‘Meu anjo da guarda’, diz tutor sobre cachorro que o acordou de coma

Andy Szasz, de 65 anos, estava em um coma profundo e relata ter acordado graças a seu cachorro. No hospital em que Andy foi internado, a equipe médica permitiu que Teddy, como é chamado o cão, fizesse companhia para o tutor, após um pedido da esposa de Andy. O animal ficava sentado ao lado da cama do paciente, que garante ter voltado do coma graças a Teddy.

Foto: Reprodução/Fatos Desconhecidos

“Eles colocaram Teddy no meu peito e ele me acordou. De certa forma eu acho que é meu anjo da guarda”, afirmou Andy. O caso aconteceu no Reino Unido.

Andy foi colocado em coma induzido pelos médicos devido a um quadro de saúde grave. Ele estava fazendo tratamento para um câncer de intestino e teve, também, pneumonia. As informações são do portal Fatos Desconhecidos.

Diante da situação, a esposa de Andy pediu que os médicos autorizassem a entrada do cão da família no hospital. Teddy, mostrando ser um companheiro fiel, passou a ficar deitado em cima do tutor.

Foto: Reprodução/Fatos Desconhecidos

Após quatro dias recebendo a visita do cachorro, Andy acordou enquanto o cão lambia seu rosto. A situação encantou os profissionais do hospital.

A companhia do cachorro, no entanto, não foi importante apenas durante a internação. Isso porque Teddy continuou a auxiliar o tutor após a alta médica. Ele sempre acompanha Andy em suas caminhadas diárias.

A história da dupla alcançou tamanha repercussão que foi contada no programa Dog Rescuers, um programa de TV britânico que apresenta o trabalho feito pela ONG de proteção animal RPSCA. O episódio em questão tratou da importância da companhia animal na recuperação de pacientes.

Foto: Reprodução/Fatos Desconhecidos

“Eu sempre digo às pessoas que eu resgatei Teddy e que ele me resgatou. Temos um vínculo especial”, disse Andy ao The Times.

Após tirar o tutor do coma, Teddy passou a visitar o Southampton General Hospital, além de casas de repouso, escolas e centros médicos, para levar afeto para pessoas que precisam.


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Cão agredido com uma pá sobrevive após ter crânio partido ao meio

Um cachorro que foi brutalmente agredido com um golpe de pá, que partiu o crânio dele ao meio, sobreviveu, demonstrando o quão guerreiro é e como tem vontade de viver. Com o golpe, Sky, como é chamado o cão, também perdeu um olho. Além disso, seu osso zigomático foi destruído, os músculos e nervos foram severamente danificados, assim como sua mandíbula.

Foto: Viktor Larkhill/YouTube

O golpe foi tão brutal que mandíbula do animal ficou trancada, impedindo-o de comer. Para investigar melhor a situação e determinar a melhor solução para o caso, Sky foi submetido a uma tomografia computorizada. Após o exame, os veterinários concordaram que o cachorro tinha chances de sobreviver a uma cirurgia reconstrutiva maxilofacial, que seria sua única chance para sobreviver e ter qualidade de vida.

Casos como o de Sky tem, normalmente, como recomendação o sacrifício. No entanto, o animal tinha tanta vontade de viver que os veterinários se negaram a desistir dele e realizaram uma cirurgia sem precedentes. As informações são do portal I Love My Dog.

Foto: Viktor Larkhill/YouTube

A cirurgia foi um sucesso e Sky conseguiu abrir a boca e comer alimentos sólidos. A melhor parte da nova vida dele, no entanto, ainda estava por vir. Após se recuperar do procedimento cirúrgico, ele foi adotado por uma família que ficou tão comovida com a história dele que chorou ao saber de todo sofrimento que ele viveu e se dispôs a fazê-lo feliz como nunca, permitindo, inclusive, que ele tivesse um irmão: o outro cachorro da família, que agora passa os dias brincando com Sky.

Confira, no vídeo abaixo, um pouco da história do cachorro:


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Cachorro é adotado após viver seis anos em abrigo nos Estados Unidos

O cão Higgins viveu seis longos anos em um abrigo em Ohio, nos Estados Unidos, até que teve a oportunidade de viver em um lar de verdade.

