Pit bull sensível não para de chorar na parte mais triste do “O Rei Leão”

Foto: Facebook/Josh Myers

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Os orgulhosos adotantes e novos pais de uma pit bull resgatada estão descobrindo só agora o quão sensível e doce sua cachorrinha, Luna, realmente é.

Luna veio ao mundo há meses atrás em uma situação muito difícil. Ela nasceu de uma pit bull grávida e desabrigada, muiro sofrida, que foi levada para um lar temporário bem a tempo de ter seus 12 filhotes.

Felizmente, várias semanas depois, a mãe pit bull, Melon e seus doze bebês começaram a ser adotados, graças à Humane Educational Society, um abrigo no Tennessee nos EUA.

Foto: Facebook/Josh Myers

Foto: Facebook/Josh Myers

Foi assim que Luna encontrou sua nova família.

Luna foi adotada por Josh Myers e Hannah Huddleston, um jovem casal que vive em Chattanooga.

O casal conta que nunca esquecerá aquela primeira volta para casa com Luna, Myers dirigindo enquanto Huddleston estava ao lado dele com a filhotinha toda enrolada e encolhida em seus braços.

Foto: Facebook/Josh Myers

Foto: Facebook/Josh Myers

Nesses meses em que Luna já faz parte da família, ela cresceu e amadureceu. E Myers e Huddleston estão conhecendo sua doce personalidade pouco a pouco.

Mas o que Luna fez outro dia realmente os surpreendeu de forma única.

Eles estavam assistindo ao desenho em animação do clássico da Disney “O Rei Leão” enquanto Luna estava na sala brincando “descontroladamente” com seus brinquedos, como estava costumada a fazer, de acordo com a página do Facebook de Myers.

Foto: Facebook/Josh Myers

Foto: Facebook/Josh Myers

Quando o filme mostrou uma cena trágica, Luna parou de repente.

“Assim que Mufasa cai morto, ela para e se vira para a TV e parece estar assistindo a cena”, escreveu Myers.

Quando o filme mostra Simba está tentando acordar seu pai na tela, Luna começou a choramingar e ganir.

“Ver ela chorando em frente a televisão foi a coisa mais doce e encantadora que eu já vi”, escreveu Myers. “Ela até se deita logo depois que Simba se deita com seu pai morto também”.

Luna não é a única que tem um lado sensível, de acordo com Brad Ladd, da família que adotou o outro irmão de Luna; ele disse que toda a ninhada de pit bulls daquele resgate é sentimental e emocional.

“A história de vida deste filhote prova que o amor se sobrepõe ao sofrimento” Lad comentou. “Eles foram amados e mimados mais do que qualquer filhote de cachorro no mundo”.

Foto: Facebook/Josh Myers

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A família, conhecida como The Melon Dozen (Os 12 filhos da Melon), ainda se reúne para em datas específicas para matar a saudade e se divertir e acima de tudo para que os irmãos possam continuar interagindo enquanto crescem.

“Nós não merecemos cachorros”, acrescentou Myers. “Quatro meses de idade e ela já está mostrando empatia”.

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Elefantes em luto carregam o corpo de filhote morto em procissão funerária

Foto: Daily Mail/Reprodução

Foto: Daily Mail/Reprodução

As imagens comoventes mostram uma procissão de elefantes indianos carregando o corpo sem vida de um membro do grupo, em cenas que lembram as cerimônias humanas de luto.

Um vídeo pungente dos elefantes acompanhando um “funeral” para um de seus jovens companheiros, se tornou viral, provocando emoção e repercutindo intensamente nas mídias sociais.

A impressionante filmagem foi postada no Twitter por Parveen Kaswan, um guarda florestal do Serviço Exterior da Índia, na sexta-feira última.

As imagens mostram um elefante indiano adulto saindo de uma área arborizada em uma estrada, carregando o corpo sem vida de um filhote de elefante morta com sua tromba.

Ele descansa o corpo no chão por um momento, em seguida parece protegê-lo enquanto espera por outros membros do grupos que seguem o cortejo e chegam após alguns momentos.

Foto: Daily Mail/Reprodução

Foto: Daily Mail/Reprodução

Andando em linha – não muito diferente de uma procissão fúnebre – elefantes jovens e adultos se reúnem em volta do corpo.

Com o grupo reunido, o corpo é levado para a floresta enquanto os transeuntes observam.

As cenas provocaram uma explosão de emoção nas mídias sociais, depois de ter sido re-tweetado mais de 5 mil vezes, e recebido pouco menos de 12 mil curtidas.

Devika comentou: “Isto é uma prova dos sentimentos dos animais e dilaceram um coração. Há muito que os humanos podem aprender com os animais”.

