Cachorra adota filhote de gato e cria junto com seus filhos

Foto: Jamie Myers

Foto: Jamie Myers

Nala era apenas um filhote recém-nascido quando foi abandonada sozinha em um beco sujo. Um vizinho ouviu o choro da pequena gata malhada e levou-a para o Serviço Regional de Proteção Animal do Condado de Spokane (SCRAPS) em Spokane, Washington (EUA).

A gatinha nunca tinha conhecido o amor de uma mãe, mas logo, duas mães incomuns se apresentaram para ajudá-la a crescer forte e e confiante.

Encontrada em uma idade ainda tão jovem, Nala teve que ser colocada com uma família em um lar temporário para ter mais chances de sobrevivência. Quando Jamie Myers viu um pedido de ajuda no Facebook, ela aproveitou a chance para pegar a gatinha. Ela estava cuidando (dando lar temporário) a uma gata que havia perdido recentemente alguns de seus bebês e sabia que Nala se encaixaria bem na pequena família.

Nala | Foto: Jamie Myers

Nala | Foto: Jamie Myers

“Ela era cerca de uma semana e meia mais nova que o grupo de gatinhos que eu estava cuidando, então eu disse: ‘Essa mamãe gata é maravilhosa, ela aceitou muito bem o bebê, então vamos ver se ela não pode mamar?”, Myers disse ao The Dodo. “Nala começou a mamar imediatamente e mamãe a aceitou instantaneamente. Ela começou a lambê-la, limpando-a e mostrando sua aceitação e amor”.

No momento em que a mamãe gata e seus bebês já estavam prontos para serem adotados, Nala ainda não era grande o suficiente para encontrar uma família adotiva e uma nova casa.

“Ela fez tudo mais tarde do que o resto do grupo”, disse Myers. “Quando todos abriram os olhos, ela ainda estava com os olhos fechados e, quando começaram a andar, ela ainda se agarrava à mãe para mamar”.

Nala e a família de gatos | Foto: Jamie Myers

Nala e a família de gatos | Foto: Jamie Myers

Nala estava sozinha novamente – mas não por muito tempo. Myers tinha levado para casa, para dar lar temporário a uma cachorra chamada Izzy que havia tido filhotes recentemente. Os peitos de Izzy estavam cheios porque ela estava amamentando sua própria ninhada, mas ela ainda estava determinada a adotar a gatinha solitária.

“A mamãe cachorra continuou tentando pegar Nala, buscá-la e colocá-la com o resto de seus bebês”, disse Myers. “Ela parecia pensar que Nala era um dos seus que bebês estava fora, desaparecido e voltou – ela continuava tentando colocá-lo de volta junto com os outros”.

Nala e a família de cães | Foto: Jamie Myers

Nala e a família de cães | Foto: Jamie Myers

Izzy tornou-se cada vez mais insistente no fato de que Nala pertencia realmente a ela, então, eventualmente, Myers decidiu dar uma chance. “A gatinha não podia andar pelo chão sem que Izzy se levantasse para amamentá-la”, disse Myers. “Ela estava tentando nos dizer: ‘Essa pequena criatura pertence à minha família’”.

Para ajudar a mamãe a se acalmar, Myers colocou Nala na cama de Izzy e supervisionou suas interações. Uma mudança notável ocorreu assim que Nala se juntou ao grupo, e Myers sabia que ela tinha feito a coisa certa tanto pelo cachorro quanto pelo gatinho.

Nala e a família de cães | Foto: Jamie Myers

Nala e a família de cães | Foto: Jamie Myers

“Assim que colocamos Nala com seus bebês, ela se acalmou e ficou feliz na hora: tudo estava certo em seu mundo novamente”, disse Myers. “E Nala, de repente, tinha todos esses pequenos corpos quentes para se aconchegar e amar, e uma nova mamãe peluda para cuidar dela, e ela tinha acabado de se encaixar com sua segunda família adotiva.”

