Morador de rua pede ajuda para cuidar de filhotes e que devolvam sua cadela

Izabele

izamundim@gmail.com

 


Um morador de rua, o Sr Fernando, precisa de ajuda. Ele mora na Lisboa com a AV. Paulo VI, perto da Henrique Schaumann.

Alguém passou pela praça Benedito Calixto, abriu a porta do carro e levou sua cachorrinha, a Mariana. Ela era a única companheira que ele tinha na vida. E, no mesmo dia, deixaram uma caixa com filhotinhos.

Mesmo com poucos recursos, a Mariana é muito amada e bem cuidada.

Quem tiver informações da cachorrinha e puder ajudar com os bebês pode entrar em contato com a Izabele pelo número 11 99375-1125 ou pelo e-mail izamundim@gmail.com

Cadela adota cinco filhotes achados abandonados em caixa de sapato

Cadela adota cinco filhotes, em Itumbiara — Foto: Arquivo Pessoal/Gisele Teodoro

Cinco filhotinhos de cachorro foram adotados por uma cadela em Itumbiara, região sul de Goiás, após serem achados abandonados em uma caixa de sapato. Os responsáveis pelo resgate, a dona de casa Gisele Teodoro e o esposo dela, Roberto Antônio da Silva, ficaram sensibilizados ao encontrar os bebês e decidiram salvar as vidas deles.

O caso aconteceu no bairro Santos Dumont. Gisele diz que os filhotes estavam debilitados. Depois de levá-los para casa, ela usou uma seringa para alimentar os cães.

“A seringa não ia sustentar bem os filhotes, eles precisavam mesmo era de uma mãe de leite”, disse Gisele.

O casal pediu, então, ajuda a uma prima, que conhece a Associação Nina Toledo de Proteção Aos Animais (Anita), uma ONG que resgata animais abandonados. No local havia uma cadela que estava amamentando, a Bolinha. Ela foi escolhida para ser apresentada aos bebês.

“Foi uma coisa de Deus mesmo. A cachorra acolheu os filhotes como se fossem dela. Ela lambeu e limpou os filhotes, e eles já começaram a mamar”, contou Gisele.

A ONG Anita informou que, depois do período de amamentação, os filhotes e a cachorra Bolinha serão entregues para adoção.

Fonte: G1 

Duas filhotes de urso são resgatadas de traficantes por policiais

Pesando pouco menos de 1 kg e com apenas algumas semanas de idade, duas filhotes de urso-negro-asiático foram salvas de traficantes de animais em uma operação policial no Vietnã.

duas filhotes de urso

Foto: Four Paws

Ainda não se sabe de onde exatamente as filhotes vieram. Os socorristas acreditam que elas provavelmente foram trazidas do Laos ou vieram de uma fazenda de ursos no Vietnã. O comércio de animais é uma das maiores redes criminosas do planeta.

A única certeza era de que as filhotes deveriam estar com a mãe. Sem ela, as recém-nascidas precisavam de cuidados médicos especializados com urgência.

Equipes de resgate de animais se uniram para levar as filhotes para um lugar onde elas pudessem receber cuidados adequados. Pessoas da Four Paws International, da Education for Nature-Vietnam (ENV) e da Wildlife Friends Foundation Thailand (WFFT) não mediram esforços para ajudá-las e logo as pequenas irmãs chegaram ao Santuário de ursos da Four Paws, em Ninh Binh.

veterinária cuidando de uma das filhotes

Foto: Four Paws

“As ursas ainda são muito jovens”, disse Emily Lloyd, uma das gestoras da Four Paws no Vietnã, em um comunicado de imprensa fornecido ao The Dodo. “As filhotes estavam desidratadas quando foram trazidas para nós, então nossa equipe de veterinários está lhes fornecendo leite, suplementos vitamínicos e probióticos.”

Quando não estão sendo alimentadas, as irmãs ficam aconchegadas em um pequeno berço no santuário, onde os socorristas podem ficar de olho nelas. As filhotes ainda são muito vulneráveis, mas, para alívio de todos, elas mostram sinais de progresso.

veterinária usando um estetoscópio

Foto: Four Paws

“Embora as ursas só pesem aproximadamente 900 gramas, ambas são bastante fortes e bebem bastante leite”, disse Lloyd.

