Turistas colocam populações de golfinhos em risco ao alimentá-los


As operadoras de turismo podem estar colocando em risco as populações de golfinhos, permitindo que elas sejam alimentadas pelos turistas da Austrália Ocidental, revela uma nova pesquisa sobre o assunto.

Os golfinhos são visitantes frequentes nas praias do país e em outros locais no mundo, mas um novo estudo da Universidade Murdoch, que observou mais de 60 golfinhos ao redor da área de Bunbury, apontou que golfinhos que não foram alimentados pelo Bunbury Discovery Center eram duas vezes mais propensos a dar à luz e tinha mais sucesso criando filhotes.

A pesquisadora-chefe Valeria Senigaglia disse que pouco mais de um terço dos filhotes de mães dependentes de alimentos dados por humanos em Bunbury sobreviveu até a idade de desmame cerca de três anos de idade.

“Cerca de 75% da população é desmamada com sucesso e prospera, se levarmos em conta apenas os golfinhos alimentados por humanos, esse percentual cai para 38%”, disse ela.

A pesquisa considerou uma série de fatores que poderiam impactar a sobrevivência dos filhotes em Bunbury, incluindo a mudança climática, mas Senigaglia disse que eles não tiveram um grande efeito sobre a população de golfinhos.

“O fator que tem a influência mais negativa sobre a sobrevivência é se a mãe do filhote recebeu ou não comida do centro dos golfinhos”, disse ela.

Ela disse que era provável que o resultado fosse esse porque os golfinhos se tornaram dependentes de humanos para alimentação, o que poderia levar as fêmeas a se tornarem menos maternas em relação aos filhotes.

“É apenas um par de peixes por dia, o que significa que os golfinhos ainda têm que se alimentar sozinhos, mas por ser uma fonte tão confiável como fonte de alimento que eles são fisgados para ir à praia todos os dias.”

Selvagens

Na Austrália Ocidental existem dois locais de alimentação de golfinhos licenciados pelo Departamento de Biodiversidade, Conservação e Atrações (DBCA), o Bunbury Discovery Centre e a reserva de Monkey Mia a 900 km ao norte de Perth.

Outros operadores de turismo em todo o estado, incluindo o Mandurah Cruises, não alimentam golfinhos.

A diretora de educação da Mandurah Cruises, Natalie Goodard, disse que isso se deve ao impacto do fornecimento de alimentos aos golfinhos selvagens. “É prejudicial para sua saúde e bem-estar”, disse ela.

Sem planos para parar com a alimentação dos golfinhos

O departamento responsável (DBCA) não quis dizer se pretendia proibir a prática, mas uma porta-voz do entidade afirmou que haviam condições estritas para proteger os golfinhos em Bunbury e Monkey Mia.

Em um comunicado, o Centro de Descoberta de Golfinhos disse que estudaria a pesquisa como parte de sua estratégia para proteger a população de golfinhos da cidade.

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Cães são resgatados após serem deixados sem água e comida em MG

Policiais civis da Delegacia Especializada de Investigação de Crimes contra a Fauna (DEICCF) encontraram 13 cachorros, sendo quatro adultos e nove filhotes, em situação de maus-tratos em uma casa no bairro Providência, em Belo Horizonte (MG).

(Foto: Polícia Civil/ divulgação)

Sem alimento e água e em um ambiente insalubre, repleto de mato, lixo, sujeira e objetos espalhados, os cachorros foram encontrados com infestação de pulgas e carrapatos, desnutrição e sinais de apatia e desânimo. As informações são do portal Estado de Minas.

A tutora dos cães afirmou que eles estavam sem água porque haviam derrubado a vasilha e que a ração tinha acabado na noite anterior. O comportamento dos animais, no entanto, demonstrou o contrário. Isso porque, ao receberem água e ração dos policiais, eles se desesperaram, tamanha era a fome e a sede que sentiam, e disputaram o que lhes foi oferecido.

Cinco dos 13 cachorros, que estavam mais debilitados, foram levados para o hospital veterinário do Centro Universitário de Belo Horizonte (UNIBH). Os filhotes já estão disponíveis para adoção, já os adultos serão doados após serem castrados.