Nala rapidamente se adaptou muito bem à sua nova rotina com sua família de cães: “Ela entrava e saía do local onde eles estavam instalados sozinha. Então, quando ela terminava de se aconchegar, ela saía e ia comer sua comida de gatinho e brincar um pouco, e então ela voltava direto pra perto da mãe”, disse Myers. “Sempre que ela queria dormir, ela ia pra perto de sua família e ficava lá dormindo com eles”.

Nala e a família de cães | Foto: Jamie Myers

Nala e a família de cães | Foto: Jamie Myers

Com o amor e o cuidado de suas três famílias adotivas – cão, gato e humano – Nala cresceu e finalmente estava pronta para adoção.

Mas para Izzy, Nala finalmente saindo da casa era ruim e bom ao mesmo tempo. Felizmente, Myers sabia exatamente o que fazer para acalmar Izzy novamente.

Izzy e os novos gatinhos | Foto: Jamie Myers

Izzy e os novos gatinhos | Foto: Jamie Myers

Ela concordou em abrigar, dando lar temporário a um par de irmãs gatinhas desesperadamente necessitadas de amor e atenção. E Izzy não poderia estar mais feliz, Myers observou: “Agora Izzy tem mais dois gatinhos que ela está amando e criando”.

Izzy é a prova que o amor de uma mãe não tem limites – não importa a espécie.

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Filhote de espécie rara de onça resgatado em MT recebe tratamento para cegueira

O filhote de onça-pintada melânica resgatado na quinta-feira (13) em Paranaíta, no Mato Grosso, está recebendo tratamento para tentar reverter um quadro de cegueira. O animal foi levado para o Hospital Veterinário da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), campus Sinop, a 503 km de Cuiabá.

Foto: Sema-MT/Assessoria

A espécie, que também é conhecida como onça preta ou pantera-negra, é rara e está ameaçada de extinção. O filhote tem cerca de três meses de idade e foi encontrado por um morador da cidade em uma região de pastagem. Ele manteve o animal em casa por uma semana, mas decidiu pedir ajuda da Secretaria Estadual de Meio Ambiente (Sema) quando notou que o filhote estava bastante debilitado.

De acordo com professora da UFMT, Elaine Conceição, a onça está com cegueira devido a um desequilíbrio nutricional. Exames constataram também que o animal apresenta desidratação. As informações são do G1.

“Em consequência desse estado, ela apresenta um quadro de cegueira, que agora estamos priorizando para ver se ocorre a reversão desse quadro, o que é um pouco difícil”, explicou.

O destino do animal já é estudado pelos profissionais da universidade. “Estamos vendo se ele deverá ser solto ou se será destinado para um cativeiro, pois é uma espécie de bastante valor biológico”, disse Elaine.

Foto: Sema-MT/Assessoria

A cor escura da onça se deve a uma alteração genética rara que esconde as pintas comuns da espécie. Trata-se de uma condição rara que acomete apenas de 5% a 10% das onças.

“Esse animal é precioso por conta da pelagem. Dentre as onças-pintadas, ele se torna uma raridade”, ressaltou Elaine.

Nota da Redação: caso o filhote se recupere, a ANDA se posiciona veementemente contra a manutenção dele em cativeiro. O “valor biológico” do animal, apontado pela professora, não pode ser considerado motivo para manter um animal silvestre aprisionado. Onças nasceram para viver no habitat e a natureza delas deve ser respeitada, assim como seu direito à liberdade.


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Filhote de baleia é levado para alto mar após se perder no litoral de SP

Um filhote de baleia-jubarte foi encontrado no canal de navegação do Porto de Santos, no litoral de São Paulo. Resgatado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), em conjunto com o Ibama, Instituto Gremar, Companhia de Docas do Estado de São Paulo (Codesp) e Marinha do Brasil, o animal foi encaminhado para alto mar na segunda-feira (17).

Foto: Reprodução/Monster Fish

O ICMBio afirmou que foi usado um sonar para atrair o mamífero para alto mar. O animal havia sido visto nas proximidades da costa de Santos no último domingo (16). As informações são do G1.