Sem a mãe delas para criá-las e ensiná-las a sobreviver na natureza, as filhotes terão que crescer no santuário e morar lá. Felizmente, o santuário tem muito espaço para elas, com hectares de florestas selvagens e campos onde elas podem andar e brincar quando tiverem idade suficiente.

Mas, por enquanto, as irmãs pequenas só precisam se concentrar em dormir e beber seu leite para que possam se tornar ursas fortes e saudáveis.

duas filhotes

Foto: Four Paws

“Essas ursas resgatadas recebem os melhores tratamentos médicos e cuidados de especialistas em animais selvagens”, disse Robert Ware, diretor-executivo da Four Paws USA. “Nossa equipe é treinada para ajudar os ursos a se reabilitarem das piores situações para que possam viver suas vidas em paz.”

Luzes confundem filhotes de tartaruga, que são atropelados e morrem

Segundo o Biota, mais de 30 tartarugas foram atropeladas na Praia da Avenida, em Maceió — Foto: Divulgação/Biota

Vários filhotes de tartarugas marinhas nasceram na noite de domingo (13) no Pontal da Barra, em Maceió. O problema é que, ao nascerem, em vez de irem para o mar, seguiram em direção à pista e muitas acabaram morrendo. O flagrante foi feito por um telespectador e encaminhado para a TV Gazeta.

Ulisses César estava com o pai de moto e percebeu que as tartarugas estavam indo para a pista, provavelmente atraídas pela luz dos postes. Ele conseguiu resgatar alguns animais que foram levados para a areia da praia e então seguiram em direção ao mar.

De acordo com o presidente do Biota, Bruno Steffanis, os filhotes ficaram desorientados com a luz artificial da região e tomaram a direção contrária. Esse fenômeno é conhecido como fotopoluição, que afeta a vida marinha. Mais de 30 deles foram atropelados.

“Já tivemos vários problemas com isso. Inclusive um professor da Ufal [Universidade Federal de Alagoas] acredita que o aparecimento de tubarões na orla da Pajuçara pode ter sido por causa da fotopoluição”, diz.

O presidente do Biota diz ainda que o problema é frequentem no bairro de Cruz das Almas. “Nós entramos em contato coma prefeitura e, aos poucos as luzes seriam trocadas por outras que não oferecerem riscos aos animais. Isso seria feito aos poucos, a medida que as lâmpadas fossem queimando para que não tenha prejuízos. A prefeitura vem nos ouvindo em relação a isso”, disse.

Muitas tartarugas acabaram morrendo na pista — Foto: Nildo Lopes/TV Gazeta

Fonte: G1

Cuidados nos primeiros dias do filhote garantem boa saúde por toda a vida

A chegada de um filhote em casa desperta diferentes sensações, como a descoberta da nova relação e de comportamentos apresentados pelo animal nos primeiros dias de vida. Mais do que prazerosa, no entanto, convivência entre animal doméstico e tutor deve ser cautelosa, caracterizada por cuidados especiais com o recém-nascido.

Foto: Getty Images

O primeiro passo é buscar orientação profissional assim que o filhote, seja cão ou gato, chegar ao lar oficial – após dois meses, quando é feito o desmame. Médica veterinária, pós-graduada em clínica de pequenos animais, Talita Izidório Simões Teixeira diz que uma das principais condutas refere-se à oferta de água e comida.

“É importante que a ração seja própria para filhotes e de excelente qualidade, super premium. Para os cães, o ideal é oferecê-la em diferentes momentos do dia para evitar crises de hipoglicemia. Já os gatos devem ter ração sempre disponível”, detalha.

Vacina e vermífugo

Ficar de olho no calendário de vacinas e na vermifugação do animal também é fundamental para garantir a boa saúde do animal por toda a vida.

Para evitar esquecimento das doses e reforços, a dica é buscar orientação profissional. Além de vacinados, gatos, por exemplo, devem ser testados para FIV e FeLV, doenças exclusivas de felinos. Quanto antes, melhor, diz a veterinária Sandra Matoso, do Life Hospital Veterinário.

Até que a imunização seja concluída, a regra, para as duas espécies, é manter o animal em casa. “Não é frescura! Até que estejam completamente protegidos, não devem passear, nem ir ao banho e tosa. Nos primeiros meses, doenças virais, protegidas por vacina e de fácil transmissão são muito graves”, reforça.