Para adotar um dos animais é preciso entrar em contato com o Departamento Estadual de Investigação de Crimes contra o Meio Ambiente (Dema) pelo telefone (31) 3212-1356 ou pessoalmente, n rua Bernardo Guimarães, 1.571, Bairro de Lourdes, na Região Centro-Sul de Belo Horizonte.


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Considerados raros na natureza, filhotes de lobo-guará são resgatados em SP

Três filhotes de lobo-guará foram resgatados em um canavial em Itajobi, no interior de São Paulo. A espécie é considerada rara na natureza.

Foto: Polícia Militar/Divulgação

Recém-nascidos, os filhotes foram encontrados em meio a uma plantação de cana-de-açúcar, dentro de uma espécie de ninho. Não foi identificada no local a presença de animais adultos. Os filhotes foram salvos no sábado (29) pela Polícia Ambiental. O resgate, porém, só foi divulgado na segunda-feira (1º).

Após o resgate, os lobos foram levados para uma clínica veterinária particular. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

De acordo com a polícia, um funcionário de uma usina de açúcar e álcool encontrou a ninhada enquanto inspecionava o canavial. Os policiais, ao chegarem no local, se depararam com três filhotes vivos e um morto. Os sobreviventes receberão tratamento veterinário até que estejam aptos à soltura na natureza.

Não se sabe qual a razão para os filhotes terem sido encontrados sozinhos. Isso porque, na natureza, a mãe não costuma abandonar seus filhos.

Outro caso

Em Osvaldo Cruz, cidade paulista distante 270 km de Itajobi, um lobo-guará foi visto caminhando na madrugada de segunda-feira (1). Ele passou pelo centro da cidade, andou por uma linha férrea e seguiu para a área rural. O percurso foi acompanhado por policiais militares, que não interferiram.

Foto: Polícia Militar/Divulgação

A União Internacional para Conservação da Natureza (IUCN, na sigla em inglês) não lista o lobo-guará como ameaçado de extinção. No entanto, a espécie é listada como vulnerável pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).

A destruição do Cerrado para ampliação da agricultura – especialmente para o plantio de grãos utilizados na alimentação de animais explorados para consumo humano – é o que ameaça o lobo-guará no estado de São Paulo.
De acordo com biólogos, o lobo-guará, assim como a onça-parda, adaptou-se aos canaviais que estão em grande parte do interior paulista.

As fêmeas da espécie geram de 2 a 5 filhotes, mas podem ficar até dois anos se reproduzir – o que, somado à destruição ambiental que ameaça o lobo-guará, é preocupante sob o ponto de vista da preservação da espécie.


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Metade dos filhotes de tartaruga mortos encontrados por cientistas tinham o estômago cheio de plástico

Foto: Getty Images

Foto: Getty Images

As tartarugas marinhas filhotes são particularmente vulneráveis aos efeitos nocivos da poluição plástica, de acordo com um estudo que descobriu que cerca de metade dos répteis recém-nascidos tinham estômagos cheios de plástico.

Nos últimos anos, os cientistas perceberam que os animais que vão do plâncton às baleias consomem regularmente plástico, já que cerca de 10 milhões de toneladas chegam ao mar todos os anos.

As tartarugas foram algumas das primeiras criaturas já observadas a consumir plástico, com relatos de bolsas sendo encontradas em seus estômagos que remontam aos anos 80.

Apesar da atenção que o problema recebeu, ainda há muito pouco conhecimento sobre o efeito geral que o plástico tem sobre nos animais oceânicos.

Enquanto algum plástico pode até passar inofensivamente através dos sistemas digestivos dos animais, ele também pode acumular no organismo deles e matá-los ao bloquear ou rasgar suas entranhas.

Há também algumas evidências que sugerem que o plástico pode liberar substâncias químicas tóxicas em seu entorno, embora o impacto que isso cause nos animais ainda seja amplamente especulativo.

Um estudo publicado na revista Nature tentou quantificar o dano que o plástico está causando na população de tartarugas do leste da Austrália.

Em sua pesquisa, uma equipe liderada pela Dra. Britta Denise Hardesty, da Organização de Pesquisas Científicas e Industriais da Commonwealth (CSIRO), examinou dados de quase mil tartarugas mortas para entender o papel que o plástico desempenhou em suas mortes.