Foto: Daily Mail/Reprodução

Foto: Daily Mail/Reprodução

Sumita Bhatt acrescentou: “Meu Deus! É a primeira vez que vi esse vídeo… Realmente muito tocante”.

Mohan Alembath disse que o “vídeo é muito comovente e emocionalmente perturbador”, observando que “a capacidade dos elefantes para emoções complexas como o luto é verdadeiramente notável”.

Enquanto os cientistas alertam contra a interpretação de tais exibições como sendo motivadas por “luto”, os elefantes são uma das várias espécies que foram observadas a lamentar seus mortos, segundo informações do Daily Mail.

Sabe-se que os elefantes têm interesse especial nos ossos de seus mortos, segundo a revista Smithsonian, e foram vistos realizando “funerais” anteriormente.

Durante esses memoriais, os animais foram vistos passando repetidas vezes pelo falecido companheiro de grupo – até às vezes cheirando e tocando o cadáver.

Ano passado, foram divulgadas imagens de uma baleia orca que carregava o corpo de seu filhote falecido nas costas por mais de duas semanas em águas canadenses antes de liberá-lo.

Os chimpanzés também foram repetidamente observados em práticas similares.

Em um caso relatado, um pequeno grupo de chimpanzés em cativeiro foi flagrado examinando o corpo de um companheiro do grupo em busca de sinais de vida, e limpou pedaços de palha de seu pelo. Eles se recusaram a ir para o lugar onde ela havia morrido por vários dias depois.

Em 2017, uma equipe de pesquisadores de primatas na Zâmbia filmou uma mãe usando um pedaço de grama seca para limpar detritos dos dentes de seu falecido filho.

A implicação, segundo os cientistas envolvidos, é que os chimpanzés continuam a sentir laços sociais, mesmo após a morte, e sentem alguma sensibilidade em relação aos cadáveres.

Magpies (pássaros australianos) foram observados enterrando seus mortos sob galhos de grama.

Em um dos exemplos recentes mais fascinantes, um menino de oito anos capturou imagens de pecarídeos, uma espécie de porco selvagem, encontrado em algumas partes dos Estados Unidos, observando rituais de luto.

Os queixadas visitavam o cadáver repetidamente, acariciando-o e mordendo-o, bem como dormindo ao lado dele.

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Guia turístico afunda filhote de elefante no mar para turistas tirarem fotos

Foto: Viral Press

Foto: Viral Press

A exploração dos elefantes pela indústria de turismo nos países em que a espécie habita é notória e vergonhosa. Abusos de toda espécie são noticiados diariamente com animais tendo que fazer truques para plateias, pintar quadros com a tromba, dançar e até dirigir quadrículos.

O último ato de violência contra os elefantes, movido pela indústria do turismo, foi protagonizado por um guia turístico foi filmado afundando um bebê elefante no mar para que uma turista que também estava na praia pudesse tirar fotos do animal.

O mahout (nome dado aos manipuladores de elefante) arrastou o filhote para o oceano em Phuket, no sul da Tailândia, em 14 de maio, após os dois turistas pagarem por passeios ao lado dos animais, elefantes são explorados.

Um homem é visto no vídeo, tirando selfies enquanto estava sentado em cima de um elefante adulto que estava ao fundo com água até os joelhos no mar.

Uma mulher usando um biquíni branco – que provavelmente estava de férias – tirou fotos do bebê elefante preso pelo guia no mar.

O elefante bebê parecia nervoso e desconfortável na água, mas o mahout colocou as mãos no pescoço do elefante e o empurrou de volta para o mar, prendendo-o.

Quando o filhote acenou com a tromba em aparente desconforto, o mahout colocou a mão na cabeça do animal enquanto continuava a prendê-lo na água.

Foto: Viral Press

Foto: Viral Press

O comportamento cruel praticado conta o filhote era uma tentativa de manter o elefante imóvel para que o turista pudesse tirar uma foto dele no mar, segundo informações do Daily Mail.

Ela bate a foto do elefante bebê e em seguida, vira a câmera em direção ao seu parceiro, que está montando o outro elefante, porém adulto.

A cena provocou revolta dos defensores dos direitos animais que afirmaram que além de ser uma violência levar os elefantes contra a vontade para o mar também danificou os recifes de corais na área.

Thammarat Suwannaposri do Spotlight Phuket disse: “Os elefantes eram parte da atração turística organizada por um restaurante próximo e eles não pediram permissão para fazê-lo”.

“A praia é muito rochosa, mas está cheia de antigos recifes de coral, cuja retirada não foi autorizada de acordo com a lei. Mas eles trouxeram um profissional para escavar e limpar a área, para que esses elefantes pudessem entrar na água e posar para fotos com os turistas”.

