Câmera de segurança flagra cachorro sendo abandonado dentro de saco

Uma câmera de segurança flagrou, na manhã deste sábado (18), um cachorro, preso dentro de um saco, sendo abandonado no Jardim Eldorado, em Sorocaba (SP). Assista abaixo.

Foto: Arquivo Pessoal

Nas imagens é possível ver um veículo estacionando e jogando o animal. Em seguida o veículo sai e o cachorrinho, assustado, consegue sair do saco, mas fica parado observando o carro ir embora.

Por sorte, ele foi resgatado por moradores do local e está recebendo todos os cuidados. Uma veterinária avaliou a saúde do animal, que aparenta ter entre 9 e 11 meses de vida, e ele passa bem.

Representantes da Associação de Moradores do bairro registraram o caso na Polícia Civil, que deve usar as imagens da câmera de segurança para identificar o dono do veículo.

Abandonar animais é crime e a pena pode varia de 3 meses a 1 anos de detenção e multa. Até o fechamento dessa matéria o veículo não havia sido encontrado.

Fonte: Rápido no Ar

Mãe gambá é sacrificada após ser atingida por flecha, deixando filho órfão

Foto: Wildlife Rescue Darwin

Foto: Wildlife Rescue Darwin

Um gambá do sexo feminino foi fechada à queima-roupa por um criminoso em um “ato bárbaro” que deixou o minúsculo animal órfão e para ser criado por humanos.

O marsupial nativo da Austrália foi encontrado trespassado por uma flecha, tão comprida quanto seu corpo, em uma propriedade na cidade de Humpty Doo, na Austrália.

“Às vezes é difícil não perder a fé nos seres humanos”, disse a ONG Wildlife Rescue Darwin, no Facebook.

Foto: Wildlife Rescue Darwin

Foto: Wildlife Rescue Darwin

“Seu bebê agora será criado manualmente no Centro de Resgate e nós reportaremos ao departamento Parks and Wildlife para que eles investiguem o caso e punam os culpados”.

Como ela não poderia ter se mexido depois de atingida e a arma (arco e flecha) é de curto alcance, esperamos que a pessoa que fez esse ato bárbaro seja encontrada”, disse Darwin.

A equipe de resgate da vida selvagem disse que o animal ainda estava vivo ao ser encontrado, mas os veterinários foram forçados a colocá-la para dormir pois a flecha perfurou seu pulmão.

Raios-X mostraram o quão prejudicial a flecha era para o animal foi como ele viajou todo o caminho através de seu corpo.

O ato cruel foi relatado ao departamento de Parques e Territórios do Norte e Unidade de Vida Selvagem para investigação.

Foto: Wildlife Rescue Darwin

Foto: Wildlife Rescue Darwin

Os comentários nas publicações sobre o fato nas redes sociais demonstravam horror e repúdio ao ato cruel e chocante perpetrado contra o animal.

As pessoas que comentavam ou estavam furiosos e revoltados com a pessoa que ferira o animal ou sentiam-se tristes e consternados por sua morte desnecessária.

Muitos até sentiram empatia pelos membros do grupo de animais selvagens que tiveram que testemunhar a crueldade em primeira mão e ver o animal morrer após a necessidade da morte induzida.

O bebê gambá agora segue sem mãe, órfão e será criado pelos funcionários e especialistas do centro da vida selvagem. Mais uma entre as tantas vítimas da maldade e irresponsabilidade humana,

Filhote de preguiça chora após perder a mãe e recebe tratamento em RO

Um filhote de bicho-preguiça, de aproximadamente três meses de idade, está recebendo tratamento para voltar à vida silvestre em Ariquemes (RO), no Vale do Jamari, após a mãe não resistir a um grave ferimento no braço. As veterinárias voluntárias disseram que o filhote se recupera depois de passar horas chorando pela perda da mãe.

Foto: Arquivo pessoal

Era mais um dia comum no Parque Botânico do município, quando os visitantes se depararam com uma preguiça caindo de uma árvore com o filhote no colo.

Ambos foram resgatados pelo vigilante do parque, que verificou o ferimento na preguiça e comunicou a veterinária Luana Farias, que comunicou outros veterinários e foram ao local.