As atividades do canal portuário foram interrompidas por aproximadamente duas horas para que o filhote fosse retirado do local. Embarcações que estavam no local foram alertadas para manter distância do animal e evitar contato com ele, já que isso poderia assustá-lo, fazendo com que voltasse para o interior do canal.

A presença de baleias-jubarte na proximidade da costa é normal nesta época do ano, segundo o Instituto Gremar, responsável por resgatar e reabilitar animais marinhos na região. Segundo a instituição, as baleias procuram águas quentes entre julho e novembro para que possam se reproduzir.

A recomendação é de que, ao avistar animais marinhos, as embarcações fiquem a, no mínimo, 100 metros de distância deles.


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Filhote de baleia tem que ser sacrificado após ter a cauda decepada por barco

Foto: Francis Perez

Foto: Francis Perez

As imagens mostram o momento comovente que um filhote de baleia é encontrado flutuando impotente na água após sua cauda ter sido cortada por um barco.

A baleia-piloto-de-barbatana-curta foi descoberta por especialistas marinhos na costa de Tenerife, nas Ilhas Canárias, com a cauda decepada ainda presa e pendurada em seu corpo.

Foto: Francis Perez

Foto: Francis Perez

Ela lutava para nadar junto com seu grupo que ficava ao seu lado.

O fotógrafo subaquático Francis Pérez foi chamado para resgatar a baleia junto com um biólogo marinho e um veterinário da vida selvagem.

Eles puxaram o filhote para fora da água e colocaram no barco, mas o bebê não tinha chances de recuperação.

Foto: Francis Perez

Foto: Francis Perez

Tudo o que eles podiam fazer era manter o filhote sedado até morrer, poupando-lhe mais sofrimento desnecessário.

Pérez disse que foi “um dos dias mais tristes” no tempo em que ele tem documentado a vida oceânica nas Ilhas Canárias.

Ele disse: “Eu estava esperando que os cortes fossem causados por mordidas de tubarões, mas não, eles foram causados por um outro tipo de animal bem mais perigoso e cruel: o animal humano”.

Foto: Francis Perez

Foto: Francis Perez

“E de acordo com a necropsia, por um objeto pontiagudo, como uma hélice de um pequeno barco”. O filhote ferido estava migrando através da faixa marinha de Teno-Rasca, uma zona demarcada de conservação especial.

Esta zona é o lar de uma das mais importantes populações de baleias-piloto do mundo, mas o risco de colisões fatais com navios é alto devido ao tráfego intenso de balsas e embarcações marítimas.

O fotógrafo da National Geographic, Paul Nicklen, disse que a “imagem forte e chocante” de Pérez deveria ser um “toque de despertar” para a mudança urgente que precisa ser feita.

Foto: Francis Perez

Foto: Francis Perez

Ele disse: “O que todos nós precisamos fazer é nos tornarmos mais engajados. A imposição de regulamentações sobre os limites de velocidade das embarcações é muito difícil, mas tudo começa com a conscientização e pressão pública; o tipo que exige que as vozes de milhares de pessoas sejam ouvidas”.

“Cenas como essa me deixam tão irritado e triste como também extremamente motivado para fazer algo sobre isso e não que seja mais uma morte em vão”.

Estou trabalhando com o Sea Legacy para criar um movimento global de pessoas que pressionem as autoridades por mudanças legislativas criadas para evitar esse tipo de acidente.

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Equipe de resgate quebra parede de concreto para salvar gatinho filhote preso

Foto: Caters News Agency

Foto: Caters News Agency

As imagens mostram o momento comovente que um gatinho preso entre duas paredes de concreto é salvo por uma equipe de resgatantes.

Gaby Lera e Ernesto Poblano da LA Animal Services SMART usaram um martelo e um cinzel para quebrar um pedaço do concreto e libertar o gatinho filhote que acabou ficando preso ali em Los Angeles (EUA).

Um vídeo do resgate mostra o gatinho miando desesperado repetidas vezes, preso em um pequeno espaço entre as duas paredes, com sujeira e poeira por todo lado parecendo forçá-la a manter os olhos fechados.