“O que eles fizeram foi considerado ilegal e deveriam ser punidos por destruir o meio ambiente e abusar dos animais”.

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Presidente de ONG joga e esfrega um bolo de aniversário no rosto de um leão

Foto: blend_brifkani/Instagram

Foto: blend_brifkani/Instagram

O curdo Blend Brifkani, que esfregou o bolo de aniversário no rosto do leão, pediu desculpas publicamente depois que o vídeo do incidente cruel provocou fúria na internet. O leão viveria em cativeiro como animal doméstico de Brifkani segundos informações do Daily Mail.

No vídeo, que foi amplamente divulgado no Twitter, um grupo de homens é visto ajoelhado ao lado do leão.

O grupo, que fala curdo nas filmagens, parece estar posando para uma foto ao lado de um bolo de aniversário para a câmera.

Mas um dos homens do grupo, Brifkani, então joga e esfrega agressivamente o bolo no rosto do leão, enquanto os outros ao seu redor riem da cena de violência.

O erorme felino, pego de surpresa com a agressão, salta em seguida assustado e tenta se afastar do grupo, enquanto balança a cabeça e usa as patas para tentar tirar os pedaços do bolo de si.

O responsável pela ação e tutor do leão é também chefe da Organização de Cooperação dos Países Curdos – uma ONG local.

Usuários do Twitter descrevem Brifkani como um cantor muito rico que se tornou ativista e sua página no Instagram apresenta dezenas de fotos de si mesmo posando com seu leão como animal doméstico.

Foto: blend_brifkani/Instagram

Foto: blend_brifkani/Instagram

Um dos vídeos do perfil mostra o leão com suas garras removidas.

Brifkani mencionou o vídeo do bolo na legenda de outro post no Instagram dizendo que jamais pretendia intencionalmente abusar do leão, que ele descreve como seu “melhor amigo”.

“As imagens mostram emoções puras que me levaram a um exagero descontrolado a atitude foi a o resultado da excitação que eu senti enquanto celebrava o aniversário dele”, escreveu ele.

Foto: blend_brifkani/Instagram

Foto: blend_brifkani/Instagram

“Quando encontrei Leo no deserto, ele estava sozinho, pequeno, fraco e sem a mãe. Se ele tivesse caído nas mãos erradas, ele não teria conseguido sobreviver. Eu forneci a ele uma casa segura, um bom ambiente, cuidados veterinários e tudo o que fosse necessário para manter a saúde do leão até que ele crescesse”.

“O meu plano nunca foi mantê-lo em cativeiro, mas sim criá-lo até que ele estivesse bem o bastante e tivesse idade suficiente para ser solto na natureza novamente”.

“Eu admito que foi errado jogar o bolo no rosto do leão, deixei minhas emoções e minha excitação tomarem conta de mim e peço desculpas àqueles que ofendi com isso”.

Foto: blend_brifkani/Instagram

Foto: blend_brifkani/Instagram

“Eu não sou um agressor de animais, estou constantemente trabalhando em projetos que mostram como os animais são importantes para mim, especialmente Leo e o quanto eu me importo com o bem-estar dele. Garanto a vocês que Leo está a salvo e logo voltará à vida selvagem”.

O vídeo, que teria sido filmado em Erbil – a capital do Curdistão iraquiano – por garotos ricos de Erbil, foi visto mais de 860 mil vezes no Twitter e provocou milhares de comentários furiosos.

O comediante Ricky Gervais comentou: “Sujeira, imundice sem valor”.

Outro usuário do Twitter, Adam Yeend, escreveu: “A absoluta ignorância repugnante e a crueldade do homem para tirar proveito da inocência e vulnerabilidade de outro ser são um sinal absoluto de fraqueza”.

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Orangotango grávida é fotografada em cima da última árvore que restou em pé na floresta

Foto: Press People

Foto: Press People

Uma orangotango do sexo feminino grávida, exausta e faminta se agarra a uma árvore solitária bem acima do que costumava ser uma floresta tropical intocada há milênios – até que tratores gigantes a invadiram e destruíram em dias.

Boon-Mee estava fraca e assustada demais para deixar o tronco de árvore onde procurara refúgio enquanto as máquinas destruíam sua casa na floresta em Bornéu, relata o jornal Sunday People.

Suas condições significavam que ela não conseguiria procurar alimentos – condenando a si mesma e seu bebê a uma morte agonizante.

Boon-Mee parecia condenada a compartilhar o destino de muitos orangotangos na Indonésia, onde as plantações de dendê estão destruindo os habitats tropicais dos primatas em Bornéu e Sumatra.