“Chegando lá nos deparamos com a mãe extremamente debilitada, fraca e muito desidratada. Quando trouxemos à clínica para sedá-la e avaliá-la melhor, verificamos uma lesão muito extensa no braço direito, que já tinha larvas. Toda a musculatura estava necrosada e já dava pra ver o osso, era bem crítica a situação dela”, explicou a médica.

Segundo a voluntária, as preguiças vivem em média de 30 a 40 anos, e aquela já estava em idade bem avançada. Devido todos os fatores, a mãe não resistiu ao ferimento na última terça-feira (14).

Foi então que surgiu um novo dilema, o que fazer e como cuidar do filhote órfão? Pois conforme as veterinárias, os filhotes de preguiça vivem grudados à mãe, no mínimo até os seis meses de idade, quando começam a ficar independentes.

Foto: Rede Amazônica/Reprodução

A veterinária Layane Teixeira disse que foram momentos difíceis nos quais a pequena preguiça sentiu a falta da mãe, até que ela teve a ideia de tentar substituir a figura materna e amenizar o sofrimento do filhote.

“Ela sentiu muito a falta da mãe no início, tanto que chorou bastante e a gente tentou fazer uma adaptação. Peguei um ursinho de pelúcia e coloquei junto dela, pra se agarrar e abraçar, pois na vida real o filho fica exclusivamente no colo, costas e barriga, porque a mãe o carrega para todo local”, explicou.

Com a liberação do órgão responsável, o filhote recebe o tratamento na clínica veterinária, e está em um cercado, onde possui um galho de árvore para se locomover e o urso de pelúcia, a nova mãe.

As veterinárias contam que a preguiça está na fase de amamentação e que ela precisa ser alimentada a cada duas horas. Com uma dieta na vida adulta composta basicamente por folhas, talos e brotos, o filhote também tem se alimentado com folhas e frutas.

Foto: Arquivo pessoal

“Agora a gente percebe que ela já está muito mais animada. Ela tem se alimentado bem e parou de chorar, o que é muito gratificante pra gente ver”, disse Layane Teixeira.

A preguiça deve ser tratada em cativeiro até ela ficar fora de risco, para poder ser introduzida no habitat silvestre, que deve acontecer em três ou quatro meses. Para as voluntárias, o momento da despedida será de muita dificuldade, por todo o vínculo criado com o filhote.

“No momento da despedida ficaremos um pouco tristes, porque a gente já criou um elo de preocupação, pois toda hora queremos ver como ela está. Mas também ficaremos muito felizes por termos conseguido introduzi-la novamente ao habitat dela com saúde, para ter uma boa vida no futuro”, concluiu Layane Teixeira.

Fonte: G1

Homem com deficiência auditiva adota cão surdo e o ensina língua de sinais

Um homem com deficiência auditiva adotou um cachorro surdo e ensinou língua de sinais para ele. Nick Abbott, de 31 anos, decidiu adotar o cão quando viu uma publicação sobre ele na página do NFR Maine no Facebook. O cachorro, que era apenas um filhote, foi resgatado da rua do Maine, um estado norte-americano.

Foto: KLTV

Ao chegar no abrigo, o cão foi examinado por um veterinário e diagnosticado com parvovirose. O caso era tão grave que ele desmaiou. A doença é séria e se não for tratada imediatamente, pode ser fatal. As informações são do portal Relieved, com tradução do Histórias com Valor.

Após receber tratamento e se recuperar, o cachorro foi diagnosticado com surdez, o que desanimou os funcionários do abrigo, que se preocuparam com a possibilidade do animal não encontrar um lar e decidiram divulgar o caso no Facebook. Foi assim que a história de Emerson, como é chamado o filhote, chegou a Nick, que logo ligou para a ONG e demonstrou interesse em ficar com o cão.

Foto: Facebook/Lindsey Powers

Na ligação, Nick disse que queria encontrar o animal porque tinha a sensação de que um foi feito para o outro, já que ambos são surdos. Logo que encontrou o novo tutor, Emerson deitou nos pés dele. Neste momento, todos os funcionários do abrigo sabiam que tinham encontrado um novo lar para o filhote.