Ms Lera é então visto derrubando um pedaço da parede com um martelo e um cinzel.
Quando é criado um pequeno espaço, ele coloca a mão e puxa o gatinho para fora.

Foto: Caters News Agency

Foto: Caters News Agency

O pobre animal é então erguido para a câmera e ambos os olhos do gatinho estão lacrimejando.

Em seguida, ele é mostrado comendo ração com gratidão e apetite de uma tigela de papelão no LA Animal Service Center.

Foto: Caters News Agency

Foto: Caters News Agency

Um porta-voz da SMART, Armando Navarrete disse: “Nossa equipe levou cerca de 30 minutos para esculpir a parede de cimento e finalmente chegar até ele e resgatar o gatinho”.

Foto: Caters News Agency

Foto: Caters News Agency

“Ele estava bem, só tinha algumas crostas ao redor dos olhos por causa da poeira e do cimento, mas nada errado com sua saúde do ponto de vista medico”.

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Gata recém-nascida resgatada após abandono é adotada por cadela

Um filhote de gato recém-nascido foi resgatado e levado para o Serviço Regional de Proteção Animal do Condado de Spokane (SCRAPS) em Spokane, Washington, nos Estados Unidos, após ser abandonado na rua. Levado para um lar temporário, ele foi inicialmente adotado por uma gata que tinha dado à luz há pouco tempo.

Foto: Jamie Myers

Fêmea, a pequena recebeu o nome de Nala e foi acolhida pela gata. Segundo Jamie Myers, que ofereceu o lar temporário, a gata mamou imediatamente na nova mãe, que a acolheu, lambendo-a e limpando-a.

No entanto, os filhotes da gata eram maiores que Nala e logo ficaram prontos para serem doados, enquanto ela ainda era muito dependente. “Ela fez tudo mais tarde do que o resto do grupo”, disse Myers ao portal The Dodo. “Quando todos abriram os olhos, ela ainda estava com os olhos fechados. E quando começaram a andar, ela ainda se agarrava à mamãe”, completou.

Foto: Jamie Myers

A solução, no entanto, veio de onde se menos esperava: da cadela Izzy, que também vive na casa e tinha dado à luz recentemente. Apesar de ter sua própria ninhada de cães pra cuidar, Izzy estava determinada em adotar Nala.

“A cadela continuou tentando pegar Nala, buscá-la e colocá-la com o resto de seus bebês”, disse Myers. “Ela só pensou que um dos bebês estava fora e desapareceu – ela continuou tentando colocá-lo de volta e colocá-lo de volta”, acrescentou.

“O gatinho não podia andar pelo chão sem que Izzy se levantasse para amamentá-la. Ela estava tentando nos dizer: ‘Essa pequena criatura pertence à minha família’”, disse.

Foto: Jamie Myers

Myers decidiu, então, colocar Nala na cama de Izzy e supervisionar a dupla. “Assim que colocamos Nala com os bebês da cadela, ela se estabeleceu e estava feliz e tudo estava certo em seu mundo novamente”, disse Myers. “E Nala, de repente, tinha todos esses pequenos corpos quentes para aconchegar e amar. E uma nova mamãe peluda para cuidar dela, e ela só se encaixava com sua segunda família adotiva”, completou.

“Ela entrava e saía da caminha sozinha. Então, quando ela terminou de se aconchegar, ela saía e ia comer sua comida de gatinho e brincar um pouco, e então ela voltava direto”, disse Myers.

Com os cuidados que recebeu, Nala cresceu e foi adotada. Para aquecer o coração de Izzy e continuar ajudando animais necessitados, Myers ofereceu, logo em seguida, lar temporário para outros dois filhotes de gato. “Agora Izzy tem mais dois gatinhos que ela está amando”, concluiu.

Foto: Jamie Myers

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Raro e ameaçado de extinção, filhote de onça preta é encontrado em MT

Um filhote de onça-pintada melânica foi resgatado, na quinta-feira (13), no município de Paranaíta, a 849 km de Cuiabá (MT). De acordo com a equipe da Secretaria Estadual de Meio Ambiente (Sema), que fez o resgate, o animal de cerca de três meses é macho, estava sem a mãe e muito debilitado.