Foto: Press People

Foto: Press People

Centenas de macacos são abatidos todos os anos com armas e facões na busca por lucros que as empresas realizam ao destruir as florestas de dendê para extrair o óleo de palma.

Mas, na verdade, Boon-Mee teve sorte porque, no caso dela, os donos das plantações pertencem a um grupo de conservação e relataram seu caso a uma entidade beneficente International Animal Rescue.

Uma equipe do IAR – apoiada por oficiais florestais locais – saiu em seu resgate e passou horas lutando sobre árvores caídas, muitas vezes tendo que usar máscaras porque os tocos tinham sido incendiados e ainda estavam queimando.

Quando finalmente chegaram ao local, encontraram não apenas Boon-Mee, mas outros três orangotangos.

Charanya teve um bebê e estava procurando desesperadamente por comida. Kalaya estava semi-consciente e com os peitos cheios de leite, levando a equipe a pensar que ela tinha acabado de ter um bebê, que provavelmente morreu ou foi tirado dela para ser vendido como animal doméstico.

Enquanto isso, Boon-Mee estava sobrevivendo com suas últimas forças.

O oficial da IAR, Lis Key, disse: “É de cortar o coração ver o estado terrível desses animais, já que seu habitat é destruído pela indústria de dendê – eles ficam fracos pela fome.

“É um conforto mínimo que desta vez, em vez de persegui-los ou matá-los, como costumam fazer, a empresa fez a coisa certa e nos contatou”, disse Key.

Boon-Mee foi o mais complicado dos primatas a ser resgatado porque ela estava fraca demais para descer da árvore.

No final, os socorristas a tranquilizaram com um dardo e a pegaram em uma rede.

Os três adultos e o bebê foram levados para um refúgio da vida selvagem, onde Boon-Mee teve seu bebê protegida e tranquila. Ela passa bem e parto correu normalmente.

Todos os orangotangos tiveram a saúde restabelecida e depois foram liberados na selva em outra parte da floresta. Lis disse: “Apesar da condição em que estavam, eles realmente tiveram sorte em terem sido resgatados”.

“O pior é que existem centenas de orangotangos que não terão tanta sorte por causa das terríveis condições em que são forçados a tentar sobreviver”.

Especialistas temem que existam apenas 40 mil orangotangos na natureza – um número chocante se considerados que representam 20 mil a menos de apenas uma década atrás.

E o IAR avisa que o desmatamento para extração do óleo de palma é a causa número um de tantas mortes.

Foto: Press People

Foto: Press People

O óleo é usado em até metade de todos os alimentos processados, é cada vez mais usado como biocombustível e é um ingrediente-chave em itens como xampus e cosméticos.

Lis disse: “Há muitas alternativas para o óleo, mas nenhuma é tão barata”.

E os compradores muitas vezes não percebem o quanto isso é usado, porque podem ser citados nas embalagens e rótulos dos produtos como “óleo vegetal”.

Mas o plano da UE para introduzir novas regras de rotulagem começa a vigorar no próximo ano.

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Câmera escondida flagra caçadora alimentando cães com filhotes de raposa

Foto: SWNS

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Um investigador que atua em defesa dos direitos animais flagrou o momento em que um caçador alimentou seus cães com filhotes de raposa.

Paul Oliver, de 40 anos, é acusado de jogar os filhotes para seus cães antes que as duas raposas fossem encontradas mortas em uma lixeira. Ele nega acusações.

Na sexta-feira, o Tribunal de Magistrados de Birmingham (Inglaterra) assistiu as gravações secretas, depois que ativistas anti-caça instalaram as câmeras escondidas no canil South Herefordshire Hunt em 16 de maio de 2016.

Três pessoas foram julgadas por acusações de crueldade contra animais após as imagens secretas vieram à tona.

Foto: SWNS

Foto: SWNS

O vídeo mostra um homem carregando um filhote de raposa até os canis, enquanto os cães podem ser ouvidos latindo alvoroçadamente.

Minutos depois, o homem sai do canil e joga o animal morto em uma lixeira antes de borrifá-lo com um líquido.

Oliver, a empregada do canil Hannah Rose, 30, e o terrierman Nathan Parry, 40, negam as quatro acusações de causar sofrimento desnecessário a um animal protegido.

Julie Elmore, 55, de Abergavenny, País de Gales, e Paul Reece, 48, de Itton, no País de Gales, admitiram duas acusações de causar sofrimento desnecessário a um animal protegido.

O tribunal ouviu como o investigador dos direitos animais, Karl Garside, capturou as filmagens depois de colocar um rastreador magnético no Land Rover da Parry.