Eles descobriram que as tartarugas mais jovens pareciam ser mais suscetíveis à poluição por plásticos.

Pouco mais da metade dos indivíduos, logo após o nascimento, havia ingerido plástico, e cerca de um quarto daqueles um pouco mais velhos foram afetados pelo material também, em comparação a cerca de 15% dos adultos.

Enquanto o número de peças de plástico nas entranhas dos répteis variou muito de um até mais de 300 (detritos de plástico), os cientistas foram capazes de deduzir que as tartarugas têm uma probabilidade de 50% de morte depois de consumir 14 peças.

O trabalho surge quando outro estudo documenta o declínio global de tartarugas marinhas e tartarugas terrenas que deixou mais de 60% das espécies do mundo extintas ou em extinção.

Dois séculos atrás, estima-se que as tartarugas marinhas no Mar do Caribe eram estimadas em dezenas de milhões, enquanto, mais recentemente, estima-se que seu número esteja nas dezenas de milhares.

Juntamente com seus parentes que vivem em terra, essas criaturas desempenham papéis fundamentais na formação dos ecossistemas globais.

“Precisamos dedicar um tempo para entender as tartarugas, sua história natural e sua importância para o meio ambiente, ou arriscamo-las a uma nova realidade onde elas não existem”, disse Mickey Agha, pesquisador da Universidade da Califórnia, em Davis, que contribuiu para o estudo.

“As pessoas nascidas em um mundo sem um grande número de répteis de vida longa, como as tartarugas, podem aceitar isso como a nova norma”.

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Cadela amamenta três filhotes de porco em Monte Mor (SP)

Um vídeo gravado em Monte Mor (SP), nesta sexta-feira (28), mostra o momento em que uma cadela amamenta três filhotes de porco.

Foto: Reprodução / EPTV

As imagens foram enviadas à EPTV, afiliada da TV Globo, pela telespectadora Elaine Gonçalves de Oliveira.

Ela contou à reportagem que os filhotes nasceram há três semanas e foram rejeitados pela mãe. Entretanto, a cadela “Negona” teve “gravidez psicológica” e começou a alimentar os animais.

Fonte: G1


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Com pureza e profundidade os animais respondem ao amor independente do sexo

Foto: littlethings

Foto: littlethings

O Dia Internacional do Orgulho LGBTI (Gays, Lésbicas, Bissexuais, Transexuais e Pessoas Intersexo) é comemorado anualmente em 28 de junho em todo o mundo. A data foi escolhida com base nos acontecimentos que se desenrolaram no bar gay Stonewall Inn, em Nova York em 1969.

Ali o primeiro grito de revolta contra a intolerância à comunidade LGBTI foi dado, com pessoas se reunindo e opondo-se à repressão policial num confronto direto entre a população e as autoridades.

Mas não são só os seres humanos formam casais homoafetivos, no reino animal esta orientação não é rara e é tratada com naturalidade nas espécies.

A formação de pares do mesmo sexo no reino animal é frequente. Estudos sugerem que cerca de 1.500 espécies de animais são conhecidas por se unir a companheiros do mesmo sexo. Conheça dez belos exemplos de espécies de animais que fazem parte da gigantesca família LGBTI do reino animal:

Girafas

Foto: Imago/Nature Picture Library

Foto: Imago/Nature Picture Library

Entre as girafas, há mais atividade sexual com casais do mesmo sexo do que do sexo oposto. De fato, estudos dizem que as relações entre indivíduos do mesmo sexo é responsável por mais de 90% de toda a atividade sexual observada em girafas. E essas belas criaturas não vão direto ao assunto. Girafas machos sabem flertar, primeiro se esfregando – isto é, esfregando suavemente o pescoço ao longo do corpo do outro. Essas preliminares podem durar até uma hora.

Golfinho-nariz-de-garrafa

Foto: Picture-Alliance/Mary Evans Picture Library

Foto: Picture-Alliance/Mary Evans Picture Library

Os golfinhos-nariz-de garrafa do sexo feminino e masculino exibem comportamento homossexual, incluindo movimentos em que um golfinho estimula o outro com o focinho. No mundo dos golfinhos a atividade homossexual ocorre com aproximadamente a mesma freqüência que a heterossexual. Os golfinhos-nariz-de-garrafa são geralmente bissexuais – mas passam por períodos exclusivamente homossexuais.

