que sua mãe foi morta por caçadores”.

Um usuário da rede respondeu dizendo: “Oh meu Deus! Ele é tão fofo! Eu definitivamente daria a Beckham algumas coçadinhas também.

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Cachorro fica famoso na internet após destruir cama da tutora

Um cachorro ficou famoso na internet após a tutora dele divulgar imagens que mostram a destruição que ele fez na cama dela e em um controle remoto de televisão. O caso, que aconteceu em Bauru (SP), repercutiu em rede social na quinta-feira (18). Chico, como é chamado, tem oito meses de idade e foi adotado pela gerente de uma empresa de telefonia Patrícia Rodrigues Barros, de 48 anos, para fazer companhia a Luke, outro cachorro da família.

Foto: Arquivo Pessoal

No momento em que gravava o vídeo, Patrícia afirmou que ia devolver o cachorro. Depois, no entanto, ela justificou que estava apenas brincando e que não irá se desfazer do animal, muito menos abandoná-lo.

A tutora contou ao G1 que os cachorros ficam no quintal durante o dia e dormem dentro de casa à noite.

No dia em que destruiu parte do quarto, Chico foi encontrado deitado na cama, com parte da espuma destruída, a roupa de cama rasgada e um controle remoto parcialmente destruído. Luke, o outro cachorro da família, não apareceu nas imagens, mas estava embaixo da cama no momento em que Patrícia flagrou a destruição. Tudo aconteceu enquanto a tutora ia ao cinema.

Foto: Arquivo Pessoal

“Fiquei chocada, quase enfartei. Fiz o vídeo, coloquei toda a espuma para conseguir dormir e no outro dia comprei um protetor de colchão”, disse. “Estou tipo marido que não quer encarar a mulher e fica no bar e não quer ir para a casa. Neste caso eu sou o marido e o Chico é a mulher. Adotei cachorro e cresceu dinossauro”, brincou.

Patrícia contou ainda que já está acostumada a ter a casa revirada por Chico, que já destruiu quatro caminhas de cachorro, as almofadas da sala, roupas penduradas no varal e vasos de planta, além da cama da tutora e do controle remoto. Uma casinha de papelão que Patrícia deu para o cão, no entanto, ele ignorou. “A gente quer agradar, mas parece que não gosta. O mais simples e mais fácil de destruir foi o que gostou”, afirmou.

Foto: Arquivo Pessoal

A filha mais velha de Patrícia, de 25 anos, decidiu adotar Chico em uma feira de adoção em Bauru para fazer companhia para Luke, de 7 anos. “Tinha uns trinta cachorros que pareciam loucos. Acredite, ele era o único, no cantinho, com carinha de dó. Eu mal sabia que estava se passando de vítima. Pegamos um cão e virou um furacão, mas carinhoso”, afirmou a tutora.

Com a grande repercussão do vídeo, que teve milhares de visualizações, Patrícia teve que explicar, em rede social, que não irá deixar ou abandonar Chico e que tanto ele quanto Luke continuarão morando com ela.

“Vai ficar dentro de casa, tenho dó. A gente fala que vai devolver, mas é só brincadeira”, concluiu.

Veja o vídeo:

Nota da Redação: filhotes tem muita energia para gastar, assim como alguns cachorros adultos também têm. É importante, portanto, que essa energia seja gasta para que o animal não se torne destrutivo. A ANDA recomenda aos leitores que façam passeios diários com os animais até que eles estejam cansados e que brinquem bastante com eles. Além disso, reforçamos a necessidade de adotar animais de forma responsável, sabendo que mesmo com passeios eles podem vir a destruir algum objeto da casa e que isso jamais deve ser justificativa para devolvê-los, doá-los ou abandoná-los. Animais são vidas e devem ser tratadas com respeito, amor e compreensão.


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Cachorrinha que vivia no meio do lixo dorme em uma cama pela primeira vez

Foto: Charley Walton

Foto: Charley Walton

Nala foi resgatada de um quintal sujo e cheio de lixo em Detroit, nos Estados Unidos onde ela passava todo o seu tempo. Ela nunca foi autorizada a entrar em casa, e desde que ela tinha apenas 5 meses de idade quando foi resgatada, é possível que ela tenha passado a vida toda vivendo do lado de fora.

Apesar da maneira como ela foi tratada, Nala só queria amor, e quando sua nova família a adotou, eles estavam determinados a dar tudo de si.

Quando Nala foi resgatada, a pequenina foi imediatamente levada para um veterinário nas proximidades, a cachorrinha estava incrivelmente magra e suja, e foi diagnosticada com vermes também.