Foto: SWNS

Foto: SWNS

Ele disse que as câmeras foram instaladas perto de trailers brancos no local onde fica o canil SHH Kennels, onde ele também encontrou um filhote de raposa em uma gaiola.

Garside, o investigador, observou que a caça à raposa foi proibida em 2005, então ele instalou a câmera para descobrir por que o filhote de raposa estava lá.

Ele disse que as imagens mostram um homem de boné colocando a raposa morta em uma lixeira, antes de ser visto levando outro filhote de raposa para dentro do canil.

Garside acrescentou: “Ele é visto então pulverizando algo sobre as raposas no lixo, fomos ao local mais tarde e vimos os filhotes de raposa no lixo, eles estavam azuis.”

Um funcionário rural disse ao tribunal que acredita que as raposas podem ter sido mortas com um martelo antes de serem dadas aos cães.

A testemunha de defesa, que foi referida apenas como Dr. Lomax, disse: “Sabemos que as lesões na cabeça e no peito ocorreram com cerca de um minuto de intervalo entre uma e outra.

“Pode-se supor que o golpe na cabeça teria sido o primeiro”.

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Filhote de poucos dias sobrevive após a mãe ser atingida por flecha e morrer

Foto: Macedon Ranges Wildlife Network

Foto: Macedon Ranges Wildlife Network

Dois cangurus foram atingidos por flechas, um deles era uma mãe carregando um filhote em sua bolsa. Ela sofreu ferimentos tão graves que teve que ser sacrificada.

A Rede de Proteção à Vida Selvagem Macedon Ranges foi chamada após um canguru do sexo feminino ter sido flagrada com uma flecha no peito no sábado em Greenvale (Austrália), cidade localizada a uma hora a noroeste de Melbourne.

A entidade de não conseguiu pegar o animal ferido, voltando no dia seguinte para tentar capturar e tratar o animal quando encontraram um canguru diferente também ferido, um macho com uma flecha nas costas.

O canguru macho só sofreu ferimentos leves, mas recebeu um sedativo e foi levado para tratamento.

As autoridades de proteção à vida selvagem, temem que os criminosos tenham atirado em mais animais, equipes de resgate e salvamento, continuaram as buscas na área.

Canguru fêmea com flecha no peito | Foto: Macedon Ranges Wildlife Network

Canguru fêmea com flecha no peito | Foto: Macedon Ranges Wildlife Network

A mãe canguru estava carregando um filhote que foi levado para ser cuidado do santuário da vida selvagem.

“É doentio e nos deixa incrivelmente tristes. Estes são atos deliberados e desnecessários de crueldade ”, disse Mel Fraser, da Macedon Ranges Wildlife Network.

Bebê canguru órfão | Foto: Macedon Ranges Wildlife Network

Bebê canguru órfão | Foto: Macedon Ranges Wildlife Network

“Eu já estive envolvida em casos de flechas atingindo animais antes. Nossa equipe não é nova nisso, mas nunca fica mais fácil ”, disse ela.

O comportamento doentio e criminoso vem a tona apenas duas semanas depois de um canguru ser encontrado decapitado em Adelaide.

Outro canguru foi encontrado em Sydney com uma flecha na cabeça em dezembro do ano passado.

A polícia de Victoria disse estar conduzindo uma investigação sobre os ataques.

Canguru macho com flecha nas costas | Foto: Macedon Ranges Wildlife Network

Canguru macho com flecha nas costas | Foto: Macedon Ranges Wildlife Network

Outro caso de mãe morta por flechada deixando filho órfão na Austrália

Também na Austrália, e vítima de uma flecha, um gambá do sexo feminino teve que ser sacrificado deixando seu filhote órfão e para ser criado por humanos.

O marsupial nativo da Austrália foi encontrado trespassado por uma flecha, tão comprida quanto seu corpo, em uma propriedade na cidade de Humpty Doo.

“Às vezes é difícil não perder a fé nos seres humanos”, disse a ONG Wildlife Rescue Darwin, no Facebook.

“Seu bebê agora será criado manualmente no Centro de Resgate e nós reportaremos ao departamento Parks and Wildlife para que eles investiguem o caso e punam os culpados”.

Foto: Wildlife Rescue Darwin

Foto: Wildlife Rescue Darwin

Como ela não poderia ter se mexido depois de atingida e a arma (arco e flecha) é de curto alcance, esperamos que a pessoa que fez esse ato bárbaro seja encontrada”, disse Darwin.

A equipe de resgate da vida selvagem disse que o animal ainda estava vivo ao ser encontrado, mas os veterinários foram forçados a colocá-la para dormir pois a flecha perfurou seu pulmão.