Leões

Foto: Artis/R. Van Weren

Foto: Artis/R. Van Weren

A homossexualidade é comum entre os leões também. Dois a quatro leões do sexo masculino geralmente formam o que é conhecido como uma “coalizão”, onde eles agem em conjunto para cortejar as leoas.

Eles dependem uns dos outros para afastar outras coalizões. Para garantir a lealdade, os leões fortalecem o vínculo entre eles fazendo sexo uns com os outros. Muitos pesquisadores referem-se a esse comportamento como o clássico “bromance” em vez de formação de pares homossexuais.

Bisões

Foto: Imago/Nature Picture Library

Foto: Imago/Nature Picture Library

O sexo entre os bisões machos é mais comum que a relação heterossexual. Isso porque os bisões do sexo femininos só se acasalam com machos uma vez por ano. Durante a época de acasalamento, os machos que sentem desejo se envolvem em atividades do mesmo sexo várias vezes ao dia. E assim, mais de 50% das relações entre jovens bisões masculinos acontece entre o mesmo sexo.

Macacos

Foto: Picture-Alliance/Robert Harding

Foto: Picture-Alliance/Robert Harding

Tanto os macacos do sexo masculino quanto os do sexo feminino praticam atividades com indivíduos do mesmo sexo. Mas enquanto os machos geralmente só o fazem por uma noite, as fêmeas formam fortes laços entre si e geralmente são monogâmicas. Em algumas populações de macacos, o comportamento homossexual entre as mulheres não é apenas comum, mas a norma. Quando não estão se relacionando sexualmente, essas fêmeas ficam juntas para dormir e se proteger, e se defendem de inimigos externos.

Albatroz

Foto: Imago/Mint Images

Foto: Imago/Mint Images

O albatroz de Layson, que nidifica no Havaí, é conhecido por seu grande número de parcerias homossexuais. Cerca de 30% dos casais na ilha de Oahu são compostos de duas mulheres. Eles são monogâmicos e geralmente permanecem juntos por toda a vida – o que leva dois pais do mesmo sexo a criar um filhote com sucesso. Os filhotes geralmente são criados por aves do sexo masculino que já estão comprometidos em outro relacionamento.

Bonobos

Foto: Picture-Alliance/R. Lanting

Foto: Picture-Alliance/R. Lanting

Os bonobos são considerados os parentes vivos mais próximos dos seres humanos e são conhecidos por buscar prazer sexual. Eles tem ralações sexuais freqüentemente, inclusive com o mesmo sexo. Esses primatas o fazem por prazer – mas também para se unirem, subir na escala social e reduzir a tensão. Cerca de dois terços das atividades homossexuais acontecem entre as mulheres da espécie, mas os homens também desfrutam de prazer sexual um com o outro.

Cisnes

Foto: Sputnik/Владимир Вяткин

Foto: Sputnik/Владимир Вяткин

Como muitos pássaros, os cisnes são monogâmicos e ficam com um parceiro por anos. Muitos deles escolhem um parceiro do mesmo sexo. De fato, cerca de 20% dos casais de cisnes são homossexuais – e eles geralmente criam famílias juntos. Às vezes, um cisne em um casal masculino terá relações com uma fêmea, e então a abandonará assim que ela colocar uma ninhada de ovos. Em outros casos, eles adotam ovos abandonados.

Morsas

Foto: Imago/Nature n Stock

Foto: Imago/Nature n Stock

As morsas do sexo masculino só atingem a maturidade sexual aos 4 anos de idade. Até lá, são quase exclusivamente gays. Quando atingem a maturidade, a maioria dos homens da espécie é bissexual e tem relações sexuais com as fêmeas durante a época de reprodução – enquanto faz sexo com outros machos no resto do ano. Não é apenas sexo gay – os machos também se abraçam e dormem perto um do outro na água.