Castração divide especialistas, mas deve ocorrer precocemente para prevenir doenças

Recomendada por médicos veterinários, benéfica para a saúde dos animais, a castração divide opiniões de especialistas, mas é uma das condutas que mais requerem atenção nos primeiros meses de vida de cães e gatos. Alguns profissionais defendem que a medida ajuda a prevenir doenças como o câncer; outros recomendam esperar pelo menos até o primeiro cio do animal.

Médica veterinária em Belo Horizonte, Perla Lembi explica que há linhas de estudo divergentes sobre o assunto. Segundo ela, no entanto, é fundamental que o tutor seja orientado por um profissional para, então, definir a melhor conduta.

“Nas fêmeas, o foco da castração precoce é evitar doenças uterinas e até neoplasias mamárias. Já para os machos, recomendamos que seja mais tardia, após 1 ano, quando os órgãos sexuais já se desenvolveram”, detalha.

Vigilância 24 horas

Acompanhar de perto a rotina do filhote também é imprescindível nos primeiros meses do animal no novo lar. Monitorar a exploração da casa nova, bem como restringir o acesso do filhote a áreas externas, por exemplo, ajuda a evitar acidentes muitas vezes fatais.

Que o diga a gerente Suelen Ribeiro Carvalho, de 36 anos. Tutora de Marreta, buldogue francês de 7 meses, ela passou um susto recentemente depois que o cão foi atropelado dentro de casa.

Veterinária no Life Hospital Veterinário, em BH, Sandra Matoso diz que a vigilância deve ser parecida com a que se tem com bebês. “É a mesma coisa de uma casa com criança. É preciso ser vigilante no dia a dia”, reforça.

Fonte: Hoje em Dia

Oito filhotes de gato abandonados procuram um novo lar em SP

Raquel Rignani
raquelpxr@yahoo.com.br

Oito gatinhos foram deixados na porta de uma casa em São Paulo. A cuidadora Raquel disse que não pode ficar com eles por já abrigar 25 outros gatos em sua casa, filhotes e doentes, e por também estar doente.

Dos oito, três ainda estão na fase de amamentação. Quem tiver interesse em adotar esses gatinhos, entre em contato com a Raquel pelo número (11) 99880-0310.

Filhotes de animais silvestres correm risco de morte sem cuidados especializados

Foto: Pixabay

As chances de sobrevivência de filhotes de animais silvestres são mínimas sob os cuidados de pessoas que não possua conhecimento especializado. Mesmo com todos os esforços, na primeira fase de vida, os filhotes extraídos dos pais, muitas vezes exigem o auxílio de equipamentos de alta tecnologia, além do acompanhamento médico-veterinário e dieta nutricional específica a cada três horas e até mesmo a internação em incubadoras.

Nesta quinta-feira, 10, completa um mês, que um bebê da espécie macaco foi entregue aos cuidados do Centro de Fauna (Cefau) unidade de reabilitação de animais silvestres de responsabilidade do Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins). A espécie encaminhada pela equipe do Batalhão da Polícia Militar Ambiental (BPMA) foi resgatada em uma entrega voluntária realizada por um morador do município de Tupiratins.

O inspetor de Recursos Naturais do Instituto, Gilberto Iris, destacou. “É frequente o recebimento de animais silvestres no Centro de Fauna, entregue por pessoas, que no primeiro momento, tentam criar o animal. Com intuito de reduzir a ocorrência de óbito de animais silvestres e em especial dos filhotes, o Naturatins recomenda a entrega voluntária, o mais rápido possível, aos cuidados dos órgãos ambientais”.

De acordo com a médica-veterinária do Naturatins, Grasiela Pacheco, o filhote de Macaco Prego, de nome científico Sapajus libidinosus, chegou ao Cefau ainda recém-nascido, pesando apenas 160gr e com o cordão umbilical, o filhote era muito pequenino, não estava aquecido e parecia desestruturado emocionalmente.

“Diariamente recebemos pelo menos um filhote de uma espécie silvestre. A criação de animal silvestre é ilegal, configura crime ambiental. A chance de sucesso nessa fase da criação é muito pequena, a saúde do animal é delicada, se debilita em poucas horas e todo o processo é muito caro. Infelizmente muitas pessoas demoram decidir pela entrega ao órgão ambiental e a cada minuto, aumenta os riscos de morte do animal”, relatou Grasiela, ao recomendar a entrega mais breve possível.