Raios-X mostraram o quão prejudicial a flecha era para o animal foi como ele viajou todo o caminho através de seu corpo.

O ato cruel foi relatado ao departamento de Parques e Territórios do Norte e Unidade de Vida Selvagem para investigação.

Os comentários nas publicações sobre o fato nas redes sociais demonstravam horror e repúdio ao ato cruel e chocante perpetrado contra o animal.

As pessoas que comentavam ou estavam furiosos e revoltados com a pessoa que ferira o animal ou sentiam-se tristes e consternados por sua morte desnecessária.

Muitos até sentiram empatia pelos membros do grupo de animais selvagens que tiveram que testemunhar a crueldade em primeira mão e ver o animal morrer após a necessidade da morte induzida.

O bebê gambá agora segue sem mãe, órfão e será criado pelos funcionários e especialistas do centro da vida selvagem. Mais uma entre as tantas vítimas da maldade e irresponsabilidade humana.

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Bebê elefante tenta desesperadamente acordar sua mãe morta

Foto: Newslions Media

Foto: Newslions Media

As imagens flagram o momento comovente em que um bebê elefante é visto tentando acordar sua mãe, que desmaiou e morreu depois de vagar por uma aldeia na Índia.

O filhote acariciou com sua tromba a cabeça de sua mãe enquanto ela se deitava imóvel no chão na aldeia de Hiran, no estado de Odisha (Índia).

A mãe doente, com o bebê ao seu lado, entrou na comunidade que fica perto da selva de Khalasuni, no distrito de Deogarh.

Inicialmente, os aldeões cuidaram do elefante e do filhote, fornecendo-lhes comida, água e aplicando ervas medicinais nas feridas de sua perna direita e da testa.

Eles informaram os guardas florestais sobre a presença da mãe e de seu filho em sua aldeia.

Segundo os aldeões, a elefanta aparentemente quebrou a perna direita, provavelmente por cair em um buraco. Ela também tinha uma ferida na testa.

Nos primeiros dias, a elefanta mesmo mancando era capaz de se movimentar por conta própria.

Foto: Newslions Media

Foto: Newslions Media

Mas quando a ferida piorou, ela desabou no chão e não conseguiu ficar em pé novamente.

Nas últimas seis semanas, o animal foi submetido a tratamento na aldeia por veterinários e especialistas designados por guardas florestais.

Mas, embora tenham tentado ao máximo curar o elefante, não conseguiram salvar a vida da mãe.

O bebê elefante, inconsciente do fato de sua mãe ter morrido, podia ser visto inocentemente tentando acordá-la em uma cena comovente e triste.

Ameaçados de extinção

Uma avaliação atualizada de um tratado administrado pela ONU Meio Ambiente confirmou que a caça continua ameaçando a sobrevivência de elefantes africanos, cuja população caiu de estimados 12 milhões há um século para 400 mil, de acordo com o Relatório sobre a Situação de Elefantes Africanos 2016.

Com base em dados da Proporção de Elefantes Mortos Ilegalmente (PIKE, na sigla em inglês), a Convenção sobre Comércio Internacional de Espécies Ameaçadas da Fauna e Flora (CITES) avaliou os níveis de mortes ilegais por meio do programa de monitoramento de elefantes mortos. O monitoramento calculou que a caça ilegal é a principal causa de mortes de elefantes.

De acordo com evidências, níveis da PIKE alcançaram um pico em 2011, quando alarmantes 10% dos elefantes africanos foram caçados, antes de caírem até 2017. O nível permaneceu relativamente sem mudanças ao longo de 2018.

Níveis altos da proporção são preocupantes porque até mesmo populações estabelecidas e protegidas de elefantes sofrem perdas anuais para caças ilegais e outra formas de mortalidade, que não são compensadas por taxas de natalidade.

Muitas populações de elefantes africanos são pequenas, fragmentadas e não são protegidas, o que as tornam mais vulneráveis à caça.

“Mortes ilegais de elefantes africanos por conta do marfim continuam uma ameaça significativa às populações de elefantes na maioria dos Estados”, disse a secretária-geral da Convenção, Ivonne Higuero. “Ao mesmo tempo, a população humana da África cresceu dez vezes, de 125 milhões para 1,225 bilhão, criando competição com elefantes por terra”.

Embora o comércio internacional de marfim de elefantes esteja banido pela Convenção desde 1990, opiniões são divergentes entre países sobre a continuação, ou não, da proibição.

O elefante africano e o debate sobre comércio de marfim será um item da agenda da próxima Conferência das Partes da CITES, realizada a cada três anos. A Conferência estava marcada originalmente para maio deste ano em Colombo, no Sri Lanka, mas será remarcada para uma data posterior.