Após levar o cão para casa, Nick iniciou a tarefa de ensinar para ele a língua de sinais para que eles pudessem se comunicar um com o outro. Rapidamente, o cachorro começou a aprender e hoje já sabe quando deve latir, vir até o tutor, sentar e deitar.

Os dois criaram um forte vínculo e Nick chegou até a criar um perfil no Instagram para compartilhar os momentos que vivencia com o cão.

Filhote de cachorro paraplégico é abandonado dentro de saco plástico

Um filhote de cachorro foi abandonado dentro de um saco plástico em uma lixeira na Califórnia, nos Estados Unidos. Paraplégico, com queimaduras nas costas, aparentemente causadas por alguma substância ou objeto de metal quente, um corte profundo na cabeça e outro no rabo, ele foi resgatado e levado para uma clínica veterinária.

Foto: GoFoundMe

O filhote, que é uma fêmea, está sendo monitorado 24 horas por equipes do VCA Animal Hospital. Com o tratamento, ela tem apresentado melhora no quadro de saúde, está com mais energia e comendo bem, mas permanece com mobilidade mínima nas patas traseiras. As informações são do portal I Love My Dog.

A filha da mulher que encontrou Hope, como passou a ser chamada a cadela, planeja adotá-la. “Independentemente de seus ferimentos e possíveis tratamentos futuros, vamos amá-la incondicionalmente”, escreveu Alejandra Espinoza Zazueta no GoFundMe. “Minha família e eu já pesquisamos cadeiras de rodas de cães, caso ela não consiga andar”, completou.

O caso está sendo investigado pela polícia, mas não se sabe ainda quem abandonou o filhote. O Animal Hope & Wellness Foundation está oferecendo uma recompensa de US $ 10.000 por informações que sirvam para identificar o responsável pelo crime. Imagens de câmeras de segurança estão sendo analisadas.

Foto: GoFoundMe

Universitários forçam cão a beber cerveja jogando o líquido por sua garganta

Foto real de Buddy, o cão mostrado no vídeo agora aos cuidados da ONG Nassau SPCA | Foto: Nassau SPCA

Foto real de Buddy, o cão mostrado no vídeo agora aos cuidados da ONG Nassau SPCA | Foto: Nassau SPCA

As imagens no vídeo mostram um pequeno cão de pelos cor de caramelo, com orelhas enormes, sobre uma mesa abanando o rabo. Então, uma voz ordena: “Vá”.

Em um movimento rápido, um homem agarra o cão pelo meio do corpo levanta-o e o vira de ponta-cabeça sobre um barril de prata.

“Vamos lá, keg stand!” alguém grita enquanto outro homem segura uma torneira (esguicho) preta perto da boca do cachorro. O cão agora se contorce e chuta com suas patas no ar. De repente, uma corrente de líquido espumoso esguicha da torneira, batendo na cara e na boca do cachorro.

Keg stand é um termo usado para descrever uma atividade ligada a ingestão de bebida alcoólica em que o participante usa normalmente um barril de cerveja para beber o máximo possível de uma vez ou beber pelo máximo de tempo possível. Outras pessoas ajudarão a segurar as pernas do bebedor e segurarão a torneira do barril na boca do participante.

Embora grotesco, o comportamento de ingestão da bebida em jatos entre humanos, conta com o poder da escolha, mas no caso do cão, o animal foi claramente obrigado e submetido de forma covarde à uma situação cruel da qual não tinha como escapar enquanto os demais participantes riam da situação.

O incidente, que foi gravado em vídeo e compartilhado nas mídias sociais no fim de semana, não foi nada engraçado para a Sociedade do Condado de Nassau para a Prevenção da Crueldade contra os Animais ou para os administradores da Universidade de Hofstra (EUA).

A Universidade que ficam em Long Island confirmou no início da semana que suspendeu o membro da fraternidade Alpha Epsilon Pi (responsável pela festa), aguardando os resultados de uma investigação após o vídeo de cinco segundos envolvendo supostamente alguns dos membros da mesma fraternidade, que provocou uma reação violenta nas redes sociais.