Leslie Renner, diretora executiva da The Humane Society de Preble County, nunca desistiu de encontrar um tutor para o cachorro, que foi viver no abrigo quando ainda era filhote. As informações são do The Dodo.

Foto: Humane Society of Preble County

Logo após chegar na ONG, ele foi adotado. Mas foi maltratado e retornou ao abrigo, onde permaneceu por anos. “Ouvimos dizer que ele não era nada mais do que um cachorro acorrentado a uma casa de cachorro”, disse Renner. “Cerca de um ano depois, alguém entrou com um cachorro perdido – e foi ele”, contou.

“Ninguém nunca veio procurá-lo. Ninguém se importou”, disse ela, ao se referir à família que havia o adotado.

Higgins se sente mais tranquilo sozinho, sem outros animais por perto e isso dificultava a adoção dele. Além disso, ele já não era mais um filhote. “As pessoas estão procurando filhotes ou cachorros com seis meses”, disse Renner. “Quando ele voltou, tinha um ano e depois dois e depois três”, completou.

“O rosto dele sempre parecia tão preocupado que ele ficou um pouco intimidado quando estava em seu canil. As pessoas simplesmente passaram por ele”, lamentou.

Foto: Brendon Reed

No entanto, após tantos anos vivendo no abrigo, o cão foi adotado. Brendon Reed, de 22 anos, foi até o local e disse: “estou aqui para levar Higgins para casa”.

Reed havia acabado de comprar sua primeira casa e, ao saber da triste história do cachorro, não pensou duas vezes e decidiu adotá-lo. “Ele era apenas um cachorro lindo. Ele parecia tão fofo… Eu não sei como ele não foi adotado”, disse o jovem.

Depois de ser maltratado na primeira casa em que viveu e passar anos em um abrigo, sem uma família, Higgins agora desfruta do amor de seu novo tutor, dorme no sofá, assiste TV, diverte-se correndo pelo quintal e rola na grama.

“Ele é tão feliz, é meio louco”, disse Reed.

Foto: Brendon Reed

Chimpanzé Black é transferido de zoológico para santuário em Sorocaba (SP)

O chimpanzé Black foi transferido do Parque Zoológico Municipal “Quinzinho de Barros” para o Santuário de Grandes Primatas, em Sorocaba, no interior de São Paulo. A transferência foi feita na tarde desta segunda-feira (6) por determinação do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP).

Foto: Divulgação/Prefeitura de Sorocaba

A decisão judicial atendeu a um pedido da Agência de Notícias de Direitos Animais (ANDA) e da Associação Sempre Pelos Animais, de São Roque (SP). Entre os argumentos utilizados no processo que justificam a transferência do animal, está a falta de convívio do chimpanzé com outros animais da espécie. As informações são do G1.

O TJ-SP estabeleceu um prazo, até o dia 8 de maio, para a transferência de Black. Como o zoológico não abre de segunda-feira, essa foi a data escolhida para a retirada do animal do local. O caso tramita na Justiça há mais de um ano. Em primeira instância, o pedido das ONGs foi negado, mas um novo julgamento resultou em um parecer favorável.

Uma gaiola foi usada para transferir o animal. Para que o chimpanzé entrasse, alimentos foram colocados dentro dela. O objetivo era transferi-lo sem precisar usar sedativos, já que ele é idoso e tem cerca de 50 anos.

Explorado em circo

Black foi levado ao zoológico na década de 1970, após ser resgatado de um circo, que o explorava para entretenimento humano. No zoo, ele teve a companhia de outras duas chimpanzés. A última morreu há cerca de 10 anos e, desde então, ele vivia sozinho.

O promotor do Meio Ambiente Jorge Marum explicou que a promotoria deu parecer favorável para a transferência de Black e fez reuniões para viabilizar o cumprimento da decisão. Segundo ele, no entanto, a decisão pode ser revertida.

Foto: Divulgação/Prefeitura de Sorocaba

“Não é uma decisão definitiva, é uma liminar. O processo continua, vão ser colhidas provas, vão ser ouvidos especialistas para que a decisão seja tomada com respaldo técnico da melhor forma possível”, explica o promotor.