O animal também é conhecido como onça preta ou pantera negra. A aparição da pantera negra é motivo de celebração para os biólogos de todo o Brasil. Segundo os pesquisadores, a espécie está ameaçada de extinção.

Foto: Sema-MT/Assessoria

A onça tem melanismo, que é uma alteração genética rara. A concentração de pigmento preto na pele ‘esconde’ as pintas comuns nesta espécie.

O animal foi encontrado em uma região de pastagem por um morador da região. Ele chegou a ficar com o filhote por uma semana, mas percebendo que ele estava muito debilitado, decidiu pedir apoio à Sema.

Em razão da desnutrição, o animal foi encaminhado para o Hospital Veterinário da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) de Sinop, a 503 km de Cuiabá.

Foram feitos alguns exames de sangue, clínico e morfobiometria. Os primeiros resultados apresentaram desidratação e desequilíbrio nutricional, além de uma baixa visão.

A ‘cegueira’ seria consequência do quadro nutricional, segundo a professora Elaine Conceição, responsável pelo setor de atendimento de animais silvestres do hospital.

Agora, ela vai receber medicação para reposição de vitaminas e, se melhorar, posteriormente será preparada para voltar à natureza.

Fonte: G1


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Gatinha finalmente encontra um lar após passar por eventos trágicos

Foto: Mirror/Reprodução

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A gatinha preta, batizada de Harriet chegou os cuidados do Centro de Adoção de Bridgend da Cats Protection depois que uma pessoa a encontrou em seu galpão. Ela tinha acabado de dar à luz. Infelizmente, dos três gatinhos que ela trouxe ao mundo, dois haviam morrido.

Quando a verificação de um microchip que ela tinha no corpo se provou mal sucedida, a equipe dp abrigo deu a ela o nome Harriet e levou-a ao veterinário para um check-up geral de suas condições.

O veterinário notou que ela tinha sinais de infecção e assim a internou para tratamento de emergência. Eles suspeitaram que ela poderia ter a pélvis lesionada e decidiram fazer uma radiografia para investigar. No entanto, o raio-x revelou algo muito mais surpreendente.

Foto: Mirror/Reprodução

Foto: Mirror/Reprodução

Harriet tinha uma hérnia diafragmática: um buraco no diafragma entre a cavidade torácica e o abdome. Como resultado, seus órgãos abdominais estavam em sua cavidade torácica.

Enquanto ela estava sob anestesia geral para a realização do raio-x, a gatinha começou a entrar em estado de insuficiência respiratória e o veterinário rapidamente ligou para a ONG responsável por ela para que eles permitissem a realização de uma cirurgia que potencialmente poderia salvá-la.

Foi uma operação arriscada, mas Harriet venceu as probabilidades e foi além. Ela então teve que passar 48 horas em uma tenda de oxigênio se recuperando.

Foto: Mirror/Reprodução

Foto: Mirror/Reprodução

Durante esse tempo de tensão, o minúsculo gatinho, filhote de Harriet, que se chamava Harry, estava sendo amamentado pelas enfermeiras veterinárias que se asseguraram de que ele estava recebendo todos os nutrientes importantes de que precisava.

Felizmente, depois de alguns dias ele pode se reunir a sua mãe e ela se dedicou totalmente a cuidar dele, apesar de ainda estar se recuperando da cirurgia.

A equipe da Bridgend então começou a procurar para ver se Harriet tinha um tutor, mas quando ninguém a reivindicou, eles iniciaram uma campanha levantar fundos para cobrir os custos de seus elevados gastos veterinários.

Foto: Mirror/Reprodução

Foto: Mirror/Reprodução

Graças a alguns apoiadores muito generosos, eles conseguiram arrecadar incríveis £ 500 e Harriet teve uma recuperação completa.

Quando Harry chegou a oito semanas de idade, ele e sua mãe estavam prontos para encontrar uma família. Felizmente, não demorou muito para que os novos tutores se apresentassem.