O vídeo, que foi visto mais de 100 mil vezes no Twitter no momento da publicação, também chamou a atenção da SPCA do condado de Nassau, levando a organização a iniciar sua própria investigação.

“Foi muito errado e em tantos níveis diferentes”, disse Gary Rogers, porta-voz da SPCA do condado de Nassau, ao Washington Post. “É óbvio que não foi ideia do cachorro, ‘Ei, eu quero um pouco de cerveja’.” Animais não fazem essa escolha “.

O cão, raça cavalier king charles spaniel que se acredita ter entre 5 e 10 meses de idade, estava morando em uma casa associada à fraternidade, mas agora está sob os cuidados da ONG SPCA, disse Rogers.

O filhote pertence a um veterano de 21 anos que vive em Hofstra (universidade), e que era uma das pessoas mostradas no vídeo, disse ele.

“Nossa maior preocupação é a segurança do cão”, disse Rogers. “O cachorro não está mais nesse ambiente”. Ele acrescentou que quando os investigadores visitaram a casa na segunda-feira, o cão “parecia estar em boas condições” e tinha comida, água e uma cama.

Foto real de Buddy, o cão mostrado no vídeo agora aos cuidados da ONG Nassau SPCA | Foto: Nassau SPCA

Foto real de Buddy, o cão mostrado no vídeo agora aos cuidados da ONG Nassau SPCA | Foto: Nassau SPCA

O vídeo do filhote teria sido filmado em uma casa de fraternidade fora do campus em Hempstead, Nova York, no sábado e compartilhado no Snapchat (aplicativo de vídeos), segundo a NBC News. No fundo do vídeo, as pessoas podiam ser vistas em pé em um quintal.

Não demorou muito para que uma gravação do vídeo postada no Snapchat fosse enviada ao Twitter, onde foi rapidamente alvo de críticas severas e condenações dos espectadores.

“Aparentemente está tudo bem em forçar os cães a beber cerveja, mesmo que isso possa matá-los?” a pessoa que postou o clipe escreveu, marcando as contas oficiais do Twitter da Hofstra, a sede internacional da fraternidade e a ONG que atua em prol dos direitos animais, PETA.

O tweet já foi retweetado quase 1.400 vezes, com pessoas expressando repulsa pelo tratamento do cão filhote e acusando os estudantes envolvidos de “crueldade animal”.

“Horas já se passaram desde que eu vi esse vídeo e meu estômago ainda está embrulhado”, escreveu uma pessoa nos comentários da publicação.

Em uma declaração ao The Post, A universidade de Hofstra disse que o comportamento mostrado no vídeo é “inaceitável” além de ser uma “violação do Código de Padrões Comunitários da Universidade”.

A universidade disse que tem estado em contato com a sede internacional da Alpha Epsilon Pi, bem como com demais membros da fraternidade.

Além da suspensão do membro da fraternidade, o comunicado dizia que “qualquer aluno identificado no vídeo também estará sujeito ao código da universidade, o que pode resultar em várias ações, dependendo da investigação”.

A sede internacional da fraternidade disse que o membro mostrado no vídeo também foi colocado em “cessar e desistir” (status de suspençao) devido a suspeitas de violações das políticas de saúde e segurança da entidade.

Alpha Epsilon Pi é uma fraternidade judaica fundada em 1913.

“Durante este período de investigação, não pode haver atividades entre os membros da fraternidade”, disse Jon Pierce, porta-voz da Alpha Epsilon Pi, em uma declaração ao The Post. “Esperamos poder usar isso como um momento de aprendizagem para ajudar a construir jovens melhores e comprometidos com nossas políticas e nossa missão de desenvolver os futuros líderes das comunidades judaicas do mundo”.

Na segunda-feira, o Sr. Rogers disse que a investigação da SPCA sobre o incidente ainda está em andamento. Uma vez que todas as provas tenham sido reunidas, uma “resolução será tomada” sobre se as acusações serão apresentadas, disse ele.