“Precisamos continuar reduzindo caça e comércio ilegal de marfim e encontrar soluções para garantir a coexistência de elefantes com populações locais”, destacou Higuero. “A comunidade internacional deve expandir ainda mais seu trabalho com Estados africanos para encontrar soluções que funcionem tanto para os elefantes quanto para comunidades locais”.

Filhote de cachorro abandonado perde um olho após ser torturado por gangue de abusadores

A cadelinha Oakley após a cirurgia | Foto: Kent County Sheriff's Office

A cadelinha Oakley após a cirurgia | Foto: Kent County Sheriff’s Office

Um filhote de cachorro teve que ter seu olho removido cirurgicamente após ser baleado e torturado por uma gangue de abusadores de animais.

O filhote amigável e brincalhão, é na verdade uma cachorrinha e foi batizada de Oakley. Ela foi repetidamente alvejada por tiros de balas de festim durante a agressão covarde e cruel e depois deixada para morrer.

Oakley foi resgatada por uma uma mulher que reside na região e ouviu os tiros do lado de fora de sua casa, em Bakersfield na Califórnia (EUA), ela correu para ver o que era, foi quando encontrou o animal ferido.

Oakley recebe carinhos e mimos dos funcionários do gabinete do xerife | Foto: Kent County Sheriff's Office

Oakley recebe carinhos e mimos dos funcionários do gabinete do xerife | Foto: Kent County Sheriff’s Office

O filhote que tem o pelo curto branco com manchas marrom e brancas pelo corpo foi encontrado ganindo de dor sob o carro da mulher enquanto quatro pessoas fugiram correndo do local.

Oakley foi levada às pressas para o centro de resgate mais próximo, onde os veterinários conseguiram salvar sua vida.

Infelizmente, ela teve que ter o olho removido, devido a gravidade de seus ferimentos.

Oficiais do Gabinete do Xerife do Condado de Kent disseram que ela saiu da cirurgia alegre e animada.

Oakley será colocada para adoção assim que se recuperar totalmente.

Oakley com membros da equipe de resgate que ajudaram a salvar sua vida | Foto: Kent County Sheriff's Office

Oakley com membros da equipe de resgate que ajudaram a salvar sua vida | Foto: Kent County Sheriff’s Office

A polícia abriu uma investigação sobre o terrível ato caracterizado como crime de crueldade contra animais, relata o jornal Metro.

Esta semana um cão na Irlanda do Norte teve que ser sacrificado depois de ter ácido jogado por todo o seu corpo.

O animal de estimação da família foi levado por Hannah Marriott depois que apareceu em sua porta com ferimentos doentios. Hannah, de Newry, na Irlanda do Norte, disse: “Quem fez isso com esse pobre cachorro está doente, completamente louco”.

O cão ferido foi encontrado no bairro de Parkhead da cidade na terça-feira.

Centenas de pessoas foram às mídias sociais para desabafar seu horror ao tratamento do animal, relata Belfast Live.

Um deles disse: “A família do cachorro foi notificada e eles estão traumatizados com o que aconteceu ao seu animal de doméstico”.

Respeito à vida

Violência e brutalidade contra animais são sintomas de uma causa antiga e nociva: o especismo. Julgando-se superior às demais espécies do planeta o ser humano, abusa, mata, come e usa os animais e meio ambiente como se fosse bens de consumo descartáveis disponíveis para o seu consumo e à sua disposição.

Animais são vidas preciosas, seres sencientes, capazes de sentir, amar, sofrer, criar vínculos profundos e compreender o mundo ao seu redor. Qualquer violência contra um animal é um atentado contra a vida em si, contra seus direitos e contra a própria humanidade.

Companheiros de planeta e não seres inferiores, os animais tem sofrido sob o jugo secular, impiedoso e cruel da humanidade, arbitrariamente e sem defesa. Cabe a nós o reconhecimento de sua presença como espécies irmãs no planeta e tão dignas de direitos como os seres humanos.

É o mínimo em um mundo onde são feridos, mutilados, desrespeitados, abusados e muitas vezes mortos indiscriminadamente.

Esquilo selvagem volta todos os dias para visitar seu salvador

Foto: Tyler Gregory

Foto: Tyler Gregory

Quando Tyler Gregory encontrou um pequeno esquilo bebê, frágil e faminto, em sua propriedade no Kansas (EUA), ele soube imediatamente que faria o que fosse necessário para salvar aquela pequena vida.