Mas nem todos os gatos em situação de rua tem a mesma sorte de Harriet. Muitos morrem nas ruas, de fome, frio ou violência, sem conhecer jamais as alegrias de um lar amoroso.

Não compre, ADOTE

A Cats Protection ajuda cerca de 200 mil gatos por meio da sua rede de abrigos e centros e, para a maioria dos animais, não demora muito a encontrar uma nova casa. A instituição reavalia cerca de 40 mil gatos e gatinhas a cada ano – e nunca coloca um gato saudável “para dormir”.

Funcionando há mais de 30 anos, A ONG expandiu-se para mais de 250 filiais administradas por voluntários e 36 centros médicos em todo o país.

Muitos gatos aguardam por um lar e há muito abrigos e ONGs que promovem feiras de adoção de animais. Animais não são bens para serem comprados, adote um amigo e conheça um tipo de amor único e especial: o incondicional.

Você não vai se arrepender.

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Cantora é presa após adotar um filhote de urso pensando ser um cachorro

A cantora Zarith Sofia Yasin, de Kuala Lumpur, na Malásia, adotou um filhote de urso após confundi-lo com um cachorro e acabou sendo presa por manter um animal silvestre em seu apartamento.

A jovem, de 27 anos, afirmou que levou o urso para casa porque o encontrou doente e, pensando ser um cachorro, decidiu ajudá-lo.

Reprodução / Facebook

Zarith alegou que não planejava manter o animal em cativeiro, segundo informações divulgadas pelo Metro Reino Unido

“Era noite quando encontrei o filhote de urso muito fraco ao lado da estrada, e eu pensei que era um cachorro. Eu sei que um urso não pode ser criado, não pode ser mantido como animal de estimação. Eu só queria salvá-lo, não tinha intenção de explorá-lo”, justificou.

A cantora deu para o urso o nome de Bruno. Ela contou que ficou com medo de enviá-lo a um zoológico, porque nesses locais os animais são muito magros e argumentou que o tratou bem.

“Eu não o coloquei em uma jaula porque não queria que ele ficasse lá por muito tempo – isso teria sido ainda mais cruel. Se Bruno pudesse falar, certamente diria que a comida que eu dei a ele estava deliciosa. Comia até chocolates!”, se defendeu. O alimento, no entanto, não é indicado para ursos.

Após saber do caso por meio de um vizinho de Zarith, que viu o animal e denunciou a situação às autoridades, o Departamento de Vida Selvagem e Parques Nacionais foi ao apartamento da cantora.

A defesa da jovem afirmou que ela tem o “próprio negócio para administrar durante o dia e à noite, canta, e não tem tempo de vender animais”. A cantora disse também que acredita que “animais assim não deveriam estar à venda”.

O gesto de Zarith pode levá-la a ser multada e a ser condenada a até 10 anos de prisão. Após ser levada à delegacia, ela foi liberada sob fiança. Em julho, o caso será julgado por um tribunal.

Um vídeo mostra o urso rugindo e colocando a cabeça para fora de uma janela. Confira abaixo.


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Veterinária usa Facebook para vender filhotes de canguru

Foto: Facebook

Foto: Facebook

Animais não são produtos para serem precificados são vidas sencientes, companheiros de planeta e qualquer tentativa de lucrar sobre eles, e afastá-los de seu habitat natural, tornando-os de animais selvagens em animais domésticos trará imensos danos e sofrimento a esses seres.

Uma criadora de animais americana enfrentou uma onda de revolta e criticas ferozes dos usuários da rede social por vender cangurus bebês no Facebook por 7100 dólares cada.

A mulher que se diz natural e residente do Texas (EUA), se descreve como uma “veterinária simples e exótica” no Facebook, vende também “zebras de qualidade, camelos e cangurus” online.

Foto: Facebook

Foto: Facebook

Seu último post provocou protestos violentos depois que a veterinária postou uma foto de seis filhotes de canguru, com um preço inicial de 7,1 mil dólares para cangurus do sexo feminino e 2800 dólares cangurus do sexo maculino.