Ovelhas

Foto: Getty Images/M.Cardy

Foto: Getty Images/M.Cardy

Estudos sugerem que até 8% dos indivíduos do sexo masculino em rebanhos de ovelhas preferem outros machos, mesmo quando há fêmeas férteis estão por perto. No entanto, isso ocorre apenas entre ovelhas domésticas. Estudos descobriram que essas ovelhas homossexuais têm uma estrutura cerebral diferente de suas contrapartes heterossexuais e liberam menos hormônios sexuais.

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Elefantes filhotes órfãos se divertem em piscina gigante

Foto: Wild Heart Wildlife Foundation

Wild Heart Wildlife Foundation

Filhotes de elefantes são muitos próximos de suas mães nos primeiros dois meses de vida, e ao longo da existência os laços entre eles são duradouros e sólidos. Esses bebês elefantes órfãos não poderão desfrutar desse conforto, mas eles foram resgatados pelo orfanato de elefantes, Zimbabwe Elephant Nurser, na África e apesar de tudo o que passaram, conservam a capacidade se divertir e brincar com os demais órfãos.

Basta um rápido olhar para os filhotes de elefantes nas imagens para perceber quão felizes eles estão – sua alegria se sobressai enquanto eles brincam e rolam na água, completamente despreocupados e relaxados.



Durante um dia quente de verão, esse tipo de diversão parece ser a melhor maneira de passar o tempo – e essas pequenos elefantes têm sorte de ter sobrevivido e estarem protegidos.

Mas os seus dias nem sempre foram assim – este pequeno grupo de elefantes órfãos do orfanato está finalmente seguro depois de muitos obstáculos, tudo graças aos esforços da equipe da ONG que fez de tudo para salvar e mudar suas vidas.

Os filhotes estão sendo reabilitados com o objetivo final de serem reintroduzidos na natureza, onde eles pertencem.

Depois da perda de suas mães, com as quais os elefantes normalmente são muito próximo e dependentes nos primeiros anoas de vida, os órfãos têm que aprender a sobre viver sozinhos.

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

Felizmente, em lugares como este (orfanato), todo esforço é feito para dar-lhes todo o conforto e a alegria que eles exigem e que poderiam precisar. E o que é a vida de um bebê elefante sem horas e mais horas de brincadeiras? Bem, esses bebês não precisam se preocupar com isso.

*Elefantes bebês*

Os bebês elefante tomam o leite de sua mãe por cerca de dois anos, às vezes por mais tempo. Eles chegam a beber até 3 litros de leite por dia.

A partir dos quatro meses de idade, eles também já começam a comer algumas plantas, assim como os elefantes adultos, mas continuam precisando do leite de sua mãe.

Os filhotes podem continuar a beber o leite das mães por até dez anos. No começo, os pequenos elefantes não sabem muito bem o que fazer com suas trombas. Eles as balançam para lá e para cá e às vezes até pisam nelas sem querer.

Eles sugam a tromba, assim como um bebê humano pode chupar o polegar. Por volta dos 6 a 8 meses, os bebês começam a aprender a usar suas trombas para comer e beber.

Quando alcançam cerca de um ano de idade, eles podem controlar suas trombas muito bem e, como elefantes adultos, usam o membro para agarrar, comer, beber e tomar banho.

Os elefantes do sexo feminino ficam com a manada por toda a vida, enquanto os machos partem para começar uma vida solitária por volta dos 12 a 14 anos de idade.

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Leoa vigia e assiste seus filhotes descobrindo o mundo em reserva natural

Foto: Ferrari Press

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Esta filmagem impressionante mostra três leões filhotes irmãos de apenas um mês de idade brincando de brigar enquanto tentavam impressionar seus pais.

Os filhotes nasceram em Port Lympne Hotel & Reserve, em Kent (Reino Unido), no mês passado, tendo como pais: Adras, um enorme e impressionante leão do sexo masculino e a bela leoa Oudrika.

Eles são os primeiros leões da espécie (Panthera leo leo) a nascer na reserva em mais de 10 anos, após Oudrika deu à luz na madrugada de 13 de maio.

Agora, com pouco mais de um mês de idade, os filhotes estão crescendo em tamanho e confiança todos os dias.

Foto: Ferrari Press

Foto: Ferrari Press

A filmagem do trio mostra-os brincando e explorando enquanto seus pais observam. A equipe da reserva diz que ela está encantada com o progresso.