O promotor lembrou que o chimpanzé é idoso, foi explorado em um circo, estava solitário e vivendo há muito tempo no zoológico. “Penso que seria uma aposentadoria merecida. Claro que também levei em conta os laudos técnicos anexados ao processo”, diz.

Luciano Ferro, representante jurídico das entidades que moveram a ação pedindo a transferência de Black, lembrou do período em que o chimpanzé viveu no Santuário dos Primatas, quando foi levado ao local temporariamente, em 2014, para que o recinto dele no zoológico passasse por manutenção.

“No zoológico ele vive em situação de isolamento, no santuário ele vai ter contato com outros animais. Ele já esteve no santuário e teve um bom histórico. O recinto do Black já está preparado para recebê-lo no santuário, ele vai ter paz”, comentou Ferro. Ativistas afirmam que, no período em que viveu no santuário, o chimpanzé se socializou com outros membros da espécie e conquistou uma amiga chamada Margarete.

Ferro criticou manifestações feitas no zoológico. “A gente estava bastante chateado por a prefeitura estar fazendo manifestação dentro do zoológico durante toda semana. Um zoológico que diz que prima pelo bem-estar dos animais não deveria permitir manifestação pública praticamente dentro do recinto dos animais, que era o que estava acontecendo com o Black”, disse.

Apesar da crítica, Ferro afirmou que o zoológico colaborou durante a transferência do animal. “Ao todo, foram 6 profissionais do projeto GAP que acompanharam o manejo do Black para entrar na caixa, mais 6 do zoológico. O zoológico colaborou, já tinha sido acertado que seria uma operação colaborativa entre as partes e foi o que aconteceu”, contou.

Ferro disse ainda que a transferência do chimpanzé foi um grande sucesso. “O Black ficou super bem adaptado, não teve nenhum problema. Todas aquelas mentiras que estavam sendo contadas a respeito do Black, de que o santuário iria jogá-lo em meio a um monte de primatas não era verdade. O Black vai ser socializado, a priori, apenas com uma companheira e isso no tempo certo, não vai ser agora. Tudo isso vai ser registrado”, concluiu.

O santuário, que é filiado ao Great Ape Project/Projeto dos Grandes Primatas (GAP), é uma propriedade particular mantida por sua família fundadora.

Cadela mantida acorrentada durante toda a vida é resgatada

Uma cadela que viveu a vida toda acorrentada, tendo apenas uma caixa pequena para se abrigar, foi resgatada. Sarah, como é chamada, era xingada de “nojenta” pelos tutores, que a maltratavam. Devido ao sofrimento que viveu, a cadela ficou depressiva.

Foto: Reprodução / YouTube / PETA

O caso chegou ao conhecimento da PETA, uma organização internacional de proteção animal, que decidiu intervir, e resgatou a cadela. Os olhos tristes de Sarah comoveram a equipe de resgate. As informações são do portal I Love My Dog.

Resgatada, ela passou a receber todos os cuidados necessários. Retirada da corrente que a prendia, ela pôde ter espaço para brincar e correr, recebeu alimentação adequada e atendimento veterinário.

Foto: Reprodução / YouTube / PETA

Com o tratamento que recebeu, a cadela se transformou e em nada lembrava o animal deprimido encontrado pela ONG. Após se recuperar física e psicologicamente, ela foi disponibilizada para adoção e encontrou uma família responsável, com a qual vive atualmente cercada de amor e respeito.

No novo lar, Sarah vive com crianças que a adoram, e com outro cachorro, que já vivia com a família, e que se tornou seu companheiro.

Cachorro doente e quase cego é encontrado dentro de galinheiro

Um cachorro doente e quase cego foi encontrado dentro de um galinheiro, dividindo espaço com galinhas. Coberto de penas, com o pelo emaranhado, repleto de pulgas e carrapatos, ele foi resgatado. Ao ser examinado, foi diagnosticado com sarna e leishmaniose.