Estava claro que a cachorrinha havia sido definitivamente vítima de maus-tratos, e ainda assim sua natureza doce nunca deixou de existir. Conforme ela foi limpa e tratada, Nala demonstrou toda a sua gratidão por alguém finalmente estar cuidando dela.

Foto: Charley Walton

Foto: Charley Walton

Frequentemente, os cães que vêm de situações de maus-tratos e abandono têm medo de pessoas, mas Nala parecia absolutamente feliz em conhecer todos que vinham em sua direção – e quando chegou a hora de sua nova família levá-la para casa, eles estavam tão animados e esperançosos, tudo que seus novos guardiães queriam era ver como ela se ajustaria à sua nova vida.

A nova família de Nala não tinha certeza de como ela reagiria quando a levassem para casa, já que era a primeira vez que ela chegava em uma casa. Eles pensaram que talvez ela estivesse um pouco nervosa ou insegura – mas Nala rapidamente provou que eles estavam errados e agiu como se a casa fosse sua. E realmente era.

“O rabinho de Nala fica muito agitado quando ela está feliz”, disse Charley Walton, a nova guardiã de Nala, ao The Dodo. “É a primeira impressão. Ela estava tão animada, não parecia nervosa ou triste. Literalmente pura felicidade”.

Foto: Charley Walton

Foto: Charley Walton

No antigo quintal imundo em que ela vivia, Nala não tinha realmente nada macio onde dormir e descansar, e por isso era importante para sua nova família que ela tivesse a cama mais aconchegante que existisse. Ela foi presenteada com uma cama confortável e vários cobertores quentinhos, sua família pode então perceber o quanto ela estava emocionada por ter um lugar tão especial para descansar.

“Podíamos ver o olhar em seu rosto, era evidente o quão confortável e feliz ela estava por ter sua própria cama”, disse Walton. “Logo ela se esticou nela”.

Mais tarde naquela noite, Nala pulou para a cama de seus novos pais – e percebeu que amava ainda mais esse cantinho. Agora, ela dorme abraçada com seus pais na cama deles todas as noites, para que ela possa sempre estar confortável e próxima das pessoas que tanto ama.

Foto: Charley Walton

Foto: Charley Walton

“Ela está mimada agora, de tanto amor que recebeu”, disse Walton.

Nala está com sua nova família há vários meses e pode ser encontrada aconchegada em algum lugar macio a cada chance que tem. Ela também adora ganhar carinho de sua família, brincar com sua irmãzinha, correr e se meter em problemas com seu irmão cachorro, e fica claro ao observá-la, que ela definitivamente não trocaria sua nova vida por nada no mundo.

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Cadela Lassie rodeada pelos gatinhos

Gatinhos são adotados por cadela no Piauí

Por Rafaela Damasceno

Uma gata deu à luz a quatro gatinhos na cidade de Piripiri, no Piauí, mas rejeitou a ninhada e fugiu pouco tempo depois. A cadela Lassie, que nunca tinha sido mãe, resolveu adotá-los e lutou para que sobrevivessem. Infelizmente, mesmo após seus esforços e os de sua tutora, Daniela Silva, três deles faleceram.

Em entrevista ao G1, Daniela conta que começou a alimentar a ninhada através de uma seringa, até que os gatinhos começaram a chegar perto de Lassie. “Ela ficava lambendo eles. Ela lambe eles todinhos, dá banho igual a um gatinho mesmo”, relatou.

Cadela Lassie rodeada pelos gatinhos

Os gatinhos passaram a se aproximar de Lassie | Foto: Arquivo Pessoal

A tutora ainda disse que, quando os gatinhos tinham fome, miavam até que Lassie se deitava para deixá-los mamar. Mesmo sem ter sido mãe, ela conseguia alimentá-los.

A gatinha que sobreviveu ganhou o nome de Rajada e vai continuar morando com Daniela.

Rajada deitada em um potinho de plástico

Rajada continuará com Lassie | Foto: Arquivo Pessoal

São diversos os casos documentados de animais adotando e criando outras espécies como se fossem seus próprios filhotes. Patrícia Monticelli, professora de etologia da USP, explica ao Uol que há alterações hormonais nas fêmeas de todas as espécies. Essas alterações desencadeiam um comportamento materno que deixa as fêmeas mais sensíveis aos cuidados. Os filhotes, por sua vez, reconhecem o melhor cuidador e estabelecem um vínculo.

Um estudo da revista Naturalist apontou que as fêmeas de alguns mamíferos respondem a choros e gritos de filhotes, mesmo os de espécies diferentes. Os pesquisadores afirmam que o choro de um filhote implica em uma situação grave, o que faz as fêmeas responderem rapidamente. “A vantagem de garantir a sobrevivência da sua prole supera o potencial erro”, declara a pesquisadora Susan Lingle à revista New Scientist.