Richard Barnes, representante da reserva, disse: “Os filhotes estão ficando agitados e brincalhões agora, estão em ótima forma e estão claramente curtindo brigas de brincadeira entre si”.

Foto: Ferrari Press

Foto: Ferrari Press

“Suas travessuras são encantadoras, mas não demorará muito para que eles saiam a brincar por aí e deixem seus pais de lado”.

Os visitantes do local já viram os jovens leões arteiros – mas não é necessária uma visita à reserva para ver os recém-chegados.

Foto: Ferrari Press

Foto: Ferrari Press

Port Lympne agora montou o Cub Cam (Câmera dos Filhotes, na tradução livre), permitindo que os fãs do trio se mantenham atualizados sobre seu progresso e comportamento, sem perder nada.

E uma compilação dos destaques do vídeo do Cub Cam foi montada na página da reserva no Youtube.

Os leões aque vivem na reserva de Kent são os leões de Barbary, que foram extintos na natureza por pelo menos 50 anos.

Foto: Ferrari Press

Foto: Ferrari Press

Todos os leões do parque descendem de um grupo que antes era mantido no zoológico particular do Rei do Marrocos, de acordo com informações da reserva.

Os leões de Barbary eram nativos do norte da África e foram encontrados em lugares como Egito, Marrocos e Argélia.

Eles foram extintos após a caça em massa nos séculos 19 e 20.

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Empresa anuncia possibilidade de paralisar operação de balsa para passagem de baleias

A Dersa, responsável pelo serviço de travessias litorâneas, anunciou que é possível que sejam feitas paralisações na operação da balsa entre São Sebastião e Ilhabela, no litoral de São Paulo, devido à quantidade de baleias-jubarte que tem passado pelo canal.

No último final de semana, pelo menos 16 animais foram vistos na região. O projeto Baleia à Vista avistou sete baleias no local no sábado (22) e emitiu um alerta via rádio para o comandante da balsa, que teria feito um desvio no percurso da embarcação para proteger as baleias, impedindo que elas fossem atingidas. As informações são do portal Nova Imprensa.

“Vamos precisar de um sistema de alertas e de intervenção rápida nesses casos, mas o mais importante é uma campanha de educação, treinamento e conscientização para que todos os navegantes respeitem sempre as regras de aproximação a baleias e golfinhos, que aliás são baseados em Leis e Portarias Federais”, alertou o projeto.

O artigo 24 da Estrutura Regimental do Ibama, que segue a Lei nº 7643, de 18 de dezembro de 1987, define regras para prevenir e coibir o molestamento intencional de cetáceos em águas jurisdicionais brasileiras. A lei proíbe que embarcações com o motor engrenado fiquem a menos de 100 metros de distância dos animais; que a embarcação persiga, com o motor ligado, qualquer baleia por mais de 30 minutos, ainda que respeitadas as distâncias; que o curso de deslocamento do cetáceo seja interrompido; que se entre intencionalmente em grupos de cetáceos de qualquer espécie, dividindo-o ou dispersando-o; que se produza ruídos excessivos, tais como música, percussão de qualquer tipo, ou outros, além daqueles gerados pela operação normal da embarcação, a menos de 300 metros; que qualquer tipo de detrito, substância ou material seja despejado a menos de 500 metros do animal.

Período de reprodução

De espécie migratória, a baleia-jubarte procura, todos os anos, águas tropicais mais quentes, onde faz o acasalamento e tem filhotes. Para que esses animais cheguem ao destino, o litoral norte é rota quase certa.

Após o período de reprodução, quando chega o verão, as baleias retornam às águas polares para buscar alimento.


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Mães cachorrinhas são encontradas em um beco criando seus filhotes juntas

Foto: Northwest Dog Rescue

Foto: Northwest Dog Rescue

Uma transeunte estava passando próximo a um beco escuro em Los Angeles, na Califórnia (EUA), quando ouviu alguns ganidos abafados e resolveu parar e investigar para ver o que era. Ela se deparou com a cena mais triste e comovente ao mesmo tempo que tinha presenciado.

Amontoadas no chão sujo, estavam duas mães cachorrinhas muito magras – elas estavam bem próximas uma da outra, aconchegadas juntas e amamentando seus nove bebês. Este beco frio e escuro era seu único lar, e elas estavam criando seus filhotes ali juntas.