“A entrega rápida desse filhote ao BPMA salvou a vida do animal, que precisou ser internado em uma incubadora para manter a temperatura corporal e amamentado a cada 3 horas, inclusive durante a noite, com dosagens e temperaturas da alimentação controladas. Os recém-nascidos são totalmente dependentes de cuidados parentais, o que torna necessário reproduzir alguns cuidados, como estimular a defecção após a mamada”, destacou a médica-veterinária.

“A alimentação é complexa, sendo necessário o leite zero lactose enriquecido com complementos minerais e vitamínicos. No começo foi difícil adaptar ao bico da mamadeira, o que exige muita paciência e dedicação até passar as primeiras horas. Ele mamava no máximo 5 ml de leite, hoje o filhote está mais forte, já se adaptou ao método e à alimentação. Agora ingere entre 20 a 30 ml por mamada, dando os primeiros sinais positivos do processo de reabilitação”, diagnosticou a situação do animal, Grasiela Pacheco.

Reabilitação e soltura

No Cefau há seis macacos em processo de reabilitação e não tem como precisar o tempo necessário, pois segundo a veterinária, depende de muitos fatores. Como são animais de convivência em grupo, a soltura depende da formação de um conjunto coeso, além de outros fatores como, o tempo que o animal permaneceu em cativeiro domiciliar, a quantidade de machos e fêmeas, as condições de saúde que apresentaram na chegada, se são aceitos no grupo e se possuem algum comportamento estereotipados.

Outras espécies de filhotes silvestres também estão sendo tratadas no Centro de Fauna, entre eles, um veado, uma arara, um cachorro do mato, todos entregues por pessoas que no primeiro momento tentaram criar esses animais; além dos filhotes órfãos de espécies que geralmente são vítimas de atropelamento.

“O ideal é não prender os animais, deixá-los livres para poderem cumprir sua função biológica através da dispersão de sementes, participação na cadeia alimentar. Então assim permitir que a Natureza mantenha um ambiente sadio para todas as espécies. Se reproduzam e completem seu ciclo de vida”, finalizou Grasiela.

Entrega voluntária

Em média, 99% dos macacos recebidos no Centro de Fauna do Naturatins são oriundos da entrega voluntária realizadas por pessoas, que primeiro tentaram criar em casa. Recentemente houve a soltura de um grupo de primatas. Mas além do longo processo de reabilitação e do custo para que a espécie possa retornar a natureza, é importante sensibilizar a população sobre a possibilidade e o perigo de um repentino ataque que esses animais podem desencadear, ao se sentirem ameaçados.

Constantemente, as equipes dos órgãos ambientais buscam esclarecer que manter um macaco, ou qualquer outro animal silvestre, em casa, não é seguro. Os macacos são animais curiosos e uma espécie de convivência em grupo. Ao levar um animal silvestre pra casa todos os moradores da residência ficam expostos as possíveis transmissões de zoonoses, devido a proximidade, uma situação ainda mais preocupante quando se trata de primatas.

Outro aspecto é o grande potencial de agressividade que esses animais possuem, quando precisam se defender. A convivência com primatas é considerada a mais complexa, pois quando entram na maturidade sexual se tornam perigosos. Eles possuem dentes grandes e potentes, são ágeis, fortes e se defendem em grupo.

Nesta quarta-feira, 9, uma macaca recolhida pela Guarda Metropolitana no bairro Santa Fé e entregue aos cuidados do Cefau se encontra em observação médica. Para realizar a entrega voluntária de um animal silvestre, basta o interessado acionar uma das equipes dos órgãos ambientais do Estado ou solicitar auxílio através do canal Linha Verde pelo telefone 0800 63 1155 ou via internet no site naturatins.to.gov.br.

Fonte: O Girassol

Irlanda usa tecnologia antiterrorismo para rastrear fábricas clandestinas de filhotes

O Projeto Capone, é baseado em um software que examina sites de vendas de filhotes, rastreando imagens, números de telefone e endereços semelhantes para identificar criadores, que geralmente usam nomes falsos e vários números diferentes para cobrir seus rastros.