Reprodução / Portal Eu Amo os Animais

Resgatado pela “Save a Greek Stray”, o cão recebeu o nome de Pena. “Ninguém sabe como ele acabou morando em um galinheiro, mas é onde ele foi encontrado. Vivendo entre as galinhas, coberto de penas, cheio de pulgas e carrapatos, com o que restava de seu pelo, formando pelotas sujas”, disse um representante da ONG.

“Pena sofria de leishmaniose e, como não recebera tratamento a tempo, estava quase cego pela doença. No entanto, ele se restabeleceu totalmente e até recuperou a visão”, completou. As informações são do portal Eu Amo Os Animais.

Reprodução / Portal Eu Amo os Animais

O primeiro passo foi dar um banho no cão e tosá-lo. Ele tinha uma capa de pelo emaranhado sobre corpo que pesava 2,5 quilos.

Com o tratamento, Pena se recuperou dos problemas de saúde e o pelo dele cresceu, permitindo que ele se transformasse num animal completamente diferente do que era antes. Saudável, ele foi disponibilizado para adoção e encontrou um novo lar.

Cadela resgatada com sinais de estupro é adotada em Cabreúva (SP)

A cadela que foi encontrada com sinais de estupro em Cabreúva (SP) foi adotada na segunda-feira (22). Ela foi socorrida pela Guarda Municipal e por ativistas pelos direitos animais.

Após cirurgia, cadela se recupera (Foto: Milton Cezar/Arquivo pessoal)

O novo tutor da cadela é o dentista Milton Cezar Marques. Ele soube da história dela pelas redes sociais. Além de ganhar uma família, ela recebeu um novo nome:  Ceicy.

“Depois de tanta dor e sofrimento, ela vai ter um final digno de conto de fadas. Finalmente, um final feliz”, comemora o novo tutor, que tem outra cadela em casa, a Zara. As informações são do G1.

Ceicy foi submetida a uma cirurgia de reconstrução da região vaginal, o que permitiu que ela voltasse a urinar. A operação foi feita na clínica da veterinária voluntária Tamyres Novack, que participou do resgate.

Na nova casa, Ceicy ganhou um quarto, que dividirá com Zara, uma cama, e potes de água e comida. “Agora ela está com uma família que a ama e vai dar tudo o que ela precisa”, diz o dentista. “Tenho 43 anos e não tive filhos biológicos, mas os meus filhos de verdade são os meus animais. É para eles que eu faço tudo”, completa, emocionado.

Cadela foi adotada por dentista (Foto: Milton Cezar/Arquivo pessoal)

Segundo a veterinária, a cadela reagiu bem à cirurgia e ficou em observação por aproximadamente três dias. Ela usará uma sonda até conseguir voltar a urinar.

Um boletim de ocorrência sobre o caso será registrado na Polícia Civil.

A veterinária acredita que a cadela tenha sido violentada por bastante tempo, já que os ferimentos que possuía estavam inflamados.

“Para se ter ideia, ela não tinha mais o canal por onde sai a urina. Por isso, a bexiga dela estava quase estourando. Ela estava com muita dor”, conta.”Pode ser que o ferimento tenha sido por algum objeto, mas eu ainda acredito que o estupro tenha sido causado pelo órgão sexual de um homem adulto”, diz a profissional.

Cadela ganhou cama ao lado da companheira Zara (Foto: Milton Cezar/Arquivo pessoal)

Homem cava sepultura para o próprio cão que seria sacrificado

Duas imagens comoveram o Twitter. O roteirista de TV Franklin Hardy publicou o momento em que o pai dele cavava uma cova para o próprio cachorro, diagnosticado com uma doença em estado terminal não divulgada. Mas, felizmente, essa história teve um final feliz.

Foto: Reprodução/Twitter/franklinhardy

Segundo Franklin, o veterinário deu o diagnóstico por telefone. Seu pai, chorando, foi fazer uma cova para o animal, que seria sacrificado no dia seguinte.

Mas após um novo exame do médico, o veterinário afirmou que tinha se enganado no diagnóstico anterior. Isso salvou a vida do cão e gerou uma série de comentários no Twitter, como o fato que o episódio lembrava um livro do Stephen King. Logo depois, Franklin publicou outra imagem do cão, agora famoso.

Outros disseram que o episódio os havia “devastado” pela carga emocional da história.