Foto: Northwest Dog Rescue

Foto: Northwest Dog Rescue

A mulher soube na hora que não suportaria apenas ir embora sem ajudar aquelas famílias primeiro. Ela pegou e levou todos eles até sua casa, tirando-os das ruas até que eles pudessem ser transferidos para o abrigo de Northwest Dog Project (NDP) em Eugene, Oregon, mais tarde naquele mesmo fim de semana.

A equipe de resgate percebeu imediatamente o quão especial era o vínculo que as mães cachorras, a quem deram o nome de Thelma e Louise, tinham uma com o outra. Embora ninguém saiba ao certo de onde elas vieram, é possível que as duas possam estar relacionadas (consanguineamente ou por morarem no mesmo lar) – ou simplesmente se conheceram nas ruas e decidiram ficar juntas dali em diante.

Thelma e Louise | Foto: Northwest Dog Rescue

Thelma e Louise | Foto: Northwest Dog Rescue

“Tenho certeza de que em algum momento as mães foram abandonadas por alguém”, Emma Scott, diretora executiva do abrigo NDP, disse ao The Dodo. “As mães e os bebês estão muito abaixo do peso e desnutridos além de tudo. Na minha opinião elas e os filhos estavam vivendo nas ruas há algum tempo já.

Não importa como as mães se encontram, elas são inseparáveis e cuidam de seus nove filhotes juntos como um time. Eles estão todos se ajustando bem ao resgate e parecem tão agradecidos pelas camas e cobertores confortáveis, disse Scott. As mães passam muito tempo apenas relaxando e cuidando dos bebês, e se aconchegando umas com as outras também.

Filhotes juntos | Foto: Northwest Dog Rescue

Filhotes juntos | Foto: Northwest Dog Rescue

“Eles parecem ter uma rotina mapeada – uma mãe cuida dos filhotes enquanto a outra os amamenta, e então eles mudam”, disse Scott. “Não sabemos quais filhotes pertencem a quem! É a primeira vez que vejo algo assim. Eles definitivamente têm um relacionamento doce.

Depois de compartilhar um post da família no Facebook, o abrigo foi inundado com palavras de apoio de muitas mulheres que, como Thelma e Louise, são mães solteiras.

“As pessoas realmente gostaram de conhecer a história delas”, disse Scott. “Muitas mulheres comentaram: “As mães solteiras se unem. É muito especial vê-las cuidando umas das outras ao mesmo tempo em que criam os filhotes juntas se ajudando”.

Filhotes juntos | Foto: Northwest Dog Rescue

Filhotes juntos | Foto: Northwest Dog Rescue

Com cerca de 12 libras (cerca de 5 kg) cada e cabelos rebeldes e fofos, as duas cadelinhas em situação de rua, Thelma e Louise, parecem ter misturas de terrier. Seus filhotes são bem pequenos, então é provável que eles cresçam e se tornem adultos pequenos e médios. Assim como suas mães, a maioria dos filhotes são meninas – existem apenas dois meninos entre as duas ninhadas.

“As mães são super doces”, disse Scott. “No início elas estavam um pouco nervosas e receosas, mas agora elas vivem procurando por carinho e rolando para ter suas barriguinhas coçadas. E os filhotes são muitos alegres e minúsculos. Eles são adoráveis e tornam a tarefa de cuidar deles deliciosa”.

Com cerca de 5 semanas de idade, os bebês estão se tornando super enérgicos e brincalhões. Eles permanecerão com as mães por pelo menos mais um mês até ficarem mais fortes e tomares todas as vacinas. Suas mães também serão castradas antes de estarem disponíveis para adoção.

Por enquanto, a equipe de resgate está muito feliz de estar cercada por tantos rabos abanando e muitos beijos sem fim dos filhotes – e está bem claro que toda a família sente a mesma coisa.

“Esta família é uma das razões porque resgatamos cães”, disse Scott. “Muita tristeza pode estar envolvida [no resgate], mas ver duas mães se juntando assim para criar seus filhos é tão gratificante. Eu olho para eles e não consigo segurar as lágrimas. Esta é a parte recompensadora de todo o trabalho que realizamos”.

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