Foto: Pixabay

Fábricas de filhotes não cumprem os padrões de bem-estar animal; os cães geralmente são mantidos em compartimentos pequenos e apertados – muitas vezes sujos, onde são vulneráveis ​​a doenças e depois forçados a realizar ciclos de reprodução constantes.

O designer de software, amante de animais e ativista Keith Hinde, desenvolveu o novo programa – que é semelhante ao usado pela polícia para investigar casos de abuso infantil ou terrorismo – para impedir que essa crueldade ocorra.

“Se você postar um anúncio em um site, estamos monitorando e, em cerca de cinco minutos, ele estará em nosso banco de dados” , explicou ele ao The Times . “Nós poderemos ver o quanto você está envolvido na venda”.

De acordo com o Live Kindly, as informações descobertas – como o fato de que meio milhão de animais foram listados para venda online no ano passado – são passadas para instituições de caridade do Reino Unido , como a Dogs Trust e a HM Revenue and Customs, porque a maior parte do comércio ilegal de cães é feito com dinheiro na mão.

A Irlanda é considerada a capital dos canis da Europa graças às leis relaxadas de reprodução, de acordo com o Times. Graças ao Projeto Capone, houve duas invasões a fábricas de filhotes ilegais na Irlanda em agosto passado, resgatando 125 cães no total. A Hinde também desenvolveu tecnologia para ajudar a Associação de Bem-Estar dos Coelhos – que desde então tem sido compartilhada com organizações maiores de bem-estar animal – e até criou sua própria organização sem fins lucrativos chamada Tech4Pets.

Foto: Pixabay

No Reino Unido, no ano passado, mais legislações foram aprovadas para reprimir as fábricas de filhotes. Em dezembro, entrou em vigor a “Lei de Lucy” – batizada em homenagem a uma cadela resgatada em um canil -, proibindo as vendas em todo o país de cachorros e gatinhos vindos de fábricas de filhotes. Califórnia e Ohio, nos EUA, também introduziram leis mais duras para essa indústria cruel em 2018.

vaca amamentando quatro filhotes de cachorro

Filhotes de cachorro recém-nascidos e órfãos são adotados por uma vaca

Segundo alguns relatos, a mãe dos quatro filhotes foi morta em um acidente pouco tempo depois de dar à luz. Os filhotes acabaram sendo adotados por uma vaca que os amamenta e cuida deles todos os dias.

vaca amamentando quatro filhotes de cachorro

Foto: Newsflare

No breve vídeo, uma vaca pode ser vista sentada ao lado da estrada e relaxando enquanto quatro filhotes de cachorro bebem seu leite. Os filhotes podem ser vistos com a boca presa ao úbere enquanto sugam o leite para saciar sua fome.

Um espectador que viu a cena incomum imediatamente pegou seu smartphone e o filmou. Mais tarde, o vídeo gerou certa repercussão nas mídias sociais, o que reuniu muitas opiniões e reações de pessoas em todo o mundo.

Niranjan Sarkar disse: “Que cena emocionante. Eu posso entender a dor dos cachorrinhos fofos.” Outra usuária, Sonali Bhadoria, disse: “Maravilhoso amor materno, até os animais têm compaixão”.

É comum vermos situações em que animais adotam filhotes de outras espécies, o que mostra o cuidado e o amor que é característico e inerente aos animais, que tanto têm a nos ensinar.

Cachorros são encontrados mortos em pet shop na Geórgia, nos EUA

A Humane Society dos Estados Unidos fez uma investigação secreta numa das lojas da franquia Petland e descobriu casos de morte e abuso de cachorros. Uma funcionária da empresa relatou vezes em que chegou ao estabelecimento e encontrou cadáveres de animais, entre outras ocorrências.

Três cachorros presos numa gaiola de ferro.

Foto: Humane Society

A operação lançou um relatório declarando que a Blue Ribbon Puppies de Indiana, EUA, é a fonte de diversos surtos de doenças entre os cachorros vendidos pela Petland na Georgia.

De acordo com John Goodwin, diretor executivo da campanha “Stop Puppy Mills” da Humane Society dos Estados Unidos (HSUS), a Blue Ribbon Puppies é a fornecedora de cinco das seis lojas da Petland localizadas na Georgia. Os surtos de doenças contaminaram mais de uma centena de pessoas.