O esquilo filhote havia sido uma das vítimas da terrível tempestade que havia atingido a região e foi arrastado para longe da segurança de seu ninho e de sua mãe. Gregory trouxe o esquilo do sexo feminino para dentro de casa para aquecê-la, mas ele estava com medo de que ela não conseguisse sobreviver durante a noite.

“Ela era tão pequena que seus olhos ainda nem estavam totalmente abertos”, disse Gregory ao The Dodo. “Começamos a dar mamadeira com uma fórmula fortificante especial para ela e esperando o melhor”.

Foto: Tyler Gregory

Foto: Tyler Gregory

Gregory e sua namorada colocaram o despertador para acordá-los a cada três horas e se revezaram para dar as mamadas frequentes ao bebê esquilo. Felizmente, seus horários flexíveis permitiam-lhes que tivessem o tempo necessário para cuidar do pequeno esquilo, a quem chamavam Annie.

“Isso ajuda no nosso cronograma de trabalho, já que sou músico e minha namorada trabalha com arte de casa mesmo”, disse Gregory.

Durante as primeiras semanas, Annie dormiu em uma pequena gaiola com uma almofada de aquecimento para mantê-la confortável e, à medida que foi crescendo, o mesmo aconteceu com o tamanho de sua hospedagem.

Foto: Tyler Gregory

Foto: Tyler Gregory

Mas assim que seus olhos se abriram, o curioso esquilo queria mais espaço para andar – e seu pai estava feliz em apaziguá-la e satisfazer suas vontades.

Gregory começou a levar Annie em passeios frequentes para o lado de fora da casa, onde ela podia rastejar pela grama e tomar sol. Logo, o pequeno esquilo estava testando sua força, dando saltos voadores de troncos de árvores e postes da cerca.

Mas não importava para o quão longe ela fosse, Annie sempre corria de volta para o pai para ganhar uma coçadinhas no pescoço e – seu carinho favorito – uma esfregada na barriga.

Foto: Tyler Gregory

Foto: Tyler Gregory

“Ela sempre foi muito apegada a nós enquanto crescia”, disse Gregory. “Ela gostava de correr pela casa ou ir para fora, no quintal, mas sempre voltava e vinha direto para nós. Sempre que as pessoas apareciam, como visitas, ela vinha dizer “olá” sentada no meu ombro.

Quando Annie não estava andando por aí no ombro do pai ou rastejando pelo labirinto de seu cabelo, ela pegava carona na parte nas costas do irmão cachorro.

Em novembro, Annie subiu em sua primeira árvore – um sinal claro para Gregory de que ela estava se preparando para viver sozinha. No entanto, as más condições inclementes do tempo atrasou sua despedida.

“Nós não pudemos liberá-la porque o inverno começou a chegar e o frio estava muito forte”, disse Gregory. “Sua gaiola ainda estava dentro de casa – no entanto, em dias de sol, nós a levamos para fora para que ela pudesse se acostumar com o ambiente.”

Foto: Tyler Gregory

Foto: Tyler Gregory

Gregory queria que fosse escolha de Annie a hora de deixar o ninho, então ele começou a abrir a porta da gaiola para ela poder sair por conta própria.

“Estávamos nervosos e tristes, mas precisava ser feito”, disse Gregory. “Eu não aguentava mais vê-la na gaiola e ela estava começando a ficar selvagem ao invés de ser um bebezinho doce”.

Um dia, no mês de março, ele abriu a porta e Annie correu para os bosques que circundavam a residencia.

Enquanto Gregory e sua namorada brincavam e comparavam Annie a um adolescente crescendo e saindo para a faculdade, pois ainda doía dizer adeus. “Eu não a vi por cerca de uma semana e fiquei muito triste que talvez ela nunca mais voltasse”, disse Gregory.

Mas assim como uma criança se afastando pela primeira vez – Annie ainda queria voltar para casa para uma refeição grátis e para brincar com o cachorro.

“Eu abri a porta da frente no outro dia e lá estava ela!” Gregory disse. “[Ela] veio e me cumprimentou pulando no meu ombro”.

“[Isso] me fez muito feliz”, escreveu Gregory no Reddit. “Eu estava preocupado como qualquer pai ou mãe”.

A visita dela foi breve, mas significou muito para Gregory saber que Annie estava feliz e saudável.

“Ela passou algum tempo conosco, cerca de uma hora e depois seguiu seu caminho”, acrescentou Gregory.

“Ela volta todos os dias por um tempinho para se divertir abrindo nozes e depois segue seu caminho. Ela parece muito feliz e gosta de subir nas árvores”, conclui o orgulhoso pai.

“Aquece o meu coração saber que ela anda por aí, mas ainda volta pra casa”, acrescentou Gregory.