Infelizmente não é considerado ilegal pela lei americana possuir um canguru no estado do Texas, mas os marsupiais não podem ser treinados em casa.

Eles podem crescer até dois metros de altura e pesar até 90 kg e requerem espaço adequado para se movimentar e correr.

Grupos que atuam em defesa dos direitos animais questionaram se a prática da veterinária era legal, alegando que os animais precisavam ser criados livres na natureza, de onde jamais deveriam ter saído.

“Estes animais indefesos jamais deveriam estar à venda, eles pertencem a natureza e não devem ser criados em cativeiro! Pobres filhotes de cangurus! Isso é absolutamente horrível! ”, escreveu um deles.

“Especialistas em animais devem estar envolvidos”, comentou outro.

Foto: Facebook

Foto: Facebook

“Eles não poderiam estar em estado selvagem agora, eles todos ainda tomam mamadeira infelizmente eles não se ajustariam em estado selvagem agora. Pelo menos na minha compreensão, mas devem ser soltos quando estiverem maiores, prontos e adaptados”, explicou um deles.

Desde então, a veterinária removeu a postagem do Facebook, mas ainda anuncia em seu site a venda dos animais selvagens, segundo informações do Daily Mail.

Animais selvagens nativos da Austrália sendo vendidos em redes sociais

Os animais nativos mais emblemáticos da Austrália estão sendo negociados por criadores americanos que os vendem como animais domésticos por milhares de dólares.

A repercussão do terrível comércio de animais nativos surgiu depois que os australianos ficaram chocados com um kookaburra chamado “Thunder” sendo vendido em uma gaiola em uma loja de animais em Virginia Beach por 1.200 dólares (cerca de 5 mil reais).

Infelizmente, Thunder é apenas a ponta do comércio crescente de animais nativos australianos nos EUA.

Uma pesquisa rápida em sites de animais domésticos nos EUA revela que cangurus, wallabies, planadores de açúcar e emas estão disponíveis – por um preço. Um criador divulgou online de seis cangurus albinos 45 mil dólares (cerca de 175 mil reais).

Jeff, que mora no estado de Nova York e cria emus, disse ao Daily Mail na quinta-feira (28) que entendia completamente a popularidade dos animais nativos da Austrália – especialmente os cangurus.

“Quem não gostaria de um?” ele disse.

“Eles são fofos e fofinhos quando são bebês – não há nada como ter um canguru, as pessoas enlouquecem quando o veem.”

Ele disse que viu uma pessoa passeando com seu canguru em uma loja dentro um carrinho de compras para o deleite de outros compradores.

Chris, que cria lorikeets, disse ao Daily Mail Austrália que ela estava confusa sobre o motivo pelo qual os australianos ficaram tão indignados ao saber que um kookaburra estava à venda, e alega que animais australianos nativos foram legalmente enviados para zoológicos nos Estados Unidos na década de 1970, e esses zoos passaram o excedente para os criadores – o que significa que não é ilegal para os criadores americanos venderem os animais.

De acordo com a lei australiana, os animais nativos não podem ser retirados do país, mas Chris disse que não acredita que “Thunder” tenha sido obtido ilegalmente, pois conhece seu criador – um homem idoso que está no mercado há décadas. A loja de animais também negou que o Thunder fosse contrabandeado para o país.

Anúncios em lojas de animais online mostram que os animais australianos estão à venda em todos os EUA, com preços que atingem mais de alguns milhares de dólares.

Casais de baby emus são vendidos online de 500 a 979 dólares (cerca de 2 a 4 mil reais), com um site oferecendo até mesmo o envio de aves nativas australianas para qualquer lugar dos EUA via avião.

O petauro-do-açúcar é outro animal faz sucesso entre os americanos, com os marsupiais sendo criados para uso doméstico por mais de uma década nos Estados Unidos. As informações são do Daily Mail.

O pet shop onde está “Thunder” disse em um comunicado postado em sua conta do Facebook que não há qualquer irregularidade da parte deles, mas explicaram com detalhes de onde o kookaburra veio.

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