“Através de vários pedidos baseados na Lei de Liberdade de Informação, nós pudemos determinar que o problema da doença entre os filhotes no ramo de criação de filhotes é sistemático,” disse Goodwin. “Inúmeros criadores de filhotes foram ligados aos surtos. Dito isso, a Blue Ribbon Puppies estava ligada de uma forma significativa a esses surtos de doenças.”

Em fevereiro de 2018, uma emissora de TV local informou que Kate Singleton, funcionária de uma das lojas Petland, ficou gravemente doente depois de ter sido exposta a um filhote infectado pela bactéria Campylobacter. A adolescente foi levada às pressas para o hospital com febre perto de 40°C. “Me senti à beira da morte”, disse ela à emissora depois de passar quatro dias no hospital.

De acordo com o relatório da Humane Society, durante o início de 2018, a Blue Ribbon Puppies vendeu 161 filhotes para as lojas Petland no estado. O relatório disse que muitas das lojas receberam filhotes no mesmo dia, indicando que o mesmo caminhão foi de loja em loja. No total, as cinco lojas da Petland na Geórgia receberam mais de 450 filhotes da Blue Ribbon e outras empresas.

O relatório mostra um exemplo de uma funcionária da loja Petland em Kennesaw, na Georgia. Ela contou à investigadora da Humane Society que às vezes entrava no trabalho e encontrava filhotes que haviam “falecido”. A funcionária disse que isso aconteceu cerca de três vezes durante os quatro meses em que trabalhou lá.

Cachorro morto dentro de um saco preto.

Foto: Humane Society

Após ouvir sobre esses incidentes, a investigadora abriu um saco preto “suspeito” no freezer e encontrou o cadáver de um cachorro. Na mesma loja, os cachorros doentes eram mantidos em salas de isolamento, fora da vista dos clientes, incluindo vários filhotes que estavam tossindo, letárgicos ou com muco escorrendo do nariz.

A Humane Society diz que continua recebendo denúncias de cachorros doentes comprados em lojas Petland de todo o país. A instituição colocou dois investigadores em duas lojas diferentes na Geórgia, em setembro e outubro deste ano.

Um filhote de raça grande que gostava de pular foi mantido em uma gaiola empilhada no chão da loja, de acordo com o relatório. O investigador da Humane Society também relatou ter testemunhado um funcionário derrubando o filhote enquanto tentava tirá-lo da gaiola, fazendo com que ele ganisse de dor repetidas vezes.

Alguns filhotes eram mantidos em gaiolas durante meses, e a maioria deles só eram retirados das gaiolas quando possíveis compradores pediam para brincar com eles. Segundo o relatório, gaiolas que comportavam ao máximo dois, continham quatro ou até cinco filhotes.

Registros obtidos em novembro de 2018 pela HSUS do Departamento de Agricultura da Geórgia indicam que a loja em Kennesaw foi inspecionada várias vezes porque os filhotes estavam doentes com parvovirose, infecções respiratórias e giardíase, doença originada pela ingestão de água contaminada. Em dezembro de 2017, vários filhotes na loja foram colocados em quarentena por infecção.

Garrafa de plástico vermelho com um rótulo escrito entre aspas The Cure.

A investigadora da Humane Society viu vários medicamentos na sala dos fundos da loja Kennesaw, incluindo uma garrafa cujo rótulo estava escrito apenas “A Cura”.

A equipe da loja disse que a mistura foi feita por um supervisor na loja. A garrafa não tinha um rótulo veterinário nem qualquer dos ingredientes ou dosagens listados no rótulo, mas a equipe disse que eles tinham sido instruídos a administrar a substância aos filhotes que tinham baixo apetite, disse o relatório.

A Humane Society diz que os criadores responsáveis ​​não vendem para lojas de animais, porque querem conhecer as famílias que estão levando os cachorros para casa e manter contato em caso de problemas, diz o grupo de defesa dos animais.

A Petland negou todos os casos de abuso e negligência relatados, e se recusou a declarar-se culpada das acusações.

Um caso em Las Vegas, Nevada, inclui um relato de um filhote confinado a uma jaula durante um mês em uma das lojas Petland. Um funcionário alegou a investigadora da HSUS que “eles estavam esperando ele morrer.” O filhote foi enviado de volta à criadora.