Foto: Reprodução/Twitter/franklinhardy

Fonte: R7

Cadela abandonada com bilhete em frente a clínica veterinária é adotada

A cadela que foi abandonada em frente a uma clínica veterinária em Recife (PE), com um bilhete justificando o abandono, foi adotada pelo professor de química Luiz Carlos Pereira, de 31 anos, e pela esposa dele. Ela foi morar com outros dois cães, também adotados.

Foto: Luiz Carlos Pereira/Arquivo pessoal

Abandonada no dia 8 de abril, a cadela foi deixada em frente a uma clínica veterinária, acorrentada, com um bilhete que dizia que a tutora não tinha condições de cuidar do animal devido a um problema de pele da cadela.

Adotada, ela está se adaptando bem ao novo lar, segundo Luiz Carlos. “Depois do abandono, os funcionários da clínica começaram a chamá-la de Branquinha. Eu e minha mulher gostamos de uma série de TV chamada ‘Suits’ e colocamos nela o nome de uma das personagens, Donna Paulsen”, contou o professor ao G1.

Ele disse que decidiu adotar a cadela após ver a notícia sobre o abandono. “Um dia depois de a notícia do abandono ser publicada, minha esposa mandou a informação sobre o abandono e eu entrei em contato com a clínica para me colocar à disposição para adotar”, afirmou.

Luiz soube, então, que uma outra pessoa já tinha demonstrado interesse em adotar a cadela. Como desejava ficar com o animal, ele foi até a clínica veterinária e conversou com os donos e funcionários do local.

“O pessoal disse que tinha uma pessoa na minha frente, mas que ligaria se esse candidato não aparecesse. Foi o que aconteceu. No dia seguinte, informaram que eu poderia ficar com ela. Bastava esperar a finalização dos exames de saúde para Donna ser liberada”, lembrou.

Na última sexta-feira (12), Donna foi levada para a casa de Luiz. “Ela tem muito espaço para brincar. Também se mostrou muito dengosa e esperta”, afirmou o professor.

Os outros dois cachorros de Luiz também foram resgatados de abandono e maus-tratos e, assim como Donna, não têm raça definida. Um deles, inclusive, tem uma deficiência. “Há dez anos, adotei um cãozinho que havia sido atropelado e só tem três patinhas. Agora, todos estão se dando muito bem”, disse.

Sobre a doença de pele da cadela, alegada pela antiga tutora, o professor explicou que se tratava apenas de um problema causado por pulgas. “Para evitar isso, basta manter o ambiente limpo e garantir a higiene do animal. E também dar muito carinho”, declarou.

Bezerros a caminho do matadouro sofrem acidente e ganham a oportunidade de viver

“Aqui os animais podem crescer, interagir com outros animais e desfrutar de uma vida longa de conforto e cuidados” (Foto: Farm Sanctuary)

Recentemente, três bezerros a caminho do matadouro caíram de um caminhão em alta velocidade no estado da Pensilvânia, nos Estados Unidos. Os sobreviventes foram resgatados sem ferimentos muito graves, embora outros bezerros não tiveram a mesma sorte.

Quem realizou o primeiro socorro dos animais foi o abrigo ANNA, situado em Erie, que encaminhou os dois machos e uma fêmea para o hospital de animais da Universidade Cornell. Depois de receberem todos os cuidados necessários, eles foram enviados para o Farm Sanctuary em Watkins Glen, Nova York.

A direção do santuário celebrou a chegada dos novos moradores e lembrou que em vez dos pecuaristas tratá-los com compaixão, eles preferem enviá-los para o matadouro. “Enquanto a maioria das pessoas se opõe à crueldade da produção de carne de vitela, poucos percebem que essa indústria existe por causa da indústria de laticínios”, declarou a diretora do Farm Sanctuary, Susie Coston, à revista People.

Já no Brasil, é mais comum os machos serem simplesmente mortos após o nascimento. Segundo o Farm Sanctuary, os três bezerros já se tornaram embaixadores de milhões de bezerros que são mortos a cada ano. “Aqui os animais podem crescer, interagir com outros animais e desfrutar de uma vida longa de conforto e cuidados”, garante Susie.