“Foi uma péssima atitude e deve ser desconsiderada”, disse ele. “Você simplesmente não segura um animal assim e coloca cerveja na boca dele”.

Embora não seja claro pelo vídeo se alguma cerveja chegou a ser ingerida pelo filhote, especialistas dizem que há riscos potenciais à saúde associados ao consumo de bebidas alcoólicas, desde deixá-los “um pouco agitados” até uma internação hospitalar, segundo o petMD.

Mas os casos de intoxicação alcoólica em cães são raros, disse Steven Friedenberg, professor assistente do departamento de ciências clínicas veterinárias da Faculdade de Medicina Veterinária da Universidade de Minnesota, ao petMD.

“Não vemos muito disso na medicina veterinária porque o álcool tende a ser desagradável (não atraente) para a maioria dos animais”, disse Friedenberg. “Eles não costumam procurar bebidas alcoólicas, e a maioria dos donos não oferecem deliberadamente álcool a seus animais.”

Em suas décadas de experiência, o Sr. Rogers disse ao The Post que assistir ao vídeo do “keg stand” foi a primeira vez que ele viu um cachorro naquela situação.

“Já vimos muito e lemos muito sobre trotes de fraternidade, mas por que eles estavam fazendo isso com um animal?” ele disse.

“Violência gera violência e a atitude deliberada desse estudante mostra um caráter propenso à crueldade e desrespeito. Medidas punitivas e correcionais são esperadas e bem vindas”, disse o professor.

Cadela com deficiência adota filhote de gato e produz leite para alimentá-lo

Uma cadela da raça poodle, com deficiência, adotou um filhote de gato recém-chegado na casa onde ela vive, em Rio Pardo, do Rio Grande do Sul.

Foto: Reprodução / GAZ

A autônoma Rosi Trindade, de 35 anos, é tutora de Jady e dos pais dela, Aycha e Ravy. Ela ficou surpresa ao ver o carinho de Jady com um filhote de gato que foi viver com a família. As informações são do portal GAZ.

“Ela anda pela casa e adota as meias. E não deixa ninguém chegar perto”, conta, ao falar da cadela.

Há duas semanas, a família decidiu adotar Theodoro, um gato de 35 dias de vida. No começo, Rosi teve medo dos cães machucar o filhote, mas todos eles acolheram o animal, especialmente Jady.

A cadela, inclusive, produziu leite e foi flagrada pela tutora amamentando Theodoro. “Eu olhava na televisão, mas nunca tinha presenciado. Ela criou leite, não muito, mas criou. O amor verdadeiro eu vi hoje entre uma mãe adotiva e seu filhote de espécie diferente”, conta.

Filhote de urso pode ser morto por ser amigável com esquiadores

Tornou-se viral nas redes sociais, na última semana, o vídeo de um filhote de urso, aparentemente órfão, que abordou um grupo de esquiadores em Truckee, no estado norte-americano da Califórnia. O urso foi amigável, não exibindo qualquer tendência violenta, mas esse comportamento fez com que as autoridades passassem a cogitar matá-lo, conforme notificado por uma estação de televisão local, afiliada da NBC.

Foto: Kelsey Hughes

Foi um comportamento “muito raro”, reconheceu uma responsável da Bear League, uma organização não-governamental que zela pela segurança dos ursos e de outros animais selvagens. “O filhote de urso abordou as pessoas porque tem pouco juízo, mas imagine que ele cresce e engorda 100 ou 200 quilos — é grande, forte e continua a pensar que consegue abordar as pessoas… Não vai ser bom, alguém lhe vai dar um tiro…”, comentou Ann Bryant.

Este vídeo tornou-se viral, mas poucos dias antes o mesmo urso já se tinha aproximado de um outro snowboarder, que também publicou as imagens nas redes sociais, dizendo que tinha feito “um amigo novo a quem ia ensinar” a praticar aquele esporte.

O California Department of Fish and Wildlife já levou o animal para avaliar o seu comportamento. Se o urso demonstrar sentir-se muito confortável perto de pessoas, os receios relacionados com a segurança pública podem levar a que o animal seja morto ou que, em outra alternativa, seja levado para um santuário para animais selvagens.