Biólogos registram baleia-jubarte ao lado de filhote no litoral de São Paulo

Biólogos do Instituto Viva Baleias e Golfinhos fizeram imagens de uma baleia-jubarte adulta nadando ao lado de um filhote que pode ter sido o primeiro a nascer no litoral norte de São Paulo.

O registro foi feito nas proximidades da costa de Ilhabela (SP), no último final de semana. De acordo com a bióloga do Instituto, Marina Leite Marques, é possível afirmar que os animais avistados são mãe e filho.

Foto: Marcio Motta/Instituto Verde Azul

Os filhotes começam a desmamar com um ano de idade. Antes disso, são completamente dependentes da mãe. As informações são do G1.

“Desde que começamos o monitoramento das baleias aqui em Ilhabela, este foi o primeiro registro de um filhote pequeno, nadando ao lado de um adulto. Isso indica que o litoral paulista pode estar se tornando um berçário de baleias da espécie jubarte”, afirmou a pesquisadora.

No momento do registro, mãe e filho estavam a um quilômetro e quatrocentos metros de distância da Praia Borrifos, na costa sul de Ilhabela. A praia recebeu, em maio, um ponto fixo de observação de baleias-jubarte.

Temporada de baleias

As baleias-jubarte passam o verão na Antártica, em busca de alimento. Após esse período, elas viajam 4 mil km até Abrolhos, no sul da Bahia, para se reproduzirem.

Nos últimos anos, pesquisadores têm ficado animados com aparições de baleias em Ilhabela. Desde o começo da temporada, foram feitos 360 avistamentos de animais da espécie jubarte. Em 2018, foram apenas 48. O número de avistamentos não é proporcional a quantidade de baleias presentes na região.

“As mais jovens estão ocupando um território que já foi delas. Só que nesse território tem a presença humana e um monte de armadilhas. Por isso a gente tem que harmonizar isso”, explica o pesquisador Júlio Cardoso, estudioso das baleias-jubarte há vinte anos.

Em 1986, a caça às baleias foi proibida no Brasil. Antes da proibição, segundo dados do Instituto Baleia Jubarte, existiam menos de 2 mil animais vivendo no Atlântico Sul. O número, atualmente, é de aproximadamente 20 mil baleias.


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Macacos de grupo distinto acolhem filhote atropelado

Foto: Mirror UK

Foto: Mirror UK

Macacos no Marrocos foram flagrados acolhendo e cuidando de um filhote seriamente ferido, pertencente a um grupo diferente do deles, em um comportamento nunca visto antes.

O incidente ocorreu depois que um macaco-de-gibraltar de três anos chamado Pipo foi atingido por um carro, resultando na separação do macaco de seu grupo.

Dois dias depois, um grupo vizinho de macacos-de-gibraltar encontrou Pipo e, embora os macacos não tivessem nenhuma relação social com Pipo, eles o acolheram e consolaram.

Felizmente, Pipo se recuperou completamente e ficou com o grupo por quatro meses, antes de retornar ao seu próprio grupo.

Pesquisadores da Universidade de Oxford presenciaram o evento no Parque Nacional Ifrane, nas montanhas do Middle Atlas no Marrocos.

Liz Campbell, que liderou o estudo, disse: “Nós pensamos que o acolhimento pode ser apenas uma opção para os macacos bebês, mas o caso de Pipo mostra que até mesmo os mais jovens podem ser aceitos por grupos adotivos selvagens.

“Essa observação fornece informações valiosas para estratégias de reabilitação e liberação, que ajudarão a melhorar o bem-estar dos macacos resgatados, fortalecer as populações selvagens e liberar espaço nos santuários para permitir mais resgates, que são contínuos no combate ao comércio de animais”.

Estudos anteriores indicaram que os macacos-de-gibraltar selvagens não são amigáveis com membros de outros grupos.

Foto: Getty Images

Foto: Getty Images

No entanto, as novas descobertas sugerem que os macacos podem exibir formas básicas de empatia, mesmo para indivíduos desconhecidos.

A Sra. Campbell acrescentou: “Os macacos-de-gibraltar são muito sociais, de modo que ao devolvê-los à natureza devem estar com um grupo, não como indivíduos solitários.

“O método convencional para retornar os primatas para a natureza é a reabilitação e liberação de grupos formados em cativeiro, mas devido à atenção e cuidado que os macacos-de-gibraltar, especialmente os machos, dão aos jovens, existe a possibilidade não apenas de liberar grupos reabilitados, mas também para libertar jovens individualmente para ser incorporados por grupos adotivos na natureza.

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