 

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Nota da Redação: matar um animal selvagem porque ele não teme a presença humana e, por isso, aproxima-se das pessoas, não é apenas uma prática anti-ética, mas também extremamente cruel. Os animais não são objetos que podem ser descartados quando considerados inadequados. É necessário que a vida animal seja respeitada e protegida e que hipóteses como a levantada pelas autoridades norte-americanas jamais sejam sequer cogitadas. Neste caso, levar o animal para um santuário deveria ser a única possibilidade vista como possível pelos Estados Unidos.

Fonte: Observador

Botos se comunicam com os demais para avisar sobre a presença de invasores

Foto: CC BY-SA 4.0Nortondefeis

Os golfinhos fluviais da Amazônia, conhecidos também como botos, conversam entre si e os cientistas descobriram que a comunicação ocorre entre os membros da família, em forma de longos assobios que avisam sobre a presença de invasores.

Os botos amazônicos são um mistério, pois os cientistas sabem muito pouco sobre esses animais reclusos e como eles se comunicam, segundo informações do Daily Mail.

Recentemente os pesquisadores descobriram que eles conversam em sua própria língua usando uma variedade de sons – de uma maneira similar a que fazem seus primos oceânicos melhor estudados, os golfinhos.

Um total de 237 tipos diferentes de sons foram identificados – sendo que os mais comuns são chamadas curtas, em duas partes, que os golfinhos bebês faziam quando se aproximavam de suas mães.

Eles também emitiam chamadas (comunicações em guichos agudos) e assobios mais longos, parecidos com os que fazem os golfinhos-nariz-de-garrafa – embora muito mais raramente.

As chamadas foram listadas em algum lugar entre os sons de baixa frequência usados pelas baleias para comunicação de longa distância e cliques de alta frequência feitos por golfinhos marinhos para curtas distâncias.

A coautora do estudo, Laura May Collado, bióloga da Universidade de Vermont, nos Estados Unidos, disse: “Descobrimos que eles interagem socialmente e estão produzindo mais sons do que se pensava anteriormente. Seu repertório vocal é muito diverso”.

Ao contrário dos golfinhos marinhos que usam longos assovios para promover laços sociais, os botos pareciam usá-los para alertar outros indivíduos a manter distância.

A Dra. May Collado disse: ‘É emocionante; golfinhos marinhos como o nariz-de-garrafa usam apitos e assobios para contato, e aqui temos um som diferente usado pelos golfinhos fluviais para o mesmo fim.

E os pesquisadores acreditavam que não capturaram todas as comunicações dos golfinhos, já que só fizeram 20 horas de gravação.

A Dra. May Collado acredita que o ambiente do rio pode ter moldado essas características.

“Há muitos obstáculos como florestas inundadas e vegetação rasteira em seu habitat, então esse sinal poderia ter evoluído para evitar os ecos causados pelas árvores e melhorar o alcance da comunicação das mães com seus filhotes”, conclui ela.

Os resultados foram publicados na revista PeerJ.

Risco de extinção

A União Internacional pela Conservação da Natureza (IUCN) informou que o boto-cor-de-rosa da Amazônia voltou a integrar a lista vermelha de espécies em risco de extinção após 10 anos fora dessa listagem, que é considerada uma das mais detalhadas do mundo sobre o estado de conservação da espécies. O boto está, agora, a dois passos de ser classificado como extinto.

Antes de voltar à lista, a situação da espécie era considerada “sem dados suficientes”. O risco atual de extinção do boto foi catalogado após estudos serem realizados pelo Laboratório de Mamíferos Aquáticos do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTIC).

Covardemente mortos para terem seus corpos usados como isca para pesca do peixe Piracatinga, 2,5 mil botos perdem a vida anualmente no Brasil, segundo a Associação Amigos do Peixe-Boi (AMPA) – o número é similar ao a mortandade de golfinhos no Japão.

Para tentar reverter esse cenário, a associação faz alertas sobre a caça do boto-cor-de-rosa na Amazônia.

Homem encontrado com filhote de tigre branco é preso na França

Foto: AFP

Foto: AFP

No último sábado (4), investigadores do sudeste da França encontraram um filhote de tigre branco na casa de um suposto traficante de animais exóticos, enquanto pítons e marsupiais ameaçados de extinção foram encontrados na casa de sua mãe, conforme informações da policia.

Os membros da agência de saúde pública (OCLAESP, na sigla em francês) foram recentemente informados sobre a venda ilegal de lêmures por meio de denúncias e suas investigações levaram-nos às instalações onde encontraram o criminoso.

Acredita-se que o homem preso tenha recebido a quantia de 17 mil euros (cerca de 19 mil dólares), “mas ainda não tinha entregue ainda os pequenos primatas de Madagascar ao comprador”, informou a polícia francesa em um comunicado.

Uma invasão na casa do suspeito (àquela altura) revelou a presença do filhote de tigre branco, enquanto uma operação simultânea na casa da mãe dele no nordeste da França resultou na descoberta quatro planadores (petauros) de açúcar – pequenos marsupiais noturnos nativos da Austrália, Indonésia e Nova Guiné – e nove cobras, incluindo duas pythons reais.

Após se apresentar perante um juiz, o homem foi imediatamente condenado à prisão por oito meses e foi descoberta também sua conexão com um caso de fraude anterior.

O tráfico ilegal de animais selvagens é punível na França por um ano de prisão e uma multa de 15 mil euros (cerca 16 mil dólares).

O bebê tigre, agora chamado de Hermes, apesar de salvo das garras do traficante, infelizmente foi levado ao zoológico de Barben, no sudeste da França e será criado como mercadoria para se exposta aos público em forma de entretenimento.

A outra – e mais justa – opção seria levar o bebê tigre a um santuário para reintegrado à natureza após aprender habilidades selvagens com outros animais também em recuperação.

Os tigres brancos não são uma subespécie separada. O pelo branco é uma mutação genética rara que é vista principalmente entre os animais consanguíneos criados em cativeiro.

*Ameaçados de extinção*

A ONG que atua em defesa dos direitos animais, Born Free, afirma que a caça aos tigres e a destruição de seu habitat causaram o desaparecimento de 96% da população desses felinos nos últimos cem anos. Acredita-se que existam apenas 4 mil indivíduos da espécie restantes no planeta.

A organização britânica lançou um apelo internacional para salvar a espécie. A Born Free está trabalhando ao lado de sete ONGs indianas para aumentar os esforços na intenção de salvar os tigres.

Foto: Michael Vickers

Foto: Michael Vickers

Mais de 25% da população de tigres na Índia está na região central de Satpuda. Eles esperam pôr um fim na prática da caça, proteger os habitats dos tigres e promover intervenções de conservação que permitam às comunidades e à vida selvagem viverem harmoniosamente.

“Dentro deste ecossistema extraordinário, os tigres mais do que nunca precisam de nossa intervenção devido a inúmeras ameaças, principalmente conflitos entre humanos e animais selvagens,” disse Howard Jones, CEO da Born Free, com sede em Horsham, no condado de Sussex, Inglaterra.

“Isso inclui a caça e o comércio de partes de seus corpos para a ‘medicina’ tradicional; e a perda de habitat devido ao desmatamento e ao desenvolvimento rural caótico ou inadequado.”

“É impossível imaginar um mundo sem tigres. A menos que façamos algo agora, as consequências podem ser terríveis.”

“Precisamos urgentemente de apoio para a nossa iniciativa ‘Living with Tigers’, para que possamos encorajar a convivência pacífica entre humanos e animais através da educação e envolvendo a comunidade local em várias iniciativas únicas para melhorar seus meios de subsistência.”

A Born Free afirma que 85% de todos os conflitos entre tigres e humanos ocorrem quando as pessoas se aventuram na floresta e se intrometem no território da vida selvagem.

O desenvolvimento e invasão de áreas urbanas no habitat dos tigres é um grande problema a se resolver, pois as áreas florestais são essenciais para a sobrevivência da espécie. Existem vastos corredores que permitem aos animais migrar pelas áreas de seu habitat, e a perda destes provavelmente causaria um colapso desastroso e irreparável na população de tigres.